26/10/2018

Governo Central registra déficit primário de R$ 23 bilhões em setembro

 no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões marcello casal jr/abr/jc agência brasil o subsídio para o óleo diesel e o aumento de despesas não obrigatórias fizeram o governo central (tesouro nacional, previdência social e banco central) registrar o segundo maior déficit da história para meses de setembro. no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões. apenas em setembro de 2016, o déficit para o mês foi maior (r$ 25,239 bilhões). em relação a setembro do ano passado, o resultado negativo subiu 0,7% em valores nominais, mas caiu 3,7% ao descontar a inflação do ano passado pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca). o déficit primário é o rombo nas contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. da janeiro a setembro, o resultado negativo soma r$ 81,591 bilhões, valor 28,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (r$ 109,566 bilhões), descontado o ipca. mesmo com o resultado de setembro, o déficit acumulado é o menor para os nove primeiros meses do ano desde 2015. de acordo com o tesouro nacional, dois fatores contribuíram para o pequeno aumento nominal do déficit em setembro. o primeiro foi a execução de créditos extraordinários provocada pelo subsídio ao óleo diesel, que consumiu cerca de r$ 1,7 bilhão apenas em setembro e está previsto para fechar o ano em r$ 9,5 bilhões. o segundo fator foi o aumento de despesas discricionárias (não obrigatórias) do poder executivo, que subiram 9% acima da inflação de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano passado. as maiores altas foram provocadas pelo desbloqueio de gastos de custeio (manutenção da máquina pública) nos ministérios e pela execução de emendas parlamentares impositivas. os ministérios que mais puxaram a alta foram defesa, com crescimento de 29% acima da inflação, e saúde, com alta de 7,9% acima da inflação. o déficit só não foi maior porque as receitas do governo central tiveram, em setembro, o reforço do leilão da quarta rodada de partilha do pré-sal e pelos royalties de petróleo, que foram impulsionados pela alta do dólar e pela valorização da cotação internacional do barril. de janeiro a setembro, as receitas líquidas acumulam alta de 5,9% acima da inflação oficial pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca). as despesas totais, em contrapartida, subiram em ritmo menor: 2,3% acima da inflação. os gastos com a previdência social subiram 2% além da inflação, contra alta de 0,9% (também acima da inflação) dos gastos com pessoal. as demais despesas obrigatórias, no entanto, acumulam queda de 2,6% descontada a inflação, por causa principalmente da redução dos gastos com subsídios (-29,7%), com o fundo de financiamento estudantil (fies) (-35,4%) e com abono e seguro desemprego (-4,8%). as despesas de custeio (manutenção da máquina pública) acumulam alta de 7% acima da inflação nos nove primeiros meses do ano. os investimentos (obras públicas e compra de equipamentos) somaram r$ 31,862 bilhões, alta de 20,4% além da inflação em relação ao mesmo período de 2017. o principal programa federal de investimentos, no entanto, está executando menos. os gastos com o programa de aceleração do crescimento (pac) somaram r$ 16,063 bilhões de janeiro a setembro, queda de 1,7% em relação aos mesmos meses do ano passado, descontada a inflação.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/654426-governo-central-registra-deficit-primario-de-r-23-bilhoes-em-setembro.html)
26/10/2018

