16/08/2018

Susep já indeferiu mais de 11 mil pedidos de recadastramento

 já chega a 11.724 o número de pedidos de recadastramento de corretores de seguros, pessoas físicas, indeferidos pela susep. é o que indica o último levantamento feito pelo ibracor, divulgado nesta quinta-feira (09 de agosto). esse número representa 20,7% do total de 56.680 processos analisados até agora pela autarquia. o ibracor divulgou ainda que 44.372 pedidos de recadastramento de corretores de seguros foram aprovados até agora. os corretores que tiverem seus processos indeferidos estão, automaticamente, sem registro profissional e assim permanecerão até que regularizem sua situação na autarquia, o que deve ser feito através de uma nova solicitação de recadastramento por meio do seguinte endereço eletrônico: https://www2.susep.gov.br/safe/menumercado/cadastrocorretores/iniciopesfis.asp?modulo=rf além disso, 202 processos ainda estão em “em exigência”, “exigência preliminar” ou “revisão segunda exigência” e 235 não foram finalizados pelos próprios corretores de seguros. para os casos de pedidos não finalizados, o ibracor recomenda que os profissionais nessa situação verifiquem se está correto o preenchimento dos dados nos campos indicados. feito isso, basta clicar em salvar o cadastro e verificar o recebimento de dois e-mails da susep. o primeiro e-mail informará o número do seu pedido e o segundo e-mail trará um link, no qual o solicitante deverá clicar para realizar a confirmação do seu pedido e poder continuar com o processo. a não finalização do pedido, no prazo de até 60 dias, acarretará o cancelamento da solicitação, conforme prevê a circular 552/17 da susep. para mais informações, os corretores podem consultar as circulares 552/17 e 558/17 da susep, o portal do ibracor e os sindicatos filiados à fenacor, ou entrar em contato nos telefones disponibilizado pela susep (21- 3233-4146 e 3233-4045) e ibracor (21-3509-7070 fonte: cqcs
16/08/2018

SindsegRs completa 123 anos de atuação

  o sindicato das seguradoras do rio grande do sul comemora em 2018 seus 123 anos de atuação no estado gaúcho. iniciando sua história em 1895, a entidade é uma associação profissional reconhecida pelo estado como representante da categoria econômica, que tem por finalidade o estudo, a defesa e a coordenação das atividades de empresas seguradoras, visando o fortalecimento do seguro. o sindsegrs coordena ações políticas e institucionais visando o aperfeiçoamento e o crescimento da indústria de seguro no rio grande do sul através de ideias voltadas à capacitação de seus recursos humanos e troca de informações com os diversos segmentos da sociedade. atualmente, são cerca de 30 empresas associadas que usufruem do auxílio disponibilizado e representam o mercado segurador. guacir de llano bueno, da mbm seguradora, é o atual presidente desde abril de 2016. desde 2009, o sindicato esclarece que o principal papel da entidade é destacar a indústria do seguro na sociedade gaúcha, mostrar sua importância e disseminar a cultura do seguro em todos os locais em que se faz presente. o sindsegrs ainda conclui que busca representar com ética e transparência as empresas seguradoras, além de almejar o reconhecimento das suas filiadas como entidade de valor. nomes importantes já passaram pela presidência da instituição, como: julio cesar rosa (2010-2015), miguel junqueira pereira (1986-2010), benito carlos fagundes da silva (1983-1986), ruy bernardes de lemos braga (1974-1983), carlos alberto mendes rocha (1966 a 1974), josé luiz secco (1964-1966), lauro miguel sturm (1956-1964), gabriel c. p. de moraes (1952-1956), carlos de moraes vellinho (1945-1952), hugo a. kessler (1942-1945), entre outros. marcando presença há mais de 1 século no mercado gaúcho, o sindsegrs é tido como uma importante peça do cenário nacional e regional de seguros, participando de momentos históricos e perpetuando seus objetivos ao longo dos anos. a entidade visa manter o desempenho atual e promover cada vez mais a integração entre as seguradoras do mercado, promovendo palestras e eventos frequentemente.
13/08/2018

