13/08/2019

Ibovespa vai aos 103 mil pontos, ajudada por Nova Iorque, que sobe com conversa entre EUA e China

 o ibovespa em alta, retornando à marca dos 103 mil pontos é impulsionado por novidades sobre negociações entre estados unidos e china no âmbito da guerra comercial. mais cedo, na abertura dos negócios em nova iorque, o índice chegou a bater na mínima do dia, aos 101.414,44 pontos, impactado pelo mau humor global. às 11h16min, o ibovespa tinha alta de 1,50%, na máxima, aos 103.439,49 pontos. todas as blue chips operavam em alta forte, com destaque para as ações do setor financeiro com ganhos acima de 2%. vale on subia 3% e petrobras, entre 1,52% (on) e 1,77% (pn), era ajudada pela alta dos contratos futuros de petróleo. a agenda esvaziada de indicadores econômicos no brasil mantém o mercado doméstico flutuando em torno da tendência acionária tanto nos estados unidos quanto na europa. após o escritório do representante comercial (ustr) americano divulgar comunicado informando que certos produtos serão removidos da lista de tarifas de 10% sobre us$ 300 bilhões em bens chineses, prevista para entrar em vigor a partir de 1 de setembro, houve reação imediata dos mercados em nova iorque. isso influenciou positivamente o ibovespa e o fez descolar da argentina. o credit default swap (cds) de cinco anos da argentina, um seguro contra calote da dívida soberana e medida do risco-país, segue em alta e já embute probabilidade de 75% do default nos próximos cinco anos. antes das primárias de domingo, essa possibilidade estava perto de 40%, de acordo com operadores. como comparação o cds do brasil embute chance de 2,2% de calote da dívida soberana, o do méxico de 2% e do chile de 0,66%. internamente, também os resultados bem-sucedidos dos leilões para terminais portuários em santos e paranaguá animam os investidores. outro fator que pode cair positivamente, segundo analistas, é a possível aprovação da medida provisória 881, chamada da liberdade econômica, que deve ser apreciada na parte da tarde pelo plenário da câmara. fonte: estadão
02/08/2019

Pesquisa da Fenacor indica que mercado está otimista

 em julho, assim como em junho, a tendência de retração foi interrompida e a média dos indicadores se situou em aproximadamente em 115 pontos. em julho, assim como em junho, a tendência de retração foi interrompida e a média dos indicadores se situou em aproximadamente em 115 pontos. o que indica, por estar acima de 100 pontos, que corretores de seguros, seguradores e resseguradores estão mais otimistas. “ressalte-se que ainda não estão no mesmo nível favorável de janeiro ou fevereiro, quando o indicador médio era de 130 pontos”, afirma o consultor francisco galiza, responsável pela pesquisa. esse indicador é o resultado de três variáveis: ices (índice de confiança e expectativas das seguradoras), icer (índice de confiança e expectativas das resseguradoras) e icgc (índice de confiança das grandes corretoras). todo final de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade. no seu cálculo, o indicador leva em conta três aspectos: economia brasileira, faturamento e rentabilidade de cada um dos setores citados. o icss (índice de confiança do setor de seguros) é divulgado em toda primeira semana de cada mês, tomando como referência os dados obtidos em pesquisa realizada na última semana do mês anterior. o icss é um indicador mensal que mede a confiança do mercado brasileiro. dados obtidos //i0.wp.com/www.revistaapolice.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela-1.png?w=581&ssl=1 expectativas para daqui a 6 meses a seguir, a distribuição percentual das respostas, com relação a cada um dos setores analisados. crescimento da economia brasileira //i0.wp.com/www.revistaapolice.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela2-crescimento-da-economia.png?w=648&ssl=1 rentabilidade do seu setor //i0.wp.com/www.revistaapolice.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela3.png?w=634&ssl=1 faturamento do seu setor //i1.wp.com/www.revistaapolice.com.br/wp-content/uploads/2019/07/tabela-4.png?w=624&ssl=1 fonte: revista apólice
02/08/2019

