07/01/2019

Mercado mantém expectativa de inflação em 4,01% e dólar a R$ 3,80

 divulgado hoje, em brasília, o boletim focus do banco central projeta a inflação anual oficial do país - medida pelo ipca - em 4,01% e o câmbio em r$ 3,80. os dois indicadores são os mesmos apontados há uma semana. já as expectativas de crescimento econômico tiveram ligeira redução: de 2,55% para 2,53%. na comparação das últimas semanas, as projeções de inflação, dólar e crescimento da economia seguem estáveis. para o próximo ano, analistas ouvidos pelos focus continuam prevendo inflação de 4% em 2020 e 3,75% em 2021. para 2010, as projeções indicam dólar a r$ 3,80 e a r$ 3,85 em 2022. nos dois anos, a estimativa é de que a alta do produto interno bruto - pib (a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) fique em 2,5%. para este mês de janeiro, a previsão é de que inflação se mantenha em 0,37% e, em fevereiro, 0,44% - os mesmos percentuais assinalados na semana passada. houve, no entanto, expectativa de alta da inflação acumulada nos últimos 12 meses: de 3,87% vislumbrados há uma semana para 3,96% no boletim de hoje. a consulta do banco central - feita semanalmente a analistas econômicos - também aponta estabilidade da taxa de câmbio em janeiro e fevereiro (dólar na faixa dos r$ 3,80). jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/664351-mercado-mantem-expectativa-de-inflacao-em-4-01-e-dolar-a-r-3-80.html)
04/01/2019

#RetrospectivaDPVAT: Fique por dentro das principais iniciativas de 2018

 um ano é cheio de acontecimentos e aqui na seguradora líder não foi diferente. promovemos uma série de iniciativas com o objetivo de trazer os mais de 208 milhões de brasileiros para cada vez mais pertinho da gente. e, para te contar mais sobre o nosso 2018, vamos te levar para a uma viagem pelos principais marcos desse ano. chegou a hora de #retrospectivadpvat aqui no blog viver seguro no trânsito! digiponta, digitalização nos pontos de atendimento começamos o ano com o pé direito com o digiponta, projeto de digitalização da documentação para dar entrada no pedido de indenização já nos pontos de atendimento, como seguradoras consorciadas e corretores parceiros. com o objetivo de otimizar o atendimento aos beneficiários, o processo de digitalização reduz o tempo de processamento dos pedidos, além de permitir redução de custos administrativos. bem legal, não é? internalização das revisões de perícia médica nos casos de invalidez permanente até então realizadas em parceria com prestadoras de serviços externa, as atividades de revisão de perícia médica, análise e aprovação de pagamentos associados à cobertura por invalidez permanente, que correspondem a mais de 70% das indenizações pagas, foram internalizadas. uma equipe da seguradora líder passou a responder pela análise de todo o processo, de ponta a ponta, permitindo o aprimoramento dos prazos de pagamento e garantindo indenizações ainda mais justas. quer saber mais sobre os resultados desse processo? entre no site: https://www.seguradoralider.com.br/pages/newsletter-detalhe.aspx?cid=157 recomeço o ano de 2018 também foi marcado pelo lançamento do programa recomeço, galera! iniciativa pioneira da seguradora líder, que tem como missão dar apoio na ressocialização e recolocação de beneficiários do seguro dpvat no mercado de trabalho, o programa já obteve menção honrosa da associação brasileira das relações empresa cliente (abrarec) e foi um dos finalistas do prêmio de inovação em seguros 2018, promovido pela confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg). acesse o site da iniciativa e ficar de olho nas vagas e notícias. https://www.seguradoralider.com.br/recomeco/paginas/home.aspx fonte: viver seguro no trânsito
04/01/2019