Gestão da arrecadação tributária na Receita Municipal de Porto Alegre é destaque em evento na capital

 o vi semaat reuniu, ao longo da quarta e quinta-feira (08/08 e 09/08), 240 pessoas entre autoridades municipais, secretários da fazenda e auditores-fiscais. o evento, promovido pela aiamu com patrocínio do instituto de protesto rs, teve apoio na atividade da união seguradora, icatu seguros, afisvec, sindifisco-rs, corecon, sindicontars, crcrs, fenafim, famurs, instituto de estudos tributários, fesdt, iargs, apmpa, esgc, tce, oab esa e esdm. o seminário aiamu de administração tributária municipal – semaat, foi idealizado com o objetivo de manter um programa de qualificação contínua e atualizada das administrações tributárias. de caráter científico, o evento visou o enriquecimento do debate relacionado a temas polêmicos no que tange às administrações tributárias municipais, colaborando para o aprimoramento da arrecadação tributária, de forma a garantir os recursos necessários para o investimento nas demandas sociais, sem desequilíbrios econômicos. o evento, embora com foco na região sul, tratou de temas de abrangência nacional e contou com a participação de representantes dos principais municípios do país. a coordenação científica foi de césar da silva giffhorn – auditor-fiscal da receita municipal de porto alegre. e o destaque do evento foi o retorno de 10,4% da dívida ativa em julho deste ano. objetivo da divisão de arrecadação e cobrança é encerrar o ano com índice em 10%. referência brasileira em recuperação de créditos, a receita municipal de porto alegre teve a oportunidade de apresentar aos participantes do vi semaat – seminário aiamu de administração tributária municipal os procedimentos que contribuíram para o destaque nacional. a exposição ocorreu no segundo e último dia do evento, que contou ainda com palestras sobre os desafios na arrecadação, compartilhamento de informações entre os fiscos e mudanças na legislação para crimes tributários. primeira colocada no ranking de arrecadação tributária entre as capitais do país, porto alegre registrou, em 2017, um retorno sobre o estoque da dívida ativa de 9,88%. já em julho deste ano, o índice foi de 10,4%, conforme dados expostos pelo auditor-fiscal e diretor da divisão de arrecadação e cobrança da receita municipal de porto alegre, rodrigo sartori fantinel. – estabelecemos duas diretrizes como macroestratégias. a curto prazo queremos maximizar o retorno da dívida. nossa meta é fechar o ano acima de 10%, o que exige ainda muito trabalho, mesmo que o resultado no início do segundo semestre tenha sido superior. a longo prazo, o objetivo é zerar o estoque da dívida e já estamos trabalhando para chegar próximo a isso – comentou fantinel. para o presidente da associação dos auditores-fiscais da receita municipal de porto alegre (aiamu), fernando ismael schunck, o objetivo de apresentar o case da capital gaúcha serve para inspirar outros municípios e viabilizar o compartilhamento de informações entre os fiscos para uma contribuição mútua. de forma geral, schunck avalia de forma positiva a diversidade de temas abordados ao longo do seminário. – acredito que tivemos um evento bem amplo, com oficinas práticas, casos de sucesso e temas técnicos e jurídicos sobre direito tributário. tivemos uma adesão muito boa, com lotação máxima. recebemos representantes de vários municípios gaúchos e de fora do estado. é importante poder contribuir para a capacitação continuada dos fiscos municipais com temas polêmicos e relevantes – comentou. embora o caso de porto alegre seja otimista, a efetividade na arrecadação ainda é um problema para a maioria dos municípios. para o advogado e doutor em direito tributário pela puc/sp, rafael pandolfo, muitas vezes a questão está relacionada ao comportamento da sociedade. a corrupção, comportamento recorrente nos últimos anos, tem sido também tratada pela legislação com o objetivo de evitar crimes tributários. o procurador regional da república da 4a região, douglas fischer, fez um alerta em sua palestra, sobre o dinheiro que entrou nos cofres públicos e acabou sendo desviado. em sua abordagem o especialista discorreu sobre uma série de alterações legais recentes que impactam na arrecadação e detalhou aspectos da jurisprudência brasileira na área. o compartilhamento de informações entre os fiscos também foi contemplado na programação do dia. enquanto o desembargador do tribunal federal da 4a região leandro paulsen alertou sobre os dilemas sobre o manuseio de informações, os superintendentes da receita federal da 10a região fiscal, luiz fernando lorenzi, e da receita municipal de porto alegre, teddy biassusi, apresentaram resultados de um convênio firmado entre as instituições. a união seguradora se sente honrada em participar de um evento desta envergadura e parabeniza aos coordenadores pelo sucesso e objetivos alcançados.
13/08/2018

