27/08/2019

Professora recebe prêmio da União Seguradora

 na tarde do dia nove de agosto, na sede do grupo aspecir, o diretor-presidente milton machado recebe a professora albina maria silveira trindade, a felizarda que ganhou o prêmio de capitalização no valor de r$ 5.000,00 (cinco mil reais). estavam presentes à cerimônia de entrega do cheque, mauricio junqueira da benefícios sul corretora, priscilla almeida e guilherme moller da servicoop, júlio machado, diretor da união seguradora, anna silveira trindade, irmã da premiada e joão lock, diretor comercial da união seguradora. ao fazer o seguro de vida na união seguradora, uma das empresas do grupo aspecir, o associado faz um plano de capitalização vida flex e concorre todos os sábados através da extração da loteria federal a uma premiação no valor de r$ 5.000,00 (cinco mil reais). desta vez, a sorteada foi a professora aposentada albina maria que ficou muito feliz com o resultado de seu investimento.
27/08/2019

Novos negócios para a União Seguradora

 o diretor comercial da união seguradora, joão lock, recebeu a visita do assessor jurídico da câmara dos deputados federais, sediado em brasilia, sr. adão paiani, acompanhado da sra. rose marques representante da evoluthyon corretora. o motivo da visita são as tratativas para formalização de seguros de vida junto as prefeituras do rs, também com a possibilidade de abranger um número maior de estados no mesmo seguimento. o evento ocorreu na sede do grupo aspecir, localizada no centro histórico de porto alegre. a reunião rendeu boas perspectivas de uma excelente negociação para ambas as partes. a união seguradora é uma empresa que oferece a solidez de uma expertise de 106 anos de existência.
27/08/2019

