24/05/2019

Tecnologia ajuda Seguradora Líder a identificar fraudes no Seguro DPVAT

 a seguradora líder investe no uso de tecnologia como ferramenta essencial no combate às fraudes. de acordo com a companhia, atualmente, todos os pedidos de indenização do seguro dpvat recebem monitoramento contínuo, através de softwares de inteligência artificial, que contêm filtros sistêmicos de ocorrências suspeitas. os casos que necessitam de apuração mais detalhada são enviados para uma equipe que investiga “in loco” a ocorrência. após esse processo, se for identificada uma irregularidade, a seguradora líder encaminha uma notícia-crime aos órgãos competentes. o resultado está comprovado em números: de janeiro a abril deste ano, as ações proativas da seguradora líder resultaram em 13 sentenças condenatórias, 16 condenados, 20 cancelamentos, suspensões ou cassações de registros em órgãos de classe e uma prisão em todo o brasil. o caso mais recente foi a prisão, no final da última semana, de uma empresária de luziânia (goiás), acusada de fraudar o seguro dpvat. as investigações tiveram origem em notícia-crime enviada pela seguradora líder à polícia civil de goiás, após a identificação de fraudes em 16 pedidos de indenização. a suspeita falsificava documentos e montava processos de invalidez permanente, totalizando cerca de r$ 220 mil em indenizações. fonte: cqcs
24/05/2019

Justiça do Trabalho julgará contribuição de empresa para previdência privada

 a oitava turma do tribunal superior do trabalho declarou a competência da justiça do trabalho para julgar o pedido de um eletricitário para que a cemig geração e transmissão s.a. contribua com valores para a previdência privada calculados sobre as diferenças salariais reconhecidas em juízo. a situação jurídica se distingue da que ocorre quando o empregado cobra da entidade de previdência privada o recebimento da complementação de aposentadoria, hipótese em que a competência é da justiça comum. competência o juízo da 22ª vara do trabalho de belo horizonte deferiu ao eletricitário o pagamento de diferenças salariais relativas às progressões horizontais na carreira e à integração dos abonos de desempenho na remuneração. no entanto, declarou a incompetência da justiça do trabalho para julgar o pedido de que a empresa contribuísse para a conta do empregado na forluz, entidade de previdência privada dos empregados da cemig, em relação aos créditos reconhecidos judicialmente. o tribunal regional do trabalho da 3ª região (mg) manteve a sentença, por entender que qualquer matéria relativa a complementação de aposentadoria deve ser julgada pela justiça comum. o fundamento do trt foram as decisões do supremo tribunal federal nos recursos extraordinários (res) 586453 e 583050, em que o plenário afastou a competência da justiça do trabalho por não haver relação trabalhista entre o associado e a entidade de previdência privada. tst no exame do recurso de revista, a relatora, ministra maria cristina peduzzi, explicou que a diretriz fixada pelo supremo se restringe à competência nos casos em que se discute o benefício da complementação de aposentadoria a ser pago pela entidade de previdência privada, e não se estende às contribuições devidas pelo empregador. a ministra assinalou que cabe à justiça do trabalho julgar o recolhimento das contribuições devidas pelo empregador à previdência privada em relação às diferenças salariais deferidas em juízo. esse entendimento, segundo a relatora, foi adotado pela subseção i especializada em dissídios individuais (sdi-1) do tst no processo e-ed-rr-10318-57.2015.5.03.0018, que tratou de caso semelhante. a sdi-1 é o órgão responsável por unificar a jurisprudência entre as turmas do tribunal. por unanimidade, a oitava turma deu provimento ao recurso e determinou o retorno do processo ao trt, para prosseguir no julgamento. processo: arr-10141-47.2016.5.03.0022 i - recurso de revista do reclamante interposto na vigência da lei nº 13.015/2014 e do ncpc – competência da justiça do trabalho - contribuições devidas à entidade de previdência privada – parcelas deferidas em juízo ressalvado meu posicionamento, curvo-me ao entendimento da c. sbdi-1, adotado por esta c. turma, no sentido de ser competente a justiça do trabalho para o julgamento de lide envolvendo o pedido de recolhimento das contribuições devidas pelo empregador (patrocinador) à entidade de previdência privada, decorrentes das diferenças salariais deferidas em juízo. julgados. em razão disso, é necessário o retorno dos autos ao eg. trt de origem. recurso de revista conhecido e provido. ii – agravo de instrumento da reclamada em recurso de revista interposto na vigência da lei nº 13.015/2014 e do ncpc prejudicado o exame do agravo de instrumento da reclamada, em razão do provimento dado ao recurso de revista do reclamante, com determinação de retorno dos autos ao eg. trt de origem. fonte: tst - tribunal superior do trabalho
24/05/2019

