24/09/2018

Competição em taxas é acirrada nos bancos

 banco do brasil, bradesco, itaú e santander zeraram os custos de custódia do tesouro direto para seus clientes na busca por manter clientes de investimentos em casa, as principais instituições financeiras – banco do brasil, bradesco, itaú e santander – acirraram a competição e zeraram taxas de custódia no tesouro direto e taxas de carregamento em planos de previdência. na avaliação do diretor executivo de investimentos do santander brasil, gilberto abreu, a competição entre os bancos de varejo e instituições menores (plataformas de gestoras e corretoras) é saudável e deve aumentar. “o cliente ganha com isso. e a competição [daqui para frente] se dará pela qualidade do advisor [assessor financeiro], pela melhor oferta de produtos ao mercado”, afirmou o diretor executivo. o primeiro movimento de zeragem de taxas de custódia do tesouro direto entre os bancos de varejo foi liderado pelo bradesco ainda no primeiro semestre. e nas três últimas semanas, santander, itaú e o banco do brasil também instituíram a prática. na previdência privada, a bradesco seguros já utilizava “taxa zero” de carregamento nos aportes de entrada em vgbl e pgbl e zerava na saída a partir do quinto ano de permanência. os concorrentes embalaram neste mês de setembro com “taxa zero” nos aportes e nos resgates. “é possível que tenhamos novos entrantes nos planos de previdência, mas acredito que não devemos ter um forte movimento de migração dos fundos e mesmo de outros produtos, como tesouro ipca+”, disse o diretor de produtos de investimentos e de previdência do itaú, claudio sanches. o itaú informou que além do tesouro direto, isentou taxas de custódia em certificados de depósito bancário (cdb) de outros gestores, de letras, certificados de recebíveis imobiliários (cri) e do agronegócio (cra) e de debêntures. ao passo que o banco do brasil passou a isentar as taxas de custódia de cri, cra e debêntures. a gerente geral da unidade de captação e investimentos do bb, paula mazanék, não acredita em migrações significativas de um produto para outro por causa da zeragem da custódia na renda fixa. “buscamos fidelizar nossos clientes e atrair novos. e com a zeragem das taxas de carregamento na previdência há um estímulo adicional para o brasileiro poupar para o futuro”, disse. disputa com gestoras a competição ainda provoca a redução das taxas de administração de fundos de renda fixa. na média da anbima, as gestoras cobram 1% ao ano dos cotistas. “as taxas já são similares as praticadas em fundos internacionais, hedge funds, 0,7%, 08% ao ano”, compara abreu. pelos dados da anbima, clientes com aportes de entrada mais r$ 100 mil conseguem taxas de 0,53% ao ano, enquanto pessoas físicas de varejo com aportes de até r$ 1 mil pagam 2,47% ao ano.
24/09/2018

Como investir na sua aposentadoria

 o brasileiro costuma ter uma relação de curto prazo com o dinheiro. uma pesquisa divulgada recentemente pela anbima mostrou que, dos 49% dos brasileiros que fizeram algum tipo de investimento em 2017, apenas 5% o fizeram pensando na velhice ou aposentadoria. é um dado que nos deixa bem preocupados. uma porque o futuro da previdência pública é incerto. com a expectativa de vida do brasileiro chegando aos 76 anos em 2018, o ibge projeta que o país terá mais idosos do que jovens em 2060, o que ocasionaria uma inversão na pirâmide etária. sendo assim, teríamos uma base da população economicamente ativa menor que o de aposentados, o que torna o desafio do governo em não deixar o sistema previdenciário entrar em colapso muito mais difícil – e aqui, não apenas lá em 2060, mas no curto prazo. o segundo ponto é a dificuldade em planejar o longo prazo com uma economia historicamente instável. o poder de compra dos brasileiros variou muito nos últimos anos, o que complica um pouco a visão anos a frente. os r$ 100 de cinco anos atrás não compram as mesmas coisas que hoje, que podem não comprar as mesmas coisas daqui 10 anos. isso impacta de certa forma no planejamento do investimento em uma aposentadoria que pode chegar só daqui 30 anos, por exemplo. o terceiro ponto é a cultura do aproveitar o momento. nós já falamos disso aqui, então nem vamos entrar nos detalhes. a aposentadoria é um marco na vida das pessoas. é aquele período que você deve recolher os louros por tantos anos trabalhados, de suor, estresse e passar a fazer apenas o que você gosta e tem vontade, sem nenhum tipo de obrigação. coisa boa, não é? então, a não ser que você seja um multimilionário (e mesmo assim, há ressalvas), é bom começar a planejar e executar para usufruir de toda a tranquilidade no futuro que você merece. abandone o pensamento de curto prazo: você vai viver bastante, vai estar cheio de saúde e, quando chegar a hora de se aposentar, se tiver seguido esses passos, vai nos mandar um e-mail nos agradecendo por essas dicas.
24/09/2018