Dívida pública cai 0,15% e atinge R$ 3,779 trilhões

 redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões marcos santos/usp imagens/imagens públicas/jc agência brasil a dívida pública federal (dpf), que inclui o endividamento interno e externo do brasil, teve queda de 0,16% e passou de r$ 3,785 trilhões em agosto para r$ 3,779 trilhões em setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26), em brasília, pela secretaria do tesouro nacional, do ministério da fazenda. a redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões, descontado parcialmente pela apropriação positiva de juros, no valor de r$ 20,55 bilhões. segundo a receita, a apropriação de juros representa o reconhecimento gradual das taxas que corrigem os juros da dívida pública. as taxas são incorporadas mês a mês ao estoque da dívida, conforme o indexador de cada papel. por meio da dívida pública, o governo pega recursos emprestados dos investidores para honrar compromissos. em troca, ele se compromete a devolver o dinheiro com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa selic, da inflação ou do câmbio. a dívida pública mobiliária federal interna (dpmfi) - em circulação no mercado nacional, que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais - teve o estoque reduzido em 0,07% em setembro, ao passar de r$ 3,630 trilhões para r$ 3,628 trilhões, devido ao resgate líquido de r$ 26,77 bilhões, compensado, em parte, pela apropriação positiva de juros, no valor de r$ 24,22 bilhões. do total de r$ 57,38 bilhões de emissões de títulos da dpmfi em setembro, foram emitidos r$ 55,50 bilhões nos leilões tradicionais; r$ 1,76 bilhão relativo às vendas de títulos do tesouro direto e r$ 125,43 milhões referentes a emissões diretas. com relação ao estoque da dívida pública federal externa (dpfe), captada do mercado internacional, também houve redução dede 2,34% sobre o estoque apurado em agosto, encerrando setembro em r$ 151,12 bilhões (us$ 37,74 bilhões), sendo r$ 136,71 bilhões (us$ 34,14 bilhões) relativos à dívida mobiliária e r$ 14,42 bilhões (us$ 3,60 bilhões), à dívida contratual. no mês de setembro, os ingressos de recursos da dívida contratual à dpfe totalizaram r$ 255,13 milhões. a dpf voltou a ficar abaixo das previsões do tesouro. de acordo com o plano anual de financiamento, divulgado em janeiro, a tendência é que o estoque da dpf encerre o ano entre r$ 3,780 trilhões e r$ 3,980 trilhões. a variação do endividamento do tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (tesouro direto) ou pela emissão direta. além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos. em setembro, os maiores detentores da dívida pública eram os fundos de investimento, com 26,14% da dívida, alcançando r$ 948,53 bilhões. o grupo previdência ficou em segundo lugar, com uma participação relativa de 25,35% e variação positiva em seu estoque, passando de r$ 911,87 bilhões para r$ 919,90 bilhões, entre agosto e setembro. em seguida, estão as instituições financeiras com 22,79%, grupo que reduziu o estoque em r$ 3,96 bilhões, chegando a r$ 826,87 bilhões. os investidores estrangeiros também apresentaram queda de r$ 9,21 bilhões em seu estoque e concentraram 11,67% da dívida. já o governo possui 4,20% da dívida pública; as seguradoras, 3,99%; e outros, 5,86%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/654411-divida-publica-cai-0-15-e-atinge-r-3-779-trilhoes.html)
24/10/2018

Vale a pena investir na previdência privada para o meu filho?

 especialista responde dúvida de leitor sobre investimentos. envie você também sua pergunta pergunta do leitor: tenho 37 anos, trabalho com suporte de informática e atualmente meu negócio está ficando bem rentável, porém, não faço ideia de como investir meu dinheiro. tenho filho e esposa e gostaria de me preparar melhor para o futuro. pretendo pagar uma previdência privada para o meu filho e abrir uma poupança para fazer uma reserva. é uma boa ideia? resposta de marcela kawauti*: para escolher o investimento mais rentável, é preciso fazer as contas considerando a incidência de impostos e demais taxas. existem diversos aplicativos e calculadoras virtuais que podem te ajudar nisso. porém, acima de tudo, é importante ter objetivos bem definidos. isso porquê, dependendo da finalidade da aplicação, você pode optar por alternativas mais ou menos rentáveis e arriscadas, mas que estejam de acordo com a liquidez que você precisa. pensando nisso, a previdência privada pode ser sim uma boa alternativa, mas apenas se você estiver pensando em investimentos com duração superior a dez anos. caso contrário, as taxas e impostos cobrados acabam prejudicando muito o seu rendimento. se a intenção for manter uma reserva de longo prazo pensando na faculdade ou maioridade do seu filho, por exemplo, há outras opções de baixo risco que podem ser interessantes. uma delas é o tesouro direto ipca+, que paga uma taxa de juros anual acrescida da inflação oficial do período, garantindo que o dinheiro aplicado tenha sempre um rendimento real – ou seja, acima da inflação. outra alternativa são os cdbs e lcs de bancos pequenos, que costumam oferecer melhor remuneração para os títulos com vencimento mais longo. além disso, a alíquota do imposto de renda cobrada sobre esse tipo de aplicação é regressiva, beneficiando quem mantem o investimento por mais tempo. agora, pensando no curto e médio prazo – ideal se você pretende comprar um imóvel ou fazer uma grande viagem daqui a alguns anos, por exemplo – há alternativas bastante seguras e que rendem mais do que a poupança. uma boa opção são lcis, lcas, cras ou cris, papéis de renda fixa sobre os quais não incide imposto de renda. esses títulos possuem prazos de vencimento variados, e você pode optar por aquele que mais te convém.  por fim, se estiver pensando em uma reserva para imprevistos, em que você pode precisar recorrer à quantia a qualquer momento, é necessário buscar uma aplicação com alta liquidez. nesse caso, uma boa alternativa é o tesouro selic – ele apresenta pouca volatilidade e, portanto, os riscos de você perder dinheiro se precisar vender o título antecipadamente são muito baixos. *fonte: exame por marcela kawauti, economista-chefe do spc brasil
24/10/2018

