03/10/2018

Entrada de dólar supera saída em US$ 18,040 bilhões no ano até setembro, diz BC

 o fluxo cambial do ano até setembro ficou positivo em us$ 18,040 bilhões, informou nesta quarta-feira, o banco central. em igual período do ano passado, o resultado era positivo em us$ 6,679 bilhões. a saída pelo canal financeiro neste ano até setembro foi de us$ 19,003 bilhões. o resultado é fruto de aportes no valor de us$ 371,534 bilhões e de envios no total de us$ 390,537 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo anual acumulado até setembro ficou positivo em us$ 37,043 bilhões, com importações de us$ 131,179 bilhões e exportações de us$ 168,221 bilhões. nas exportações estão incluídos us$ 26,672 bilhões em adiantamento de contrato de câmbio (acc), us$ 51,216 bilhões em pagamento antecipado (pa) e us$ 90,333 bilhões em outras entradas. depois de encerrar agosto com saídas líquidas de us$ 4,250 bilhões, o país registrou fluxo cambial negativo de us$ 6,138 bilhões em setembro, informou o banco central. o canal financeiro apresentou saídas líquidas de us$ 6,734 bilhões no período. isso é resultado de aportes no valor de us$ 27,946 bilhões e de retiradas no total de us$ 34,680 bilhões. no comércio exterior, o saldo de setembro é positivo em us$ 596 milhões, com importações de us$ 16,303 bilhões e exportações de us$ 16,899 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 2,125 bilhões em acc, us$ 6,867 bilhões em pa e us$ 7,807 bilhões em outras entradas. o fluxo cambial registrado na semana de 24 a 28 de setembro ficou negativo em us$ 2,735 bilhões, informou o banco central. o canal financeiro apresentou saída líquida de us$ 2,839 bilhões, resultado de aportes no valor de us$ 8,493 bilhões e de envios no total de us$ 11,332 bilhões. no comércio exterior, o saldo na semana passada ficou positivo em us$ 104 milhões, com importações de us$ 4,749 bilhões e exportações de us$ 4,853 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 711 milhões em acc, us$ 1,467 bilhão em pa e us$ 2,675 bilhões em outras entradas.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/650947-entrada-de-dolar-supera-saida-em-us-18-040-bilhoes-no-ano-ate-setembro-diz-bc.html)
03/10/2018

Ibovespa sobe pontos sustentada por perspectiva sobre eleição

 a bolsa de são paulo, a b3, abriu o pregão desta quarta-feira (3), em forte alta acompanhada pelo fortalecimento do real frente ao dólar, o que levou a cotação a tocar os r$ 3,82. o pregão subia 2,68% por volta das 12h30min, atingindo 83.798 pontos. o movimento de otimismo nos mercados segue embasado na questão política doméstica. a abertura dos mercados acionários nos estados unidos em terreno positivo também ajuda a sustentar a alta do ibovespa. entre as estatais conhecidas como kit eleição, por serem mais sensíveis às questões políticas, as ações da petrobras subiam 6,40% (pn) e 5,77% (on) no fim da manhã, enquanto as da eletrobras avançavam 11,18% (on) e 11,71% (pnb) -maiores altas. entre as instituições financeiras, banco do brasil on registrava valorização de 9,16%. de acordo com a avaliação do gestor de renda variável da coinvalores, marco tulli siqueira, pode haver uma correção da magnitude dos ganhos ao longo do pregão. isso porque o pré-mercado ainda espelhava os ganhos em torno de 5% na sessão de terça dos índices de adrs brazil titans e ewz negociados em nova iorque. nessa terça-feira (2), o ibovespa atingiu a maior pontuação desde 22 de maio de 2018 e a maior variação porcentual desde 7 de novembro de 2016 (3,98%). nesta semana de reta final para o primeiro turno das eleições, os investidores se mostram muito sensibilizados às questões políticas e têm ido às compras a cada pesquisa que mostra a consolidação de bolsonaro e o aumento da rejeição ao candidato petista, fernando haddad. na terça à noite, segundo o datafolha, a intenção de voto no candidato do psl cresceu de 28% para 32%, e abriu 11 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, do pt, que oscilou de 22% para 21%. ciro gomes (pdt) permaneceu com 11% e geraldo alckmin (psdb) variou de 10% para 9%. dá espaço à continuidade dos ganhos também os mercados acionários no exterior, onde predomina a baixa aversão ao risco. nos eua, os índices operavam em alta, com o dow jones subindo 0,56%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/650945-ibovespa-dispara-a-84-mil-pontos-sustentada-por-perspectiva-sobre-eleicao.html)
28/09/2018

