08/08/2018

Porto Alegre: Criação da Previdência Complementar é aprovada pelo plenário

 em votação feita na tarde desta segunda-feira (6/8), o plenário da câmara municipal de porto alegre aprovou projeto de lei complementar do executivo que institui o regime de previdência complementar (poaprev) para os servidores do município. a mesma proposta também fixa limites para a concessão de aposentadorias e pensões, conforme o artigo 40 da constituição federal, além de autorizar a criação de entidade fechada de previdência complementar. o texto recebeu 19 votos favoráveis e 15 contrários. por acordo dos vereadores e vereadoras, as emendas apresentadas foram votadas em dois blocos. o primeiro, com as de números 1, 4, 5, 11, 12 e 28, foi rejeitado. o segundo bloco, com as emendas 2, 3, 6, subemenda 1 à emenda 6, 7, 8, 9, 10, 13, 14, 15, 17, subemenda 2 à emenda 17, 18, 21, 24, 26 e 27, foi aprovado. as subemenda 1 à emenda 17 e a emenda 22 foram retiradas pelos seus autores antes da votação. já, pelo seus conteúdos, as emendas 16, 19, 20, 23 e 25 foram prejudicadas com a aprovação de emendas incluídas no segundo bloco. complementar pela proposta, o poaprev terá caráter facultativo e abrange os servidores detentores de cargo de provimento efetivo da administração centralizada, autárquica, fundacional e da câmara municipal. conforme justifica do prefeito nelson marchezan júnior, o objetivo é fixar os valores das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelos regimes próprios de previdência social (rpps) ao limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social, estabelecendo igualdade entre as previdências dos servidores públicos e a dos empregados da iniciativa privada. o executivo esclarece ainda que a instituição da previdência complementar produzirá efeitos somente para os novos servidores municipais ou para aqueles que manifestarem a opção de migrar para o novo regime nos primeiros 24 meses após a instituição do poaprev. “para esses, está previsto um benefício especial proporcional ao tempo que contribuíram para o rpps a ser pago na aposentadoria.” conforme o projeto, constituem-se em benefícios e direitos dos participantes do poaprev a aposentadoria programada, a aposentadoria por invalidez, a pensão por morte, a portabilidade, o resgate, o auto patrocínio e o benefício proporcional diferido. o executivo ressalta que as alterações propostas na previdência municipal são complementares às já existentes, e que o previmpa permanecerá responsável pela concessão e revisão dos benefícios previdenciários, bem como pelo pagamento desses até o limite do teto do regime geral de previdência social. o poaprev, informa o executivo, será responsável pelo pagamento das aposentadorias e pensões frutos da poupança individual das contribuições do servidor e do município, acrescidos da rentabilidade gerada ao longo do período. segundo o prefeito, o projeto é motivado pelo crescimento das aposentadorias e pensões dos servidores públicos, com a inversão da proporção entre servidores ativos e inativos, com o consequente aumento das despesas com os benefícios previdenciários. no regime financeiro, afirma, “a situação é grave e imediata, avança na medida em que aposentadorias ocorrem, diminuindo os valores arrecadados com as contribuições e aumentando os gastos com as aposentadorias e pensões que são custeadas pelo município”. no regime capitalizado, destaca o prefeito, “a situação requer prudência já que o plano está em formação e apresenta um elevado déficit técnico atuarial, necessitando de pagamento de alíquota de contribuição suplementar”. “inegavelmente, há um desequilíbrio na estrutura do plano, que, se nada for feito, poderá no futuro ocasionar outro aumento de alíquota”, justifica. neste sentido, argumenta o executivo, a instituição da previdência complementar interrompe o crescimento do déficit técnico atuarial do regime previdenciário, pois limita eventual déficit ao limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social. poaprev de acordo com a proposta, o poaprev será a entidade gestora do regime de previdência complementar e poderá administrar planos de benefícios patrocinados por qualquer ente da federação que tenha instituído o correspondente regime de previdência, mediante prévia autorização legal e formalização de convênio de adesão. o poaprev será organizado sob a forma de fundação, de natureza pública, com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, gozando de autonomia administrativa, financeira, patrimonial e de gestão de recursos humanos. o projeto prevê ainda a realização de concurso público para a contratação de pessoal para a entidade, bem como nomeações para cargos em comissão de livre nomeação e exoneração. a composição do conselho deliberativo e do conselho fiscal será paritária, contando com a participação dos servidores. a poaprev, afirma o texto, será integralmente mantida por suas receitas, oriundas das contribuições dos participantes, assistidos e patrocinadores, dos resultados financeiros de suas aplicações e de doações e legados de qualquer natureza, conforme legislação específica. para atender às despesas decorrentes da execução do projeto, o executivo abrirá, em caráter excepcional, créditos especiais, no exercício de 2018, até o limite de r$ 10 milhões para o adiantamento da cobertura das despesas referentes ao custeio administrativo dos primeiros anos de implantação do poaprev. o valor do adiantamento deverá ser devolvido ao município após implementado o plano de benefícios previdenciários. emendas emenda nº 01 – rejeitada emenda nº 02 – aprovada emenda nº 03 – aprovada emenda nº 04 – rejeitada emenda nº 05 – rejeitada emenda nº 06 – aprovada subemenda 01 à emenda 06 – aprovada emenda nº 07 – aprovada emenda nº 08 – aprovada emenda nº 09 – aprovada emenda nº 10 – aprovada emenda nº 11 – rejeitada emenda nº 12 – rejeitada emenda nº 13 – aprovada emenda nº 14 – aprovada emenda nº 15 – aprovada emenda nº 16 – prejudicada emenda nº 17 – aprovada subemenda nº1 à emenda 17 – retirada pelo autor subemenda nº2 à emenda 17 – aprovada emenda nº 18 – aprovada emenda nº 19 – prejudicada emenda nº 20 – prejudicada emenda nº 21 – aprovada emenda nº 22 – retirada pelo autor emenda nº 23 – prejudicada emenda nº 24 – aprovada emenda nº 25 – prejudicada emenda nº 26 – aprovada emenda nº 27- aprovada emenda nº 28 – rejeitada
08/08/2018

