04/06/2018

IPC-S sobe 0,41% em maio após alta de 0,34% em abril, revela FGV

 o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,41% em maio, acelerando da taxa de 0,34% apurada em abril, revelou nesta segunda-feira (4) a fundação getulio vargas (fgv). assim, o indicador acumula alta de 1,79% no ano e de 2,87% em 12 meses, depois de 2,98% no período finalizado em abril. na comparação com a terceira quadrissemana de maio também houve avanço, já que a variação na terceira quadrissemana do mês foi de 0,33%. no período, que sentiu os efeitos da greve dos caminhoneiros, iniciada no dia 21, cinco das oito classes de despesas avançaram: transportes (0,16% para 0,48%), alimentação (0,09% para 0,24%), habitação (0,62% para 0,73%), vestuário (0,07% para 0,41%) e despesas diversas (0,05% para 0,06%). já os segmentos que registraram desaceleração entre a terceira quadrissemana e a quarta medição de maio foram educação, leitura e recreação (-0,01% para -0,37%), saúde e cuidados pessoais (0,85% para 0,70%) e comunicação (0,29% para 0,20%). jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630884-ipc-s-sobe-0-41-em-maio-apos-alta-de-0-34-em-abril-revela-fgv.html)
01/06/2018

500 reais por mês em dez anos viram quase 100 mil na previdência

 você é do tipo que economiza? que consegue guardar parte do seu salário todo mês e pensa no futuro? que bom para você, porque a maioria dos brasileiros não poupa nada. segundo dados do spc brasil e da cdnl, 84% não pouparam nenhum dinheiro em fevereiro, sendo este o menor percentual visto em 15 meses. a título de ilustração, vale dizer que, em fevereiro do ano passado, esse índice era de 86%. ou seja: o brasileiro guarda cada vez menos dinheiro. pensando nisso, a ciclic, primeira fintech de previdência complementar 100% digital, elaborou uma lista de coisas que você poderia fazer hoje se tivesse investido r$ 500 reais ao mês em um plano de previdência desde 2008, ou seja, mantido a regra de poupar o valor mensalmente por 10 anos. considerando os rendimentos, hoje você teria aproximadamente r$ 100 mil, um montante que seria suficiente para: comprar 15 iphone x 256gb; dar entrada na sonhada casa própria; abrir um novo negócio; casar e fazer uma bela festa de casamento; investir em um mba em uma boa faculdade; comprar os 10 kits de lego mais caros do mundo; adquirir 2 carros populares 0km; pagar a faculdade do seu filho. agora, se ao contrário da maioria dos brasileiros, você pensa no futuro e prefere poupar, uma opção seria investir novamente na previdência esse montante acumulado. sem a necessidade de aportes mensais, em mais dez anos a quantia iria quase dobrar. ou seja, você poderia escolher entre torrar quase r$ 100 mil do jeito que quisesse ou, daqui a dez anos, comprar o dobro de qualquer um dos itens listados acima. fonte: ciclic
01/06/2018

Startup brasileira ganha apoio da UNICEF e promete revolucionar setor de seguros com blockchain

