18/05/2018

Instabilidade faz dólar bater R$ 3,77 e interrompe negociações de títulos públicos

 em dia de forte instabilidade no mercado financeiro, o dólar bateu r$ 3,77 e a bolsa chegou a cair quase 2% nesta sexta-feira (18), acompanhando o cenário externo. às 12h35min, o dólar comercial subia 1,40%, para r$ 3,752. é o sexto dia de alta da moeda americana. o dólar à vista, no mesmo horário, tinha alta de 1,40%, para r$ 3,752. no mundo, o dólar ganhava força ante 26 das 31 principais divisas globais às 12h36min. a bolsa brasileira recuava 1,56%, para 82.318 pontos, no horário. as turbulências observadas no dólar e na bolsa também afetaram os títulos públicos. o tesouro informou que, devido à forte volatilidade nas taxas de juros dos títulos públicos nesta manhã, o tesouro direto foi suspenso às 9h50min. a expectativa é de normalização por volta de 15h30min - antes, a projeção era de que as negociações fossem retomadas meio-dia. por trás das turbulências está a recuperação da economia americana, que gera expectativa de um aumento da inflação que possa levar o banco central dos estados unidos a acelerar o processo de alta de juros no país. "o mercado todo imaginava movimento de correção mais lento e gradual", diz paulo saba, diretor de tesouraria do banco daycoval. para ele, parte da culpa das instabilidades é do próprio mercado. "na hora que alguém grande começa a deslocar recursos olhando para taxas americanas e deslocando de emergentes para o dólar, tem um efeito manada." os rendimentos dos títulos americanos com vencimento em dez anos, que encostaram em 3,12% nesta quinta-feira, recuaram para 3,077% nesta sexta. uma semana atrás, estavam em 2,97%. nos estados unidos, os indicadores americanos operam sem uma direção definida. o índice dow jones sobe 0,06%, o s&p 500 recua 0,1% e o índice da bolsa nasdaq perde 0,12%. para alvaro bandeira, economista-chefe da modalmais, a percepção de risco maior para emergentes se mantém. "além disso, [pesam] declarações sempre polêmicas de donald trump sobre dificuldades nas negociações comerciais com a união europeia e também certo desdém com o próximo encontro com a coreia do norte", afirmou, em relatório. o cds (credit default swap, espécie de seguro contra calote) também espelha o aumento da percepção de risco-país. o indicador avança 4,30%, a 202,6 pontos, no maior nível desde setembro do ano passado. no mercado de juros futuros, os contratos mais negociados sobem. o di com vencimento em julho de 2018 avança de 6,407% para 6,425%. o di para janeiro de 2019 subia de 6,600% para 6,735%.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628148-instabilidade-faz-dolar-bater-r-3-77-e-interrompe-negociacoes-de-titulos-publicos.html)
18/05/2018