Seguro de vida em grupo é disseminado, mas pode ser melhor apresentado

 apesar de ser comercializado por cerca de 35 seguradoras, seguro de vida em grupo ainda não é tão conhecido por corretores e consumidores com forte atuação no mercado, o seguro de vida em grupo tem se mostrado um ramo com alto grau de diversificação ao ser comercializado por cerca de 35 seguradoras, mas enfrenta o desafio de ser conhecido amplamente por corretores de seguros e consumidores. segundo levantamento realizado pela comissão de vida, previdência e capitalização do sincor-sp, o ramo ainda é pouco explorado por boa parte dos corretores de seguros, principalmente pelo desconhecimento quanto à sua aplicação. “temos duas barreiras para vencer”, explica o coordenador da comissão, roberto lopes passos. “o primeiro é o consumidor conhecer os diversos produtos que as seguradoras disponibilizam, bem como todas as coberturas disponibilizadas e formas de contratação. o segundo é o corretor ofertar o produto, uma vez que muitos desconhecem os procedimentos das seguradoras e as coberturas, e acabam não oferecendo produtos específicos”, explica. os dados também mostram que o ramo de seguro de vida em grupo é um segmento de grande potencial, cresceu no encalço da inflação e movimentado r$ 10 bilhões em prêmios no ano de 2017. o poder de oferta do produto também é um chamariz para os corretores de seguros, que podem considerar as diferentes modalidades de empresas para oferecer a melhor cobertura. “o corretor precisa estar atento às características das empresas e sindicatos, que exigem a contratação do seguro de vida para seus funcionários. com isto, as empresas que não possuem a cobertura, ficam sujeitas aos pagamentos de multas”, exemplifica passos. com base nessa possibilidade, cabe ao corretor fazer a oferta do seguro de acordo com as exigências do sindicato, lembra passos. pequenas e médias empresas também são outra opção, pois muitas efetivam a contratação como benefício aos seus funcionários. seguros em números o setor de seguros evoluiu em 2018, de acordo com a carta de conjuntura. de janeiro até julho deste ano, o mercado faturou r$ 63,2 bilhões. no ano passado, no mesmo período, a receita era de r$ 59,4 bilhões – o que mostra um crescimento de 6%. de acordo com o sincor-sp, “apesar de tantas incertezas políticas e econômicas”, houve crescimento. “um dos pontos a serem observados é a melhora do lucro agregado das seguradoras, após o ajuste a uma nova realidade de preços com a queda dos juros. e outro ponto, naturalmente, é o crescimento de receita”, diz a mensagem de abertura do estudo. o ramo de destaque no período foi o seguro de pessoas (sem vgbl), com uma variação nominal de 10%, o que leva a um crescimento real, acima da variação inflacionária. o crescimento é importante, ainda mais diante de uma série de fatores, como a manutenção da taxa de desemprego e o fracasso de reformas. “de um patamar de 3% de crescimento do pib em 2018 passamos para uma estimativa de 1,5%. a todo momento sobe e desce a esperança de bons resultados. em setembro, com base nos dados de agosto, o cenário está mais ou menos estável, mantendo o crescimento aos poucos”, diz a carta de conjuntura. veja a carta de conjuntura de agosto 2018 completa. m.s. revista apólice
28/09/2018

