05/09/2019

Apenas 15% dos brasileiros têm Seguro de Vida

 é o que revela pesquisa do ibope, encomendada pela prudential do brasil, e que apresenta ainda uma intenção de compra de 20%, com destaque para o público jovem em parceria com o ibope, a prudential do brasil – maior seguradora independente do país no ramo de vida – apresenta um diagnóstico sobre o perfil das pessoas que contratam o seguro de vida, individual ou em grupo, e qual é a intenção de compra do produto no brasil. de acordo com a pesquisa, que ouviu mais de duas mil pessoas de todo país, 15% dos entrevistados afirmaram ter um seguro de vida, seja ele pago de forma individual, por um familiar, ou mesmo pela empresa em que trabalha. o levantamento foi feito com homens e mulheres, a partir de 16 anos, e de diferentes classes sociais, renda e escolaridade, em uma amostra com representatividade nacional. os resultados indicam que os homens são os que mais contratam o seguro de vida, com 18%, enquanto entre as mulheres este percentual é de 13%. entre as faixas etárias, o grupo de meia idade (de 35 a 44 anos), que reflete o período de consolidação da estabilidade financeira e formação familiar, chama a atenção com 19% de segurados. quando se analisa as classes sociais é possível perceber que a penetração do seguro de vida ainda é maior entre as classes a/b, com 28%, seguida da classe c, com 15%, e d/e com apenas 5%. em relação à escolaridade, a pesquisa mostra que quanto maior o grau de instrução, maior é o esclarecimento das pessoas sobre a importância da proteção financeira. entre os que possuem ensino superior, 26% já contam com seguro de vida. na divisão de regiões do país, a pesquisa revelou que o sudeste e sul lideram a lista de segurados, com 20% e 19%, respectivamente. norte/centro-oeste, com 11%, e nordeste com 8%. “a pesquisa reforça o potencial que ainda temos no brasil. existe um enorme campo para desenvolver a cultura da educação financeira, trazendo o seguro de vida para essa discussão. as pessoas precisam compreender que o seguro de vida pode ajudar em momentos delicados da vida como um acidente, invalidez, doenças graves e até a perda de uma pessoa, trazendo uma tranquilidade financeira nessas situações. por isso, precisa ser contemplado em um planejamento”, acentua aura rebelo, vice-presidente de marketing & digital. expectativas positivas para o futuro a pesquisa também aponta que 20% dos entrevistados afirmaram ter interesse de adquirir um seguro de vida, individual ou em grupo, nos próximos 12 meses e revela ainda um contraste interessante nesse quesito. dentre os jovens de 16 a 24 anos, onde apenas 12% possuem seguro de vida, 31% demonstraram interesse em adquirir o produto. já as classes sociais com maior interesse são a c e d/e, que alcançaram o expressivo percentual de 21% e 20%, respectivamente, enquanto a classe ab registrou 18% de interesse na contratação. o público que possui até o ensino médio também pensa em adquirir um seguro de vida, com 22%. entre os que possuem nível superior, o número chega a 20%. também foi observado que regiões fora dos grandes centros urbanos e financeiros do país têm interesse por esse tipo de proteção: norte/centro oeste lidera a lista de intenção de compra do produto, com 29%. em seguida, vem o nordeste, com 21%. “ a intenção de compra reforça que muitas pessoas, de diferentes perfis, apesar de não terem ainda um seguro de vida por diversos motivos, desejam contar com essa proteção em um curto prazo. isso é fundamental, pois mostra que aos poucos os brasileiros estão pensando no seu futuro, nas opções de proteções financeiras e nos riscos a que estão expostos. além disso, os números provam que o segmento tem muitas oportunidades de crescimento nos próximos anos. o brasil ainda tem muito a crescer comparado com países onde a cultura do seguro já é mais consolidada e permeia muitas gerações como o japão. com esse cenário, esperamos proteger cada vez mais vidas. esse é o propósito da prudential do brasil”, afirma aura. fonte: segs.com
05/09/2019

