18/04/2018

Consumidores preferem canais tradicionais para aquisição de seguros

 um estudo do centro de pesquisa e economia do seguro (cpes) revela que os canais digitais que comercializam seguro ainda não foram capazes de deslanchar as vendas. o levantamento, realizado por miro cequinel, professor da escola nacional de seguros (funenseg), que mostra que a internet é a principal porta de entrada do consumidor para cotação e comparação de preços, mas não para o fechamento de negócios. além disso, o seguro é o produto com maior índice de rejeição na compra online. segundo pesquisa do serviço de proteção ao crédito, o setor aparece em última colocação na lista de itens compráveis online, com 6% de aceitação entre os consumidores. fonte: comunicação sincor-sp
18/04/2018

Provedora de dados e analytics investe no mercado brasileiro de seguros

 a lexisnexis risk solutions, provedora global de dados, analytics e insights de mercado, está investindo no mercado brasileiro de seguros com a contratação de profissionais, recursos e tecnologia. a empresa não revela os valores, mas em 2017, fixou presença local, com um novo escritório em são paulo, para atender à demanda por melhores dados e analytics por parte das seguradoras de automóveis e de saúde, além de aumentar a sua operação global. localmente, a empresa trabalha em parceria com as principais seguradoras de veículos, permitindo precificação e subscrição mais precisos por meio do uso da telemetria. o investimento no brasil contará com contratações de especialistas, inclusive profissionais do setor de seguro de automóveis e de saúde, cientistas de dados e gestores de tecnologia que conduzirão no país a operação de uma plataforma de tecnologia de processamento de dados de alta performance. a disciplina de tecnologia da lexisnexis foca na gestão digital para todos os negócios, compliance de dados e processos de segurança de nível mundial. além disso, a empresa fornecerá serviços inovadores de analytics. o investimento acelerara ainda mais os planos de oferta de informações mais apuradas sobre riscos originadas tanto dos dados fornecidos pelas seguradoras como por fontes terceirizadas. fonte: ti inside
18/04/2018

Corretor deve ficar atento a detalhes na previdência privada

 o corretor de seguros que pretende diversificar sua carteira de negócios e apostar no potencial da previdência complementar deve ficar atento a algumas características desse produto. como alerta a susep em seu site, há questões relevantes a se observar, incluindo o fato de a possibilidade de resgate não estar disponível em alguns planos. “o resgate consiste na restituição do montante acumulado na provisão matemática de benefícios a conceder constituída, devendo ser observado o regime financeiro (repartição / capitalização) adotado na estruturação do plano de previdência complementar aberta”, orienta a autarquia. outro ponto importante é o prazo legal de 30 dias, após o recebimento de todos os documentos solicitados para o início do pagamento do benefício. além disso, o corretor deve orientar seus clientes sobre os planos de previdência complementar aberta que podem ser utilizados para a redução na base de cálculo do imposto de renda. de acordo com a susep, podem ser utilizados para essa finalidade os planos de renda por sobrevivência, pensão por morte e renda por invalidez. “mas lembre-se que a dedução das contribuições só poderá ser até 12% de sua renda bruta”, adverte a autarquia. a susep lembra ainda que, se o participante omitir uma doença que saiba ser portador antes da contratação do plano de previdência e não tenha mencionado na proposta de inscrição ou na declaração pessoal de saúde fornecida à entidade ou seguradora, esta poderá negar o pagamento do benefício contratado “sem a devolução das contribuições já pagas”. o corretor deve ainda explicar ao cliente que, nos planos de previdência complementar aberta, é prevista cláusula de atualização monetária, sendo o indexador e a periodicidade previstos no regulamento. além da atualização, no regulamento dos planos por idade ou faixa etária contratados está previsto o reajuste técnico em decorrência da mudança da idade (planos de pecúlio, pensão e invalidez estruturados no regime financeiro de repartição). já para os planos de renda por sobrevivência, estruturados na modalidade de benefício definido, o aumento da contribuição acima do indexador previsto no plano será em decorrência da repactuação. fonte: cqcs
18/04/2018