Lucro das seguradoras avança para R$ 13,3 bi até novembro de 2018

 mesmo com a queda da taxa básica de juros da economia (selic), que remunera quase a totalidade das reservas técnicas das seguradoras, o lucro líquido do mercado segurador entre janeiro e novembro deste ano avançou para r$ 13,2 bilhões, segundo dados publicados pela superintendência de seguros privados (susep) analisados pela consultoria siscorp. no mesmo período do ano anterior o ganho registrado foi de r$ 12 bilhões. a bradesco seguros lidera o ranking com ganho de r$ 4,6 bilhões no período analisado. a mapfre lidera a perda, com prejuízo de r$ 442 milhões. confira: https://www.sonhoseguro.com.br/wp-content/uploads/2018/12/whatsapp-image-2018-12-27-at-08.56.28.jpeg fonte: sonho seguro
04/01/2019

Conjuntura CNseg

 a conjuntura cnseg é uma análise mensal do estado dos segmentos de seguros de danos e responsabilidades, coberturas de pessoas, saúde suplementar e capitalização com o objetivo de examinar aspectos econômicos, políticos e sociais que podem exercer influência sobre o mercado segurador brasileiro. em meses de referência de fechamento de trimestre, essa publicação reúne também os destaques dos segmentos, a atualização das projeções de arrecadação, os boxes informativos estatístico, jurídico e regulatório e o acompanhamento da produção acadêmica em seguros. conjuntura nº1 ano 1 – novembro 2018 (susep: set; ans: 2º tri) seções versão completa:  http://cnseg.org.br/cnseg/publicacoes/conjuntura-cnseg/detalhes-8a8aa89f66f8c1c401678a196719299a.html http://cnseg.org.br/lumis/portal/file/filedownload.jsp?fileid=8a8aa89f66f8c1c4016789ddd2ef3275 conjuntura nº2 ano 1 – dezembro 2018 (susep: out; ans: 2º tri) seções versão completa: http://cnseg.org.br/cnseg/publicacoes/conjuntura-cnseg/detalhes-8a8aa89f67c75e3c0167c76665232186.html   http://cnseg.org.br/lumis/portal/file/filedownload.jsp?fileid=8a8aa89f67c75e3c0167c76650a9204a fonte: cnseg
04/01/2019

O Mercado de Seguros precisa mudar. Se isso acontecer, será incrível!