Pais contribuem R$ 231 por mês em previdência para crianças e adolescentes

 a brasilprev, especialista em previdência privada, fez um levantamento a partir da sua base de clientes papais que contratam brasilprev júnior, plano voltado a crianças e adolescentes. realizado com dados de março de 2018, o estudo apontou que o valor médio de contribuição deste público é de r$ 231. a pesquisa também revelou que, em média, os pais possuem 49 anos de idade e que 35% dos filhos beneficiados pelos planos brasilprev júnior tem entre 7 e 14 anos. na análise foi apontado que a maioria dos clientes desse produto está na região sudeste (51%), seguida pela sul e nordeste com praticamente o mesmo percentual (17% e 16%, respectivamente), centro-oeste (11%) e norte (5%). soraia fidalgo, superintendente de gestão de clientes, acredita que as famílias têm percebido cada vez mais a importância do planejamento para a realização dos sonhos dos filhos. “em 1997, a companhia lançou o plano brasilprev júnior, inédito no mercado, com o intuito de oferecer aos clientes uma solução para a realização de projetos de longo prazo de crianças e adolescentes. a empresa constatou em pesquisas que a maioria dos pais contratam estes planos com foco na viabilização de objetivos educacionais. ou seja, além de ser uma ferramenta benéfica para passar conceitos de educação financeira aos pequenos, pode ser um meio para impulsionar o início da carreira profissional deste jovem.” é o caso de roberto da silva, de 46 anos (ao lado, na foto com a família), responsável financeiro dos planos de seus dois filhos: henrique, de 14, e rodrigo, de 2: “meu projeto com os planos brasilprev júnior que fiz para os meus filhos é que eles consigam realizar o que sonham. o henrique já me contou a vontade que tem de estudar fora do país, e esse dinheirinho que guardo para ele será o meio para ele conquistar esse objetivo. acho até que ele vem aprendendo que, para alcançar as vitórias, é preciso se planejar. os planos para os nossos pequenos são o caminho para que não tenhamos preocupações no presente e possamos oferecer um futuro diferenciado para eles.” fonte: portal nacional de seguros por pepita martin
08/08/2018

