08/10/2018

Os melhores planos de previdência privada, segundo a Proteste

  associação de consumidores recomenda aplicações para investidores com perfil conservador, moderado, agressivo e que têm data para se aposentar são paulo – como forma de orientar quem não quer depender apenas do valor recebido pelo inss no período da aposentadoria, a associação de consumidores proteste avaliou fundos de previdência privada e fez um ranking dos mais recomendados para quatro tipos de investidores: conservadores, moderados, agressivos e que têm data para se aposentar. para chegar aos nove fundos recomendados, a proteste levou em conta sete tipos de fundos classificados pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima): previdência renda fixa (conservadores); previdência balanceado até 15 e previdência balanceado de 15 a 30 (moderados); previdência multimercados, previdência balanceados acima de 30 e previdência ações (agressivos); e previdência data-alvo, no qual cada cotista define uma data para resgate dos recursos, permitindo que o gestor possa planejar a alocação dos ativos. em cada categoria, a proteste filtrou fundos abertos para captação e que sejam acessíveis aos investidores. ou seja, exijam aporte inicial de até 25 mil reais. “portanto, não ranqueamos os melhores entre o total de fundos, mas os mais atrativos entre os mais acessíveis”, diz verônica dutt-ross, coordenadora da pesquisa da proteste. a partir desses critérios, foram analisados 31 fundos, pertencentes a nove seguradoras, e escolhidos os que ofereceram maior rentabilidade nos últimos cinco anos (de setembro de 2013 a outubro de 2018), além dos que cobram taxas menores. “consideramos os últimos cinco anos porque, caso considerássemos o período de dez anos, que é o prazo mínimo que acreditamos que compensa para o investidor aplicar dinheiro nesse tipo de fundo, teríamos poucos produtos para analisar. muitos fundos surgiram nos últimos cinco anos”, diz verônica. como as taxas de juros e a inflação impactam significativamente os fundos de previdência privada, já que não garantem uma remuneração fixa, é necessário ficar atento às taxas cobradas para que a rentabilidade não possa ser ainda mais prejudicada. são três: taxa de administração, carregamento e imposto de renda. na análise, a proteste verificou que as taxas de administração variam entre 1,25% e 2,40% ao ano, enquanto as de carregamento variam de 0% a 8%, de acordo com o período investido. ou seja, quanto maior o prazo e o valor, menor o encargo. a maior taxa considera um tempo de permanência de até 12 meses. veja abaixo o resultado da pesquisa da proteste: conservadores fundo aplicação mínima inicial (r$) taxa de administração (%) taxa de carregamento rentabilidade anualizada (5 anos) mongeral aegon previdência fi renda fixa crédito privado /mongeral aegon r$ 100 1,75 postergadas: até 12 meses – 10 a 0 11,57% icatu seg fi renda fixa previdenciário / icatu aporte único r$ 15 mil ou mensal de r$ 700,00 2 postergadas: até 12 meses – 3 a 0 11,30% icatu seg inflação curta fi renda fixa previdenciário / icatu aporte único r$ 20 mil ou mensal de r$ 800,00 1 postergadas: até 12 meses – 3 a 0 12,32% moderados fundo aplicação mínima inicial (r$) taxa de administração (%) taxa de carregamento rentabilidade anualizada (5 anos) icatu seg composto 20e fic multimercado / icatu aporte único r$ 20 mil ou mensal de r$ 400,00 1,75 postergadas: até 12 meses – 3 a 0 9,99% agressivos fundo aplicação mínima inicial (r$) taxa de administração (%) taxa de carregamento rentabilidade anualizada (5 anos) safra prev multi estratégia fic multimercado previdenciário / safra “aporte único de r$ 50 mil, ou contribuições mensais de r$ 150,00 1,5 não há 11,01% ibiuna previdência fic multimercado / bradesco aporte único de r$ 10 mil, ou contribuições mensais de r$ 100,00 1,5 não há 11,11% data-alvo fundo aplicação mínima inicial (r$) taxa de administração (%) taxa de carregamento rentabilidade anualizada (5 anos) icatu seg minha aposentadoria 2040 fic multimercado / icatu aporte único de r$ 1 mil, ou contribuições mensais de r$ 100,00 1,75 postergadas: até 12 meses – 3 a 0 9,06% brasilprev renda total ciclo de vida 2040 fic multimercado / brasilprev aporte único de r$ 50 mil, ou contribuições mensais de r$ 60 (vgbl); r$ 100,00 (pgbl) 2 antecipadas: 2 – 0 8,08% brasilprev renda total ciclo de vida 2030 fic multimercado / brasilprev aporte único de r$ 50 mil, ou contribuições mensais de r$ 60 (vgbl); r$ 100,00 (pgbl) 2 antecipadas: 2 – 1 8,16% como escolher na previdência privada, diferentemente da previdência pública, é possível escolher o valor e periodicidade das contribuições, o que permite ter uma reserva mais robusta no período de inatividade, já que é possível aumentar os valores conforme a evolução da capacidade financeira ao longo da vida. outra vantagem dessas aplicações financeiras é que os valores depositados podem ser resgatados em caso de desistência. a carência é, normalmente, de 60 dias, embora alguns fundos, como o sulamérica mix 30 iv multimercado. estipule uma carência de até um ano. há dois tipos de planos de previdência privada: pgbl (plano gerador de benefícios livres) e vgbl (vida gerador de benefícios livres). a diferença entre eles é a incidência do imposto de renda (ir). a vantagem do primeiro é a dedução de gastos com a previdência, limitado ao teto de 12% do salário bruto no imposto. assim, o contribuinte pode usar a verba economizada para aplicar um valor adicional no pgbl, e obter um valor maior ao sacar o dinheiro. mas o benefício fiscal só vale se o investidor optar pela declaração completa do ir. portanto, é necessário avaliar se o benefício compensa, se adicionado a outros ele ficar acima do desconto máximo de deduções, de 20% sobre a renda bruta, é melhor optar pelo formulário simplificado. se não for o caso, opte pelo modelo completo, e aproveite as vantagens do pgbl. fonte: exame por marília almeida
08/10/2018