Com reaquecimento da indústria do turismo, seguro-viagem dispara

 as vendas da líder do setor para assistência dentro do país cresceram 63% no primeiro semestre. perspectivas são promissoras para os próximos meses. o reaquecimento da indústria do turismo no país está puxando para cima outros segmentos da economia, como o de seguros e assistências de viagens. os números da empresa líder do setor no país, a assist card, endossam esse cenário. as vendas de apólices no primeiro semestre cresceram 28,1% na comparação com a primeira metade do ano passado. os negócios foram turbinados principalmente pela demanda de seguros para destinos nacionais, com alta de 63%. já o aumento registrado na cobertura no exterior avançou 12% no mesmo período. “além da maior conscientização do brasileiro em relação à importância de ter um suporte em caso de necessidade, muitas famílias passaram a contratar nossos serviços porque fizeram, durante a crise, uma redução de coberturas de seus planos de saúde”, afirma alexandre camargo, country manager da companhia no brasil. “por isso, passamos a incentivar o produto nacional, que garante assistência não só de custos médicos, mas também de repatriação e traslado de uti móvel”, completa o executivo. os seguros domésticos, que hoje representam 47% das vendas da assist card no brasil, respondiam por apenas 37% das apólices nacionais no ano passado. o crescimento da assist card não foi um fato isolado no segmento. a rival affinity encerrou o primeiro semestre deste ano com expansão de 35% em vendas em comparação a igual período de 2018. a expectativa da empresa é terminar o ano superando uma alta de 40%. “apostamos no crescimento do mercado corporativo, o b2b, sem negligenciar as vendas diretas ao consumidor final”, diz o diretor-geral, josé carlos menezes. estratégias à parte, o fato é que a retração econômica não só forçou uma grande parcela das famílias a rever seus custos, promovendo um downgrade dos planos de saúde, como também fez com que viagens ao exterior fossem substituídas por destinos dentro do país, o que ajudou a aquecer o mercado. “estamos acompanhando de perto esse cenário e lançando produtos que incentivam a compra de seguro para viagens domésticas. este ano, por exemplo, lançamos o assist card futebol, que oferecia coberturas médicas durante o período da copa américa. o seguro-viagem nacional já é uma realidade, e os agentes de viagens e corretores de seguros devem estar atentos a esse nicho de mercado”, garante camargo. aposta embora o segmento internacional, que representa atualmente 53% dos vouchers emitidos, esteja crescendo em velocidade menor, para o segundo semestre ele é a grande aposta da assist card, já que o dólar mais barato tende a aquecer a procura por destinos internacionais. “a emissão de apólices internacionais já era esperada no primeiro semestre, mas vai melhorar a partir de agora, com o câmbio mais favorável e a emissão do produto ‘multitrip’, que permite múltiplas viagens durante o ano com apenas uma única apólice”, afirma o executivo. “a procura por esse produto cresceu 43% ante o mesmo período do ano passado e, como consequência natural, quem emitia duas ou mais apólices por ano agora só emite uma, fazendo com que a emissão internacional cresça menos. ” além de anunciar forte crescimento na emissão de apólices em 2019, a empresa também conseguiu reduzir seus gastos com sinistros. no acumulado a maio deste ano, contabilizou despesas de r$ 12,5 milhões com sinistros em viagem, queda de 45% sobre os gastos de r$ 22,8 milhões realizados no mesmo período de 2018. os resultados vão na contramão da indústria, que, no mesmo período, apresentou gastos de r$ 155,1 milhões com sinistros em viagem, crescimento de quase 50% contra os r$ 103,6 milhões do mesmo período de 2018, segundo a superintendência de seguros privados (susep). “criamos uma política de preços que, agora, analisa destinos, faixa etária e segmentos de negócios. com isso, conseguimos controlar melhor a taxa de sinistros em países como os estados unidos, onde os custos médicos são elevados, e em segmentos como o de intercâmbio, em que a longa estada acaba sendo um fator determinante para o aumento de sinistros. fonte: correio braziliense
02/08/2019

