22/06/2018

Chinesa aumenta oferta pela CPFL Renováveis, mas briga deve continuar

  a chinesa state grid, controladora da cpfl energia, elevou sua oferta para comprar as ações da cpfl renováveis, mas decisão não agradou os acionistas a chinesa state grid, controladora da cpfl energia, elevou de r$ 12,20 para r$ 13,81 sua oferta para comprar as ações da cpfl renováveis. a nova proposta foi entregue à comissão de valores mobiliários (cvm) na segunda-feira,18, e representa um acréscimo de r$ 390 milhões no preço original de quase r$ 3 bilhões oferecido pela companhia asiática aos minoritários. o jornal o estado de s. paulo apurou que a revisão não agradou aos acionistas detentores das ações, que devem questionar a oferta. a revisão do preço foi feita depois que o colegiado da cvm exigiu, no início de maio, ajustes nos cálculos feitos pela empresa. na ocasião, a autarquia suspendeu a decisão de sua área técnica que definia um preço mínimo de r$ 16,69 para a oferta pública de ações (opa) – o que significava algo em torno de r$ 1 bilhão a mais no desembolso da chinesa. no comunicado de quinta-feira, 21, a state grid afirmou que analisou as determinações da cvm e, embora não compartilhe do mesmo entendimento com relação ao uso dos números, fez os ajustes “como forma de demonstrar sua boa-fé e seus esforços para cumprir as exigências do colegiado da autarquia”. a state grid foi responsável por uma das maiores transações do país em 2016 ao adquirir o grupo cpfl energia. entre a compra do controle e das ações no mercado, a empresa desembolsou algo em torno de r$ 25 bilhões. o negócio também incluía a compra das ações da cpfl renováveis, uma subsidiária do grupo de energia. foi aí que começou o conflito. a chinesa oferecia r$ 12,20 para adquirir a participação no mercado, bem abaixo dos r$ 25 oferecidos para os minoritários da holding. os acionistas da renováveis não aceitaram a proposta e entraram com uma reclamação na cvm, que em fevereiro deste ano decidiu a favor dos minoritários ao estipular um limite de r$ 16,69 para a oferta. essa definição, no entanto, foi derrubada pelo colegiado da autarquia. contestação a nova proposta apresentada pela chinesa passará por análise da cvm, que vai decidir se os cálculos estão adequados às exigências feitas em maio. durante as avaliações, no entanto, os minoritários poderão apresentar suas considerações em relação à oferta. segundo fontes, os acionistas já estão avaliando formas de como contestar os números. nas demonstrações de preço, a state grid apresentou cinco diferentes cálculos do preço por ação da cpfl renováveis, alguns usando dados financeiros reais até o primeiro trimestre deste ano; o método de projeção de ebitda de cinco anos, conforme usado pela superintendência de registro (sre) da cvm, com ajustes; e as projeções elaboradas pelas empresas em 2016, anteriormente à transação, para o período de 2016 a 2025. com base nesses cálculos, a empresa chegou a preços que variaram entre r$ 10,95 e r$ 13,81 – esse último escolhido para a oferta. para chegar a esse número, a companhia afirma que substituiu as projeções da cpfl renováveis usadas pela superintendência da cvm. fontes afirmam que esse item é um dos pontos de reclamação. a state grid justificou que “tais projeções foram elaborados em dezembro de 2015 somente para o exercício de planejamento estratégico”. “as projeções para o período de 2016-2020 usadas pela state grid brazil foram preparadas pela administração e aprovadas pelo conselho de administração de ambas as companhias antes da transação. fonte: exame por renée pereira, do estadão conteúdo
22/06/2018

Dólar cai e volta a R$3,75 de olho no BC e no exterior

  às 9:59, o dólar recuava 0,27%, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51% na véspera são paulo – o dólar operava em baixa e já de volta ao patamar de 3,75 reais nesta sexta-feira, acompanhando a cena externa em dia de esperado fluxo mais fraco devido ao jogo da seleção do brasil pela copa do mundo da rússia pela manhã. o mercado também estava atento às ações futuras do banco central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas. às 9:59, o dólar recuava 0,27 por cento, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51 por cento na véspera. o dólar futuro caía cerca de 0,50 por cento. na semana passada, o bc informou que injetaria 10 bilhões de dólares nesta semana em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. até a véspera, colocou 4 bilhões de dólares. para este pregão, por enquanto, o bc apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho. a ação mais contundente do bc veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local. pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas. no exterior, em dia de correção após fortes movimentos de aversão ao risco diante de temores com a disputa comercial entre estados unidos e china, o dólar caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso chileno. apesar do pregão mais positivo, os mercados continuavam atentos à cena política, a poucos dias do julgamento pela 2ª turma do supremo tribunal federal (stf) de novo pedido de liberdade do ex-presidente luiz inácio lula da silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção. os investidores entendem que, uma vez solto, lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem. “os investidores ficam atentos ao ‘risco lula’, às vésperas do julgamento de recurso que pede a liberdade do petista pela segunda turma do supremo tribunal federal (stf), na próxima terça-feira (26)”, escreveu a corretora cm capital markets. fonte: reuters por claudia violante
18/06/2018

