31/10/2018

Redução do teto e FGTS estão nos debates da reforma

 com previsão de intenso debate já nos primeiros dias do governo do próximo presidente, jair bolsonaro (psl), a reforma da previdência já é tratada por diversas entidades e associações relacionadas ao tema. o principal ponto é como torná-la palatável ao contribuinte, com regras mais claras e objetivas, além da justiça social - ou seja, buscar igualdade para os desiguais. para isso, além da proposta enviada pelo presidente michel temer (mdb) ao congresso - que sequer foi votada pelos parlamentares - outras alternativas começam a surgir para contribuir na discussão. o diretor-presidente da associação brasileira das entidades fechadas de previdência complementar (abrapp), luís ricardo martins, ratificou o apoio a uma proposta do professor da universidade de são paulo (usp), hélio zylberstajn, a qual se debruça em alguns pilares para o desenvolvimento da reforma: o primeiro básico, para toda a população; o segundo com um teto menor que o atual, capitalizado e compulsório; o terceiro coletivo capitalizado opcional e o quarto individual e também opcional e capitalizado. a ideia seria reduzir o atual teto do instituto nacional do seguro social (inss), de r$ 5.645,80 para r$ 2.000,00, que passaria a valer para quem ingressasse no mercado de trabalho a partir da aprovação da lei. para complementar a renda, seriam criadas poupanças individuais, com capitalização dos recursos e utilização de parte do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts) para incrementar o valor. as alíquotas de contribuição compulsória seriam revistas, a fim de se adequar à proposta. além disso, haveria os planos de previdência complementar como uma terceira alternativa, de maneira opcional. segundo martins, esse modelo traria uma mudança estrutural no atual modelo de previdência pública e geraria um "pacto de gerações" entre os mais novos e mais velhos. "a cada ano, temos menos contribuintes e mais aposentados. essa conta não irá fechar em algum momento. futuramente, trabalharemos mais, contribuiremos mais e receberemos menos do que devíamos", alerta o dirigente da abrapp. ele entende que esse modelo de capitalização de recursos pode ser a "solução da macroeconomia brasileira" a fim de viabilizar os proventos no futuro. o dirigente também defende que o novo presidente recrie o ministério da previdência social, que em 2016 estava unido à pasta do trabalho e, depois, foi integrado ao ministério da fazenda. para martins, a questão social e a urgência em tratar assuntos tanto de ordem pública quanto de previdência complementar se tornam imperativos para o retorno. "a fazenda tem um caráter tributário, fiscalizatório, diferente da proposta da previdência, de cunho social e assistencialista. e falo também em relação à previdência complementar, que esteve ligada há 40 anos a esse ministério. são 30 milhões de aposentados, e acredito que podemos atuar com maior protagonismo, um parceiro na resolução de problemas", explica. o pedido, no entanto, vai de encontro ao enxugamento da máquina pública, proposto pelo novo presidente, a fim de reduzir despesas. com 105 anos de existência, o gboex caminha para mais um ciclo de boas notícias. a previsão para 2018 é de crescimento em torno de 7%, acima da inflação projetada para o ano. a entidade aberta de previdência complementar sem fins lucrativos expandiu sua oferta também na área de seguros de vida com novos produtos, como um seguro no qual o beneficiário designado pelo contratante pode sacar uma parcela do valor acumulado antes da ocorrência do sinistro. mesmo diante de um ano com pleito eleitoral, sempre visto com desconfiança, a visão da empresa é de que o mercado está "na contramão da economia", ou seja, com crescimento maior em relação aos vistos em outros setores. o diretor-presidente do gboex, ilton brum de oliveira, salienta que a empresa trabalha forte na tecnologia em duas frentes. a primeira delas é auxiliar os corretores de seguros, com informações sobre seus planos e também aprendizado - um curso de ensino a distância está sendo elaborado com o intuito de ajudar tantos os vendedores quanto os clientes, a fim de educação e conscientização financeira. o segundo ponto é se aproximar dos clientes, por meio de campanhas publicitárias e redes sociais. "queremos achar formas de usar a internet a favor das pessoas. ela jamais será substituta de algo ou alguém, mas é uma ferramenta facilitadora para nós", justifica. oliveira identifica uma "gratidão" dos familiares dos segurados à empresa e, sobretudo, às coberturas propostas nos seguros e planos complementares de previdência. "nosso lema é cuidar das pessoas, e em momentos críticos, elas sabem que podem contar conosco em momentos de perda de um ente querido", conta. por isso, o gboex preza pelo planejamento a longo prazo, e tenta passar essa ideia àqueles que pretendem ingressar com investimentos. em relação à previdência privada, há a oferta de planos mais conservadores, com rendimento fixo e outros mais arrojados, com um mix entre investimentos com menor risco e outros com maior volatilidade, como o mercado de ações. acima de qualquer escolha, o diretor-presidente vê que a aposentadoria complementar serve para suprir o "ânimo e desânimo" causado pela previdência social, e vê que os profissionais liberais, pela maleabilidade das propostas, se encaixam bem na proposta de previdência complementar. "a matemática de uma e de outra são diferentes, há uma série de regras no instituto nacional do seguro social (inss), enquanto aqui, o dinheiro é seu e pode ser resgatado quando quiser", diz.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/seguros_previdencia_2018/2018/10/653639-reducao-do-teto-e-fgts-estao-nos-debates-da-reforma.html)
26/10/2018

