01/06/2018

PARALISAÇÃO DOS CAMINHONEIROS IMPACTO ECONÔMICO

 a viva lácteos (associação brasileira de laticínios) destaca que a indústria já retoma suas atividades. o setor prevê um período de um mês para voltar à sua normalidade. agora, a preocupação das indústrias do setor de laticínios é coletar o leite nas propriedades rurais e garantir o fluxo de abastecimento aos consumidores. a cadeia buscará, na sequência, formas para mitigar os prejuízos como, por exemplo, por meio de linhas de crédito para custeio, investimento e apoio à comercialização. os prejuízos computados após 9 dias de paralisação de toda a cadeia produtiva do leite giram em torno de r$ 1 bilhão e o volume de leite descartado ultrapassou os 300 milhões de litros. vale ressaltar que o prejuízo para o produtor rural é ainda maior, uma vez que a indisponibilidade de ração tem impacto direto na produção de leite e na reprodução do rebanho. fonte: portal nacional de seguros por bethiara lima
01/06/2018

Reestruturação tributária e o preço dos combustíveis (por Dão Real Pereira dos Santos)

 onde vamos parar? será que o brasil saiu do controle? os caminhoneiros acusam o que já era evidente há muito tempo. a submissão dos preços dos combustíveis às flutuações internacionais pode até ser um bom negócio para os investidores estrangeiros e para os acionistas da petrobras, mas, com certeza, é péssimo negócio para a economia nacional. os combustíveis não são qualquer mercadoria, são o motor que faz funcionar praticamente tudo no brasil. abrir mão do refino do petróleo bruto para exportá-lo, e importar combustíveis, é abdicar de uma parte importante da soberania nacional, além de uma clara medida de desindustrialização do país, numa área absolutamente estratégica para o desenvolvimento. no entanto, tanto os atores envolvidos nesta mobilização quanto a mídia brasileira só têm olhos os tributos. evidente que a carga tributária que incide sobre o consumo, afetando, inclusive os preços dos combustíveis, é muito alta. ainda que o estopim desta crise tenha sido a nova política de preços adotada pela petrobras, as soluções aventadas restringem-se à redução dos tributos. o governo prometeu eliminar o pis e a cofins dos preços do diesel. são mais de r$ 10 bilhões de desoneração, ou seja, teremos menos r$ 10 bilhões para a seguridade social, pois estes são tributos vinculados à saúde pública, à assistência social e a previdência. iludem-se os que acham que o governo perdeu. quem perdeu foram os brasileiros, inclusive os caminhoneiros, ao trocar proteção social por combustíveis. já estão falando em reduzir também o icms e aí o que já está faltando, vai faltar muito mais, como a educação e a segurança, por exemplo. a simples redução dos tributos não resolve e talvez até agrave o problema, pois o que parece um ganho para alguns significará uma enorme perda para todos, com a redução do estado, justamente naquilo em que o estado é mais essencial, saúde, educação, assistência, previdência e segurança. não é demais alertar, antes que se diga que a carga tributária já é muito elevada, que tudo o que arrecadamos, com uma carga de 33% do pib, são 2,8 mil dólares por ano por cidadão. este valor corresponde a quase um quinto do que arrecada o reino unido, com carga semelhante a do brasil, e um quarto do que arrecada o japão, que tem carga tributária inferior. portanto, o que temos não é estado de mais. ainda estamos longe das condições ideais de bem-estar, já alcançadas por aqueles países. esta crise, no entanto, é uma boa oportunidade para promover uma profunda reestruturação da tributação brasileira. se, por um lado, o problema central da crise, muito bem esclarecido pelos petroleiros, está na política privada de preços de uma empresa que deveria ser pública, por outro, é evidente a necessidade de deslocar parte relevante da nossa carga tributária, do consumo para a renda e patrimônio, o que por si só, já promoveria uma substancial redução dos preços. enquanto arrecadamos mais de 50% de nossos tributos dos preços dos produtos, a renda e o patrimônio respondem por menos de 25% do total, o que transforma nosso sistema tributário num instrumento de aprofundamento das desigualdades. nos eua, por exemplo, a tributação sobre o consumo participa com apenas 16% da carga tributária total, enquanto a tributação sobre a renda e sobre o patrimônio responde por mais de 60%. o deslocamento da carga tributária do consumo para a renda e patrimônio significa onerar mais os mais ricos e menos os mais pobres, respeitando o princípio constitucional da capacidade contributiva. uma reestruturação do sistema tributário no sentido da progressividade já seria suficiente para desonerar os preços dos produtos, especialmente dos combustíveis, energia elétrica e alimentos. na tributação da renda das pessoas físicas, que no brasil representa apenas 2,4% do pib, enquanto nos países da ocde representa mais de 8,5%, é possível aumentar de duas a três vezes o valor atualmente arrecadado, simplesmente revogando a isenção concedida, em 1996, aos rendimentos de lucros e dividendos. basta tratar todas as rendas com isonomia, como já se faz em praticamente todos os países do mundo, para conseguir ampliar a arrecadação em mais r$ 180 bilhões, o que é suficiente para promover uma ampla redução dos tributos incidentes sobre o consumo. sem uma reforma tributária solidária não há saída, nem para os caminhoneiros. fonte: sul21 por dão real pereira dos santos - diretor institucional do instituto justiça fiscal.
01/06/2018

