11/07/2018

Um texto para tirar as suas dúvidas sobre o Seguro de Vida

  o seguro de vida é um contrato para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer. seguro de vida é um assunto delicado. apesar de a morte, ser a única certeza da vida, é um assunto que ninguém gosta de lidar. porém, depois de constituir família, também temos a certeza de que deixá-los seguros é de suma importância. então, vamos falar um pouco sobre seguro de vida: o que é como escolher quais os tipos de apólice que existem quais os benefícios que ele pode proporcionar afinal, o que é um seguro de vida? o seguro de vida é um contrato que você faz com uma seguradora para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer. esse benefício pode agraciar familiares e/ou pessoas que dependam financeiramente do contratante. é importante estar atento a todas as cláusulas deste contrato, porque algumas seguradoras possuem restrições, por exemplo, ao suicídio. como o seguro de vida faz parte do seguro de pessoas, é possível acrescer à cobertura do risco de morte alguns outros benefícios, tais quais como: invalidez permanente; doenças graves; diária por internação hospitalar; invalidez funcional permanente por doença; invalidez laborativa permanente por doença, perda de renda ou desemprego. qual a diferença entre cobertura de morte e de cobertura de morte por acidente? se você está pesquisando valores, já percebeu que a primeira modalidade é mais cara do que a segunda. isso acontece porque a seguradora oferece uma cobertura muito maior, não só em caso de acidente, e nesse caso ela corre “mais risco”. existem dois tipos de apólice de seguro de vida: individual e coletiva. individual no tipo individual, a seguradora cobre apenas uma pessoa física. esta pessoa é a contratante e geralmente a responsável financeira pelo plano. para definir valores é levado em conta: idade, sexo, condições de saúde, estilo de vida etc. as coberturas e os prazos de pagamento são negociados, efetivamente, entre assegurado e seguradora. coletivo no plano coletivo, a contratação vem de uma empresa, por exemplo. e neste caso, a contratante é chamada de estipulante, pois é ela quem define as cláusulas junto à seguradora. a decisão do associado pode ser feita de três maneiras: não contributário: o estipulante é responsável total pelo pagamento do plano. parcialmente contributário: o beneficiado e o estipulante pagam juntos, o plano, na proporção acordada. totalmente contributário: os segurados ficam totalmente responsáveis pelo custeio do plano. seguro de vida resgatável sim! existe uma modalidade de seguro de vida que é possível ser resgatado em vida. não podemos, claro, esquecer que o princípio do seguro de vida é “cuidar” de alguém quando faltarmos, mas às vezes a possibilidade de resgate pode ser interessante. os seguros resgatáveis são aqueles de longo prazo, em que você estipula o valor pago e contratado assim que assina o plano, a partir daí ele é reajustado apenas pela inflação. se escolher essa modalidade, procure um plano com valor mínimo de resgate. a escolha dos beneficiados seguro de vida não é herança. assim, você pode escolher qualquer pessoa para receber o benefício. vale ressaltar que durante a vida você pode mudar o(s) beneficiado(s). na hora de escolher onde fará seu plano de seguro de vida, procure um especialista que não seja vinculado a nenhuma seguradora, ele te dará um panorama amplo e imparcial. pesquise sempre! a ajuda de um corretor é sempre bem-vinda, mas você pode pesquisar alguns fatores que te trarão a segurança necessária. veja se a seguradora é credenciada pela susep, consulte a solidez, a expertise, procure a recomendação de outros assegurados. a morte é quase sempre indesejada, mas é certa, e não sabemos quando e como ela nos encontrará. saber que você está cuidando dos seus quando isso acontecer, é sábio e uma prova de amor. fonte: portal eu quero investir por patrícia auth
11/07/2018