  sou absolutamente contra saudosismos. o que não funciona deve acabar para dar lugar ao novo e melhor. nunca me apeguei ao que não funciona porque tenho claro que precisamos de transformação para avançar. e quando falo de mudanças no mercado de seguros não é apenas de estrutura, de relações, mas também de pessoas. tem muita gente sem qualificação e que não faz nenhum esforço para melhorar. o setor nunca será grande se continuarmos exigindo pouco de quem faz parte dele. é hora de dar um salto do ruim para o ótimo e quem não tomar iniciativa para que isso aconteça, corre o risco de desaparecer ou ficar cada vez menor e passará por dificuldades. precisamos ser pragmáticos e objetivos. devemos ser mais profissionais. temos parar de fingir que fazemos planejamentos e realmente fazê-los e executar. planejamento sem ação, sem métricas de avaliação, sem avaliação constante e sem correção não serve para nada. estamos chegando ao final de mais um ano onde o nosso mercado andou de lado. além de não crescer, diminuiu nos ramos onde a maioria dos corretores opera, como o seguro de automóvel. alguns falarão que é a crise econômica, e concordo até certo ponto, e digo isso porque o número de emplacamentos de veículos aumentou 14% em 2018 se confrontarmos com 2018 e o prêmio líquido emitido da carteira empatou. mesmo com os reajustes de preços em função da piora da sinistralidade, não avançamos. a frota segurada diminuiu. nunca passamos de 20% de itens circulantes segurados. sabemos que 80% dos itens segurados tem idade de até 5 anos. o veículo envelhece, perde seu valor e o custo do seguro não vai na mesma proporção. em algumas situações, até aumenta. e não adianta vir com o papo simplista de que temos que diversificar porque não é fácil. os corretores não querem depender apenas do seguro de automóvel, mas temos um problema cultural em que as seguradoras também têm a sua parcela de culpa. sempre falo nas palestras e repito: gostaria de ver alguns executivos de seguradoras no lugar dos corretores por seis meses para ver os resultados. falar é mole. estar atrás de uma marca forte e com um salário alto no final do mês é confortável demais. aí talvez entre a questão de mudança de pessoas. temos um sistema cansado com cabeças pouco inovadoras que focam o resultado acima de tudo (e não estou dizendo que isso é 100% negativo) e que acabam deixando de lado o crescimento. a produção troca de mãos a cada ano. não cresce em momentos difíceis porque todos ficam entrincheirados esperando a alta da selic para arriscar um pouquinho e se garantirem nos resultado financeiro para compensar o operacional. os últimos 4 anos foram terríveis para diversos setores, não foi diferente para os corretores de seguros. os corretores pequenos e médios sofrem desde o final de 2014 em função da crise econômica e há muito tempo pela indiferença do nosso sistema e de algumas seguradoras que são insensíveis a nossa realidade. no rio de janeiro a situação ainda é mais grave, em função da dependência histórica do petróleo, seguidos governos que saquearam o estado, o maior percentual de desempregados, aumento da sinistralidade no produto automóvel e associações de proteção veicular. estou no mercado de seguros há 28 anos, durante 21 anos como segurador, e não vi durante todo esse tempo nada que pudesse citar como exemplo de algo que realmente tenha sido feito para ajudar os corretores a se qualificarem. o que vejo é um sistema travado, que investe a “verba institucional” em “ensino” para dizer que algo foi feito e que se agarram aos modelos engessados e que não se importa com quem é responsável por diariamente buscar negócios, entregar nas seguradoras e ser remunerado apenas por suas vendas. parece não saber que ainda somos responsáveis por 80% da distribuição e somos quem coloca o dinheiro que paga salários e bônus dos funcionários das seguradoras. na minha caminhada de 1 ano e 8 meses como diretor de ensino do sincor rj (sindicato dos corretores de seguros do estado do rio de janeiro) e com o relacionamento mais próximo que tenho tido com as seguradoras devido a função que estou desempenhando, tenho percebido o quanto poucas seguradoras (e executivos) se interessam realmente pelos corretores pequenos e médios e querem ajudar. a maioria, não todas e todos, não está nem aí e quando falamos em qualificar corretores que não possuem recursos e que tem dificuldades em investir em treinamento de seus (poucos) funcionários. em 17/11/2017 escrevi um artigo sobre as seguradoras terem descolado da realidade dos corretores e não saberem mais quais as nossas necessidades com ações e treinamentos que não nos interessam (https://panoramaseguro.com.br/mercado/as-seguradoras-precisam-conhecer-os-corretores-de-verdade/) e logo em seguida, 24/11/2017, mais um sobre as seguradoras terem um papel fundamental na qualificação dos corretores (https://panoramaseguro.com.br/seguros-gerais/e-preciso-mudar-a-relacao-entre-seguradoras-e-corretores-para-avancarmos-na-qualificaca/) e não estarem ajudando como poderiam e deveriam. adiantou alguma coisa? acho que não. e aqui estou eu escrevendo novamente porque acho que agora caminhamos de verdade para algum