Bolsa não caiu, mas 'variou', diz Temer sobre mau humor do mercado

 presidente classificou movimento de queda como 'mais do que natural' presidente classificou movimento de queda como 'mais do que natural' evaristo sa/afp/jc um dia após o índice bovespa recuar 3,37%, o presidente michel temer minimizou os efeitos da queda no indicador. em discurso na capital paulista, o emedebista afirmou que a bolsa não caiu, mas "variou", porque não voltou ao patamar de dois anos atrás, antes de ele assumir o governo. o presidente classificou a queda no índice como "mais do que natural". ao citar os dados do ibovespa, temer disse que é preciso "confiar" no que está acontecendo no brasil. dizer que a bolsa "caiu", afirmou', é uma "ideia pessimista". ao citar o patamar do ibovespa, o presidente se confundiu e disse que o indicador caiu para "83%", quando na verdade o índice fechou na quinta-feira (17) aos 83.621,94 pontos. ele lembrou que o indicador já esteve bem abaixo (48 mil pontos) antes de assumir o governo. "quando há uma variação na bolsa, que é mais do que natural, porque essas coisas são assim. a bolsa não caiu, ela variou, que é diferente de cair", comentou o presidente. "cair seria voltar aos padrões de dois anos, dois anos e pouco atrás." o presidente destacou que é preciso transmitir uma mensagem de "otimismo". citando o ex-ministro da fazenda henrique meirelles, que também estava no evento, temer disse que os dois tiveram "coragem" ao propor o teto dos gastos públicos e outras medidas econômicas na gestão. mais uma vez, o presidente procurou dar um tom de otimismo com o brasil em seu discurso. "com otimismo, com certeza de que o brasil saiu da recessão e vai caminhar, é que eu digo 'vamos em frente'", declarou ao encerrar seu discurso. o presidente também destacou as propostas de privatizações e afirmou que a iniciativa privada tem mais condições de aplicar inovações tecnológicas no país. para ele, sem integração entre o governo e as empresas privadas, "o brasil não prospera". temer repetiu ainda que as ações do governo foram realizadas "graças ao diálogo" com o congresso e com a sociedade.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628186-bolsa-nao-caiu-mas-variou--diz-temer-sobre-mau-humor-do-mercado.html)  
18/05/2018

Dólar chega a R$ 3,74 e Bovespa cai 2,29% no início da tarde

 em sexto dia consecutivo de alta, moeda americana chegou a bater em r$ 3,77 durante a manhã. em sexto dia consecutivo de alta, moeda americana chegou a bater em r$ 3,77 durante a manhã caliel costa/visualhunt/divulgação/jc folhapress em dia de forte instabilidade no mercado financeiro, o dólar comercial subia 1,1%, para r$ 3,741, às 14h54 desta sexta-feira (18). é o sexto dia de alta da moeda americana, que, pela manhã, chegou a bater em r$ 3,77, acompanhando o cenário externo. no início da tarde, o dólar à vista tinha alta de 1,20%, a r$ 3,745. no mundo, a moeda ganhava força ante 25 das 31 principais divisas globais às 14h55. ao mesmo tempo, a bolsa brasileira recuava 2,29%, para 81.709 pontos. as turbulências observadas no dólar e na bolsa também afetaram os títulos públicos. devido à forte volatilidade nas taxas de juros dos títulos públicos nesta manhã, o tesouro direto foi suspenso às 9h50. a expectativa é de normalização por volta de 15h30 -antes, a projeção era de que as negociações fossem retomadas meio-dia. por trás das turbulências está a recuperação da economia americana, que gera expectativa de um aumento da inflação que possa levar o banco central dos estados unidos a acelerar o processo de alta de juros no país. "o mercado todo imaginava movimento de correção mais lento e gradual", diz paulo saba, diretor de tesouraria do banco daycoval. para ele, parte da culpa das instabilidades é do próprio mercado. "na hora que alguém grande começa a deslocar recursos olhando para taxas americanas e deslocando de emergentes para o dólar, tem um efeito manada." os rendimentos dos títulos americanos com vencimento em dez anos, que encostaram em 3,12% nesta quinta-feira (17), recuaram para 3,077% nesta sexta. uma semana atrás, estavam em 2,97%. nos estados unidos, os indicadores americanos operam sem uma direção definida. às 14h55, o índice dow jones subia 0,01%, o s&p 500 recuava 0,23% e o índice da bolsa nasdaq perdia 0,28%. para alvaro bandeira, economista-chefe da modalmais, a percepção de risco maior para emergentes se mantém. "além disso, (pesam) declarações sempre polêmicas de donald trump sobre dificuldades nas negociações comerciais com a união europeia e também certo desdém com o próximo encontro com a coreia do norte", afirmou, em relatório. adeodato netto, estrategista-chefe da eleven financial, vê r$ 3,70 como o limite de valorização para a moeda americana. "acima disso, é uma valorização circunstancial. estruturalmente, r$ 3,70 deveria ser o teto. mas enquanto não acalmarmos os ânimos, vai continuar essa volatilidade", afirma. o cds (credit default swap, espécie de seguro contra calote) também espelha o aumento da percepção de risco-país. o indicador avança 3,85%, a 201,7 pontos, no maior nível desde setembro do ano passado. no mercado de juros futuros, os contratos mais negociados sobem. o di com vencimento em julho de 2018 avança de 6,407% para 6,425%. o di para janeiro de 2019 subia de 6,600% para 6,675%.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628180-dolar-chega-a-r-3-74-e-bovespa-cai-2-29-no-inicio-da-tarde.html)
18/05/2018