Dia Mundial da Estatística: saiba mais sobre os números do Seguro DPVAT

 comemorado hoje, dia 20 de outubro, o dia da estatística reconhece a importância dos estudos estatísticos para a sociedade. e, para celebrar essa data tão importante, vamos falar um pouco mais sobre o seu papel aqui na seguradora líder, especialmente dos dados do seguro dpvat. continue acompanhando! centro de dados e estatística: uma área inteiramente dedicada aos números não poderíamos começar esse post de forma diferente, não é mesmo? se sempre dizemos que aqui na seguradora líder temos muitos números, isso só é possível graças ao nosso centro de dados e estatística. criada em 2011, a área é responsável por fornecer dados de indenizações do seguro dpvat e pela produção dos famosos boletins estatísticos, cujos detalhes a gente conta aqui embaixo. boletim estatístico: números que tornam o trânsito melhor se você acompanha regularmente o blog viver seguro no trânsito, sabe que sempre falamos do boletim estatístico. mas, afinal, que documento é esse? divulgado mensalmente, ele consolida informações como o volume de indenizações pagas pelo seguro dpvat, o perfil das vítimas, o mapa das indenizações, além de um recorte específico sobre as motocicletas. ficou curioso? confira os boletins estatísticos: https://www.seguradoralider.com.br/centro-de-dados-e-estatisticas/boletim-estatistico recortes especiais do seguro dpvat e, como a gente sabe da importância dos dados do seguro dpvat para o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes cada vez mais efetivas em todo o país, o nosso boletim estatístico também conta com recortes especiais. e adivinha só? somente neste ano, foram três: o boletim especial “dez anos de trânsito”, boletim “mulheres no trânsito” e o boletim “semana nacional de trânsito”. e vem muito mais por aí! você confere mais detalhes sobre esses documentos neste post do blog viver seguro no trânsito, publicado no dia 18 de outubro. radar dpvat mas não para por aí! você também pode conferir mais dados sobre o seguro dpvat na sessão radar dpvat do site da seguradora líder, que traz, semanalmente, uma série de informações sobre os acidentes de trânsito de maior relevância no brasil sob a luz das indenizações pagas no estado da ocorrência. o objetivo é despertar, através dos números, a conscientização em relação à importância da segurança no trânsito. curtiu? então, é só clicar aqui para dar aquela olhadinha. ao disponibilizar ao público diferentes documentos contendo dados estatísticos das indenizações pagas pelo seguro dpvat, a seguradora líder quer colaborar com o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes cada vez mais efetivas. fonte: viver seguro no trânsito
24/10/2018

Aquisições e fusões vão se intensificar no setor de seguros

 a maioria dos executivos de grandes empresas afirmou que há planos dessa natureza para os próximos três anos. a coluna mercado aberto, da folha de s. paulo, informa que as aquisições e fusões vão se intensificar no setor de seguros, segundo a consultoria kpmg, que fez um estudo global sobre o tema. a maioria (80%) dos executivos de grandes empresas afirmou que há planos dessa natureza para os próximos três anos. a principal razão para o movimento é a intenção de mudar a maneira como as operadoras obtêm suas receitas, o que a consultoria chama de modelo de negócios. “as maiores empresas do setor querem comprar outras que deem a elas novas capacidades”, afirma fernando mattar, sócio da kpmg. adquirir concorrentes para ficar com a base de clientes também é um motivo, mas o menos comum na lista dos apresentados. a concentração deverá levar mais tempo para acontecer no brasil, diz mattar, pois há incertezas econômicas. fonte: folha de s. paulo via sindseg sp
24/10/2018

Cuidado! Você pode perder o seu Simples Nacional em 2019!