 muito provavelmente você já deve ter ouvido falar do termo fintech, que vem do inglês finance and technology e é amplamente utilizado para nomear empresas e startups que buscam unir o setor financeiro e as novas tecnologias em busca de modernização de funções, desenvolvimento de novos produtos, entre outros. no entanto, se o termo é bastante disseminado, um outro termo “primo” ainda é bastante desconhecido. as insurtechs (que vem da união das palavras seguros e tecnologia) estão surgindo com força no mercado e modernizando antigas aplicações, inserindo-as na economia digital. um belo exemplo desta nova aplicação é a 88 insurtech, que marcou presença durante as apresentações do blockspot latam, em são paulo. a startup, comandada por rodrigo ventura, busca trazer as inovações e as qualidades da tecnologia blockchain para o setor de seguros. a proposta da 88 insurtech é desenhar e distribuir produtos e serviços das seguradoras, permitindo que corretores usem a plataforma para capilarizar as vendas no território nacional, diminuindo assim as taxas e promovendo uma melhor concorrência, tornando mais simples, fácil e rápido o consumo de seguros no brasil. o caminho da 88 insrtech em busca de mudar o mercado ganhou o respaldo importante de uma das organizações que mais tem apoiado e incentivado o uso de criptomoedas e blockchain, a onu, que por meio de sua subsidiária, a unicef, selecionou a 88 como uma das startups com capacidade de realizar impacto social em uma escala global. uma grande conquista para a insurtech que acredita que por meio de uma solução em blockchain irá diminuir as dificuldades atuais na compra e gestão do ciclo de vida da apólice de seguros. por meio da validação de identidade, scoring e rating, distribuição de produtos de seguros, marketplace de serviços de seguros e o registro de apólices com a transparência permitida pelo blockchain, a 88 também pretende revolucionar o tradicional setor de seguros, usando smart contracts baseados na rede ethereum, stellar (para micropagamentos) e corda (onde já são parceiros do r3). ventura possui grande conhecimento no setor, tendo atuado em grandes empresas como itaú, hsbc, sistran, bradesco, zurich, cardif, porto seguros e kpmg, e decidiu tornar realidade o projeto que desenvolveu durante o startup weekend blockchain techstars, patrocinado pelo google e pela foxbit. “nos inspiramos na progressive com iot telematics, na lemonade com robotics e inteligência artificial, na insurepal, policypal e aigang com blockchain”, explica. durante a apresentação que fez na blockspot conference latam, ventura salientou não apenas os atributos de seu produto, mas os desafios do mercado no brasil que sofre com regulação e uma certa centralização do mercado, que ele pretende resolver com a descentralização da cadeia de blocos. fonte: portal criptomoedas por cassio gusson
01/06/2018