As novas gerações têm os pés no chão!

 com a velocidade das mudanças tecnológicas e comportamentais, sociólogos criaram novos termos para definir as gerações que nasceram a partir dos anos 80. a geração y compreende os nascidos entre 1980 e 1990. é a geração da liberdade e da inovação. geração z são os que nasceram entre 1990 e 2010. é a geração do “milênio” e está ligada intimamente à expansão exponencial da internet e dos aparelhos tecnológicos. pois é, essas gerações, agora, estão chegando ao mercado de trabalho. são profissionais motivados mais por desafios, por inovação e por realização do que por dinheiro ou estabilidade. têm mais coragem para correr atrás do que os empolga e não vieram para esta vida como coadjuvantes. não hesitam em mudar de emprego e de empresa, se nela não houver mais novidades. na outra mão, têm dificuldade em aceitar críticas, esperam que todos atendam às suas demandas e não gostam de esperar. mas o mais importante é que esses jovens já perceberam que não podem contar com o governo para cuidar de seu futuro. talvez por terem presenciado o que aconteceu com seus avós, que apostaram todas as suas fichas no amparo da previdência social. com a expectativa da reforma da previdência, a procura por previdência privada tem aumentado muito. a idade média dos que possuem plano de previdência, no brasil, caiu de 50 para 38 anos nos últimos 5 anos. e as gerações mais novas, a y e até a z, na faixa dos 25 anos, já começam a contratar previdência. países desenvolvidos, como itália, nova zelândia, reino unido, chile e eua, adotaram uma medida drástica para evitar o arrependimento lá na frente: a adesão automática a uma previdência privada de livre escolha para quem entra no mercado de trabalho. um jovem trabalhador é compulsoriamente incluído no plano, podendo, depois, dele sair se desejar. a inércia faz com que a maioria permaneça…e, no futuro agradeça pela indução. como sempre digo aqui, tempo é dinheiro. quem começa a poupar antes vai pagar menos por duas razões: terá mais tempo para contribuir – logo a contribuição mensal poderá ser menor – e vai receber mais juros, pois terá o dinheiro investido por mais tempo. é sensacional perceber que esses jovens, que aparentemente vivem em um mundo virtual, podem ter a cabeça na lua, mas têm os pés no chão!
13/08/2018

Previdência privada é uma excelente opção para garantir melhor qualidade de vida no futuro

