18/07/2018

Seguradoras avançam no futebol brasileiro

  pelo menos três empresas expandem área de atuação no meio esportivo, com apólices voltadas para clubes e atletas. rio - a relação entre o futebol e o setor está cada vez mais próxima no país. a jlt, corretora de seguros e resseguros, negocia uma apólice específica com quatro clubes brasileiros. se firmado, o acordo irá obrigar a seguradora a bancar o salário de jogadores lesionados, preservando o clube de prejuízos milionários, que costumam ocorrer quando um atleta de ponta fica fora dos gramados enquanto se recupera. a informação foi revelada com exclusividade pela coluna. há pelo menos outras duas empresas em atuação no universo esportivo. a subsidiária da prudential, por exemplo, administra um contrato firmado com a cbf. a iniciativa garante direito a coberturas para cerca de 12 mil atletas com contratos ativos vinculados à entidade máxima do futebol no país. a apólice garante aos beneficiários cobertura por morte ou invalidez. a seguradora também mantém seguros individuais com atletas brasileiros de outras modalidades. em cada três profissionais de alta performance segurados pela prudential, dois são jogadores de futebol. o número é significativo, já que a empresa possui 366 atletas na sua carteira de clientes. atletas no brasil e no exterior entre eles, 47 atletas atuam em clubes do exterior e 82 estão em equipes da série a do campeonato brasileiro. mas não há só clientes na elite do futebol. cerca de 70 dos clientes da prudential atuam nas séries b, c e d do brasileirão. e outros 33 profissionais da bola estão desempregados, segundo levantamento feito pela própria empresa a pedido da coluna. carlos guerra, vice-presidente de vida em grupo da prudential do brasil, reforça a importância desse tipo de seguro para jogadores de futebol. "os atletas se arriscam e trabalham os limites do corpo com o objetivo de vencer e desafiar recordes, além de terem uma carreira geralmente mais curta", argumenta. assistência 24 horas no ano passado, a sompo seguros s.a., que integra o grupo sompo holdings, lançou um seguro de vida desenvolvido para atender especificamente as necessidades dos jogadores de futebol em atuação no país. o produto oferece cobertura por invalidez total por acidente, desenvolvida para atletas profissionais. o seguro também conta com serviços de assistência 24 horas. "o seguro atende a uma janela de oportunidade existente no mercado futebolístico", garante edglei monteiro, diretor de seguro de vida da empresa. o seguro pode ser contratado por clubes de futebol ou investidores. fonte: o dia por herculano barreto filho
18/07/2018

Decisões do STJ sinalizam a forma de cálculo dos benefícios de previdência privada