tipo de mudança e precisamos buscar uma reversão na deterioração no relacionamento entre corretores e seguradoras que vem se agravando nos últimos 10 anos. temos um mercado excessivamente concentrado onde as 10 principais seguradoras tem 80% da produção do mercado. temos uma penetração no pib pífia de mais ou menos 3,5% e que os dirigentes do mercado dizem que é 6% para esconder a ineficiência dos órgãos que representam o sistema. pessoas comandam empresas e instituições e por isso comecei o texto dizendo que uma transformação do nosso mercado passa pela mudança de quem está aí há muito tempo e “não quer largar o osso”. e isso não é apenas em seguradoras, mas também em corretoras e todas as instituições e entidades que fazem parte do nosso sistema. espero que o novo governo realmente execute mudanças no nosso sistema e que abra o setor financeiro e de seguros para a concorrência. em uma última apresentação sobre o setor de seguros no brasil em material do ministério da fazenda, dois slides mostram que nosso mercado é pequeno comparados a outros países e ineficiente devido as altas margens de retorno sobre patrimônio líquido que as seguradoras. enquanto a margem média no mundo é de 8% aqui no brasil é de 24% pelos últimos dados disponíveis. parece que temos algo errado e para o mercado crescer, precisamos mudar. apenas para ilustrar e guardadas as devidas proporções, nos eua temos 12 mil bancos e cooperativas de créditos e 3,7 mil seguradoras. os eua tem por volta de 340 milhões de habitantes e no brasil temos 210 milhões. não existe um número preciso sobre corretores, agentes e produtores no mercado de seguros nos eua porque cada estado americano possui regras próprias para conceder licenças, mas enquanto aqui temos 60 mil corretores ativos habilitados, lá o número de pessoas envolvidas nas vendas é de aproximadamente 5 milhões de pessoas, de acordo com o último levantamento em 2016. é óbvio que a abertura do mercado financeiro com a entrada de novos bancos e fintechs e de seguros com novas seguradoras e agentes, também irá impactar os corretores de seguros. não é mais possível em um país como o brasil que 64% da população nunca tenha sido abordada por um corretor de seguros e a culpa disso não é só nossa (corretores). o “velho” precisa ser varrido. falo de seguradoras que não são parceiras de verdade e executivos de companhias que querem impor aos corretores planejamentos que interessam apenas a eles. os corretores precisam saber o que é melhor para o seu negócio da mesma forma que a seguradoras sabem o que é melhor para elas. nem sempre o que funciona para elas é o que serve para nós. em função de nosso tamanho e falta de dinheiro para investir, precisamos cada vez ter mais foco no que realmente nos traz resultados. um sistema de seguros aberto será um teste para seguradoras, seus executivos e também para os corretores. muito se tem falado em inovação e tecnologia e hoje 95% dos corretores não tem acesso a nenhum tipo de melhorias que possam ser implantadas nas suas operações. interessa corretores mais preparados e melhores? mudança gera dor para todos e quem estiver mais preparado irá sobreviver e ter um mercado muito mais promissor. se posso dar um conselho para os corretores é: qualifiquem-se. não esperem que carreguem vocês no colo até uma sala de aula. não dependam apenas dos treinamentos das seguradoras. nós precisamos assumir o protagonismo na nossa educação e nos consolidarmos como canal de distribuição. sermos muito melhores que somos hoje e respeitados por isso. sem estratégia e planejamento não saímos do lugar. canso de falar isso nas palestras e nos cursos e acabo sendo cansativo porque parece que a maioria dos corretores ainda não entenderam que estamos de verdade em um processo de transformação que irá se acelerar a partir de 2019. o mundo mudou e não será diferente aqui. com certeza que daqui três ou cinco anos os corretores de seguros que estiverem no mercado encontrarão a medida certa de se relacionar com as seguradoras e tenho esperança que as companhias entendam que parceria é muito mais que café da manhã, salgadinhos e cerveja. os corretores precisam de parceria de verdade e de ajuda para se desenvolverem. não estou falando de muletas, mas de gerentes comerciais que cheguem nas corretoras com mais do que “tem algum problema para resolver?”. esperamos muito mais que isso de uma seguradora. é hora de amadurecermos relações e fazermos negócios. perguntem: “onde temos oportunidades de crescermos juntos?” ou “em que podemos ajudar para melhorar a sua operação?”. as respostas serão surpreendentes. não estou generalizando. generalizar é sempre uma demonstração de radicalismo e não é a intenção do texto. temos seguradoras que demonstram boa vontade e alguns executivos que mesmo com as restrições impostas, tentam ajudar os corretores, mas é notório que é cada um por si e ponto final. e um último recado para um diretor de uma seguradora que me falou que não vale a pena o esforço que eu faço pelos corretores pequenos através da diretoria de ensino do sincor rj e também na kuantta: eu não vou parar! fonte: portal nacional de seguros por arley boullosa
04/01/2019