 o ano já está virando e é preciso estar em dia com os impostos para não ser excluído do simples nacional no início de 2019. mas vamos com calma, ainda há tempo para começar a regularizar a documentação e evitar que o seu negócio sofra as consequências. para karina meinberg, sócia fundadora do contabfácil, ferramenta online que trata de toda a contabilidade de empresas do simples nacional, profissionais liberais e meis, quem tiver pendências, principalmente as mais antigas, vai precisar correr. caso seja pouca coisa, como um ou dois meses de 2018 em atraso, esta exclusão não vai acontecer, mas caso tenha mais coisas antigas em falta, é possível que a receita federal já tenha entrado em contato com o responsável pela empresa via caixa postal avisando que será desenquadrado do simples. a pessoa tem, a partir do recebimento desta correspondência oficial, trinta dias para regularizar. “não é necessário pagar de uma vez. regularizar também significa parcelar e tão logo a primeira parcela seja paga, já resolve esta questão. caso isso não seja feito dentro do prazo, a pessoa perde o simples e passa a ser lucro presumido a partir de primeiro de janeiro de 2019” alerta karina. este pente fino do fisco acontece geralmente em duas etapas, sendo que a primeira acontece agora através destes comunicados e mais uma vez em dezembro. para evitar correrias, o melhor é estar bem atento com a sua contabilidade evitar surpresas desagradáveis. fonte: kakoi
24/10/2018

Crescimento de estudantes brasileiros no exterior resulta em inovações nos serviços de seguro viagem

 de acordo com dados divulgados pela associação brasileira de agências de intercâmbio (belta), o mercado brasileiro de educação estrangeira cresceu 23%, em 2017, e alcançou a marca inédita de 302 mil estudantes no exterior. o investimento para um curso no exterior também aumentou 12%, atingindo a média de usd 9.989. no total, o brasileiro movimentou entre 2,7 e 3 bilhões de dólares em programas educacionais, no ano passado. a análise reflete alguns números da pesquisa. pela primeira vez, os programas de mestrado e doutorado apareceram entre os 10 mais procurados, mesmo com a queda do investimento público em bolsas de estudo. a demanda por cursos de graduação e certificados profissionais também aumentou, ao mesmo tempo que programas de ensino médio perderam força. entre os destinos mais procurados, praticamente um a cada quatro estudantes viajaram para o canadá (23%). o país é acompanhado pelos estados unidos (21,6%), reino unido (10,2%), nova zelândia (6,9%) e irlanda (6,5%). no total, 39 destinos apareceram como opções dos brasileiros. esta movimentação de estudantes brasileiros no exterior tem provocado o positivo surgimento de negócios especializados no atendimento e suporte aos viajantes. exemplo disso é a next seguro viagem. localizada, na capital paulista, a agência de turismo cujo core business é a oferta de seguro viagem, tem inovado na oferta dos planos e na disponibilização de meios de acesso, visando atender plenamente a demanda de estudantes brasileiros em destinos internacionais. uma das primeiras iniciativas da agência foi a liberação do atendimento em situações de emergência por meio do aplicativo whatsapp. em seguida, a agência formatou um plano de seguro viagem especial para estudantes, ajustado aos requerimentos do visto j-1 americano, além das composições regulares para os países favoritos dos intercambistas brasileiros, tais como o canadá, irlanda, reino unido e nova zelândia. ricardo mendonça, diretor geral da agência, explica que para estudar nos estados unidos, por exemplo, o estudante deve acatar ao visto j-1, determinado pelo governo americano, que estabelece uma cobertura mínima de 25.000 dólares em caso de traslado de corpo. o plano de seguro viagem para estudantes, desenvolvido e ofertado pela next, suporta até 100 mil dólares neste quesito e também para regresso sanitário, estando muito acima das expectativas. “não queremos ver estudantes em situações médicas complicadas, sofrendo com dificuldades para que sejam repatriados. precisam ter todo suporte médico no avião. para isso, a cobertura ofertada deve atender ou extrapolar as exigências mínimas dos vistos. nosso foco é atender com excelência e preço justo a crescente demanda de estudantes em viagens internacionais, enfatiza o diretor. ” fonte: terra via revista cobertura
24/10/2018