Como planejar a aposentadoria

 primeiro passo: quanto você quer ter de renda mensal uma aposentadoria confortável é sinal de independência financeira. ou seja, você poder contar com um valor todos os meses, que será fruto dos seus investimentos ao longo da vida. mas de quanto você precisará? — estudos mostram que a população conseguiria atender suas necessidades após a aposentadoria com aproximadamente 70% da renda atual. mas com certeza esse é um número que deve ser reavaliado com o passar do tempo, já que a inflação influencia diretamente na renda futura — explica o product owner da warren, alex frighetto. aqui fica uma dica: no objetivo renda mensal no warren, a projeção da inflação para os próximos anos já é levada em consideração. segundo passo: considere o fator tempo o tempo é um fator precioso para investir na aposentadoria. quanto mais cedo você colocar seu investimento em prática, menor é o aporte mensal que pode ser dado. por isso, coloque a mágica dos juros compostos para trabalhar pra você o quanto antes. vamos a um exemplo: ana tem 25 anos e começou a investir na aposentadoria com um aporte inicial de r$ 1.500. ela tem um perfil moderado, portanto, investe em um portfólio com 20% em ações e 80% em renda fixa. se mantiver aportes mensais de r$ 300, ela terá, aos 60 anos, em torno de r$ 1.175.000 para usufruir da forma que bem entender. já o paulo tem 40 anos e começou a investir na sua aposentadoria agora, com o mesmo aporte de ana, r$ 1.500, em um portfólio com a mesma alocação. se ele mantiver os aportes mensais de r$ 300, paulo terá aos 60 anos, algo em torno de r$ 233 mil. para conseguir atingir a meta de r$ 1 milhão, paulo deverá fazer um investimento de r$ 10 mil e seguir com aportes mensais de r$ 1.300. viram como o fator tempo é importante? os juros compostos trabalham com muito mais vontade ao mesmo passo que o seu investimento ganha uma superpotência com ações a longo prazo. portanto, se você está na casa dos 20, 25 anos, agora é a hora de começar a garantir sua independência financeira quando tiver que parar de trabalhar. se tiver na casa dos 30, é melhor se apressar. e se você está em torno dos 40, nada de desânimo: se planeje e comece a colocar em prática o que for viável, pois você ainda tem 20 anos para acumular e potencializar seus resultados. nesse caso, você precisa gastar menos e poupar mais. terceiro passo: considere a taxa de retorno outro ponto importante a ser considerado é a taxa de retorno do investimento que você for fazer pensando na sua aposentadoria. a rentabilidade dos produtos que você investe está diretamente ligada ao dinheiro que você vai usufruir adiante. um por cento a mais de taxa de retorno já faz maravilhas acontecerem. lembram da ana? pois então, se ela aplicasse os mesmos valores na poupança, que está rendendo 4,55% ao ano, aos 60 anos, ela teria r$ 307.283,00 (levando em consideração os juros atuais). com a poupança rendendo tão pouco, fica fácil a comparação, mas acredite: existem produtos de investimento tão ruins quanto, que são vendidos no mercado como a oitava maravilha do mundo. portanto, fique de olho! se investisse em produtos com retorno de 8% ao ano = r$ 698 mil produtos com 10% ao ano = r$ 1.175.000 produtos com 15% ao ano = r$ 4.679.851 mas lembre-se que não existe mágica. é o conjunto de tempo + esforço + boa taxa de retorno. como investir? como falamos ali em cima, a escolha de bons produtos para investir é fundamental. portanto, vamos falar de alguns deles. renda fixa para os mais conservadores, os produtos de renda fixa podem ser boas opções porque contém produtos que aliam segurança e rentabilidade na medida certa. mas, para isso, é sempre importante que você avalie as taxas de gestão e administração e a rentabilidade desses fundos, porque nada adianta você ter boa rentabilidade, mas pagar uma fortuna de taxa. na warren, o portfólio de renda fixa conta com um mix de títulos públicos e créditos privados, o que garante segurança e boa rentabilidade, com uma taxa zero pelos produtos. ações para os moderados e arrojados, as ações podem compor o portfólio de investimento com a função de dar aquele “boom” nos resultados. mas um aviso bem importante: se você optar por investir na sua aposentadoria com alocação em ações, você precisa resistir ao ímpeto natural de querer resgatar em caso de maus momentos. como o objetivo é de longo prazo, possíveis quedas na bolsa podem ser suavizadas no decorrer do tempo. portanto, fique firme para assegurar melhores resultados! previdência privada os fundos de previdência privada são compostos por produtos de renda fixa e variável, mas possuem características especiais, como benefícios fiscais, dois tipos de tributação, além de outros aspectos que podem auxiliar em momentos mais difíceis. aqui é preciso ficar atento, pois existem muitos fundos de previdência privada sendo oferecidos por instituições tradicionais que possuem péssima rentabilidade e são cheias de taxas. com a warren, você nem precisa ficar analisando e escolhendo quais os produtos são mais rentáveis para investir na sua aposentadoria. o warren analisa o seu perfil de investidor e sugere os produtos e a alocação ideal para que você se sinta confortável e à vontade para começar a tirar os seus dias de tranquilidade do papel. fonte: moneytimes
24/09/2018