Fluxo cambial total em julho até dia 6 é positivo em US$ 2,034 bilhões

 depois de encerrar junho com entradas líquidas de us$ 3,710 bilhões, o país registra fluxo cambial positivo de us$ 2,034 bilhões em julho até o dia 6, informou nesta quarta-feira, 11, o banco central. o período corresponde à primeira semana de julho. o canal financeiro apresentou entradas líquidas de us$ 1,712 bilhão no período. isso é resultado de aportes no valor de us$ 7,985 bilhões e de retiradas no total de us$ 6,273 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo de julho até o dia 6 é positivo em us$ 322 milhões, com importações de us$ 3,010 bilhões e exportações de us$ 3,332 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 434 milhões em adiantamento de contrato de câmbio (acc), us$ 1,018 bilhão em pagamento antecipado (pa) e us$ 1,880 bilhão em outras entradas. no acumulado do ano até o dia 6 de julho, o fluxo cambial ficou positivo em us$ 24,560 bilhões, informou bc. em igual período do ano passado, o resultado era positivo em us$ 6,286 bilhões. a saída pelo canal financeiro neste ano até 6 de julho foi de us$ 5,529 bilhões. o resultado é fruto de aportes no valor de us$ 272,263 bilhões e de envios no total de us$ 277,792 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo anual acumulado até 6 de julho ficou positivo em us$ 30,089 bilhões, com importações de us$ 82,782 bilhões e exportações de us$ 112,871 bilhões. nas exportações estão incluídos us$ 19,495 bilhões em acc, us$ 29,691 bilhões em pa e us$ 63,685 bilhões em outras entradas. após prejuízo de r$ 7,084 bilhões com sua posição em swap cambial em junho, o bc registra resultado negativo de r$ 5,331 bilhões em julho até o dia 6 com estes contratos pelo critério caixa. pelo conceito de competência, há ganho de r$ 512 milhões. o resultado pelo critério de competência inclui ganhos e perdas ocorridos no mês, independentemente da data de liquidação financeira. a liquidação financeira desse resultado (caixa) ocorre no dia seguinte, em d+1. o bc registrou ainda no período ganho de r$ 28,267 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais. entram nesse cálculo ganhos e prejuízos com a correção cambial, a marcação a mercado e os juros. o resultado líquido das reservas, que é a rentabilidade menos o custo de captação, ficou positivo em r$ 25,639 bilhões em julho até o dia 6. já o resultado das operações cambiais no período ficou no positivo em r$ 26,151 bilhões. atualmente, as reservas internacionais estão na casa dos us$ 379 bilhões. no acumulado de 2018 até 6 de julho, o bc registra resultado negativo de r$ 21,759 bilhões com os contratos de swap pelo critério caixa. pelo conceito de competência, houve perdas de r$ 17,153 bilhões. o bc obteve ganhos de r$ 238,105 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais no acumulado do ano. já o resultado líquido das reservas ficou positivo em r$ 189,506 bilhões e o resultado das operações cambiais no período foi positivo em r$ 172,353 bilhões. o bc sempre destaca que, tanto em relação às operações de swap cambial quanto à administração das reservas internacionais, não visa ao lucro, mas fornecer hegde ao mercado em tempos de volatilidade e manter um colchão de liquidez para momentos de crise.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637749-fluxo-cambial-total-em-julho-ate-dia-6-e-positivo-em-us-2-034-bilhoes.html)  
09/07/2018

No Passo, São José-RS dá o troco no Linense e conquista acesso à Série C do Brasileirão 2019

  o grupo aspecir parabeniza o zeca que sofreu com retranca do time paulista, mas fez 2 a 0 na segunda etapa para conquistar o acesso que bateu na trave em 2017. é uma honra para o grupo aspecir participar dessa trajetória de conquistas. o jogo o grito preso na garganta do torcedor do são josé-rs durante um ano, após a eliminação para o atlético acreano, finalmente saiu. jogando em casa, no estádio passo d'areia, o zequinha fez 2 a 0 no linense, neste domingo, e conseguiu a classificação para a semifinal da série d deste ano e o acesso à terceira divisão do futebol brasileiro do próximo ano. a equipe de porto alegre teve que superar a retranca da equipe paulista e levou a melhor no placar agregado com um gol de vantagem. fonte: globo esporte
09/07/2018