Seguros ajudam o empreendedor a dar foco total no negócio

 é possível encontrar no mercado brasileiro produtos para as mais diversas situações e para empresas de qualquer setor de atuação e estrutura. em 2018, 2,5 milhões de empresas foram abertas no brasil, 15% a mais que no ano anterior. trata-se de um recorde histórico. das novas empresas brasileiras, 80% são de pequeno ou médio porte, proporção que está em sintonia com a tendência histórica. montar um negócio representa, muitas vezes, a realização de um sonho acalentado ao longo de toda uma vida de trabalho. e o dinheiro investido nele frequentemente é resultado da economia produzida por anos e anos de esforço – ou então de um empréstimo que precisará ser quitado com os resultados do empreendimento. “os seguros dão o respaldo necessário quando surgem os imprevistos e também a tranquilidade para que o empresário se concentre 100% no crescimento da empresa”, lembra o diretor executivo de produtos pessoa jurídica da tokio marine, felipe smith. quando ocorre algo fora do esperado, esses produtos asseguram também que a empresa retomará as atividades normais o quanto antes. afinal, mesmo seguindo as normas e as leis, são muitos os problemas que podem surgir no caminho de uma empresa, de qualquer porte ou segmento. abrir mão dos seguros significa alimentar preocupações que podem ser evitadas – por que colocar em risco aquilo que se construiu com tanto esforço? por conta da maior conscientização geral em torno do tema, o mercado brasileiro de seguros vem crescendo sem parar nos últimos 15 anos. de acordo com dados da superintendência de seguros privados (susep), órgão do governo federal responsável pelo controle e pela fiscalização do setor, a receita anual nesse período foi multiplicada por quatro. esse número indica que empreendedores e empresários têm percebido cada vez mais o que essa proteção representa um valor baixo quando se leva em conta as vantagens. e há, ainda, a facilidade de pagamento em diversas parcelas. opções sob medida para todas as empresas hoje, no mercado brasileiro, é possível encontrar seguros para as mais diversas situações e para empresas de qualquer setor de atuação, estrutura e números de funcionários. cada modalidade tem variações que permitem a melhor adaptação às necessidades específicas do empreendimento. o vasto leque de coberturas inclui desde a ocorrência de eventos como incêndios e roubos até lucros cessantes (reembolso dos prejuízos decorrentes da interrupção das operações). além dos diversos tipos de seguros empresariais, há também aqueles voltados aos profissionais, como as modalidades de responsabilidade civil. em meio a tantas opções, a escolha dos produtos e coberturas pode parecer uma tarefa complicada. que critérios utilizar? o primeiro passo é a parceria com um bom corretor, especialista que deve ser sempre consultado para esclarecer dúvidas, orientar sobre as opções e auxiliar na contratação do seguro. esse profissional estará apto a identificar a melhor relação custo-benefício entre as alternativas disponíveis. para escolher a seguradora, atributos fundamentais são solidez financeira, estabilidade e a proximidade com os clientes. a tokio marine, que atua há 60 anos no brasil, dispõe de portfólio completo e equipe especializada para cada os mais diversos ramos de seguros. além da análise criteriosa do negócio e customização das apólices, outra importante diretriz da seguradora é ajudar seus clientes a prevenir ocorrências. isso inclui a existência de um departamento robusto de gerenciamento de riscos, que realiza um diagnóstico e acompanhamento permanente das vulnerabilidades e das ações necessárias para reduzi-las. “acreditamos em relações de longo prazo com os clientes e trabalhamos todos os dias para construí-las”, diz smith. fonte: media lab estadão
02/08/2019

Corretores de seguros devem orientar seus clientes sobre novas regras

 corretores de seguros devem orientar seus clientes sobre alguns dispositivos importantes das novas regras para a concessão de assistência financeira pelas seguradoras e entidades abertas de previdência complementar. exemplo disso é que, segundo a minuta de circular colocada em consulta pública pela susep, o plano de previdência complementar ou seguro de pessoas não poderá ser cancelado enquanto não forem pagas todas as contraprestações relativas às assistências financeiras concedidas ao titular. além disso, qualquer ato, omissivo ou comissivo, que contrarie lei ou norma infra legal e seja considerado ato nocivo no que se refere a práticas de conduta, no relacionamento com o cliente, pode sujeitar a seguradora ou entidade de previdência aberta à suspensão da comercialização da operação de assistência financeira e/ou inscrição no cadastro e pendências, nos termos da legislação vigente. a norma da lista como atos nocivos aqueles em que a comercialização de assistência financeira sem os produtos que serão exigidos pela nova circular; a exigência da contratação de produtos não obrigatórios; graves práticas de comercialização sem observância aos ditames normativos; ou reiteradas práticas de comercialização sem observância às normas vigentes. as regras contidas nesta circular não se aplicarão apenas às operações de assistência financeira que forem contratadas antes da vigência da nova norma. a consulta pública prosseguirá até o dia 21 de agosto. a susep tem pressa. segundo a minuta, a vigência das novas regras terá início 30 dias após a publicação da circular. ainda de acordo com a minuta – cujo texto está disponível no site da susep -, a assistência financeira somente poderá ser concedida a titular de plano de previdência complementar aberta ou de plano de seguro de pessoas estruturados no regime financeiro de capitalização e contratados nas respectivas entidades ou seguradoras. fonte: cqcs
02/08/2019