Economia mundial corre risco de enfrentar nova crise financeira, avisa FMI

 a economia mundial está à beira de nova crise financeira, advertiu o fundo monetário internacional. assim, de acordo com dados do fmi, o valor total da dívida global — tanto no setor público como privado — é 60% maior do que em 2008, ano da última crise financeira. o relatório de estabilidade financeira global da organização, citado pelo jornal the guardian, indica que os governos e reguladores por todo o mundo fracassaram em realizar reformas necessárias para proteger o sistema financeiro da "conduta imprudente" de grandes bancos. segundo o fmi, nos últimos dez anos, muito tem sido feito para apoiar reservas de bancos e executar uma supervisão mais rigorosa do setor financeiro, mas "riscos tendem a crescer durante bons tempos, como o atual período de reduzidas taxas de juro e volatilidade moderada", cita the guardian. entre as principais causas de preocupações a entidade nomeou aumento drástico de empréstimos pelos chamados bancos paralelos da china, fracasso em aplicar restrições rigorosas a seguradoras e gestores de ativos que lidam com trilhões de dólares de fundos. a organização avisa que a economia mundial deverá enfrentar certos desafios para evitar "a segunda grande depressão". vale destacar que os empréstimos a reduzidas taxas de juro para empresas e governos não trouxeram investimento em maiores níveis na pesquisa e desenvolvimento ou investimento mais geral em infraestrutura. esta tendência desde a quebra do banco lehman brothers, que desencadeou a crise financeira global de 2008, tem limitado o crescimento potencial de todos os países e não somente daqueles que mais sofreram as consequências do colapso. sem contar na economia mundial, que foi deixada em uma posição mais fraca, especialmente em um período de possível desaceleração. as medidas adotadas após a quebra do banco de investimento lehman brothers, considerado um dos pontos de partida da crise de 2008, deixaram a economia mundial com uma proporção de 52% entre a dívida e o pib, que era 36% antes da crise. balanças de bancos centrais, especialmente em países desenvolvidos são algumas vezes maiores do que antes do colapso de 2008. quanto às economias em desenvolvimento, estas agora representam 60% do pib global em termos de poder aquisitivo se comparados aos 44% no período antes da crise, "refletindo, parcialmente, uma recuperação fraca nas economias avançadas", diz o relatório.
08/10/2018

O que esperar dos mercados com Bolsonaro ou Haddad?