Evento discute a transformação digital do seguro por meio das insurtechs

 reunidos pela apts e ens, especialistas analisaram as mudanças na operação de seguro e na relação com os clientes a partir de soluções inovadoras oferecidas por startups. em uma manhã atípica na cidade de são paulo, com os reflexos da greve dos caminhoneiros, a apts e a escola nacional de seguros reuniram mais de cem pessoas para discutir o tema insurtechs. o evento realizado no dia 28 de maio, no auditório da ens, apresentou um panorama das insurtechs no país, discutiu as mudanças na operação de seguros e na relação com clientes e expôs cases de startups que criaram soluções inéditas para o setor com o uso de tecnologias sofisticadas. “a evolução tecnológica é muito rápida e, às vezes, difícil de acompanhar. o tema desse evento é atual e muito oportuno, inclusive, para atualizar nossos alunos em relação a essas mudanças”, disse a diretora de ensino técnico da ens, maria helena monteiro, já o presidente da apts, osmar bertacini, comemorou a parceria com a ens. “ambas as entidades têm em comum o objetivo de disseminar o conhecimento de seguro”, disse. aceleração e sustentabilidade de acordo com o representante da câmara brasileira de comércio eletrônico (câmara-e.net), caetano altieri, existem, atualmente, mais de 1,5 mil insurtechs em todo o mundo, que já movimentaram us$ 19 bilhões, a maioria (32%) concentrada no e-commerce e plataformas sob demanda. no brasil, as insurtechs são mais recentes, mas já somam 78 startups em operação, segundo mapeamento da câmara-e.net. deste grupo, 40% atuam no segmento de produtos, 28% em data e analytics e 12% na jornada do usuário. de acordo com altieri, a câmara-e.net agora integra o grupo de trabalho da susep na área de insurtechs e pretende oferecer subsídios para a regulamentação do segmento. “vamos construir uma proposta de valor para apoiar as insurtechs”, disse. o jornalista antonio carlos teixeira, assessor executivo estratégico de comunicação para negócios de insurtech e editor do blog terra gaia, abordou o tema sob o aspecto da sustentabilidade. ele comentou o crescimento do uso de tecnologias e inovações no seguro, considerando a predileção das novas gerações pela cultura mobile. “o resultado é a integração do negócio do seguro ao modo de viver, de pensar e de agir do novo consumidor cliente-segurado, que já nasceu conectado”, disse. em sua opinião, o setor deve se preocupar em suprir as novas necessidades de segurados (atuais e futuros); entender o pensamento e cultura das novas gerações, identificando novos riscos e coberturas. maurício martinez, da oxigênio aceleradora, empresa do grupo porto seguro, explicou que o perfil de startup é o de empresa jovem que trabalha com modelo repetitivo e de alta escala. “três jovens com uma ideia genial se juntam, criam um aplicativo e começam a vender pela internet. mas, o que eles podem fazer para aumentar os negócios? procurar uma aceleradora”, disse. na oxigênio, por exemplo, depois de um concorrido processo de s e l e ç ã o, as startups escolhidas passam por uma espécie de anamnese para identificar seus problemas e, durante três meses, recebem orientação de uma rede de mentores, além de treinamento e capacitação. a empresa investe cerca de r$ 200 mil, em média, em cada startup e estabelece, posteriormente, um percentual de participação nos negócios. dentre as empresas aceleradas, ele citou b.time, que desenvolveu um aplicativo