25/05/2015

Ciência Atuarial tem ganhado destaque em casos de previdência complementar

  a lei complementar 109/01, que rege a previdência complementar brasileira, estabelece, em seu artigo 18, a necessidade de prévio custeio e a rigorosa observância de equilíbrio financeiro e atuarial para a concessão ou majoração de benefícios previdenciários. o superior tribunal de justiça, a quem compete zelar pela autoridade da legislação federal, já definiu que, em matéria de fato que exige o esclarecimento sobre o equilíbrio financeiro e atuarial do plano de previdência complementar, a prova pericial é indispensável (recursos especiais 1.337.616/rs e 1.345.326/rs, de relatoria do ministro luís felipe salomão). a prova pericial destina-se a comprovar um fato que depende de conhecimento especializado (artigo 420 do código de processo civil — cpc). a  pedido da parte ou por iniciativa própria, o juiz poderá nomear um perito, o qual se incumbirá de produzir um laudo técnico, a partir de quesitos formulados pelas partes. a perícia técnica tem por objetivo auxiliar o juiz com um conhecimento especializado que ele não possui, de modo a lhe dar condições objetivas para que tome a melhor decisão possível, formando seu convencimento a partir da comprovação dos fatos. a ciência atuarial tem sido fundamental para a correta estruturação de planos capitalizados de previdência complementar, pois permite a elaboração de projeções estatísticas capazes de mensurar a ocorrência de fenômenos como invalidez, sobrevivência e morte. para o gerenciamento do risco relativo à longevidade, os atuários são indispensáveis. no famoso livro desafio aos deuses — a fascinante história do risco, de peter bernstein, conhecemos a importância dos atuários na história humana. no site da tradicional society of actuaries (www.soa.org), organização profissional norte-americana, podemos mergulhar nos ricos debates sobre a longevidade e seus múltiplos impactos — e desafios — para a previdência e para a saúde, extraindo dali a noção de que as fronteiras da sobrevivência do ser humano são móveis e continuarão a se alargar.  o instituto brasileiro de atuária (iba), cuja história se confunde com a própria trajetória da previdência complementar no brasil, tem sido um fórum de agremiação dos atuários que promove debates e encontros qualificados sobre temas ligados à previdência privada, seguro e saúde suplementar. em uma sociedade como a nossa, marcada pela velocidade e pelo dinamismo, a busca de previsibilidade é um desafio cada dia maior, especialmente para os que administram planos de previdência complementar, já que previdência é “pré-vidência”, é “pré-visão”, ou seja, é antever acontecimentos objetivando a minimização de riscos futuros. nesse contexto, a ciência atuarial tem ganhado destaque, pois o atuário é o profissional versado em matemática e cálculos probabilísticos que auxilia os dirigentes de fundos de previdência privada a projetar o montante das obrigações previdenciárias, com base em hipóteses atuariais e, dessa forma, quantificar o valor das contribuições que deverão ser vertidas para suportar os compromissos de proteção social no longo prazo. de acordo com a anteriormente mencionada orientação jurisprudencial do stj, tem-se o reconhecimento da importância da manifestação técnico-atuarial em controvérsias relativas à previdência complementar, a qual é marcada pelo mutualismo e associativismo, como bem destacou recentemente o ministro joão otávio de noronha (agrg no aresp 529.474/sc). por fim, é oportuno lembrar que os advogados das entidades fechadas de previdência complementar, em conflitos ligados à concessão ou majoração de benefícios, podem apresentar em juízo, já na primeira oportunidade de manifestação nos autos do processo, laudos atuariais ou documentos elucidativos sobre questão de fato, especialmente sobre o equilíbrio financeiro e atuarial do plano previdenciário, nos termos do artigo 427 do cpc, independentemente do requerimento de prova pericial, pois este material pode contribuir, desde logo, para a melhor compreensão do tema pelo julgador. fonte: consultor jurídico por ana carolina ribeiro de oliveira mendes e adacir reis
20/05/2015

