27/04/2018

Startup cria sistema de avaliação de corretores de seguros pelos clientes

 cliente agente premia indicação de usuários e promove reconhecimento de profissionais fonte: dci por júlio moredo • são paulo como o nome sugere, a cliente agente, startup para indicação de corretores de seguros, tem no cliente um dos protagonistas. a empresa desenvolveu uma plataforma digital interativa na qual a análise sobre o vendedor da apólice - o outro protagonista - é feita pela perspectiva de quem contrata o produto. esse sistema de indicações rende pontos ao cliente e promove o reconhecimento dos bons corretores. a proposta é criar um ciclo virtuoso: quanto melhores forem as avaliações, maior será o a visibilidade proporcionada ao profissional.  o projeto, desenvolvido pelo corretor de seguros e ceo da empresa, kleber de paula, remonta a 2009, quando as plataformas digitais ainda eram incipientes. a ideia virou site em 2017, na forma de uma rede social para corretores e clientes. após uma fase de testes com 50 profissionais selecionados, a plataforma será lançada oficialmente no próximo mês de maio.  a startup foi selecionada pela oxigênio, aceleradora de negócios da porto seguro, e recebeu um aporte de u$ 50 mil. “o projeto em si veio da percepção de que as pessoas, no brasil, fazem seguros de vida e saúde muito por medo, sem conhecimento dos ganhos práticos no longo prazo. a ideia do cliente agente é justamente informar e aproximar esse cliente do profissional que presta o serviço, empoderando o corretor e dinamizando a interação com o segurado”, afirma de paula. o diferencial é a comunicação constante entre corretor e avaliadores, diz. com o sistema de bonificação, os usuários acumulam a cada avaliação pontos a serem trocados por vantagens como milhas aéreas, pacotes de viagens e descontos em supermercados. o cliente também recebe da plataforma notícias e textos sobre educação financeira e prevenção de danos patrimoniais. ganha-ganha para que esta roda de ganha-ganha gire, o pequeno/médio corretor de seguros, foco da companhia, paga uma taxa mensal à cliente agente, de valor proporcional à sua carteira de clientes. para isso, o profissional customiza a ferramenta com sua identidade visual, a corretora que representa, área de atuação etc. os dados ficam disponíveis para os interessados, em forma de uma prateleira eletrônica. após o negócio ser fechado, o comprador indica o corretor pela venda. a depender da área do produto (consórcio, seguro saúde, vida, automóvel etc.), poderá haver mais ou menos pontos pela indicação. os pontos geram créditos que dão ao cliente o acesso aos benefícios. o usuário terá um ranking para ver o que poderá aquirir em vantagens e prêmios com sua pontuação. a startup também oferecerá consultorias para tornar o cliente mais consciente da importância dos seguros, diz de paula. “o seguro é algo importante para a vida das pessoas. se você olha o impacto positivo a longo prazo, ele deixa de ser algo chato, feito por ‘obrigação’. você estará comprando tranquilidade”, afirma.
27/04/2018

Conheça os canais oficiais do Seguro DPVAT

 para garantir que o acesso ao seguro dpvat seja cada vez mais fácil para os seus beneficiários, a seguradora líder disponibiliza vários canais de relacionamento, tais como as redes sociais oficiais do seguro, o serviço de atendimento ao consumidor (sac), o atendimento online, além dos mais de 8 mil pontos de atendimento autorizados espalhados pelo país. opção tradicional para entrar em contato com a companhia, o serviço de atendimento ao consumidor (sac) funciona 24 horas por dia todos os dias da semana e pode ser contatado através do número 0800 022 1204. por lá, é possível tirar dúvidas como andamento do pedido de indenização e quais são os principais documentos para dar entrada no benefício. somente em 2017, 1.154.578 chamadas foram atendidas através deste canal. para quem prefere a tecnologia, também é possível contar com o autoatendimento online no site da seguradora líder ou com as redes sociais oficiais do seguro dpvat, listadas abaixo: facebook: https://www.facebook.com/dpvatoficial/ twitter: https://twitter.com/dpvatoficial instagram: https://www.instagram.com/dpvat_oficial/ fonte: cqcs - sueli santos
27/04/2018

