12/09/2018

70 anos do Clube da Bolinha

  a essência do clube da bolinha continua a mesma, inclusive uma certa aura de mistério que o cerca... mas é uma entidade formal, que tem tudo para continuar por mais 70 anos! o clube da bolinha de são paulo está completando 70 anos de idade. foi fundado no dia 30 de agosto de 1948 por dimas de camargo maia, que o conduziu com mão de ferro e muito talento durante vários anos. a ideia atrás do clube da bolinha era a possibilidade de encontro das lideranças do mercado de seguros num ambiente fora das companhias e dos órgãos de classe, com a proposta de trocar ideias numa reunião agradável e capaz de permitir que todos se encontrassem e se manifestassem durante um jantar mensal congregando amigos. durante muitos anos, o clube da bolinha foi uma entidade sem personalidade jurídica. existia, funcionava, tinha sócios, as pessoas pagavam suas contribuições, mas não havia um clube formalmente registrado, com atas, contabilidade e demais formalidades legais. ele funcionava na gaveta e nas anotações do roberto luz, o secretário executivo do sindicato das seguradoras do estado de são paulo, que, durante algumas décadas, praticamente até morrer, além do sindicato, controlou o clube da bolinha e outras entidades mais ou menos dependentes do sindicato. o roberto luz providenciava tudo para a realização do jantar mensal e levava o uísque que seria bebido na noite e as bolinhas que dão o nome ao clube e que são utilizadas até hoje para a eleição dos novos sócios – brancas a favor do ingresso e pretas, contra. durante muito tempo, o clube da bolinha foi uma entidade misteriosa, pouco conhecida, da qual não se falava muito, mas que, pela qualidade de seus sócios, tinha forte influência nos destinos do setor de seguros. o ingresso no clube da bolinha tinha um ritual bastante formal e o candidato era convidado por um dos sócios para participar de alguns jantares, antes de ter o nome indicado (sem seu conhecimento) para ser sócio do clube. num dos jantares a candidatura era formalmente apresentada e os sócios recebiam duas bolinhas, uma branca e outra preta, para que uma delas fosse depositada anonimamente num saco, do qual sairia o resultado da eleição, que era confirmada ou não, dependendo do número de bolas pretas que fossem contadas na apuração. o ritual não era mera formalidade. mais de um candidato recebeu bola preta e não foi aceito como sócio, daí a importância das eleições não serem comentadas fora do círculo de sócios: não havia razão para ferir sensibilidades. a regra ainda se mantém e os candidatos a sócios são submetidos ao veredito das bolinhas. se bem que a possibilidade de alguém não ser aceito exista, atualmente, as conversas e negociações para a apresentação de um candidato fazem com que os que cheguem a ser formalmente apresentados tenham seu ingresso invariavelmente confirmado na noite da eleição. até os primeiros anos da década de 2000, o clube da bolinha não aceitava mulheres entre seus sócios. foi nessa época, após um longo e complexo trabalho de convencimento, que as primeiras mulheres foram eleitas, quebrando a antiga regra e abrindo as portas para que outras profissionais do setor de seguros se tornassem sócias. hoje, o clube da bolinha tem personalidade jurídica, contabilidade, diretoria formalmente eleita e segue todos os atos formais que são exigidos de um clube. sua essência continua a mesma de setenta anos atrás. é um encontro mensal, o mais informal possível, para seus sócios, todos profissionais ligados ao setor de seguros, se reunirem num jantar agradável, num restaurante gostoso e, durante a noite, conversarem sobre os mais diversos assuntos, estreitarem os laços de amizade e incrementarem a troca de informações. o clube da bolinha ainda tem uma certa aura de mistério. como é seu funcionamento, quem são os sócios, como são escolhidos, como as reuniões são marcadas, os restaurantes selecionados, o que é discutido… é bom que seja assim, se não for por nada, em nome da tradição e da formalidade essenciais para o funcionamento harmonioso da sociedade. mas, mais do que tudo, o clube da bolinha é a solução perfeita para o encontro mensal, num jantar sem compromisso, de um grupo de amigos. feliz aniversário, clube da bolinha! que sejam os primeiros 70 anos de muitos outros 70 anos que irão se seguir. fonte: estadão
12/09/2018