Penteado: DPVAT – Faltou bom senso

 “não teria sido mais inteligente aumentar o valor segurado do dpvat e manter o preço anterior do seguro? ” o orçamento do ministério da saúde para este ano é de r$ 120 bilhões já garantidos e, eventualmente, alguma coisa a mais. em dólares, significa 30 bilhões. a comparação com os estados unidos é patética. os gastos norte-americanos com saúde chegam a us$ 3 trilhões. assim, ainda que colocando os recursos dos planos de saúde privados na conta, da ordem de r$ 180 bilhões, teríamos uma destinação total de pouco menos de us$ 80 bilhões para fazer frente aos gastos com saúde da sociedade brasileira. o dado bom deste quadro é que, apesar da escassez de recursos, socialmente, o sus funciona e, dependendo da área de atendimento, funciona bem. o problema do sistema, além do evidente cobertor curto, é o ingresso nele. depois disso, saindo dos prontos-socorros e entrando nos hospitais, o atendimento, ainda que precário, às vezes incerto numa determinada data, entre secos e molhados, funciona, e o brasileiro acaba tendo um atendimento médico hospitalar moderadamente satisfatório, ainda que visto como impossível, em função dos poucos recursos alocados para a área. o dado ruim é que o sus está sobrecarregado. a crise dos últimos anos jogou mais três milhões de pessoas, antes atendidas pelos planos de saúde privados, na rede pública, obrigando a divisão dos parcos recursos por um número maior de pacientes. o sus disponibiliza aproximadamente r$ 600 por ano para cuidar da saúde de cada cidadão brasileiro. é menos do que o preço de uma consulta de um bom clínico geral. e o valor inclui tudo, de consulta a cirurgia, de exames a tratamento. neste cenário de cinto muito apertado, o governo federal ainda é obrigado a comparecer com mais de r$ 10 bilhões anualmente para custear os casos decorrentes da judicialização da saúde e fora do rol de coberturas oficial. é aí que vem a pergunta que não quer calar: será que, ao reduzirem o preço do dpvat, o seguro obrigatório de veículos, ninguém do governo fez conta? por lei, 45% dos recursos do dpvat são destinados ao ministério da saúde como remuneração para a rede pública que, hipoteticamente, atende pelo menos metade das vítimas de acidentes de trânsito. até dois anos atrás, este repasse atingia a significativa soma de r$ 3 bilhões. será que o sus, com os recursos e o desenho mostrado acima, está em condições de abrir mão de r$ 3 bilhões? para dar uma ideia do que esses r$ 3 bilhões podem custear, a santa casa de misericórdia de são paulo, que atende mais de dois milhões e meio de pacientes por ano, para fazer este atendimento, fatura do sistema público de saúde algo próximo de r$ 700 milhões. quer dizer, ao reduzirem o preço do dpvat da forma como o fizeram, as autoridades encarregadas do setor de seguros retiraram do sistema público de saúde o equivalente aos recursos destinados a custear, nos parâmetros de hoje, quatro santas casas de são paulo, ou o necessário ao atendimento de dez milhões de pessoas por ano. supondo que não haja necessidade de aumentar o número de pessoas atendidas pelo sus, esses r$ 3 bilhões seriam muito bem-vindos para melhorar a qualidade e a rapidez do atendimento oferecido à população. mas se pensarmos que a dengue explodiu, a febre amarela corre solta e a chikungunya e a zika não apresentam sinais de arrefecimento, a saúde pública brasileira deve continuar sendo pressionada pelo aumento dos pacientes que buscam a rede. com mais uma agravante: o sarampo, erradicado do país há vários anos, não só voltou, como se transformou em epidemia, com são paulo, já com mais de mil e setecentos casos confirmados, apresentando um número crescente de doentes a cada semana que passa. e o resto do país não é diferente. será que não teria sido mais inteligente aumentar o valor segurado do dpvat e manter o preço anterior do seguro? de um lado, as vítimas dos acidentes de trânsito e seus beneficiários receberiam mais e, de outro, o sus teria mais recursos para atender a população. fonte: estadão via sindsegsp
05/09/2019