Setor de seguros deve aprender a lidar com a diversidade

 exclusivo – no mês de dezembro será lançado o instituto para a diversidade e inclusão no setor de seguros, uma entidade que tem como propósito aumentar a conscientização do mercado sobre o tema. o instituto deverá promover ações que auxiliem o setor de seguros a trabalhar melhor estes temas. serão elaborados treinamentos e consultoria na implementação de programas internos para o desenvolvimento da diversidade, na publicação de artigos acadêmicos e outras iniciativas relevantes. o instituto também deve se aliar a outros congêneres para potencializar as ações. valeria schmitke, presidente do idis, afirma que o instituto utiliza a expressão “setor de seguros” porque o objetivo da proposta é envolver todos os agentes do mercado, sejam eles seguradoras, provedores de serviços, corretores, resseguradoras, escola nacional de seguros, operadoras de planos de saúde etc. “inicialmente, trabalharemos três pilares: gênero (mulher), lgbt+ e raça/etnia. consideramos que essas são as áreas mais urgentes à qual devemos nos dedicar, mas vamos, no futuro, trabalhar os pilares de pcds, gerações e outros”, adianta valeria. o primeiro passo no desenvolvimento da diversidade é a criação de conscientização sobre as ideias preconcebidas ou “vieses inconscientes”. “começando os trabalhos neste sentido, será feito o lançamento do idis em são paulo, no dia 12 de dezembro, no auditório da escola nacional de seguros. fonte: revista apólice
26/10/2018

“A longevidade é uma das grandes conquistas da humanidade. É hora de revermos nossos conceitos”