Renda fixa e planos privados são saídas para se aposentar sem o INSS

  mesmo para quem já está na casa dos 40 anos e nunca pensou em organizar as finanças para a velhice ainda há oportunidades para investir a reforma da previdência dobrou o número de pedidos de aposentadoria no instituto nacional do seguro social (inss) no primeiro trimestre deste ano por causa do temor nas mudanças das regras. no entanto, é possível que o trabalhador comece a planejar a sua aposentadoria sem depender do inss. isso vale, inclusive, para quem está na casa dos 40 anos e nunca se planejou para curtir a velhice sem contar com a previdência oficial. a pedido de veja, especialistas calcularam quanto que o trabalhador precisa investir por mês para garantir uma renda mensal de 3.000 reais, 5.000 reais ou 10.000 reais. no caso de uma pessoa que está hoje com 40 anos e queira um salário de 5.000 reais a partir dos 65 anos, é preciso investir, por mês, entre 1.763,02 reais e 1.893,28 reais a partir de agora em renda fixa ou previdência complementar, respectivamente, para atingir esse objetivo. caso resolva investir na poupança, o desembolso é maior: 2.449,07 mensais. (veja aqui o que muda com a reforma da previdência.) quanto investir por mês para se aposentar aos 65 anos veja a idade para começar a poupar e selecione o valor que deseja receber de renda poupança - rendimento médio de 4,55% por mês (simulação feita pelo spc brasil) renda fixa - 100% do cdi, já com desconto de imposto de renda (simulação feita pelo spc brasil) previdência privada - para planos pgbl e vgbl, usando a tábua atuarial br-ems 0% e média de juros praticada pelo mercado (simulação feita pelo buscaprev) as simulações foram feitas pelo spc brasil e pelo site buscaprev e são para rendas vitalícias. isto é, o trabalhador só deixará de receber o benefício quando morrer. no caso da poupança, o rendimento usado é de 4,55%, rentabilidade média da aplicação, mais a taxa referencial. no caso da renda fixa, a opção considera um investimento que paga 100% do cdi e, na previdência complementar, a opção considera uma média de planos pgbl e vgbl praticados pelo mercado. (veja aqui como funciona a previdência complementar.) o passo mais difícil para começar a juntar dinheiro é exatamente começar, segundo paulo marotisca, planejador financeiro da planejar (associação brasileira de planejadores financeiros). para saber o quanto poupar, ele afirma que é preciso que o trabalhador trace um objetivo para saber a quantia que deseja que seja a sua renda no futuro e ver se pode bancá-la. é preciso colocar na ponta do lápis uma projeção dos gastos com alimentação, moradia, saúde e lazer. ao estimar um valor, é hora de procurar opções de investimentos no mercado para começar a guardar dinheiro. além disso, marotisca afirma que a questão comportamental é importante para quem nunca se planejou. “vai ser preciso reduzir alguns custos, talvez vender um carro, pensar soluções para a educação do filho. é preciso que essa pessoa faça sobrar um dinheiro e guarde, para virar um poupador.” para quem nunca planejou o futuro, a reforma da previdência é uma oportunidade para começar a pensar na aposentadoria, segundo josé vignoli, educador financeiro do spc brasil. de acordo com o especialista, começar a planejar o futuro ainda na juventude é o caminho ideal, pois o trabalhador tem mais tempo para guardar dinheiro e o investimento é menor. “ainda dá tempo de planejar a aposentadoria de quem está nos 40 anos, mas, se a pessoa é mais velha, não irá necessariamente conseguir o volume de dinheiro que gostaria. mas não pode deixar de planejar. nesses casos, o que se exige é um sacrifício maior: um volume maior de dinheiro do que se a pessoa começasse a investir para esse fim quando mais nova.”   segundo vignoli, a conta é simples: quanto mais a pessoa se planejar e mais poupar, mais cedo ela vai conseguir se aposentar. “está na hora da visão a longo prazo.” quem começa a investir aos 40 anos para sua aposentadoria, por exemplo, precisa desembolsar, mensalmente, entre 214% e 289% a mais do que quem começa a fazer esse planejamento aos 20 anos, levando em conta os investimentos simulados por veja.  na hora de investir, a melhor opção é que a pessoa entenda onde ela está colocando o dinheiro e o risco, por isso o ideal é pesquisar tipos de investimentos para saber o que se adequa mais ao perfil. “não tem milagre. por isso é preciso que se entenda os produtos financeiros.” no caso da poupança, há uma rentabilidade baixa (4,55%), mas existe facilidade em investir, já que as contas bancárias têm essa opção. já a renda fixa (cdb, tesouro direto, entre outros), há maior variedade de investimentos e rendimentos à escolha. no caso da previdência privada, a aplicação é focada na aposentadoria, mas pode ter taxas de carregamento e cobrança de imposto de renda no resgate e na renda variável, que é o caso das ações –há riscos maiores.   segundo marotisca, é indicado ao trabalhador, seja ele mais jovem ou mais velho, que multiplique seus investimentos. “cada produto financeiro cumpre um papel relevante. não dá para dizer que é binário. o que é hoje 100% aceito é ter uma reserva de emergência. se não tem como assumir risco, não coloque em ações.”
24/05/2019