Entenda a diferença entre seguro de vida individual e coletivo

  por mais que a gente planeje nosso orçamento, imprevistos sempre acontecem. é um encanamento que precisa de manutenção, um arranhão no carro que você acabou de comprar, um eletrodoméstico que precisa de reparo. o seguro de vida é uma forma de se proteger financeiramente contra inúmeros imprevistos que podem acontecer durante a vida. ajuda a garantir as condições necessárias para arcar com diferentes despesas. pode auxiliar no sustento dos dependentes por um período até o reestabelecimento das finanças, ou prover renda se a pessoa ficar impossibilitada de gerá-la por algum tempo ou mesmo pela vida inteira.   além das inúmeras opções de benefícios que podem ser adquiridos e adaptados às necessidades de cada um, existem diferenças nos prazos de vigência dos planos dependendo do tipo de apólice. a principal diferença é entre os seguros de vida individuais e os coletivos. é fundamental atentar para ela na hora da contratação, pois determinará a forma como você protegerá o que precisa.  o seguro de vida individual envolve duas partes: a seguradora e o segurado. uma vez contratado, o cancelamento tem que ser negociada previamente com o cliente. se a escolha for pela cobertura vitalícia, por exemplo, significa que a validade da proteção financeira é para a vida toda, ou seja, apenas o segurado pode cancelar o seguro, cumpridas as regras previstas no plano. já uma apólice de vida em grupo conta com a figura do estipulante, que é o representante dos segurados. é ele quem assina contrato com a seguradora e inclui quantas pessoas quiser na apólice, que, ao contrário do seguro de vida individual, é sempre renovada de tempos em tempos. neste momento, tanto a seguradora, quanto o estipulante têm o direito de não renovar o contrato. ambas as soluções têm a sua utilidade e foram criadas para funções diferentes. enquanto a apólice de seguro de vida individual, como o próprio nome diz, é a melhor opção para o indivíduo que quer proteger financeiramente a si ou seus dependentes, a apólice de vida em grupo é a melhor para empresas que queiram oferecer esse benefício aos seus funcionários, por exemplo. para aproveitar todos os benefícios que uma proteção financeira pode proporcionar, é importante estar bem informado sobre as coberturas e, principalmente, sobre as condições e a vigência do plano para não ser pego de surpresa. fonte/autor: portal nacional de seguros por erica ramos
14/05/2015

Previc: normas para investimentos em infraestrutura devem sair em agosto

  o grupo de trabalho constituído em maio pelo comitê de regulação e fiscalização dos mercados financeiro, de capitais, de seguros, de previdência e capitalização (coremec), do governo federal, deve apresentar em agosto o estudo final identificando os gargalos nas regulações de mercado, especialmente dos fundos de pensão privada e seguradoras, para investimento privado no setor de infraestrutura. por consequência, mudanças em algumas legislações específicas podem ser anunciadas no segundo semestre, disse o especialista em previdência complementar da superintendência nacional de previdência complementar (previc), marcelo seraphim, ao broadcast, serviço de informações em tempo real. "a expectativa é de que no segundo semestre já tenham sido feitas mudanças e que o investidor privado esteja apto a ampliar sua participação nesse tipo de investimento", afirmou seraphim. "não posso dizer, no entanto, quão significativas serão essas eventuais mudanças na legislação, uma vez que ainda estamos em fase de estudos", acrescentou. a previc preside atualmente o coremec e coordena o trabalho, não só do ponto de vista dos fundos de previdência complementar, mas de todo o mercado. seraphim explicou que, além da previc, participam das discussões a comissão de valores imobiliários (cvm), o banco central e a superintendência de seguros privados (susep). segundo ele, o estudo está focado em destravar do ponto de vista regulatório as possibilidades de investimento em infraestrutura para atrair uma maior participação de investidores do segmento privado para as debêntures, ações e outros ativos mobiliários voltados ao setor. "analisamos as leis dentro dessas autarquias para eventualmente retirar ou diminuir os gargalos regulatórios", observou. seraphim disse que do ponto de vista regulatório até o momento não foram identificados gargalos importantes na legislação dos fundos de pensão. "os problemas maiores são macroeconômicos, como a taxa de juro alta que atrai o investidor para os títulos públicos, um investimento seguro", citou. mas afirmou que o grupo trabalha em ajustes na redação da lei para reduzir o receio que os fundos de pensão têm hoje no investimento de debêntures emitidas em sociedade de propósito específico, por conta do modo como a lei está redigida. ele não quis detalhar. o especialista disse que os estudos foram iniciados em maio de 2014, com apresentação do relatório final previsto para agosto, quando será submetido ao fórum do coremec, representado pelos superintendentes de cada uma das autarquias. "as sugestões do estudo serão avaliadas do ponto de vista de viabilidade econômica e da preservação da rentabilidade e solvência desses recursos, assim como do sistema", explicou. fonte: estadão – diário do grande abc
12/05/2015

