06/09/2016

Índice de Confiança do Setor de Seguros tem alta de 62,2% no ano

  resultado reforça o otimismo do empresariado em relação ao cenário econômico e ao ambiente de negócios do brasil o índice de confiança do setor de seguros (icss) – um dos principais termômetros do mercado – fechou os primeiros oito meses do ano com alta acumulada de 62,2%. em agosto, o índice marcou 108,8 pontos, o que não acontecia desde 2014. foi o sétimo mês de alta consecutiva, segundo levantamento da federação nacional dos corretores de seguros (fenacor). o resultado reforça o otimismo do empresariado em relação ao cenário econômico e ao ambiente de negócios do brasil. “o icss de agosto confirma a expectativa de recuperação da economia, apesar da crise prolongada. os próprios dados da susep relativos ao primeiro semestre do ano são bons. com arrecadação total de r$ 113,9 bilhões, o mercado de seguros caminha para a retomada do crescimento. outros indicadores seguem essa tendência, como o índice de confiança de serviços (ics), da fundação getúlio vargas (fgv), que teve sua sexta alta no ano”, destaca o presidente da fenacor, armando vergilio. os resultados do icss são calculados a partir de pesquisa realizada pela fenacor com 100 grandes empresas do setor, que indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. também foram apurados outros três indicadores: icss (de confiança do setor de seguros no brasil), icer (índice de confiança e expectativas das resseguradoras) e icgc (índice de confiança das grandes corretoras). a pesquisa da fenacor também apura a expectativa das empresas em relação ao crescimento da economia pelos próximos seis meses. todos os três segmentos do mercado (seguradoras, corretoras e resseguradoras) registraram alta dos seus índices de confiança: 90%, 92% e 83%, respectivamente. quanto ao faturamento, 88% das corretoras; 80% das seguradoras e 92% das resseguradoras esperam um cenário mais favorável nos próximos seis meses. na análise da rentabilidade, o otimismo segue em alta: 80% das corretoras; 75% das seguradoras e 75% das resseguradoras confiam na manutenção ou melhora dos índices atuais. o setor de seguros é responsável por 6% do produto interno bruto (pib). é uma indústria que emprega mais de 40 mil pessoas, abriga cerca de 90 mil corretores e reúne 112 companhias seguradoras em todo o país. em 2015, movimentou r$ 350 bilhões em volume de prêmios (considerando resseguros e a saúde suplementar), crescendo 11,6%, o que mostra sua força na economia nacional. fonte: lupa comunicação
06/09/2016

Entenda o que são fundos de pensão

 trabalhador que investe pode ter renda complementar à aposentadoria. pf deflagrou operação que investiga irregularidades em 4 grandes fundos. fonte: g1, em são paulo nesta segunda-feira (5), foi deflagrada pela polícia federal uma operação que investiga irregularidades em quatro dos maiores fundos de pensão do país, todos ligados a estatais. os desvios são estimados em pelo menos r$ 8 bilhões. leia mais sobre a operação aqui. entenda como funcionam os fundos de pensão o que são? os fundos de pensão são uma opção de investimento para possibilitar uma aposentadoria complementar ao trabalhador. os valores dos benefícios são aplicados pela entidade que administra o fundo, com base em cálculos atuariais. são permitidas somente aos empregados de uma empresa e aos servidores da união, dos estados, do distrito federal e dos municípios e também aos associados ou membros de pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial.? quando o dinheiro pode ser sacado? quando o trabalhador sai da empresa ou é demitido. quais são os tipos de planos oferecidos? há três opções: benefício definido, contribuição definida e contribuição variável. o plano de benefício definido consiste em calcular previamente os valores a serem recebidos na aposentadoria a partir de operações atuariais. as contribuições podem ser ajustadas para garantir o pagamento dos benefícios. já no segundo plano, o valor do benefício complementar é estabelecido apenas no momento da sua concessão, com base no saldo acumulado resultante das contribuições feitas ao plano e da rentabilidade das aplicações durante a fase em que foram feitas as contribuições. a contribuição variável tem características dos dois planos acima. o mais comum é aquele em que os benefícios programados, na fase de acumulação ou na fase da atividade, tenham características de contas individuais e na fase de inatividade tenham características de rendas vitalícias. podem também oferecer para os casos de benefícios de riscos (aqueles não previsíveis como morte, invalidez, doença ou reclusão) um benefício definido. qual é a rentabilidade? de acordo com balanço mais recente da associação brasileira das entidades fechadas de previdência complementar (abrapp), a rentabilidade média do setor estimada no primeiro trimestre foi de 5,24%, o melhor desempenho trimestral desde o quarto trimestre de 2010. qual é o maior fundo? o maior fundo de pensão patrocinado por empresas privadas do país, com 15 patrocinadoras, é o funcesp. sua rentabilidade foi de 10,7% de janeiro a abril, mais que o dobro da meta atuarial, de 5,2% para o período. quais apresentam déficit? funcef, petros, postalis gerem alguns dos 108 fundos que apresentaram déficit no ano passado, segundo a abrapp. quais são os riscos para quem investe nos fundos? o maior risco é o fundo não fazer o pagamento do benefício. quem fiscaliza as instituições? as instituições que trabalham com planos de previdência aberta são fiscalizadas pela superintendência de seguros privados (susep), do ministério da fazenda.
15/07/2016