Cresce interesse por seguro entre jovens e mais pobres

 segundo pesquisa, 31% da população até 24 anos querem contratar cobertura para vida. apenas 15% dos brasileiros estão cobertos. fatores como a reforma da previdência e uma maior educação financeira estão ampliando o apelo do seguro de vida entre os mais pobres e mais jovens, revela pesquisa realizada pelo ibope, encomendada pela seguradora prudential. o levantamento mostra que, embora apenas 15% dos brasileiros contem com esse tipo de cobertura (seja individual ou em grupo), 20% dos entrevistados desejam adquirir um seguro nos próximos 12 meses. entre os brasileiros de 16 a 24 anos, o interesse sobe para 31%. a maior conscientização já tem impulsionado o crescimento desse tipo de cobertura no país. o volume de prêmios (valor pago pelos segurados para estarem cobertos) dos seguros de vida individual e em grupo cresceram 15,7% entre janeiro e junho, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo números da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). a alta foi puxada pelos seguros individuais, cujos prêmios cresceram 54% a lentidão econômica e o desemprego ainda comprometem a expansão dos seguros oferecidos pelas empresas. intenção nas classes c, d e e a pesquisa do ibope ouviu cerca de duas mil pessoas a partir de 16 anos em todo país, de todas as classes sociais. o levantamento mostrou que, embora a penetração dos seguros de vida seja baixa em todas as regiões e classes, o interesse em contratá-los é maior nos segmentos onde eles são ainda mais raros. na classe c, onde 15% da população estão cobertos, 21% têm interesse de contratação. já nas classes d/e, apenas 5% das pessoas têm cobertura, mas a disposição para contratá-la nos próximos 12 meses já é de 20%. nas classes a e b, onde a penetração é de 28%, o interesse fica em 18%. – a discussão da reforma da previdência trouxe uma conscientização sobre a necessidade de produtos de proteção financeira. diferentemente do que ocorre na europa, o brasileiro ainda delega muito ao estado, ao empregador e aos filhos a responsabilidade que deveria ser de um seguro. isso está mudando – explicou aura rebelo, vice-presidente de marketing e digital da prudential. – se, nas classes d e e, é difícil crescer a penetração por restrições de renda, quem ganha a partir de r$ 2 mil por mês consegue reservar cerca de 5% da renda para se proteger. segundo o ibope, também cresceu o interesse fora dos grandes centros urbanos. combinadas, as regiões norte e centro-oeste, por exemplo, registram a maior intenção de compra de seguro, de 29%, seguidas pelo nordeste (21%). hoje, só 11% dos moradores das regiões norte e centro-oeste têm seguro de vida, enquanto a penetração é de 8% no nordeste. já sudeste e sul lideram a lista de segurados, com 20% e 19%, respectivamente. pela ótica da escolaridade, 22% daqueles que estudaram até o ensino médio querem contratar o seguro, contra 20% dos que têm nível superior. hoje, estes contam com a maior cobertura: 26%. fonte: o globo via capitólio
05/09/2019

Previdência privada mantém número de investidores desde 2016

 embora a reforma da previdência esteja próxima da aprovação no senado, o interesse pela reserva particular não cresceu entre os brasileiros segundo dados divulgados pela fenaprevi, entidade responsável por empresas que fornecem serviço de previdência, desde 2016 o índice de investimento em previdência privada está estagnado. são pelos 13 milhões de pessoas que optaram por esse tipo de investimento há três anos atrás, e a marca é a mesma em 2019. o que tem crescido nos últimos tempos é a retomada da poupança por aqueles que já tinham conta, aumentando o valor de depósito, o que também elevou o saldo depositado no fundo. de acordo com o presidente da fenaprevi, jorge nasser, os índices são um reflexo do cenário da economia brasileira. “o mercado da previdência privada é pró-cíclico, se a economia cresce ele também cresce”, afirma. a parcela de investidores representa um terço do número de trabalhadores com carteira assinada no país, e podem indicar a falta de recursos disponíveis para poupar um dinheiro que serve como renda no futuro. as pessoas veem a nessecidade maior de tirar dinheiro do que em investir a longo prazo. o ibge divulgou dados que contabilizam o trimestre encerrado em julho de 2019 e indicam rendimento médio de trabalho em r$2.286, equivalente a pouco mais de 2 salários mínimos. a previdência privada é oferecida por uma série de agências bancárias, com o recebimento mensal de uma quantia definida conforme taxas do banco e que poderão ser resgatadas no futuro. funcionando como um complemento ao que o governo federal deve oferecer para a população, e garantindo a média de renda mesmo depois do brasileiro deixar de trabalhar e contribuir. fonte: portal fdr por lila cunha
05/09/2019