 agora é oficial: o brasil será governado ou por jair bolsonaro, do psl, ou por fernando haddad, do pt. o que isso pode significar para o país que está saindo de uma das suas piores crises econômicas dos últimos 100 anos, com um déficit fiscal elevado e um problema de grave desequilíbrio estrutural da previdência social em meio a um ambiente de alta dos juros nos estados unidos? volatilidade ainda alta para a corretora guide investimentos, a volatilidade dos mercados deverá se manter elevada entre o 1º e 2º turno da eleição presidencial. ainda assim, uma vitória do candidato mais reformista deve destravar valor do índice bovespa, visto que a bolsa brasileira segue em patamares atrativos levando em conta alguns indicadores. o primeiro desses indicadores é a relação entre o preço dos papéis e o lucro projetado para as empresas, o p/l. hoje, o preço das ações  do ibovespa equivale a 10,7 vezes o lucro das empresas, enquanto o resto do mundo está mais caro, com um preço equivalente a 15 vezes o lucro. o ibovespa também está sendo negociado próximo dos 20 mil pontos em dólar, abaixo da média dos últimos 8 anos, de 25 mil pontos em dólares. a guide destaca ainda as perspectivas para as empresas locais e, especialmente, ativos que ainda não foram corretamente precificados, e que podem surpreender de forma positiva nos próximos meses em uma eventual vitória de bolsonaro. “algumas empresas estão melhor preparadas para aproveitar os ventos mais favoráveis deste novo ciclo, que vislumbramos com um candidato reformista no poder”, diz a corretora. preferência e aposta em bolsonaro os investidores têm mostrado preferência pelo candidato do psl, como ficou claro na semana passada, quando as pesquisas de intenção de voto mostraram o crescimento do apoio a bolsonaro. a proposta de implantar uma política econômica liberal e, mais que isso, impedir a volta da esquerda e do pt animaram os investidores ao longo da semana. na sexta-feira, porém, o índice bovespa caiu, em um ajuste de posições para aguardar o resultado da votação, afirma filipe villegas, analista da corretora genial investimentos. a movimentação da semana passada surpreendeu, com papéis como petrobras e banco do brasil subindo mais de 20% em 30 dias com a especulação de que bolsonaro poderia vencer no primeiro turno.  “havia a expectativa até de mais euforia na sexta-feira, mas, com a realização no dia,  o mercado já se antecipou e precificou uma chance de segundo turno”, diz villegas. mesmo assim, é possível que a frustração com um segundo turno leve o mercado a realizar um pouco dos lucros nesta semana, avalia o analista. mas, mesmo sem uma vitória no primeiro turno, o humor do investidor tende a se consolidar e há espaço para novas altas, talvez não de imediato, mas ao longo do último trimestre do ano. “se o resultado (vitória de bolsonaro) se confirmar, o mercado já antecipou 25% a 30% do ganho e ainda pode subir mais”, estima villegas. alta limitada pelos desafios das reformas ele não acredita, porém, que índice bovespa bata imediatamente em 100 mil pontos com bolsonaro, como alguns analistas estimam. em um estudo feito com base na movimentação do ibovespa, seus desvios padrões, villegas estima que o índice teria uma resistência entre 90 mil e 92 mil pontos. “em um primeiro momento, se houver uma alta forte, o índice iria no máximo atingir esse nível”, acredita. ele admite, porém, que uma eventual euforia poderá levar o índice a subir mais, pelo fluxo de entrada de investimentos. “mas temos uma agenda de reformas impopulares difícil de ser aprovada que vai segurar a alta do mercado”, acredita. assim, à medida que as reformas forem se confirmando viáveis, o mercado poderá avançar. ataques e debates devem dar o tom do segundo turno no segundo turno, o grande impasse deve ser o debate entre os dois candidatos, acredita villegas. “mais que as pesquisas, os debates, os ataques, devem dar o tom do mercado”, afirma. mas se 100 mil pontos para o ibovespa no caso de vitória de bolsonaro é um exagero, também é exagerado estimar 60 mil pontos para o índice se fernando haddad vencer, diz villegas. segundo ele, o candidato do pt está se aproximando do mercado, e analistas políticos acreditam que ele faria um governo diferente do de dilma rousseff. com isso, o índice pode se estabilizar entre 74 mil e 75 mil pontos, até haddad definir sua política econômica. ações para bolsonaro e para haddad villegas tem duas carteiras, para o caso de vitória de bolsonaro ou de haddad. caso bolsonaro ganhe, pela expectativa de euforia do mercado, as grandes beneficiadas seria as empresas estatais, ou com correlação forte com o índice bovespa, como a bolsa b3, o banco do brasil, petrobras e eletrobrás. empresas de seguros, como sulamérica (ou porto seguro), também ganhariam, pois a expectativa é de alta dos juros, que aumentam os ganhos das carteiras de