Conheça os 7 pecados que levam ao endividamento e à inadimplência

 grande parcela da população brasileira se encontra endividada ou inadimplente, ocasionando problemas que vão muito além do dinheiro, envolvendo até mesmo relações familiares e saúde. esse crescimento, com certeza tem muito em relação à crise política e financeira que passamos, todavia, outras questões também são geradoras desse problema. repare que, mesmo antes desse período de dificuldades, a quantidade de endividados e inadimplentes já era alta. enfim, existem outros fatores que geram essa situação e, para melhor entendimento, decidi detalhar os sete principais pecados que levam as pessoas a se tornarem inadimplentes: falta de educação financeira: sem possuir educação financeira, as pessoas não conhecem sobre a importância do dinheiro e as formas corretas de utilizá-lo, então, ficam a um passo das dívidas. isso acontece com a maior parte da população, pois nem os pais e nem as escolas ensinam isso para as crianças e adolescentes e depois que crescem, ficam expostos a sociedade de consumo, na qual esse tipo de informação não é interessante. o caminho para sair desta situação é buscar cursos e livros sobre o tema. também é fundamental a preocupação com as crianças, ensinando de forma lúdica e solicitando a inserção deste nas escolas. falta de planejamento: as pessoas não sabem para onde vai o dinheiro que recebem e não possuem controle. isso é reflexo direto do pecado anterior, as pessoas ganham e gastam sem controle nenhum ou com um controle superficial, não se dando conta que o descontrole financeiro não acontece nos grandes gastos, mas sim nos pequenos. para evitar que isso ocorra, o correto é o preenchimento de uma caderneta diária de todos os gastos, que chamamos de apontamento, e realizar uma planilha mensal por três meses, conhecendo, assim, os seus verdadeiros números. marketing e publicidade: a suscetibilidade às ferramentas de marketing e publicidade faz com que as pessoas comprem o que elas não precisam. isso acontece diariamente por meio de ações expostas na televisão, nas ruas, no trabalho. as mensagens são muitas e as pessoas passam a acreditar que parte do que é oferecido é realmente necessário. o caminho para evitar esse problema é não comprar por impulso; o ideal é se questionar se realmente precisa desse produto, qual a função que terá em sua vida, etc. também é interessante deixar a compra para outro dia, quando terá refletido sobre se quer realmente o produto. crédito fácil: buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos, crediários, financiamentos, limite do cheque especial ou pagar o mínimo de cartão de crédito já é uma forma de endividamento. o mercado oferece milhares de produtos de fácil acesso, contudo, os juros cobrados são abusivos e fazem com que a inadimplênciase torne alta. assim, a solução é evitar esses meios. no caso de cartão de crédito, o ideal é ter só um e, em caso de descontrole, até mesmo eliminar. também é interessante não ter limite de cheque especial e evitar os empréstimos e crediários. parcelamentos: ao parcelar as compras, as pessoas não percebem que já estão se endividando. para piorar, muitas vezes, o consumidor esquece de colocar esses valores no orçamento, o que pode comprometer seriamente as finanças. um parcelamento, na verdade, é uma forma de crédito, pois você está usando um dinheiro que não possui para comprar um produto. caso seja fundamental parcelar, deverá constar no orçamento mensal da pessoa, que sempre que receber seus rendimentos, separará parte do valor para pagar essa dívida. também é interessante ter uma poupança paralela, para que, em caso de imprevistos, tenha como arcar com esses valores. falta de sonhos: não ter objetivo para o dinheiro causa inadimplência. se a pessoa não tem determinado o objetivo para o dinheiro, gastará de forma irresponsável, levando ao endividamento. isso ocorre muito pela falta de capacidade das pessoas de sonharem, vivendo apenas o presente. para sair deste problema, é recomendável fazer um exercício simples, refletir sobre quais são realmente os seus sonhos, o que se quer para o futuro. tendo isso estabelecido, deve cotar os valores e determinar parte de seu dinheiro, quando recebê-lo para esse fim. com isso em mente, será muito mais difícil cair nas armadilhas do consumismo e crédito fácil. necessidade de status social: acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente faz com que as pessoas comprem sem ter condições. isso porque acreditam que possuir alguma coisa é o que fará a diferença para os outros, e não o que ela realmente é. isso é um valor errado de que ter produtos é sinônimo de felicidade. o consumo dessa maneira irá apenas suprir a dificuldade de relacionamento interpessoal. a solução para esta questão é ter objetivos claros e perceber que é muito mais importante ter conteúdo do que ter produto. ao citar esses sete erros que levam à inadimplência, não quer dizer que não existam outros, mas acredito que esses sejam vitais para que uma pessoa ou família se atentem. quem investe em seus conhecimentos, tem maior chance de se dar bem na vida e, quem tem a educação financeira como um dos requisitos básicos para se viver bem, certamente, poderá desfrutar muito melhor desta vida. enfim, vamos todos investir em nossa saúde financeira para dar sustentabilidade às nossas principais saúdes: física, mental e espiritual. fonte: segs por paulo ucelli reinaldo domingos, educador financeiro, presidente da associação brasileira de educadores financeiros (abefin) e autor de diversas obras sobre o tema dentre as quais o best-seller terapia financeira.
18/04/2018