Empréstimos, cartões e até previdência privada: lojas invadem mercado financeiro

  o que era exclusividade de bancos e corretoras torna-se cada vez mais popular em redes de varejo como riachuelo, marisa, c&a e renner são paulo – o acirramento da concorrência no varejo brasileiro está transformando as maiores redes de lojas de moda fast fashion, como riachuelo, renner e marisa, em autênticas agências bancárias – um movimento que irá, segundo especialistas, se intensificar em 2019. além do tradicional empréstimo pessoal, cartão de crédito private label (com bandeira da própria loja), seguros de assistência pessoal e garantia estendida, já existem até planos de previdência privada, serviço inédito lançado há poucas semanas pela rede lojas marisa, especializada em moda feminina. “um dos objetivos foi diversificar o portfólio, além de lançar um produto alinhado às necessidades atuais de nossa clientela”, diz célio lopes, diretor de produtos e serviços financeiros da rede marisa. a decisão surgiu às vésperas da posse do novo governo e da iminente aprovação de uma reforma previdenciária pelo congresso. um dos pontos de interrogação, que tem levado muitos consumidores a buscar alternativas de complemento de renda na maturidade, é o endurecimento nas futuras regras a serem incluídas no sistema convencional da aposentadoria utilizada no brasil. em setembro, o grupo se uniu à icatu seguros para formatar a marisa previdência. o produto, nos moldes do chamado vida gerador de benefício livre (vgbl), tem sido comercializado em lojas de são paulo, rio de janeiro, pernambuco e goiás aos interessados entre 18 e 64 anos. há duas modalidades ao custo mensal de r$ 70 ou r$ 100. o valor é cobrado na fatura do cartão de crédito da marisa e não prevê dedução no imposto de renda. se o investidor sacar o dinheiro depositado, o tributo é sobre o rendimento. portanto, o foco é quem seja isento do ir ou recorra ao formulário simplificado. “a bancarização do varejo é um processo que acompanha o aumento da própria bancarização da população brasileira, especialmente com o advento da fintechs”, afirma a economista fernanda mascarenhas, especialista em finanças pela universidade federal do rio de janeiro (ufrj). o plano marisa previdência ainda cobre casos de morte ou invalidez total e permanente, que varia segundo a faixa etária do contratante. a carência estipulada no contrato é de 60 dias para eventuais resgates. segundo especialistas, o marisa previdência é um investimento conservador, que aloca os recursos em títulos do tesouro ou renda fixa vinculados à selic (taxa básica de juros), hoje situada em 6,5% ao ano. portanto, a importância de r$ 70 ou r$ 100 – aplicada mensalmente em opções como cdb de bancos médios ou títulos de tesouro – pode render até mais do que no produto da marisa caso as taxas e tributação não sejam muito elevadas. assim como a marisa, grandes redes varejistas como c&a, renner, riachuelo e pernambucanas apostam em serviços financeiros exclusivos. a c&a oferece empréstimos a aposentados e pensionistas do inss a juros mais acessíveis. o beneficiário que, por exemplo, recebe salário de r$ 600, pode sacar até r$ 6.280 e quitar a dívida em 72 parcelas de r$ 180. o serviço é oferecido em parceria com a bradescard, braço de serviços financeiros do bradesco. não há renda mínima exigida para o empréstimo. na riachuelo, pode-se retirar empréstimos de valores diversificados e de limites razoáveis, desde que