Seguro e previdência às MPEs só devem ganhar força depois de 2019

 medidas voltadas para o incentivo à contratação de produtos desses negócios estão na cartilha de propostas entregue pela cnseg aos candidatos à presidência da república, no início do mês as novas propostas do mercado segurador para micro e pequenas empresas são “factíveis”, mas devem demorar mais de um ano para trazer retornos significativos ao setor. voltadas para previdência, medidas esperam andamento das reformas e da economia. as sugestões voltadas para micro e pequenas empresas (mpes) fazem parte de um documento com 22 propostas, entregue pela confederação nacional das empresas de seguros gerais (cnseg) aos candidatos à presidência no início deste mês. de acordo com o relatório, a ideia seria incentivar as mpes a “contratarem programas de proteção previdenciária privada e securitária para seus colaboradores”, mediante tratamento fiscal diferenciado. para o ceo da travelers, leonardo semenovitch, porém, o motivo de as seguradoras ainda não atuarem de forma significativa entre as mpes é por causa da baixa adesão dessas companhias aos seguros. “é um território bastante inexplorado. entre as pequenas empresas, apenas 27% têm alguma apólice real e, quando olhamos o universo dos microempresários, menos de 5% possuem alguma cobertura. e os motivos vão desde a falta de uma cultura de seguros no brasil até a atual situação econômica do país”, explica. ainda que a recuperação da economia brasileira já esteja despontando, os especialistas ponderam à espera do empresariado de maiores certezas quanto às medidas importantes – como a reforma da previdência – e um retorno efetivo de sua receita. segundo o ceo da credrisk, phillip krinker, a previsão de avanço para o mercado segurador é de 10% a 15% em 2019, mas, independentemente do candidato que ganhe a corrida eleitoral, é “muito difícil” ter impactos no curto prazo. “o segmento demora para reagir, tanto para sentir uma crise como para voltar da recessão. a economia deve, sim, retomar, mas o mercado de seguros só costuma reagir depois dos demais setores”, comenta. para o superintendente comercial da brasilprev mauro guadagnoli, porém, na medida em que a economia avance nos próximos meses e impulsionem a discussão em torno da reforma, as expectativas são “cada vez melhores”. “intensificamos as ações de formação da cultura previdenciária. nesse cenário, as empresas têm um importante papel. além disso, vale ressaltar que planos de previdência privada estão cada vez mais presentes nos pacotes de benefícios das empresas, independentemente do porte delas”, completa guadagnoli. novas tecnologias ao mesmo tempo, outro ponto levantado pelos especialistas é o advento de novas tecnologias que tem acontecido no setor, os quais permitem não apenas uma manutenção dos preços das apólices – medida já prevista para a área de saúde, inclusive, já incorporadas nas propostas da cnseg –, mas também facilitariam a adesão dos produtos pelos clientes. “mesmo que existam poucos corretores especializados em seguros para pessoas jurídicas, a aplicação de novas tecnologias trará maior facilidade para adesão e benefícios ao mercado”, diz semenovitch e acrescenta que, por isso, as seguradoras deverão, cada vez mais, adaptarem seus sistemas. “quanto mais acesso à informação, produtos e plataformas, melhor”, conclui. fonte: dci
24/10/2018

Com atenção à eleição, dólar alterna pequenas altas e baixas

 o dólar à vista alternou pequenas altas e baixas na primeira meia hora de negociação desta quarta-feira (24) e oscila ao redor da cotação de fechamento de terça-feira (23). no exterior, a divisa dos estados unidos tem forte alta perante as moedas desenvolvidas e sinais mistos em relação às emergentes ou ligadas a commodities. a moeda spot abriu em leve queda, virou e bateu máxima em alta para, voltar a exibir sinal negativo. por volta das 9h55min, o dólar à vista recuava 0,10% aos r$ 3,6976. na mínima, pouco antes, valia aos r$ 3,6926 em queda de 0,24%. na máxima, perto das 9h20min, foi aos r$ 3,7086 (+0,20%). ainda que o favoritismo de jair bolsonaro (psl) persista a cinco dias da eleição em segundo turno, o mercado de câmbio assumiu algum tom de cautela por conta do aumento da rejeição e à queda no porcentual de intenção de votos do candidato na pesquisa ibope da noite de terça. a vantagem de bolsonaro em relação ao presidenciável fernando haddad (pt) ainda é grande (14 pontos porcentuais), mesmo sendo menor daquela observada em rodadas anteriores (18 pontos porcentuais). na avaliação do operador da h.commcor cleber alessie machado neto, a pesquisa ibope exerce pressão de alta limitada sobre o câmbio nesta quarta-feira, mas tem a capacidade de aumentar a expectativa quanto ao próximo levantamento do datafolha. a revelação de novas ideias polêmicas do filho do candidato do psl, o deputado federal eduardo bolsonaro, seria capaz de aumentar a rejeição do presidenciável. o deputado reeleito pelo psl de são paulo criticou e desqualificou ministros do supremo tribunal federal (stf) e a procuradora-geral da república, raquel dodge, em julho, durante uma audiência pública na comissão de ciência e tecnologia, comunicação e informática da câmara. no discurso, registrado pela tv câmara e disponível na internet, o deputado aborda a possibilidade de uma ruptura mais dolorosa do que alterar a composição do tribunal - uma ideia citada pelo pai em campanha - e diz duvidar que manifestantes possam vir a defender a volta de ministros da corte suprema. como vetor principal no câmbio, entretanto, está o exterior, na avaliação de machado neto. a moeda americana tem alta forte perante o euro, o que faz o dollar index (dxy) subir 0,44% às 9h55min. a moeda europeia marcou nesta quarta os menores níveis em nove semanas após a divulgação de índices de gerentes de compras (pmis) mais fracos do que o esperado tanto da zona do euro quanto da alemanha. além disso, há a perspectiva de o presidente do banco central europeu (bce), mario draghi, ser mais "dovish" (favorável à manutenção de estímulos) na entrevista coletiva que se seguirá à decisão de política monetária da instituição amanhã.   jornal do comércio - estadão conteúdo (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653988-com-atencao-a-eleicao-dolar-alterna-pequenas-altas-e-baixas.html)  