 neste exato minuto, enquanto milhões debatem a forma de lidar com os millennials, o planeta envelhece. os números não mentem, o planeta está se tornando cada dia mais prateado. no brasil, isso não é diferente. já temos mais avós do que netos. isso significa que já temos mais pessoas com mais de 60 anos do que crianças com até cinco anos de idade no país. são mais de 30 milhões de brasileiros chegando à maturidade e tomando um susto: com saúde e dinheiro no bolso, estão mais ativos do que nunca! é só olhar para os lados. os maduros de hoje estão pelas ruas, passeando, trabalhando, casando de novo, consumindo, enfim: aproveitando a vida. a imagem da bengala, do cabelo preso ao coque, da pessoa reclusa em casa esperando a hora da morte já não faz mais sentido. é mais fácil encontrar um 60+ na academia do que na cadeira de balanço eles não são mais os mesmos e se torna urgente, para o mercado e toda a sociedade, o despertar de um novo olhar sobre a geração prateada. para mergulhar nessa nova dinâmica demográfica, fomos à campo e o resultado é o estudo tsunami60+: pesquisa inédita, realizada pelo hype60+ e pipe.social, sobre o que chamamos de economia prateada e raio-x sobre os maduros no brasil. o projeto contou com duas fases: na primeira, um mapeamento comportamental e econômico do segmento 60+ com tendências mundiais e, na segunda fase, uma pesquisa quantitativa e qualitativa com abordagem etnográfica realizada entre brasileiros prateados (acima de 55 anos) nas cinco regiões do país. no total, falamos com 2 330 maduros de todas as classes sociais, explorando temas como trabalho, saúde, família, amigos, sexualidade e finanças. foram mais de dez meses de trabalho, uma equipe que somou quase 100 pessoas e reflexões profundas sobre o futuro, que nos fez perder o sono muitas vezes. a longevidade impacta não somente nossas vidas, mas também os negócios. os maduros estão criando uma nova economia, como mostra a definição do oxford economics: a economia prateada é a soma de todas as atividades econômicas associadas às necessidades das pessoas com mais de 50 anos e os produtos e serviços que elas consomem ou virão a consumir a economia prateada já é a terceira maior atividade econômica no mundo e no brasil, representando 20% do consumo nacional. indo na contramão do imaginário coletivo de uma maturidade dependente e sem recursos financeiros, os dados surpreendem: 86% dos brasileiros com mais de 55 anos afirmam ter renda própria; entre os com 75 anos ou mais, esse índice é de 93%. e mais, não só de aposentadoria vivem: as principais fontes de renda na faixa etária de 55 anos a 64 anos, são o trabalho profissional (49%), a aposentadoria (39%), os rendimentos de aluguéis (6%), as aplicações financeiras (3%) e o plano de previdência privada (2%). entre os com mais de 65 anos, as porcentagens são 22%, 69%, 3%, 2% e 4%, respectivamente. seis em cada dez dos brasileiros 55+ têm uma renda individual que representa pelo menos 50% da renda bruta familiar na prática, eles são responsáveis pela maior fatia da renda da família e da gestão financeira do lar. e, apesar de precisarem e desejarem continuar trabalhando, relatam grande preconceito no mercado de trabalho. entre os entrevistados com mais de 55 anos, 24% afirmam que a falta de espaço no mercado de trabalho é a segunda maior perda que vem com a idade, atrás apenas da perda física. enxergam, por outro lado, os novos formatos de trabalho como uma oportunidade para continuar na ativa por menos horas, conciliar trabalho com lazer sem impactar os sonhos da aposentadoria e ter uma renda necessária ao planejamento financeiro para a longevidade. o trabalho voluntário também ganha espaço na rotina: 23% afirmam realizar alguma atividade voluntária semanal. entre os 75+, 12% afirmam que esse trabalho é diário; 34% desejam, no futuro, se dedicar a trabalhos voluntários. iniciativas como a maturijobs, trampolim60+ e reinvenção do trabalho 60+ se destacam ajudando os maduros a enxergar novas possibilidades de atuação.   a longevidade é uma das grandes conquistas da humanidade e chegou a hora de revermos nossos conceitos sobre essa fase, que em breve será a maior de nossas vidas estudiosos afirmam que já está entre nós a pessoa que vai viver mais de 200 anos. precisamos nos preparar para uma vida com cada vez mais tempo e para consumidores cada vez mais maduros. o futuro é velho! layla vallias, 27, é cofundadora do hype60+, núcleo de inteligência de marketing especializado no consumidor sênior. foi diretora do aging 2.0 são paulo, organização de apoio a empreendedores com soluções para o envelhecimento em mais de 20 países. mercadóloga de formação, com especialização em marketing digital pela universidade de nova york, trabalhou com desenvolvimento de produto na endeavor brasil.
26/10/2018

Brasileiros contratam mais seguros para proteção pessoal

 seguro de vida, proteção financeira e seguro auxilio funeral estão entre os produtos mais procurados os brasileiros estão mais previdentes. até agosto deste ano, as contratações de seguros para proteção pessoal (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) totalizaram r$ 24,8 bilhões e o valor é 9,4% superior aos r$ 22,6 bilhões registrados de janeiro agosto de 2017, segundo levantamento da fenaprevi (federação nacional de previdência privada e vida). na análise por modalidade de produto, o seguro de vida tem a maior carteira do mercado de seguros de pessoas e esteve entre as coberturas mais contratadas. o volume de contratações cresceu 8,5% e os prêmios totalizaram r$ 9,7 bilhões. outros ramos também apresentaram alta expressiva no total de contratação no período com evolução acima de dois dígitos na comparação com o mesmo período do ano passado. um dos destaques foi o seguro prestamista, que cobre o pagamento de prestações de compras no varejo no caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego do titular da apólice. a modalidade apresentou de 21,5% frente ao ano anterior, com r$ 7,4 bilhões em prêmios. as vendas do varejo avançaram 6,9% em agosto de 2018 frente ao mesmo mês do ano anterior, segundo o ibge, o que puxou o desempenho do seguro. o seguro auxilio funeral também esteve entre os seguros mais procurados pelos brasileiros no período. no acumulado de janeiro a agosto os prêmios foram de r$ 402,78 milhões e a alta foi de 11,1%. no mesmo período em 2017, os prêmios foram de r$ 362,4 milhões. segundo a federação, no acumulado de janeiro a agosto as indenizações totalizaram r$ 6,1 bilhões, valor maior que os r$ 6 bilhões de janeiro a agosto de 2017. “as indenizações em crescimento reforçam o caráter social do seguro que tem o propósito de garantir proteção para a vida econômica do segurado e de seus familiares”, diz edson franco, presidente da fenaprevi. resultado mensal na avaliação mensal, cresceram também as contratações. segundo os dados do balanço da fenaprevi, o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de r$ 3,2 bilhões, crescimento de 6,6% em relação aos r$ 3,0 bilhões de agosto de 2017. os dados do balanço da federação mostram que a contratação do seguro de vida cresceu 7,39% e movimentou r$ 1,3 bilhão. o seguro prestamista, por sua vez, obteve o maior crescimento relativo com alta de 15,8% e movimentou r$ 972,0 milhões no período, enquanto que no mês período do ano passado foram r$ 839,1 milhões em prêmios. o seguro auxílio funeral também apresentou crescimento nominal positivo de 10,0% e prêmios de r$ 50,7 milhões, enquanto que em agosto de 2017 as contratações totalizaram r$ 46,0 milhões. fonte: portal nacional de seguros
26/10/2018