o cliente corresponda aos critérios previamente determinados. leva-se em conta o rendimento mensal das pessoas. há múltiplas escolhas nos prazos de pagamentos. já a pernambucanas libera empréstimo pessoal exclusivo a quem possui o cartão de crédito da loja. além disso, a empresa também considera o cadastro positivo e a portabilidade de crédito. esse mercado já traz resultados financeiros consistentes. a midway, que administra os 30,5 milhões de cartões riachuelo, afirma oferecer crédito pessoal direto e a venda de seguros para 7,4 milhões de clientes ativos. não é só. dos r$ 500 milhões que a guararapes deve lucrar este ano, r$ 200 milhões virão da midway, enquanto os outros r$ 300 milhões serão gerados pela atividade varejista. na comparação entre as maiores carteiras de crédito do país, o nubank lidera o ranking (r$ 4,7 bilhões). em seguida, aparecem midway (r$ 3,6 bilhões), banco inter (r$ 2,9 bilhões) e agibank (r$ 1,6 bilhão). no item patrimônio líquido, a midway totaliza r$ 675 milhões, menos que os r$ 800 milhões do nubank e os r$ 930 milhões do banco inter. os consumidores, no entanto, precisam ter cuidado e avaliar as finanças de maneira criteriosa antes de ir à loja solicitar empréstimos. “o custo elevado do empréstimo muitas vezes pode representar uma armadilha”, afirma fernanda mascarenhas, especialista da ufrj. “há casos em que os juros das lojas beiram os percentuais do cheque especial, algo como 330% ao ano, segundo dados do banco central.” de acordo com a especialista, tão importante quanto comparar os juros é checar o custo efetivo total (cet), indicador que inclui juros e vários encargos, como seguro, taxas e impostos. entrevista célio lopes diretor de produtos e serviços financeiros da rede de lojas marisa "mudanças na previdência pública também tornam o cenário mais favorável o diretor de produtos e serviços financeiros da marisa, célio lopes, confia no potencial econômico da previdência privada, que põe a rede como pioneira neste modelo de negócio no setor varejista. ao justificar a sua confiança, ele cita o aumento da expectativa de vida no país e a provável reforma da previdência. por que a marisa decidiu entrar no mercado de previdência privada? porque precisamos estar sempre atentos para oferecer o melhor aos clientes. por conta disso, a marisa vem amadurecendo o projeto de previdência privada há algum tempo. um dos objetivos foi diversificar o portfólio, que já mantém crédito pessoal, seguros e assistências, além de lançar um produto alinhado às necessidades atuais de nossa clientela. além de cartão de crédito, crédito pessoal e previdência, qual outro serviço financeiro a marisa pretende entrar? estamos sempre atentos às necessidades dos clientes e às constates mudanças do mercado para buscar soluções diferenciadas em serviços. a parceira da marisa nesse projeto é a icatu seguros. diante disso, temos muitos planos pela frente, mas que ainda não posso adiantar. a decisão de oferecer planos nesta área estaria relacionada à provável aprovação da reforma da previdência privada no começo de 2019? acreditamos que existem oportunidades no segmento de previdência privada, principalmente por conta da expectativa de vida dos brasileiros. as mudanças na previdência pública também tornam o cenário mais favorável. no entanto, um dos principais objetivos para o desenvolvimento desse produto é proporcionar algo alinhado às conveniências atuais de nossa clientela.
04/01/2019