 sob a ótica adotada pela jurisprudência, a previdência privada se caracteriza como matéria estritamente privada e contratual a jurisprudência do stj vem sinalizando o entendimento de que o disposto no regulamento do plano de benefícios previdenciários deve determinar quais verbas devem ou não compor o cálculo do benefício previdenciário. caso o regulamento não seja expresso o suficiente para definir o salário de contribuição, pode ser considerada alteração no regulamento para reduzir a margem de dúvidas, o que deve ser analisado caso a caso. o parágrafo 2º do artigo 202 da constituição federal de 1988 e o artigo 68 da lei complementar n° 109/2001 estipulam que as “contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes”. a partir de uma interpretação dos dispositivos supracitados, a jurisprudência do stj entende que a relação contratual mantida entre a entidade de previdência privada do plano de benefícios e o participante empregado não se confunde com a relação laboral mantida entre o participante empregado e a patrocinadora do plano de previdência. partindo dessa premissa, consolidou-se o entendimento de que previdência complementar não integra o contrato de trabalho. apesar disso, em casos específicos, conceitos do direito do trabalho ou previdenciário podem influenciar na apuração de valores relativos à previdência complementar, mais especificamente na definição do que se entende por salário de participação. de acordo inclusive com as normas da previc (órgão regulador e fiscalizador das entidades de previdência fechada), o salário de participação de um plano previdenciário é a base para o cálculo da contribuição a ser vertida para o plano de benefícios, e as parcelas incluídas no salário de participação são definidas no respectivo regulamento do plano de benefícios. a partir das contribuições efetuadas sobre o salário de participação, calcula-se o benefício previdenciário. em razão disso, nas hipóteses em que o salário de participação não está claramente definido no regulamento do plano de benefícios, pode-se pretender incluir parcelas adicionais nesse conceito, com base no entendimento de que integrariam a remuneração do segurado na época em que efetuava contribuições ao plano. em razão da divergência de entendimentos sobre o tema, o poder judiciário vem sendo demandado a se manifestar sobre essa questão. o posicionamento do stj com relação à natureza privada e contratual da previdência complementar pode ser visualizado em julgados recentes sobre o tema. recentemente, em 13.6.2018, foi proferido voto pelo ministro relator antônio carlos ferreira, no recurso especial n° 1.312.736/rs, submetido à sistemática dos recursos repetitivos, no sentido de reconhecer o direito ao reflexo das horas extras habituais julgadas na esfera trabalhista com relação à revisão de benefício previdenciário, a depender do disposto no regulamento do plano de benefícios. atualmente, há um voto proferido. em linhas gerais, foi reconhecido que, caso o regulamento do plano possua previsão expressa no sentido de não incluir as horas extras habituais na base de cálculo da complementação de aposentadoria, tal inclusão não seria possível. de forma geral, esse parece ser o entendimento que prevalece no âmbito do stj sobre o tema. em outras oportunidades, o stj se manifestou no sentido de que o conceito de salário-de-participação, para fins de cálculo do benefício previdenciário, deve seguir o disposto contratualmente no regulamento do plano de benefícios. em casos análogos, o stj, firmou diversos entendimentos que corroboram com a ideia da prevalência da natureza contratual quando se está diante de uma relação de previdência privada e desvincula o regime de previdência complementar do contrato de trabalho do empregador. como exemplo, podemos verificar o julgamento do recurso especial n° 1207071/rj, em sede de recurso repetitivo, no qual se pretendia definir se o auxílio cesta-alimentação deveria ser incorporado aos proventos de complementação de aposentadoria. apesar de esse valor ser concedido mediante convenção coletiva de trabalho, em razão da sua natureza indenizatória, definiu-se que não se incorpora aos proventos da complementação de aposentadoria pagos por entidade fechada de previdência privada. esse tipo de entendimento demonstra, visivelmente, uma separação entre a relação contratual no âmbito da previdência complementar e a relação laboral entre participante/empregado e patrocinador/empregador. por tal razão, estas manifestações jurisprudências do stj sinalizam uma tendência para a forma de se abordar a questão referente ao cálculo dos benefícios de previdência privada. sob a ótica adotada pela jurisprudência, a previdência privada se caracteriza como matéria estritamente privada e contratual, distinta da relação laboral, de modo que se deve privilegiar a manifestação de vontade das partes, disposta contratualmente, nos termos do código civil. fonte: jota
18/07/2018

Implementação da IFRS 17: Novos materiais de suporte sobre Contratos de Seguros já estão disponíveis

 a fundação ifrs, responsável pela gestão e supervisão do international accounting standards board (iasb), publicou nesta semana, um guia prático sobre a implementação da ifrs 17 - contrato de seguros. a fundação ifrs, responsável pela gestão e supervisão do international accounting standards board (iasb), publicou nesta semana, um guia prático sobre a implementação da ifrs 17 – contrato de seguros. o guia é uma ferramenta de referência útil da aplicação da norma a contratos de seguros e inclui insights das discussões do transition resource group para ifrs 17 (trg). a ifrs 17 passa a vigoram em 1 de janeiro de 2021, mas é permitida a aplicação antecipada. para mais informações, clique aqui. fonte: comunicação ibracon
18/07/2018

Ouro fecha em leve alta, monitorando movimentos do dólar e fala de Powell

 o ouro para entrega em agosto recuperou o fôlego e encerrou a sessão desta quarta-feira (18) com leve avanço, apesar da trajetória de queda seguida durante a manhã que o encaminhava para a quarta sessão consecutiva de perdas. o movimento de leve valorização dos preços do metal precioso vieram com o enfraquecimento do dólar em relação a outras divisas principais pouco antes do fechamento do ouro. investidores acompanharam o depoimento do presidente do federal reserve (fed, o banco central dos estados unidos), jerome powell, na câmara dos representantes dos estados unidos. apesar de ressaltar o gradualismo em relação às taxas de juros, o dirigente afirmou que o crescimento econômico do país segue robusto e que a inflação está próxima da meta de 2% estabelecida pela autoridade monetária americana. na comex, divisão de metais da bolsa mercantil de nova york (nymex), o contrato para agosto avançou 0,05%, para us$ 1.227,90 a onça-troy.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/639010-ouro-fecha-em-leve-alta-monitorando-movimentos-do-dolar-e-fala-de-powell.html)
16/07/2018