A maioria dos brasileiros não consegue guardar dinheiro pra velhice

 o que você está fazendo para garantir uma velhice saudável, tanto do ponto de vista físico, quanto financeiro? a pesquisa longeratividade, feita pelo instituto locomotiva, a pedido da bradesco seguros, mostrou que as pessoas só começam a se preparar para a velhice a partir dos 50 anos, e que o medo de envelhecer é maior entre os jovens do que entre as pessoas com 50 anos ou mais. apesar do medo, mostra a pesquisa, os mais jovens não estão conseguindo se planejar para uma velhice tranquila. a pesquisa longeratividade mostra que 50% das pessoas com mais de 50 anos nunca pouparam nada e só 1/3 delas tem algum tipo de poupança. “é claro que não podemos atrelar a isso a ‘vagabundagem’, pois a grande maioria trabalhou a vida inteira, mas sempre com o orçamento apertado, por isto nunca conseguiram poupar”, analisa renato meirelles, presidente do instituto locomotiva, que realizou a pesquisa. uma de cada três pessoas com mais de 50 anos tem intenção de guardar dinheiro na poupança nos próximos meses. mas bem provavelmente a maioria não consegue, como disse meirelles, porque 58% delas afirmam que está difícil ou muito difícil pagar as contas do mês, por isso não sobra para poupar. 72% dos brasileiros (entrevistados de todas as idades) afirmam não ter nenhum dinheiro guardado. apenas 13% possuem o equivalente a três ou mais meses de salário guardado. para os brasileiros mais velhos (com mais de 50 anos), a porcentagem de dinheiro guardado sobe um pouco mais, porém não passa de 23% os que possuem de um a três meses de salário guardado. não guarda, mas quer conforto mesmo não conseguindo poupar, os brasileiros continuam acreditando que terão uma aposentadoria confortável. enquanto 77% dos brasileiros abaixo dos 49 anos acreditam que estarão bem financeiramente na velhice, 69% deles ultrapassam os 50 anos com uma condição menos confortável do que imaginavam. 19% chegam aos 50 anos com a condição que imaginavam e apenas 12% tem uma condição financeira mais confortável do que planejaram.  “quantas pessoas sabem a diferença de curto, médio e longo prazo? quantos poupam? quantos têm um seguro de vida? as pessoas costumam poupar para viajar daqui um ano, mas não para o futuro. independente da reforma da previdência, não acontecerá um milagre. cabe a cada um olhar para o seu planejamento: de que forma vou viver mais e garantir a minha qualidade de vida?”, alertou jorge nasser, presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi) e presidente da bradesco previdência. vai faltar grana entre os medos que as pessoas com mais de 50 anos têm, 25% delas temem as mudanças no corpo (sentir-se feio), 20% teme a falta de dinheiro, 18% teme a solidão e 14% a de sentir-se inútil. o medo de “faltar dinheiro” faz sentido. a pesquisa mostrou que entre os brasileiros com mais de 50 anos, 44% estão aposentados e recebem, em média, r$ 1.574 de aposentadoria. no entanto, 39% ainda estão trabalhando, ou seja, 4 em cada 10 brasileiros estão no mercado de trabalho e recebendo, em média, r$ 2.126 de salário. 