Seguradora dos EUA passa a exigir trackers de fitness nas apólices

 é mais uma prova de que o futuro passa pelos wearable. a seguradora john hancock anunciou que vai parar de oferecer as apólices de seguros de vida tradicionais e forçar os consumidores a escolher outras opções. o plano vitality básico vai pedir aos consumidores que introduzam os dados da sua atividade física recolhidos através de uma pulseira inteligente. depois, consoante sejam atingidos determinados objetivos, os segurados vão receber cheques prenda, noticia o engadget. por outro lado, os utilizadores podem ter um desconto de até 15% nos prémios através de uma apólice que implica a cedência da monitorização de dados de saúde e de fitness recolhidos através de wearables. do lado da seguradora, ao recompensar os seus clientes por se manterem em forma e com um estilo de vida saudável, é uma opção inteligente, uma vez que se os segurados viverem mais tempo, ficarão a pagar mensalidades durante mais tempo também. resta perceber como é que a john hancock vai detetar utilizações fraudulentas, que permitem aumentar os indicadores de atividade física, mesmo sem ter feito qualquer exercício. os novos planos irão entrar em vigor em 2019 e não parecem ser opcionais.
24/09/2018

Raio-X do investidor brasileiro

 a anbima, comprometida com a educação financeira do brasileiro, conversou com pessoas de todo o país para conhecer os hábitos de poupança e investimento da população. com a ajuda do datafolha, coletou informações importantes para entender o comportamento e as motivações do investidor. segundo ana leoni, superintendente de educação da anbima "para termos uma atuação mais efetiva em educação financeira, precisamos conhecer a fundo o comportamento da população e as motivações dos investidores na hora de aplicar dinheiro." ponto para a anbima. a pesquisa recebeu o nome de "raio-x do investidor brasileiro" e será repetida anualmente para monitorar as intenções de investimento não apenas em relação às aplicações financeiras, mas também quanto à aposentadoria e aos motivos que levam as pessoas a não fazerem reserva financeira. a pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros não conhece e não utiliza produtos de investimento. em respostas espontâneas, sem opções de escolha, apenas 45% da população disse conhecer um ou mais produtos, com destaque para a poupança, citada por 32%. a pesquisa revela um fato curioso. para os brasileiros, investimento é um conceito muito mais amplo, e vai muito além dos produtos financeiros. embora apenas 9% tenham feito aplicações financeiras, 25% disseram ter investido em 2017. para eles, a compra de bens duráveis como carro e moto, negócio próprio, compra ou quitação de imóveis e estudos, é investimento. embora essas formas de investir sejam legítimas, a pesquisa revelou que poucos se preocupam em ter e manter uma reserva financeira, importante para preservar o patrimônio e a qualidade de vida em períodos de diminuição de renda, como a perda de um trabalho ou a chegada da aposentadoria. segurança é a principal razão para investir. a maioria (54%) dos que investem em produtos financeiros buscam segurança. se somarmos aos 12% que querem tirar o dinheiro sem prejuízo em caso de necessidade - e portanto, estamos falando de segurança, o percentual aumenta para 66%. rentabilidade aparece em segundo lugar (16%), distante da principal finalidade que move os investidores: segurança. assim, fácil entender a preferência absoluta pela poupança, que acolhe os recursos de 89% dos investidores. a previdência privada, segunda e distante opção dos investidores, tem 6%. a pesquisa investigou como os brasileiros estão se preparando para a aposentadoria e os resultados mostram que o planejamento financeiro não é uma realidade para a maioria da população. quase metade (47%) se aposentará com os recursos da previdência pública (inss). outros 28% continuarão trabalhando e os recursos virão do salário; 12% não sabem de onde virá o dinheiro para o sustento na aposentadoria. conversa, ao vivo, com o gerente ou agente, acompanhado do tradicional cafezinho, ainda é a forma preferida dos brasileiros (44%) que buscam informação sobre investimentos. amigos e parentes (33%), sites de notícias (29%), consultorias de investimento (17%), aplicativos (9%), entre outras, também foram citados. você se identificou com a pesquisa? espero que faça parte da minoria que investe, que planeja e se preocupa com o futuro, e busca ampliar o conhecimento sobre as alternativas de investimento e como fazer escolhas adequadas. ainda não investe? seja bem-vindo ao clube e comece ainda hoje. conte comigo (e minhas sementinhas semanais) para te motivar e inspirar.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/colunas/opiniao_economica/2018/09/649572-raio-x-do-investidor-brasileiro.html)
17/09/2018