para a gestão de campo, que permite monitorar todas as etapas do serviço (local, horário, assinatura do cliente no comprovante etc.). outro exemplo é da psicologiaviva, uma rede com 2,5 mil psicólogas que oferece atendimento por telefone e vídeo. “um sinistro sério pode abalar o cliente e, às vezes, uma conversa com uma psicológica já ajuda”, disse. segundo ele, um dos objetivos da porto seguro com a sua aceleradora é aumentar as chances da empresa de capturar as oportunidades. “porque acreditamos que aí está a inovação”, afirmou. cases de insurtechs a preferência da população brasileira pelos dispositivos móveis – atualmente, existem 306 milhões em uso, dos quais 220 milhões smartphones – levou a insurtech planetun a desenvolver soluções disruptivas para o setor de seguros com base na mobilidade. de acordo com o sócio fundador, henrique mazieiro, a empresa criou aplicativo para seguradoras, em que o próprio segurado pode realizar a vistoria prévia do seu automóvel, enviando as imagens pelo smartphone. com base na mesma tecnologia, a empresa também desenvolveu aplicativos para oficinas mecânicas e para inspeção residencial. “queremos transformar a experiência do usuário”, disse. a ideia é simples: seguro por assinatura, nos moldes de outros serviços disruptivos, como a netflix e spotify. mas, executada com tecnologias sofisticadas, como machine learning e big data. a kakau seguros, insurtech 100% digital, estreou no mercado no ano passado com o seguro residencial por assinatura, em que o segurado pode pausar a qualquer momento a sua apólice. por meio da plataforma digital, o segurado pode adquirir o seguro ou comunicar o sinistro, com a ajuda da assistente virtual anna, um robô que utiliza inteligência artificial e está programado para aprender a cada nova operação realizada. “ninguém fica na porta de uma seguradora, esperando por um novo produto, como fazem os usuários da apple. mas esse é o cenário de evolução tecnológica que queremos trazer para o seguro”, disse henrique volpi, ceo da kakau. experiente profissional da área de seguros de vida e previdência, keyton pedreira conta que criou a insurtech segurize, juntamente com outros sócios, para estimular a distribuição de seguros. seu foco foi o microsseguro, produto de baixo tíquete, que acabou inviabilizado pelos custos dos canais de distribuição. a partir de modelos de negócios disruptivos, como uber e airbnb, ele teve a ideia de trazer esse conceito para o seguro. para tanto, constituiu a segurize como corretora de seguros e criou o que classifica de quinto canal: os insurance influencers. segundo keyton, por meio do uso de aplicativo, as pessoas que indicarem seguro para outras, serão remuneradas caso o negócio seja concretizado. “o modelo é o da indicação, mas o negócio é fechado pela segurize corretora”, explicou. novos eventos após o painel de debates, o presidente bertacini e o diretor evaldir agradeceram o trabalho do diretor luiz macoto sakamoto e da jornalista márcia alves na execução do evento, além da parceria da ens. “vimos hoje que um evento apenas não encerra a discussão sobre as tecnologias disruptivas. por isso, a apts e a ens realizarão uma série de eventos mensais e gratuitos para disseminar o conhecimento sobre o assunto para todos os profissionais do mercado. o próximo será realizado no dia 27 de junho, aqui neste auditório, e discutirá a internet das coisas”, comunicou evaldir. fonte: segs por marcia alves
01/06/2018