investimento dessas empresas. já no caso de vitória de haddad, seriam beneficiadas empresas com receita em dólar, como exportadoras, além do setor de construção civil, especialmente empresas voltadas para moradia popular e baixa renda, pelos incentivos que seriam dados ao programa minha casa minha vida. o setor de educação também seria beneficiado, pelos incentivos para bolsas de estudos. nessa lista estariam as exportadoras suzano papel, weg, a empresa de educação estácio e a porto seguro (ou sulamérica) e a construtora mrv, que atua junto à baixa renda. em ambos os cenários, independentemente do candidato, villegas espera uma elevação da taxa de juros, por isso a aposta em seguradoras. dólar vai repercutir chances de bolsonaro e para o dólar, o que se pode esperar? a equipe de análise do banco abc brasil fez uma avaliação considerando os cenários para o segundo turno. segundo o banco, pesquisas entre gestores de fundos de investimentos, sobre qual seria o nível do dólar no caso da vitória de bolsonaro ou de haddad, mostram que a mediana das repostas ficou em r$ 3,50 para o caso do candidato do psl e em r$ 4,55 se a vitória for do petista. “ou seja, poderíamos considerar que um patamar “justo”, considerando que as pesquisas de 2º turno estão mostrando uma chance de 50% para cada cenário, seria algo próximo de r$ 4,00”, diz o abc brasil. portanto, para a moeda americana estar operando entre r$ 3,85 e r$ 3,90 como na semana passada, seria porque o mercado está colocando no preço alguma chance de vitória de bolsonaro já no 1º turno. como isso não aconteceu, seria o caso de o dólar se aproximar dos r$ 4,00. mas isso não é uma certeza, diz o banco. mesmo que bolsonaro não ganhe, mas saia das urnas no domingo com uma vantagem confortável para haddad, o mercado vai precificar uma probabilidade maior do que os 50% que as atuais pesquisas de 2º turno mostram para uma vitória do ex-capitão. assim, diz o abc brasil, o importante é a leitura do resultado das urnas no primeiro turno e se ele vai mostrar uma força de bolsonaro maior do que a indicada nas últimas pesquisas. o que parece ser o caso, já que o candidato do psl terminou com 49% dos votos válidos. ele precisará apenas manter os atuais eleitores e conseguir 2 pontos percentuais de outros candidatos. já fernando haddad, com 31% dos votos válidos, teria de conseguir 19% de votos. dólar entre r$ 3,54 e r$ 5,05 a eleição de um candidato contrário às reformas, papel hoje de fernando haddad, do pt, poderia levar o dólar, em um cenário pessimista, para r$ 5,05, estima a corretora guide investimentos. no cenário otimista, com haddad, a moeda americana ficaria em r$ 4,21 e, no mais provável, em r$ 4,61. as projeções levam em conta a paralisação das reformas e das privatizações, o que comprometeria o crescimento gradual da economia. haveria ainda um desalinhamento do congresso com o executivo e um aumento do prêmio de risco do país, com fuga de recursos estrangeiros de ativos brasileiros. “nesse contexto, vemos um ciclo de ligeiro crescimento (ou mesmo estagnação) do lucro das empresas, com expectativa de encarecimento do custo do serviço da dívida e volumes de venda em patamares ainda fracos”, diz a guide. “assim, vemos que o ibovespa poderia recuar para um patamar próximo de 63 mil pontos”, estima a corretora. já no caso de vitória de um candidato que apoie as reformas, ou seja, bolsonaro, a expectativa é de melhora econômica, com índices de confiança melhorando nos próximos meses em diversos setores. a guide espera também um maior alinhamento do congresso com o executivo, um avanço nos ajustes fiscais e reformas estruturais e, como resultado, uma maior aplicação de investidores locais e estrangeiros em ativos brasileiros. isso poderá levar a uma aceleração do crescimento econômico e do lucro das empresas, o que permitira um índice bovespa no cenário base de 96 mil pontos e, no cenário mais otimista, de 105 mil pontos. o dólar, por sua vez, recuaria para r$ 3,67 no cenário base e r$ 3,54 no otimista. carteiras bolsonaro e carteira haddad para a guide, no cenário de vitória de bolsonaro, as principais recomendações seriam ações de empresas estatais, do setor financeiro, de commodities, e empresas com maior exposição à atividade doméstica. o dólar ficaria abaixo de r$ 4,00 e o risco-brasil, medido pelos credit default swaps (cds), ficaria perto dos 150 pontos base, ou 1,5 ponto percentual acima do juro americano. os juros no brasil subiriam mas mais gradualmente. no caso de haddad, a corretora vê oportunidades em dólar, em ações de empresas de energia (transmissão em especial), no setor financeiro (exceto bancos) por conta da alta dos juros e no setor de saúde. o cenário mais provável é de dólar acima de r$ 5,00, o risco-brasil do cds em 300 pontos base (3 pontos percentuais) e um aperto monetário mais acelerado puxando os juros.
08/10/2018