Plano VGBL é porta de entrada na previdência

  fundos dominam a indústria, mas especialistas ressaltam que é preciso cuidado na escolha da tributação fiel. sérgio dortas tem um vgbl há 15 anos: “tenho três filhos, todos com vgbl. e meus seis netos logo terão seus planos também” concentrando mais de 90% de uma indústria cujo patrimônio já chega a r$ 775,6 bilhões, o plano vida gerador de benefício livre (vgbl) é a porta de entrada dos brasileiros que decidem poupar por conta própria para a aposentadoria. apesar de não contar com o benefício das deduções tributárias como o pgbl, o vgbl atende a certos perfis de investidores e também ajuda no planejamento tributário. em geral, o vgbl é indicado para quem é isento de imposto de renda (ir) ou faz sua declaração anual pelo modelo simplificado. dessa forma, costuma ser a escolha de jovens profissionais ou pessoas sem dependentes. isso porque, diferentemente do pgbl, os aportes realizados no vgbl não podem ser descontados da renda sobre a qual incidirá o ir. por outro lado, no momento de resgatar os recursos acumulados, o ir incide apenas sobre o dinheiro que rendeu, não sobre a contribuições dos participantes. — no fundo, o vgbl acaba sendo muito parecido com um fundo de investimento tradicional, no qual também não se pode deduzir do ir, que incide sobre os rendimentos — aponta luis felipe maciel, diretor regional da mongeral aegon. mas o vgbl também tem benefícios tributários que não são encontrados nos fundos de investimento. assim como o pgbl, ele não sofre a mordida do ir semestral, o chamado “come-cotas”, que captura 15% do rendimento de fundos de investimento tradicionais em maio e novembro. a longo prazo, segundo especialistas, a diferença de rentabilidade acumulada pode ser significativa. além disso, o vgbl é uma ferramenta para aqueles que já esgotaram o diferimento tributário proporcionado pelo pgbl. afinal, só é possível usar na declaração do ir investimentos em pgbl que somem no máximo 12% da renda bruta anual do contribuinte. — depois de atingir esse limite, o cliente que quiser poupar mais para a velhice pode abrir um fundo vgbl, para continuar contribuindo — observa flávio lemos, sócio da trader brasil investimentos. depois de optar entre vgbl ou pgbl, exige-se do participante uma outra escolha, de consequência tributária: a qual tabela de cobrança de impostos sua previdência privada será submetida? elas são duas, a regressiva e a progressiva. indústria em expansão de acordo com especialistas, a tabela regressiva é ideal para quem está disposto a investir por muito tempo. isso porque a alíquota cai gradualmente ao longo do tempo em que o dinheiro está aplicado. por essa tabela, quem resgata em menos de dois anos, por exemplo, paga 35%, alíquota que chega a ser superior aos 27,5% sobre a renda cobrados no topo da tabela de ir. quem fica mais de dez anos, no entanto, paga imposto de apenas 10%. já a tabela progressiva segue as alíquotas de ir que valem para os salários e é indicada àqueles que podem ter de sacar os recursos a curto prazo ou que sabem que terão no futuro um benefício mensal de valor baixo. — a questão da tabela de tributação, progressiva ou regressiva, tem de ser decidida visando ao prazo. como regra geral, se você vai deixar o dinheiro aplicado por mais de sete anos e meio, oito anos, a regressiva é muito vantajosa — explica marcelo wagner, diretor financeiro da brasilprev. — já a tabela progressiva é indicada para quem tiver dúvidas sobre a necessidade de resgatar o investimento a curto prazo ou se, lá na frente, a pessoa for resgatar valores sobre os quais incidam alíquotas baixas de imposto de renda. na previdência privada, o cliente tem total liberdade para transferir seus recursos para outro plano sem pagar taxas ou impostos, sendo também possível migrar da tabela progressiva para a regressiva. o contrário, no entanto, é vedado. por isso, a escolha da tabela deve ser feita de forma consciente, alertam os especialistas. mas a escolha do tipo de plano tem consequências ainda mais perenes: não é permitido mudar de vgbl para pgbl, nem vice-versa. desproporcionalmente maiores que os pgbl, são os planos vgbl que têm puxado o crescimento da indústria de previdência privada. segundo números da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima), só este ano os fundos de previdência captaram r$ 13,5 bilhões junto a seus participantes. a previdência privada já corresponde a 17,3% de todo o patrimônio aplicado em fundos de investimentos no país. o crescimento tem sido puxado pelas discussões sobre a reforma da previdência e pelo fato de o segmento ainda ser considerado jovem, havendo ocorrência limitada de saques aos fundos hoje. mudança de mentalidade e os planos vgbl têm aumentado sua fatia na indústria. entre janeiro e maio, de acordo com a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), os vgbl atraíram 91,3% dos prêmios e contribuições da indústria, contra 87,6% em 2013. uma mudança geracional no que diz respeito à educação financeira também estimula o apetite pela previdência. — meu pai se arrepende de não ter feito um plano de previdência. se ele tivesse feito lá atrás, hoje teria acesso a uma segunda renda. por isso, não quis perder tempo e fiz meu plano logo após sair da faculdade — conta a dentista ana luiza rega, de 26 anos. — sou autônoma, então essa é uma forma de investimento que encontrei para ter uma garantia no futuro. ela destina, hoje, 10% de sua renda mensal a um fundo vgbl. quando abriu o fundo, sequer declarava ir, o que justificou sua escolha pelo vgbl. e quem foi previdente lá atrás transmite com maior facilidade o planejamento às próximas gerações. — as minhas duas grandes seguranças são os investimentos em imóveis e em vgbl, mas só neste último eu tenho liquidez, podendo resgatar o dinheiro a qualquer momento. tenho três filhos, todos com vgbl. e meus seis netos logo terão seus planos também — garante sérgio dortas, de 67 anos, que tem um vgbl há 15.   fonte: adriana lorete / agência o globo leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/plano-vgbl-porta-de-entrada-na-previdencia-23105260#ixzz5spute8nn stest
28/09/2018