Como dar entrada no DPVAT, seguro que indeniza vítimas de acidentes

 ensinamos o que é necessário fazer para pedir indenização junto ao dpvat, seguro social que atende qualquer vítima de acidentes de trânsito qualquer pessoa que sofra lesões em um acidente de trânsito tem direito à indenização do dpvat, mesmo se for um pedestre. o seguro não oferece indenização por danos materiais. o seguro é administrado pela seguradora líder. como dar entrada no dpvat para entrar com o pedido de indenização junto à seguradora líder, o cidadão deve reunir os documentos exigidos, se encaminhar a um dos pontos de atendimento do dpvat, e, por fim, acompanhar o andamento de seu caso. os documentos necessários variam de acordo com o caso. veja, abaixo, como dar entrada no dpvat em caso de indenização por invalidez; morte ou para reembolso de despesas médicas. como dar entrada no dpvat para invalidez permanente no caso de invalidez permanente, total ou parcial, é necessário reunir os seguintes documentos: formulário de pedido do seguro dpvat: a guia da seguradora líder deve ser impressa e completamente preenchida, de forma legível e sem rasuras. os nomes devem ser escritos completos, sem abreviações. o formulário está disponível aqui. boletim de ocorrência policial: a vítima deve se direcionar a uma delegacia para relatar o acidente a um policial, que fornecerá o boletim de ocorrência. ele deve conter dados como endereço, data do acidente, e outros dados importantes. documento de identificação da vítima: uma cópia simples de um documento de identificação, podendo ser rg, cnh, carteira de trabalho, certidão de casamento ou certidão de nascimento. cpf da vítima: uma cópia simples do cpf. comprovante de residência: uma cópia simples do comprovante, que deve ter sido emitido nos últimos 6 meses. laudo do instituto médico legal (iml): a vítima deve se dirigir ao iml da localidade em que ocorreu o acidente, e obter um laudo informando a extensão das lesões físicas ou psíquicas, e o seu estado de invalidez permanente. pode-se enviar o documento original ou uma cópia autenticada. caso não seja possível obter o laudo, ele deve ser substituído pela declaração de ausência de laudo iml, parte do formulário de pedido do seguro dpvat. boletim de atendimento médico: uma cópia simples do boletim do primeiro atendimento hospitalar ou ambulatorial, indicando os procedimentos adotados. relatório de tratamento: uma cópia simples do relatório médico indicando as lesões decorrentes do acidente, com datas e locais dos tratamentos realizados, sejam clínicos, cirúrgicos ou fisioterápicos, incluindo exames. o relatório também deve indicar a data de conclusão do tratamento, com indicação de sequela permanente após a alta definitiva. além dessas informações básicas, necessárias no processo de como dar entrada no dpvat, a seguradora líder também pode exigir mais documentos da vítima durante o processo de análise do caso. veja, abaixo, alguns documentos que também podem ser necessários, e em quais casos eles são exigidos: declaração do proprietário do veículo: caso o boletim de ocorrência seja feito muito tempo depois do acidente, por ato declaratório e o acidente envolva motocicleta que não pertença à vítima, será necessário emitir este documento, e ele deve ser reconhecido por autenticidade em cartório. um modelo da declaração pode ser visto aqui. relatório de internamento hospitalar: documento detalhando as lesões da vítima, pode ser requerido pela seguradora líder caso os analistas do seguro tenham dúvida de que as lesões foram causadas pelo acidente. como dar entrada no dpvat em caso de morte em caso de morte, além dos documentos de identificação da vítima e que esclareçam a situação do acidente, também é necessário enviar os documentos do beneficiário, ou seja, a pessoa que receberá a indenização do seguro. essa pessoa será o cônjuge da vítima, desde que não tenha se separado judicialmente. caso a vítima tenha deixado herdeiros, eles receberão metade da indenização, e a outra metade será do cônjuge. caso a vítima não tenha deixado cônjuge ou herdeiros, poderá ser o beneficiário qualquer pessoa que provar que o falecimento a privou dos meios necessários à sobrevivência. formulário de pedido do seguro dpvat: a guia da seguradora líder deve ser impressa e completamente preenchida, de forma legível e sem rasuras. os nomes devem ser escritos completos, sem abreviações. o formulário está disponível aqui. boletim de ocorrência policial: o beneficiário ou um representante legal deve se direcionar a uma delegacia para relatar o acidente a um policial, que fornecerá o boletim de ocorrência. ele deve conter dados como endereço, data do acidente, e outras informações importantes. certidão de óbito: uma cópia autenticada da certidão de óbito. documento de identificação da vítima: uma cópia simples de um documento de identificação, podendo ser rg, cnh, carteira de trabalho ou certidão de nascimento. documento de identificação do(s) beneficiário(s): uma cópia simples de documento de identificação dos beneficiários, podendo ser rg, cnh, carteira de trabalho ou certidão de nascimento. cpf da vítima: uma cópia simples do cpf. cpf do(s) beneficiário(s): cópia(s) simples do cpf do cônjuge e/ou herdeiros. termo de conciliação: caso haja mais de um beneficiário, o termo deve ser preenchido. é possível imprimir o documento aqui. comprovante de residência do beneficiário: uma cópia simples do comprovante de residência do beneficiário, que deve ter sido emitido nos últimos 6 meses. laudo do instituto médico legal (iml): uma cópia autenticada do laudo de exame emitido pelo iml. boletim de atendimento médico: uma cópia simples do boletim do primeiro atendimento hospitalar ou ambulatorial, indicando os procedimentos adotados. relatório de tratamento: uma cópia simples do relatório médico indicando as lesões decorrentes do acidente, com datas e locais dos tratamentos realizados, sejam clínicos, cirúrgicos ou fisioterápicos, incluindo exames. o relatório também deve indicar a data de conclusão do tratamento, com indicação de sequela permanente após a alta definitiva. se o beneficiário for filho da vítima: se o beneficiário for filho(a) da vítima, basta enviar documento de identificação, cpf, e comprovante de endereço do próprio. se o beneficiário for cônjuge da vítima: certidão de casamento: uma cópia simples da certidão de casamento com data de emissão atual, caso a vítima fosse casada. prova de companheirismo do inss: no caso de união estável, deverá ser enviado um comprovante da situação, que pode ser obtida junto ao inss. também pode ser uma declaração de dependente da receita federal ou alvará judicial se o beneficiário for mãe, pai, avó ou avô da vítima: caso o(s) beneficiário(s) seja(m) parente(s) ascendente da vítima, basta enviar docuento de identificação, cpf e comprovante de residência de cada beneficiário. como dar entrada no dpvat para reembolso de despesas médicas (dams) o seguro dpvat também prevê o reembolso de despesas médicas decorridas do tratamento das lesões causadas por um acidente de trânsito. contudo, o valor não poderá ser maior que r$ 2.700. naturalmente, o valor só é repassado quando a vítima for tratada em hospitais particulares. no processo de como dar entrada no dpvat para reaver essa quantia, a vítima de acidente ou seu(s) beneficiário(s) devem reunir os seguintes documentos: formulário de pedido do seguro dpvat: a guia da seguradora líder deve ser