Seguro DPVAT fica até 79% mais barato, mas não existe desconto para pagamento antecipado

  o valor do seguro obrigatório para danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre (dpvat) está até 79% mais barato em 2019, mas não é verdade que o valor seria um desconto válido apenas para quem efetuar o pagamento até esta quarta-feira, 2. é falsa a informação veiculada pelo whatsapp segundo a qual o valor ficaria maior se o pagamento fosse feito a partir desta quinta-feira, 3. não há desconto para pagamento antecipado.   de acordo com o departamento estadual de trânsito do ceará (detran-ce), o dpvat é pago conforme o calendário do licenciamento, definido pela placa do veículo.  o licenciamento de carros com a placa de final 1 vence no dia 10 de março; a placa de final 2, no dia 10 de abril, e assim sucessivamente no dia 10 de cada mês, até a placa de final 0, que vence em 10 de dezembro.   para 2019, o valor do seguro obrigatório foi fixado em r$ 16,21 para automóveis e camionetas particulares. em 2018, o valor para carros da mesma categoria era de r$ 45,72. a redução ocorreu após auditoria nas contas de seguradora líder, que constatou que a arrecadação era mais que suficiente para cobrir os seguros pagos.    o ministério da fazenda (mf) é o órgão responsável por  fiscalizar as empresas seguradoras. o seguro dpvat é válido por 12 meses. o licenciamento do veículo é diferente em cada estado, em prazo definido por cada detran.   a seguradora líder alerta que o site da companhia é totalmente seguro e orienta aos proprietários dos veículos que não cliquem diretamente em mensagens disseminadas em grupos de whatsapp.   confira os valores para pagamento do seguro dpvat 2019   automóveis e camionetas particulares / oficial, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional: r$ 16,21 táxis, carros de aluguel e aprendizagem: r$ 16,21 ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais): r$ 37,90 micro-ônibus com cobrança de frete mas com lotação não superior a 10 passageiros e ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais): r$ 25,08 ciclomotores: r$ 19,65  motocicletas, motonetas e similares: r$ 84,58 caminhões, caminhonetas tipo "pick-up" de até 1.500 kg de carga, máquinas de terraplanagem e equipamentos móveis em geral (quando licenciados) e outros veículos: r$ 16,77 reboque e semirreboque: isento (seguro deve ser pago pelo veículo tracionador)    confira nota da seguradora: os valores do seguro dpvat são definidos pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp) e são válidos para todo o brasil. a afirmação de que haveria descontos nos valores do seguro dpvat é incorreta. não há descontos nos valores do seguro dpvat. o dpvat é um seguro obrigatório, pago por todos os proprietários de veículos no brasil. abaixo, segue a tabela vigente para 2019, de acordo com a categoria dos veículos.   a seguradora líder reforça que o site da companhia é totalmente seguro e recomenda que os proprietários de veículos não cliquem diretamente nas mensagens disseminadas em grupos de whatsapp, que podem direcionar para sites maliciosos. o acesso deve ser feito diretamente pelo site: https://www.seguradoralider.com.br/pages/saiba-como-pagar.aspx ou https://pagamento.dpvatsegurodotransito.com.br   fonte: redação o povo online
04/01/2019

Presidente da República promulga lei que reforça exigências na venda de seguros

 o presidente da república promulgou hoje as novas regras do setor segurador, que reforça as exigências na venda de seguros com o objetivo de melhorar a proteção aos consumidores, segundo a nota publicada na página da presidência. o novo regime jurídico de distribuição de seguros e resseguros transpõe a diretiva europeia e reforça os requisitos de exercício de atividade, com formação obrigatória dos trabalhadores, e as exigências na comercialização dos seguros (seja feita por pessoas singulares ou empresas), desde logo com maiores deveres de informação. a venda de seguros enquanto produto de investimento passa ainda a obrigar a um teste de adequação ao perfil do cliente. o diploma promulgado inclui ainda o regime processual aplicável às contra ordenações e os crimes especiais do setor segurador e de fundos de pensões, cujo processamento competirá à autoridade de supervisão. a transposição em portugal da diretiva de distribuição de seguros está atrasada, face às datas inicialmente previstas a nível europeu. aquando da aprovação no parlamento, em setembro, tanto o cds-pp como bloco de esquerda manifestaram preocupação de que o novo regime possa estimular “um processo de concentração” do setor segurador na união europeia, o que, em última instância, poderá representar uma desproteção dos consumidores. pela parte do ps, o vice-presidente da bancada joão paulo correia defendeu que o novo regime “uniformiza” as regras de supervisão no setor, aumentando a confiança dos clientes. em portugal existem cerca de 25 mil mediadores/corretores de seguros autorizados pelo regulador do setor. fonte: eco sapo
04/01/2019