Exemplo de Mediação para o Mercado Segurador

 em setembro de 2004, o sincor-rs criou sua ouvidoria com a certeza de que estava preenchendo uma lacuna no mercado segurador gaúcho, pois, surgia um canal de conciliação entre o sindicato, corretores, seguradoras e segurados. a proposta, pioneira, hoje se mostra alinhada com a tendência mundial de diversas entidades. é um canal de diálogo onde as pessoas têm certeza de que suas reclamações, sugestões ou elogios serão levadas adiante. o coordenador da ouvidoria, luis alberto g. dos santos diz: - nos preocupamos sempre com efetividade de nossas ações. quando recebemos uma reclamação, tratamos sempre de chamar as partes para buscar um entendimento. se o assunto não tem saída, podemos levá-lo à susep. a maioria tem solução já com a mediação da ouvidoria. busca de entendimento as denúncias precisam ser bem fundamentadas, de preferência relacionando documentação existente sobre o caso, que confirmem atitude anti-ética ou ilegal. são recebidas também críticas, sugestões, elogios, consultas ou pedidos de informações. luis alberto prossegue: - procuramos fazer a conciliação entre segurado e segurador, segurado e corretor ou corretor e seguradora, para que aja um entendimento. através do contato direto com as seguradoras, as ocorrências têm resposta rápida a quem encaminhou: - graças ao respeito que o mercado gaúcho tem com o sincor-rs, o entendimento com as seguradoras é de excelente nível. nós temos sempre resposta e boa vontade das partes envolvidas -” destaca. a ouvidoria atende na sede do sindicato – praça oswaldo cruz, 15, conjunto 1714, em porto alegre – às terças e quintas-feiras para reuniões presenciais, mediante agendamento pelo fone (51) 3225-7726. outro canal de contato é o e-mail exclusivo ouvidoria@sincorrs.com. fonte: sincor-rs
26/10/2018