Pais contribuem R$ 231 por mês em previdência para crianças e adolescentes

 a brasilprev, especialista em previdência privada, fez um levantamento a partir da sua base de clientes papais que contratam brasilprev júnior, plano voltado a crianças e adolescentes. realizado com dados de março de 2018, o estudo apontou que o valor médio de contribuição deste público é de r$ 231. a pesquisa também revelou que, em média, os pais possuem 49 anos de idade e que 35% dos filhos beneficiados pelos planos brasilprev júnior tem entre 7 e 14 anos. na análise foi apontado que a maioria dos clientes desse produto está na região sudeste (51%), seguida pela sul e nordeste com praticamente o mesmo percentual (17% e 16%, respectivamente), centro-oeste (11%) e norte (5%). soraia fidalgo, superintendente de gestão de clientes, acredita que as famílias têm percebido cada vez mais a importância do planejamento para a realização dos sonhos dos filhos. “em 1997, a companhia lançou o plano brasilprev júnior, inédito no mercado, com o intuito de oferecer aos clientes uma solução para a realização de projetos de longo prazo de crianças e adolescentes. a empresa constatou em pesquisas que a maioria dos pais contratam estes planos com foco na viabilização de objetivos educacionais. ou seja, além de ser uma ferramenta benéfica para passar conceitos de educação financeira aos pequenos, pode ser um meio para impulsionar o início da carreira profissional deste jovem.” é o caso de roberto da silva, de 46 anos (ao lado, na foto com a família), responsável financeiro dos planos de seus dois filhos: henrique, de 14, e rodrigo, de 2: “meu projeto com os planos brasilprev júnior que fiz para os meus filhos é que eles consigam realizar o que sonham. o henrique já me contou a vontade que tem de estudar fora do país, e esse dinheirinho que guardo para ele será o meio para ele conquistar esse objetivo. acho até que ele vem aprendendo que, para alcançar as vitórias, é preciso se planejar. os planos para os nossos pequenos são o caminho para que não tenhamos preocupações no presente e possamos oferecer um futuro diferenciado para eles.” fonte: portal nacional de seguros por pepita martin
08/08/2018

Susep está pronta para regular os avanços tecnológicos do mercado

 joaquim mendanha afirmou que a autarquia está pronta para regular as questões que virão a partir da atuação das insurtechs, e que a atuação será pró-ativa insurtech e inovação – o superintendente da susep, joaquim mendanha, disse em sua palestra no cqcs insurtech e inovação que a superintendência já tem uma agenda junto às comissões de inovação para trabalhar de forma atenta aos avanços da tecnologia do setor de seguros. esta área será como outras já trabalhadas, como o mercado marginal, capitalização, resseguros, entre outros. “a susep está fazendo a sua parte dentro de suas estruturas. o grande desafio é buscar o ponto de equilíbrio, porque não se pode comparar um produto de seguros com outros produtos. nós vendemos confiança e proteção e, por isso, os cuidados devem ser maiores”. ele disse que o setor de tecnologia em seguros não poderá agir como um uber, que chega, atua e depois é regulado. segundo o superintendente, a susep está adiantada em termos de inovação. “precisamos de calma, porque tratamos de um mercado regulado e que lida com a vida dos segurados”. o mercado deve ser disruptivo, mas isso não acontece de forma abrupta, nem o tempo todo. “e o mais importante”, destacou mendanha, “é que as pessoas compram promessas, por isso as reservas das empresas precisam ser garantidas, com custos melhores para os produtos e maior transparência no relacionamento”. ele lembrou que, em um país de dimensões continentais, 86% da distribuição está nas mãos dos corretores de seguros, que fazem um bom trabalho e que precisam incorporar a inovação para ampliar seu acesso aos clientes. “mas quem vai decidir o canal pelo qual comprar será o consumidor”, pontuou. fonte: revista apólice por kelly lubiato
08/08/2018