Bolsas da Europa recuam, com foco na política da Itália e no comércio global

 as bolsas europeias fecharam em baixa nesta sexta-feira (18), mas sem sinal único ao longo da semana. hoje, influiu a cautela com os desdobramentos políticos na itália e também com as negociações entre estados unidos e china na arena comercial. o índice stoxx 600 fechou em queda de 0,28%, em 394,67 pontos. a bolsa de milão teve o pior desempenho, com o índice ftse-mib em baixa de 1,48%, a 23.449,65 pontos, recuando 2,94% na comparação semanal. mais cedo, foi divulgada a notícia de que o movimento 5 estrelas e a liga fecharam um programa conjunto para governar. os partidos prometem reduzir a dívida pública italiana com medidas que impulsionem o consumo e, consequentemente, o crescimento econômico. investidores, porém, temem que o resultado seja mais relaxamento nos gastos governamentais e uma piora das contas públicas, em uma administração possivelmente mais distante do restante da zona do euro. entre as ações mais negociadas na itália, banca carige ficou estável, mas intesa sanpaolo e telecom italia caíram 2,45% e 3,41%, respectivamente. no caso da companhia do setor de telecomunicações, influiu um corte na recomendação do papel. banco bpm recuou 6,36%, enquanto monte dei paschi teve baixa de 3,52%, após este despencar quase 9% na sessão anterior, em meio a relatos de que o próximo governo pretende manter o banco sob controle estatal. as negociações entre os eua e a china também seguiram no radar. nesse caso, um insucesso pode ter grandes proporções para o quadro global do comércio, com o risco de tarifas e retaliações. nesta semana, uma delegação chinesa está em washington para tratar do tema. na agenda de indicadores, a balança comercial da zona do euro teve superávit de 21,2 bilhões de euros em março, em leve alta. as exportações subiram 0,8% ante fevereiro, enquanto as importações cresceram 0,7%. na alemanha, a inflação ao produtor de abril ficou em 2%. na bolsa de londres, o índice ftse-100 fechou em queda de 0,12%, em 7.778,79 pontos, mas subiu 0,70% na comparação semanal. glencore teve baixa de 4,4%, diante da notícia de que pode ser alvo de uma investigação britânica centrada em negócios da mineradora no congo. anglo american caiu 1,23%, mas antofagasta avançou 0,18%. astrazeneca, por sua vez, caiu 2%, após registrar queda em seu lucro no primeiro trimestre. em frankfurt, o índice dax teve baixa de 0,28%, a 13.077,72 pontos, embora na semana tenha avançado 0,59%. no setor de energia, e.on subiu 0,63%, mas entre os bancos deutsche bank e commerzbank perderam 1,94% e 1,77%, respectivamente. steinhoff teve ganho de 7,72%, enquanto deutsche telekom recuou 4,92%. na bolsa de paris, o cac-40 caiu 0,13%, a 5.614,51 pontos, e na semana avançou 1,31%. a petroleira total recuou 0,04% e o société générale teve baixa de 0,50%, mas a montadora peugeot subiu 0,19%. vallourec foi o papel mais negociado, em baixa de 2,43%. em madri, o ibex-35 teve queda de 1,02%, a 10.112,40 pontos, perdendo 1,55% na semana. entre os bancos espanhóis, santander caiu 2,73% hoje e banco de sabadell recuou 3,39%, enquanto bbva perdeu 1,89%. já endesa e iberdrola subiram 0,25% e 0,61%, respectivamente. na bolsa de lisboa, o psi-20 fechou em queda de 0,66%, em 5.715,42 pontos. na comparação semanal, porém, a praça lisboeta avançou 1,81%. hoje, banco comercial português recuou 4,16%, enquanto galp subiu 0,30%. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também instabilidade faz dólar bater r$ 3,77 e interrompe negociações de títulos públicos ibovespa abre em firme queda e chega a perder nível dos 82 mil pontos juros disparam em sintonia com dólar forte e mercado desafiando bc dólar salta para r$ 3,730 com exterior e desconforto interno capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628166-bolsas-da-europa-recuam-com-foco-na-politica-da-italia-e-no-comercio-global.html)  
16/05/2018