Corretor: segmento de seguros possui novas regras

 o cnsp estabeleceu através da resolução 364/18 novas regras para o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de passageiros, por meio de ônibus, micro-ônibus e similares. nesse seguro, o segurado é, exclusivamente, o transportador devidamente autorizado. a cobertura básica do seguro deverá compreender, no mínimo, a garantia das quantias devidas, pelo segurado, a título de reparação civil, relativas a danos corporais e/ou materiais causados aos passageiros que estejam no interior do veículo segurado, ocorridos durante viagem, desde que estes decorram, direta e exclusivamente, de um ou mais eventos definidos nas condições contratuais. a seguradora reembolsará as custas judiciais e os honorários dos advogados de defesa do segurado, quando contratualmente previsto, e do reclamante. as condições gerais do seguro deverá prever que esse reembolso somente ocorrerá quando o pagamento advenha de sentença judicial ou acordo autorizado pela seguradora, e até o valor da diferença, caso positiva, entre os limites máximos estabelecidos na apólice em vigor, e a quantia pela qual o segurado é civilmente responsável. as seguradoras poderão oferecer coberturas adicionais, com a respectiva cobrança de prêmio, desde que os riscos cobertos estejam diretamente relacionados com a responsabilidade civil do transportador rodoviário de passageiros. para que os tripulantes do veículo transportador estejam cobertos pelo seguro deverá ser contratada cobertura adicional específica. o segurado será obrigado a comunicar, por escrito, à seguradora, qualquer alteração que ocorra nos dados constantes na proposta de seguro, com, no mínimo, cinco dias úteis de antecedência, contados da data do início de vigência da alteração pretendida. a seguradora deverá se pronunciar, dentro de 15 dias após o recebimento da comunicação, sobre a sua aceitação ou não. a ausência de manifestação, por escrito, da seguradora, caracterizará a aceitação tácita da alteração proposta. não será admitida a presunção de que a seguradora possa ter conhecimento de circunstâncias que não constem da proposta e daquelas que não tenham sido comunicadas posteriormente, na forma do artigo anterior. garantias o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de passageiros garante ao segurado, quando responsabilizado por danos causados aos passageiros, o reembolso das indenizações que for obrigado a pagar, a título de reparação, por sentença judicial transitada em julgado, ou por acordo com os passageiros prejudicados e/ou seus beneficiários, com a anuência da seguradora, desde que atendidas as disposições do contrato. ao invés de reembolsar o segurado, a seguradora poderá oferecer a possibilidade de pagamento direto ao passageiro prejudicado e/ou seus beneficiários. o valor das reparações, acrescido do reembolso das respectivas despesas, não poderá exceder, na data de liquidação do sinistro, os limites máximos estabelecidos na apólice. caso, na data de liquidação do sinistro, as reparações devidas, somadas com as respectivas despesas, perfizerem total maior que os limites máximos estabelecidos na apólice, estes serão os valores dos pagamentos, não respondendo a seguradora pela diferença. nessa hipótese, a seguradora priorizará o pagamento, até os limites máximos estabelecidos na apólice, das reparações devidas aos passageiros, limitando o reembolso das despesas efetuadas pelo segurado, à diferença, se positiva, entre aqueles limites e o valor pago a título de reparações. se a reparação devida compreender pagamento em dinheiro e prestação de renda ou pensão, a seguradora pagará preferencialmente o primeiro, respeitadas, na data de liquidação do sinistro, as disposições deste seguro. caso a seguradora tenha que contribuir também para renda, ou pensão, fá-lo-á mediante o fornecimento ou a aquisição de títulos em seu próprio nome, cujas rendas serão inscritas em nome das pessoas com direito a recebê-las, com cláusula estipulando que, cessada a obrigação, tais títulos reverterão ao patrimônio da seguradora. esse seguro poderá ser contratado pelo período de duração de apenas uma viagem ou por período prefixado, bem como poderá ser anual ou plurianual. no seguro contratado pelo período de apenas uma viagem, a seguradora emitirá um certificado de seguro previamente a cada viagem de cada veículo transportador. a seguradora poderá emitir uma única apólice para cobertura de mais de um veículo transportador. neste caso, na apólice única deverão estar relacionados todos os veículos transportadores incluídos no seguro. a contratação desse seguro deverá ser feita sempre a primeiro risco absoluto e sem prejuízo da cobertura do seguro obrigatório de danos pessoais (dpvat). as seguradoras poderão oferecer, facultativamente, a segundo risco em relação ao seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário em viagem internacional – rctr-vi, a extensão do presente seguro para os países signatários do acordo sobre transporte internacional terrestre – atit. os termos da resolução entram em vigor 90 dias após a data de sua publicação, ou seja, na primeira quinzena de janeiro do próximo ano. fonte: cqcs
26/10/2018