Como negociar ao contratar um plano de previdência?

  os cuidados que é preciso tomar para fazer a melhor escolha não ceda a pressões os bancos costumam ter metas para vender planos de previdência privada. por isso, é comum que exista uma pressão para que o cliente contrate um. a primeira recomendação é não ceder, explica ione amorim, economista do instituto brasileiro de defesa do consumidor (idec). considere sua idade idade, apetite por risco, capacidade de poupar. tudo isso deve ser considerado na hora de assinar. “há casos absurdos de consumidor de 70 anos que foi orientado a contratar um título de previdência privada, por exemplo”, relata ione. outro erro é estar atento a quando começar a usufruir do benefício. “tem gente que faz previdência privada com tabela regressiva de dez anos. a pessoa vai acabar pagando imposto maior, porque provavelmente vai tirar o dinheiro muito antes disso”, diz a assessora financeira daniela casabona. raios x do plano contratado um fundo de previdência rende de acordo com as aplicações que a instituição gestora escolhe. saber que escolhas são essas é fundamental, explica mauro calil, especialista em investimentos do banco ourinvest e fundador da academia do dinheiro: “tem que pegar a lâmina desse plano de previdência e verificar o que tem lá dentro e qual é a rentabilidade”. simulação não é garantia calil acrescenta que é importante levar em consideração que as simulações feitas por bancos na hora de oferecer um plano de previdência podem não se confirmar. como o investimento é de longo prazo, muitas das variáveis podem mudar ao longo do tempo, como a taxa de juros. para se ter uma ideia, só nos últimos dois anos, a selic, taxa básica da economia, caiu de 14,25% para 6,5% ao ano, o que influencia, por exemplo, investimentos em renda fixa. “o ideal é a pessoa montar sua carteira de investimentos e revisá-la uma vez por ano”, orienta calil. o banco é a melhor escolha? daniela casabona lista uma série de razões para considerar outras opções de investimentos em geral, não só em previdência. para quem quer diversificar, ela lembra que há, por exemplo, menor variedade de produtos financeiros à disposição nessas instituições. vale, portanto, considerar outras instituições para investir, como corretoras de seguros. compare opções é comum que instituições financeiras ofereçam ferramentas e simuladores. vale comparar condições antes de escolher. ione, do idec, lembra que o processo para desistir de um plano é burocrático, e é improvável alegar que não havia conhecimento sobre as condições. “se não está entendendo, não aceite”, afirma. leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/como-negociar-ao-contratar-um-plano de-previdencia-23105448#ixzz5spvbbxex
28/09/2018