6% destas pessoas estão desempregadas e procurando emprego. um medo que faz sentido pois, ao preço das coisas hoje em dia, r$ 2.100 quase não cobre as despesas da velhice. o gerontólogo alexandre kalache, sumidade brasileira no assunto longevidade, mostra que para uma velhice saudável, as pessoas devem pensar em quatro pilares: saúde, capital social (bom convívio com amigos e familiares), um teto sobre a cabeça e saúde financeira. “mas também precisa de muito aprendizado e conhecimento, pois sem eles, não se atinge nenhum destes quatro pilares. também é preciso que as pessoas tenham um propósito de vida, ao invés de não saber nem porque estão acordando”, alertou o gerontólogo. garantindo a grana jorge nasser, presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). foto: divulgação/bradesco seguros a reforma da previdência passou pela comissão de constituição e justiça (ccj) da câmara dos deputados. mas o grande questionamento da maioria dos brasileiros é: essa reforma vai funcionar? vai cobrir o atual déficit da previdência? vai garantir uma velhice mais saudável aos brasileiros? quem responde a pergunta é jorge nasser, presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). na verdade, ele não se posiciona dizendo que o texto está bom ou ruim. “é o melhor que podemos ter neste momento”, diz ele, que defende que toda a sociedade tem que entrar nessa discussão agora, até se chegar ao texto definitivo. em parceria com a fundação instituto de pesquisas econômicas (fipe), a fenaprevi apresentou à equipe econômica do governo bolsonaro uma proposta a ser colocada em debate, e que defende que a aposentadoria do brasileiro tem que ser calcada em quatro pilares. o primeiro deles é a previdência básica. uma pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros (75%) com mais de 65 anos não recebe mais que r$ 2.200 de renda (a aposentadoria do brasileiro, em si, tem média de r$ 1.200), sendo esse praticamente o teto do inss (o teto, na verdade, é de r$ 5.800, mas pouquíssimos brasileiros atingem esse patamar). na proposta conjunta fipe/fenaprev, essa renda básica pode ser aumentada adicionando-se mais três pilares. o segundo deles é um sistema de repartição, que garante uma soma aos r$ 2.200. o terceiro é a possibilidade de utilizar o fundo de garantia, retirar no mínimo 30% dele (só para quem ganha mais que r$ 2.200) e aplica-lo numa conta individual, no regime de capitalização. “mas no momento, o percentual a ser retirado do fgts não é tão importante, e sim, a possibilidade de trazer uma fonte de renda que não é nova, mas que tem a oportunidade de ser muito melhor remunerada do que é hoje o fundo de garantia. a reforma atual não tem a capitalização. na previdência nova, para novos contribuintes, nascidos a partir de 2005, defendemos essa capitalização individual”, analisa nasser. o quarto pilar é uma opção de cada brasileiro em procurar uma previdência privada, na instituição que escolher, para aplicar dinheiro (contribuição única ou mensal) e conseguir essa complementação de renda no futuro. e ele ainda coloca a possibilidade de investir em algum seguro. a partir de r$ 30 ou r$ 40, dependendo da instituição, é possível investir nesse complemento de renda.  “se não reformarmos a previdência, seremos muito mais miseráveis que somos hoje. o brasil ainda tem essa janela de privilégio, de reformar a previdência. outros países sequer possuem essa oportunidade. nós temos opções e temos espaço para discussão. e com uma visão republicana, somaremos nessa proposta, que sem dúvida nenhuma vai endereçar o país para uma retomada de um desenvolvimento econômico”, diz nasser, referindo-se à proposta fenaprev/fipe dos quatro pilares de composição da aposentadoria, na reforma da previdência.
20/05/2019