Alinhados ao setor privado, bancos públicos abandonam concorrência e investimentos

 os bancários de são paulo discutiram nesta quarta-feira (30) o papel dos bancos públicos e as mudanças que o governo temer vem promovendo, com o alinhamento das suas políticas de crédito, tarifas e atendimento aos dos bancos privados. as consequências são sentidas tanto pelos trabalhadores e clientes, como pela sociedade como um todo, que perdem ferramenta essencial no estímulo do desenvolvimento econômico. o tema foi tratado em seminário realizado pela faculdade 28 de agosto e pelo sindicato dos bancários de são paulo, osasco e região, e contou com a participação da representante dos empregados da caixa no conselho de administração da instituição, rita serrano, do conselheiro de administração representante dos funcionários (caref) do banco do brasil, fabiano felix – em vídeo –, e da economista do instituto brasileiro de defesa do consumidor (idec) ione amorim. a economista do idec apresentou estudo que mostra que as tarifas cobradas pelos bancos públicos (caixa econômica, banco do brasil) subiram mais que a inflação, e esses aumentos foram superiores, inclusive, aos praticados pelos próprios bancos privados, o que mostra, segundo ela, um “desvio” do papel do setor público que deveria estimular a concorrência, “puxando para baixo os preços”, e não o contrário. o pacote convencional de serviços oferecidos pela caixa, por exemplo, entre novembro de 2016 e outubro de 2017, saltou de r$ 25,10 para r$ 44,90, reajuste de 78,9%. já o pacote itaú uniclass 3.0, que custava r$ 28,00, teve reajuste de 10,7%, passando para r$ 31,00, ficando assim mais atraente aos olhos do consumidor na comparação com o concorrente público. “esses números mostram como houve um desvio do papel dos bancos públicos”, destaca ione. ela também ressaltou que os bancos públicos também se tornaram mais “inflexíveis” na hora de renegociar as dívidas com os clientes. segundo ela, as políticas de renegociação agora se resumem apenas ao “alongamento” dos prazos para pagamento das dívidas, como forma de “fidelizar o cliente”, com parcelas que não levam em conta os seus rendimentos. destruição de valor fabiano felix afirmou que o governo temer promove uma política de “destruição de valores” dos bancos públicos, com fechamento de agências e demissão de trabalhadores, que impactam na qualidade do atendimento, com o intuito de enfraquecer a imagem da instituição perante a opinião pública. segundo ele, somente no ano passado, o banco do brasil fechou 670 agências e estimulou a saída de 10 mil funcionários, através de planos de demissão voluntária. com isso, aumenta a sobrecarga dos trabalhadores remanescentes, comprometendo os atendimentos oferecidos. ele diz que esse movimento é acobertado por uma “mudança conceitual” no atendimento aos clientes, que privilegia os meios eletrônicos. “deixar o cliente exposto na fila por várias horas para atendimento simples passa ideia de desrespeito”, exemplificou felix. “isso compromete a imagem e tira valor de uma marca que é extremamente respeitada pela população brasileira”. desinvestimento rita serrano, que também é coordenadora do comitê nacional em defesa das empresas públicas, destacou que, dos 56 mil postos de trabalho que foram extintos no setor bancário, desde 2012, caixa e bb responderam por mais da metade, ou cerca de 30 mil. mais recentemente, junto com a redução de funcionários, vieram também os cortes em investimentos. “os bancos públicos não estão na lista de privatizações, mas estão sendo desmontados e sucateados da mesma forma.” o programa minha casa minha vida, por exemplo, que é gerido pela caixa, chegou a contar com orçamento de cerca de r$ 20 bilhões em 2015. dois anos depois, foi “enxugado” para r$ 7,7 bi. rita lembra que, além de menos casas, a redução dos investimentos do programa representa também menos emprego na construção civil. ela afirmou também que o conselho de administração resolveu devolver ao governo cerca de r$ 3 bilhões que deveriam ser destinados à agricultura familiar, por acreditarem não ser “rentável” efetuar os empréstimos a baixas taxas. segundo ela, do montante destinado ao crédito subsidiado, o banco emprestou apenas 10% do total. já o bndes, “o maior investidor industrial” do país, segundo rita, foi descapitalizado em r$ 100 bilhões pelo governo temer, que destinou esse montante aos bancos privados, através do pagamento da dívida pública. além disso, equiparou as taxas de juros cobradas pelo banco ao extinguir a taxa de juros de longo prazo (tjlp). fonte: por tiago pereira – rede brasil atual
01/06/2018