Ibovespa dispara após 1º turno das eleições; dólar cai

 são paulo - (atualizada às 11h23) o ibovespa iniciou a segunda-feira em forte alta e já aparece na faixa de 86 mil pontos. os investidores reagem ao forte desempenho de jair bolsonaro (psl) no primeiro turno das eleições. praticamente todos os papéis do índice avançavam nesta manhã, com destaque para as ações de estatais e de bancos. ao redor de 11h20, o ibovespa subia 4,57%, aos 86.084 pontos; na máxima, por ora, marcou 87.333 pontos (+6,09%). o giro financeiro é muito elevado e já marcava r$ 8,5 bilhões. os papéis do 'kit eleições', grupo de ativos do ibovespa com maior sensibilidade ao noticiário eleitoral, apresentam desempenhos amplamente positivos nesta manhã. eletrobras pnb ganhava 12,21% e eletrobras on avançava 11,09%. o destaque, contudo, é cemig pn, com valorizalçao de 16,76%. petrobras pn subia 9,10% e é a ação de maior giro financeiro individual, de r$ 2,2 bilhões. os bancos privados também apresentam altas expressivas, caso de itaú pn (+6,60%), bradesco pn (+6,65%), bradesco on (+5,99%) e units do santander brasil (+7,08%). no setor de varejo, tinham alta b2w on (+10,15%), units da via varejo (+7,81%), lojas americanas pn (+5,87%) e magazine luiza on (+4,94%). entre as poucas quedas do dia, apareciam no setor de commodities suzano on (-4,47%) e units da klabin (-2,24%), fibria on (-1,34%) e vale on (-1,20%). bolsonaro, candidato mais alinhado às pautas econômicas defendidas pelo mercado financeiro, obteve 46% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto fernando haddad (pt), seu adversário no segundo turno, registrou 29%. além disso, a votação expressiva obtida pelo psl e outros partidos alinhados a bolsonaro para o legislativo dá maiores condições de governabilidade a uma eventual administração do ex-militar. no câmbio, o dólar comercial cedia 2,59%, cotado a r$ 3,7549. fonte: este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/5911187/ibovespa-dispara-apos-1-turno-das-eleicoes-dolar-cai ou as ferramentas oferecidas na página.
08/10/2018

Mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 4,40%

 a estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela quarta vez seguida. de acordo com pesquisa do banco central (bc), divulgada nesta segunda-feira (8) no relatório focus, o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) deve ficar em 4,40%. na semana passada, a projeção estava em 4,30%. para 2019, a projeção da inflação permaneceu em 4,20%. para 2020, a estimativa segue em 4% e, para 2021, passou de 3,97% para 3,95%. a projeção do mercado financeiro ficou mais próxima do centro da meta deste ano, que é 4,5%. esse número tem limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, o objetivo é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. já para 2020, o intuito é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). para alcançar a meta de inflação, o banco central usa como instrumento a taxa básica de juros (selic), atualmente em 6,5% ao ano. de acordo com o mercado financeiro, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. para o fim de 2020, a projeção é 8,38% ao ano, ante 8,19% previstos na semana passada, voltando a 8% ao ano no final de 2021. quando o comitê de política monetária (copom) aumenta a selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom reduz a selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. as instituições financeiras ajustaram a estimativa para o crescimento do produto interno bruto (pib), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 1,35% para 1,34%, este ano e mantiveram a estimativa em 2,5% nos próximos três anos. a estimativa para a cotação do dólar foi mantida em r$ 3,89 no fim deste ano, e em r$ 3,83 ao término de 2019. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/651665-mercado-financeiro-eleva-estimativa-de-inflacao-para-4-40.html)  
03/10/2018