Combate a fraude no Seguro DPVAT

 a seguradora líder vem investindo cada vez mais no combate às fraudes, e o uso da tecnologia tem sido um grande aliado neste trabalho. todos os pedidos de indenização do seguro dpvat recebem monitoramento contínuo, sendo avaliados por softwares de inteligência artificial, que contêm ferramentas de filtros sistêmicos de ocorrências suspeitas, além de controle de risco. a equipe de prevenção e combate às fraudes utiliza ferramentas de analytics, com mais de 200 variáveis; realiza uma análise documental; e aplica um filtro capaz de cruzar as informações dos documentos apresentados e o banco de dados da seguradora. além disso, quando necessário, são realizadas investigações de campo. ao identificar uma irregularidade, uma notícia crime é encaminhada aos órgãos competentes. em 2018, foram identificadas 11.898 fraudes ao seguro dpvat, sendo 338 apenas no estado de goiás. de janeiro a abril deste ano, as iniciativas proativas da seguradora líder já resultaram em 13 sentenças condenatórias, 16 condenados, 20 cancelamentos, suspensões ou cassações de registros em órgãos de classe e uma prisão em todo o brasil. a seguradora líder esclarece que qualquer pessoa pode denunciar casos suspeitos relacionados a pedidos de indenização do seguro dpvat. as denúncias podem ser feitas por meio do 0800 022 12 05 ou pelo site www.seguradoralider.com.br. as ligações são gratuitas e, em nenhum dos dois canais, é necessário se identificar. sobre o seguro dpvat o dpvat é um seguro obrigatório de caráter social que protege os mais de 209 milhões de brasileiros em casos de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. ele pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, e oferece três tipos de coberturas: morte (r$ 13.500), invalidez permanente (até r$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até r$ 2.700). a proteção é assegurada por um período de até 3 anos. sobre a seguradora líder-dpvat em operação desde janeiro de 2008, a seguradora líder-dpvat é uma seguradora privada responsável pela administração do seguro dpvat no brasil. a seguradora se tornou uma das principais fontes para dados relacionados a acidentes de trânsito. no site www.seguradoralider.com.br estão disponíveis para o cidadão diversas informações sobre o seguro dpvat e estatísticas. fonte: seguradora líder dpvat
20/05/2019

Previdência privada: reservas atingem R$ 857 bilhões

 enquanto a reforma da previdência ainda está em debate no congresso, as reservas dos planos de previdência privada cresceram 10% no primeiro trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado. de acordo com levantamento da fenaprevi, o montante alcançou r$ 857 bilhões, distribuídos em 67 seguradoras associadas à entidade. as contribuições a planos de previdência aberta somaram r$ 26,3 bilhões no trimestre, 3,5% a mais do que no mesmo período do ano anterior. fonte: comunicação sincor-sp
20/05/2019