Os riscos e as garantias vão mudando

 neste mercado, que tem potencial pra dobrar de tamanho nos próximos cinco anos, alguns seguros que eram quase desconhecidos há pouco tempo, têm se tornado alvos da demanda dos segurados. não tem jeito. todo ano, em algum momento do mês de março, chove torrencialmente na cidade de são paulo. até agora, este risco era parcialmente segurado, através da carteira de seguros de veículos, que há muito tempo dá cobertura para os danos causados pela água na garantia compreensiva. poucos, pouquíssimos imóveis têm garantia para o mesmo risco, mas, de outro lado, uma vasta gama de garantias para outros riscos de origem climática e que podem ocorrer com as chuvas de março estão disponíveis nos pacotes residenciais e empresariais. sua contratação depende da vontade dos segurados, que, curiosamente, na imensa maioria das vezes, deixam de contratá-las. a explicação é simples: o brasileiro não tem o hábito de contratar seguros e isso faz com que a penetração do produto ainda seja muito baixa, principalmente nas classes mais baixas da população. nada que o tempo e a experiência não mudem. é o que estamos começando a ver. a demanda por seguros deve crescer bastante ao longo dos próximos anos. e isso deve acontecer porque o brasileiro está mais consciente da necessidade de proteger seu patrimônio e sua capacidade a atuação. ninguém afeito ao setor tem dúvida de que o mercado pode dobrar de tamanho em cinco anos, bastando para isso que o país continue a crescer, mesmo em ritmo lento. o que nem todo mundo esperava é o que está acontecendo neste momento e que deve pautar os próximos anos. o setor assiste a uma mudança na demanda por seguros. produtos que até agora eram os mais desejados estão se recuperando em ritmo lento, enquanto outras coberturas, muitas inéditas até há pouco tempo, vão sendo alvo da demanda dos segurados. entre as notícias que vão sendo publicadas, é muito mais comum se ler a respeito dos seguros de garantia em geral do que sobre os seguros de incêndio. não faz muitos anos, os seguros de garantia eram o ambiente ideal para especialistas e segurados com demandas específicas. não se falava deles e, quando entravam na pauta, o desconhecimento de seus mecanismos, bastante diversos dos procedimentos adotados pelos seguros mais tradicionais, levavam a sérios problemas de compreensão sobre o que estava sendo segurado e como o seguro funciona. da mesma forma, seguros para riscos cibernéticos eram assunto completamente estranho à realidade o brasileiro. todavia, a rotina implacável do mundo moderno mudou esta percepção e atualmente pouca gente não se interessa em saber o que é, como funciona e para o que servem os seguros para riscos cibernéticos. e muitos descobrem que precisam deste seguro porque seus negócios e responsabilidades estão seriamente ameaçados por ações de criminosos com acesso aos respectivos computadores e bancos de dados. os riscos de responsabilidade civil já são relativamente conhecidos, mas ainda não ocupam o espaço que deveriam ter dentro do faturamento do setor. os diversos riscos ainda não estão completamente claros ou, pelo menos, a ameaça que representam ainda não foi completamente compreendida. responsabilidade civil vai da quebra da vidraça do vizinho por uma bola chutada sem direção aos riscos sofisticadíssimos, e quase incomensuráveis, possíveis de serem causados ao meio ambiente, muitas vezes por pequenos acidentes que não chamam a atenção. é o caso de gotinhas que pingam durante décadas, uma a uma, lentamente, desapercebidas, poluindo o solo e os mananciais próximos. também é o caso de um acidente como o da samarco, em minas gerias. e é o caso de uma cirurgia mal realizada, ou um prazo perdido por um escritório de advocacia. mas qual o dano máximo que uma falha numa rede social pode causar a terceiros? na década de 1980, grandes companhias europeias e norte-americanas já tinham seguros de responsabilidade civil com mais de cem bilhões de dólares de capital agregado. o cenário é amplo e tem espaço de sobra para quem quiser aprender, se profissionalizar e trabalhar bem. seguradores e corretores estão diante de um momento único. é pegar ou pegar. fonte: estadão l antonio penteado
18/04/2018