 dados do instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), divulgados no dia 25 de julho, revelam que, a partir de 2039, o brasil terá, em média, mais pessoas idosas (com 65 anos ou mais) do que crianças até 14 anos. além disso, estimativas da organização mundial de saúde (oms) apontam que, até 2050, a população brasileira deverá ser a sexta mais idosa do planeta. o lado mais preocupante desses números vem de um levantamento recém-concluído pelo banco mundial: os brasileiros não estão se preparando para a velhice. apenas 11% declaram fazer economia para o futuro – a média global é de 21%. o vice-presidente comercial da touareg seguros, luiz villar, explica que a previdência privada é uma excelente opção para quem deseja planejar seu futuro e que quanto mais cedo for feita a aplicação, melhor. mas, qual a idade ideal para começar este investimento? “se possível, agora. para quem está ingressando no mercado de trabalho, uma boa dica é investir parte do seu salário num plano de previdência. com isso, a pessoa terá mais chances de conseguir manter, no futuro, um padrão de vida semelhante ou melhor que o atual”, diz. as principais vantagens da previdência privada são: melhor rentabilidade, liquidez, menor alíquota dos produtos de investimentos tributáveis, sucessão direta em caso de falecimento e incentivo fiscal do pgbl para quem precisar. “além disso, ensina a pessoa a ter disciplina para guardar dinheiro. afinal, mensalmente existe um boleto que deverá ser pago ou um débito que cairá na conta”, afirma villar. “os melhores planos são os que apresentam consistência na rentabilidade e que não cobram taxa de carregamento, nem na entrada e nem na saída. fundos que rendem abaixo do cdi não são bons”, ensina. de acordo com o executivo, a maioria dos contratos gira em torno de r$ 100 a r$ 200. mas, para aqueles que desejam ter uma renda média de r$ 5 mil, esse valor mensal já sobe para cerca de r$ 400. entre as pessoas de alta renda, que já têm mais consciência da necessidade de poupar, grande parte contribui com, pelo menos, r$ 1.000 para ter um salário a partir de r$ 10 mil. para ter uma ideia melhor, veja dois exemplos. no primeiro caso, uma pessoa com 20 anos faz contribuições mensais de r$ 100 até os 65 anos, a uma rentabilidade de 7% ao ano, terá uma reserva projetada de r$ 355.766,38. no outro exemplo, com o mesmo índice de rentabilidade, uma pessoa de 30 anos, que opta por fazer contribuições mensais de r$ 1.000 até os 65 anos, contará com um saldo da reserva de r$ 1.721.090,21. nunca é tarde existe uma idade limite para começar um plano de previdência? a resposta é não. nunca é tarde para pensar em ter uma qualidade de vida melhor no futuro. mas, para isso será necessário fazer contribuições maiores para garantir a mesma renda no futuro. o plano gerador de benefício livre (pgbl) e vida gerador de benefício livre (vgbl) são os mais procurados pelas pessoas, entre as opções oferecidas pelas seguradoras bancárias e independentes. a diferença entre eles acontece durante as contribuições e também no resgate. no primeiro cenário, o pgbl permite o diferimento fiscal de até 12% da renda bruta tributável anual do poupador e o vgbl, não. isto é, se o investidor ganha r$ 100.000 por ano de salário, ele pode deduzir, assim como na saúde e na educação (nos seus devidos limites permitidos), até r$ 12.000, desde que contribua com este valor, durante o ano fiscal, em previdência do tipo pgbl. “é uma excelente alternativa para quem paga muito imposto, pois o contribuinte consegue poupar para aposentadoria e ainda pagar menos ir (imposto de renda). já no momento do resgate (total, parcial ou através de renda), o investidor de pgbl pagará imposto de renda sobre 100% da reserva retirada, enquanto aquele que aplica no vgbl e que não teve o benefício do diferimento fiscal durante o prazo de contribuição, pagará apenas sobre os rendimentos, ficando livre de tributação sobre as contribuições que fez”, explica villar. apesar das taxas administrativas e do imposto de renda, muitos fundos de previdência tem rendimento superior ao da poupança e vantagens em relação a outras aplicações financeiras. uma delas é a portabilidade, ou seja, é possível transferir o dinheiro para outros fundos, sem a necessidade de resgatar o dinheiro, melhorando a rentabilidade e acumulando mais reserva. a aplicação também permite que, em caso de falecimento do proprietário do plano, o valor acumulado seja repassado para a pessoa indicada no contrato, sem a necessidade de passar por inventário.
13/08/2018