impressa e completamente preenchida, de forma legível e sem rasuras. os nomes devem ser escritos completos, sem abreviações. o formulário está disponível aqui. boletim de ocorrência policial: o beneficiário ou um representante legal deve se direcionar a uma delegacia para relatar o acidente a um policial, que fornecerá o boletim de ocorrência. ele deve conter dados como endereço, data do acidente, e outras informações importantes. documento de identificação da vítima: uma cópia simples de um documento de identificação, podendo ser rg, cnh, carteira de trabalho ou certidão de nascimento. cpf da vítima: uma cópia simples do cpf. comprovante de residência: uma cópia simples do comprovante, que deve ter sido emitido nos últimos 6 meses. notas fiscais, cupons fiscais, faturas, e/ou recibos: comprovantes que mostrem o pagamento das despesas médicas, como farmácia, material hospitalar, exames médicos e odontológicos, pagamento de fisioterapia ou fonoaudiologia. devem ser enviadas as versões originais dos comprovantes. eles devem estar impressos com o nome da vítima de acidente, e conter data, assinatura, carimbo de identificação, número do crm, cpf ou cnpj, e a especificação dos serviços prestados, com valores discriminados e a data em que cada um foi executado. discriminativo: registro de valores e quantidades de cada despesa médica e suplementar, como diárias e taxas, materiais e medicamentos, exames com preço por unidade, serviços médicos e profissionais especificando as sessões do tratamento, tudo incluindo valores, datas, identificação da vítima e do profissional de saúde responsável. podem ser envidas cópias simples dos comprovantes. comprovante do pagamento da coparticipação da vítima no convênio médico: podem ser registro como contracheque e boleto bancário quitado com autenticação bancária legível. devem ser enviadas cópias simples. relatório/demonstrativo do convênio médico: registro indicando as despesas de coparticipação da vítima, discriminando os serviços médicos prestados e/ou materiais fornecidos, os valores da coparticipação em cada despesa, com data e identificação da vítima. cópia simples. boletim de atendimento médico hospitalar (bam): documento que comprova que as despesas médicas foram decorrentes de lesões geradas pelo acidente de trânsito em questão. pode ser substituído por registro equivalente, e deve ser enviado em cópia simples. solicitações médicas: formulário de pedido ou declaração onde o profissional da saúde faz o requerimento de exames, medicamentos, tratamentos fisioterápicos, equipamentos ortopédicos, órteses, próteses e outros. também deve conter uma justificativa do médico ou responsável, com data, assinatura, carimbo de identificação e número do crm, cpf ou cnpj. deve ser enviada uma cópia simples. receituário médico: receita de cada medicamento, com identificação da vítima e do médico responsável e, ainda, data, assinatura, carimbo de identificação e número do crm, cpf ou cnpj. cópia simples. também pode ser necessário: declaração do proprietário do veículo: caso o boletim de ocorrência seja feito muito tempo depois do acidente, por ato declaratório e o acidente envolva motocicleta que não pertença à vítima, será necessário emitir este documento, e ele deve ser reconhecido por autenticidade em cartório. um modelo da declaração pode ser visto aqui. como dar entrada no dpvat para despesas médicas pagas por terceiros caso a vítima de trânsito não seja responsável pelo pagamento das despesas, devem, ainda, ser enviados os seguintes documentos: notas fiscais, cupons fiscais, faturas, e/ou recibos: ao contrário de cópia simples, devem ser enviados os originais. documento de identificação do beneficiário: uma cópia simples de um documento de identificação, podendo ser rg, cnh, carteira de trabalho ou certidão de nascimento. cpf do beneficiário: uma cópia simples comprovante de residência do beneficiário: uma cópia simples do comprovante, que deve ter sido emitido nos últimos 6 meses. como dar entrada no dpvat para despesas médicas pagas por terceiros que sejam pessoa jurídica notas fiscais, cupons fiscais, faturas, e/ou recibos: ao contrário de cópia simples, devem ser enviados os originais. estatuto ou contrato social: uma cópia simples de documento qualificando um funcionário da empresa a receber os valores do reembolso. documento de identificação do funcionário: uma cópia simples de um documento de identificação do funcionário que receberá o reembolso, podendo ser rg, cnh, carteira de trabalho ou certidão de nascimento. cpf do funcionário: uma cópia simples comprovante de residência do funcionário: uma cópia simples do comprovante, que deve ter sido emitido nos últimos 6 meses. autorização de pagamento: documento oficializando a autorização do pagamento do reembolso. um modelo pode ser visto aqui. termo de declaração e quitação: deve dizer respeito às categorias 3 e 4. um modelo pode ser visto aqui. como enviar os documentos do seguro dpvat o próximo passo de como dar entrada no dpvat é enviar os documentos recolhidos para a seguradora líder. a papelada deve ser entregue em um dos pontos de atendimento do seguro. eles incluem agências dos correios, seguradoras autorizadas, unidades do detran, procon, corretoras e outros órgãos. a seguradora líder disponibiliza, em seu site, uma lista onde é possível localizar os endereços mais próximos. acesse a lista de pontos de atendimento do dpvat aqui. acompanhe seu pedido de indenização depois de enviada a documentação, o beneficiário deve acompanhar seu caso junto à seguradora líder. é possível fazer isso pelo site do dpvat ou pela central de atendimento, nos seguintes telefones: regiões metropolitanas: 4020-1596 outras regiões: 0800 022 12 04 também é possível fazer o acompanhamento através de um aplicativo para smartphones, o “seguro dpvat”. contudo, a avaliação dos usuários do app é baixa, e muitos relatam que ele não funciona como deveria. valores de indenização do seguro dpvat se você foi vítima de acidente de trânsito, tem até três anos para requerer uma indenização por suas lesões e o reembolso de parte das despesas médicas que teve em decorrência do acidente. também é possível obter indenização em caso da morte de entes próximos. o cálculo do valor a que a vítima tem direito é feito com base na tabela do dpvat, instituída pela lei número 11.945, de 2009. de acordo com o texto, o valor máximo de indenização do dpvat é de r$ 13.500, a ser pago em casos de morte ou invalidez total permanente. no caso de invalidez parcial, a tabela dá a cada parte do corpo um percentual diferente. assim, para saber como dar entrada no dpvat, fique por dentro desses valores para ter uma ideia do que poderá receber. é importante destacar, contudo, que no caso de invalidez parcial, ficará a cargo do médico que atender a vítima determinar a porcentagem da indenização. para entender essa conta, considere o seguinte exemplo: suponha que joão se envolveu em um acidente, e perdeu o movimento de um dos braços. ele terá direito a 70% do valor total de r$ 13.500, ou seja, r$ 9.450. contudo, josé perdeu o movimento do braço apenas parcialmente. ele terá direito a apenas uma parte desses r$ 9.450, montante que será definido por seu médico. por fim, a vítima de trânsito também deve saber como dar entrada no dpvat para pedir o reembolso de despesas com atendimento médico na rede particular. nesse caso, o valor máximo que pode ser pago pelo seguro é de r$ 2.700.
13/08/2019