Seguro de vida empresarial também é vantagem para o executivo

 além de diversos benefícios oferecidos aos colaboradores, a contratação do seguro pode auxiliar na retenção de talentos para as empresas são paulo, outubro de 2018 – adversidades acontecem e estar preparado para elas é algo fundamental no dia a dia de uma empresa. o seguro de vida empresa pme é uma opção para quem deseja ter essa tranquilidade em momentos adversos. o segurado e sua família estarão protegido em casos de morte, morte acidental, invalidez permanente - total ou parcial - causada por acidente ou doença, e ainda terão acesso à assistência funerária e outros serviços customizados no momento da contratação. o seguro de vida empresarial tem como principal objetivo amparar os beneficiários do colaborador. mas, no entanto, não é somente o segurado que ganha com a contratação. o empresário que contrata o serviço também se beneficia com a iniciativa. “para o empresário, esse tipo de seguro possui diversos diferenciais. além da tranquilidade e proteção para os beneficiários, o seguro auxilia na retenção de talentos através de uma benesse ao colaborador”, explica peter rebrin, diretor executivo de personal lines e bancassurance. “e existem também as vantagens para a empresa, que terá cobertura de verbas rescisórias, indicadas ao pagamento de indenização no caso de falecimento de um colaborador”. a contratação desse tipo de seguro pode ser inteiramente ou parcialmente pago pela empresa, ou ainda inteiramente pago pelo colaborador. além de oferecer vantagens e diferencias, permite que o empresário atenda a convenções coletivas que exigem a contratação do seguro de vida. o serviço, que possui forte demanda no país, pode ser oferecido conforme o nicho de atuação da empresa e o perfil da seguradora. fonte: segs
03/10/2018

Setor privado prepara projeto de reforma da Previdência para presidente eleito

  projeto capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares. o setor de previdência privada se aliou para propor uma nova reforma da previdência social no brasil ao presidente eleito, de acordo com o presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), edson franco. o projeto, que está sendo capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp (fipe-usp), propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares para aprimorar a aposentadoria oficial: um deles com foco assistencial; outro similar ao inss e com contribuição; capitalização individual, podendo usar parte dos recursos do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts) e, por último, o privado. na segunda-feira, 1º, o ex-presidente do banco central, arminio fraga e o economista paulo tafner também apresentaram uma proposta de reforma da previdência, 'independente e apartidária', segundo os autores. de acordo com cálculos de tafner, o projeto, se implementado, permitiria uma economia de r$ 1,3 trilhão em dez anos - superior ao previsto no texto aprovado pelo governo michel temer na comissão especial que tratou do tema no congresso nacional.  “sem previdência, a retomada fiscal não será possível diante do déficit por conta do gasto com previdência e, mais do que isso, a projeção de gasto futuro em função aumento da longevidade. o encaminhamento da reforma da previdência é absolutamente necessário”, destacou edson franco, em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira, 3. a fenaprevi, em parceria com a confederação das seguradoras (cnseg) e a associação brasileira das entidades de previdência complementar (abrapp), defendem que a reforma da previdência ocorra em duas frentes simultâneas. de um lado, o ajuste na previdência atual em moldes semelhantes ao que já foi proposto no governo de michel temer e acabou não sendo aprovado, com estabelecimento de idade mínima para aposentadoria e desacumulação benefícios, e do outro um novo sistema voltado a novos trabalhadores, cujo estudo e cálculos estão sendo tocados pelo professor da fipe, hélio zylberstajn. segundo franco, o projeto do setor privado estará concluído até o final deste ano para ser entregue na sequência ao presidente eleito. “a novidade aqui é que defendemos também o encaminhamento de uma frente paralela, criando desde já uma nova previdência para novos trabalhadores nascidos a partir de 2005 de forma que o novo sistema esteja baseado em quatro pilares”, explicou o presidente da fenaprevi. o primeiro pilar, segundo ele, seria de renda básica ao idoso, natureza assistencial e não privada, financiada por impostos e não contribuições. já o segundo teria formato similar ao do inss, com objetivo de distribuição de renda com contribuição por parte do usuário e teto reduzido. “a ideia é que a somatória da renda dos dois pilares seja equivalente à renda média brasileira hoje, de r$ 2,2 mil e cobre cerca 80% da população, representando uma taxa de reposição de 100% da renda média do brasileiro”, disse franco. já o terceiro pilar, conforme o projeto de reforma da previdência proposto pela iniciativa privada, visa a atender as pessoas que ganham acima r$ 2,2 mil e tem como base um sistema de capitalização individual. aqui, segundo franco, uma das fontes de financiamento poderia ser o próprio fgts, sem criação de custo adicional para trabalhadores e empresas. apesar de concorrer com outras frentes como o financiamento imobiliário, por exemplo, o presidente da fenaprevi explicou que esse recurso é aportado pelas empresas como recurso em contas individualizadas e que o uso do fgts seria apenas para novos participantes. são, conforme ele, cerca de r$ 90 bilhões de orçamento anual do fundo. considerando que 10% das pessoas estão ingressando no mercado de trabalho são mais ou menos r$ 9 bilhões. “no novo sistema poderíamos usar os ingressos de novos entrantes para financiar um regime de capitalização. não estamos falando do estoque, mas do fluxo. não vamos propor uma migração, mas a possibilidade de aproveitar o recurso que já é aportado na conta individual dos trabalhadores para ser utilizado em favor da poupança previdenciária para uma aposentadoria futura”, exemplificou franco, acrescentando que no quarto pilar, que compreende a previdência suplementar, nada muda. fonte: aline bronzati, o estado de s.paulo
03/10/2018