Setor de seguros cresce 22,4% no ano

  no primeiro trimestre do ano, o setor de seguros apresentou crescimento de 22,4% em comparação a igual período do ano passado. de janeiro a março deste ano, as receitas totalizaram r$ 42,5 bilhões enquanto que no mesmo período do ano passado chegaram a r$ 34,7 bilhões. em março, o crescimento foi de 26,3% em relação a fevereiro com as receitas totalizando r$ 16,6 bilhões contra r$ 13,1 bilhões. o principal responsável por esse desempenho, entre os produtos comercializados pelo setor, foi o vgbl que alcançou em março o total de r$ 8,1 bilhões em receitas, representando um aumento de 39,6% em relação a fevereiro, quando as receitas ficaram em r$ 5,8 bilhões. “o setor de seguros ainda não atingiu no brasil o patamar de outros mercados e por isso tem pela frente bastante espaço para crescimento. além disso, o brasileiro, com o aumento da renda, passou a se preocupar mais com a prevenção do seu patrimônio e com a formação de poupança, o que explica em parte o bom desempenho do vgbl”, afirma o superintendente da susep, roberto westenberger. previdência no segmento de previdência complementar aberta, que compreende os planos tradicionais de previdência e o pgbl, apresentou em março crescimento de 16,2% em relação a fevereiro com r$ 1 bilhão em contribuições. nos primeiros três meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2014, o crescimento foi de 7,3% com as vendas totalizando r$ 2,8 bilhões contra r$ 2,6 bilhões no ano passado. capitalização as receitas com títulos de capitalização também apresentaram crescimento chegando a 28,6% em março na comparação com fevereiro. as vendas nos dois períodos foram r$ 1,9 bilhão e r$ 1,5 bilhão, respectivamente. apesar desse aumento, o total das vendas do segmento nos três primeiros meses do ano, que totalizou r$ 4,8 bilhões, ficou 2,3% abaixo do total comercializado no mesmo período do ano passado, que foi de r$ 4,9 bilhões. produtos entre os produtos no segmento de seguros, o vgbl é o que tem apresentado o melhor desempenho. além do bom resultado verificado em março com relação a fevereiro, as receitas do produto, na comparação com março de 2014, tiveram um crescimento ainda maior chegando a 63,1% com o valor total de r$ 8,2 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior foram de r$ 5 bilhões. já nos três primeiros meses do ano, a comercialização do vgbl teve crescimento de 49,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a r$ 18,4 bilhões, enquanto que em 2014 chegou a r$ 12,3 bilhões. o ramo de seguros de automóveis, que vem logo atrás do vgbl em volume de receitas totais, apresentou em março um resultado de r$ 2,7 bilhões, representando um crescimento de 17,5% em relação a fevereiro, que registrou r$ 2,3 bilhões na comercialização do produto. no acumulado do ano, o seguro auto somou r$ 7,7 bilhões contra r$ 7,1 bilhões em relação ao período de janeiro a março de 2014, o que significou um aumento de 7,9%. o segmento de seguros de pessoas, terceiro maior volume em vendas, teve em março aumento de 12,2% em relação a fevereiro, com as vendas passando de r$ 2,3 bilhões para r$ 2,5 bilhões. na comparação do primeiro trimestre deste ano com igual período de 2014, as vendas cresceram 11,3% passando de r$ 6,2 bilhões no ano passado para r$ 6,9 bilhões em 2015. os microsseguros, apesar de ocuparem o último lugar no total de vendas, tiveram um desempenho que merece registro. nos três primeiros meses deste ano, na comparação com igual período do ano passado, a comercialização desses produtos teve crescimento de 773,9% passando de r$ 2,2 milhões em 2014 para r$ 19 milhões em 2015. em março deste ano as vendas chegaram a r$ 7,4 milhões contra r$ 5,2 milhões em fevereiro, o que representou um aumento de 42,6%.  sinistros o montante de indenizações referentes a sinistros em março chegou a r$ 3,9 bilhões o que significou aumento de 11,5% a mais em relação a fevereiro quando o total chegou a r$ 3,5 bilhões. no primeiro trimestre deste ano houve um aumento de 10,4% no total de sinistros, que chegou a r$ 11,5 bilhões contra r$ 10,4 bilhões no mesmo período do ano passado. fonte: susep
02/04/2015