Sete informações que você precisa saber sobre previdência privada

 no próximo dia 14, tem início a 5ª edição da semana nacional de educação financeira, promovida anualmente pelo comitê nacional de educação financeira (conef) e que tem como objetivo promover a estratégia nacional de educação financeira (enef). com participação ativa nesta iniciativa pela quarta vez, a brasilprev, maior empresa de previdência privada do país, lista sete informações que toda pessoa precisa saber antes de contratar um plano. 01- defina seus projetos futuros e planeje como irá atingi-los defina os seus projetos de vida e o prazo em que pretende realizar cada um deles. quando se tem clareza dos objetivos, datas e etapas, fica mais fácil buscar motivação e economizar para o futuro. se os projetos forem de médio ou longo prazos, a previdência privada se mostra uma ferramenta imbatível para poupar recursos, pois oferece benefícios tributários e ainda incentiva a disciplina por conta das contribuições mensais. 02 - pesquise sobre a instituição financeira que administrará seu dinheiro a escolha da instituição que ficará responsável por administrar seus recursos deve ser feita com bastante critério e cuidado. avalie o histórico e a reputação da empresa no mercado, busque seus índices de menções no procon e sites de reclamações. opte por uma organização sólida, lembrando que um plano de previdência privada pressupõe uma relação durante muitos anos. veja se a instituição escolhida se preocupa com controles e segue processos seguros. afinal, seus recursos financeiros devem estar em boas mãos para que você viabilize seus projetos. 03 - tenha em mente o tipo de declaração de imposto de renda que você faz o plano gerador de benefício livre (pgbl) é indicado para quem realiza a declaração completa, pois permite abater do imposto de renda (ir) os aportes ao plano até um limite máximo de 12% da renda bruta tributável. já a modalidade vida gerador de benefício livre (vgbl) é indicada para quem é isento da declaração ou utiliza o formato simplificado, pois esta não permite abater no ir os aportes realizados ao plano. esta modalidade também é indicada para quem já investe em um pgbl, mas quer investir mais de 12% de sua renda bruta em previdência privada. no vgbl, no caso de resgates ou pagamento de benefícios, o ir incidirá apenas sobre os rendimentos e não sobre os depósitos efetuados no plano. 04 - avalie a tabela de tributação mais vantajosa uma das escolhas que você fará ao adquirir um plano é a tabela do imposto de renda na qual os recursos serão tributados: progressiva ou regressiva. na tabela regressiva, a pessoa será tributada de acordo com o tempo decorrido de cada aporte até o momento do resgate, iniciando com uma alíquota de 35% e decrescendo a um patamar mínimo de 10% após 10 anos. a segunda é a tabela progressiva, na qual o investidor estará sujeito, em caso de resgate, a retenção de 15% de ir na fonte e compensação na declaração anual do ir com base na tabela em vigor. para decidir entre as duas, leve em consideração o seu perfil tributário e o seu planejamento de renda. 05 - conheça seu perfil e defina em qual tipo de fundo você quer investir no momento de escolha dos fundos de investimentos, o diferencial da previdência é contar com fundos que se adequam ao seu perfil, sejam totalmente de renda fixa ou com parcela em renda variável. com o cenário econômico de queda na taxa de juros, é mandatório que todos tenham maior atenção no poder da diversificação de recursos para obter ganhos diferenciados. a brasilprev oferece uma vasta prateleira de opções de fundos de renda fixa e multimercado, com conceitos diferenciados, como os fundos data-alvo. toda esta estrutura é suportada por consultoria, para que o cliente tenha uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil e necessidade. agora, lembre-se: previdência privada não se trata apenas de um fundo, mas, sim, de um produto de acúmulo de recursos com outras vantagens, como benefícios fiscais e tributários, a ausência de come-cotas nos fundos de investimentos, entre outras”, diz marcelo wagner, diretor financeiro da companhia (foto). 06 - avalie as taxas dos produtos antes de contratar um plano duas taxas podem incidir sobre um plano de previdência: a taxa de administração financeira – cobrada pela tarefa de administrar o dinheiro do fundo de investimento – e a taxa de carregamento – que serve para cobrir despesas de corretagem e administração. é importante fazer comparação entre instituições e verificar as melhores ofertas antes de contratar o produto. 07 - acompanhe seus rendimentos e a evolução do seu plano é sempre importante ter em mente que a previdência privada é voltada para o longo prazo, logo, a natureza de alocação desses fundos segue uma estratégia para ganhos em um espaço maior de tempo. por isso, acompanhe a rentabilidade de prazos sempre superior a um ano, sendo ainda mais eficaz verificar períodos de 36, 48, 60 ou 72 meses. além disso, você deve periodicamente acompanhar a evolução da sua reserva frente às suas necessidades e eventuais alterações no padrão de vida, decorrentes, por exemplo, de crescimento profissional, formação de família e filhos. nesses casos, você deve avaliar se suas contribuições ainda são suficientes para realizar seus projetos frente a uma nova realidade familiar, profissional ou mesmo a alteração do objetivo inicialmente previsto. fonte: segs por pepita martin ortega
16/05/2018