Apólices de saúde e prestamista têm maior avanço e são aposta para 2020

 apesar do início da retomada no segmento de automóveis, o menor nível de risco e o reajuste de preços ainda limita o crescimento dessa modalidade e o foco passa a ser em seguros de pessoas a redução da sinistralidade e o consequente reajuste nos preços das apólices de automóveis refletiram o resultado da categoria nas seguradoras. os produtos de saúde e prestamista acabam sendo a aposta das companhias para os próximos meses do ano. tais resultados foram visíveis nas quatro maiores seguradoras do país (bb seguridade, bradesco seguros, sulamérica e porto seguro). de um lado, ainda que o segmento de automóveis tenha começado a demonstrar ligeiro crescimento na frota segurada, os ajustes de preços para baixo frente ao menor nível de risco e sinistralidade e também a situação econômica do país ainda limitam ganhos mais significativos na receita da linha. os últimos dados da superintendência de seguros privados (susep), por exemplo, apontam que os prêmios diretos de seguros automóveis registraram um avanço de apenas 0,7% em maio deste ano contra igual mês de 2018, de r$ 2,086 bilhões para um total de r$ 2,100 bilhões. de acordo com o diretor geral da porto seguro, marcelo picanço, o movimento não se dá por competitividade, mas por um ajuste relacionado a chuvas pontuais e diminuição dos níveis de risco. “estávamos com preços maiores no ano passado esperando uma frequência maior de sinistros e a mudança no quadro de risco fez com que esses preços reduzissem. além disso, é importante lembrar que no primeiro trimestre houve chuvas fortes em regiões de maior concentração de seguros”, explicou. ainda segundo informações da susep, a sinistralidade média total do mercado caiu 6,4 pontos percentuais (p.p.) em maio deste ano contra igual mês de 2018, de 50,8% para uma média de 44,4%. nas seguradoras, bradesco seguros teve alta de 1,6% na modalidade auto em junho contra igual mês de 2018 (de r$ 1,511 bilhão para r$ 1,535 bilhão). sulamérica registrou avanço de 3,3% (de r$ 811,3 milhões para r$ 838,3 milhões) e a porto registrou queda de 4,6%, de r$ 2,432 bilhões para r$ 2,320 bilhões. ao mesmo tempo em que o seguro auto ainda caminha a passos lentos, porém, os produtos de saúde e prestamista têm despontado no setor. o prestamista, por exemplo, teve alta de 19,8% nos prêmios emitidos de maio ante o mesmo mês de 2018, de r$ 1,031 bilhão para r$ 1,236 bilhão. já os últimos dados da agência nacional de saúde suplementar (ans) apontam que o número de beneficiários nos planos de saúde voltou a crescer, saindo de 47,2 milhões na metade de 2018 para 47,3 milhões em junho último. nas seguradoras, bradesco seguros registrou alta de 7,7% nos seguros de saúde em junho deste ano contra igual mês de 2018 (de r$ 6,247 bilhões para r$ 6,725 bilhões). a sulamérica apontou alta de 11,1% (de r$ 3,803 bilhões para r$ 4,225 bilhões) e a porto teve avanço de 10% (de r$ 336,4 milhões para r$ 370 milhões) na mesma relação. contratos corporativos em relação às tendências gerais do mercado segurador, no entanto, o diretor financeiro da ltseg, caio timbó, pondera avanços mais significativos para as apólices corporativas. “o mercado começa a afunilar para apetites diferenciados e taxas maiores. é uma postura mais hard e projeção de um crescimento mais significativo em 2020”, completa ele. fonte: dci por isabela bolzani • são paulo
13/08/2019