Segmento dos planos de previdência de associações deve dobrar em 2019

 a quanta, a maior entidade de fundos instituídos e focada inicialmente em profissionais de saúde e médicos, cresceu 12% nos últimos 12 meses e busca público potencial de 3 milhões de pessoas a possibilidade de inclusão de familiares em planos de previdência privada instituídos por associações e sindicatos deverá dobrar o número de participantes no segmento até o final do próximo ano. essa é a expectativa da associação brasileira das entidades fechadas de previdência complementar (abrapp). “o crescimento do setor envereda para os fundos instituídos. há líderes envolvidos de sindicatos e entidades de classe para a criação de diversos fundos instituídos para familiares”, apontou o presidente da abrapp, luis ricardo martins. dados do último informe estatístico trimestral da superintendência nacional de previdência complementar (previc), relativo a março de 2018, registrava que os planos de previdência de associações (instituídos) reuniam 157,28 mil participantes e patrimônio de r$ 8,176 bilhões. “além do associado, agora, pode-se incluir cônjuges, filhos e dependentes econômicos nos planos. estamos buscando, junto ao regulador, a permissão para parentes de terceiro grau [netos, por exemplo]”, explicou. martins esclareceu que apenas associações e sindicatos podem estruturar (criar) os fundos instituídos. “a gestão dos recursos é terceirizada para seguradoras. a grande maioria desses planos adicionam coberturas de risco de morte e invalidez”, diz. em outras palavras, os planos de previdência de associações são relativamente diferentes dos planos de previdência patrocinados por empresas privadas, estatais e governos (mais conhecidos como fundos de pensão), e dos planos de previdência aberta (pgbl e vgbl) comercializados por bancos, seguradoras e gestoras. para incentivar ainda mais esse segmento, a abrapp também solicita junto ao governo, em razão do debate em torno da reforma da previdência social (pública), benefícios para quem declara pelo modelo simplificado do imposto de renda (ir). “em qualquer lugar do mundo, a previdência privada precisa de incentivo fiscal para crescer”, argumentou martins, também representante da oabprev-sp. vantagens ao participante a presidente da quanta previdência unicred, denise maidanchen, lembrou que o fundo de previdência associativo possui benefícios fiscais iguais ao do plano gerador de benefícios livres (pgbl), ou seja com vantagens para quem faz a declaração do imposto de renda pessoa física pelo modelo completo. “meu concorrente é o pgbl, mas conseguimos entregar uma taxa de administração bem menor [em relação aos grandes bancos]”, disse. maidanchen citou que a taxa de administração no principal fundo da quanta previdência é de 0,5% ao ano, e vai até 0,6% ao ano em planos com parceiras com outras cooperativas e associações. “temos estudos para diminuir mais esses custos aos participantes”, diz. na média do mercado, as gestoras cobram taxa de 1% ao ano. “na quanta, o ticket médio é r$ 570 por mês”, disse. em número de contribuintes ativos, a quanta previdência unicred é a maior entidade de planos associativos, com 70 mil participantes em junho. “tivemos um crescimento líquido de 12% no número de adesões nos últimos 12 meses. nesse anos, estamos registrando uma média de 1,2 mil adesões por mês”, conta. focada originalmente no público de médicos e profissionais de saúde, a quanta trabalha no aumento das parcerias com outras cooperativas de crédito. “serão 60 cooperativas no total, de associações de engenheiros a profissionais da área de transportes, e devemos alcançar um público potencial de 3 milhões de pessoas em 2 anos”, aponta. denise maidanchen informou ao dci que patrimônio líquido da quanta alcançou o montante de r$ 2,8 bilhões ao final do primeiro semestre de 2018. os recursos em oito fundos são geridos pela icatu seguros, sulamérica seguros, mongeral aegon investimentos, quantitas asset management, soma e rio bravo. questionada sobre a rentabilidade dos fundos, denise relatou que a carteira de renda fixa rendeu 7,44% nos últimos 12 meses. para efeito de comparação, fundos de renda fixa acompanhados pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) renderam entre 6,15% (simples), passando por 7,26% (duração média e risco grau de investimento) a 9,55% (duração alta, risco soberano) em igual período. já o plano multimercado da quanta mostrou ganhos de 8,12% e o fundo com renda variável (ações) teve rentabilidade de 8,33% em igual período de 12 meses até junho. “o perfil é conservador e prefere a renda fixa (75%)”, conclui. fonte: dci
16/07/2018