Procura por planos de previdência privada chega a aumentar 37% no DF

  a procura por planos de previdência privada começam a aumentar com o avanço da reforma da previdência das discussões. o debate intenso no primeiro semestre do ano e a aprovação na proposta no primeiro turno da câmara dos deputados já movimentaram o mercado. a seguradora mongeral aegon, por exemplo, verificou que a procura aumentou 37% nos seis primeiros meses do ano no distrito federal, em comparação com o mesmo período de 2018. o diagnóstico da empresa é de que há uma maior preocupação dos brasileiros com o futuro. para o superintendente regional da mongeral aegon, rodrigo moscoso, as pessoas despertaram sobre a importância de tomar as rédeas pelo próprio planejamento financeiro.  “este aumento de demanda mostra um claro movimento das pessoas em buscar alternativas para garantir a renda na hora da aposentadoria, como por meio de planos privados de previdência”, explicou. fonte: vicente nunes economia por hamilton ferrari
02/08/2019

Marcio Coriolano apresenta setor segurador ao vice-presidente da República Hamilton Mourão

 ao participar de audiência com o vice-presidente da república, hamilton mourão, na última segunda-feira (29), em brasília, o presidente da confederação das seguradoras (cnseg), marcio coriolano, deu informações sobre o setor segurador e destacou sua importância como um dos setores econômicos que podem contribuir decisivamente para o crescimento do país, e esclareceu sobre a atuação da cnseg e as federações que a compõem. ao entregar as “propostas do setor segurador brasileiro 2019/2022” ao vice mourão e sua equipe, coriolano ressaltou que o setor protege pessoas, seus negócios e patrimônios e figura entre os maiores investidores institucionais no brasil, com reservas técnicas superiores a r$ 1 trilhão. segundo coriolano, o vice-presidente e equipe demonstraram especial interesse pelos números do setor e pelo seguro garantia, rural e os produtos de previdência privada. no encontro, o presidente da cnseg e a diretora de relações institucionais, miriam mara, anunciaram a 9ª conseguro – a ser realizada em setembro (4 e 5), no distrito federal.  marcio coriolano convidou o vice-presidente para participar da abertura do evento, promovido pela confederação e considerado o mais importante do setor segurador brasileiro. ao abordar a conseguro, coriolano reforçou o papel da cnseg de promover inciativas que contribuam para a sociedade aprimorar o entendimento sobre o setor segurador e sua participação na economia do país. nesse sentido, apresentou o “programa educação em seguros” e as diversas iniciativas que o compõem, e entregou a coletânea de livretos que integram o programa. fonte: cnseg
02/08/2019

Acidentes envolvendo motocicletas ultrapassam 119 mil indenizações do Seguro DPVAT em 2019

 a motocicleta foi o veículo com o maior número de indenizações no primeiro semestre deste ano, concentrando 77% de todos os sinistros pagos neste período. foram mais de 119 mil indenizações pagas somente para acidentes com motos, sendo 71% delas (ou 84.557) para a cobertura de invalidez permanente. os motociclistas foram as maiores vítimas nas indenizações pagas nos primeiros seis meses de 2019. dos 88.542 motoristas indenizados, 78.480 eram motociclistas. quando analisada somente a cobertura por morte, foram 7.130 indenizações contabilizadas. as vítimas de acidentes com motocicletas são, em sua maioria, jovens em idade economicamente ativa. no período citado, as vítimas entre 18 e 34 anos concentraram 49% dos acidentes fatais e 52% dos acidentes com sequelas permanentes. //www.sonhoseguro.com.br/wp-content/uploads/2019/07/captura-de-tela-2019-07-29-%c3%a0s-15.55.52-1024×568.png na avaliação do superintendente de operações da seguradora líder, arthur froes, é necessário melhorar a formação nos centros de condutores. “os números indicam a importância de se investir na conscientização dos jovens durante o período de formação nas autoescolas. é fundamental que os recém-habilitados deixem as escolas de direção cientes das normas de segurança e legislação de trânsito. além disso, é essencial o respeito a essas regras e também a atenção ao volante, uma vez que os dados da polícia rodoviária federal mostram que a falta de atenção dos condutores foi a principal causa dos acidentes no ano passado”, afirma. fonte: dpvat i sonho seguro
02/08/2019