ASPECIR comemora 79 anos

 a aspecir previdência comemora junto com seus colaboradores 79 anos no dia 17 de julho. para celebrar a data foi oferecido um café da manhã nesta sexta-feira, 15 de julho, no hotel continental. a confraternização é uma preparação para a festa de 80 anos prevista para julho de 2017. sempre contando com a colaboração e dedicação de um quadro de 70 profissionais qualificados, a aspecir previdência faz história sobre bases sólidas e independência econômica. oferece previdência privada tradicional, pecúlio por morte qualquer causa e assistência financeira. hoje tem sobre sua administração a carteira da luterprev, além de empresas como a união seguradora, futuro previdência e socicred. aspecir previdência a certeza de um futuro tranquilo.
13/07/2016

Indenizações pagas por seguros crescem 12%

 apesar da crise, as indenizações pagas aos usuários de seguros de pessoas, em todo o país, somaram r$ 725 milhões, em maio, ou seja, 12% acima dos r$ 647 milhões no mesmo mês do ano passado. este tipo de apólice inclui seguros de vida, de acidentes pessoais, de viagem e educacional, entre outras modalidades de proteção, e movimentou, no mês de maio, r$ 2,65 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para a contratação de coberturas para seus riscos pessoais), com alta de 6,85%, na comparação com o mesmo período de 2015. de acordo com a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), algumas modalidades de proteção tiveram resultados mais expressivos, como o seguro educacional. a modalidade registrou alta de 148,1% em relação a maio de 2015, no volume de prêmios, e movimentou r$ 6,7 milhões. — o mercado vinha perdendo clientes, mas se estabilizou. em toda crise, o setor de seguros apresenta o chamado crescimento de medo ou de risco, que é quando as pessoas tentam se proteger mais para evitar imprevistos — justificou o presidente do sindicato dos corretores de seguro (sincor-rj), henrique brandão. as seguradoras também perceberam mudanças no comportamento do consumidor. — nós registramos nos últimos meses que 12,5% de nossos clientes pagaram após a data de vencimento. este percentual antes era de 8%. outros usuários também decidiram trocar de planos assistênciais, preferindo aqueles mais baratos — afirmou pedro bulcão, presidente da sinaf seguros. fonte: jornal extra
13/07/2016