União Seguradora comemora 105 anos no Acampamento Farroupilha

  parceiros de negócios, diretoria e colaboradores participaram do momento a união seguradora, empresa do sólido grupo de origem gaúcha aspecir, acaba de completar 105 anos de existência. e, para realçar a importante data, a seguradora recebeu convidados especiais, corretores de seguros e parceiros de negócios. assim, na quinta-feira (13), no piquete da rede pampa de comunicação, no acampamento farroupilha em porto alegre, foi servido um saboroso churrasco, com atendimento impecável, próprio dos parceiros da união seguradora, que evidenciou a nobreza do encontro. as presenças dos funcionários da companhia, do presidente milton machado, do diretor joão carlos lock, e com o prestigio do vice-presidente de rede pampa, paulo sérgio pinto. parabéns grupo aspecir! fotos: filipe tedesco/jrs
17/09/2018

Previdência: um dia você vai precisar dela

 tudo o que você precisa saber sobre aposentadoria, reforma da previdência social e previdência privada. tire suas dúvidas sobre o inss com renato follador! herança para evitar disputas judiciais e gastos dos herdeiros, muitos pais têm adotado a “doação com reserva de usufruto”. essa é a forma legal pela qual o proprietário pode transmitir, em vida, a propriedade de um bem para outra pessoa, mas mantendo o direito de usá-lo e administrá-lo até morrer. ocorre que, se o doador fizer doações a quem não tenha direito, ou seja, a um herdeiro que não seja legal, os prejudicados podem contestar depois. também, ao fazer a doação, o doador deverá pagar o imposto de transmissão causa mortis e doações (itcmd), o que é uma despesa para a qual pode não estar preparado. um pai me perguntou qual seria a alternativa. olha, na previdência privada, quem tem um plano já define, no momento da inscrição, a quem e em qual percentual vai deixar sua poupança previdenciária, em caso de seu falecimento. deixa o dinheiro para quem quiser e não necessariamente para quem é herdeiro legal. isso não pode ser contestado. é lei. esse dinheiro não entra em inventário e economiza tempo e gasto com advogados e impostos no caso de sua destinação. no mês seguinte pode ser resgatado ou recebido como renda pelo beneficiário. voltando à doação com reserva de usufruto, se o dono do imóvel não precisa de dinheiro para viver na velhice, perfeito. agora, para quem é proprietário e passa necessidades com uma aposentadoria minguada da previdência social, uma sugestão: não deixe nada para ninguém. use o imóvel para melhorar a aposentadoria, hipotecando-o na hora em que se aposentar. depois da morte, o imóvel fica com o banco. fonte: tribuna por renato follador
17/09/2018

Mercado segurador cresce apesar da instabilidade política

 o ano de 2018 iniciou-se com previsões otimistas em relação ao crescimento da economia brasileira. os índices, entretanto, caíram de 2,5% para 1,5%. de acordo com francisco galiza, consultor de economia, a instabilidade política é um dos principais motivos para a queda. “há uma incerteza grande, que atinge todos os setores econômicos e isso acaba diminuindo investimentos e consumos”, explica. o mercado de capitalização, após dois anos seguidos de queda de receita, demonstra possível recuperação. o setor de seguros, sem o vgbl e saúde, também pode esperar por crescimento até o final do ano. “como um todo, o que a gente pode dizer do mercado de seguros, ele tem conseguido, apesar de todas as dificuldades, crescer acima da inflação”, conclui galiza. fonte: revista apólice
17/09/2018