Previdência aberta terá R$ 1 trilhão em patrimônio até o final deste ano

 incentivada pela discussão da reforma das aposentadorias e pensões públicas no país, segmento de plano de capitalização privado mostra impulso para também atender público com ticket baixo o segmento de planos de previdência privada aberta (vgbl/pgbl) deve alcançar a marca de r$ 1 trilhão em reservas até o final de 2019. em março último, esse patrimônio era de r$ 857,9 bilhões. o volume em reservas aumentou 10% na comparação com março do ano passado, segundo dados divulgados na última sexta-feira pela federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. na expectativa do presidente da brasilprev, walter malieni, o setor de previdência aberta terá r$ 1 trilhão em reservas ainda este ano, impulsionado pela discussão da proposta de aposentadorias e pensões públicas. “uma reforma que garanta uma idade mínima para aposentadoria deve trazer algum tipo de benefício para toda a indústria [planos privados] porque oferece a todos prazo para as pessoas se planejarem financeiramente”, diz. o executivo contou que a brasilprev trabalha com o cenário de aprovação da reforma da previdência social. “a discussão é mais sobre qual será a reforma aprovada”, disse walter malieni, referindo-se indiretamente às incertezas sobre o tamanho da economia que o governo alcançará em 10 anos. questionado pelo dci sobre a proposta de criação de um regime público de capitalização, e ideias como a “previdência direta” dos economistas fabio giambiagi e felipe vilhena, o presidente da brasilprev respondeu que essas iniciativas podem concorrer com a previdência aberta. “não é a melhor opção [a previdência direta], pois é concentrado em títulos públicos. eu prefiro a capitalização individual [privada]. se quisermos fazer uma ruptura nesse sistema, tem que deixar o participante escolher o modelo. os mais jovens podem tomar mais risco”, diz. na opinião dele, a capitalização pública concorre com todo o mercado de investimentos financeiros. “não avaliei profundamente ainda, mas a [ideia] da previdência direta ajuda a alongar a dívida [pública], e também concorre com o próprio tesouro direto”, diz. na visão de malieni, uma vantagem da previdência privada aberta é poder se destacar [se separar] da gestão do estado. “é natural que se tenha um regime de renda mínima [público], mas a partir de determinado ponto, a pessoa pode escolher onde alocar seus recursos e o seu projeto de vida”, observa o executivo. pelos números de malieni, o segmento – de planos geradores de benefícios livres (pgbl), de vida gerador de benefícios livre (vgbl) e de planos tradicionais mais antigos – totaliza r$ 876,5 bilhões em patrimônio, sendo que a líder brasilprev soma r$ 267 bilhões em recursos. em março, o balanço da bb seguridade do primeiro trimestre registrava reservas de r$ 263 bilhões. brasilprev fácil para expandir sua base de atuação, malieni divulgou o produto brasilprev fácil, que conquistou 130 mil novos participantes nos dez primeiros meses de comercialização. “estamos investindo na criação de mercado, o brasilprev fácil é acessível a partir de r$ 100 por mês, e nosso ticket médio está em r$ 296”, revela o executivo. sobre a competição com plataformas de investimentos, o presidente citou que o setor defende (via fenaprevi) maior transparência e clareza na comunicação com os clientes sobre os custos e taxas cobradas para aportes nos planos. fonte: dci
20/05/2019