Seguros fazem a economia girar

 mercado, além de reparar os danos dos eventos adversos que ocorrem com pessoas e empresas, movimenta os setores de toda a cadeia produtiva na economia, o risco é um agente dos fortes. e para todo agente macroeconômico, um movimento paralelo acontece. a proteção passa a ser um instrumento primordial na hierarquia de despesas das pessoas e do setor produtivo. para o risco, o mercado de seguros aparece como um mecanismo cuja função vai além da reposição de perdas. além de reparar os danos dos eventos adversos que ocorrem com pessoas e empresas, os seguros assumiram papel importante na economia. no brasil, em 2017, eles representaram 6,5% do produto interno bruto (pib), movimentando r$ 470 bilhões em prêmios (valores pagos pelos segurados em 2017). desse montante, r$ 277 bilhões voltaram à economia como indenizações e restituições de bens e patrimônios. e vale mais que isso. o professor da escola nacional de seguros, bruno kely, explica que devolver o equilíbrio financeiro evita, por exemplo, descompassos nas finanças de pessoas físicas e desabastecimentos da produção industrial ou agrícola, o que neutraliza reflexos inflacionários da queda de oferta. “detalhe: o ‘restante’ do saldo também movimenta outros setores, já que não fica parado. as seguradoras passam a compor fundos de investimentos em áreas de retorno potencial e também no mercado de capitais”, diz. são diversos produtos oferecidos por seguradoras no brasil, que vão dos tradicionais seguros de carro e de residência, até os seguros de vida ou das atividades agrícola e industrial. planos de saúde também integram o mercado. ainda segundo kelly, o seguro tem um objetivo social. “os seguros não são feitos para dar lucro. se der lucro, pode-se avaliar que há margem para fraude. a função é repor perdas causadas por fatos inesperados, algo que ocorreu subitamente e que tirou um lastro financeiro importante das pessoas ou de uma empresa. considerando um seguro de vida, a perda de um ente ou um acidente que provoca invalidez têm grave impacto familiar, ou seja, um seguro de vida, apesar de a vida não ter preço, ajuda na reestruturação da família. então tem esse lado social”, pontua. o advogado e especialista em direito securitário do escritório queiroz cavalcanti advocacia, leonardo cocentino, reforça que o seguro é um produto legal, regulamentado e que cumpre regras. “no brasil, todas as seguradoras têm que seguir normas regulamentadas pela susep, órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. o mercado cumpre, por exemplo, requisitos de lastro financeiro de reservas para indenizar tudo que é coberto pela apólice. ela é a lei dos seguros. é o contrato que vai detalhar tudo que é direito e dever das duas partes envolvidas. então a recomendação é atentar para o contrato, onde vão estar também as causas de exclusão de cobertura”, destaca. uma recomendação para o bom funcionamento do setor é a transparência. “o segurado precisa prestar as informações para não haver falhas no cálculo do prêmio, que é o custo do seguro para o segurado. esconder fatos pode ser interpretado como fraude e colocar em risco o recebimento da indenização. é o caso de dizer que o carro dorme em garagem quando ele fica na rua, onde está mais exposto a sinistros”, explica. “outro equívoco é o de escolher correr riscos porque possui seguro ou então usar o seguro sem necessidade, o que ocorre principalmente em planos de saúde. o que também é bom esclarecer é que quem paga as indenizações ou os custos das consultas médicas são os segurados e não as seguradoras. a conta é simples. quanto mais se usa, maior será o reajuste do plano de saúde ou o valor do prêmio do seguro, porque o cálculo do preço considera os riscos de sinistralidade, mas os reajustes são medidos a partir das despesas com indenizações dividido por todos os segurados”. saldo se torna investimento em termos econômicos, além de manter o equilíbrio das atividades das pessoas e das empresas a partir das indenizações, a gestão dos valores pagos pelos segurados às seguradoras tem procurado movimentar o dinheiro recolhido para rentabilizá-lo, inclusive financiando diretamente outras atividades produtivas. com dados de 2017, aproximadamente r$ 200 bilhões estariam parados por não terem sidos demandados pelos segurados para pagar as indenizações. as seguradoras passaram a investir tanto em fundos de investimentos privados, capitalizando empresas que querem expandir, como também na aquisição de ações de empresas públicas e privadas. “a economia brasileira possui muitos investidores institucionais e as seguradoras são um deles. todo o dinheiro que ela recolhe dos prêmios, ela usa para pagar os sinistros e não deixar o restante parado passou a ser um uso eficiente do dinheiro. esse dinheiro volta para a economia de várias formas e o principal é alimentar fundos de investimentos para viabilizar setores da economia de alto impacto, como o de construção civil. a bradesco seguros, por exemplo, já financiou a construção de um shopping center. o aluguel das lojas do shopping era rentabilidade para a seguradora”, destacou. outro mercado em questão é o de capitais. “quando uma empresa quer se capitalizar para investir, ela abre o capital e faz uma oferta inicial de ações. o montante gerido pelas seguradoras também é aplicado nesse mercado, a roda vai girando e a economia vai se retroalimentando. essa oferta de ações capitaliza a empresa, que reinveste no negócio para, na maioria dos casos, ganhar mercado e ampliar produção, o que a gente entende que promove avanços com empregos. é quando você percebe que a geração de empregos promovida pelo segmento de seguros vai além das seguradoras”, detalha.  fonte: diário de pernambuco por andré clemente
26/10/2018