Joaquim Mendanha apresenta ações e próximos passos da Susep

  superintendente da autarquia palestra no almoço do mercado segurador, em porto alegre (rs) joaquim mendanha, superintendente da superintendência de seguros privados (susep), palestra no próximo almoço do mercado segurador. o evento, realizado há mais de 70 anos no rio grande do sul, acontece no dia 28 de junho, no clube do comércio de porto alegre. apresentado pelo sindicato das seguradoras do rio grande do sul (sindseg/rs) e pelo sindicato dos corretores (sincor/rs), o painel apresenta um resumo das últimas ações e os próximos passos a serem dados pela autarquia que regula o mercado brasileiro de seguros. fonte: jrs
18/06/2018

Os cuidados ao inserir a cobertura para o seguro de um evento

 coberturas inseridas na apólice garantem a tranquilidade para quem organiza e prioriza a segurança aos convidados e a equipe responsável pela ação. ao organizar qualquer tipo de solenidade, das mais simples as mais sofisticadas, é preciso ter noção de quantos detalhes devem ser pensados com o máximo de cuidado para que tudo aconteça conforme o planejado. mesmo com visão estratégica, alguns imprevistos podem ocorrer, por mais que a equipe envolvida no projeto mantenha o controle sobre tudo, como acidentes envolvendo participantes, público ou funcionários e prestadores de serviços que estarão trabalhando no local, danos a equipamentos durante montagem ou desmontagem, explosões, incêndios, o não comparecimento de uma atração ou fornecedor e até o cancelamento em função do mau tempo. com objetivo de evitar contratempos que gerem prejuízos, muitas empresas apostam na contratação do seguro para eventos na hora de estruturar uma cerimônia, independente do seu formato. as coberturas inseridas na apólice são capazes de garantir tranquilidade para quem organiza e prioriza a segurança aos convidados e a equipe responsável pela ação. de acordo com o sócio diretor da corretora ayfa seguros, fauze farhat, quem contrata os serviços de um evento para qualquer ocasião arca com as consequências dos danos causados, independente de quais sejam. “qualquer acontecimento que coloque em risco uma vida ou um objeto é, por lei, responsabilidade de quem organizou. isso precisa ficar bem claro, porque a necessidade da contratação de uma apólice para qualquer eventualidade é fundamental. além dos prejuízos financeiros que um acidente ou imprevistos podem ocasionar, a organização terá que arcar com todos os custos de reparo e possíveis indenizações judiciais. fora a imagem da companhia que contrata, que pode sofrer um dano e perder toda credibilidade de um trabalho que vem sendo planejado por muito tempo. é preciso refletir em relação a repercussão de pessoas que não possuem condições de arcar com auxílio imediato e eficiente em casos de acidentes, onde o seguro dá todo suporte necessário”, explica farhat. a corretora preparou uma relação com as principais coberturas para garantir o sucesso de um evento. danos a equipamentos durante a montagem, instalação, utilização, desmontagem e transporte; acidentes pessoais; dano, furto ou roubo a veículos de convidados ou funcionários estacionados no local do evento; subtração de valores de bilheterias; não comparecimento, atraso ou acidentes referentes ao fornecimento de comidas e bebidas; danos a edifícios e construções de terceiros; não utilização do espaço do evento; ações judiciais de danos morais; acidentes e danos causados com fogos de artifício; explosões e incêndios; cancelamento do evento devido a fenômenos climáticos; não comparecimento das atrações confirmadas para o evento. coberturas adicionais existe a possibilidade da contratação das coberturas adicionais, que são facultativas a cada uma das opções e deve ser bem estudada e avaliada antes de entrar na apólice. com a finalidade de atender melhor os segurados, algumas corretoras também prestam consultoria para empresas especializadas em organizações de eventos, tendo conhecimento em relação às quais coberturas são necessárias, de acordo com o perfil do que será organizado. fonte: revista apólice
18/06/2018