Previdência: o empresário e a aposentadoria pelo INSS

 o sistema de contribuinte individual lhe garante esse direito. não é porque você não é mais funcionário clt, com carteira de trabalho assinada, que deve deixar de lado qualquer relação com a previdência social. descobri esses dias – um cunhado meu me contou – que mesmo sendo empresário, eu posso e devo continuar contribuindo com o instituto nacional de seguridade social (inss) para conseguir ganhar aposentadoria e outros benefícios sociais, além de proteger minha empresa de eventuais fiscalizações da receita federal. descobri isso enquanto conversava com minha família sobre o meu futuro e sobre a insegurança de que se acontecesse um acidente comigo, todos os meus dependentes teriam sua principal verba interrompida, o que impactaria diretamente em nosso padrão de vida. dizia que achava importante pagar uma previdência privada e até um seguro de vida, agora que tenho minha própria empresa e que não conto mais com um empregador resolvendo essa questão do inss para mim. este meu cunhado, que é advogado, quem diria, previdenciário, me falou que eu poderia fazer as duas coisas: investir em uma aposentadoria privada e em um seguro de vida, além de me tornar um contribuinte e segurado pela previdência pública. escreverei dois posts, então, sobre o tema. este primeiro aqui sobre aposentadoria com inss, sua obrigatoriedade e benefícios previstos. um segundo, que você lerá daqui a uma semana, mais ou menos, sobre a estratégia privada. espero que o que estou estudando ajude você em sua escolha! a obrigatoriedade da contribuição para o inss: desde 1999, com a publicação da lei 9.876, o inss passou a considerar empresários, trabalhadores autônomos ou trabalhadores equiparados a um trabalhador autônomo (como os profissionais liberais), como contribuintes individuais. eu mesmo tinha uma dúvida sobre se eu poderia escolher ou não me tornar um contribuinte, se isso era optativo. para minha surpresa, este meu cunhado, que é um bom advogado previdenciário, esclareceu que exercer qualquer tipo de atividade remunerada e não recolher impostos para a previdência social pode fazer com que, em uma fiscalização da receita federal, minha empresa tenha que pagar multas e recolher todos os valores que a receita determinar como adequados para a previdência social. apesar de ficar surpreso com a informação, mandei logo a pergunta que todos nós empresários faríamos: “então quem não é obrigado a pagar para receber a aposentadoria pelo inss?”. ele respondeu: “somente donas de casa, síndicos não remunerados, estudantes, estagiários, presidiários que não exercem atividades remuneradas e brasileiros que moram no exterior. todos eles poderiam contribuir de forma facultativa, mas os empresários e autônomos têm a obrigação de contribuir para evitar multas e fiscalizações”. depois dessa resposta, fui me informar sobre como entrar no regime previdenciário e regularizar minha situação. entrando no regime para entrar no regime da previdência social, o empresário deve se tornar um contribuinte individual. para isso, ele deve se inscrever nas agências da previdência social, pela central de atendimento através do telefone 135 ou efetuando o primeiro recolhimento em gps utilizando o número do pis/pasep. como aumentar o retorno que a contribuição pode me trazer? há um detalhe que pouca gente conhece e que descobri ao falar com meu contador. no caso dos contribuintes facultativos (aqueles casos que citei acima), não é permitido que realizem o pagamento de contribuições relativas a meses anteriores à data de inscrição na previdência. já para os contribuintes obrigatórios, o ideal seria fazer as contribuições anteriores, pois só isso assegura que a fiscalização não multe a empresa. outro ponto que meu contador alertou foi o seguinte: quando o empresário exerce atividade remunerada em sua própria empresa, ele recebe o chamado pró-labore, que funciona como uma espécie de salário dos sócios ou donos de empresas (sobre o qual já falei em outro post), o valor desse pró-labore deve ser incluso na folha de pagamento da empresa. isso fará com que a empresa pague um percentual de 20% para o governo sobre o valor total de sua folha de pagamento, exceções feitas às empresas optantes pelo simples nacional, micro empreendedores individuais (mei) ou plano simplificado que contribuem com taxas mensais e únificadas. legal levar em conta que no valor do pró-labore repassado para o sócio ou dono da empresa incide contribuição previdenciária (11%) da pessoa física. caso o empresário não tenha um pró-labore e só receba um valor sobre os dividendos, ele deverá contribuir mais, arcando com 20% de todos os seus ganhos em tributos para o inss. enquanto, ao incluir seu pró-labore na folha salarial da empresa, o máximo de seu imposto para o inss seria de r$ 513,01, já que o teto da previdência atual está determinado em r$ 4.663,75 (observe que este valor é corrigido anualmente). no meu caso, avaliei junto ao meu contador que incluir o meu pró-labore na folha de pagamento era o melhor meio para ter um maior retorno sobre o tempo de contribuição com relação ao momento em que eu pendurar as chuteiras. meu cunhado também me lembrou de mais uma questão: “o valor que você receberá na aposentadoria não é sobre todo tempo de contribuição. o cálculo que o inss faz leva em conta a média aritmética de todas as suas contribuições realizadas a partir de 1994, excluindo 20% dos valores menores e considerando depois o fator previdenciário”. achei uma reportagem bem interessante do agora que explica isso. vou compartilhar com vocês: “para definir o valor do benefício que será pago, a previdência pega todos os salários recebidos pelo trabalhador desde 1994, exclui os 20% menores e calcula a média. com valor e com a nova tabela do fator previdenciário (que reduz os benefícios de quem se aposenta mais cedo), é possível concluir se o segurado estará no topo dos pagamentos do inss. um trabalhador com 64 anos de idade e 44 de contribuição precisa de uma média salarial de r$ 3.209,78 para ganhar o teto.” só recebo a aposentadoria ou tenho direito a outros benefícios? essa foi a última pergunta que fiz tanto para o meu cunhado quanto para meu contador.  eles responderam que ao me tornar um segurado obrigatório, todos os benefícios a que os trabalhadores com carteira assinada têm direito são estendidos para mim, ou seja, eu teria direito a aposentadoria por invalidez, por tempo de contribuição, idade ou especial (caso a pessoa trabalhe com agentes químicos, físicos, biológicos e/ou nocivos à sua saúde); ou poderia solicitar auxílio-doença, auxílio-acidente ou até auxílio-reclusão, caso fosse preso; e minha família teria direito à pensão por morte. isso é apenas para exemplificar a história. no fim das contas, o melhor é falar com seu contador, para ele ver sua situação específica e te orientar de acordo com a sua realidade. eu falarei ainda mais com o meu! fonte wwwguiaempreendedor.com
16/07/2018