Susep criou comissão para analisar o futuro do DPVAT

 no estado de s. paulo, antonio penteado mendonça, escreve que a superintendência de seguros privados (susep) criou uma comissão para analisar o futuro do dpvat, o seguro obrigatório de veículos, com forte viés de substituí-lo por outro de responsabilidade civil nos moldes do seguro obrigatório para veículos europeu. ele aponta que, curiosamente, de acordo com as atas das reuniões, a susep e o ministério da fazenda são favoráveis ao novo seguro, enquanto as seguradoras se batem pela manutenção do dpvat, com as alterações necessárias a adequá-lo à realidade brasileira, que, diga-se de passagem, não são muitas e fazem muito mais sentido. mendonça avalia que o dpvat é uma invenção brasileira que deu certo. além disso, na prática, o dpvat é o único arrimo de uma massa impressionante de pessoas das classes d e e, que têm seus familiares vitimados por acidentes de trânsito. e ressalta que não duvida da capacidade profissional dos técnicos da susep e do ministério da fazenda, mas diz que pouquíssimos deles têm prática de campo no setor de seguros. “basta ler algumas condições que são impostas ao mercado para ver que eles não sabem como é a rotina de uma seguradora e como acontecem as regulações e liquidações de sinistros”. fonte: portal nacional de seguros
16/05/2018