Aplicações em previdência privada aberta cresceram 12,64% em maio

 novas contribuições acumularam r$ 9,8 bi no período. saldo positivo da captação líquida foi de r$ 5,4 bi os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os pgbls e os vgbls) somaram r$ 9,8 bilhões em maio, registrando crescimento de 12,64% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando os aportes foram de r$ 8,8 bilhões. a captação líquida (diferença entre depósitos e resgates) no mês foi positiva em r$ 5,4 bilhões, em comparação à captação líquida de r$ 5 bilhões de maio de 2015. os dados são da fenaprevi, que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. os dados do balanço mostram também que o sistema registrou em maio 84.160 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. no mês, foram contabilizadas 12.431.124 pessoas com planos contratados. do total, 9.356.137 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.074.987 pessoas com planos empresariais. resultado por tipo de plano (individual, menor e empresarial) os planos individuais foram os que mais receberam recursos em maio. no total, foram investidos r$ 9 bilhões. do volume de contribuições aos planos individuais, r$ 163,5 milhões foram investimentos em planos para menores. os recursos destinados a planos empresariais, por sua vez, totalizaram r$ 767,9 milhões em contribuições em maio de 2016. na análise por modalidade de plano, o vgbl (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de i.r.p.f.), recebeu contribuições de r$ 9 bilhões em maio. o pgbl (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de i.r.p.f.) registrou r$ 669 milhões. os planos tradicionais de acumulação registraram r$ 65,6 milhões. resultado no acumulado de janeiro a maio no acumulado os aportes aos planos somaram r$ 40,3 bilhões, 10,7% superior na comparação com os r$ 36,4 bilhões somados de janeiro a maio de 2015. a captação líquida no período foi positiva em r$ 18,3 bilhões (+1,67%), em comparação à captação líquida de r$ 18 bilhões registrada no mesmo período do ano anterior. os planos individuais foram os que mais receberam recursos no período. no total, foram investidos r$ 36,9 bilhões. do volume de contribuições aos planos individuais, r$ 792,6 milhões foram investimentos em planos para menores. já os recursos destinados a planos empresariais somaram r$ 3,4 bilhões em contribuições. na análise por modalidade de plano, o vgbl o recebeu contribuições de r$ 36,8 bilhões. já o pgbl registrou r$ 3,1 bilhões. os planos tradicionais de acumulação, por sua vez, registraram r$ 333,1 milhões de janeiro a maio de 2016. fonte: cnseg
13/07/2016