Susep dá prazo de 30 dias para seguradoras adequarem o seguro para países com embargo

 a superintendência de seguro privados – susep, por meio da carta circular eletrônica susep/dir2/cgcom nº 006, de sete de agosto de 2019, se posicionou contrária a decisão de algumas seguradoras proibirem o seguro de transporte internacional para empresas brasileiras com negócios com países com embargo. a circular foi motivada por diversas consultas recebidas de empresas relacionadas com o comércio exterior, devido a recusa de seguro de transporte envolvendo países com embargo. segundo a susep, as seguradoras que incluíram nas condições contratuais do seguro de transporte cláusula dispondo sobre perda de direitos, limitações e exclusões de cobertura para segurados com operações de transportes com países com embargo, terão o prazo de trinta dias para corrigir suas apólices excluindo a referida cláusula ou identificando de forma elucidativa e não genérica as situações de perda de direitos ou exclusão de cobertura da apólice. o embargo não configura justificativa para estruturação de cláusula restritiva na apólice de transporte. as sanções aplicáveis às empresas subsidiárias de grupo norte-americano são impostas pela ofac (office of foreign asset control), um órgão do departamento do governo dos estados unidos responsável por regulamentar, implementar e administrar as sanções sobre a relação comercial entre as empresas norte-americanas e suas filiais no exterior, em razão de ameaça à segurança dos eua em que relacione-se ao terrorismo e narcotráfico. no entendimento da susep, as situações de perda de direitos ou exclusão de cobertura decorrentes de violação de leis ou normas de embargos ou sanções econômicas ou comerciais, somente poderão ser aplicadas se houver ato doloso do segurado ou seu representante, que demonstre nexo causal com o evento gerador do sinistro. prevalecendo a determinação da susep, como o ato ilícito já está previsto no item “prejuízos não indenizáveis” nas condições especiais do seguro de transporte, o correto será simplesmente excluir a cláusula sobre embargo. caso a seguradora não queira o seguro, baseando-se em normas de compliance, deve na ocasião da subscrição do risco analisar se o segurado tem negócios com países com embargo, e havendo, basta recusar o seguro. apenas as seguradoras norte-americanas estão sujeitas às sanções da ofac. as seguradoras nacionais, europeias, japonesas e de outras nacionalidades que atuam no brasil estão livres para aceitar normalmente o seguro envolvendo países embargados. mesmo com as imposições da ofac, as seguradoras e resseguradoras norte-americanas têm avaliado a aceitação do seguro de transporte para países com embargo, e para essa possibilidade, solicitam a descrição da mercadoria e o id (espécie de cnpj) da empresa domiciliada no país impedido, para verificação em uma base de dados global, não havendo restrições, autorizam a seguradora local a aceitar o seguro. a lista dos países com embargo publicada pela ofac é atualizada periodicamente e atualmente inclui a bielorrússia, burundi, congo, coreia do norte, cuba, iêmen, irã, iraque, líbano, líbia, nicarágua, rússia, síria, somália, sudão, ucrânia, venezuela, zimbábue e balcãs ocidentais (antes denominados república federal da iugoslávia, república iugoslava da macedônia, montenegro e sérvia). embargo no comércio internacional é uma medida de natureza extrema, e o mercado segurador brasileiro não deveria se envolver em decisões isoladas dos eua e rever seus conceitos, pois o seguro, independente do ambiente, não tem relação nenhuma com jogos políticos, é uma atividade puramente comercial. com a deliberação das susep, haverá um aumento na arrecadação de prêmios, considerando os novos seguros gerados para países com embargo. fonte: segs por aparecido rocha
13/08/2019

Inteligência Artificial incentiva seguros mais personalizados e segurados mais precavidos