Confira a relação do Seguro DPVAT com o mutualismo

 conceito tradicionalmente aplicado na biologia, que se baseia na contribuição de alguns para garantir benefícios individuais, o mutualismo é a base de muitos seguros no mercado, incluindo o seguro dpvat. pensando nisso, o blog viver seguro no trânsito preparou um post especial sobre como ocorre essa relação. clique para conferir. https://www.seguradoralider.com.br/blog/paginas/postagem.aspx?idpostagem=2943 fonte: cqcs
18/06/2018

Receita da capitalização cresce 8,1% em quatro meses

 faturamento avança e resgates diminuem sinalizando um consumidor mais cauteloso diante das incertezas econômicas, indica fenacap. a federação nacional de capitalização (fenacap) divulgou os dados do primeiro quadrimestre do ano do segmento de títulos de capitalização. em comparação a igual período de 2017, houve uma alta na receita de 8,1%, que atingiu r$ 6,8 bilhões. o valor das provisões técnicas – os recursos acumulados e, posteriormente, resgatados pelos clientes antecipadamente, ou no fim da vigência – também cresceu, fechando o período com r$ 29 bilhões, aumento de 1,7%. confirmando tendência verificada no ano, houve redução de 6,5% no volume de resgates, que ficaram em r$ r$ 5,6 bilhões. de acordo com o presidente da entidade, marco antonio barros, o desempenho do primeiro quadrimestre mostra que o consumidor voltou a fazer aportes em títulos de capitalização. “em vista das incertezas e de uma recuperação da economia mais lenta que o esperado, as pessoas estão adiando planos de consumo, optando por guardar dinheiro e formar alguma reserva para enfrentar possíveis dificuldades financeiras. e nesse caso, os títulos de capitalização são solução para manter a disciplina e organizar o orçamento doméstico”, assinala. segundo ele, a redução dos resgates corrobora essa tese, evidenciando que as pessoas que já possuem alguma reserva estão mantendo suas economias guardadas por mais tempo, para emergências ou para a concretização de projeto futuros. ainda de acordo com os dados divulgados pela federação, nos quatro primeiros meses do ano foram distribuídos r$ 347 milhões em prêmios a clientes de títulos de capitalização de todo o brasil. a cada dia útil do período, as empresas de capitalização pagaram o equivalente a r$ 4,2 milhões em sorteios por dia útil. o sudeste foi a região que recebeu o maior volume de prêmios. ao todo, foram r$ r$ 155 milhões distribuídos para os clientes dos estados do espírito santo, minas gerais, rio de janeiro e são paulo. marco regulatório a divulgação da circular 569 em 2 de maio de 2018 pela superintendência de seguros privados (susep) promoveu algumas mudanças para o segmento. a principal delas foi a criação de duas novas modalidades, o instrumento de garantia e filantropia premiável, que antes eram comercializadas junto as modalidades tradicional e popular, respectivamente. o documento trouxe normas que promovem ajustes na elaboração, operação e comercialização dos produtos. as mudanças propostas pela circular 569 passam a valer em 120 dias, a contar de sua publicação, mas ainda dependem de regulamentação complementar, etapa do processo que, no momento, mobiliza todas as empresas do setor. de acordo com análise inicial das comissões técnicas da fenacap, existem dispositivos que podem ser aprimorados para que sejam efetivamente criadas as condições para promoção do crescimento sustentado do setor. “a expectativa das associadas à fenacap é contribuir de maneira colaborativa para que algumas das normas possam ser mais aderentes à realidade do mercado”, adianta barros. fonte: revista apólice
18/06/2018