CNseg revisa projeções para mercado de seguros e espera alta de até 10,6%

 o mercado de seguros está mais otimista em relação ao ano de 2019, o que o fez elevar suas projeções de desempenho. o setor deve crescer entre 8% e 10,6% este ano frente ao exercício passado, sem considerar o dpvat e o seguro saúde, conforme o presidente da confederação nacional das seguradoras (cnseg), marcio coriolano. o intervalo anterior apontava crescimento de 5,5% a 7,6%. “não vai ser fácil. dependemos de um segundo semestre gordinho”, resumiu o presidente da cnseg, em coletiva de imprensa, durante a conseguro, evento do setor de seguros que acontece em brasília, na quarta e quinta-feira. o segundo semestre tradicionalmente é mais forte para o mercado de seguros, principalmente no segmento de previdência privada, quando há um volume maior de aportes nos planos correlacionados à declaração do imposto de renda. o presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), jorge nasser, afirmou que ainda não há uma corrida no segmento por conta do avanço da aprovação da reforma da previdência, mas que já há uma caminhada. “ainda há o desafio da orientação financeira. somos entusiastas da reforma da previdência. vamos passar pelo primeiro grande obstáculo que é mexer nessa reforma paramétrica, com mudança no tempo de contribuição, redução do benefício e aumento da contribuição, e avançar em um segundo momento na capitalização”, disse nasser. no primeiro semestre, o setor de seguros movimentou r$ 125,4 bilhões, sem considerar os ramos de dpvat e saúde suplementar, volume 8,4% maior em relação ao mesmo período de 2018, segundo a cnseg. foi o maior avanço semestral desde 2015. “não dá pra dizer que é uma boa notícia, mas mostra resiliência do setor de seguros ao ciclo econômico”, avaliou coriolano. no período, os segmentos de destaque foram o de pessoas, com expansão de 9,3% impulsionado pelos planos de previdência vgbl e pgbl, e de danos e responsabilidades, com alta de 5,5%. “a grande notícia é que a população quer se proteger de bens importantes em sua vida como o seguro residencial, que preserva o patrimônio das pessoas, e seguros de vida e planos de previdência”, concluiu o presidente da cnseg. fonte: estadão
05/09/2019

Dólar abre em baixa com cenário externo, mas teto de gastos é ponto de atenção

 o dólar iniciou esta quinta-feira, 5, em baixa, em sintonia com a onda global de enfraquecimento da moeda americana, o que pode indicar a terceira sessão consecutiva de valorização do real. na quarta-feira, o cenário externo positivo levou o dólar à vista a ceder 1,76%, de volta ao patamar dos r$ 4,10 - menor valor desde 22 de agosto. diversos fatores induzem o bom humor do investidor, mas nesta quinta o apetite por risco é potencializado pela notícia de que estados unidos e china vão retomar as negociações comerciais em outubro. às 9h11min desta quinta-feira, o dólar à vista era negociado a r$ 4,0829, em baixa de 0,55%. no mercado futuro, o contrato para liquidação em outubro indicava a moeda a r$ 4,0865, com queda de 0,35%. o dollar index (dxy), que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha baixa de 0,27%. mais cedo, o dólar oscilava em baixa ante a grande maioria das moedas emergentes e também divisas fortes. segundo o ministério de comércio chinês, autoridades dos dois países tiveram uma conversa "muito boa" por telefone na manhã desta quinta. também ajudam a reduzir a busca do investidor por ativos de proteção os avanços no sentido de evitar um brexit sem acordo e a instalação de um novo governo na itália. no brasil, o avanço da reforma da previdência, com aprovação do texto na comissão de constituição e justiça (ccj) do senado, é fator complementar no ambiente de melhora dos ânimos do investidor. segundo thiago silêncio, operador da cm capital markets, o contraponto ao bom humor hoje está relacionado à incerteza sobre o teto de gastos. em meio à queda de braço entre alas do governo, o porta-voz da presidência, otávio do rêgo barros, disse no início da noite de quarta-feira que o presidente jair bolsonaro defende mudanças no teto dos gastos públicos. "se isso não for realizado, não for feito, nos próximos anos a tendência é o governo ficar sem recursos para pagar despesas de manutenção da máquina pública", disse o porta-voz, em coletiva de imprensa no planalto. ainda na quarta, relatos deram conta que o anúncio caiu como uma "bomba" na área técnica do ministério da economia. o momento é visto como o mais delicado para a equipe econômica desde o início do governo. na manhã desta quinta, porém, bolsonaro disse em sua conta pessoal no twitter que é preciso preservar a emenda do teto de gastos. "temos que preservar a emenda do teto. devemos sim, reduzir despesas, combater fraudes e desperdícios. ceder ao teto é abrir uma rachadura no casco do transatlântico. o brasil vai dar certo. parabéns a nossos ministros pelo apoio às medidas econômicas do paulo guedes." fonte: estadão
05/09/2019