 em palestra no insurance day, o diretor da sistran, fabio polonio, abordou como a análise de dados em tempo real tende a mudar o comportamento do segurado e permite a criação de novos produtos a inteligência artificial e a crescente adoção da tecnologia estão transformando toda a cadeia do mercado de seguros, cujas companhias podem oferecer produtos mais personalizados e que beneficiam os segurados de melhor risco. fabio polonio, diretor da sistran informática especialista em inteligência artificial e transformação digital para empresas, levantou o tema em palestra no evento insurance day, realizado na última quinta-feira (08 de agosto), pela startse. em sua apresentação, ele comentou que o novo momento começa a partir do monitoramento do cliente de seguros pelo smartphone e outros dispositivos conectados com iot (internet das coisas). por meio de algoritmos de inteligência artificial, seguradoras analisam os dados do consumidor para oferecer produtos personalizados e em tempo real. dependendo do comportamento do segurado pode variar também a precificação, o que o incentiva a ser cada vez mais precavido. “seguros serão baseados no comportamento do consumo a partir do monitoramento das jornadas e análise dos dados”, diz o diretor da sistran. para exemplificar este novo modelo de seguros, fabio polonio divide o cotidiano das pessoas em jornadas. entre elas, por exemplo, há a jornada do transporte. “imagine que uma pessoa, que tem um seguro digital instalado no smartphone, resolve usar um patinete elétrico de uma startup de micromobilidade compartilhada para ir ao trabalho. sabendo, a partir da análise de dados, que o caminho é longo e acidentado, a seguradora oferece, em tempo real e de forma automática, um produto específico para esta viagem, cujo valor foi calculado diante dos riscos do trajeto. na hora, o cliente decide fazer esta apólice ou não. depois de sair do trabalho, ele resolve alugar um carro e ir direto para sua casa na praia. como o seguro já sabe, pela inteligência artificial aplicada a dados, que ele é bastante prudente ao volante, é oferecido um produto de valor baixo para a cobertura desta viagem. novamente, cabe ao consumidor a decisão de aceitar a sugestão”. este modelo estimula que as pessoas dirijam de forma mais cuidadosa, por exemplo, para que ela receba produtos mais baratos das seguradoras. “isso é apenas uma das minhas jornadas do dia. eu posso mudar de uma jornada para outra e a tecnologia vai registrando todos os meus dados até o momento que eu precisar de um seguro”, explica fabio polonio. outro caso seria na jornada da alimentação. “um seguro de saúde com inteligência artificial certamente é mais caro para alguém que se alimenta somente com fast food, enquanto uma pessoa que tem um equilíbrio nas refeições receberia produtos mais vantajosos”, aponta. da mesma forma que a transformação chega ao comportamento do cliente, os profissionais da área também precisam se atualizar. segundo o especialista, quem está dentro das seguradoras precisa aprender a tomar decisões baseadas em dados e em resultados. “o principal aspecto da mudança não é a tecnologia, é a cultura das empresas”. ele explica como fazer a mudança de mindset para o novo e colaborativo mundo. “esqueça a expressão ‘cada um no seu quadrado’, o trabalho é interdisciplinar. o processo decisório deve ser baseado em dados, não em líderes. da aversão ao risco à organização ágil, experimentadora e adaptável”, e finaliza com dicas para o sucesso no novo modelo. “esteja a par das tendências e tecnologias de inteligência artificial; desenvolva e inicie a implementação de um plano estratégico coerente; crie e execute uma estratégia de dados completa (e a governança!); desenvolva os talentos adequados e a infraestrutura de tecnologia; invista muito em educação e capacitação; associe-se, incube, estabeleça parcerias, patrocine as insurtechs”. fonte: segspor thais ruco
13/08/2019

Indenização do seguro de vida: Saiba como solicitar

 indenização do seguro de vida: saiba como solicitar. uma das principais razões para se fazer um seguro de vida é a proteção financeira da família caso ocorra algum sinistro. porém, se infelizmente algo ruim acontecer, é preciso ter em mente que algumas ações precisam ser tomadas. uma delas diz respeito a solicitar a indenização do seguro de vida. e, é muito comum que as pessoas tenham dúvidas em como proceder nestes casos. pensando nisso, descubra nesse material informativo como solicitar a indenização do seguro de vida. 1º passo de como solicitar a indenização do seguro de vida: apólice antes de solicitar a indenização do seguro de vida para a seguradora, fique atento a algo importante: a apólice. o nome pode parecer complicado, mas o seu significado é muito simples. em suma, a apólice nada mais é do que o contrato de seguro, onde estão todas as informações sobre valores, cobertura de seguro, vigência, beneficiário, entre outros. nela estarão especificadas as situações em que o seguro pode ser acionado, prazo de vigência, requisitos, condições gerais para pagamento da indenização, quem são os beneficiários, etc. primeiramente, fique atento ao prazo de vigência, já que, muitas vezes as pessoas desconhecem que a grande maioria dos seguros precisam ser renovados periodicamente. em seguida, no caso dos beneficiários, na apólice constam os nomes das pessoas que receberão o seguro. entretanto se se nenhuma pessoa foi indicada na apólice, será aplicado o artigo 792 do código civil brasileiro, que prevê a divisão do valor total entre o cônjuge (50%) e os herdeiros legais (50%). o seguro de vida possui diversas coberturas e, cada uma delas, exige requisitos diferentes para pagamento da indenização. dentre as coberturas mais comuns, podemos citar por morte (natural ou por acidente); por invalidez permanente (total ou parcial); por invalidez funcional ou laborativa por doença; por despesas médica, hospitalares e odontológicas; por diárias de incapacidade temporária; por diárias de internação hospitalar; e por doenças graves. fique atento!  alguns seguros de vida cobrem também as despesas com velório, internação e outras despesas que se façam necessárias em razão do óbito ou doença. 2º passo: comunicar a seguradora do sinistro posteriormente, após verificar a apólice do seguro de vida, para solicitar a indenização do seguro, o beneficiário deverá informar a seguradora sobre o sinistro. em outras palavras, informar a seguradora o que aconteceu. antes de tudo, vamos falar em prazos. para beneficiários e terceiros, o prazo para comunicar a seguradora é de 3 anos. o início da contagem começa na data do fato gerador do sinistro. por exemplo, se você é o beneficiário de um seguro de vida e o segurado morre, você tem três anos a partir da morte para dar entrada no processo para receber a indenização.  já para os segurados, o prazo de prescrição é de 1 ano. porém, a data de início da contagem depende da modalidade do seguro. ainda, no seguro de vida, pode haver uma série de coberturas que garantem direito a indenização em vida para o segurado. por exemplo é o caso das coberturas para invalidez ou para doenças graves. no caso da cobertura para invalidez, o prazo começa a contar a partir da data em que a invalidez é formalizada pela previdência social. já para a cobertura para doenças graves, vale a data do diagnóstico. desta forma, é preciso comunicar a seguradora do fato. assim que receber a comunicação do sinistro, a seguradora irá fornecer ao beneficiário um formulário de aviso do sinistro. neste documento é necessário preencher os dados do segurado bem como o motivo pelo qual se está solicitando a indenização. em seguida, após o preenchimento do formulário, a seguradora vai solicitar uma lista de documentos que deverão ser entregues. no geral, a documentação é a seguinte formulário de aviso do sinistro preenchido certidão de óbito (se for o caso); certidão de casamento ou nascimento com data atualizada (expedida após o óbito); beneficiário menor de idade: cópia simples de certidão de nascimento; beneficiário entre 16 e 18 anos: cópia simples do cpf; beneficiário maior de idade: rg, cpf e comprovante de residência; quanto tempo leva para a seguradora pagar a indenização? segundo a superintendência de seguros privados (susep), após a entrega da documentação completa, a seguradora tem o prazo de 30 dias para realizar o pagamento da indenização ao beneficiário. porém, se a seguradora entender que precisa de mais documentos ou esclarecimentos adicionais, esse prazo poderá ser suspenso e acaba se prorrogando. da mesma forma, se houver atraso, o valor da indenização será atualizado de acordo com os índices de correção monetária.  a indenização do seguro de vida pode ser negada pela seguradora? é possível sim que a seguradora negue o pagamento da indenização do seguro de vida ao beneficiário.  essa situação é muito mais comum do que as pessoas imaginam. as seguradoras poderão recusar o pagamento alegando que alguma violação das condições gerais da apólice do seguro. entre os motivos mais comuns estão a não cobertura do risco, agravamento de risco, sinistro dentro do prazo de carência, doença pré-existente, atraso das parcelas e ausência de legitimidade. dentre essas, as mais recorrentes são as negativas por doença preexistente e por inadimplência.  doença preexistente é a alegação de que o segurado já possuía a doença que ocasionou a morte ou invalidez quando realizou a contratação do seguro. já a inadimplência nada mais é do que a falta de pagamento. por isso, nos casos de negativa, o ideal é buscar um profissional qualificado para fazer a análise do caso. como cada caso é diferente, a busca por um profissional facilitará o processo. isto é, será necessário fazer toda a análise da apólice e da situação concreta para verificar, após esse processo, se é possível ingressar com uma ação para buscar através da justiça o recebimento da indenização. outro ponto fundamental é prazo para recorrer na justiça caso a seguradora negue o pagamento da indenização. após receber a resposta negativa, o beneficiário tem apenas 1 ano para poder contestar essa decisão na justiça e requerer a indenização que lhe é devida. em resumo, fique atento para não perder esse prazo, pois, se ele encerrar não será mais possível reverter a situação. não desista do seu direito. fonte: mix vale
13/08/2019