Região Sul traz muita força para o mercado brasileiro de seguros 1181

  afirmação é do presidente do sincor-rs, ricardo pansera o mercado de seguros da região sul conquistou um encontro a altura de sua produtividade. a volta do congresso sul brasileiro dos corretores de seguros (brasesul) foi um sucesso, em florianópolis (sc). resultado da união das entidades sindicais da região, o evento marca a consolidação da regionalização dos eventos do setor em nível nacional. o presidente do sincor-rs, ricardo pansera, destaca a força do sul para a indústria securitária. “o rio grande do sul, por exemplo, ocupa a terceira posição no ranking de comercialização de seguros no brasil, excluindo dpvat e vgbl (não comercializados pelo corretor de seguros). apesar de serem apenas três estados, a região sul representa praticamente 20% da produção nacional do setor”. pansera demonstra orgulho ao participar do movimento que marca o retorno de um evento como o brasesul. “nos anos 1990 já havíamos participado do congresso sul brasileiro. atendendo aos apelos dos profissionais diante das seguradoras, esse evento deve trazer mais representatividade e força à categoria. outras regiões como norte e nordeste também seguem este caminho”, afirma. “isso é fundamental para demonstrar a importância do seguro para a sociedade”, finaliza. fonte: jrs por william anthony  
08/08/2018

Seguradoras acreditam que insurtechs podem auxiliar na expansão do mercado de seguros

 em painel realizado na última quinta-feira (02.08) durante o cqcs insurtech & inovação, diretores da hdi, bradesco e tokio marine seguradora debateram sobre “o que as seguradoras esperam das insurtechs”. os representantes dessas companhias apontaram para alguns papéis que as insurtechs poderão desempenhar na área de seguros, durante o workshop “acelerando o futuro”. o diretor executivo de operações, sinistros e tecnologia da tokio marine, adilson lavrador, começou sua apresentação mostrando alguns números do mercado de seguros, como a estimativa de que somente 31% de toda a frota circulante de veículos do país possui algum tipo de cobertura e que apenas 19% da população brasileira tem seguro de vida. "com esses números, a gente consegue ver o tamanho do potencial do mercado", afirmou. como há espaço para crescimento, lavrador acredita que as insurtechs não são uma ameaça para as seguradoras e para as corretoras. “tem espaço para todo mundo", disse o diretor da tokio marine. para ele, o mercado segurador espera que as insurtechs venham a acrescentar e ajudar as seguradoras, melhorando o relacionamento com clientes e corretores, e contribuindo para explorar o potencial do mercado brasileiro. lavrador também crê que as startups podem ajudar as seguradoras a aumentar a cultura do seguro no país, com criação de produtos novos. "ajudem as seguradoras a se mexerem", afirmou. leonardo freitas, diretor executivo da bradesco seguros, apontou que foram mapeadas 78 insurtechs atuando no brasil, em diversos pontos da cadeia do mercado de seguros, e que, no mundo já foram investidos mais de us$ 19 bilhões nessas empresas. "existe hoje uma gôndola enorme de oportunidades para as insurtechs trabalharem", afirmou freitas. para ele, um dos pontos que podem ser trabalhados pelas startups é a questão da burocracia, já que este fator é um dos principais impeditivos para a expansão do mercado de seguros. freitas também disse que espera que as insurtechs tragam soluções com modelos sustentáveis, sofisticação nos modelos de precificação, novas oportunidades para explorar o mercado e inovações de seguros mais personalizados. "agora, o cliente é quem dita o mercado", ressaltou. "quando olhamos para os novos modelos de negócios, eles trouxeram uma proposta de valor tangível, e acho que é esse o nosso desafio para a nossa indústria", concluiu o diretor do bradesco. já vagner guzella, cfo da hdi seguros, apontou que, na última década, diversas indústrias foram transformadas pela digitalização e que não será diferente com as seguradoras. “não seremos os primeiros, mas não seremos os últimos", afirmou. guzella também crê que há espaço para as insurtechs e que elas poderão permitir uma redefinição da proposta de valor para os clientes. para ele, um dos fatores fundamentais é olhar para demanda do consumidor, que hoje está mais exigente e quer mais transparência, eficiência, soluções e modelos de precificação. “você tem que saber como trabalhar, adaptar e ajudar a ter sinergia com seu modelo de negócios”, apontou o representante da hdi. “é preciso pensar em como conseguir unir a cadeia de valor de uma seguradora de ponta-a-ponta com tudo o que está acontecendo no mercado”. de acordo com ele, as seguradoras procuram empresas que venham a ser parceiras para auxiliar o mercado de seguros. “apesar de as insurtechs ainda estarem em um momento incipiente no brasil, o fato é que o mercado está mudando, e a velocidade desta mudança depende muito de como as seguradoras conseguem tirar proveito de toda esse ecossistema”,
06/08/2018