IPC-C1 sobe 0,11% em agosto ante 0,43% em julho, revela FGV

 o índice de preços ao consumidor - classe 1 (ipc-c1) subiu 0,11% em agosto, após a alta de 0,43% registrada em julho, informou nesta quinta-feira (5) a fundação getulio vargas (fgv). o indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. com o resultado, o índice acumulou alta de 3,28% no ano. a taxa acumulada em 12 meses foi de 4,11%. em agosto, o ipc-c1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo índice de preços ao consumidor - brasil (ipc-br), que teve alta de 0,17% no mês. no acumulado em 12 meses, a taxa do ipc-br foi inferior, aos 3,97%. a redução nos preços dos alimentos ajudou a arrefecer a inflação percebida pelas famílias de baixa renda em agosto. no mês passado, seis das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais baixas: alimentação (de 0,20% em julho para -0,46% em agosto), habitação (de 1,32% para 0,95%), saúde e cuidados pessoais (de 0,28% para 0,01%), despesas diversas (de 0,40% para -0,07%), educação, leitura e recreação (de 0,16% para 0,04%) e vestuário (de -0,28% para -0,44%). houve influência dos itens hortaliças e legumes (de 0,86% para -9,73%), tarifa de eletricidade residencial (de 6,42% para 3,10%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,31% para -0,29%), alimentos para animais domésticos (de 1,98% para -0,43%), passagem aérea (de -2,20% para -5,36%) e calçados (de -0,12% para -0,43%). na direção oposta, avançaram as taxas dos grupos transportes (de -0,24% para 0,05%) e comunicação (de 0,04% para 0,68%), sob impacto dos itens gasolina (de -1,86% para -0,22%) e tarifa de telefone residencial (de 0,04% para 1,54%). fonte: estadão
05/09/2019

Bolsas asiáticas fecham em alta após retomada de diálogo entre EUA e China

 as bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira (5), após anúncio de que estados unidos e china vão retomar negociações comerciais em outubro e ainda repercutindo também a decisão de hong kong de retirar um polêmico projeto de lei que motivou amplos protestos nos últimos meses. a china anunciou hoje que vai enviar representantes para washington no próximo mês para mais uma rodada de discussões comerciais, após o vice-premiê chinês liu he conversar por telefone com o representante comercial dos eua, robert lighthizer, e o secretário do tesouro americano, steven mnuchin. pequim disse esperar ter "progresso substancial" com os eua nas negociações comerciais programadas para outubro e reiterou que se "opõe fortemente" a uma escalada na guerra comercial bilateral, mas alertou também que não vai retirar a queixa que apresentou recentemente à organização mundial do comércio (omc) sobre as últimas tarifas americanas impostas a produtos chineses, parte das quais entrou em vigor no domingo (1). principal índice acionário chinês, o xangai composto subiu 0,96% nesta quinta, a 2.985,86 pontos. o shenzhen composto, que é formado por empresa de menor valor de mercado, avançou 0,93%, a 1.651,63 pontos. o alívio nas tensões em hong kong, que ontem retirou um projeto de lei que previa extradições para a china e gerou violentas manifestações no território semiautônomo por cerca de três meses, também contribuiu para o apetite por risco na ásia. o hang seng, porém, fechou praticamente estável em hong kong, com baixa marginal de 0,03%, a 26.515,53 pontos, depois de saltar quase 4% no pregão anterior. ainda que tenha servido de alento, a retirada do controverso projeto de lei por hong kong era apenas uma de várias exigências feitas por manifestantes locais. em outras partes da região asiática, o japonês nikkei teve expressiva alta de 2,12% hoje em tóquio, a 21.085,94 pontos, graças principalmente a ações do setor de eletrônicos, enquanto o sul-coreano kospi avançou 0,82% em seul, a 2.004,75 pontos, e o taiex subiu 0,93% em taiwan, a 10.756,93 pontos. na oceania, a bolsa australiana voltou para o azul, interrompendo uma sequência de três pregões negativos. fechando no maior nível em um mês, o s&p/asx 200 avançou 0,92% em sydney, a 6.613,20 pontos. fonte: estadão
27/08/2019