Funcesp tem nova diretora de previdência

 a funcesp, maior fundo de pensão patrocinado por empresas da iniciativa privada do país, acaba de eleger luciana dalcanale para assumir a diretoria de previdência. a executiva, que integra a equipe da instituição há dois anos, é a primeira gerente executiva a assumir a posição de diretora na história da entidade e terá como desafio promover a expansão e os novos formatos de planos de previdência da entidade. luciana dalcanale é formada em ciências atuariais pela universidade federal do rio de janeiro (ufrj) e conta com uma extensa bagagem profissional na área de previdência complementar. atuou a maior parte da carreira em consultorias e, ao longo de quase 20 anos, acumulou uma visão diversificada sobre a área de previdência e de seguros. a executiva ingressou na entidade em maio de 2016 como gerente executiva da área atuarial, que cuida das obrigações legais da entidade frente ao governo e tem como objetivo promover melhorias nos planos. "a funcesp já é reconhecida por seus serviços de qualidade, agora tenho o grande objetivo de buscar produtos mais aderentes a novas práticas de mercado, que vem surgindo com a transformação das empresas patrocinadoras, e ainda criar procedimentos de compreensão dos participantes sobre seus direitos, com regras mais claras que também sejam atrativas para as empresas", comenta luciana. a executiva assume o cargo no lugar de euzébio bomfim, que há 19 anos atuava como diretor de previdência, e que agora assume a diretoria administrativa e de benefícios. a frente dessa nova posição, o objetivo do diretor é contribuir com sua experiência e dedicação à funcesp para o fortalecimento das gerências de gestão administrativa e financeira, tecnologia da informação e gestão em saúde. "a diretoria comandada por euzébio foi responsável por grandes transformações e trouxe muito sucesso para a instituição. tenho a responsabilidade de manter esse legado e dar continuidade a todas essas conquistas", finaliza luciana. a funcesp comemora o reforço nas diretorias executivas, com o compromisso de manter a excelência de suas ações e dirigir a entidade para os desafios do futuro. sobre a funcesp é o maior fundo de pensão patrocinado por empresas da iniciativa privada do país, de acordo com dados da previc, órgão regulador das entidades de previdência complementar. com recursos para investimento da ordem de r$ 28 bilhões, ocupa a quarta posição no ranking geral do setor por ativos de investimento. possui 107 mil participantes de previdência – cerca de 15 mil ativos, 30 mil assistidos e 62 mil dependentes previdenciários – e opera uma folha de pagamento de benefícios de r$ 1,7 bilhão anual. atualmente tem como patrocinadoras as seguintes empresas, para as quais administra benefícios de previdência e/ou saúde: aes eletropaulo, aes tietê, cesp, grupo cpfl (cpfl energia, cpfl brasil, cpfl geração, cpfl paulista, cpfl piratininga), cteep, rio paranapanema, elektro e emae e a própria entidade. a funcesp também é referência como operadora de saúde sem fins lucrativos, classificada pela ans com o mais alto nível de satisfação. atualmente, administra os planos de saúde digna saúde, pes, nosso plano de saúde e extensive, que totalizam cerca de 80 mil vidas. fonte: segs por paula rocha
16/05/2018

SP-PREVCOM promove evento de educação financeira

 palestra com nathalia arcuri, criadora do canal "me poupe", integra a programação da 5ª semana nacional de educação financeira a fundação de previdência complementar do estado de são paulo (sp-prevcom) promove nesta quinta-feira (17/5) em são paulo (sp) uma palestra com a youtuber nathalia arcuri, criadora do canal "me poupe". o evento, aberto aos participantes inscritos na fundação, integra a programação da 5ª semana nacional de educação financeira que se realiza no período de 14 a 20 de maio com o objetivo de difundir a importância do planejamento e equilíbrio nas decisões financeiras junto a entidades públicas e privadas. a 5º semana é uma iniciativa do comitê nacional de educação financeira (conef), entidade que reúne órgãos e entidades governamentais e organizações da sociedade civil. o conef mobiliza diversas instituições para desenvolver em todo o país ações gratuitas voltadas ao fortalecimento da cidadania e à disseminação de conhecimento que auxilie a população no gerenciamento autônomo de suas finanças, controle de gastos, poupança de longo prazo e na melhor forma de administrar seus recursos. fonte: sp-prevcom / imagem: freeimages.com
16/05/2018