Assistência digital de Seguradora chega ao Google Assistente e oferece vários serviços exclusivos

 para promover melhorias, é necessário fazer investimentos. a bradesco seguros, então, chega ao google assistente através da bia (bradesco inteligência artificial), oferecendo uma gama de serviços exclusivos para segurados. no segmento do seguro auto, em caso de batida de carro, panes (seca, elétrica ou mecânica), troca de pneu ou ajuda com chaveiro, o usuário poderá solicitar o serviço por mensagem de voz ou escrita. é só dizer “falar com bia do bradesco”, que será dado início ao atendimento. a assistente digital da seguradora foi concretizada em 2017 para clientes do banco, pois integra um projeto do grupo bradesco que tem como objetivo melhorar a experiência do usuário com o que existe de mais moderno em inteligência artificial. atualmente, bia responde perguntas tanto escritas quanto faladas e possui, em média, 74 mil usuários por dia, somando quase 44 milhões de interações. o sistema responde aproximadamente 5.500 perguntas por hora sobre 82 tipos diferentes de serviços do banco e da seguradora. fruto disso, os usuários têm 85% de satisfação. o presidente do grupo bradesco, vinicius albernaz, comenta sobre o fato de serem pioneiros: “fomos a primeira seguradora a investir em inteligência artificial e esta é uma tendência mundial, que facilita o dia a dia das pessoas, trazendo agilidade e comodidade”, destaca. “a inovação é prioridade na bradesco seguros e, por isso, queremos ser úteis para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes em todos os momentos”, acrescenta. já fabio coelho, presidente do google brasil, comenta a importância da inteligência artificial na vida das pessoas: “além de trazer toda a ajuda da busca e de nossos outros serviços, o google assistente permite que as pessoas interajam com empresas importantes em sua vida de forma mais natural. é exatamente o que bradesco seguros oferece aqui: um serviço que faz sentido para o seu negócio e seus clientes, usando o poder da tecnologia para tornar os processos mais rápidos, simples e fáceis”. fonte: cqcs | yan passos
28/09/2018

Parcelamento é opção para evitar exclusão do Simples

 a receita federal divulgou ontem (17.9.2018), em seu site, que notificou mais de 700.000 empresas optantes pelo simples nacional de seus débitos previdenciários e não previdenciários com a secretaria da receita federal do brasil (rfb) e com a procuradoria-geral da fazenda nacional (pgfn). a contar da data de ciência da exclusão o contribuinte terá um prazo de 30 dias para a regularização da totalidade dos débitos à vista, em parcelas ou por compensação. a comunicação de exclusão pode ser acessado pelo portal do simples nacional ou pelo atendimento virtual (e-cac), no sítio da receita federal, mediante certificado digital ou código de acesso. observe-se que, como os débitos com exigibilidade suspensa não motivam a exclusão do simples nacional, aqueles débitos incluídos no pert-sn não constarão na citação da exclusão. a pessoa jurídica que regularizar a totalidade dos débitos dentro desse prazo terá a sua exclusão do simples nacional automaticamente tornada sem efeito, ou seja, o contribuinte continuará no simples nacional não havendo necessidade de comparecer às unidades da receita federal para adotar qualquer procedimento adicional. aqueles que não regularizarem a totalidade de seus débitos no prazo de 30 dias contados da ciência serão excluídos do simples nacional com efeitos a partir do dia 1/1/2019. fonte: contábeis
28/09/2018