União entrega prêmio de capitalização

 empresa do grupo aspecir, a união seguradora entregou mais um prêmio de capitalização na matriz da coopeder em belo horizonte - mg. ao fazer o seguro de vida, o associado josé de souza da 12ª crg – itabira, fez um plano de capitalização vida flex e concorreu todos os sábados através da extração da loteria federal a uma premiação no valor de r$ 5.000,00 (cinco mil reais). o cheque foi entregue pelas mãos do diretor comercial da união, joão lock, ao sr. dario rutier, presidente da coopeder. presentes na ocasião, estavam carla guimarães da promisses corretora e cláudio ramos da ramos assessoria.

Bolsas da Europa fecham em alta com dados da China e balanços dos EUA


12/04/2019
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (12), apoiadas pelo otimismo em relação ao crescimento econômico global depois da divulgação da balança comercial chinesa, cujos números vieram mais fortes do que o esperado pelos mercados. Além disso, os agentes monitoraram balanços de importantes bancos americanos e informações de que a União Europeia elaborou uma lista de produtos importados americanos sobre os quais pretende aplicar tarifas, em resposta à ameaça dos Estados Unidos de fazer o mesmo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,16%, a 387,53 pontos, mas recuou 0,18% na semana. As exportações da China mostraram forte recuperação em março, conforme dados divulgados pela Administração Geral da Alfândega do país. Os embarques em dólares mostraram alta de 14,2% frente ao observado um ano antes, revertendo o tombo de 20,7% observado no primeiro bimestre. O desempenho ficou acima do previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam aumento bem menor, de 8,2%. Além disso, os bancos chineses liberaram cerca de US$ 250 bilhões em novos empréstimos em março, de acordo com o Banco do Povo da China. Ambos os dados reforçaram a impressão de melhora no ambiente econômico chinês e, consequentemente, na economia global. O estímulo ao crédito e a retomada das exportações aliviam os temores sobre a intensidade da desaceleração econômica mundial. Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 avançou 0,26%, aos 7.437,06 pontos, mas perdeu 0,13% na comparação semanal. As empresas exportadoras Antofagasta (+2,15%), de petróleo, e Rio Tinto (+1,24%) e BHP (0,31%), de minério, foram beneficiadas pelos dados chineses. Os balanços das instituições financeiras americanas Wells Fargo e JPMorgan superaram as expectativas de lucro para o primeiro trimestre deste ano e também tiveram influência em solo europeu. O subíndice de bancos do Stoxx 600 decolou 1,92%, apoiado por importantes altas nas instituições europeias como Deutsche Bank (+2,19%), Unicredit (+4,20%), BNP Paribas (+3,37%) e BBVA (+2,64%). Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 0,54%, em 11.999,93 pontos, mas recuou 0,08% na semana, enquanto na bolsa de Milão o índice FTSE MIB subiu 0,80%, em 21.858,31 pontos, e ganhou 0,46% na comparação semanal. Na bolsa de Madri, o índice IBEX 35 avançou 0,24%, em 9.468,50 pontos, com perda semanal de 0,44% Em Paris, o índice CAC 40 subiu 0,31%, em 5.502,70 pontos, e ganhou 0,48% na semana, enquanto na bolsa de Lisboa o índice PSI 20 avançou 0,66%, a 5.379,51 pontos, mostrando avanço semanal de 1,32%.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679298-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-dados-da-china-e-balancos-dos-eua.html)

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