8 em cada 10 brasileiros não se preparam para aposentadoria, diz pesquisa do SPC Brasil e CNDL

  orçamento apertado é principal justificativa; 7 em cada 10 entrevistados afirmam ter uma meta de guardar dinheiro para a aposentadoria. pesquisa realizada pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) mostra que 8 em cada 10 brasileiros (78%) admitem que não estão se preparando para a hora de se aposentar. a estimativa das entidades é de que cerca de 104,7 milhões de adultos acima de 18 anos estão nessa situação. apenas 19% têm se preparado, percentual que aumenta para 25% entre os homens, 26% entre os mais velhos e 30% nas classes a e b. entre os principais motivos estão o hábito de planejar a vida a longo prazo (35%) e o exemplo de pessoas que não se prepararam e por isso tiveram problemas financeiros após a aposentadoria (29%). destaques da pesquisa: estimativa é de que 104,7 milhões de adultos não se prepararam; orçamento apertado é principal justificativa; média do valor reservado para a aposentadoria é de r$ 371; brasileiros pretendem se aposentar aos 61 anos. justificativas para adiamento entre os que não se preparam para a aposentadoria, 47% afirmam que não sobra dinheiro no orçamento e 22% alegam que estão desempregados. outros 19% já começaram a guardar dinheiro com esse objetivo, porém, não conseguiram continuar devido a problemas financeiros. e 15% têm outros planos e prioridades. já entre os que começaram a se preparar, mas pararam de guardar dinheiro, os principais motivos foram os problemas financeiros (36%), desemprego (35%) e imprevistos pessoais e/ou familiares (29%). entre estes entrevistados, 22% ainda têm o dinheiro, enquanto 77% já não têm mais – o dinheiro foi utilizado principalmente para pagamento de dívidas (52%), tratamento de saúde (17%) e compras (13%). a maioria dos que pararam de guardar dinheiro para a aposentadoria pretende voltar (92%), no entanto, 52% ainda não tem uma data definida para isso. para parte dos entrevistados que têm outros planos que não englobam reserva para aposentadoria, 56% priorizam a compra da casa própria, 44% os estudos e 27% a compra de um carro. meios para se preparar sete em cada dez entrevistados (77%) afirmam ter uma meta de guardar dinheiro para a aposentadoria. entre eles, 91% estão conseguindo manter essa meta de reservar uma quantia todo mês. já entre os que poupam dinheiro para aposentadoria de forma ativa, 69% guardam dinheiro mensalmente, 18% a cada 2 ou 3 meses e 5% aproximadamente 3 vezes ao ano – já 6% não têm frequência certa. em média, o valor reservado, independentemente da frequência de reserva, é de r$ 371,38. atualmente, o valor médio total aplicado e destinado a aposentadoria é de r$ 20.726,76. os meios mais comuns para se preparar para a aposentadoria são a poupança (39%), inss pago pela empresa (30%) e inss pago por conta própria (23%). entre os que se preparam para a aposentadoria, 87% dizem que possuem o hábito de fazer reserva financeira para outras finalidades além da aposentadoria, sendo que 49% têm dinheiro guardado para imprevistos e 29% para fazer viagens. cerca de 28% dizem saber qual o valor que terão disponível ao se aposentar e 33% acreditam que o valor que está economizando será suficiente para a aposentadoria no futuro. quatro em cada dez (43%) consideram que o valor que poupam para a aposentadoria aumentou nos últimos dois anos, 41% que ele permaneceu o mesmo e apenas 10% que ele diminuiu. 61 anos é idade média para se aposentar de acordo com o levantamento, a idade média em que os entrevistados começaram a poupar para a aposentadoria é 28 anos. em média, os entrevistados pretendem parar de trabalhar e se aposentar aos 61 anos. entretanto, outros 21% pretendem continuar trabalhando de forma integral ou parcial, principalmente porque querem se manter ativos (60%) ou por gostarem do seu trabalho (18%). já entre os que pretendem parar de trabalhar quando se aposentarem, 60% pretendem ter um período de transição até a aposentadoria. as principais atividades planejadas para o período da aposentadoria são viajar (60%), passar mais tempo com os amigos e a família (50%) e ter novos passatempos (42%). previdência privada a pesquisa também identificou como os brasileiros entendem a importância dos planos de previdência privada como complemento financeiro ou alternativa ao sistema previdenciário público ao qual todo trabalhador brasileiro tem direito (inss). considerando apenas os 12% dos entrevistados que se preparam para aposentadoria através de um plano de previdência privada da empresa onde trabalham, 61% receberam uma proposta direta da própria empresa, acharam interessante e resolveram fazer. outros 39% ficaram sabendo que a empresa tinha o plano e solicitaram a adesão. no caso dessas pessoas, 72% possuem um plano de coparticipação com o empregador, que paga uma parte do plano e desconta a outra na folha de pagamento, enquanto para 28% não há contribuição da empresa, pagando integralmente o plano, porém com um valor abaixo do praticado no mercado. o valor médio de contribuição é de r$ 191,28 mensais, sendo que 38% contribuem com até r$ 150,00. a contribuição ao plano de previdência privada representa, em média, 5,48% do salário. fonte: g1
18/04/2018