PARALISAÇÃO DOS CAMINHONEIROS IMPACTO ECONÔMICO

 a viva lácteos (associação brasileira de laticínios) destaca que a indústria já retoma suas atividades. o setor prevê um período de um mês para voltar à sua normalidade. agora, a preocupação das indústrias do setor de laticínios é coletar o leite nas propriedades rurais e garantir o fluxo de abastecimento aos consumidores. a cadeia buscará, na sequência, formas para mitigar os prejuízos como, por exemplo, por meio de linhas de crédito para custeio, investimento e apoio à comercialização. os prejuízos computados após 9 dias de paralisação de toda a cadeia produtiva do leite giram em torno de r$ 1 bilhão e o volume de leite descartado ultrapassou os 300 milhões de litros. vale ressaltar que o prejuízo para o produtor rural é ainda maior, uma vez que a indisponibilidade de ração tem impacto direto na produção de leite e na reprodução do rebanho. fonte: portal nacional de seguros por bethiara lima
01/06/2018

Reestruturação tributária e o preço dos combustíveis (por Dão Real Pereira dos Santos)

 onde vamos parar? será que o brasil saiu do controle? os caminhoneiros acusam o que já era evidente há muito tempo. a submissão dos preços dos combustíveis às flutuações internacionais pode até ser um bom negócio para os investidores estrangeiros e para os acionistas da petrobras, mas, com certeza, é péssimo negócio para a economia nacional. os combustíveis não são qualquer mercadoria, são o motor que faz funcionar praticamente tudo no brasil. abrir mão do refino do petróleo bruto para exportá-lo, e importar combustíveis, é abdicar de uma parte importante da soberania nacional, além de uma clara medida de desindustrialização do país, numa área absolutamente estratégica para o desenvolvimento. no entanto, tanto os atores envolvidos nesta mobilização quanto a mídia brasileira só têm olhos os tributos. evidente que a carga tributária que incide sobre o consumo, afetando, inclusive os preços dos combustíveis, é muito alta. ainda que o estopim desta crise tenha sido a nova política de preços adotada pela petrobras, as soluções aventadas restringem-se à redução dos tributos. o governo prometeu eliminar o pis e a cofins dos preços do diesel. são mais de r$ 10 bilhões de desoneração, ou seja, teremos menos r$ 10 bilhões para a seguridade social, pois estes são tributos vinculados à saúde pública, à assistência social e a previdência. iludem-se os que acham que o governo perdeu. quem perdeu foram os brasileiros, inclusive os caminhoneiros, ao trocar proteção social por combustíveis. já estão falando em reduzir também o icms e aí o que já está faltando, vai faltar muito mais, como a educação e a segurança, por exemplo. a simples redução dos tributos não resolve e talvez até agrave o problema, pois o que parece um ganho para alguns significará uma enorme perda para todos, com a redução do estado, justamente naquilo em que o estado é mais essencial, saúde, educação, assistência, previdência e segurança. não é demais alertar, antes que se diga que a carga tributária já é muito elevada, que tudo o que arrecadamos, com uma carga de 33% do pib, são 2,8 mil dólares por ano por cidadão. este valor corresponde a quase um quinto do que arrecada o reino unido, com carga semelhante a do brasil, e um quarto do que arrecada o japão, que tem carga tributária inferior. portanto, o que temos não é estado de mais. ainda estamos longe das condições ideais de bem-estar, já alcançadas por aqueles países. esta crise, no entanto, é uma boa oportunidade para promover uma profunda reestruturação da tributação brasileira. se, por um lado, o problema central da crise, muito bem esclarecido pelos petroleiros, está na política privada de preços de uma empresa que deveria ser pública, por outro, é evidente a necessidade de deslocar parte relevante da nossa carga tributária, do consumo para a renda e patrimônio, o que por si só, já promoveria uma substancial redução dos preços. enquanto arrecadamos mais de 50% de nossos tributos dos preços dos produtos, a renda e o patrimônio respondem por menos de 25% do total, o que transforma nosso sistema tributário num instrumento de aprofundamento das desigualdades. nos eua, por exemplo, a tributação sobre o consumo participa com apenas 16% da carga tributária total, enquanto a tributação sobre a renda e sobre o patrimônio responde por mais de 60%. o deslocamento da carga tributária do consumo para a renda e patrimônio significa onerar mais os mais ricos e menos os mais pobres, respeitando o princípio constitucional da capacidade contributiva. uma reestruturação do sistema tributário no sentido da progressividade já seria suficiente para desonerar os preços dos produtos, especialmente dos combustíveis, energia elétrica e alimentos. na tributação da renda das pessoas físicas, que no brasil representa apenas 2,4% do pib, enquanto nos países da ocde representa mais de 8,5%, é possível aumentar de duas a três vezes o valor atualmente arrecadado, simplesmente revogando a isenção concedida, em 1996, aos rendimentos de lucros e dividendos. basta tratar todas as rendas com isonomia, como já se faz em praticamente todos os países do mundo, para conseguir ampliar a arrecadação em mais r$ 180 bilhões, o que é suficiente para promover uma ampla redução dos tributos incidentes sobre o consumo. sem uma reforma tributária solidária não há saída, nem para os caminhoneiros. fonte: sul21 por dão real pereira dos santos - diretor institucional do instituto justiça fiscal.
01/06/2018