Nova plataforma quer dar transparência a licitações...

 a disponibilidade em diários oficiais de dados das licitações brasileiras e contratos de empreiteiras com o poder público não impediu o desenvolvimento do esquema de corrupção deflagrado na operação lava jato. apesar de públicas, as informações muitas vezes não são acessíveis - por estarem descentralizadas, com linguajar extremamente técnico, ou de difícil acesso pelo público em geral. é esse um dos pontos que o instituto observ pretende mudar ao criar uma plataforma online, aberta, que concentre os documentos das licitações de obras, traduza os requisitos do projeto e monitore os editais públicos. o projeto brasileiro teve sua primeira apresentação pública em washington nessa terça-feira, 11.  até então, as apresentações eram reservadas a convidados. em uma sala que acomodaria 30 pessoas no brazil institute do think tank wilson center, cerca de 50 curiosos acompanharam a apresentação. o projeto é tocado pelo instituto ethos, a empresa de tecnologia jus brasil, a consultoria de estratégia global albright stonebridge group e o escritório de advocacia barros pimentel, que pretendem criar até novembro o instituto. a ideia é disseminar conteúdo sobre as licitações e estimular o engajamento da sociedade para melhorar as práticas atuais, combater a corrupção e buscar qualidade em licitações públicas. a ideia começou a ser gestada dentro da odebrecht, a gigante do setor que foi obrigada a pagar quase r$ 7 bilhões a autoridades públicas em um acordo de leniência depois do descobrimento do esquema de pagamento de propinas. o engajamento em projetos de combate à corrupção é uma das obrigações que a empreiteira se impôs como condições da leniência. o objetivo das conversas nos eua é levantar dinheiro para o projeto que deve custar r$ 10 milhões por ano. até agora, fundações com verba para investir em combate à corrupção e empresas de diversos setores, como seguradoras, como seguradoras, demonstraram interesse em financiar o projeto. fonte: o estado de s. paulo
12/09/2018

CEO de Insurtech marca presença em painel sobre mudança no comportamento do consumidor

 o debate aborda a forma que o relacionamento com o cliente tem mudado e como as empresas devem se preparar para atendê-los. ceo e fundador da thinkseg, andré gregori esteve no congresso nacional de relacionamento empresa-cliente (conarec), um dos maiores eventos de relacionamento com clientes do mundo. o evento trata a respeito das mudanças trazidas pelo “pós-consumidor” e também sobre como as empresas podem se preparar para esse novo estágio. o ceo dividiu o palco com presidentes de empresas como a accenture digital, telhanorte, o grupo carrefour brasil e claro tv. andré gregori conversou com os presentes sobre como o modelo de negócios da sua empresa é totalmente digital e nasceu justamente para atender esse novo tipo de consumidor. a questão levantada fez parte do painel “meu consumidor não é mais o mesmo. o que significa ‘comprar’?”, através do qual o empresário explicou o conceito de “personas”, o qual está no centro do modelo de negócios da thinkseg. “primeiro identificamos as diferentes personas – não apenas pelo perfil, mas também pelo comportamento delas – e com base nessas características construímos produtos de seguro exclusivos e sob medida, junto às principais seguradoras do mercado”, explica. o evento é voltado para executivos e lideranças, além de reunir milhares de profissionais que buscam inovação, ideias e inspiração para aprimorar o relacionamento com seus clientes. um dos eventos mais procurados pelo público corporativo, reúne temas que sensibilizam a agenda corporativa com a diversidade e qualificação dos palestrantes e congressistas. fonte: portal nacional de seguros
10/09/2018