Plano de previdência antigo pode ter tesouro escondido – e portabilidade pode não ser uma boa

 planos de previdência privada com tábuas de mortalidade antigas podem garantir boa rentabilidade para quem decidir convertê-los em renda; fazer portabilidade para planos mais baratos e rentáveis pode, no fim das contas, não ser vantajoso essa vai para o pessoal que contratou um plano de previdência privada antes de 2010. você sabe o que é uma tábua de mortalidade, também chamada de tábua biométrica ou atuarial? esse termo técnico pode, à primeira vista, não parecer muito relevante para os participantes de planos de previdência, que já têm que se preocupar com uma porção de outros números no planejamento da sua aposentadoria. mas para participantes de planos antigos, vale a pena dispensar alguma atenção à tábua de mortalidade da sua previdência privada, pois ela pode conter uma espécie de tesouro escondido. tábua de mortalidade: o que é a tábua de mortalidade é um instrumento das ciências atuariais para estimar a expectativa de sobrevida das pessoas que chegam à idade da aposentadoria - 60 ou 65 anos, em geral. em outras palavras, ela permite projetar quantos anos a mais uma pessoa que acabou de chegar à terceira idade pode viver dali para frente. essas tábuas atuariais são usadas pelos planos de previdência privada para calcular as modalidades de renda que o participante pode contratar na aposentadoria, se assim desejar. conforme eu já expliquei nesta outra matéria, após alguns anos acumulando recursos no plano, você pode optar por permanecer na fase de acumulação e viver do dinheiro que conseguiu juntar, fazendo resgates periódicos; ou usar seu saldo para comprar uma modalidade de renda mensal, reversível ou não aos seus beneficiários, deixando o saldo acumulado para a seguradora. pois bem, a tábua atuarial é usada para o cálculo do benefício neste segundo caso, o da renda. conheça as diferentes modalidades de renda dos planos de previdência privada. “é importante lembrar que a tábua de mortalidade não interfere na fase de acumulação. os fatores que interferem nesta fase são os custos do plano, a rentabilidade, o valor investido periodicamente e o prazo do investimento”, observa maristela gorayb, planejadora financeira certificada (cfp®️) pela planejar e sócia da unblur coach e consultoria. as principais tábuas atuariais até 2010, os planos de previdência brasileiros utilizavam tábuas atuariais americanas para o cálculo das rendas a serem pagas aos seus participantes. as mais comuns eram aquelas cujas expectativas de sobrevida para idosos eram referentes aos anos de 1949 (at-1949), 1983 (at-1983) e 2000 (at-2000). cada tábua de mortalidade atualizava a expectativa de vida da tábua anterior com as condições do ano em que era calculada. quanto mais antiga a tábua de um plano, mais vantajosa ela é para o participante, pois menor a expectativa de sobrevida embutida. e quanto menor a expectativa de sobrevida, maior a renda mensal obtida para quem opta por uma modalidade de renda. no caso da renda vitalícia, quem vive mais tempo do que a expectativa de sobrevida da tábua sai na vantagem, porque a seguradora continua obrigada a pagar até a morte do participante o mesmo valor de renda que havia sido calculado para um prazo menor. além disso, as tábuas atuariais antigas normalmente previam que o valor da renda seria corrigido pela inflação (igp-m) mais uma taxa de juros real, isto é, uma taxa prefixada acima da inflação, que podia variar de 1% a 6% ao ano. versão brasileira só que em 2010, o brasil instituiu a sua própria tábua de mortalidade, a br-ems, que tinha algumas diferenças em relação às tábuas americanas. em primeiro lugar, seus cálculos foram baseados em dados brasileiros. a expectativa de sobrevida foi, é claro, atualizada para os anos 2000, mas considerou a realidade brasileira, que é em média pior que a realidade americana para a sobrevivência na terceira idade. então, ao menos nesse aspecto, a tábua de mortalidade brasileira se mostra mais vantajosa que as americanas, do ponto de vista dos participantes dos planos. se atualizada, a tábua atuarial americana provavelmente teria uma expectativa de sobrevida maior que a brasileira para a mesma época. afinal, mesmo considerando a realidade dos brasileiros de maior renda, que são os que costumam contratar previdência complementar, as condições de vida por aqui não são tão boas quanto as dos estados unidos. porém, a tabela br-ems prevê uma atualização automática da expectativa de sobrevida a cada cinco anos. a primeira revisão se deu em 2015 e a segunda ocorrerá em 2020. isso representa uma vantagem para as seguradoras e para a solvência do mercado de seguros como um todo. ao estimar os pagamentos de benefícios sempre com os dados mais atualizados e fiéis à realidade brasileira, as seguradoras têm maior previsibilidade e menor risco, o que acaba sendo bom também para os clientes, que contam com mais segurança. desvantagens da tábua br-ems contudo, do ponto de vista da remuneração do participante, as condições ficaram menos vantajosas. os novos planos que utilizam a tábua de mortalidade brasileira estarão com a expectativa de sobrevida sempre atualizada. assim, não é mais possível tirar vantagem da contratação de uma tábua de mortalidade muito desatualizada, como é o caso de quem fez um plano de previdência em 1999 com a tábua at-1983, digamos. além disso, diferentemente do que ocorre nos planos antigos, que preservavam a tábua de mortalidade contratada, os planos que adotam a tábua br-ems estão sujeitos às atualizações quinquenais, sendo válida a tábua da época em que o participante se aposenta e converte seu saldo para renda, e não mais a da época da contratação do plano. finalmente, os planos que adotam a tábua br-ems costumam corrigir os valores dos benefícios somente com base em um índice de inflação. não há mais aquele rendimento real que costumava ocorrer nos planos antigos. tábuas antigas podem ser mais vantajosas para quem pretende contratar uma modalidade de renda, a expectativa de sobrevida mais baixa e o juro real na correção do benefício fazem com que os planos de previdência anteriores a 2010 tenham condições mais vantajosas do que os que utilizam a tábua br-ems. a título de ilustração, maristela gorayb simulou a renda inicial de um mesmo participante (homem de 60 anos), com um mesmo saldo acumulado (r$ 1 milhão) em três tábuas biométricas diferentes: a br-ems, sem juro real na correção; a at-2000 sem juro real na correção; e a at-2000 com um juro de 3% ao ano acima da inflação na correção. assim, você pode ver, isoladamente, os efeitos da longevidade prevista em cada tabela e da presença ou não dos juros reais: no site da superintendência de seguros privados (susep) também é possível ver comparações desse tipo. no item serviços ao cidadão, no menu lateral, acesse “performance dos fundos previdenciários” e escolher um dos prazos para baixar a planilha com todos os prazos dos fundos disponíveis hoje. na aba “anuidades”, é possível ver quanto você precisa ter de saldo no plano, para cada tábua de mortalidade existente, para obter r$ 1.000 de renda vitalícia mensal. por exemplo, na tabela at-49 masculina com juro prefixado de 6% ao ano, r$ 110 mil reais bastam para obter tal renda. sem esse juro, seria preciso acumular quase r$ 180 mil, com a mesma tabela, para obter a mesma renda. já na tabela br-ems masculina sem juro atuarial, o saldo necessário para uma renda de r$ 1.000 é da ordem de r$ 250 mil, mais do que o dobro do primeiro caso. na portabilidade, você perde a tábua antiga quem contratou um plano de previdência lá atrás garantiu as condições da tábua antiga até a aposentadoria. caso faça portabilidade, porém, o participante perde a tábua atuarial contratada e migra para um plano com a tábua atual. “a seguradora não pode migrar os clientes de tábua. o participante pode continuar contribuindo para o plano com a tábua antiga, e ela continua válida. o máximo que a seguradora pode fazer é parar de oferecer o plano com a tábua antiga para novos clientes”, explica maristela. mesmo que o plano antigo tenha uma rentabilidade menor por conta de custos altos, as taxas mais baixas do novo plano e o consequente ganho de rendimento podem não compensar o impacto da adoção de uma nova tabela na hora de converter o saldo em renda. para maristela, para quem pretende contratar renda, pode fazer sentido permanecer num plano antigo para preservar a tábua de mortalidade contratada. até porque pode ser que o plano antigo preveja uma correção por um juro real elevado, maior do que é possível conseguir na renda fixa atualmente, com a selic tão baixa. “está cada vez mais difícil viver de renda porque os juros reais estão muito baixos. é preciso trabalhar bem o dinheiro e ter reservas muito grandes”, diz a cfp®️. mas é claro que, para quem tem a intenção de viver dos resgates, de usar o plano para fazer planejamento sucessório ou de converter apenas uma parte do seu saldo em renda, a portabilidade para um plano mais barato e rentável certamente vale a pena, uma vez que a tábua de mortalidade não fará diferença. nesses casos, o mais interessante é acumular o máximo de recursos possível, uma vez que o objetivo é usufruir das reservas. faça simulações assim, se você estiver perto da aposentadoria, vale a pena fazer algumas simulações. primeiro, simule quanto mais você consegue acumular no seu plano atual e, com o saldo obtido ao fim do período de acumulação, quanto você conseguiria na modalidade de renda desejada. simule também quanto seria possível resgatar periodicamente para viver durante o prazo projetado, ou mesmo sem consumir o principal, se possível. depois, faça as mesmas simulações em um plano mais barato e mais rentável, ainda que com uma tábua de mortalidade menos vantajosa e verifique se a portabilidade é interessante. no site da susep é possível fazer algumas simulações em “serviços ao cidadão”> “cálculo pgbl e vgbl”. outra possibilidade, para quem ainda tem pelo menos uns dez anos de acumulação pela frente, é manter um plano antigo para convertê-lo em renda e iniciar um plano novo com custos e rentabilidade mais atrativos, com foco nos resgates e no planejamento sucessório. afinal, você pode ter quantos planos de previdência quiser. caso você já contribua para um pgbl até o limite de 12% da sua renda bruta tributável anual, parcela que pode ser abatida na declaração de imposto de renda, basta que o novo plano seja um vgbl, já que as contribuições feitas a ele vão ultrapassar o teto dedutível. é vantajoso contratar renda? eu já falei nesta outra matéria sobre quais fatores considerar para escolher entre viver de resgates ou converter o saldo do plano em renda. pouca gente atualmente contrata renda. um fator que pesa contra essa opção é o fato de que você deixa o saldo acumulado no plano para a seguradora, e esta passa a ter uma obrigação de te pagar todos os meses. muita gente prefere fazer a gestão do próprio dinheiro por meio de resgates programados pois teme, por exemplo, que a seguradora possa quebrar e não ser mais capaz de arcar com os benefícios. além disso, em algumas modalidades de renda, como a renda vitalícia, não há reversão para os beneficiários. isto é, quando o participante morre, seus dependentes não levam nada. isso pode ser tremendamente desvantajoso se o participante morrer cedo. ele deixou todos os seus recursos para a seguradora, quase não aproveitou o benefício e seus dependentes não levarão nada. mas se ele viver por muito tempo, a renda vitalícia se revela um ótimo seguro, pois caso ele tivesse optado pelos resgates, seu patrimônio poderia ser insuficiente para mantê-lo até o fim da vida. de qualquer maneira seus dependentes ficariam sem nada e ainda teriam que ajudá-lo financeiramente. é claro que é possível contratar renda vitalícia reversível para os beneficiários após a morte do titular, mas essa vantagem reduz o valor da renda, pois representa um risco ainda maior para a seguradora - de o participante viver muito e seus beneficiários também. “outro fator a se considerar na hora da escolha é o quão saudável estaremos para fazer a gestão dos nossos recursos”, orienta maristela. para ela, faz sentido, em algum momento da vida, converter pelo menos parte do saldo do plano em renda vitalícia, garantido um valor mensal mínimo para as contas fixas, pensando na idade mais avançada. e com os restante dos recursos, ir fazendo resgates esporádicos. “seria uma espécie de seguro contra a longevidade”, diz a planejadora financeira. fonte: seudinheiro
13/08/2019