Procura por previdência privada em Minas tem alta de 11%

 pesquisa realizada pelo instituto de longevidade mongeral aegon constatou que 58% dos brasileiros estão pessimistas em relação à aposentadoria. do total, 52% acreditam que os futuros aposentados terão condições piores que os atuais. a instituição foi criada pela mongeral aegon seguros e previdência s.a. para discutir os impactos sociais e econômicos do aumento da expectativa de vida no brasil. no mercado nacional, apenas 21% têm um plano formal de aposentadoria. mas esse número está crescendo. em minas gerais, a procura por seguros de vida e de previdência aumentou 11% no primeiro semestre deste ano, no comparativo com o mesmo período de 2017, como afirmou o superintendente comercial da seguradora, ronaldo gama.  “hoje, as pessoas estão pensando na vida como um todo e não apenas no futuro. essa mudança de perfil deve-se à constatação de que a previdência não é apenas aposentadoria, mas pensão por morte ou invalidez e, ainda, auxílio doença. assim, cabe um seguro de vida para todas as etapas da vida da pessoa que, para chegar à aposentadoria, terá que enfrentar muitos desafios e riscos”, explicou . perfil o executivo disse, ainda, que um plano de previdência pode dar origem a uma conta investimento no nome do cliente, com taxas que variam entre 0,7% e 2%. “o cliente vai combinar com o investimento mais adequado ao seu perfil, o que será controlado para compensar a taxa paga na entrada e garantir o crescimento da reserva”, apontou. da mesma forma, a seguradora trabalha para adequar o aporte ao bolso dos clientes, com parcelas mensais a partir de r$ 50. segundo a pesquisa do instituto de longevidade mongeral aegon, 48% dos entrevistados acreditam que a renda será proveniente das receitas pagas pelo governo, por meio da seguridade social. no entanto, 75% entendem que precisarão da renda atual na aposentadoria, o que demanda um planejamento antecipado, como ressaltou ronaldo gama.  “se no ano 2000, havia 8,4 trabalhadores brasileiros para financiar cada aposentado, em 2030, serão apenas quatro e, em 2060, dois por um. o diferencial da previdência privada é que a pessoa contribui para ela mesma e não para a coletividade”, enfatizou. acesso ampliado em 2017, aumentou de 5,1 milhões para 5,7 milhões o número de lares que dependem de 75% da renda dos aposentados. esse crescimento de 12% é visto como uma oportunidade para a mongeral aegon. segundo ronaldo gama, diferente de muitas seguradoras que limitam a idade para apólices a 60 ou 65 anos, a empresa tem propostas para idosos acima dessa idade, para quem pretende garantir um recomeço para a família ou mesmo para resguardar os estudos dos netos.  profissionais liberais que têm renda mensal superior ao teto da previdência também têm boas oportunidades de planos de vida e previdência. “hoje, não se fala mais em seguro de morte. a ideia é proteção de renda, o que é necessário a qualquer momento, principalmente quando a pessoa estiver impedida de trabalhar, seja por um acidente ou doença”, destacou. categorias que convivem com a periculosidade também podem encontrar boas soluções de seguros de vida e de previdência na mongeral aegon. entre elas, os policiais militares, que não são aceitos pela maioria das empresas do ramo.  fonte: hoje em dia por luciana sampaio moreira
06/08/2018

Herança: quem tem direito de ficar com o valor da previdência privada?