Rodobens lança plataforma digital para aumentar 25% venda de seguros

 a rodobens criou um novo canal para aumentar em 25% a venda de seguros e ampliar sua base de corretores de seguros parceiros em todo o brasil. por meio de sua corretora de seguros, a companhia lançou o parceiros digitais, uma plataforma que funciona como um escritório virtual para seus corretores. a ideia é que, além de apólices de diversos segmentos, corretores possam oferecer outros serviços financeiros do grupo, como consórcio, linhas de crédito e leasing. dobrar. a corretora de seguros, que atualmente conta com 400 parceiros, pretende dobrar essa base para 800 até o final deste ano e para 1,6 mil em 2019. com isso, o prêmio emitido que hoje gera cerca de r$ 320 milhões ao ano deve passar para r$ 400 milhões anuais em 2019. fonte: estadão
01/06/2018

CNseg realiza pesquisa para atualizar os temas que constarão no próximo Relatório de Sustentabilidade

 objetivo é avaliar a percepção sobre o desempenho do setor em temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros. a cnseg está produzindo uma pesquisa junto a públicos de interesse do setor de seguros para a revisão de sua matriz de materialidade, que são os temas prioritários que constarão no próximo relatório de sustentabilidade da confederação. o resultado da pesquisa ajudará a traçar um diagnóstico da percepção de reguladores, clientes e fornecedores, entre outros públicos de interesse, sobre o desempenho do setor em relação a temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi), que tem a cnseg como uma de suas signatárias. a partir desse diagnóstico, serão formulados os indicadores a serem coletados junto às associadas da cnseg, que serão posteriormente consolidados e divulgados na forma do relatório de sustentabilidade do setor de seguros referente a 2017. fonte: cnseg
28/05/2018