Inflação de Porto Alegre avança 0,25% na última semana de dezembro, diz FGV

 o índice de preços ao consumidor semanal (ipc-s) de porto alegre registrou variação de 0,25%, na apuração realizada na quarta semana de dezembro de 2018, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (3) pela fundação getulio vargas (fgv). o resultado foi 0,05 ponto percentual (p.p.) superior ao divulgado na terceira semana de dezembro, que foi de 0,20%. seis das oito classes de despesa que compõem o índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, com destaque para vestuário (de 0,59% para 1,08%) e habitação (de 0,60% para 0,85%). os grupos que exerceram pressões acima da média foram vestuário (1,08%), habitação (0,85%), educação, leitura e recreação (0,85%) e saúde e cuidados pessoais (0,36%). já os que estiveram abaixo da média foram despesas diversas (0,19%), comunicação (-0,02%), alimentação (-0,03%) e transportes (-0,85%). em todas as capitais pesquisadas, a variação do ipc-s também registrou acréscimo, como em salvador (de 0,06% para 0,22%), brasília (de -0,29% para 0,09%), belo horizonte (de 0,03% para 0,25%), recife (de 0,13% para 0,19%), rio de janeiro (de 0,55% para 0,73%) e são paulo (de -0,15% para 0,11%). a tabela a seguir mostra as variações percentuais do índice nesta e na apuração anterior.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/663932-inflacao-de-porto-alegre-avanca-0-25-na-ultima-semana-de-dezembro-diz-fgv.html)    

Alerta para o Corretor de seguros, segmento oferece grandes oportunidades em 2019


08/02/2019
A comissão de seguro rural do Sincor-SP alerta os corretores lembra que há boas oportunidades no agronegócio. A expectativa é que a produção de carne bovina deve crescer em média de 2,6% ao ano, chegando a 10,8 milhões de toneladas em 2021.

Além disso, há previsão do aumento do consumo da proteína, em termos absolutos no País, com previsão de crescimento de 5,3% no mesmo período.
Diante deste cenário, os produtores brasileiros ganharam importância e ainda mais responsabilidade sobre sua atividade.

Com o seguro rural o pecuarista pode garantir a vida dos animais, que são classificados em duas modalidades, seguro pecuário elite, que incluem os bovinos utilizados para incremento de plantel, seguro para rebanhos comerciais e rebanho de produção de leite e de corte.

Apesar disso, há baixa adesão a esse tipo de proteção por parte dos pecuaristas. De acordo com Karen Matieli, sócia proprietária da Denner Seguro de Animais e Coordenadora da Comissão Rural do Sincor-SP, o setor enfrenta alguns entraves que impedem seu crescimento.

Segundo ela, a falta de informação e divulgação das modalidades de seguros existentes para proteger a pecuária, e a falta de Subvenção Federal como forma de incentivo à contratação do seguro são as principais causas.
Karen ressalta que o potencial do seguro pecuário no Brasil é enorme. “Pensando em abastecer o mundo em alguns anos, precisamos estar protegidos. Toda operação deverá estar pautada com muita segurança, e o instrumento seguro, validará o que o nosso País tem de melhor: o nosso Agronegócio”, destaca.

Expectativa para 2019

Com o início de um novo governo, o setor espera um olhar mais atento a principal ferramenta de mitigação de riscos da agropecuária, que é o seguro rural.
A nova ministra da Agricultura, Tereza Cristina, demonstra interesse em aumentar a área protegida com o seguro, e consequentemente, precisamos estreitar os laços entre pecuaristas e o governo, trazendo a importância de valorizar ainda mais a nossa pecuária, que segue investindo em genética e tecnologia, assumindo seus riscos, sozinha.

Além disso, recentemente o apoio dos Deputados Arnaldo Jardim e Itamar Borges ajudaram na suplementação de recursos no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), para o seguro rural.
O assunto voltou à pauta já no início do ano, em reunião onde foi discutido possíveis alterações no programa que enquadra políticas públicas e de incentivos ao agronegócio Paulista, onde a subvenção ao prêmio do seguro rural está inserida.

Parte do custo do seguro rural é subsidiado pelo governo do Estado, incentivando assim agropecuaristas manterem suas atividades protegidas. “Iniciamos o ano já com o planejamento em mãos, afinal de contas, o agro não para.

Estreitamento entre setor produtivo para entender as principais demandas, a busca por novos produtos que amparam os principais riscos da atividade e apoio político para mais recursos aos Programas PSR e FEAP, que fazem parte desta agenda de trabalhos”, finaliza Karen.

Fonte: Cqcs/Sueli Santos com informações do Sincor-SP

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