Artigo: cinco formas de organizar o orçamento e guardar dinheiro

 se você não consegue controlar as finanças e isso está prejudicando o orçamento da sua casa, anote essas dicas para organizar o orçamento e guardar dinheiro. com resoluções simples você terá um equilíbrio no seu orçamento. confira! dicas para organizar o orçamento e guardar dinheiro ao mesmo tempo em que não é fácil manter as despesas em ordem, também não é complicado colocar em prática algumas resoluções. e mesmo que tudo pareça cansativo, saiba que existe uma fórmula que é capaz de colocar as finanças em ordem. veja como organizar o orçamento e guardar dinheiro: faça uma planilha reúna a família e coloque todos os ganhos e gastos na planilha a fim de organizar o orçamento familiar. inclua todas as receitas, inclusive os ganhos menores, como bicos, por exemplo. adicione, em outra coluna, os seus gastos, desde as despesas básicas até as com lazer. dessa forma você saberá o quanto sobra ou falta em um mês e poderá se organizar melhor, trabalhando os gastos. o ideal é que você consiga reservar, pelo menos, 5% dos seus ganhos para cobrir possíveis imprevistos futuros. defina um limite financeiro por pessoa da casa se os seus filhos são pequenos, converse com eles sobre a situação financeira e informe-os o quanto vão receber de mesada, por exemplo. dessa forma eles vão se sentir importantes nas decisões da família e aprenderão sobre conquistas financeiras. para quem tem filhos adultos, mas que ainda moram com os pais, é fundamental que eles também contribuam com as despesas da casa. além de ajudar no orçamento familiar, vão aprender a resolver problemas e se preparar para quando saírem de casa. juntos, vocês podem conversar sobre o que pode ser cortado dos “gastos extras” para render mais o orçamento familiar. coloque o planejamento financeiro em prática sobre as dívidas, separe-as por serviços essenciais no topo da lista e abaixo, vá acrescentando de forma decrescente, as dívidas com juros maiores. por exemplo, energia, água, gás, supermercado, cartões de crédito, entre outros. dessa forma fica evidente para onde o seu dinheiro está indo e fica mais fácil controlar os gastos e poupar. corte gastos para economizar verifique, nessa planilha, todos os gastos que podem ser cortados e reduza o máximo que puder. tenha em mente a economia que você e a sua família conseguirá fazer em poucos meses. se tudo o que está na sua lista é importante, você pode estudar maneiras de não abrir mão de determinados gastos, mas reduzi-los. como? o telefone, por exemplo: existem diversas operadoras com planos mais atrativos. você pode tanto fazer portabilidade como negociar com a atual, valores mais atrativos. o mesmo vale para o pacote de internet, tv a cabo, assinatura de jornal, entre outras coisas. você vai perceber que não precisa abrir mão de gastos com lazer para economizar, basta saber no que economizar. aplique o método 50/20/30 agora você está preparado para aplicar o método 50/20/30, ou seja, 50% da sua renda mensal vai para quitar as despesas fixas e essenciais, como já falamos aqui. os 20% deve ser guardado para garantir segurança financeira, como a previdência privada ou um investimento para que, futuramente, você possa adquirir um bem, por exemplo. já os 30% são destinados ao lazer e despesas variáveis, afinal, você e sua família precisam comprar roupas, calçados, trocar móveis (se necessário), entre outros. e, seguindo essas dicas, vocês não correm o risco de se “afundar” financeiramente. por andréia silveira, colaboradora do site emprestimo.org. o artigo e as informações e opiniões nele expressas são de responsabilidade exclusiva de seu autor. o portal do pavini não se responsabiliza por decisões de investimento tomadas com base nessas informações.
27/04/2018