Governo Central registra déficit primário de R$ 23 bilhões em setembro

 no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões marcello casal jr/abr/jc agência brasil o subsídio para o óleo diesel e o aumento de despesas não obrigatórias fizeram o governo central (tesouro nacional, previdência social e banco central) registrar o segundo maior déficit da história para meses de setembro. no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões. apenas em setembro de 2016, o déficit para o mês foi maior (r$ 25,239 bilhões). em relação a setembro do ano passado, o resultado negativo subiu 0,7% em valores nominais, mas caiu 3,7% ao descontar a inflação do ano passado pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca). o déficit primário é o rombo nas contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. da janeiro a setembro, o resultado negativo soma r$ 81,591 bilhões, valor 28,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (r$ 109,566 bilhões), descontado o ipca. mesmo com o resultado de setembro, o déficit acumulado é o menor para os nove primeiros meses do ano desde 2015. de acordo com o tesouro nacional, dois fatores contribuíram para o pequeno aumento nominal do déficit em setembro. o primeiro foi a execução de créditos extraordinários provocada pelo subsídio ao óleo diesel, que consumiu cerca de r$ 1,7 bilhão apenas em setembro e está previsto para fechar o ano em r$ 9,5 bilhões. o segundo fator foi o aumento de despesas discricionárias (não obrigatórias) do poder executivo, que subiram 9% acima da inflação de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano passado. as maiores altas foram provocadas pelo desbloqueio de gastos de custeio (manutenção da máquina pública) nos ministérios e pela execução de emendas parlamentares impositivas. os ministérios que mais puxaram a alta foram defesa, com crescimento de 29% acima da inflação, e saúde, com alta de 7,9% acima da inflação. o déficit só não foi maior porque as receitas do governo central tiveram, em setembro, o reforço do leilão da quarta rodada de partilha do pré-sal e pelos royalties de petróleo, que foram impulsionados pela alta do dólar e pela valorização da cotação internacional do barril. de janeiro a setembro, as receitas líquidas acumulam alta de 5,9% acima da inflação oficial pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca). as despesas totais, em contrapartida, subiram em ritmo menor: 2,3% acima da inflação. os gastos com a previdência social subiram 2% além da inflação, contra alta de 0,9% (também acima da inflação) dos gastos com pessoal. as demais despesas obrigatórias, no entanto, acumulam queda de 2,6% descontada a inflação, por causa principalmente da redução dos gastos com subsídios (-29,7%), com o fundo de financiamento estudantil (fies) (-35,4%) e com abono e seguro desemprego (-4,8%). as despesas de custeio (manutenção da máquina pública) acumulam alta de 7% acima da inflação nos nove primeiros meses do ano. os investimentos (obras públicas e compra de equipamentos) somaram r$ 31,862 bilhões, alta de 20,4% além da inflação em relação ao mesmo período de 2017. o principal programa federal de investimentos, no entanto, está executando menos. os gastos com o programa de aceleração do crescimento (pac) somaram r$ 16,063 bilhões de janeiro a setembro, queda de 1,7% em relação aos mesmos meses do ano passado, descontada a inflação.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/654426-governo-central-registra-deficit-primario-de-r-23-bilhoes-em-setembro.html)
26/10/2018

Dívida pública cai 0,15% e atinge R$ 3,779 trilhões

 redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões marcos santos/usp imagens/imagens públicas/jc agência brasil a dívida pública federal (dpf), que inclui o endividamento interno e externo do brasil, teve queda de 0,16% e passou de r$ 3,785 trilhões em agosto para r$ 3,779 trilhões em setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26), em brasília, pela secretaria do tesouro nacional, do ministério da fazenda. a redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões, descontado parcialmente pela apropriação positiva de juros, no valor de r$ 20,55 bilhões. segundo a receita, a apropriação de juros representa o reconhecimento gradual das taxas que corrigem os juros da dívida pública. as taxas são incorporadas mês a mês ao estoque da dívida, conforme o indexador de cada papel. por meio da dívida pública, o governo pega recursos emprestados dos investidores para honrar compromissos. em troca, ele se compromete a devolver o dinheiro com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa selic, da inflação ou do câmbio. a dívida pública mobiliária federal interna (dpmfi) - em circulação no mercado nacional, que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais - teve o estoque reduzido em 0,07% em setembro, ao passar de r$ 3,630 trilhões para r$ 3,628 trilhões, devido ao resgate líquido de r$ 26,77 bilhões, compensado, em parte, pela apropriação positiva de juros, no valor de r$ 24,22 bilhões. do total de r$ 57,38 bilhões de emissões de títulos da dpmfi em setembro, foram emitidos r$ 55,50 bilhões nos leilões tradicionais; r$ 1,76 bilhão relativo às vendas de títulos do tesouro direto e r$ 125,43 milhões referentes a emissões diretas. com relação ao estoque da dívida pública federal externa (dpfe), captada do mercado internacional, também houve redução dede 2,34% sobre o estoque apurado em agosto, encerrando setembro em r$ 151,12 bilhões (us$ 37,74 bilhões), sendo r$ 136,71 bilhões (us$ 34,14 bilhões) relativos à dívida mobiliária e r$ 14,42 bilhões (us$ 3,60 bilhões), à dívida contratual. no mês de setembro, os ingressos de recursos da dívida contratual à dpfe totalizaram r$ 255,13 milhões. a dpf voltou a ficar abaixo das previsões do tesouro. de acordo com o plano anual de financiamento, divulgado em janeiro, a tendência é que o estoque da dpf encerre o ano entre r$ 3,780 trilhões e r$ 3,980 trilhões. a variação do endividamento do tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (tesouro direto) ou pela emissão direta. além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos. em setembro, os maiores detentores da dívida pública eram os fundos de investimento, com 26,14% da dívida, alcançando r$ 948,53 bilhões. o grupo previdência ficou em segundo lugar, com uma participação relativa de 25,35% e variação positiva em seu estoque, passando de r$ 911,87 bilhões para r$ 919,90 bilhões, entre agosto e setembro. em seguida, estão as instituições financeiras com 22,79%, grupo que reduziu o estoque em r$ 3,96 bilhões, chegando a r$ 826,87 bilhões. os investidores estrangeiros também apresentaram queda de r$ 9,21 bilhões em seu estoque e concentraram 11,67% da dívida. já o governo possui 4,20% da dívida pública; as seguradoras, 3,99%; e outros, 5,86%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/654411-divida-publica-cai-0-15-e-atinge-r-3-779-trilhoes.html)