Congresso destaca oportunidades de negócios e função social dos corretores de vida e previdência privada

 o primeiro congresso potencialize foi promovido ontem, 2, pela universidade corporativa da mongeral aegon, no rio de janeiro, para corretores de seguros de vida e previdência privada de todo o país. marcio batistuti, diretor regional da seguradora, reforçou a importância de os corretores atuarem com propósito e acreditarem na relevância de seu trabalho na corretagem de seguros de vida e previdência. “se o corretor acredita na importância desse produto para a vida da pessoa, a venda é totalmente diferente”, orienta o executivo, que acrescenta que essa venda cria valor e colabora para a construção de capital das famílias, que será utilizado no momento mais oportuno. “além de ajudar as famílias, estamos criando valor para a sociedade”. luis felipe maciel, diretor regional, frisa que o setor de seguros tem como característica a oferta de diversos benefícios para a sociedade. “trabalhamos em uma indústria que tem o privilégio de fazer o bem. ajudamos as famílias a se preparar para o momento do problema, seja ele a morte, doença, invalidez”, exemplifica. ainda sobre o retorno do mercado para a sociedade, o diretor regional ednei andrade mencionou que em setembro desse ano a mongeral aegon devolveu r$ 20 milhões em indenizações para mais de mil famílias. até o fim do ano, a previsão é de r$ 252 milhões, para mais de 19 mil famílias. oportunidades de negócios durante o potencialize, os executivos também mencionaram algumas oportunidades de vendas para os corretores de seguros de vida e previdência privada. luis felipe maciel destacou que o linkedin é um bom campo para prospectar clientes, pela rede de contatos primários e pelos contatos oriundos dessas relações, que podem, inclusive, pertencer a um mesmo segmento de atuação. marcio batistuti acrescenta que a seguradora está atenta a essas oportunidades na rede social e tem estudado maneiras para auxiliar os corretores nesse ambiente. “é um investimento que cada um pode fazer em seu negócio”. nesse sentido, ele frisa que a partir do momento que o corretor compreende a essência de seu trabalho, o que vier em termos de ferramentas tecnológicas não será uma ameaça para suas vendas, mas sim, aprimoramento. fonte: revista cobertura
03/10/2018

CNSeg enviou documento aos presidenciáveis às vésperas das eleições

  entidade elaborou estudo com propostas do setor, que representa 6,5% do pib do país e é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos. rio - os candidatos à presidência já receberam um documento enviado pelo setor de seguros para demonstrar como o segmento é um dos mais aptos a acelerar o crescimento da economia. o estudo 'propostas do setor segurador brasileiro aos presidenciáveis' será apresentado na manhã desta quarta-feira, em uma coletiva concedida por marcio coriolano, presidente da confederação nacional das seguradoras (cnseg). a entrevista, que ocorrerá na sede da entidade, no centro do rio, também contará com a presença dos presidentes das federações. o segmento composto por 118 seguradoras é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos e representa 6,5% do pib no país. no ano passado, pagou mais de r$ 277 bilhões em benefícios, indenizações, resgates e sorteios. para garantir os riscos que assume, o setor investe em ativos que ultrapassam r$ 1,2 trilhão, o equivalente a 25% da dívida pública. "o setor de seguros tem importante papel na economia e na sociedade. contribui significativamente para o desenvolvimento da infraestrutura, geração de emprego e renda, e para o acesso à saúde suplementar", argumenta coriolano. aliás, essa não foi a primeira vez que o setor entrou em contato com os presidenciáveis. no mês passado, a escola nacional de seguros também enviou um documento aos candidatos com um alerta sobre a situação dramática provocada pelos acidentes de trânsito no país, que causou mais de 41 mil mortes e outros 42 mil casos de invalidez permanente só no ano passado. a informação foi publicada pela coluna. fonte: o dia por herculano barreto filho