Presidente da SOMPO apresenta perspectivas para o futuro do mercado de seguros durante Brasesul 2018

 francisco caiuby vidigal filho aborda as perspectivas da companhia frente os recentes investimentos em tecnologia, desenvolvimento de produtos e capital humano. a sompo seguros, empresa do grupo sompo holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – marca presença durante o congresso sul brasileiro dos corretores de seguros (brasesul 2018), que acontece nos dias 19 e 20 de julho no centro de convenções de florianópolis (sc). na ocasião, o presidente da companhia, francisco caiuby vidigal filho participa do painel “o que esperamos do futuro – caminhos, alternativas e soluções” no dia 20/07, às 9h30, no qual analisa o panorama do mercado e aborda as estratégias da sompo seguros para alcançar as metas estabelecidas para o próximo ano frente aos recentes investimentos em novos recursos tecnológicos, desenvolvimento de produtos e capital humano. “como somos uma seguradora voltada às pessoas, nossos objetivos contemplam maximizar o resultado operacional, por meio do investimento em capital humano e tecnologia. dessa forma, buscamos viabilizar ferramentas que contribuam com o trabalho do corretor e propiciem melhor experiência para o segurado”, destaca o executivo. além disso, a equipe da sompo também estará com estande na feira de negócios que acontece simultaneamente ao brasesul. com isso, os players do segmento vão poder conversar com os executivos da companhia presentes no evento e conhecer as mais recentes novidades da sompo. “a sompo já tem um trabalho consolidado na região sul e, em diversas regiões dos três estados, detém a liderança em diferentes linhas de produto. pretendemos seguir com nossas estratégias de crescimento ao levar novas tendências e produtos que estejam alinhadas às necessidades do consumidor e que possam ser boas oportunidades de negócios para os parceiros corretores de seguros”, considera alberto muller, diretor comercial da sompo seguros para a região sul. o evento, organizado pelos sindicatos dos corretores de seguros (sincors) dos estados de santa catarina, paraná e rio grande do sul tem como intuito promover a integração da categoria, assim como a troca de conhecimento e atualização profissional, tendo em vista o fortalecimento da relação com as seguradoras e os clientes. a programação do congresso envolve palestras e painéis nacionais e internacionais que discutirão os avanços tecnológicos da atualidade e as novas opções de atuação no mercado.   fonte: segs.com.br por william parron / foto roberto loffel
16/07/2018