Alinhados ao setor privado, bancos públicos abandonam concorrência e investimentos

 os bancários de são paulo discutiram nesta quarta-feira (30) o papel dos bancos públicos e as mudanças que o governo temer vem promovendo, com o alinhamento das suas políticas de crédito, tarifas e atendimento aos dos bancos privados. as consequências são sentidas tanto pelos trabalhadores e clientes, como pela sociedade como um todo, que perdem ferramenta essencial no estímulo do desenvolvimento econômico. o tema foi tratado em seminário realizado pela faculdade 28 de agosto e pelo sindicato dos bancários de são paulo, osasco e região, e contou com a participação da representante dos empregados da caixa no conselho de administração da instituição, rita serrano, do conselheiro de administração representante dos funcionários (caref) do banco do brasil, fabiano felix – em vídeo –, e da economista do instituto brasileiro de defesa do consumidor (idec) ione amorim. a economista do idec apresentou estudo que mostra que as tarifas cobradas pelos bancos públicos (caixa econômica, banco do brasil) subiram mais que a inflação, e esses aumentos foram superiores, inclusive, aos praticados pelos próprios bancos privados, o que mostra, segundo ela, um “desvio” do papel do setor público que deveria estimular a concorrência, “puxando para baixo os preços”, e não o contrário. o pacote convencional de serviços oferecidos pela caixa, por exemplo, entre novembro de 2016 e outubro de 2017, saltou de r$ 25,10 para r$ 44,90, reajuste de 78,9%. já o pacote itaú uniclass 3.0, que custava r$ 28,00, teve reajuste de 10,7%, passando para r$ 31,00, ficando assim mais atraente aos olhos do consumidor na comparação com o concorrente público. “esses números mostram como houve um desvio do papel dos bancos públicos”, destaca ione. ela também ressaltou que os bancos públicos também se tornaram mais “inflexíveis” na hora de renegociar as dívidas com os clientes. segundo ela, as políticas de renegociação agora se resumem apenas ao “alongamento” dos prazos para pagamento das dívidas, como forma de “fidelizar o cliente”, com parcelas que não levam em conta os seus rendimentos. destruição de valor fabiano felix afirmou que o governo temer promove uma política de “destruição de valores” dos bancos públicos, com fechamento de agências e demissão de trabalhadores, que impactam na qualidade do atendimento, com o intuito de enfraquecer a imagem da instituição perante a opinião pública. segundo ele, somente no ano passado, o banco do brasil fechou 670 agências e estimulou a saída de 10 mil funcionários, através de planos de demissão voluntária. com isso, aumenta a sobrecarga dos trabalhadores remanescentes, comprometendo os atendimentos oferecidos. ele diz que esse movimento é acobertado por uma “mudança conceitual” no atendimento aos clientes, que privilegia os meios eletrônicos. “deixar o cliente exposto na fila por várias horas para atendimento simples passa ideia de desrespeito”, exemplificou felix. “isso compromete a imagem e tira valor de uma marca que é extremamente respeitada pela população brasileira”. desinvestimento rita serrano, que também é coordenadora do comitê nacional em defesa das empresas públicas, destacou que, dos 56 mil postos de trabalho que foram extintos no setor bancário, desde 2012, caixa e bb responderam por mais da metade, ou cerca de 30 mil. mais recentemente, junto com a redução de funcionários, vieram também os cortes em investimentos. “os bancos públicos não estão na lista de privatizações, mas estão sendo desmontados e sucateados da mesma forma.” o programa minha casa minha vida, por exemplo, que é gerido pela caixa, chegou a contar com orçamento de cerca de r$ 20 bilhões em 2015. dois anos depois, foi “enxugado” para r$ 7,7 bi. rita lembra que, além de menos casas, a redução dos investimentos do programa representa também menos emprego na construção civil. ela afirmou também que o conselho de administração resolveu devolver ao governo cerca de r$ 3 bilhões que deveriam ser destinados à agricultura familiar, por acreditarem não ser “rentável” efetuar os empréstimos a baixas taxas. segundo ela, do montante destinado ao crédito subsidiado, o banco emprestou apenas 10% do total. já o bndes, “o maior investidor industrial” do país, segundo rita, foi descapitalizado em r$ 100 bilhões pelo governo temer, que destinou esse montante aos bancos privados, através do pagamento da dívida pública. além disso, equiparou as taxas de juros cobradas pelo banco ao extinguir a taxa de juros de longo prazo (tjlp). fonte: por tiago pereira – rede brasil atual
01/06/2018

Rodobens lança plataforma digital para aumentar 25% venda de seguros

 a rodobens criou um novo canal para aumentar em 25% a venda de seguros e ampliar sua base de corretores de seguros parceiros em todo o brasil. por meio de sua corretora de seguros, a companhia lançou o parceiros digitais, uma plataforma que funciona como um escritório virtual para seus corretores. a ideia é que, além de apólices de diversos segmentos, corretores possam oferecer outros serviços financeiros do grupo, como consórcio, linhas de crédito e leasing. dobrar. a corretora de seguros, que atualmente conta com 400 parceiros, pretende dobrar essa base para 800 até o final deste ano e para 1,6 mil em 2019. com isso, o prêmio emitido que hoje gera cerca de r$ 320 milhões ao ano deve passar para r$ 400 milhões anuais em 2019. fonte: estadão
01/06/2018

CNseg realiza pesquisa para atualizar os temas que constarão no próximo Relatório de Sustentabilidade

 objetivo é avaliar a percepção sobre o desempenho do setor em temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros. a cnseg está produzindo uma pesquisa junto a públicos de interesse do setor de seguros para a revisão de sua matriz de materialidade, que são os temas prioritários que constarão no próximo relatório de sustentabilidade da confederação. o resultado da pesquisa ajudará a traçar um diagnóstico da percepção de reguladores, clientes e fornecedores, entre outros públicos de interesse, sobre o desempenho do setor em relação a temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi), que tem a cnseg como uma de suas signatárias. a partir desse diagnóstico, serão formulados os indicadores a serem coletados junto às associadas da cnseg, que serão posteriormente consolidados e divulgados na forma do relatório de sustentabilidade do setor de seguros referente a 2017. fonte: cnseg

Como obter redução no saldo devedor do imóvel, devo pagar as últimas parcelas?