Fundos de pensão têm rentabilidade de 11,36% em 2017, aponta Abrapp

  ativos totais administrados somaram no ano passado r$ 838 bilhões. as entidades fechadas de previdência complementar, os chamados fundos de pensão, tiveram rentabilidade de 11,36% no acumulado de 2017, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (18) associação brasileira das entidades fechadas de previdência complementar (abrapp). os ativos totais administrados somaram no ano passado r$ 838 bilhões. a rentabilidade média de 2017 ficou abaixo do retorno de 14,56% registrado em 2016. a abrapp informou, porém, que o índice ficou "bem acima da taxa padrão de 8,86%". "a rentabilidade acumulada de 2003 a 2017 foi de 641,45%, também superior à meta atuarial do período (476,24%)", destacou o relatório. o levantamento mostrou também que o valor médio mensal dos benefícios pagos pelos fundos no ano passado foi de r$ 5.882 por mês. segundo dados divulgados na segunda-feira (16) pela superintendência nacional de previdência complementar (previc), os fundos de pensão reduziram em r$ 34,5 bilhões o déficit acumulado em 2017. assim, o saldo negativo das entidades fechou o ano passado em r$ 36,1 bilhões. um ano antes, havia sido de r$ 70,6 bilhões. no ano passado, o setor tinha 141 entidades superavitárias, cujo resultados positivos somados chegaram a r$ 20 bilhões. outras 86 fundações estavam em equilíbrio.
16/04/2018