Apesar de tensão comercial, Ibovespa sobe com alta firme de Petrobras

 a despeito da cautela com a tensão comercial eua/china, o ibovespa abriu em alta e sobe acima dos 103 mil pontos, impulsionado pela valorização das ações da petrobras, mesmo depois de o lucro da petroleira ter ficado abaixo do esperado no segundo trimestre. em teleconferência no período da manhã desta sexta-feira (2) para comentar o balanço trimestral, o presidente da estatal, roberto castello branco, traçou perspectivas que foram consideradas positivas por analistas. conforme castello branco, a desalavancagem continua como prioridade para a companhia e o objetivo é conquistar grau de investimento. ele destacou que houve melhora operacional significativa no segundo trimestre e que a produção cresceu 4%. a estatal, disse o executivo, está investindo us$ 21 bilhões para deter o declínio da bacia de campos, e que manterá perspectiva de crescimento da produção. as ações da petrobras avançavam quase 5,00%. já os papéis da vale caíam 0,66%, reagindo ao declínio perto de 7,00%. o ibovespa tinha alta de 1,00%, aos 103.147,87 pontos, na máxima, apesar da queda em nova york. em análise a clientes, a xp investimentos cita que a base de comparação com suas estimativas foi muito poluída devido à mudança da br distribuidora para a linha de operações descontinuadas, ajustes do ifrs (norma contábil) e impactos não recorrentes. na europa e em nova york, as bolsas caem após o governo dos estados unidos anunciar que vai impor novas tarifas às importações chinesas. o governo chinês ameaça retaliar. os investidores ainda avaliam dados do mercado de trabalho dos eua, que podem colocar mais pressão sobre o federal reserve (fed, o banco central do país). a economia do país criou 164 mil empregos no mês passado, na comparação com previsão de 170 mil postos. no entanto, o salário médio por hora subiu 0,29% ante junho, com previsão de alta de 0,2%. na onda de tensão comercial, o japão aprovou a remoção da coreia do sul de uma "lista branca" de países com status comercial preferencial. essas disputas elevam ainda mais as preocupações sobre a desaceleração econômica mundial. fonte: estadão

Bolsas da Europa fecham em alta com dados da China e balanços dos EUA


12/04/2019
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (12), apoiadas pelo otimismo em relação ao crescimento econômico global depois da divulgação da balança comercial chinesa, cujos números vieram mais fortes do que o esperado pelos mercados. Além disso, os agentes monitoraram balanços de importantes bancos americanos e informações de que a União Europeia elaborou uma lista de produtos importados americanos sobre os quais pretende aplicar tarifas, em resposta à ameaça dos Estados Unidos de fazer o mesmo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,16%, a 387,53 pontos, mas recuou 0,18% na semana. As exportações da China mostraram forte recuperação em março, conforme dados divulgados pela Administração Geral da Alfândega do país. Os embarques em dólares mostraram alta de 14,2% frente ao observado um ano antes, revertendo o tombo de 20,7% observado no primeiro bimestre. O desempenho ficou acima do previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam aumento bem menor, de 8,2%. Além disso, os bancos chineses liberaram cerca de US$ 250 bilhões em novos empréstimos em março, de acordo com o Banco do Povo da China. Ambos os dados reforçaram a impressão de melhora no ambiente econômico chinês e, consequentemente, na economia global. O estímulo ao crédito e a retomada das exportações aliviam os temores sobre a intensidade da desaceleração econômica mundial. Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 avançou 0,26%, aos 7.437,06 pontos, mas perdeu 0,13% na comparação semanal. As empresas exportadoras Antofagasta (+2,15%), de petróleo, e Rio Tinto (+1,24%) e BHP (0,31%), de minério, foram beneficiadas pelos dados chineses. Os balanços das instituições financeiras americanas Wells Fargo e JPMorgan superaram as expectativas de lucro para o primeiro trimestre deste ano e também tiveram influência em solo europeu. O subíndice de bancos do Stoxx 600 decolou 1,92%, apoiado por importantes altas nas instituições europeias como Deutsche Bank (+2,19%), Unicredit (+4,20%), BNP Paribas (+3,37%) e BBVA (+2,64%). Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 0,54%, em 11.999,93 pontos, mas recuou 0,08% na semana, enquanto na bolsa de Milão o índice FTSE MIB subiu 0,80%, em 21.858,31 pontos, e ganhou 0,46% na comparação semanal. Na bolsa de Madri, o índice IBEX 35 avançou 0,24%, em 9.468,50 pontos, com perda semanal de 0,44% Em Paris, o índice CAC 40 subiu 0,31%, em 5.502,70 pontos, e ganhou 0,48% na semana, enquanto na bolsa de Lisboa o índice PSI 20 avançou 0,66%, a 5.379,51 pontos, mostrando avanço semanal de 1,32%.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679298-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-dados-da-china-e-balancos-dos-eua.html)

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