05/11/2018
Quero quitar uma parte do financiamento do imóvel. Qual seria a melhor opção para obter uma redução maior no saldo devedor? Ouvi dizer que optar pelo pagamento das últimas parcelas é melhor por que elimina um percentual de juros maior. Rodrigo Araújo

Olá Rodrigo. O financiamento habitacional, por ser de longo prazo, acaba absorvendo um volume de juros muito grande, por isso que nos primeiros anos a amortização não é grande vantagem, justamente porque o valor amortizado de juros é muito pouco. Se tem uma reserva e pretende usá-la para reduzir a dívida, a melhor alternativa é reduzir a quantidade de parcelas. Apresente o valor que deseja amortizar, e opte por reduzir o saldo devedor encurtando o prazo do financiamento. Isso vai reduzir bastante a quantidade de parcelas, justamente porque a amortização é feita retroagindo as parcelas a partir da última, por isso se torna mais interessante do que pedir para reduzir o valor da parcela.

Sou autônomo e por isso quero traçar um plano para minha aposentadoria. O que você recomenda, Edísio? Eduardo Oliveira

Olá Eduardo. A melhor forma de criar um bom plano de aposentadoria é analisar o quanto é possível reservar por mês para este projeto. Feito isso, busque produtos financeiros que estejam compatíveis com o valor que terá disponível. Pode ser a tradicional Previdência Privada ou um Fundo de Investimento de Longo Prazo, desde que o retorno oferecido seja compatível com o mercado. Uma outra recomendação é que tenha um cadastro como contribuinte da Previdência Oficial, não para fins de renda, seus investimentos renderão mais, mas para que faça parte do sistema que oferece outros benefícios, como auxilio doença, por exemplo.

Quero investir R$ 200 todo mês. Onde é melhor aplicar este dinheiro? Isabela Catarina

Olá Isabela. Existem vários produtos de investimento no mercado, e quanto maior for o prazo e o volume de recurso, mais elevado será o retorno oferecido. Começando a construir seu patrimônio com aportes mensais de R$ 200,00, é possível aplicar no Tesouro Direto, numa Previdência Privada ou em Fundos de Investimento. Observe com cuidado porque cada produto possui suas especificidades em relação a taxas de administração e retorno oferecido. É importante pesquisar em diversas instituições para encontrar o melhor produto e com uma condição justa. É natural encontrar produtos com uma rentabilidade baixa, isso acontece por causa do valor, mas não é para se desesperar. À medida em que for aumentando seu patrimônio, você vai migrando para produtos mais rentáveis.

Negociei uma dívida com o cartão de crédito, mas ainda assim os juros estão muito altos. Como posso solicitar uma revisão e redução destes juros? Anonimo

Olá Anônimo. Os juros do rotativo do cartão de crédito, são os maiores do mercado, ultrapassando a marca dos 500% ao ano, transformando qualquer pequena dívida em valores impagáveis. Os juros da negociação são um pouco menores, mas ainda assim, muito elevados, tornando a condição de quitação cada vez mais difícil. Após a efetivação do acordo o que resta é o pagamento das parcelas definidas no termo. Contudo, há a possibilidade de pedir uma revisão do cálculo, mas terá que fazer isso por meios judiciais. O momento de tentar uma redução dos juros de forma administrativa foi no período da negociação, após isso, terá que usar a Justiça para tentar fazer valer o seu pleito.

Fonte: Jornal Correio

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989