55ª edição do Festival Hípico Noturno da Brigada Militar tem apoio do Grupo Aspecir

  o presidente do grupo aspecir, sr. milton machado, recebeu o major cláudio de azevedo goggia do 4º regimento de polícia montada da brigada militar na sede central do grupo nesta terça-feira, 31. o motivo da visita foi entregar em mãos ao presidente do grupo aspecir o agradecimento do 4º regimento de polícia montada em nome do tenente coronel carlos alberto luvizetto selistre que destacou em documento o apoio dado e a compreensão da importância desse evento para a brigada militar e a comunidade rio-grandense que foi fundamental para o êxito na realização do concurso hípico. na ocasião também foram entregues brindes e documentação com a descrição e fotos de todo o festival. o campeonato de hipismo mais antigo e tradicional do brasil, apoiado pela federação gaúcha dos esportes equestres, reuniu cerca de 320 competidores nos quatro dias de competição da 55ª edição do festival hípico noturno realizada entre os dias 20 e 23 de novembro de 2014. o evento ocorreu nas dependências do 4º regimento de polícia montada de porto alegre e contou com um público assistente das competições de aproximadamente 2 mil pessoas por dia. as provas foram realizadas nas categorias de “escola” – 0,60cm, 0,80cm e 0,90cm – e categorias de 1m, 1m10, 1m20 e 1m30 para atletas amadores, profissionais e cavalos novos.   estiveram presentes competidores de todo o estado do rio grande do sul, polícias militares de 12 estados brasileiros (santa catarina, paraná, são paulo, rio de janeiro, espírito santo, minas gerais, pernambuco, bahia, maranhão, distrito federal, mato grosso e amazonas, além do exército uruguaio e exército chileno. o presidente, sr. milton machado agradeceu a reverência e disse que o grupo aspecir se orgulha de apoiar um festival de tamanha envergadura.
01/01/2015