'Pé de meia': confira o melhor investimento para cada fase da vida

 especialistas dão dicas de como montar uma boa carteira de aplicações de acordo com sua idade e melhorar a sua reserva financeira na hora de montar uma boa carteira de investimentos, o perfil do investidor e seu objetivo são decisivos para garantir uma boa rentabilidade. porém, outro ponto que costuma influenciar bastante está no prazo da aplicação. por isso, pensar em investimentos de acordo com a sua faixa etária pode ajudar na sua estratégia de crescimento patrimonial ou de renda. independente da fase de vida, o quanto antes conseguir colocar os investimentos em prática, melhor.   especialistas elaboraram para o correio um plano bem diversificado, tanto para quem está só começando - como jovens a partir de 20 anos - quanto para os que passaram da idade de se preocupar com a aposentadoria e estão acima dos 60.  há opções para investir a partir de r$ 30, como os títulos do tesouro direto, por exemplo. são três categorias diferentes com sugestões de aplicações, cuidados e dicas para melhorar o retorno financeiro.  “é necessário entender o momento de cada um e seus planos de vida. em qualquer um dos perfis de investidor - mais conservador ou arrojado - é essencial que ele conheça muito bem o tipo de investimento, os riscos envolvidos, prazos para resgate (liquidez)”, destaca o diretor comercial da corretora easynvest, fabio macedo.  o planejamento da reserva deve levar em consideração também os custos para manter esta carteira. “algumas corretoras não cobram taxa de administração para investimento em nenhum tipo de produto de renda fixa. porém, em outras instituições, essa taxa é cobrada. considerando 0,5% ao ano, significa que para um período de 30 anos, 17% do rendimento é direcionado para a empresa administradora”, alerta macedo.  objetivos segundo a educadora financeira meire cardeal, o que vai fazer a diferença é a real finalidade do investimento, a fim de adequar o prazo à modalidade.  resgates antecipados em aplicações de longo prazo podem ocasionar redução da rentabilidade esperada ou até mesmo a perda de parte do capital investido.   “quanto maior a idade, menor deve ser o percentual destinado ao longo prazo. nestes casos é indicada uma carteira de investimento mais conservadora e com um bom volume para garantir uma reserva para emergências, como as aplicações de liquidez imediata”, fala.  esta definição de prazos só será eficiente se o investidor fizer um bom controle de suas finanças. o alerta é do economista e educador financeiro edval landulfo. “é poupar para ter recursos disponíveis e investir para ter a multiplicação da renda com os juros compostos a seu favor”, aconselha landulfo.  20 a 39 anos por rogério manente eu recomendo ao montar sua carteira - o importante é concentrar a maior parte do patrimônio em ativos de baixo risco, mas aproveitar a pouca idade para aceitar risco em alguns ativos. a diversificação em ativos com risco de crédito (como debêntures, cras ou cris) e ativos com risco de mercado (como ações, ou fundos multimercado) dilui o risco global. uma boa alocação - pense em algo como: 30% em tesouro selic; 20% em tesouro ipca+ 2045; 10% em cdbs sem liquidez de até 5 anos; 10% em outros ativos de renda fixa (debêntures, cras ou cris); 15% em ações ou fundo de ações e 15% em fundos multimercado. evite equilíbrio na hora de investir - não exagere em nenhum dos lados. ou seja, o investidor não pode achar que é conservador e alocar toda sua carteira em ativos sem risco e abrir mão de uma melhor rentabilidade. da mesma forma, não se pode achar que é arrojado e investir apenas em ativos de risco.  