Empresas com investimentos represados

 a consultoria kpmg fez uma pesquisa em 2018 sobre o perfil das empresas familiares, com a participação de 217 companhias em 19 estados do país, cujos resultados foram apresentados agora. os setores de maior representatividade entre os participantes foram os do agronegócio, de serviços, de atacado e de varejo, representando 43 dos respondentes. o mais interessante no documento é ver o nível de otimismo em relação ao país, com uma média de confiança de 70%. das empresas respondentes, 74% falaram que novos investimentos estavam incluídos no seu plano estratégico. o cenário político, com as eleições gerais, certamente pesou na época. no levantamento é apresentada uma mudança de percepção em relação à pesquisa realizada em 2016, com uma abertura maior para expansão no sudeste (44%) e no nordeste e centro-oeste, empatados com 29%. o sócio da kpm, eliardo vieira, explica que as companhias aguardam definições para voltar a crescer. eliardo participa do programa o povo economia, da tv o povo, que será apresentado hoje, às 20 horas. negócios em energia há uma constatação entre agentes do mercado de que, quando o brasil gripa, o nordeste pega uma pneumonia. a crise atual comprova essa tese mas, segundo eliardo vieira, quando há uma recuperação, a região sente a reação mais intensamente. mesmo com as dificuldades atuais, algumas áreas continuam atraindo investimentos e as energias renováveis concentram boa parte dos interesses. ceará entre contemplados o ceará está entre os estados contemplados com a ampliação da exploração de blocos de petróleo em áreas marítimas. a agência nacional do petróleo (anp) informou que o número de áreas disponíveis no processo de oferta permanente foi ampliado em mais 442 blocos. serão feitas 600 concessões exploratórias, e 14 áreas com acumulações marginais estão disponíveis ao mercado. incertezas políticas as preocupações mais relevantes das empresas familiares, segundo pesquisa da kpg,estão centradas nas incertezas políticas e econômica (61%) e na redução da lucratividade (48%). o documento mostra o nível de expectativas no ano passado, as quais devem ter sido frustradas e represadas diante da estagnação da economia. previdência privada a discussão sobre a reforma da previdência impacta na venda de contratos com empresas e fundos privados. a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi) já constatou um aumento de 10% no volume de reserva dos planos privados no primeiro trimestre em relação a 2018. mudanças no comportamento os investimentos realizados recentemente por duas grandes empresas cearenses, como hapvida e arco, adquirindo companhias do sudeste, revelam também as oportunidades do mercado. o setor de fusões e aquisições, embora também aguarde a recuperação da economia, continua se movimentando - nos dois casos citados, com uma mudança no comportamento, já que os grupos locais geralmente eram apenas comprados, e não compradores. fonte: o povo
20/05/2019

Dólar cai com leilão de linha e exterior, mas cautela com política limita ajuste

  o dólar opera em baixa nos primeiros negócios desta segunda-feira (20), reagindo a uma realização de lucros em meio à antecipação de leilões de linha de rolagem pelo banco central (bc), num total de us$ 3,75 bilhões, a partir desta segunda até esta quarta-feira (22), e ainda ao dólar mais fraco ante outras moedas emergentes no exterior, por causa do aumento da tensão com a guerra comercial eua-china. contudo, o ajuste de baixa é limitado por um pano de fundo de cautela local, sustentado pela crise política envolvendo o presidente jair bolsonaro e o congresso, em torno da tramitação da reforma da previdência e da mp 870, que reestrutura os ministérios. às 10h11min desta segunda-feira, o dólar à vista caía 0,14%, aos r$ 4,0932. nessa sexta-feira (17), o dólar registrou a terceira alta consecutiva, para r$ 4,1002 no mercado à vista - maior valor de fechamento desde 19 de setembro do ano passado (r$ 4,1308). na semana, acumulou valorização de 3,93% ante o real - maior ganho semanal desde o fim de agosto de 2018. os partidos do centrão têm imposto derrotas em série ao governo. a maioria do bloco - cujo núcleo duro é formado por dem, pp, pr, prb e solidariedade e que reúne cerca de 230 dos 513 deputados - só concorda, por exemplo, em aprovar a medida provisória 870, da reforma administrativa, se o conselho de controle de atividades financeiras (coaf) ficar fora da alçada do ministro sérgio moro. em seu terceiro mandato como presidente da câmara, rodrigo maia (dem-rj) se tornou o principal articulador do centrão. o relator na comissão especial da câmara, samuel moreira (psdb-sp), reúne-se com o ministro da economia, paulo guedes, no começo da tarde desta segunda (14h), após ter se encontrado nesse domingo (19) com o presidente da câmara, rodrigo maia. samuel moreira disse que quer simplificar as regras de transição para trabalhadores que já contribuem para a previdência. o relator afirmou que pretende apresentar o relatório final à comissão especial até a primeira quinzena de junho. o mercado também olha outra rodada de piora nas previsões do boletim focus. a alta do pib de 2019 recuou de 1,45% para 1,24% e, para 2020, segue em 2,50%. as projeções para ipca para 2019 passaram de 4,04% para 4,07% e para 2020, seguem em 4%. as estimativas da selic no fim de 2019 permanecem em 6,50% ao ano e para 2020 recuaram de 7,50% para 7,25% ao ano.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684802-dolar-cai-com-leilao-de-linha-e-exterior-mas-cautela-com-politica-limita-ajuste.html)