Novo teste de Blog

 teste
10/10/2014

Administradoras atraem as pequenas empresas

  um dos grandes desafios para a indústria da previdência é hoje incentivar a disciplina e a educação financeira e previdenciária da população. segundo pesquisa da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi) realizada em abril, 68% dos brasileiros ainda não pensam em guardar dinheiro. isso é preocupante, mas ao mesmo tempo uma oportunidade de expansão de mercado, principalmente quando se observa o aumento da expectativa de vida. nos anos 90, várias empresas criaram planos de previdência privada para seus funcionários. ao longo dos anos, no entanto, esses planos passaram a ser administrados por instituições financeiras. a escolha envolve questões como custo e escala, diz josé ribeiro pena neto, diretor-presidente da associação brasileira das entidades fechadas de previdência complementar (abrapp). de acordo com ele, o que atraiu as companhias para um fundo multipatrocinado foi – e continua sendo – a possibilidade de compartilhar os custos fixos, por exemplo, os administrativos, com outras patrocinadoras, o que representa um gasto menor. além da questão da escala, o diretor-presidente da abrapp aponta ainda o fato de que o processo de criação, implantação e manutenção de um fundo de pensão é oneroso e burocrático. a previdência é um assunto muito complexo. montar um fundo que renda um valor determinado que dê rendimento similar ao salário é um desafio grande e os bancos são profissionais na área de investimentos, afirma evaldo alves, professor de administração da fundação getulio vargas (fgv). a brasilprev superou em 2014 a marca de r$ 100 bilhões em ativos sob sua gestão. segundo dados da quantum axis, tem 57% de market share em captação líquida (diferença de tudo o que é arrecadado menos o montante resgatado), indicador no qual é líder desde 2008. o crescimento foi de 50% nos primeiros onze meses de 2014 em comparação a igual período do ano passado. para a brasilprev, o ano de 2014 foi marcado pelo lançamento de um produto para micro e pequenas empresas. o desempenho foi acima do esperado. de outubro de 2013 até outubro de 2014, a arrecadação superou em 90% as reservas que a empresa já tinha nesse segmento com a oferta disponível anteriormente. para 2015, o plano é lançar uma nova solução para o setor empresarial, com foco nas médias empresas, com serviços exclusivos, vantagem progressiva e produtos customizados, informa mauro guadagnoli, superintendente comercial da brasilprev. o grande diferencial dessa nova oferta é a chamada vantagem progressiva, que possibilita a redução das taxas cobradas individualmente – à medida que o colaborador atinge patamares superiores de reserva financeira – ou coletivamente – quando o somatório das reservas de todos os participantes vinculados a um determinado cnpj alcança níveis mais elevados, explica guadagnoli. outra vantagem, segundo ele, é que estes planos são averbados, ou seja, não contam com a participação financeira da empresa contratante, o que para os pequenos negócios é um facilitador, pois eles não precisam de uma estrutura de gestão de pessoas para coordenar a adesão ao produto. a bluestar silicones, fabricante de silicones para fins industriais, é fruto da venda mundial da unidade de silicone da francesa rhodia para a chinesa bluestar. a rhodia tinha um plano fechado de previdência complementar gerenciado internamente. em 2007, a bluestar silicones decidiu contratar um plano da brasilprev. a relação custo/benefício é muito boa. o gerenciamento é todo feito pela administradora e temos garantias e segurança dos recursos. a solução desenhada foi bastante customizada em relação à contribuição, prazos de resgate e administração dos valores, diz marco alves, diretor administrativo e financeiro da bluestar silicones. trabalham na empresa cerca de 70 funcionários, dos quais 92% aderiram ao plano. a bradesco seguros tem por volta de 45 mil empresas como clientes de seus planos de previdência, dos quais participam cerca de 870 mil pessoas. os planos previdenciários ficaram cada vez mais financeiros, por isso muitas empresas escolhem não fazer sua gestão internamente, afirma carlos eduardo sarkovas, diretor da bradesco seguros, que opera em todos tipos de empresas. fonte: sindseg-sp
17/07/2014