Taxas futuras oscilam com dólar e Copom no radar

 os juros futuros oscilam na manhã desta segunda-feira (18) com queda nas taxas curtas e viés de alta nas longas, em meio à alta do dólar ante o real e expectativas pela decisão de juros do copom, na quarta-feira (20). segundo um operador de renda fixa, a curva está precificando hoje 76% de chance de alta de 0,25 ponto porcentual da selic e 24% de chances de manutenção em 6,50% ao ano. vale observar que os fundamentos macroeconômicos ainda justificam, na avaliação dos economistas, a manutenção da taxa básica em 6,50% ao ano. "em semana de copom, deve prevalecer a cautela dos investidores", escreveram os analistas da lca consultores. a influência do dólar incerta, porque a moeda tem sinais mistos no exterior nesta manhã. nesta semana, o tesouro vai realizar leilões extraordinários de compra e venda de títulos, ofertando, além das ntn-f, também ntn-b e ltn. nesta segunda, o tesouro começa com ofertas de compra e venda de ntn-f (11h30) e de ltn (10h30); faz leilão de compra de até 1 milhão de notas do tesouro nacional - série b (ntn-b), papéis indexados ao ipca (12h30min) e de venda de até 300 mil ntn-b (12h30min). mais cedo, a fundação getulio vargas (fgv) divulgou que o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 1,00% na segunda quadrissemana de junho, acelerando ante a taxa de 0,70% apurada na primeira leitura do mês. no relatório de mercado focus, os destaques foram a elevação da previsão para o ipca de 2018 de 3,82% para 3,88% e, para o igp-di de 2018, de 6,86% para 7,18%. na próxima quinta-feira, o ibge divulgará o ipca-15 de junho. às 9h43min desta segunda, o contrato de depósito interfinanceiro (di) para janeiro de 2020 caía a 8,960%, ante 9,047% no ajuste anterior. o di para janeiro de 2021 recuava a 9,940%, ante 9,986% no ajuste anterior. o di para janeiro de 2023 apontava 11,360% ante 11,354% no ajuste de sexta-feira. no câmbio, o dólar à vista subia 0,58%, aos r$ 3,7532. o dólar futuro de julho estava na máxima, aos r$ 3,7580 (+0,60%). jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/633377-taxas-futuras-oscilam-com-dolar-e-copom-no-radar.html)
18/06/2018

Mercado reduz crescimento do PIB para 1,76% em 2018

 o mercado financeiro volta a reduzir a perspectiva de crescimento do produto interno bruto (pib) para 2018. segundo o relatório de mercado focus divulgado pelo banco central (bc) nesta segunda-feira (18), a projeção passa a ser de 1,76%, ante 1,94% da semana anterior. há quatro semanas, o pib girava em 2,50%. com isso, o recuo é de 0,74 ponto percentual em apenas um mês. já a mediana para o ipca este ano passou de 3,82% para 3,88%. há um mês, estava em 3,50%. para 2019, o índice subiu de 4,07% para 4,10%. quatro semanas atrás, estava em 4,01%. em 8 de junho, o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) havia informado que o ipca subiu 0,40% em maio. no acumulado do ano, o índice de preços avançou 1,33%. também com influência sobre as projeções de inflação do mercado, o dólar à vista acumula alta de 12,55% em 2018. entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do ipca no médio prazo, denominadas top 5, a mediana das projeções para 2018 no focus foi de 3,63% para 3,83%. para 2019, a estimativa do top 5 seguiu em 4,00%. quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,27% e 3,75%, respectivamente. para os juros básicos - dois dias antes da nova reunião do comitê de política monetária (copom) do bc, os economistas mantiveram suas projeções para o fim de 2018 e de 2019. a mediana das previsões para a selic este ano seguiu em 6,50% ao ano. há um mês, estava em 6,25%. já a projeção para a selic em 2019 permaneceu em 8,00% ao ano, igual ao verificado há quatro semanas. em entrevistas recentes, o presidente do banco central, ilan goldfajn, afirmou que a selic, atualmente em 6,50% ao ano, não será usada para controlar a taxa de câmbio. ao mesmo tempo, reforçou a indicação de que as decisões do copom são tomadas apenas durante as reuniões. goldfajn reconheceu que o cenário externo tornou-se mais desafiador e esclareceu que o impacto dos choques do dólar ocorre através dos "efeitos secundários" sobre a inflação. a moeda americana acumula alta de 12,55% ante o real em 2018. no câmbio, o mercado aponta mudanças no cenário para a moeda norte-americana em 2018 e 2019. a mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano subiu de r$ 3,50 para r$ 3,63, ante os r$ 3,43 verificados há um mês. já o câmbio médio no ano passou de r$ 3,53 para r$ 3,57, ante r$ 3,45 de um mês atrás. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano foi de r$ 3,50 para r$ 3,60, ante r$ 3,45 de quatro pesquisas atrás. já a expectativa para o câmbio médio no próximo ano foi de r$ 3,48 para r$ 3,50, ante r$ 3,40 de um mês atrás. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/633374-mercado-reduz-crescimento-do-pib-para-1-76-em-2018.html)
18/06/2018