fique atento rentabilidade - outra regra importante é não acreditar em investimentos mágicos. todos os investimentos com potencial de grande retorno envolvem grande risco. um ótimo exemplo é o boom dos criptoativos. esse tipo de investimento é  de altíssimo risco. ele não precisa ser evitado, desde que o investidor conheça o risco. mais dicas quer arriscar?  para investidores nesta faixa etária cabe de tudo um pouco, só depende do apetite ao risco. algumas opções com mais risco são debêntures com altas taxas (high yield) e ações de empresas small caps. rogério manente é gerente gerente geral da socopa invest  40 a 59 anos por francis wagner eu recomendo acima da inflação - a tendência é que esses investidores sejam mais avessos ao risco e estejam mais preocupados com a preservação do seu capital.  escolher produtos que protejam o investidor da inflação pode ser uma boa estratégia. alocar uma maior parte da carteira em produtos de renda fixa e também em produtos que paguem renda de forma periódica pode ser uma boa ideia. segurança - algumas ideias para a composição do portfólio são produtos de renda fixa pós-fixados e/ou atrelados à inflação, como cdbs e até mesmo fundo de investimento imobiliários. evite zona de conforto - claro que essa é uma questão que depende do perfil de cada investidor, mas renda variável, por exemplo, é uma boa alternativa para ganhos de longo prazo. como esse grupo já está perto da aposentadoria, pode não ser muito vantajoso iniciar esse tipo de investimento. fique atento futuro - se estamos falando de um grupo de pessoas que está preocupada com a aposentadoria, o ideal é que se invista pensando nesse objetivo e no prazo que quer alcançá-la, se o investidor tem 55 anos e pretende se aposentar aos 65, não faz sentido investir em algo com data de resgate para 20 anos.  mais dicas conhecimento - é necessário avaliar quais são os objetivos para esse investimento. além disso, estudar e conhecer sobre a aplicação escolhida é fundamental. escolha produtos que rendam sempre acima da inflação. identificar o rendimento real é uma dificuldade para as pessoas, elas ignoram o impacto da inflação nos preços.  francis wagner é presidente do aplicativo renda fixa  mais de 60 anos por thiago nigro eu recomendo replanejamento da carteira - é preciso repensar possíveis investimentos em previdência privada como aposentadoria complementar. esta modalidade só faz neste período da vida se a pessoa tiver como objetivo deixar a aplicação para sucessão patrimonial (as previdências permitem que haja beneficiários sem passar pelo inventário). importante - o melhor investimento vai depender dos objetivos do investidor. se ele quer viajar daqui a 1 ano, por exemplo, não faz sentido investir em um cdb que só vai dar retorno no prazo de 2 anos. evite tempo de resgate - caso o investimento não seja para sucessão patrimonial ou o saque do dinheiro aconteça antes de 10 anos, o melhor é evitar a previdência privada, pois o ganho ficará muito abaixo do padrão. fique atento taxas mais competitivas - uma dica importante é avaliar a instituição financeira onde irá aplicar seu dinheiro. muitas vezes é mais vantajoso priorizar uma corretora de investimentos em detrimento de grandes bancos. por que? as corretoras normalmente oferecem taxas mais atrativas e rentáveis. geralmente, os bancos acabam cobrando taxas que inviabilizam os investimentos. o investidor deve ter cuidado e procurar entender todos os detalhes possíveis do plano que está aderindo para não ser surpreendido no futuro. mais dicas compare e pesquise - é preciso fazer um comparativo entre os investimentos que são disponibilizados, considerando sempre o tripé liquidez, risco e o rendimento do ativo. thiago nigro é educador financeiro e criador do canal primo rico
10/09/2018