É preciso construir o hábito de poupar para a aposentadoria

 é preciso construir o hábito de poupar para a aposentadoria a aposentadoria pelo regime geral do inss visa amparar pessoas que não possuem mais condições de estarem em atividade, protegendo o cidadão de uma vulnerabilidade social, o que significa que seu propósito não é o de manter seu padrão de renda. seu padrão de vida tende a cair... é importante lembrar que o valor do benefício pago pela previdência social tende a ser inferior ao valor que você recebe na ativa. ... por receber menos que na ativa... isso porque o cálculo do valor do benefício corresponde à média aritmética simples dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente desde julho de 1994. ... porque você progrediu na profissão. ora, começamos a vida profissional ganhando menos e, na medida que adquirimos mais conhecimentos e experiência, o salário vai aumentando, e o cálculo do valor do benefício será uma média entre estes salários. diminuem as receitas e... mesmo para aqueles que se aposentam com 65 anos de idade e 35 anos de contribuição, em que o fator previdenciário prevê aumento em 13% sobre o benefício calculado, o valor médio pago é próximo a 10% menos do que o trabalhador recebia na ativa. ...aumentam as despesas. além disso, essa redução de renda vem acompanhada de um aumento em certas despesas, como plano de saúde e medicamentos e diminuição com a perda de outros benefícios concedidos pela empresa, como bônus, participação nos lucros, tíquete-refeição, etc. aqui começa o problema ... no entanto, o hábito de poupar para garantir o mesmo padrão de vida enquanto na ativa, não é uma cultura entre nós. ... pois dependerão somente do inss... segundo pesquisa feita pela anbima (associação brasileira das entidades dos mercados financeiros e de capitais), 47% das pessoas que ainda não se aposentaram esperam contar unicamente com o benefício da previdência social ... ou continuarão na ativa, ou incomodando. destas, 28% acham que terão que continuar trabalhando, 2% que receberão ajuda dos filhos e 12% não tem ideia de como se sustentarão na velhice. e a coisa se complica... no momento se discute o déficit da previdência, com uma iminente reforma no sistema, que acabará se traduzindo em tempo maior de contribuição e redução em benefícios futuros. ... por razões óbvias. em 30 anos seremos uma população com 1/3 de idosos. conforme o ibge, em 20 anos a população acima de 65 anos será maior do que as de pessoas com até 14 anos. necessário começar já... por esse motivo é importante se preocupar em complementar sua aposentadoria e isso pode ser feito aplicando-se em previdência privada, títulos públicos, investimentos imobiliários, etc. ... para não complicar lá na frente. precisamos ser previdentes agora para não dependermos somente da previdência do governo, ou da previdência divina. fonte: marcos j. g. rambalducci, economista, é professor da utfpr. escreve às segundas-feiras. economianossa @ folhadelondrina.com.br
13/08/2018

Velhice: metade dos brasileiros só conta com o INSS

 levantamento da anbima mostra que apenas 21% dos brasileiros se planeja para a aposentadoria; 2% vão depender dos filhos   em tempos de discussão sobre reforma da previdência, quase metade (47%) dos brasileiros que ainda não se aposentaram espera contar apenas com os recursos da previdência social, o inss, para se manter na velhice. é o que mostra levantamento feito pelo datafolha encomendado pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima). já 12% declararam não ter a menor ideia de onde virá o sustento na aposentadoria. ainda de acordo com o levantamento, 28% das pessoas pretendem continuar no mercado de trabalho quando estiverem na idade de aposentadoria, enquanto 2% acreditam que terão apoio dos filhos ou da família. apenas dois em cada dez brasileiros (21%) dizem se planejar de uma ou mais formas para a velhice: 10% pretendem utilizar o dinheiro de aplicações financeiras, 6% vão contar com o retorno de um plano de previdência privada, 4% receberão aluguéis de imóveis que possuem e 1% diz ter economias guardadas. os dados mostram a total falta de planejamento dos brasileiros para o futuro. "o planejamento financeiro para a aposentadoria é fundamental, principalmente no momento em que se discute o déficit da previdência pública, com a iminência de uma reforma nesse setor", afirma ana leoni, superintendente de educação e informações técnicas da anbima. "não importa a fase da vida em que a pessoa esteja, nunca é cedo ou tarde demais para começar a poupar", completa. o levantamento reflete em parte a realidade dos brasileiros que já se aposentaram, e que têm no inss sua única fonte de renda: atualmente, a renda de 89% dessas pessoas vem exclusivamente da previdência pública.  
13/08/2018