As principais tendências e expectativas de crescimento do mercado de seguros para 2019


08/02/2019
Os últimos meses de 2018 serviram para deixar as empresas do setor de seguros otimistas para o ano que acabou de começar. Tudo isso motivado pela recuperação no crescimento da economia, o que aumenta a confiança dos empresários e melhora as perspectivas na retomada de investimentos nos serviços oferecidos pelas seguradoras de todo país.

De acordo com os números apresentados pelo Boletim do Banco Central, a previsão para este ano é de crescimento do PIB em torno de 2,5%, quase o dobro dos números alcançados no ano passado. Esse crescimento afeta diretamente toda a cadeia produtiva e de serviços, inclusive o mercado de seguros, pois com a economia mais saudável, as empresas tendem a retomar todo tipo de investimento.

Os planos de saúde corporativos refletem diretamente esse crescimento, pois com a economia se recuperando, as taxas de desemprego diminuem e o número de beneficiários desse serviço aumentam, justamente pelo fato de que os principais contratantes são as próprias empresas.

Para Rogério Walmor Cervi, Presidente da REP seguros, as expectativas são muito boas para o decorrer do ano: "estamos investindo no crescimento sustentável da empresa, projetamos aumento no nosso quadro de funcionários. Crescemos 27% no ano de 2018 e pretendemos seguir o nosso planejamento estratégico de crescimento e expansão."

E um dos fatores que gera esse otimismo e valoriza ainda mais a retomada do desenvolvimento é o histórico de crescimento do setor de seguros nos últimos anos, que ano após ano apresenta um índice médio 4 vezes maior que o percentual do PIB.

Já referente às tendências e novidades do mercado de seguros, a previsão é de aumentar cada vez mais a utilização de novas tecnologias nos processos e no oferecimento de serviços de seguros. Felipe Weiler Cervi, Vice-Presidente Comercial, mostra como isso já está presente e complementa: "A REP Seguros investe nas tecnologias para oferecer mais agilidade para seus clientes, contudo, acreditamos que estar ao lado do cliente é fundamental. Com os fornecedores (Seguradoras e Resseguradoras) funciona no mesmo sentido, buscamos estar sempre presente no dia a dia para exposição dos riscos e trazendo uma personalização para os serviços." Assim, a inovação surge como uma forma de complementar a oferta de produtos, diminuindo a burocracia, otimizando e melhorando a qualidade dos atendimentos, e barateando os custos do serviço.

Um dos pontos que promete evoluir com a implementação de novas tecnologias é a análise de perfis dos clientes, por parte das seguradoras. Essa análise é uma forma de definir os valores das apólices e, com o uso destas análises de comportamento mais aprofundadas, tende a resultar em cotações com taxas mais bem definidas e assertivas no perfil de cada indivíduo.

Mostrando como as expectativas para 2019 são interessantes para o mercado de seguros, empresas já estão se movimentando e iniciando o ano em expansão, como afirma César Dioni Costa, Vice-Presidente da REP Seguros: "Neste mês de janeiro inauguramos nossa filial em Chapecó, firmando mais uma vez com o compromisso que temos com nossos clientes do Oeste Catarinense, Gaúcho e Paranaense. Temos certeza que o nosso trabalho, que é altamente técnico, terá ainda mais aderência nas empresas destas localidades. E que essa decisão estratégica tende a fazer com que todas as tendências e expectativas de crescimento se tornem realidade."
O mercado segurador nacional passa realmente por um momento de recuperação, o que traz uma expectativa de resultados promissores, colocando o Brasil novamente como um país com potencial de crescimento e perfeito para investir.

A REP Seguros é uma seguradora especialista em encontrar soluções inovadoras para clientes corporativos e clientes físicos, oferecendo um serviço personalizado no gerenciamento de riscos, em seguros de garantias, transportes nacionais e internacionais, responsabilidade civil, seguros de vida e saúde, e demais serviços securitários.

Fonte: Website: http://www.repseguros.com.br

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