Processos Ágeis transformam modelo de negócios no setor de seguros

  pressão para que a ti e as áreas de negócios acelerem e inovem mais rapidamente é mais do que nunca real no mundo acelerado de hoje, você teria dificuldade em encontrar uma área de ti que não estivesse experimentando pelo menos o ágil. a pressão para que a ti acelere e inove mais rapidamente, contudo, é mais do que nunca real. mas esse não é um desafio apenas da ti. na maioria das empresas, líderes de todas as funções estão sob pressão para operar na velocidade de seus clientes cada vez mais capacitados. embora esses líderes não possam adotar todas as especificidades do ágil, há alguns que lideram o avanço de suas empresas em direção à velocidade e à inovação na experiência do cliente. a vgz cooperative é uma delas. com a ajuda de kees hamster, membro do conselho e cfo/cio da vgz, recentemente richard sawhney, analista da forrester membro do cio group, promoveu uma reunião para observar, aprender e compartilhar ideias sobre como a empresa está avançando em direção ao objetivo de se tornar uma organização digital centrada no cliente. em um mercado competitivo, a vgz é a segunda maior organização de seguros de saúde sem fins lucrativos dos países baixos, com um volume de negócios de 10 bilhões de euros e de 2 mil ftes, 400 deles estão na unidade de tecnologia, chamada de data care. a vgz decidiu dar um passo fundamental, definindo claramente os desafios que pretendia abordar: como a vgz poderia se diferenciar em uma indústria regulada. como a empresa poderia reduzir a rotatividade de funcionários. como a vgz poderia oferecer serviços mais competitivos para suas redes b2b, como médicos e hospitais, e seus clientes finais. a vgz concentrou seus esforços em melhorar a experiência do cliente. o ponto de partida não era uma segmentação tradicional de clientes – a liderança decidiu concentrar-se em entender e melhorar as jornadas do cliente, especificamente a frequência das interações com o cliente e o impacto na vida dos clientes. para se concentrar verdadeiramente no cliente, a vgz precisava mudar seus processos para reconhecer o comportamento do cliente e agir rapidamente de acordo com as suas necessidades. a gerência decidiu acelerar a velocidade com que tomou decisões, acelerar a entrega de novos recursos para os clientes e fechar o ciclo, integrando as lições aprendidas – com efeito, os princípios do àgil! a equipe de vendas e marketing viu os benefícios dessa evolução e aderiu de todo o coração. felizmente, a vgz já havia implementado princípios de design e introduzido o lean it em 2014. isso provou ser uma base sólida para a introdução de formas ágil de trabalhar. “antes de adotar o ágil, visite o maior número de empresas possível com sua equipe para observar, aprender e fornecer um catalisador para a mudança dentro de sua organização”, disse kees hamster, membro do conselho e cfo/cio da vgz. “observamos como o ágil pode ser tratado apenas como uma outra maneira de trabalhar que oferece muitos benefícios e vai além da sua associação com a organização de ti. dada essa perspectiva, fico fascinado ao ver como grupos fora da ti adotam formas ágeis de trabalhar”, avaliou sawhney. na vgz, o ágil foi adotado de forma imprecisa na ti, mas os departamentos de vendas e marketing foram as primeiras unidades a adotá-lo. isso criou uma demanda para que a ti fizesse o mesmo e se alinhasse com seus clientes internos. depois de quatro trimestres de adoção do ágil, aqui estão algumas dicas importantes da vgz: o ágil gera entusiasmo – criou uma melhor compreensão do cliente e do negócio, bem como uma maior cooperação entre os negócios, ti e clientes (que foram ouvidos mais). o ágil muda a maneira como você avalia seus funcionários – ter metas claras e expressá-las em valor para o cliente. o ágil exige que você reaprenda como as pessoas podem trabalhar juntas – tornar as equipes tão autónomas quanto possível, dando-lhes ferramentas e reduzindo as transferências, as equipes devem ser capazes de resolver os problemas por conta própria. ter equipes de no máximo nove pessoas para evitar a criação de subgrupos. o ágil envolve uma mudança no modo de gestão – a vgz apresentou análises trimestrais de negócios. cerca de 200 pessoas se reúnem durante dois dias, gastam 50% do tempo em necessidades de negócios e 50% em melhorar a maneira de operar. a preparação é a chave para o sucesso. a jornada ágil da vgz é um processo contínuo de aprendizado, integração e aprimoramento. a chave para o sucesso da empresa é ter um ambiente em que seja seguro falhar rapidamente e integrar essas lições. quais departamentos da sua organização são o mecanismo e o vagão na adoção do ágil? por que isso está funcionando/não está funcionando? eu adoraria ouvir exemplos de empresas de manufatura incorporando o ágil! fonte: itf 365
10/09/2018