Primeira turma do Programa Recomeço, desenvolvido pela Seguradora Líder, conclui qualificação

 no dia 04 de setembro, a seguradora líder promoveu uma solenidade, no rio de janeiro, para marcar o término da qualificação da primeira turma do curso-piloto de qualificação do programa recomeço, que tem como objetivo oferecer aos beneficiários do seguro dpvat a oportunidade do retorno ao mercado de trabalho. a primeira turma teve 17 participantes que, nesta ocasião, receberam uma carta de reconhecimento e foram homenageados pela diretoria da seguradora líder e por professores e integrantes da escola nacional de seguros (ens), parceira na execução desta turma-piloto. para o professor andré peres, que acompanhou a turma durante toda a capacitação, iniciativas como o programa recomeço tem o potencial de mudar vidas. segundo ele, é por meio das histórias dos alunos que se aprende que a solução está dentro de cada um. “diariamente, estamos cercados por boas ideias, mas partir para a ação é o grande diferencial e vimos isso através do programa recomeço. a iniciativa da seguradora líder motiva outras empresas a fazer parte dessa história”, completou. o diretor-presidente da seguradora líder, ismar tôrres, destacou em seu discurso de abertura no evento a importância deste marco para todo o programa recomeço. “a qualificação destes alunos é um grande passo e motivo de orgulho para todos nós. nossa expectativa é que outras turmas de qualificação aconteçam em outros estados e que o programa contribua para tornar o mercado de trabalho mais inclusivo”, afirmou. tôrres revelou, ainda, que mais de 19 empresas já cadastraram suas vagas no portal recomeço, que pode ser acessado pelo endereço: renatrudes costa, de 62 anos, uma das alunas do curso, ficou emocionada ao compartilhar suas expectativas. “desde o início, quando recebi a ligação para participar do projeto, comecei a acreditar que, de fato, conseguiria voltar ao mercado de trabalho. o curso foi, de fato, um recomeço. hoje, posso afirmar que voltei a sonhar”, destacou. a qualificação da primeira turma começou no dia 6 de agosto e contou com parceria da escola nacional de seguros. durante 84 horas, os 17 alunos selecionados tiveram aulas sobre temas como atendimento ao cliente; conceitos básicos de seguros; língua portuguesa; orientação profissional; matemática financeira; rotinas administrativas e informática básica. fonte: cqcs

Após recorde, Ibovespa sobe com perspectiva sobre previdência e exterior positivo


09/01/2019
O Ibovespa abriu em alta nesta quarta-feira (9) com apoio de todas as blue chips, exceto a ON do Banco do Brasil. A abertura positiva, mesmo após o recorde na terça-feira (8) no fechamento (92.301,86 pontos), acontece em meio ao persistente bom humor dos agentes econômicos com a esperança de concretização da agenda liberal do governo Bolsonaro, a começar pelas mudanças na Previdência. Às 10h28min, o Ibovespa subia 0,54% aos 92.530 pontos. Na máxima intraday, marcou 92.653 pontos (+0,68%). Foi renovada na terça a perspectiva de uma reforma mais dura do que a declarada pelo presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu para esta quarta a apresentação de uma medida provisória para conter fraudes previdenciárias e assistenciais. Do exterior, a influência é positiva. As bolsas na Europa sobem. Os índices acionários futuros de Nova Iorque indicam uma abertura positiva do mercado à vista americano. E o petróleo sobe perto de 2%, na oitava sessão consecutiva de ganhos. Contribui para esse cenário o otimismo do investidor global com a perspectiva positiva sobre um possível acordo entre China e Estados Unidos para dirimir as divergências comerciais. Ainda que persista a paralisação parcial do governo americano, agradou o fato de o presidente Donald Trump não declarar "emergência nacional". Nesta quarta, Trump irá ao Capitólio conversar com senadores republicanos sobre o impasse na administração federal. Os democratas continuam firmes no propósito de não liberar recursos para a construção do muro na fronteira com o México, como pede o presidente. A ON do Banco do Brasil caía 0,19%, num momento de atenção à promoção do filho do vice-presidente, general Mourão, no Banco do Brasil. O funcionário de carreira do banco estatal Antonio Hamilton Rossell Mourão foi promovido a assessor especial, o que triplicou seu salário.

Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/664727-apos-recorde-ibovespa-sobe-com-perspectiva-sobre-previdencia-e-exterior-positivo.html)
 

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