Princípios do seguro e temas polêmicos no STJ em debate da ANSP

 a academia nacional de seguros e previdência (ansp) realiza das 8h30 às 11h30 do dia 15 de agosto, no auditório do sindseg-sp, em são paulo, mais uma edição do café com seguro. tendo como tema "princípios do seguro e temas polêmicos no stj", o evento abordará alguns princípios jurídicos do contrato de seguro, as mais recentes súmulas do stj, o plc nº 29/2017, além da problemática acerca do reajuste das contribuições securitárias e previdenciárias em decorrência da mudança de faixa etária. os interessados em participar podem confirmar a presença até o dia 13 pelo e-mail: eventos@anspnet.org.br ou pelo telefone (11) 3333-4067. credenciais para a imprensa devem ser solicitadas pelo e-mail atendimento@oficinadotexto.com.br ou pelo telefone (11) 5631-0281. o evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. o auditório do sindseg fica localizado na avenida paulista, 1294, 4º andar, conjunto 4b. fonte: cnseg
16/07/2018

Dólar tem leves variações sobre o real com foco em cena externa a política

 às 10:21, o dólar recuava 0,02 por cento, a 3,8501 reais na venda, depois de ter fechado a semana passada com leve queda o dólar tinha leves variações frente ao real nesta segunda-feira, seguindo a cena externa, mas com os investidores ainda em modo cautela diante da cena política eleitoral no brasil. às 10:21, o dólar recuava 0,02 por cento, a 3,8501 reais na venda, depois de ter fechado a semana passada com leve queda. o dólar futuro era negociado praticamente estável. "vemos um viés pouco claro hoje para os ativos. o dólar pode se beneficiar do quadro externo (viés baixista)", escreveu a corretora guide em relatório. lá fora, o dólar tinha leve queda sobre uma cesta de moedas e algumas moedas de países emergentes, como o peso mexicano. as atenções se voltavam para o campo político, com o esperado encontro do presidente dos estados unidos, donald trump, com seu colega russo, vladimir putin, para tentar melhorar a relação entre os dois países. internamente, os investidores ficavam cada vez mais cautelosos com a eleição presidencial de outubro, na reta final para os partidos confirmarem suas pré-candidaturas e eventuais coligações. o foco principal continuava sendo para quem as legendas chamadas de "centrão" vão anunciar seu apoio. o mercado teme que um candidato que considere menos comprometido com ajustes fiscais possa ganhar tração. "internamente, a situação política permanece altamente incerta, e medidas recentes discutidas pelo congresso podem prejudicar uma perspectiva fiscal já frágil", trouxe o banco j.p.morgan em relatório, pelo qual também elevou sua perspectiva para o dólar neste final de ano, a 3,80 reais, ante 3,60 reais. "esperamos que as crescentes tensões comerciais entre os eua e a china mantenham a pressão sobre as condições financeiras dos países emergentes em geral", acrescentou. o banco central anunciou leilão de até 14 mil swaps tradicionais para esta sessão, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de 14,023 bilhões de dólares. por enquanto, não anunciou intervenção extraordinária no mercado de câmbio para este pregão. fonte: reuters • são paulo

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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