5 diferenciais para o corretor de seguros dos dias de hoje

  profissional precisa estar preparado para obter destaque no mercado hoje é possível fazer a cotação e contratação de um seguro online, porém, contar com a ajuda de um profissional é sempre mais indicado e o correto a fazer. é preciso usar algumas estratégias para que um corretor de seguros consiga se destacar no mercado. não basta ser conhecido se os seus concorrentes usam estratégias mais eficazes e conseguem atrair os clientes e fazer as vendas. até porque esse é um mercado que está em crescimento e mais concorrido. se deseja sair na frente, ter um bom desempenho e atender com qualidade, veja os diferenciais que um corretor de seguros deve ter para se destacar no mercado. 1. esteja atento aos seus concorrentes saiba o que os seus concorrentes estão fazendo e o que tem atraído os clientes para conseguir replicar e fazer melhor. analise de forma cuidadosa quais são os pontos fortes e diferenciais competitivos que as outras empresas possuem e como fizeram para conquistar isso. acompanhe com frequência o mercado para não ficar ultrapassado e, se possível, sempre dite tendências. 2. invista na cotação online a maioria das pessoas busca por comodidade na hora de cotar o seguro e nada melhor do que pode fazer isso online de qualquer lugar. tenha um site que permita que os clientes façam a cotação online ou crie parcerias com empresas especializadas nesse tipo de serviço e que possam gerar leads. ficar fora do universo tecnológico quando o assunto é seguro é perder clientes e deixar de ofertar uma das ferramentas mais buscadas. 3. gerencie os leds não adianta ter uma lista de clientes interessados em seguros se não souber trabalhá-la. filtre de acordo com o interesse na aquisição para que possa ter um funil de vendas e utilizar as estratégias certas para fazer com que o interesse seja grande a ponto da pessoa adquirir o seguro com você. faça ofertas para os que estão prontos para comprar e alimente com informações os que ainda estão se decidindo. o mais importante é não demorar para retornar para um lead, pois, se isso acontecer, um concorrente pode ser mais rápido. 4. crie um relacionamento com o cliente mesmo que haja interesse pela cotação de seguro online, os clientes querem se sentir apoiados e ter com quem tirar suas dúvidas ou receber orientações personalizadas. esteja sempre disponível para que a pessoa possa contatá-lo de uma maneira rápida, por chat, e-mail, fale conosco, telefone ou outros. além disso, sempre entre em contato para saber se ele já adquiriu o seguro, possui alguma dúvida ou para dar suporte ao produto que ele já possui. quanto mais próximo estiver, maior será a confiança e assim a compra ou renovação do seguro serão feitas com você. 5. crie uma estratégia de marketing é preciso planejar como chegar ao cliente e não basta apenas abrir o seu escritório. pense em ações de marketing, como divulgar os seus seguros nos locais corretos, produzir conteúdo de qualidade, ter e-mail marketing, fazer parcerias que tragam bons resultados e outros. não aja de forma espontânea em todas as situações, pois algumas exigirão ações pensadas e que possam trazer os resultados que deseja. ao tomar esses cuidados conseguirá se destacar no mercado e mostrar que o seu diferencial pode ser o melhor para os clientes.
10/09/2018

Transformação digital impõe desafios para lideranças do setor de tecnologia das seguradoras

  profissionais devem adaptar-se para corresponder ao novo cenário em um passado não muito distante, os cios de seguradoras tinham uma atuação bastante tradicional. eram responsáveis por gerenciamento de dados, desenvolvimento e manutenção de sistemas, segurança e outras questões relacionadas à infraestrutura, oferecendo, também, suporte para problemas do dia a dia. hoje, no entanto, o cenário é bem diferente. esse profissional é cobrado para alavancar o desenvolvimento de novos negócios, ser corresponsável no destaque da empresa no mercado e, ainda, manter o nível de satisfação dos consumidores elevado.o novo perfil exigido pelas seguradoras é de um cio com atuação estratégica e diretamente alinhada ao negócio. isso porque a tecnologia deve ser utilizada com foco no relacionamento e encantamento do cliente. o cio deve ser parte fundamental da transformação digital, compartilhando a responsabilidade e trabalhando em parceria com as áreas de negócio. nesse cenário, surge a oportunidade para que esses profissionais ressignifiquem o seu papel. e, se já não havia zona de conforto para esses líderes, em função da natureza da área e de suas funções, o desafio, agora, é ainda maior. esse novo cio lida com algumas dores durante o processo de adaptação à nova realidade. a primeira delas é que boa parte das empresas ainda encara a ti como centro de custos. os orçamentos são restritos e os cortes têm se intensificado nos últimos anos. isso significa um empecilho para o desenvolvimento da área, uma vez que a transformação digital, dependendo da abrangência do projeto e das tecnologias escolhidas, pode demandar um investimento considerável. além das limitações financeiras, o cio deve estar preparado para lidar também com outra dor latente: as mudanças na forma de trabalhar, que exigem adequação de profissionais como analistas, desenvolvedores e gerentes de projetos. as equipes devem ser capacitadas e treinadas para lidar com as inovações, mas é preciso ir além e incentivar também a mudança de mentalidade. o desafio de fazer mais e melhor é intensificado. nesse sentido, metodologias como agile e lean aparecem como aliadas e precisam ser compreendidas e utilizadas pelos líderes de ti. outro fato importante é compreender que não é preciso desenvolver tudo internamente. soluções especialistas de mercado podem ser integradas facilmente, por exemplo, com a utilização de apis (sigla em inglês de application programming interface, ou interface de programação de aplicativos), fazendo com que a empresa reduza o time to market, ou seja, o tempo desde o início do desenvolvimento de um produto até ele estar pronto para a venda. muitas seguradoras estão trilhando esse caminho, umas mais adiantadas que outras. essa tendência se consolida no mercado e se estabelece, de fato, como um movimento necessário, que trará mudanças profundas para a área de ti. atentos a esses detalhes, os cios poderão focar suas atenções na operação das seguradoras, alterando-a com um objetivo maior: a satisfação do cliente. e, ao fazer esse trabalho de forma mais objetiva e evitando desperdícios, o orçamento é melhor direcionado e aproveitado. o auxílio de consultorias com conhecimento do mercado segurador, novas tecnologias e metodologias também é uma opção, uma vez que esse trabalho pode orientar a equipe de ti da organização de forma mais assertiva. vencidas as dores, o cio passa a ocupar o espaço estratégico que lhe cabe e a conduzir as seguradoras para o futuro digital. fonte: jrs *por cristiane dompieri, diretora comercial da sistran.
10/09/2018