Aspecir 77 anos

  a aspecir previdência celebra, hoje,17 de julho, 77 anos de existência e de sucesso. assim como seu símbolo, a empresa é uma engrenagem industrial unida a mercúrio (símbolo do comércio) e protegida pelo anjo da guarda.   para milton machado, diretor presidente, nada seria possível sem o empenho e dedicação de seus colaboradores que acreditam na empresa e na sua direção. este ano, em especial, com diversas contratações e renovações, que certamente interviram positivamente para cada conquista, tornando a equipe muito mais completa.   hoje, a aspecir cresce e trabalha como um grupo oferecendo crédito consignado para aposentados e pensionistas do inss e ipe, militares e funcionários públicos. composto pelas empresas aspecir previdência, união seguradora, socicred, acvat e futuro previdência, o grupo tem as melhores oportunidades de negócios para pequenas, médias e grandes empresas.   o desejo do diretor presidente: «que continuemos como a família que somos, sempre unidos e em busca dos mesmos resultados. »   nesta quinta-feira, a direção recebeu os colaboradores com um café da manhã. na oportunidade, o diretor presidente, milton machado, agradeceu a todos pelo trabalho desenvolvido, destacando a importância da união da equipe. a seguir, os vencedores da ação organizada por ocasião da copa, receberam os prêmios das mãos de maurício dória da área comercial da aspecir. o primeiro lugar ficou com cristiane de souza; o segundo foi para marilucia vieira martins  e o terceiro para josete gauer quintana. também foi realizado o sorteio de um kit copa da brasil cacau que foi para as mãos de simone cristine baptista duarte.  

Alerta para o Corretor de seguros, segmento oferece grandes oportunidades em 2019


08/02/2019
A comissão de seguro rural do Sincor-SP alerta os corretores lembra que há boas oportunidades no agronegócio. A expectativa é que a produção de carne bovina deve crescer em média de 2,6% ao ano, chegando a 10,8 milhões de toneladas em 2021.

Além disso, há previsão do aumento do consumo da proteína, em termos absolutos no País, com previsão de crescimento de 5,3% no mesmo período.
Diante deste cenário, os produtores brasileiros ganharam importância e ainda mais responsabilidade sobre sua atividade.

Com o seguro rural o pecuarista pode garantir a vida dos animais, que são classificados em duas modalidades, seguro pecuário elite, que incluem os bovinos utilizados para incremento de plantel, seguro para rebanhos comerciais e rebanho de produção de leite e de corte.

Apesar disso, há baixa adesão a esse tipo de proteção por parte dos pecuaristas. De acordo com Karen Matieli, sócia proprietária da Denner Seguro de Animais e Coordenadora da Comissão Rural do Sincor-SP, o setor enfrenta alguns entraves que impedem seu crescimento.

Segundo ela, a falta de informação e divulgação das modalidades de seguros existentes para proteger a pecuária, e a falta de Subvenção Federal como forma de incentivo à contratação do seguro são as principais causas.
Karen ressalta que o potencial do seguro pecuário no Brasil é enorme. “Pensando em abastecer o mundo em alguns anos, precisamos estar protegidos. Toda operação deverá estar pautada com muita segurança, e o instrumento seguro, validará o que o nosso País tem de melhor: o nosso Agronegócio”, destaca.

Expectativa para 2019

Com o início de um novo governo, o setor espera um olhar mais atento a principal ferramenta de mitigação de riscos da agropecuária, que é o seguro rural.
A nova ministra da Agricultura, Tereza Cristina, demonstra interesse em aumentar a área protegida com o seguro, e consequentemente, precisamos estreitar os laços entre pecuaristas e o governo, trazendo a importância de valorizar ainda mais a nossa pecuária, que segue investindo em genética e tecnologia, assumindo seus riscos, sozinha.

Além disso, recentemente o apoio dos Deputados Arnaldo Jardim e Itamar Borges ajudaram na suplementação de recursos no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), para o seguro rural.
O assunto voltou à pauta já no início do ano, em reunião onde foi discutido possíveis alterações no programa que enquadra políticas públicas e de incentivos ao agronegócio Paulista, onde a subvenção ao prêmio do seguro rural está inserida.

Parte do custo do seguro rural é subsidiado pelo governo do Estado, incentivando assim agropecuaristas manterem suas atividades protegidas. “Iniciamos o ano já com o planejamento em mãos, afinal de contas, o agro não para.

Estreitamento entre setor produtivo para entender as principais demandas, a busca por novos produtos que amparam os principais riscos da atividade e apoio político para mais recursos aos Programas PSR e FEAP, que fazem parte desta agenda de trabalhos”, finaliza Karen.

Fonte: Cqcs/Sueli Santos com informações do Sincor-SP

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