Atividade econômica tem queda de 0,13% no primeiro trimestre, diz BC

 a atividade econômica registrou queda no primeiro trimestre deste ano. o índice de atividade econômica do banco central (ibc-br), ajustado para o período, teve retração 0,13% de janeiro a março, comparado ao último trimestre de 2017, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (16), em brasília. na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o ibc-br acusou crescimento de 0,86% (sem ajuste para o período). em 12 meses encerrados em março, o indicador apresentou crescimento de 1,05%. em março, comparado ao mesmo mês de 2017, houve queda de 0,66%. na comparação com fevereiro, o índice registrou retração de 0,74%. o ibc-br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o bc a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a selic. o índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. o indicador foi criado pelo bc para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. mas o indicador oficial é o produto interno bruto (pib), calculado pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge).   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/627604-atividade-economica-tem-queda-de-0-13-no-primeiro-trimestre-diz-bc.html)

Alerta para o Corretor de seguros, segmento oferece grandes oportunidades em 2019


08/02/2019
A comissão de seguro rural do Sincor-SP alerta os corretores lembra que há boas oportunidades no agronegócio. A expectativa é que a produção de carne bovina deve crescer em média de 2,6% ao ano, chegando a 10,8 milhões de toneladas em 2021.

Além disso, há previsão do aumento do consumo da proteína, em termos absolutos no País, com previsão de crescimento de 5,3% no mesmo período.
Diante deste cenário, os produtores brasileiros ganharam importância e ainda mais responsabilidade sobre sua atividade.

Com o seguro rural o pecuarista pode garantir a vida dos animais, que são classificados em duas modalidades, seguro pecuário elite, que incluem os bovinos utilizados para incremento de plantel, seguro para rebanhos comerciais e rebanho de produção de leite e de corte.

Apesar disso, há baixa adesão a esse tipo de proteção por parte dos pecuaristas. De acordo com Karen Matieli, sócia proprietária da Denner Seguro de Animais e Coordenadora da Comissão Rural do Sincor-SP, o setor enfrenta alguns entraves que impedem seu crescimento.

Segundo ela, a falta de informação e divulgação das modalidades de seguros existentes para proteger a pecuária, e a falta de Subvenção Federal como forma de incentivo à contratação do seguro são as principais causas.
Karen ressalta que o potencial do seguro pecuário no Brasil é enorme. “Pensando em abastecer o mundo em alguns anos, precisamos estar protegidos. Toda operação deverá estar pautada com muita segurança, e o instrumento seguro, validará o que o nosso País tem de melhor: o nosso Agronegócio”, destaca.

Expectativa para 2019

Com o início de um novo governo, o setor espera um olhar mais atento a principal ferramenta de mitigação de riscos da agropecuária, que é o seguro rural.
A nova ministra da Agricultura, Tereza Cristina, demonstra interesse em aumentar a área protegida com o seguro, e consequentemente, precisamos estreitar os laços entre pecuaristas e o governo, trazendo a importância de valorizar ainda mais a nossa pecuária, que segue investindo em genética e tecnologia, assumindo seus riscos, sozinha.

Além disso, recentemente o apoio dos Deputados Arnaldo Jardim e Itamar Borges ajudaram na suplementação de recursos no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), para o seguro rural.
O assunto voltou à pauta já no início do ano, em reunião onde foi discutido possíveis alterações no programa que enquadra políticas públicas e de incentivos ao agronegócio Paulista, onde a subvenção ao prêmio do seguro rural está inserida.

Parte do custo do seguro rural é subsidiado pelo governo do Estado, incentivando assim agropecuaristas manterem suas atividades protegidas. “Iniciamos o ano já com o planejamento em mãos, afinal de contas, o agro não para.

Estreitamento entre setor produtivo para entender as principais demandas, a busca por novos produtos que amparam os principais riscos da atividade e apoio político para mais recursos aos Programas PSR e FEAP, que fazem parte desta agenda de trabalhos”, finaliza Karen.

Fonte: Cqcs/Sueli Santos com informações do Sincor-SP

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