Mercado reduz alta do PIB e inflação de 2018

 o mercado reduziu expectativa para o crescimento do produto interno bruto (pìb) e de inflação em 2018. a projeção do pib deste ano passou de 1,44% para 1,40%, conforme o relatório de mercado focus, divulgado nesta segunda-feira (10), pelo banco central (bc). há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 1,49%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 2,50%, igual ao visto quatro semanas atrás. para o ipca, a expectativa recuou de 4,16% para 4,05%, após a deflação de agosto. selic e câmbio permaneceram estáveis na expectativa do ano no fim de julho, o bc reduziu a projeção para o pib em 2018, de 2,6% para 1,6%. a instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano. no fim de setembro, foi a vez de o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) informar que o pib cresceu apenas 0,2% no segundo trimestre, em função dos efeitos da greve dos caminhoneiros ocorrida em maio e junho. no primeiro semestre, a alta acumulada foi de 1,0%. após os dados mais recentes sobre o comportamento dos preços, que apontaram deflação em agosto, os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o ipca de 2018. o focus mostra que a mediana para o índice, que baliza as decisões de política monetária, recuou de 4,16% para 4,05%. há um mês, estava em 4,15%. a projeção para o índice em 2019 seguiu em 4,11%. quatro semanas atrás, estava em 4,10%. para a selic (taxa básica de juros), os analistas mantêm a expectativa para o fim de 2018 e de 2019. este ano a taxa fecha em 6,50% ao ano. para 2019, ficou em 8% ao ano, igual ao verificado há quatro semanas, e 2020 e 2021 também no mesmo patamar. no início de agosto, o comitê de política monetária (copom) do bc anunciou a manutenção, pela terceira vez consecutiva, da selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano. o mercado indicou a manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2018 e 2019. a mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em r$ 3,80, ante os r$ 3,70 verificados há um mês. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano permaneceu em r$ 3,70, igual a quatro pesquisas atrás. a projeção para a produção industrial de 2018 foi de alta de 2,43% para elevação de 2,26%. há um mês, estava em 2,79%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial foi de 2,89% para 2,82%, ante 3,00% de quatro semanas antes. na relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018, o focus aponta leve recuo de 54,25% para 54,20%. há um mês, estava em 54,25%. para 2019, a expectativa permaneceu em 57,60%, ante os 57,70% de um mês atrás. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também dólar abre semana entre altas e baixas com investidor de olho na eleição bolsas da ásia fecham sem sinal único, com xangai em baixa de mais de 1% bolsas de nova iorque fecham em baixa com tensões comerciais e mais empregos nos eua bolsas da europa caem na semana, com tensão comercial e incerteza com emergentes capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647736-mercado-reduz-alta-do-pib-e-inflacao-de-2018.html)
10/09/2018