CSP-MG e entidades de mercado recebem superintendente da Susep

 diretores do csp-mg e o superintendente da susep joaquim mendanha (ao centro) "em um país como o brasil, o órgão regulador também precisa exercer o papel de fomento ao mercado. não há economia sólida sem um mercado de seguros forte. é assim no mundo todo”, declarou o superintendente da susep, joaquim mendanha de ataídes, em palestra proferida no dia 13 de abril, em belo horizonte. jefferson chaddid (pres. do clubcor-mg), augusto matos (pres. do sindseg mg/go/mt/df), maria filomena branquinho (pres. do sincor-mg), joaquim mendanha (titular da susep) e joão paulo moreira de mello (pres. do csp-mg) o evento foi uma parceria entre o clube de seguros de pessoas de minas gerais (csp-mg), sindseg mg/go/mt/df (sindicato das seguradoras), sincor-mg e clubcor-mg. aproximadamente 150 pessoas registraram presença, entre corretores, executivos de seguradoras, autoridades e consultores do mercado. “é com muita satisfação que recebemos o superintendente da susep. essa iniciativa é fruto da união e dos esforços conjuntos das entidades mineiras visando ao desenvolvimento do setor”, comentou o presidente do csp-mg, joão paulo moreira de mello.  joaquim mendanha falou sobre o trabalho desenvolvido à frente da autarquia desde julho de 2016. ele ressaltou os três pilares de sua gestão: o fomento à indústria de seguros, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento do modelo de supervisão. o superintendente também citou a criação de grupos de trabalho e comissões, com o objetivo de discutir as diversas modalidade de seguros, o mercado marginal e o seguro dpvat, além de temas atuais como o comércio digital de seguros e as insurtechs.  os grupos são integrados por representantes do setor e de órgãos governamentais. “não somos contra a inovação, a disrupção, mas temos regras de proteção ao consumidor e de solvência do mercado que devem ser respeitadas. as startups que querem comercializar seguros são bem-vindas, desde que o façam de forma legal", pontuou o superintendente. sobre os seguros de pessoas, entre as principais ações desenvolvidas pela susep, joaquim mendanha fez questão de destacar as novas regras dos planos pgbl e vgbl, sugeridas pelo órgão regulador e aprovadas pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp). em meio ao debate em torno da reforma da previdência social, a susep apontou a necessidade de aperfeiçoamento dos produtos de acumulação, propondo a revisão das normativas do segmento, de forma que a iniciativa privada atenda à demanda dos novos consumidores pela previdência complementar.  com relação ao seguro vida universal, já aprovado pela resolução cnsp nº 344, o dirigente disse que a regulamentação do produto depende de ajustes tributários e que espera para breve instrução normativa da receita federal sobre o assunto. mendanha também adiantou que será divulgada nos próximos dias a normativa sobre as novas regras para o setor de capitalização. após a palestra, o titular da susep participou de debate com os dirigentes das entidades promotoras do evento e respondeu perguntas da plateia. além do presidente do csp-mg, joão paulo moreira de mello, compuseram a mesa os presidentes do sindseg, augusto matos, do sincor-mg, maria filomena branquinho e do clubcor-mg, jefferson chaddid. a mediação ficou a cargo do diretor de seguros do csp-mg, mauricio tadeu barros morais. no encerramento do evento, joaquim mendanha de ataídes foi agraciado com a medalha do mérito segurador, comenda concedida pelo sindseg mg/go/mt/df às personalidades que contribuem para o desenvolvimento e fortalecimento do mercado de seguros. fonte: portal nacional de seguros por déborah gurgel
16/04/2018

Risco empresarial será destaque no mercado

 com o maior consumo, seguradoras investem em ferramentas digitais para melhorar a oferta de apólices de d&o e cyber risks. incertezas políticas, porém, ainda atrasam a demanda no setor fonte: dci por isabela bolzani • são paulo com melhora do consumo e da economia, seguros voltados para riscos empresariais são apostas nas seguradoras, com produtos de responsabilidade civil e cyber risk, além de apólices customizáveis. porém, a incerteza política atrasa a recuperação do setor. acompanhando o desempenho econômico do país e a recuperação gradativa da demanda de pessoas jurídicas, seguradoras focam em produtos específicos para elevar sua receita ao longo de 2018. “a procura pelos produtos de seguros melhora em todos os segmentos e nas mais varias regiões e portes das companhias”, comenta o presidente da chubb brasil, antonio trindade. para ele, as coberturas de cyber risks, de responsabilidade civil e as apólices voltadas para pequenas e médias empresas começam a ter força entre seguradoras. “companhias de todos os tamanhos têm procurado o seguro de riscos cibernéticos, incluindo as de menor porte que começam a adotar medidas para se defender dos criminosos que não conseguem mais enfrentar as grandes organizações”, explica. o mesmo se aplica às coberturas de responsabilidade civil. para o diretor executivo da tailor insurance, antoine maleh, a recessão trouxe maior consciência entre as empresas para a “necessidade de se precaverem e de se protegerem”. “como esse produto vem contra danos involuntários causados pelo próprio executivo ou por terceiros aos produtos ou à empresa, vemos um forte movimento para essa apólice”, comenta o executivo. “além disso, as últimas mudanças da susep também contribuíram especificamente com o d&o”, afirma trindade. os executivos acrescentam que os produtos customizáveis para as pequenas e médias empresas também devem experimentador uma “expressiva expansão” ao longo deste ano. ambiente incerto as incertezas políticas e macroeconômicas que ainda existem no país, porém, ainda atrasam a retomada mais forte projetada pelo mercado. segundo os últimos dados da superintendência de seguros privados (susep), por exemplo, em fevereiro os prêmios de seguros do d&o caíram 8,7% em relação ao mesmo mês de 2017, de r$ 26,15 milhões para r$ 23,86 milhões. “infelizmente, o cenário está diretamente ligado à contratação de seguro empresarial onde as companhias, com pouca melhoria efetiva, deixam de contratar coberturas específicas. mas a expectativa é positiva, já que apenas uma minoria opta por não contratar o seguro”, conclui antonie maleh.