Entenda quando começa o prazo para seguradora declinar proposta

 quando começa a contagem do prazo de 15 dias para que a seguradora decida se vai ou não declinar uma proposta de seguro. essa questão foi apresentada por membro de um dos grupos de whatsapp do cqcs o “bom dia seguro” que possui mais de 3 mil corretores de todo brasil. há quem entenda que esse prazo começa a partir do momento que a proposta é protocolada. outros, contudo, alegam que é preciso aguardar a vistoria. mas, o que deve prevalecer? “essa é, de fato, uma questão muito polêmica”, afirma o presidente do sincor-df, dorival alves de sousa, em entrevista ao cqcs. contudo, ele entende que o correto é a contagem ter início assim que houver a transmissão da proposta ou o protocolo na seguradora. “não é a partir da vistoria, que pode acontecer a qualquer momento ou mesmo ser dispensada pela seguradora”, acrescenta. para o presidente do sincor-df, a partir do protocolo ou da transmissão da proposta, está assegurada, inclusive, a cobertura do segurado. “a pergunta que se deve fazer é: e se ocorrer um acidente com o veículo segurado antes da vistoria? não há cobertura? estou certo que qualquer decisão na justiça vai condenar a seguradora, que estava ciente do risco”, conclui dorival alves de sousa.  fonte: cqcs
28/09/2018

Pesquisa revela falta de “cultura do seguro” no país

 o jornal do commercio (pe) destaca estudo realizado pela universidade de oxford e a seguradora zurich revelou que o brasil tem a menor taxa do mundo em se tratando de cobertura pessoal por meio de seguros. cerca de 19% dos entrevistados brasileiros afirmaram ter um seguro de vida, quando a média global é de 32%. o reino unido vem com a segunda pior taxa, com 21% de cobertura. o estudo avaliou cerca de 11 mil pessoas no brasil, méxico, estados unidos, reino unido, itália, espanha, alemanha, suíça, malásia, hong kong e austrália. no brasil, o seguro mais procurado ainda é o que cobre furtos e danos do automóvel, com cerca de 80% dos contratos, à parte, é claro, o dpvat, que é aquele obrigatório e pago por todo proprietário de veículo para indenizar vítimas de acidentes de trânsito. mesmo entre os donos de carros, motos e caminhões, o seguro está longe de ser uma unanimidade. apenas 25% da frota nacional (de cerca de 100 milhões de veículos, segundo o denatran) está segurada. para o presidente do sindicato das corretoras de seguros em pernambuco (sincor-pe), carlos alberto valle, a falta de uma “cultura do seguro” no país tem a ver com a própria índole do brasileiro. “o brasileiro é imprevidente por natureza, mas isso está mudando”, acredita. ele dá como exemplo os planos de saúde (que são considerados uma forma de seguro) e são bastante valorizados pela população, e os planos de previdência privada, que vêm crescendo desde que o governo anunciou reformas na previdência social. quanto aos seguros patrimoniais, como o de residências, por exemplo, a procura vem melhorando com a inclusão de serviços emergenciais ao contrato, como eletricista, encanador e chaveiro. “o mito de que um seguro residencial é caro não se sustenta. enquanto para segurar um automóvel de r$ 50 mil o consumidor gasta r$ 2.500 por ano, para segurar um apartamento avaliado em r$ 500 mil, o investimento é, em média, de r$ 500”, explica valle, acrescentado que o custo é baixo porque o risco de sinistros (acidentes) é bem menor em imóveis. “agregar serviços ao contrato é importante porque o segurado sempre espera ver um benefício real, como se garantir a tranquilidade financeira após um incidente não fosse suficiente”, argumenta. carlos valle acredita que outro seguro que deve crescer no brasil é o de responsabilidade civil, que cobre prejuízos provocados, involuntariamente, a terceiros, como lesões corporais ou danos materiais. desde uma pedrada dada pelo filho na janela do vizinho a uma indenização por erro médico, são muitas as situações cobertas pelo seguro de responsabilidade civil, modalidade comum na europa e estados unidos. “algumas categorias profissionais já estão atentas à segurança ao patrimônio garantida pela cobertura de responsabilidade. as corretoras de seguros, por exemplo, só podem operar se fizerem um seguro em grupo desta modalidade para os seus funcionários”, diz carlos valle. para o diretor executivo da excelsior seguros, oldemar fernandes, a falta de educação financeira e o imediatismo também atrapalham a expansão dos negócios. “brasileiro espera ver um benefício imediato. se não, não contrata. no caso dos veículos, ele tem medo de perder o patrimônio, ser roubado, mas é o patrimônio maior, que é a vida? ”, questiona oldemar. o executivo faz as contas. é possível fazer um seguro de vida pagando apenas r$ 15 por mês e garantir uma indenização para família de até r$ 60 mil em caso de morte acidental do segurado. para oldemar existe um leque muito grande de opções de seguros pessoais, mas poucas pessoas têm conhecimento sobre os benefícios e quanto eles realmente custam. “até mesmo entre os corretores existe uma ênfase maior em oferecer apenas o seguro automotivo, que o cliente já conhece e é mais fácil de comercializar”, afirma o executivo. o corretor haroldo medeiros concorda. trabalhando há duas décadas no segmento, ele diz contar no dedo das mãos quem, entre seus vários clientes, tem outro bem segurado além do automóvel. “por mais que eu tente explicar que trabalho com vários ramos de seguros, poucos se interessam em conhecer mais”, afirma o corretor. uma das exceções é a tabeliã substituta ana celina freitas. ela diz possuir pelo menos cinco seguros, como o automotivo, de vida, previdência privada, e até um específico para a saúde da mulher, que cobre possíveis gastos com doenças femininas. “acho seguro de vida indispensável em um país inseguro como o brasil”, justifica. o setor de seguros cresceu 1,7% no primeiro semestre deste ano, segundo a confederação nacional das seguradoras (cnseg), totalizando mais de r$ 115,8 bilhões em prêmios (arrecadação). houve crescimento de 7,5% nos segmentos de automóveis e patrimonial. marcio coriolano, presidente da cnseg, avaliou o quadro como positivo. “ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas ainda procuram proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel, residência e ainda a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas”, avalia marcio coriolano, no documento “carta do seguro”, balanço publicado periodicamente pela cnseg. o balanço mostra ainda que os seguros pessoais de risco apresentaram crescimento de 10,1% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2017, com destaque para a forte expansão de 23,7% do ramo prestamista, que prevê a quitação de dívidas financeiras por causa de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda. na outra ponta, porém, aparece a redução da arrecadação dos planos de acumulação (previdência privada e capitalização). no conjunto, pgbl e vgbl, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%. a previsão da cnseg é que o mercado de seguros arrecade entre 3,3% e 5,2% a mais este ano em relação a 2017. fonte: portal nacional de seguros