Aprovada MP que libera uso do 'FGTS' na garantia de empréstimo consignado

  medida provisória também regulamenta pagamento de indenizações para acidentes com embarcações fonte: agência câmara o plenário da câmara dos deputados aprovou nesta terça-feira (12) a medida provisória 719/16, que permite aos trabalhadores da iniciativa privada oferecerem aos bancos, como garantia do empréstimo consignado em folha, parte dos recursos de sua conta vinculada do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts) e da multa rescisória. a matéria, que perde a vigência em julho, será enviada para o senado. pelo texto, a garantia poderá ser sobre até 10% do saldo individual da conta e sobre até 100% da multa paga pelo empregador em caso de demissão sem justa causa, despedida por culpa recíproca ou força maior. de qualquer maneira, esse tipo de garantia somente poderá ser acionada pelo banco se ocorrer um desses casos de demissão. para isso, a mp cria uma exceção à regra que proíbe o penhor da conta vinculada do fgts, prevista na lei do fundo. segundo o governo, as taxas de juros médias do crédito consignado têm se situado entre 25% e 30% ao ano no setor público e para os aposentados. entretanto, devido à alta rotatividade (43,4%) do setor privado, as taxas são em torno de 41%. com o novo tipo de garantia, o objetivo é melhorar essas taxas. um acordo entre a maior parte dos partidos permitiu a aprovação do texto original enviado pelo governo da presidente afastada dilma rousseff em detrimento do projeto de lei de conversão aprovado na comissão mista. regulamentação para a norma da mp surtir efeito, o conselho curador do fgts precisa definir o número máximo de parcelas e a taxa mínima mensal de juros a ser cobrada pelas instituições nas operações de crédito consignado. já a caixa econômica federal, operadora do fgts, precisa definir os procedimentos operacionais necessários ao cumprimento da nova regra. seguro de embarcações outro ponto tratado pela mp é a reformulação do pagamento de indenizações para acidentes com embarcações que não pagaram o seguro obrigatório ou que não foram identificadas no sinistro. antigamente, indenizações nesses casos eram pagas com recursos do fundo de indenizações especiais (fie-dpem), mas, a partir dos anos 2000, a lei 9.932/99 transferiu atribuições do instituto de resseguros (irb-brasil) para a superintendência de seguros privados (susep). a susep então determinou às seguradoras que ofereciam seguro para embarcações a assinatura de um convênio entre elas para que respondessem solidariamente por essas indenizações, mas isso nunca foi feito. a partir de então, as pessoas têm recorrido à justiça com ganho de causa para receber indenizações nos acidentes com embarcações sem seguro ou não identificadas. no início do ano, apenas a bradesco seguros oferecia seguro a embarcações. novo fundo com a mp 719/16, a indenização por morte ou por invalidez permanente ou as despesas de assistência médica e suplementares serão pagas por um fundo privado a ser constituído, administrado, gerido e representado pela agência brasileira gestora de fundos garantidores e garantias s.a. (abgf), empresa estatal que garante outros seguros, como os de exportações. o novo fundo da abgf pagará indenizações nos casos de sinistros causados exclusivamente por embarcações não identificadas ou que estejam inadimplentes quanto ao pagamento do seguro obrigatório para embarcações (dpem). esse fundo será formado por uma parte dos prêmios arrecadados com o dpem, pelo resultado das aplicações financeiras dos seus recursos e por outras fontes definidas pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp). seu patrimônio será separado da abgf e não contará com qualquer tipo de garantia ou aval por parte do poder público. minuta de resolução no início de abril, o cnsp colocou em consulta pública uma minuta de resolução para disciplinar as novas regras. segundo essa minuta, os avisos de sinistros decorrentes de embarcações não identificadas ou inadimplentes serão endereçados, regulados e pagos pelas seguradoras que operem o seguro dpem. o ressarcimento, neste caso, será limitado ao valor da indenização acrescido de 1% a título de despesas com sinistros administrativos. e a abgf poderá recolher adicionalmente 0,5% dos valores ressarcidos a título de despesas com a operação de análise e ressarcimento às seguradoras. a minuta prevê ainda que a remuneração devida à administradora do fundo será de 2% ao ano de seu patrimônio. além disso, o texto estipula que, comprovado o pagamento da indenização, a seguradora poderá, mediante ação própria, de rito sumaríssimo, requerer o ressarcimento do responsável quando a embarcação for inadimplente. também se for constatada irregularidade na utilização da embarcação adimplente, a seguradora que pagar a indenização poderá requerer o ressarcimento do segurado. a minuta ainda não virou resolução. regularização já antecipando falta de oferta de seguros para embarcações, o governo incluiu na mp dispositivo que permite o registro, a emissão de termo de vistoria ou de certificado de regularização para embarcações mesmo sem seguro caso a susep informe às autoridades competentes sobre a inexistência, no mercado, de seguradora que ofereça o dpem. imóveis em pagamento a possibilidade de dar imóveis como pagamento de dívidas perante a união também é regulada pela medida provisória 719/16, que altera artigo da recente lei 13.259/16, de março deste ano. o código tributário nacional (ctn) prevê a dação em pagamento de imóveis, a critério do credor. a lei modificada previa uma avaliação judicial do bem. já a mp reforça que os imóveis devem estar livres e desembaraçados de ônus e que o contribuinte terá de desistir de ações nas quais discuta o débito, devendo ainda arcar com as custas judiciais e os honorários advocatícios. as micro e pequenas empresas participantes do simples nacional não terão direito ao pagamento com imóveis, pois seu regime implica a aglutinação de impostos federais, estaduais e municipais em um único valor e seria mais difícil para a união se desfazer rapidamente do imóvel para repassar valores aos outros entes federados.
11/07/2016