Susep estabelece novas regras para o seguro de RC de automóveis

 a susep estabeleceu novas regras para o envio de informações de convênios estabelecidos com seguradoras estrangeiras referentes aos seguros carta verde (responsabilidade civil do proprietário e/ou condutor de veículos terrestres em viagem internacional, por danos causados a pessoas ou objetos não transportados), carta azul (responsabilidade civil do transportador rodoviário em viagem internacional, por danos causados a pessoas ou coisas, transportadas ou não, à exceção da carga transportada) e rctr-vi-c (responsabilidade civil do transportador rodoviário em viagem internacional, por danos causados à carga transportada). de acordo com a circular 570/18, publicado nesta quinta-feira (24 de maio) no diário oficial da união, passa a se obrigatório o envio, pelas seguradoras brasileiras, de informações referentes aos convênios estabelecidos com seguradoras estrangeiras para operação daqueles seguros. as seguradoras brasileiras poderão ser representadas por empresas estrangerias, quando tiverem celebrado convênio mútuo, no âmbito do atit (acordo sobre transporte internacional terrestre) ou do mercosul, em caso de sinistro com veículo brasileiro, ocorrido em seus respectivos países, amparado pelos seguros carta azul, rctr-vi-c (atit) e/ou carta verde (mercosul), contratados em seguradora brasileira. já as companhias estrangeiras podem ser representadas por seguradoras brasileiras no caso de sinistro com veículo estrangeiro, ocorrido em território nacional. além disso, as companhias brasileiras deverão atribuir, a um de seus diretores, a responsabilidade de estabelecer e supervisionar esses convênios. essa responsabilidade poderá ser exercida cumulativamente com outras atribuições executivas. a partir de agora, todas as seguradoras brasileiras que comercializam os seguros mencionados na norma, assim como aquelas que sejam representantes de seguradoras estrangeiras no âmbito nacional, devem registrar, através do site da susep, as seguintes informações de representantes e representadas, referentes aos convênios estabelecidos entre seguradoras: razão social; tipo de seguro; país de estabelecimento; número de registro (equivalente ao cnpj); número do convênio; data de início do convênio; data de término do convênio; endereço; telefone; e site. essa obrigatoriedade se aplica quando as seguradoras brasileiras forem apenas representantes, ou apenas representadas, ou se enquadrem nas duas possibilidades. as seguradoras deverão encaminhar as informações de que trata essa circular no prazo de 30 dias. fonte: cqcs
28/05/2018

Seguros e educação financeira estão diretamente ligados

 o seguro como elemento de educação financeira e seu impacto na sociedade. com esse intuito, associação nacional de seguros e previdência (ansp) e associação internacional de direito de seguros (aida brasil) promoveram um debate sobre o assunto durante a 5ª semana nacional de educação financeira, no último dia 15 de maio. “contamos com a parceria da ansp para desenvolver a educação no mercado de seguros com o objetivo de fortalecer o entendimento e a utilização dos produtos de seguro para a sociedade”, explica inaldo bezerra, presidente da aida no brasil. o debate expôs temas como novas tecnologias, mediação e conciliação como medidas de educação e economia social, gamificação e lições de economia e a relação entre educação de seguros e financeira. “a promoção da discussão de qualquer tema referente à educação, e especialmente à educação financeira, é parte central da nossa razão de existir, bem com a parceria com entidades como a aida”, reforça joão marcelo, presidente da ansp. para márcia cicarelli, uma das expositoras e diretora de cátedras da ansp, o evento “é fundamental para que se consiga ter no mercado de seguros essa conscientização de que o seguro se insere dentro de algo maior”. a iniciativa foi organizada por ana rita petraroli, coordenadora da cátedra de seguros inclusivos da ansp, e vivien lys, presidente do grupo nacional de trabalho solução de conflitos da aida. “o conhecimento, por todos, de seus direitos e obrigações, tende, inclusive, a reduzir a litigiosidade no mercado de seguros”, finaliza vivien. fonte: jrs comunicação
28/05/2018

Agenda SINDSEGRS junho e julho de 2018

 04/06 – 9:00 – reunião diretoria 21/06 – 12:00 – almoço do mercado segurador presença do superintendente da susep – sr. joaquim mendanha 28/06 – 14:00 – palestra irfs 17 02/07 – 9:00 – reunião diretoria 6 e 7 – encontro de presidentes e executivos dos sindsegs 26/07 – 12:00 – almoço do mercado segurador presença do presidente do conselho de administração da mongeral aegon seguros e previdência – sr. nilton molina
28/05/2018