Como obter redução no saldo devedor do imóvel, devo pagar as últimas parcelas?


05/11/2018
Quero quitar uma parte do financiamento do imóvel. Qual seria a melhor opção para obter uma redução maior no saldo devedor? Ouvi dizer que optar pelo pagamento das últimas parcelas é melhor por que elimina um percentual de juros maior. Rodrigo Araújo

Olá Rodrigo. O financiamento habitacional, por ser de longo prazo, acaba absorvendo um volume de juros muito grande, por isso que nos primeiros anos a amortização não é grande vantagem, justamente porque o valor amortizado de juros é muito pouco. Se tem uma reserva e pretende usá-la para reduzir a dívida, a melhor alternativa é reduzir a quantidade de parcelas. Apresente o valor que deseja amortizar, e opte por reduzir o saldo devedor encurtando o prazo do financiamento. Isso vai reduzir bastante a quantidade de parcelas, justamente porque a amortização é feita retroagindo as parcelas a partir da última, por isso se torna mais interessante do que pedir para reduzir o valor da parcela.

Sou autônomo e por isso quero traçar um plano para minha aposentadoria. O que você recomenda, Edísio? Eduardo Oliveira

Olá Eduardo. A melhor forma de criar um bom plano de aposentadoria é analisar o quanto é possível reservar por mês para este projeto. Feito isso, busque produtos financeiros que estejam compatíveis com o valor que terá disponível. Pode ser a tradicional Previdência Privada ou um Fundo de Investimento de Longo Prazo, desde que o retorno oferecido seja compatível com o mercado. Uma outra recomendação é que tenha um cadastro como contribuinte da Previdência Oficial, não para fins de renda, seus investimentos renderão mais, mas para que faça parte do sistema que oferece outros benefícios, como auxilio doença, por exemplo.

Quero investir R$ 200 todo mês. Onde é melhor aplicar este dinheiro? Isabela Catarina

Olá Isabela. Existem vários produtos de investimento no mercado, e quanto maior for o prazo e o volume de recurso, mais elevado será o retorno oferecido. Começando a construir seu patrimônio com aportes mensais de R$ 200,00, é possível aplicar no Tesouro Direto, numa Previdência Privada ou em Fundos de Investimento. Observe com cuidado porque cada produto possui suas especificidades em relação a taxas de administração e retorno oferecido. É importante pesquisar em diversas instituições para encontrar o melhor produto e com uma condição justa. É natural encontrar produtos com uma rentabilidade baixa, isso acontece por causa do valor, mas não é para se desesperar. À medida em que for aumentando seu patrimônio, você vai migrando para produtos mais rentáveis.

Negociei uma dívida com o cartão de crédito, mas ainda assim os juros estão muito altos. Como posso solicitar uma revisão e redução destes juros? Anonimo

Olá Anônimo. Os juros do rotativo do cartão de crédito, são os maiores do mercado, ultrapassando a marca dos 500% ao ano, transformando qualquer pequena dívida em valores impagáveis. Os juros da negociação são um pouco menores, mas ainda assim, muito elevados, tornando a condição de quitação cada vez mais difícil. Após a efetivação do acordo o que resta é o pagamento das parcelas definidas no termo. Contudo, há a possibilidade de pedir uma revisão do cálculo, mas terá que fazer isso por meios judiciais. O momento de tentar uma redução dos juros de forma administrativa foi no período da negociação, após isso, terá que usar a Justiça para tentar fazer valer o seu pleito.

Fonte: Jornal Correio

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