Atuação de associação no mercado de seguros é ilícita conforme decisão do STJ

 por unanimidade, a segunda turma do superior tribunal de justiça (stj) restabeleceu sentença de primeiro grau que declarou ilícita a atuação no mercado de seguros da associação mineira de proteção e assistência automotiva (ampla), determinando a suspensão de suas atividades ligadas ao setor securitário. o recurso especial foi interposto em ação civil pública na qual a superintendência de seguros privados (susep) pediu que fosse considerada ilícita a atuação da ampla no mercado de seguros. a susep, instituída pelo decreto-lei 73/66, é autarquia federal responsável pela regulação estatal do mercado privado de seguros. segundo os autos, a susep alegou que, mesmo exercendo atividade empresarial securitária, a ampla não adotou a forma de sociedade anônima e não solicitou autorização de funcionamento. além disso, a atuação da ampla não se enquadraria no conceito de grupo restrito de ajuda mútua e, portanto, não atenderia ao enunciado 185 da iii jornada de direito civil do conselho da justiça federal, segundo o qual “a disciplina dos seguros do código civil e as normas da previdência privada que impõem a contratação exclusivamente por meio de entidades legalmente autorizadas não impedem a formação de grupos restritos de ajuda mútua, caracterizados pela autogestão”. a autarquia também argumentou que a ampla não seria uma associação de classe, de beneficência ou de socorro mútuo que institui pensão ou pecúlio em favor de seus associados ou famílias. portanto, seu funcionamento afrontaria o disposto no decreto-lei 2.063/40 e o artigo 757 do código civil, caracterizando a concorrência desleal e a negociação ilegal de seguros por associação sem fins lucrativos. divisão de prejuízos a ampla, por sua vez, alegou que sua natureza jurídica tem como objetivo dividir os prejuízos entre as pessoas que se encontram na mesma situação. afirmou que sua sistemática é diferente da adotada pelas companhias seguradoras, na qual o contrato obriga o segurador a garantir o interesse legítimo do segurado, relativo a pessoa ou a coisa, contra determinados riscos. no caso da ampla, não haveria garantia de risco coberto, mas o rateio de prejuízos efetivamente caracterizados. o tribunal regional federal da 2ª região (trf2) julgou improcedente o pedido inicial da susep, que recorreu ao stj. contrato típico em seu voto, og fernandes afirmou que o produto oferecido pela ampla se apresenta como um típico contrato de seguros, com cobrança de franquia e cobertura de danos provocados por terceiros e por eventos da natureza. “a noção sobre o contrato de seguro ‘pressupõe a de risco, isto é, o fato de estar o indivíduo exposto à eventualidade de um dano à sua pessoa, ou ao seu patrimônio, motivado pelo acaso’, nos termos como o define orlando gomes, invocando a doutrina italiana de messineo”, explicou og fernandes. para o relator, a associação também não pode ser caracterizada como grupo restrito de ajuda mútua por comercializar seu produto de forma abrangente, como uma típica sociedade de seguros. “pela própria descrição contida no aresto combatido, verifica-se que a recorrida não pode se qualificar como ‘grupo restrito de ajuda mútua’, dadas as características de típico contrato de seguro, além de que o serviço intitulado de ‘proteção automotiva’ é aberto a um grupo indiscriminado e indistinto de interessados”, concluiu o ministro. fonte: stj.jus.br / imagem: freeimages.com
13/08/2018