Após recorde, Ibovespa sobe com perspectiva sobre previdência e exterior positivo


09/01/2019
O Ibovespa abriu em alta nesta quarta-feira (9) com apoio de todas as blue chips, exceto a ON do Banco do Brasil. A abertura positiva, mesmo após o recorde na terça-feira (8) no fechamento (92.301,86 pontos), acontece em meio ao persistente bom humor dos agentes econômicos com a esperança de concretização da agenda liberal do governo Bolsonaro, a começar pelas mudanças na Previdência. Às 10h28min, o Ibovespa subia 0,54% aos 92.530 pontos. Na máxima intraday, marcou 92.653 pontos (+0,68%). Foi renovada na terça a perspectiva de uma reforma mais dura do que a declarada pelo presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu para esta quarta a apresentação de uma medida provisória para conter fraudes previdenciárias e assistenciais. Do exterior, a influência é positiva. As bolsas na Europa sobem. Os índices acionários futuros de Nova Iorque indicam uma abertura positiva do mercado à vista americano. E o petróleo sobe perto de 2%, na oitava sessão consecutiva de ganhos. Contribui para esse cenário o otimismo do investidor global com a perspectiva positiva sobre um possível acordo entre China e Estados Unidos para dirimir as divergências comerciais. Ainda que persista a paralisação parcial do governo americano, agradou o fato de o presidente Donald Trump não declarar "emergência nacional". Nesta quarta, Trump irá ao Capitólio conversar com senadores republicanos sobre o impasse na administração federal. Os democratas continuam firmes no propósito de não liberar recursos para a construção do muro na fronteira com o México, como pede o presidente. A ON do Banco do Brasil caía 0,19%, num momento de atenção à promoção do filho do vice-presidente, general Mourão, no Banco do Brasil. O funcionário de carreira do banco estatal Antonio Hamilton Rossell Mourão foi promovido a assessor especial, o que triplicou seu salário.

Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/664727-apos-recorde-ibovespa-sobe-com-perspectiva-sobre-previdencia-e-exterior-positivo.html)
 

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