COMO FUNCIONA O MICROCRÉDITO

 1. a quem se destina? a modalidade de empréstimo é voltada para o microempreendedor ou empresa com faturamento de até r$ 120 mil por ano. o crédito geralmente é concedido para capital de giro e investimentos. 2. quem fornece? bancos públicos têm atuação mais forte no segmento. por resolução do conselho monetário nacional (cmn), as instituições podem destinar até 2% dos recursos que ficariam retidos no banco central (compulsório) para operações de microcrédito. 3.quais as taxas? cerca de 4% ao mês.  4. quais os prazos? as principais instituições que oferecem o serviço trabalham com prazos entre 4 e 24 meses. 5. existem limites máximos ou mínimos? no brasil, a média é de r$ 1,2 mil por operação, segundo a associação brasileira de entidades operadoras de microcrédito e microfinanças (abcred). porém, as quantias concedidas podem variar entre r$ 100 e r$ 15 mil. 6.  o que difere essa modalidade das demais? os bancos geralmente atuam com agentes que criam grupos solidários (de 3 a 20 pessoas) com o objetivo de oferecer orientação financeira e avaliar o perfil de risco desses clientes. fonte: estadão
08/07/2016

Mercado de seguros de pessoas movimenta R$ 2,65 bilhões em maio

  as indenizações pagas aos segurados no mês somaram r$ 725 milhões, 12% acima dos r$ 647 milhões pagos em maio de 2015 os seguros de pessoas, que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registraram no mês de maio r$ 2,65 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais), com alta de 6,85% frente aos r$ 2,48 bilhões verificados no mesmo mês do ano anterior. os dados do balanço da fenaprevi mostram também que, no mês de maio, as seguradoras pagaram r$ 725 milhões em indenizações aos segurados. no mesmo mês do ano de 2015 foram pagos r$ 647 milhões. na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, registrou prêmios de r$ 1 bilhão, correspondendo a aumento de 0,74% em relação aos r$ 992,7 milhões computados em maio do ano passado. já o seguro prestamista, segunda maior carteira do segmento, gerou prêmios de r$ 705,6 milhões, registrando recuo de 5,66% em relação ao mesmo mês do ano anterior, reflexo da retração do crédito e da menor propensão ao consumo. o prestamista é uma proteção financeira que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego. o seguro de acidentes pessoais, por sua vez, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, obteve alta de 3,81% em maio de 2016 em relação ao mesmo mês de 2015, registrando, em maio de 2016, r$ 443,8 milhões.   de acordo com o balanço da fenaprevi, algumas modalidades de proteção tiveram resultados mais expressivos. por exemplo, o seguro educacional. a modalidade de proteção registrou alta de 148,1% em relação a maio de 2015, no volume de prêmios, registrando r$ 6,7 milhões em maio de 2016. no mesmo mês do ano anterior haviam sido computados r$ 2,7 milhões. o seguro funeral também se destacou. foram registrados r$ 42,6 milhões em prêmios em maio de 2016, alta de 35,67% em relação aos r$ 31,4 milhões contratados em maio de 2015. distribuição geográfica de acordo com o balanço da fenaprevi, dos r$ 2,7 bilhões em prêmios pagos pelos segurados, são paulo é o estado mais representativo para os negócios de seguros de pessoas, concentrando 45,9% do volume de prêmios. o rio de janeiro, por sua vez, respondeu por 9,8% do total dos prêmios, seguido por minas gerais (7,6%), rio grande do sul (7,5%), paraná (5,9%) e distrito federal (5,5%). os demais estados têm representatividade menor, inferior a 3,2%. resultado no acumulado – janeiro a maio no acumulado, o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de r$ 12,3 bilhões, alta de 3,4%, em relação aos r$ 11,9 bilhões registrados nos primeiros cinco meses de 2015. fonte:  planeta seguro
25/05/2016