 quando um familiar morre, a questão da herança e sucessão é sempre uma preocupação. neste sentido, muitos defendem a previdência privada como um instrumento para facilitar a partilha de bens. funciona assim: quando uma pessoa adere a um plano de previdência privada, seja vgbl ou pgbl, ela acrescenta um ou mais beneficiários, que terão direito ao valor aplicado em caso de falecimento. caso ocorra a morte, os beneficiários poderão resgatar o saldo acumulado com mais agilidade, já que ele não é incluído no inventário. “apesar de ser uma questão relativamente recente, os tribunais brasileiros têm fixado o entendimento de que, em regra, o vgbl e o pgbl possuem natureza securitária, conforme estabelecido pela susep, não estando sujeito aos efeitos sucessórios, conforme determina o artigo 794 do código civil”, dizem andré muszkat e bruno madeira, advogados do escritório csmv advogados. além de não ser incluído como parte do patrimônio para fins de sucessão, nem estar sujeito à colação (obrigação do herdeiro em trazer o valor para recompor a conta da partilha com os demais herdeiros), esse patrimônio também não entra no cálculo do imposto sobre a herança – o imposto sobre transmissão “causa mortis” e doação (itcmd). ele varia de 4% a 8% do montante e é cobrado sobre todos os bens deixados, inclusive valor venal de imóveis, empresas, valores de cotas em fundos e saldo de investimentos. quando começam os conflitos entre partilha de bens e previdência privada como os recursos alocados nos fundos de previdência privada não fazem parte do patrimônio do falecido para fins de sucessão, os herdeiros que não foram beneficiados podem se sentir prejudicados e procurar a justiça para reverter a situação. para decidir esse tipo de conflito, os juízes analisam a natureza da aquisição do plano de previdência pelo seu instituidor – ou seja, se ele realmente foi feito para fins securitários, como investimento ou, ainda, para burlar a cobrança do itcmd. “caso o plano de previdência privada tenha características de investimento, como por exemplo em casos de valores elevados, fugindo do seu escopo securitário, já há jurisprudência firmada no sentido de que, nessas hipóteses, o vgbl e o pgbl não ostentam características securitárias, assemelhando-se a investimento financeiro, devendo, por essa razão, integrar o acervo hereditário”, afirmam muszkat e madeira. quem tem direito à herança? isso é analisado caso a caso. de acordo com carlos alberto de mello iglesias, sócio-administrador do cepeda, greco & bandeira de mello advogados e especialista em direito familiar, para chegar a um veredito, a justiça pode analisar como o plano foi constituído – se ao longo dos anos, com o objetivo de assegurar a aposentadoria, ou repentinamente – e, ainda, qual é a representatividade desse dinheiro da previdência privada dentro do patrimônio do falecido. “por exemplo, se uma pessoa de 90 anos, já muito debilitada, aplica 90% de seu patrimônio em um vgbl que tem apenas um beneficiário, pode-se constatar que isso foi feito de má fé”, explica. em tese, a divisão de bens entre herdeiros deve ser igualitária. por exemplo, se temos dois filhos e uma viúva, cada um ficaria com um terço do patrimônio. a exceção fica para os casos onde há um testamento para diferenciar essa divisão – que, mesmo assim, estabelece que um mesmo herdeiro pode ficar com, no máximo, 50% dos bens do falecido. previdência privada: o que fazer caso se sinta prejudicada na partilha de bens? caso seja feita uma manobra via previdência privada, os herdeiros que se sentirem prejudicados podem, sim, consultar um advogado e questionar a situação no momento da partilha de bens. “neste caso, quem se sentir prejudicado não pode assinar nenhum documento, nem dar quitação do inventário ou escritura. se você o fizer, significa que aceitou a partilha daquela forma”, aconselha iglesias. resumidamente, se a justiça determinar que o vgbl ou pgbl foi usado apenas para burlar a sucessão familiar, o herdeiro que se sentir prejudicado poderá pleitear sua inclusão na partilha de bens. porém, é preciso ser ligeira: a lei determina que a seguradora pague o valor do plano de previdência privada ao beneficiário indicado em até 30 dias a partir da comunicação do falecimento. “o ideal é que, ainda em vida, o titular dos bens programe sua sucessão, seja mediante a elaboração de um testamento, seja por outros mecanismos jurídicos válidos, evitando maiores questionamentos futuros sobre a partilha”, finalizam muszkat e madeira. fotos: fotolia fonte: finanças femininas por ana paula de araujo
06/08/2018