Seguros e planos de saúde têm opções para as pequenas empresas

 com o aumento de pequenas e médias empresas no mercado, os seguros e planos de saúde estão apostando nesse perfil de negócio, com poucos funcionários, a partir de dois, por exemplo. de acordo com os últimos dados apurados pela associação brasileira de planos de saúde (abramge) com base na agência nacional de saúde suplementar (ans) existem 4,5 milhões de pessoas vinculadas a planos com menos de 30 vidas. um dos fatores importantes na hora de contratar um serviço como esse para a sua empresa, é buscar um produto que ofereça autonomia e praticidade para os beneficiários, já que a maioria das pme’s não têm tempo para administrar algo a mais, pois quase sempre, é o próprio dono que está resolvendo todos os problemas da empresa. algumas pessoas ainda têm dúvidas e podem confundir o plano com seguro, mas eles são dois produtos diferentes. a principal diferença é o reembolso das despesas médicas. no primeiro, há um acompanhamento durante o processo, já no seguro, o cliente deve arcar com as despesas e depois procurar o reembolso dos gastos, além de poder escolher onde será o atendimento. ao notar que estava perdendo um nicho importante do mercado, a porto seguro saúde apostou, em setembro de 2017, em seguros para empresas a partir de cinco vidas. “percebemos que estávamos de fora de um nicho de mercado e decidimos investir nele”, conta a superintendente operacional mônica bortolossi, que antes trabalhava com seguros para empresas a partir de 20 vidas. por enquanto, a seguradora atua apenas no rio de janeiro e são paulo. de janeiro a maio, houve um número 10% maior de contratações desse tipo de seguro em relação à 2017. já a sulamérica, tem esse produto há algum tempo e o vice-presidente de marketing, andré lauzana, reconhece que esse segmento representa, cada vez mais, uma parte importante das vendas. o plano para pme's, de três a 99 pessoas, representa hoje 25,6% de todas as vendas, com crescimento de 10,6% da modalidade no primeiro trimestre de 2018, em relação ao mesmo período do ano passado. reinaldo scheibe, presidente da abramge, comenta que o país vive momento favorável ao surgimento de microempreendedores. “essa tendência tem encontrado espaço na sociedade, seja por conta do desejo de desenvolver projetos individuais ou pelo aumento do desemprego nos setores tradicionais”, observa. porém, reinaldo alerta que no início do ano, a ans publicou um normativo impondo regras para este tipo de plano (empresa de pequeno porte – epp, microempreendedor individual – mei e com cadastro específico do inss – cei) que devem ser checadas pelos empresários. praticidade e comodidade a forma de aderir esse tipo de plano ou seguro, tende a ser simplificada, para seguir a linha de oferecer praticidade e comodidade ao cliente. basta procurar um corretor e comprovar os dados com alguns documentos. quanto o empresário vai ter que reembolsar para oferecer uma assistência de saúde para os seus funcionários, vai depender muito da idade e sexo de cada um, mas mônica conta que, em média, um funcionário de 35 anos, custa r$ 290. no plano da sulamérica, podem fazer parte sócios, administradores, diretores e funcionários, incluindo aprendizes, estagiários, expatriados e aposentados. o foco da sulamérica é oferecer um produto customizado. a empresa conta com opções de agregar ao pacote o seguro viagem, para aqueles que viajam muito à trabalho. “a ideia é o empresário poder enquadrar o plano na sua realidade”, diz andré. segundo ele, com o aplicativo é possível resolver muita coisa. “fazemos de tudo para entregar satisfação e permitir que a empresa foque na sua atividade profissional”, completa. fonte: portal uol a tarde por yumi kuwano*
09/07/2018

Seguradoras devem requalificar os colaboradores para aproveitar as oportunidades de crescimento provenientes da Inteligência Artificial