Alerta para o Corretor de seguros, segmento oferece grandes oportunidades em 2019


08/02/2019
A comissão de seguro rural do Sincor-SP alerta os corretores lembra que há boas oportunidades no agronegócio. A expectativa é que a produção de carne bovina deve crescer em média de 2,6% ao ano, chegando a 10,8 milhões de toneladas em 2021.

Além disso, há previsão do aumento do consumo da proteína, em termos absolutos no País, com previsão de crescimento de 5,3% no mesmo período.
Diante deste cenário, os produtores brasileiros ganharam importância e ainda mais responsabilidade sobre sua atividade.

Com o seguro rural o pecuarista pode garantir a vida dos animais, que são classificados em duas modalidades, seguro pecuário elite, que incluem os bovinos utilizados para incremento de plantel, seguro para rebanhos comerciais e rebanho de produção de leite e de corte.

Apesar disso, há baixa adesão a esse tipo de proteção por parte dos pecuaristas. De acordo com Karen Matieli, sócia proprietária da Denner Seguro de Animais e Coordenadora da Comissão Rural do Sincor-SP, o setor enfrenta alguns entraves que impedem seu crescimento.

Segundo ela, a falta de informação e divulgação das modalidades de seguros existentes para proteger a pecuária, e a falta de Subvenção Federal como forma de incentivo à contratação do seguro são as principais causas.
Karen ressalta que o potencial do seguro pecuário no Brasil é enorme. “Pensando em abastecer o mundo em alguns anos, precisamos estar protegidos. Toda operação deverá estar pautada com muita segurança, e o instrumento seguro, validará o que o nosso País tem de melhor: o nosso Agronegócio”, destaca.

Expectativa para 2019

Com o início de um novo governo, o setor espera um olhar mais atento a principal ferramenta de mitigação de riscos da agropecuária, que é o seguro rural.
A nova ministra da Agricultura, Tereza Cristina, demonstra interesse em aumentar a área protegida com o seguro, e consequentemente, precisamos estreitar os laços entre pecuaristas e o governo, trazendo a importância de valorizar ainda mais a nossa pecuária, que segue investindo em genética e tecnologia, assumindo seus riscos, sozinha.

Além disso, recentemente o apoio dos Deputados Arnaldo Jardim e Itamar Borges ajudaram na suplementação de recursos no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), para o seguro rural.
O assunto voltou à pauta já no início do ano, em reunião onde foi discutido possíveis alterações no programa que enquadra políticas públicas e de incentivos ao agronegócio Paulista, onde a subvenção ao prêmio do seguro rural está inserida.

Parte do custo do seguro rural é subsidiado pelo governo do Estado, incentivando assim agropecuaristas manterem suas atividades protegidas. “Iniciamos o ano já com o planejamento em mãos, afinal de contas, o agro não para.

Estreitamento entre setor produtivo para entender as principais demandas, a busca por novos produtos que amparam os principais riscos da atividade e apoio político para mais recursos aos Programas PSR e FEAP, que fazem parte desta agenda de trabalhos”, finaliza Karen.

Fonte: Cqcs/Sueli Santos com informações do Sincor-SP

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