Produção de seguros em Portugal cresceu 6% no primeiro trimestre

 a produção global de seguro direto em portugal das seguradoras sob supervisão da asf aumentou 6% no primeiro trimestre deste ano face a igual período em 2017, superando os três mil milhões de euros. a produção global de seguro direto das empresas de seguros sob supervisão da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf) registrou um crescimento de 6% no primeiro trimestre deste ano em termos homólogos, atingindo um valor ligeiramente acima dos três mil milhões de euros. os dados foram revelados esta quarta-feira na comissão parlamentar de orçamento e finanças pelo presidente da asf, josé almança, que não mencionou os valores exatos. o responsável referiu ainda que no ramo vida o crescimento da produção foi de 5,3%, para mais de 1,8 mil milhões de euros, destacando que os planos de poupança e reforma (ppr) cresceram 28% e representam cerca de 40% da produção do ramo vida. o ramo não vida apresentou uma subida de 7,2%, para cerca de 1,2 mil milhões de euros, destacando-se a modalidade acidentes de trabalho, com uma subida de 11,6%. os custos com sinistros apresentaram uma descida global de 8,6%, para cerca de 2,35 mil milhões de euros, com uma queda de 10,7% no ramo vida e de 2,7% no ramo não vida. fonte: jornal de negócios – portugal

Alerta para o Corretor de seguros, segmento oferece grandes oportunidades em 2019


08/02/2019
A comissão de seguro rural do Sincor-SP alerta os corretores lembra que há boas oportunidades no agronegócio. A expectativa é que a produção de carne bovina deve crescer em média de 2,6% ao ano, chegando a 10,8 milhões de toneladas em 2021.

Além disso, há previsão do aumento do consumo da proteína, em termos absolutos no País, com previsão de crescimento de 5,3% no mesmo período.
Diante deste cenário, os produtores brasileiros ganharam importância e ainda mais responsabilidade sobre sua atividade.

Com o seguro rural o pecuarista pode garantir a vida dos animais, que são classificados em duas modalidades, seguro pecuário elite, que incluem os bovinos utilizados para incremento de plantel, seguro para rebanhos comerciais e rebanho de produção de leite e de corte.

Apesar disso, há baixa adesão a esse tipo de proteção por parte dos pecuaristas. De acordo com Karen Matieli, sócia proprietária da Denner Seguro de Animais e Coordenadora da Comissão Rural do Sincor-SP, o setor enfrenta alguns entraves que impedem seu crescimento.

Segundo ela, a falta de informação e divulgação das modalidades de seguros existentes para proteger a pecuária, e a falta de Subvenção Federal como forma de incentivo à contratação do seguro são as principais causas.
Karen ressalta que o potencial do seguro pecuário no Brasil é enorme. “Pensando em abastecer o mundo em alguns anos, precisamos estar protegidos. Toda operação deverá estar pautada com muita segurança, e o instrumento seguro, validará o que o nosso País tem de melhor: o nosso Agronegócio”, destaca.

Expectativa para 2019

Com o início de um novo governo, o setor espera um olhar mais atento a principal ferramenta de mitigação de riscos da agropecuária, que é o seguro rural.
A nova ministra da Agricultura, Tereza Cristina, demonstra interesse em aumentar a área protegida com o seguro, e consequentemente, precisamos estreitar os laços entre pecuaristas e o governo, trazendo a importância de valorizar ainda mais a nossa pecuária, que segue investindo em genética e tecnologia, assumindo seus riscos, sozinha.

Além disso, recentemente o apoio dos Deputados Arnaldo Jardim e Itamar Borges ajudaram na suplementação de recursos no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), para o seguro rural.
O assunto voltou à pauta já no início do ano, em reunião onde foi discutido possíveis alterações no programa que enquadra políticas públicas e de incentivos ao agronegócio Paulista, onde a subvenção ao prêmio do seguro rural está inserida.

Parte do custo do seguro rural é subsidiado pelo governo do Estado, incentivando assim agropecuaristas manterem suas atividades protegidas. “Iniciamos o ano já com o planejamento em mãos, afinal de contas, o agro não para.

Estreitamento entre setor produtivo para entender as principais demandas, a busca por novos produtos que amparam os principais riscos da atividade e apoio político para mais recursos aos Programas PSR e FEAP, que fazem parte desta agenda de trabalhos”, finaliza Karen.

Fonte: Cqcs/Sueli Santos com informações do Sincor-SP

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989