 o investimento na colaboração homem-máquina pode aumentar as receitas das seguradoras em 17% e a taxa de empregabilidade em 7% nos próximos cinco anos de acordo com um novo estudo da accenture, as seguradoras podem comprometer as oportunidades de crescimento caso os executivos não tomem providências para atrair novos talentos, redesenhem a forma como se trabalha e orientem a colaboração da força de trabalho com a inteligência artificial (ia). o relatório “future workforce survey – insurance: realizing the full value of ai” demonstra que as seguradoras que investem em ia e na colaboração homem-máquina na mesma proporção que outras empresas de alto desempenho podem, durante os próximos cinco anos, aumentar, em média, as suas receitas em 17% e o emprego em 7%. de acordo com o relatório da accenture – que se baseia em dois inquéritos, um realizado a 100 altos dirigentes e outro a mais de 900 colaboradores não-executivos – deve haver um maior esforço por parte das seguradoras, na preparação dos colaboradores para que estes trabalhem de forma mais eficaz com a ia. os executivos inquiridos acreditam, por exemplo, que apenas um em quatro colaboradores está preparado para trabalhar com ia e que mais de quatro em 10 colaboradores (43%) referem o aumento da disparidade de qualificações como o fator que mais influencia a sua estratégia de força de trabalho. apesar da clara necessidade de preparação, apenas 4% das seguradoras planeia aumentar significativamente o seu investimento em programas de requalificação, nos próximos três anos. “a ia tem o potencial para impulsionar a inovação, o crescimento e a eficiência, mas a hesitação das seguradoras em requalificar corretamente os seus colaboradores pode limitar o seu impacto”, afirma miguel proença, managing director da accenture, responsável pela prática de seguros em portugal. “apesar de ser um negócio propício à aplicação de tecnologia e inovação, as seguradoras têm um caminho a percorrer para vencer a guerra do talento tecnológico. os executivos precisam de pensar de forma pragmática sobre como podem trazer novo talento, redesenhar postos de trabalho e requalificar corretamente os colaboradores. criar um ambiente de trabalho mais flexível pode ser um primeiro passo-chave para atrair data scientists e outros talentos.” a maioria dos executivos inquiridos (61%) espera que a força de trabalho do futuro seja uma conjugação de humanos e máquinas. contrariamente à crença popular de que a ia iria reduzir postos de trabalho, 2/3 (67%) dos executivos das seguradoras esperam que a ia resulte num ganho líquido em termos de postos de trabalho dentro das suas empresas nos próximos três anos. o relatório da accenture revela também que os trabalhadores das seguradoras estão dispostos a apostar em ia nas suas funções diárias. 2/3 (68%) dos inquiridos acreditam que esta irá criar oportunidades no seu trabalho, enquanto que apenas 4% julga que irá criar mais desafios. quase ¾ (73%) acreditam que a ia irá tornar os seus trabalhos mais simples, e mais de 2/3 (69%) acreditam que permitirá um maior equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. alcançar a fase de inteligência aplicada o relatório da accenture aponta que a maior parte das seguradoras ainda precisa de clarificar como aplicar de forma eficaz a ia e outras tecnologias inteligentes dentro das suas organizações. muitos estão ainda a educar-se a si próprios ou a experimentar protótipos de ia que possam ajudar a melhorar a sua eficiência ou os resultados dos clientes. foram poucas as que já entraram na fase crucial, conhecida como applied intelligence, que consiste numa implementação transversal da tecnologia e do engenho humano em todas as partes do negócio, procurando assim novas formas de crescimento. de acordo com o relatório da accenture, alcançar esta fase de applied intelligence requer uma liderança sénior dedicada e uma estratégia de colaboração com um orçamento disponível a longo-prazo. para preparar a força de trabalho das seguradoras para esta fase, os executivos devem: reimaginar os postos de trabalho de forma a entender melhor como é que as máquinas e os humanos podem colaborar; orientar os colaboradores para áreas que criem novas formas de valor; e instruir os colaboradores com novas capacidades que lhes permitam trabalhar eficazmente ao lado de máquinas inteligentes. novas regras para os colaboradores das seguradoras a utilização da ia vai reconfigurar muitos dos trabalhos existentes no setor segurador. o relatório da accenture identificou três novas categorias de trabalho orientadas para a ia com maior probabilidade de emergir: “trainers”, “explainers” e “sustainers”. os trainers vão dar assistência a computadores enquanto estes aprendem, por exemplo, a reconhecer caras ou a identificar imagens em fotografias tiradas por drones, e terão um papel de intermediários, gestão de sinistros e relação com o cliente. os trainers vão trabalhar com equipas de it para assegurar que os algoritmos completam as suas tarefas corretamente e com os resultados desejados. os explainers vão ter um papel vital na comunicação, interpretando os resultados dos algoritmos de forma a melhorar a transparência e responsabilização dos mesmos pelas suas decisões. se a ia rejeitar uma reclamação de um cliente ou oferecer um acordo, os colaboradores da seguradora podem ajudar a minimizar a perceção de “black box” da ia, ajudando a fortalecer a aceitação desta junto dos clientes e reguladores. os sustainers vão assegurar que as máquinas se mantêm fiéis aos seus objetivos iniciais sem quebrarem barreiras éticas, incluindo afastarem-se dos resultados desejados ou serem tendenciosas. as seguradoras poderão ter de contratar responsáveis de ética e compliance para assegurar que os sinistros avaliados através de ia, não discrimina certas categorias de cliente. “à medida que mais seguradoras procuram integrar a ia nas suas organizações, estas devem ambicionar uma aplicação em larga escala na qual humanos e máquinas trabalham juntos em várias tarefas”, afirmamiguel proença, managing diretor da accenture, responsável pela prática de seguros em portugal. “os benefícios – incluindo subscrição e resolução de sinistros e litígios mais rápidos, e um serviço ao cliente melhorado – podem ser extraordinários, ajudando as seguradoras a resolver desafios mais complexos, entrar em novos mercados e gerar outras receitas.” o relatório completo pode ser encontrado em  www.accenture.com/futureinsuranceworkforce
09/07/2018