Bolsas da Europa fecham em alta com dados da China e balanços dos EUA


12/04/2019
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (12), apoiadas pelo otimismo em relação ao crescimento econômico global depois da divulgação da balança comercial chinesa, cujos números vieram mais fortes do que o esperado pelos mercados. Além disso, os agentes monitoraram balanços de importantes bancos americanos e informações de que a União Europeia elaborou uma lista de produtos importados americanos sobre os quais pretende aplicar tarifas, em resposta à ameaça dos Estados Unidos de fazer o mesmo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,16%, a 387,53 pontos, mas recuou 0,18% na semana. As exportações da China mostraram forte recuperação em março, conforme dados divulgados pela Administração Geral da Alfândega do país. Os embarques em dólares mostraram alta de 14,2% frente ao observado um ano antes, revertendo o tombo de 20,7% observado no primeiro bimestre. O desempenho ficou acima do previsto por analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam aumento bem menor, de 8,2%. Além disso, os bancos chineses liberaram cerca de US$ 250 bilhões em novos empréstimos em março, de acordo com o Banco do Povo da China. Ambos os dados reforçaram a impressão de melhora no ambiente econômico chinês e, consequentemente, na economia global. O estímulo ao crédito e a retomada das exportações aliviam os temores sobre a intensidade da desaceleração econômica mundial. Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 avançou 0,26%, aos 7.437,06 pontos, mas perdeu 0,13% na comparação semanal. As empresas exportadoras Antofagasta (+2,15%), de petróleo, e Rio Tinto (+1,24%) e BHP (0,31%), de minério, foram beneficiadas pelos dados chineses. Os balanços das instituições financeiras americanas Wells Fargo e JPMorgan superaram as expectativas de lucro para o primeiro trimestre deste ano e também tiveram influência em solo europeu. O subíndice de bancos do Stoxx 600 decolou 1,92%, apoiado por importantes altas nas instituições europeias como Deutsche Bank (+2,19%), Unicredit (+4,20%), BNP Paribas (+3,37%) e BBVA (+2,64%). Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX avançou 0,54%, em 11.999,93 pontos, mas recuou 0,08% na semana, enquanto na bolsa de Milão o índice FTSE MIB subiu 0,80%, em 21.858,31 pontos, e ganhou 0,46% na comparação semanal. Na bolsa de Madri, o índice IBEX 35 avançou 0,24%, em 9.468,50 pontos, com perda semanal de 0,44% Em Paris, o índice CAC 40 subiu 0,31%, em 5.502,70 pontos, e ganhou 0,48% na semana, enquanto na bolsa de Lisboa o índice PSI 20 avançou 0,66%, a 5.379,51 pontos, mostrando avanço semanal de 1,32%.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679298-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-dados-da-china-e-balancos-dos-eua.html)

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