Créditos do Fundopem são adquiridos por R$ 464,7 milhões

 os créditos de contratos do fundo operação empresa do estado do rio grande do sul (fundopem/rs) postos à venda pelo governo do estado em edital no dia 4 de julho foram adquiridos pelo banco abc brasil sa pelo total de r$ 464,7 milhões. a venda do lote de 14 contratos, com saldo líquido de r$ 491 milhões, foi feita em pregão realizado pela subsecretaria da administração central de licitações (celic). o abc brasil, que tem a sede brasileira em são paulo, é controlado pelo arab banking corporation, instituição sediada em manama, capital do bahrein. o banco venceu a concorrência do vx xxi - fundo de investimento em direitos creditórios e do fundo de investimento em direitos creditórios não-padronizados pcg-brasil multicarteira. de acordo com a secretaria da fazenda, o governo gaúcho aguarda a homologação do resultado. as empresas incluídas no lote de contratos podem apresentar recursos, o que dificulta mensurar um prazo para que o valor entre para os cofres do estado. em nota, a secretaria afirmou que "precisamos aguardar esses trâmites, com expectativa de que a operação seja bastante positiva para o estado, auxiliando na quitação de passivos". a venda dos créditos é uma das ações do governo de eduardo leite (psdb) para obter recursos a curto prazo para quitar folhas de pagamento e dar continuidade ao ajuste fiscal. com a venda destes créditos, o estado recebe antecipadamente os valores que tem direito a receber. por isso, a oferta do menor deságio foi o critério para decidir a empresa vencedora. a legislação estadual obriga que 10% do valor arrecadado com a venda dos créditos retornem ao fundopem para o fomento a pequenas e médias empresas, e os 90% restantes retornam para o fundo de reforma do estado. fonte: jornal do comércio

Bolsas da Europa fecham em alta com dados da China e balanços dos EUA


12/04/2019
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (12), apoiadas pelo otimismo em relação ao crescimento econômico global depois da divulgação da balança comercial chinesa, cujos números vieram mais fortes do que o esperado pelos mercados. Além disso, os agentes monitoraram balanços de importantes bancos americanos e informações de que a União Europeia elaborou uma lista de produtos importados americanos sobre os quais pretende aplicar tarifas, em resposta à ameaça dos Estados Unidos de fazer o mesmo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,16%, a 387,53 pontos, mas recuou 0,18% na semana. As exportações da China mostraram forte recuperação em março, conforme dados divulgados pela Administração Geral da Alfândega do país. Os embarques em dólares mostraram alta de 14,2% frente ao observado um ano antes, revertendo o tombo de 20,7% observado no primeiro bimestre. O desempenho ficou acima do previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam aumento bem menor, de 8,2%. Além disso, os bancos chineses liberaram cerca de US$ 250 bilhões em novos empréstimos em março, de acordo com o Banco do Povo da China. Ambos os dados reforçaram a impressão de melhora no ambiente econômico chinês e, consequentemente, na economia global. O estímulo ao crédito e a retomada das exportações aliviam os temores sobre a intensidade da desaceleração econômica mundial. Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 avançou 0,26%, aos 7.437,06 pontos, mas perdeu 0,13% na comparação semanal. As empresas exportadoras Antofagasta (+2,15%), de petróleo, e Rio Tinto (+1,24%) e BHP (0,31%), de minério, foram beneficiadas pelos dados chineses. Os balanços das instituições financeiras americanas Wells Fargo e JPMorgan superaram as expectativas de lucro para o primeiro trimestre deste ano e também tiveram influência em solo europeu. O subíndice de bancos do Stoxx 600 decolou 1,92%, apoiado por importantes altas nas instituições europeias como Deutsche Bank (+2,19%), Unicredit (+4,20%), BNP Paribas (+3,37%) e BBVA (+2,64%). Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 0,54%, em 11.999,93 pontos, mas recuou 0,08% na semana, enquanto na bolsa de Milão o índice FTSE MIB subiu 0,80%, em 21.858,31 pontos, e ganhou 0,46% na comparação semanal. Na bolsa de Madri, o índice IBEX 35 avançou 0,24%, em 9.468,50 pontos, com perda semanal de 0,44% Em Paris, o índice CAC 40 subiu 0,31%, em 5.502,70 pontos, e ganhou 0,48% na semana, enquanto na bolsa de Lisboa o índice PSI 20 avançou 0,66%, a 5.379,51 pontos, mostrando avanço semanal de 1,32%.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679298-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-dados-da-china-e-balancos-dos-eua.html)

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