Dólar sobe com risco eleitoral e Copom no radar

 o dólar opera do lado positivo ante o real na manhã desta segunda-feira (18), enquanto no exterior recua frente euro, iene e libra e está misto ante divisas emergentes e ligadas a commodities. às 9h20min, a moeda à vista registrava máxima de r$ 3,7532, com alta de 0,58%. o dólar futuro de julho estava na máxima aos r$ 3,7575 (+0,59%). os investidores estão à espera do leilão de até 8.800 contratos de swap cambial (us$ 440 milhões) no fim da manhã em rolagem de julho. o bc deve informar o volume da oferta diária de swap extra nesta segunda. nesta semana, o bc e o tesouro também seguem com a estratégia conjunta de atuações, respectivamente, ofertando us$ 10 bilhões em swaps cambiais novos e realizando leilões extraordinários de compra e venda de títulos, ofertando, além das ntn-f, também ntn-b e ltn. em relatório a clientes, a correparti atribui a alta inicial do dólar a um novo risco eleitoral com a possibilidade do ex-presidente luiz inácio lula da silva, preso em curitiba, ser solto pelo supremo tribunal federal (stf) e na expectativa pela decisão de juros do copom nesta quarta-feira (20). na sexta-feira passada, dia 15, o ministro edson fachin, do supremo tribunal federal (stf), determinou a inclusão na pauta da segunda turma do dia 26 de junho um pedido da defesa do ex-presidente lula para suspender a prisão. a defesa do ex-presidente, preso há mais de dois meses, entrou no início deste mês com um novo pedido de liberdade no stf e superior tribunal de justiça (stj). a petição é para que as cortes suspendam os efeitos da condenação no caso do triplex no guarujá (sp) até que julguem no mérito os recursos extraordinário (analisado no stf) e especial (do stj). jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/633373-dolar-sobe-com-risco-eleitoral-e-copom-no-radar.html)  

Alerta para o Corretor de seguros, segmento oferece grandes oportunidades em 2019


08/02/2019
A comissão de seguro rural do Sincor-SP alerta os corretores lembra que há boas oportunidades no agronegócio. A expectativa é que a produção de carne bovina deve crescer em média de 2,6% ao ano, chegando a 10,8 milhões de toneladas em 2021.

Além disso, há previsão do aumento do consumo da proteína, em termos absolutos no País, com previsão de crescimento de 5,3% no mesmo período.
Diante deste cenário, os produtores brasileiros ganharam importância e ainda mais responsabilidade sobre sua atividade.

Com o seguro rural o pecuarista pode garantir a vida dos animais, que são classificados em duas modalidades, seguro pecuário elite, que incluem os bovinos utilizados para incremento de plantel, seguro para rebanhos comerciais e rebanho de produção de leite e de corte.

Apesar disso, há baixa adesão a esse tipo de proteção por parte dos pecuaristas. De acordo com Karen Matieli, sócia proprietária da Denner Seguro de Animais e Coordenadora da Comissão Rural do Sincor-SP, o setor enfrenta alguns entraves que impedem seu crescimento.

Segundo ela, a falta de informação e divulgação das modalidades de seguros existentes para proteger a pecuária, e a falta de Subvenção Federal como forma de incentivo à contratação do seguro são as principais causas.
Karen ressalta que o potencial do seguro pecuário no Brasil é enorme. “Pensando em abastecer o mundo em alguns anos, precisamos estar protegidos. Toda operação deverá estar pautada com muita segurança, e o instrumento seguro, validará o que o nosso País tem de melhor: o nosso Agronegócio”, destaca.

Expectativa para 2019

Com o início de um novo governo, o setor espera um olhar mais atento a principal ferramenta de mitigação de riscos da agropecuária, que é o seguro rural.
A nova ministra da Agricultura, Tereza Cristina, demonstra interesse em aumentar a área protegida com o seguro, e consequentemente, precisamos estreitar os laços entre pecuaristas e o governo, trazendo a importância de valorizar ainda mais a nossa pecuária, que segue investindo em genética e tecnologia, assumindo seus riscos, sozinha.

Além disso, recentemente o apoio dos Deputados Arnaldo Jardim e Itamar Borges ajudaram na suplementação de recursos no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), para o seguro rural.
O assunto voltou à pauta já no início do ano, em reunião onde foi discutido possíveis alterações no programa que enquadra políticas públicas e de incentivos ao agronegócio Paulista, onde a subvenção ao prêmio do seguro rural está inserida.

Parte do custo do seguro rural é subsidiado pelo governo do Estado, incentivando assim agropecuaristas manterem suas atividades protegidas. “Iniciamos o ano já com o planejamento em mãos, afinal de contas, o agro não para.

Estreitamento entre setor produtivo para entender as principais demandas, a busca por novos produtos que amparam os principais riscos da atividade e apoio político para mais recursos aos Programas PSR e FEAP, que fazem parte desta agenda de trabalhos”, finaliza Karen.

Fonte: Cqcs/Sueli Santos com informações do Sincor-SP

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