A grande mudança para um seguro mais honesto e mais justo

 o seguro é um recurso utilizado a milênios para que a sociedade possa se proteger dos infortúnios imprevisíveis. hoje, o setor vem passando por uma extrema transformação devido a evolução tecnológica, na medida que fica cada vez mais fácil conhecer as pessoas e os seus hábitos através dos aplicativos e redes sociais. a principal transformação para o consumidor dos seguros mais populares, como o de automóvel, é a evolução do conceito de perfil para o de persona. isso significa, de forma resumida, ser mais especifico com os hábitos de cada segurado, gerando um custo mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um. um exemplo prático seria o meu caso: 55 anos, casado, morador de itapuã, com dois filhos. dirijo sempre de forma defensiva, evitando freadas bruscas e respeito os limites de velocidade. porém, tenho um vizinho que tem o mesmo “perfil”, mas ele é ex-piloto de kart, abusa das freadas bruscas e velocidade é algo normal para ele. é justo pagarmos o mesmo preço de seguro de automóvel? claro que não, mas enquanto as seguradoras fizerem o preço do meu seguro baseado no apenas no meu endereço, idade e composição familiar, estarei subsidiando o seguro do meu vizinho. o seguro é contrato baseado no mutualismo, ou seja, as pessoas do mesmo perfil têm o mesmo prêmio (o que a pessoa paga pelo seguro) e o preço final é baseado na experiência, ou utilização, do seguro no ano anterior. com as tecnologias existentes, especialmente iot – também conhecida como “internet das coisas” – é possível monitorar a forma que a pessoa dirige e, consequentemente, fazer o preço do seguro mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um. outro ponto importante é que a inteligência artificial já vem sendo utilizada para a análise dos sinistros (evento que gera perdas para o segurado) e a máquina consegue ser mais criteriosa do que o olhar humano, prestando atenção a detalhes específicos e reduzindo de forma significativa o volume de fraudes. como já falamos, o principal componente do preço do seguro é o volume de indenizações pagas no ano anterior. portanto, cada vez que alguém frauda um seguro de um ford fiesta 2017, por exemplo, todos aqueles que tem um veículo similar vão ratear este prejuízo criminoso, pagando o preço do seguro do ano seguinte. assim, cada vez que a tecnologia de inteligência artificial evita que um fraudador utilize indevidamente a sua apólice, ela está garantindo um seguro mais justo para o restante da sociedade. todo desenvolvimento da tecnologia deve servir para melhorar a experiência do cidadão e oferecer mais qualidade de vida. a indústria do seguro vem investindo forte para garantir um seguro mais justo e honesto para proteger melhor a cada um de nós. fonte: sindseg por carolina lara assessoria de imprensa e conteúdo

Bolsa supera 93 mil pontos pela primeira vez na história


09/01/2019
A Bolsa brasileira avança mais de 1% nesta quarta-feira (9) e supera os 93 mil pontos pela primeira vez na história, embalada por notícias de reforma da Previdência mais dura e pelo otimismo de um acordo comercial entre Estados Unidos e China. O dólar recua abaixo de R$ 3,70. Às 12h13min, o Ibovespa, principal índice acionário do país, ganhava 1,33%, a 93.258 pontos. Desde a virada do ano, a Bolsa vem enfileirando recordes. No pregão desta quarta, o índice é puxado pela valorização da Petrobras e da Vale, assim como papéis de concessionárias de rodovias, após o governo anunciar estudo para mudar o modelo de licitação de estradas. No exterior, a notícia positiva é o fim da rodada de negociações e o anúncio, para breve, do que foi discutido entre EUA e China. Os dois países travam uma guerra comercial e o risco de recrudescimento da disputa havia deixado investidores receosos de uma desaceleração maior da economia global. O possível acordo dá ânimos às Bolsas globais. A Europa tem segundo dia de alta, e os índices asiáticos também fecharam no positivo. O dólar recua ante o real, cotado a R$ 3,6930. O dia é favorável a emergentes: de 24 moedas desses países, 18 se valorizam ante o dólar.O real é a segunda maior valorização do dia.
 
Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/664739-bolsa-supera-93-mil-pontos-pela-primeira-vez-na-historia.html)
 

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