Inflação pelo IPC-S reduz alta na primeira semana de julho, divulga FGV

 a inflação calculada pelo índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) apresentou variação de 1,01% na primeira semana de julho. o resultado é 0,18 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação, quando o índice mostrou variação de 1,19%. de acordo com a fundação getulio vargas (fgv), cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. a maior contribuição partiu do grupo alimentação (1,59% para 1,17%). nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -1,90% para -10,27%. também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos habitação (1,93% para 1,75%), transportes (1,25% para 0,98%), vestuário (0,20% para -0,26%) e saúde e cuidados pessoais (0,40% para 0,35%). nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens como tarifa de eletricidade residencial (8,83% para 7,74%), gasolina (4,12% para 2,41%), roupas (0,26% para -0,33%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,67% para -0,71%), respectivamente. já os grupos educação, leitura e recreação (0,28% para 0,76%), comunicação (0,32% para 0,42%) e despesas diversas (0,15% para 0,18%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: passagem aérea (7,20% para 19,90%), mensalidade para internet (0,67% para 0,99%) e serviço religioso e funerário (0,62% para 0,91%), respectivamente. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637255-inflacao-pelo-ipc-s-reduz-alta-na-primeira-semana-de-julho-divulga-fgv.html)
09/07/2018

Petrobras não altera preço da gasolina e do diesel nas refinarias

 a petrobras manteve o preço do diesel e da gasolina comercializada nas refinarias. assim, o preço da gasolina a fica inalterado em r$ 2,0249 e o do diesel, em r$ 2,0316. na sexta-feira, dia 6, a petroleira havia aumentado o preço da gasolina em 1,08%. o preço do diesel, por sua vez, segue inalterado desde o dia 1º de junho. a redução do preço do combustível foi uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve feita no fim de maio.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637248-petrobras-nao-altera-preco-da-gasolina-e-do-diesel-nas-refinarias.html)
09/07/2018

Mercado financeiro aumenta projeção para a inflação pela oitava vez

 a projeção para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) subiu de 4,03% para 4,17%, neste ano. a informação consta da pesquisa focus, publicação elaborada todas as semanas pelo bc, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. para as instituições financeiras, o ipca em 2019 será 4,10% (mesma estimativa há 3 semanas) e 4% em 2020 e em 2021. essas estimativas estão abaixo da meta que deve ser perseguida pelo bc. neste ano, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). para alcançar a meta de inflação, o bc usa como instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente 6,5% ao ano. para as instituições financeiras, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o final de 2018. para 2019, a expectativa é aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. quando o copom aumenta a selic, objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. a projeção para a expansão do produto interno bruto (pib) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - caiu de 1,55% para 1,53%, neste ano. para 2019, a estimativa segue em 2,50%. as instituições financeiras também projetam crescimento de 2,50% do pib em 2020 e 2021. a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em r$ 3,70 no final deste ano, e em de r$ 3,60, no fim de 2019. para 2020, a estimativa é r$ 3,63. no final de 2021, a previsão é r$ 3,70.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637242-mercado-financeiro-aumenta-projecao-para-a-inflacao-pela-oitava-vez.html)
09/07/2018