Dólar abre semana entre altas e baixas com investidor de olho na eleição

 a abertura do mercado de câmbio é de instabilidade e indica a divisão entre os agentes do mercado sobre o atual patamar do dólar. às 9h34min desta segunda (10), o dólar à vista caía 0,07% a r$ 4,0819. na máxima, foi a r$ 4,0909 (+0,08%). na mínima, marcou r$ 4,0534 (-0,83%). o contrato para outubro da moeda subia 0,60% aos r$ 4,0940. na máxima, foi a r$ 4,099 (0,74%). na mínima, marcou r$ 4,0615 (-0,18%). "após o fechamento em queda na quinta-feira (6), tem quem ache que a moeda desvalorizou muito e entra tomando. tem quem ache que a eleição mudou 'para melhor' e está 'soltando'", afirmou um operador do mercado cambial. o dólar futuro abriu com variação positiva nesta segunda-feira, 10, enquanto a moeda à vista iniciou o dia em queda. poucos minutos depois, as variações nos dois mercados mudavam de sinal. uma pressão de alta do dólar vem do exterior, onde a moeda sobe perante a maioria das emergentes. sobre o real, ainda pesam ajustes atribuídos à divulgação de dados sobre o mercado de trabalho americano, o "payroll", na sexta-feira (7), quando o mercado brasileiro estava fechado pelo feriado do dia da independência. no exterior, a moeda avançou em relação a pares desenvolvidas em razão dos "payroll" considerado forte. assim como na sexta-feira, os agentes globais seguem monitorando as tensões comerciais entre eua e china. ainda sobre o câmbio brasileiro nesta segunda, parte da instabilidade nos preços é explicada, segundo outro operador, pela expectativa do investidor quatro a novas pesquisas eleitorais. sobre o incidente, uma leitura é que este provocou um enfraquecimento da esquerda brasileira, como escreveu o operador da h.commcor cleber alessie machado neto.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647735-dolar-abre-semana-entre-altas-e-baixas-com-investidor-de-olho-na-eleicao.html)

Após recorde, Ibovespa sobe com perspectiva sobre previdência e exterior positivo


09/01/2019
O Ibovespa abriu em alta nesta quarta-feira (9) com apoio de todas as blue chips, exceto a ON do Banco do Brasil. A abertura positiva, mesmo após o recorde na terça-feira (8) no fechamento (92.301,86 pontos), acontece em meio ao persistente bom humor dos agentes econômicos com a esperança de concretização da agenda liberal do governo Bolsonaro, a começar pelas mudanças na Previdência. Às 10h28min, o Ibovespa subia 0,54% aos 92.530 pontos. Na máxima intraday, marcou 92.653 pontos (+0,68%). Foi renovada na terça a perspectiva de uma reforma mais dura do que a declarada pelo presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu para esta quarta a apresentação de uma medida provisória para conter fraudes previdenciárias e assistenciais. Do exterior, a influência é positiva. As bolsas na Europa sobem. Os índices acionários futuros de Nova Iorque indicam uma abertura positiva do mercado à vista americano. E o petróleo sobe perto de 2%, na oitava sessão consecutiva de ganhos. Contribui para esse cenário o otimismo do investidor global com a perspectiva positiva sobre um possível acordo entre China e Estados Unidos para dirimir as divergências comerciais. Ainda que persista a paralisação parcial do governo americano, agradou o fato de o presidente Donald Trump não declarar "emergência nacional". Nesta quarta, Trump irá ao Capitólio conversar com senadores republicanos sobre o impasse na administração federal. Os democratas continuam firmes no propósito de não liberar recursos para a construção do muro na fronteira com o México, como pede o presidente. A ON do Banco do Brasil caía 0,19%, num momento de atenção à promoção do filho do vice-presidente, general Mourão, no Banco do Brasil. O funcionário de carreira do banco estatal Antonio Hamilton Rossell Mourão foi promovido a assessor especial, o que triplicou seu salário.

Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/664727-apos-recorde-ibovespa-sobe-com-perspectiva-sobre-previdencia-e-exterior-positivo.html)
 

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