As principais tendências e expectativas de crescimento do mercado de seguros para 2019


08/02/2019
Os últimos meses de 2018 serviram para deixar as empresas do setor de seguros otimistas para o ano que acabou de começar. Tudo isso motivado pela recuperação no crescimento da economia, o que aumenta a confiança dos empresários e melhora as perspectivas na retomada de investimentos nos serviços oferecidos pelas seguradoras de todo país.

De acordo com os números apresentados pelo Boletim do Banco Central, a previsão para este ano é de crescimento do PIB em torno de 2,5%, quase o dobro dos números alcançados no ano passado. Esse crescimento afeta diretamente toda a cadeia produtiva e de serviços, inclusive o mercado de seguros, pois com a economia mais saudável, as empresas tendem a retomar todo tipo de investimento.

Os planos de saúde corporativos refletem diretamente esse crescimento, pois com a economia se recuperando, as taxas de desemprego diminuem e o número de beneficiários desse serviço aumentam, justamente pelo fato de que os principais contratantes são as próprias empresas.

Para Rogério Walmor Cervi, Presidente da REP seguros, as expectativas são muito boas para o decorrer do ano: "estamos investindo no crescimento sustentável da empresa, projetamos aumento no nosso quadro de funcionários. Crescemos 27% no ano de 2018 e pretendemos seguir o nosso planejamento estratégico de crescimento e expansão."

E um dos fatores que gera esse otimismo e valoriza ainda mais a retomada do desenvolvimento é o histórico de crescimento do setor de seguros nos últimos anos, que ano após ano apresenta um índice médio 4 vezes maior que o percentual do PIB.

Já referente às tendências e novidades do mercado de seguros, a previsão é de aumentar cada vez mais a utilização de novas tecnologias nos processos e no oferecimento de serviços de seguros. Felipe Weiler Cervi, Vice-Presidente Comercial, mostra como isso já está presente e complementa: "A REP Seguros investe nas tecnologias para oferecer mais agilidade para seus clientes, contudo, acreditamos que estar ao lado do cliente é fundamental. Com os fornecedores (Seguradoras e Resseguradoras) funciona no mesmo sentido, buscamos estar sempre presente no dia a dia para exposição dos riscos e trazendo uma personalização para os serviços." Assim, a inovação surge como uma forma de complementar a oferta de produtos, diminuindo a burocracia, otimizando e melhorando a qualidade dos atendimentos, e barateando os custos do serviço.

Um dos pontos que promete evoluir com a implementação de novas tecnologias é a análise de perfis dos clientes, por parte das seguradoras. Essa análise é uma forma de definir os valores das apólices e, com o uso destas análises de comportamento mais aprofundadas, tende a resultar em cotações com taxas mais bem definidas e assertivas no perfil de cada indivíduo.

Mostrando como as expectativas para 2019 são interessantes para o mercado de seguros, empresas já estão se movimentando e iniciando o ano em expansão, como afirma César Dioni Costa, Vice-Presidente da REP Seguros: "Neste mês de janeiro inauguramos nossa filial em Chapecó, firmando mais uma vez com o compromisso que temos com nossos clientes do Oeste Catarinense, Gaúcho e Paranaense. Temos certeza que o nosso trabalho, que é altamente técnico, terá ainda mais aderência nas empresas destas localidades. E que essa decisão estratégica tende a fazer com que todas as tendências e expectativas de crescimento se tornem realidade."
O mercado segurador nacional passa realmente por um momento de recuperação, o que traz uma expectativa de resultados promissores, colocando o Brasil novamente como um país com potencial de crescimento e perfeito para investir.

A REP Seguros é uma seguradora especialista em encontrar soluções inovadoras para clientes corporativos e clientes físicos, oferecendo um serviço personalizado no gerenciamento de riscos, em seguros de garantias, transportes nacionais e internacionais, responsabilidade civil, seguros de vida e saúde, e demais serviços securitários.

Fonte: Website: http://www.repseguros.com.br

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