Ouro fecha abaixo de US$ 1.200 pela 1ª vez desde janeiro em meio ao dólar forte

 os contratos futuros de ouro fecharam em queda nesta segunda-feira, para abaixo do nível psicologicamente importante de us$ 1.200 a onça-troy, pela primeira vez desde o final de janeiro, em meio ao fortalecimento do dólar ao redor do mundo. na comex, divisão de metais da new york mercantile exchange (nymex), o ouro para entrega em outubro fechou em queda de 1,64%, para us$ 1.194,20 por onça-troy. a queda em ouro ocorreu em meio ao fortalecimento do dólar devido às preocupações com a turquia. a lira turca continuou a derreter ante o dólar com os investidores preocupados com a saúde financeira do país. um dólar mais forte tende a pesar sobre as negociações de ativos na moeda americana, uma vez que ficam mais caros aos detentores de outras divisas. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/08/643451-ouro-fecha-abaixo-de-us-1-200-pela-1-vez-desde-janeiro-em-meio-ao-dolar-forte.html)

Bolsas da Europa fecham em alta com dados da China e balanços dos EUA


12/04/2019
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (12), apoiadas pelo otimismo em relação ao crescimento econômico global depois da divulgação da balança comercial chinesa, cujos números vieram mais fortes do que o esperado pelos mercados. Além disso, os agentes monitoraram balanços de importantes bancos americanos e informações de que a União Europeia elaborou uma lista de produtos importados americanos sobre os quais pretende aplicar tarifas, em resposta à ameaça dos Estados Unidos de fazer o mesmo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,16%, a 387,53 pontos, mas recuou 0,18% na semana. As exportações da China mostraram forte recuperação em março, conforme dados divulgados pela Administração Geral da Alfândega do país. Os embarques em dólares mostraram alta de 14,2% frente ao observado um ano antes, revertendo o tombo de 20,7% observado no primeiro bimestre. O desempenho ficou acima do previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam aumento bem menor, de 8,2%. Além disso, os bancos chineses liberaram cerca de US$ 250 bilhões em novos empréstimos em março, de acordo com o Banco do Povo da China. Ambos os dados reforçaram a impressão de melhora no ambiente econômico chinês e, consequentemente, na economia global. O estímulo ao crédito e a retomada das exportações aliviam os temores sobre a intensidade da desaceleração econômica mundial. Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 avançou 0,26%, aos 7.437,06 pontos, mas perdeu 0,13% na comparação semanal. As empresas exportadoras Antofagasta (+2,15%), de petróleo, e Rio Tinto (+1,24%) e BHP (0,31%), de minério, foram beneficiadas pelos dados chineses. Os balanços das instituições financeiras americanas Wells Fargo e JPMorgan superaram as expectativas de lucro para o primeiro trimestre deste ano e também tiveram influência em solo europeu. O subíndice de bancos do Stoxx 600 decolou 1,92%, apoiado por importantes altas nas instituições europeias como Deutsche Bank (+2,19%), Unicredit (+4,20%), BNP Paribas (+3,37%) e BBVA (+2,64%). Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 0,54%, em 11.999,93 pontos, mas recuou 0,08% na semana, enquanto na bolsa de Milão o índice FTSE MIB subiu 0,80%, em 21.858,31 pontos, e ganhou 0,46% na comparação semanal. Na bolsa de Madri, o índice IBEX 35 avançou 0,24%, em 9.468,50 pontos, com perda semanal de 0,44% Em Paris, o índice CAC 40 subiu 0,31%, em 5.502,70 pontos, e ganhou 0,48% na semana, enquanto na bolsa de Lisboa o índice PSI 20 avançou 0,66%, a 5.379,51 pontos, mostrando avanço semanal de 1,32%.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679298-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-dados-da-china-e-balancos-dos-eua.html)

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