Seguro de pessoas cresce 2,44% no 1º tri e totaliza R$ 7,13 bi, diz FenaPrevi

  entidade aponta modalidades para viagem, educacional e auxílio funeral como sustentação para o resultado em período de crise fonte: estadão conteúdo são paulo - a arrecadação de seguros de pessoas totalizou r$ 7,13 bilhões no primeiro trimestre deste ano, cifra 2,44% maior que a vista 12 meses antes, de r$ 6,96 bilhões, segundo dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi) obtidos pelo broadcast, serviço de notícias em tempo real da agência estado. o desempenho, segundo o presidente da entidade, edson franco, foi positivo diante da retração econômica. "mesmo com o cenário adverso, algumas modalidades como seguro viagem, educacional e auxílio funeral tiveram resultados expressivos com expansão de dois dígitos", destaca ele, em nota ao broadcast. o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, somou r$ 3 bilhões em prêmios de janeiro a março, alta de 4,7% em relação ao primeiro trimestre de 2015. na contramão, o prestamista, que garante o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, encolheu 12,87%, para r$ 1,6 bilhão, na mesma base de comparação, refletindo o baixo apetite para crédito. já o seguro de acidentes pessoais, conforme a fenaprevi, teve expansão de 2,5% no primeiro trimestre de 2016 ante um ano antes e acumulou r$ 1,2 bilhão em prêmios. a modalidade que apresentou maior avanço foi o seguro viagem, com expansão de 110,9% e prêmios de r$ 78,9 milhões. o seguro educacional, impulsionado pelo receio das famílias quanto à capacidade de fazer frente aos custos de educação dos filhos, cresceu 76,8%, totalizando r$ 7,7 milhões. de acordo com a fenaprevi, o auxílio funeral somou r$ 112,1 milhões em prêmios nos três primeiros meses de 2016, incremento de 19,8% em um ano. "auxílio funeral é um dos seguros mais difundidos e com maior penetração entre os consumidores, porque está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações", explica o presidente da fenaprevi. no primeiro trimestre, as seguradoras pagaram r$ 2 bilhões em indenizações aos segurados, montante 14% superior em relação a idêntico intervalo do ano passado. na análise por regiões, são paulo é o estado mais representativo para os negócios de seguros de pessoas, concentrando 46,5% do volume de prêmios do período. rio de janeiro vem em seguida, com 9,4%, conforme a fenaprevi. em terceiro, ficou o rio grande do sul (7,8%), seguido por minas gerais (7,3%), distrito federal (6,1%) e paraná (5,9%). os demais estados têm representatividade menor, inferior a 3%.

A forma simples e eficaz de fidelizar segurados


09/01/2019
Em novo artigo publicado no blog da TEx, o fundador e CEO da insurtech, Omar Ajame, traz dicas para o corretor encantar e fidelizar seus clientes. No texto, ele lembra que o atendimento ao segurado é decisivo e determinante para o êxito ou não de uma proposta comercial.

“Corretores que atendem com agilidade, prestam informações relevantes e surpreendem o cliente têm tudo para chegar ao nível máximo de eficiência comercial, o encantamento”, destaca.

De acordo com o CEO da TEx, o ponto de partida é conhecer bem o cliente. Ajame lembra que, em plena era digital, não faz mais sentido enviar propostas genéricas ou com informações distantes demais da realidade de quem as recebe.

“Para elaborar uma proposta irrecusável, é preciso se antecipar às objeções do potencial cliente por meio das informações. Se for pessoa física, além dos dados socioeconômicos básicos, como idade, estado civil e renda mensal, é interessante também estar a par do que acontece no bairro em que ele mora.

Enviar estatísticas sobre índices de roubos (se a proposta for de seguro automotivo) ajuda, e quanto mais detalhada for, melhor”, ensina o empresário, que ainda completa:

“No caso das empresas, obter informações corporativas pode ser mais difícil, o que não significa que você não possa se cercar de informações úteis.

Por exemplo, mostrar o quanto um seguro contra roubos de cargas pode ajudar a economizar em regiões com índices elevados de sinistros é uma forma de tornar a proposta irrecusável.

As estatísticas sobre roubos estão disponíveis na web, basta uma rápida pesquisa para ter os números”.

Omar Ajame cita ainda como pontos fundamentais para encantar e fidelizar clientes pontos como: seguir um roteiro, design e informações completas.

“Seja transparente, informe o que precisar e não omita nada que seja importante. Nada pior para um corretor do que um cliente que sabe por outras fontes algo que você deveria informar em uma proposta comercial”, alerta o fundador da TEx.

FONTE: CQCS | Ivan Netto

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