IGP-DI de junho fica em 1,48%, ante alta de 1,64% em maio

 o índice geral de preços - disponibilidade interna (igp-di) registrou elevação de 1,48% em junho, ante um aumento de 1,64% em maio, divulgou nesta segunda-feira (9) a fundação getúlio vargas (fgv). com o resultado, o igp-di acumulou uma elevação de 5,45% no ano, além de avanço de 7,79% em 12 meses. a fgv informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o igp-di. o ipa-di, que representa o atacado, teve alta de 1,67% em junho, após a elevação de 2,35% registrada em maio. o ipc-di, que apura a evolução de preços no varejo, teve um aumento de 1,19% em junho, ante um crescimento de 0,41% em maio. já o incc-di, que mensura o impacto de preços na construção, apresentou alta de 0,97% em junho, depois do aumento de 0,23% em maio. segundo a fgv, o núcleo do ipc-di de junho subiu 0,46%, após um aumento de 0,19% em maio. o núcleo do ipc-di é usado para mensurar tendências e calculado a partir da exclusão das principais quedas e das mais expressivas altas de preços no varejo. ainda de acordo com a fgv, o núcleo acumulou uma elevação de 1,96% no ano e avanço de 3,34% em 12 meses. o período de coleta de preços para o índice de junho foi do dia 1º ao dia 30 do mês.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637240-igp-di-de-junho-fica-em-1-48--ante-alta-de-1-64-em-maio.html)

Como obter redução no saldo devedor do imóvel, devo pagar as últimas parcelas?


05/11/2018
Quero quitar uma parte do financiamento do imóvel. Qual seria a melhor opção para obter uma redução maior no saldo devedor? Ouvi dizer que optar pelo pagamento das últimas parcelas é melhor por que elimina um percentual de juros maior. Rodrigo Araújo

Olá Rodrigo. O financiamento habitacional, por ser de longo prazo, acaba absorvendo um volume de juros muito grande, por isso que nos primeiros anos a amortização não é grande vantagem, justamente porque o valor amortizado de juros é muito pouco. Se tem uma reserva e pretende usá-la para reduzir a dívida, a melhor alternativa é reduzir a quantidade de parcelas. Apresente o valor que deseja amortizar, e opte por reduzir o saldo devedor encurtando o prazo do financiamento. Isso vai reduzir bastante a quantidade de parcelas, justamente porque a amortização é feita retroagindo as parcelas a partir da última, por isso se torna mais interessante do que pedir para reduzir o valor da parcela.

Sou autônomo e por isso quero traçar um plano para minha aposentadoria. O que você recomenda, Edísio? Eduardo Oliveira

Olá Eduardo. A melhor forma de criar um bom plano de aposentadoria é analisar o quanto é possível reservar por mês para este projeto. Feito isso, busque produtos financeiros que estejam compatíveis com o valor que terá disponível. Pode ser a tradicional Previdência Privada ou um Fundo de Investimento de Longo Prazo, desde que o retorno oferecido seja compatível com o mercado. Uma outra recomendação é que tenha um cadastro como contribuinte da Previdência Oficial, não para fins de renda, seus investimentos renderão mais, mas para que faça parte do sistema que oferece outros benefícios, como auxilio doença, por exemplo.

Quero investir R$ 200 todo mês. Onde é melhor aplicar este dinheiro? Isabela Catarina

Olá Isabela. Existem vários produtos de investimento no mercado, e quanto maior for o prazo e o volume de recurso, mais elevado será o retorno oferecido. Começando a construir seu patrimônio com aportes mensais de R$ 200,00, é possível aplicar no Tesouro Direto, numa Previdência Privada ou em Fundos de Investimento. Observe com cuidado porque cada produto possui suas especificidades em relação a taxas de administração e retorno oferecido. É importante pesquisar em diversas instituições para encontrar o melhor produto e com uma condição justa. É natural encontrar produtos com uma rentabilidade baixa, isso acontece por causa do valor, mas não é para se desesperar. À medida em que for aumentando seu patrimônio, você vai migrando para produtos mais rentáveis.

Negociei uma dívida com o cartão de crédito, mas ainda assim os juros estão muito altos. Como posso solicitar uma revisão e redução destes juros? Anonimo

Olá Anônimo. Os juros do rotativo do cartão de crédito, são os maiores do mercado, ultrapassando a marca dos 500% ao ano, transformando qualquer pequena dívida em valores impagáveis. Os juros da negociação são um pouco menores, mas ainda assim, muito elevados, tornando a condição de quitação cada vez mais difícil. Após a efetivação do acordo o que resta é o pagamento das parcelas definidas no termo. Contudo, há a possibilidade de pedir uma revisão do cálculo, mas terá que fazer isso por meios judiciais. O momento de tentar uma redução dos juros de forma administrativa foi no período da negociação, após isso, terá que usar a Justiça para tentar fazer valer o seu pleito.

Fonte: Jornal Correio

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