Uma agenda previdenciária para o debate eleitoral

 confira o artigo do presidente da fenaprevi publicado no jornal valor econômico considerando que as chances de encaminhamento da votação da reforma de previdência neste governo estão definitivamente soterradas, este pode ser um bom momento para debater o que é necessário ser feito para alcançar uma solução mais perene para o problema previdenciário e preparar o terreno para o debate eleitoral que se avizinha. apesar das polêmicas, as medidas que vinham sendo discutidas, como a elevação da idade de aposentadoria, a limitação de acumulação de benefícios e a unificação das regras de aposentadoria para servidores públicos, são fundamentais para reduzir o nível de gastos e o déficit fiscal no médio prazo, mas são como um retrofit do modelo atual e, portanto, são estruturadas olhando pelo retrovisor. para elaborar uma reforma abrangente e mais permanente é necessário antes estabelecer os princípios fundamentais que devem nortear a estruturação de um novo sistema destinado a abrigar novos trabalhadores entrantes no mercado de trabalho, com visão de sustentabilidade financeira e, também, com absoluto senso de justiça social. nesse sentido, é imperativo ter como princípio basilar a equidade. significa dizer que as contribuições devem ser proporcionais à capacidade contributiva de cada um e aplicadas a todos: homens e mulheres; servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada; políticos, civis e militares; trabalhadores urbanos e rurais. sem concessão de privilégios. absoluta intransigência com a ideia de que alguns cidadãos são mais especiais que outros. também é fundamental assegurar um princípio de universalidade com garantia de renda mínima de aposentadoria, preservando-se um elemento social de distribuição de renda, combinado com um princípio de equilíbrio atuarial que impeça a transferência de ônus entre gerações. tudo isso atrelado a regras simples, transparentes e fáceis de serem entendidas. será inevitável a revisão da divisão da responsabilidade entre estado, empresa e indivíduo, tornando necessária a revisão do sistema previdenciário. há diferentes abordagens para categorizar os sistemas previdenciários mundo afora ea mais aceita é a que traz uma arquitetura de quatro pilares. o primeiro pilar, de natureza social, oferece uma renda básica aos idosos. este benefício não é previdenciário e sim assistencial, portanto não contributivo e financiado por impostos. a depender de sua abrangência, pode ser oferecido a todos, independentemente de renda ou, no mínimo, para aqueles com situação socioeconômica comprovadamente desfavorecida, incluídos os que nunca tiveram acesso ao mercado formal de trabalho. o segundo pilar, financiado por contribuições dos indivíduos e das empresas, gera uma renda de aposentadoria onde não há relação direta entre o valor das contribuições e o valor dos benefícios, tecnicamente chamado de sistema de repartição. semelhante ao inss, exceto pelo teto mais baixo, tem uma característica social de redistribuição de renda. somados, esses dois pilares já são suficientes para cobrir as necessidades básicas de aposentadoria de grande parcela da população. no terceiro pilar, as contribuições dos indivíduos e das empresas – mandatórias de acordo com um critério de elegibilidade por renda – são acumuladas em contas individualizadas. a renda previdenciária desse pilar será calculada em função do saldo acumulado, da idade e das projeções de sobrevivência do aposentado. é o chamado regime de capitalização e representa a grande novidade do modelo, pois o valor das aposentadorias guarda relação direta com o valor acumulado e com todas essas variáveis. a atualização do arcabouço regulatório e dos mecanismos de incentivo concorrenciais para os produtos de anuidades (rendas programadas), garantirão que os segurados possam decidir livremente no momento de se aposentar onde contratar sua renda de aposentadoria vitalícia. facultativamente, os recursos do fgts poderiam, a critério do trabalhador, ser direcionados para essa conta de forma a acelerar o processo de formação de reserva e aumentar o valor da aposentadoria com a grande vantagem da remuneração a taxas de mercado e políticas de investimento transparentes. uma pequena parte das contribuições seria também direcionada à contratação de cobertura securitária para eventos de morte prematura e de invalidez desonerando o estado do peso dessas obrigações. nesse novo sistema, as regras de licitação para gestão dos recursos acumulados, para contratação da renda de aposentadoria e das coberturas de risco securitário, seriam definidas por lei, com vistas a serem oferecidas por seguradoras e entidades privadas de previdência em regime de livre concorrência e de livre escolha do indivíduo, resultando em um modelo competitivo, transparente, profissional e independente. promove, ainda, a transferência do estado, para a iniciativa privada, dos riscos de morte prematura, de invalidez e de longevidade. finalmente, o quarto pilar compreende os planos privados de previdência complementar voluntários, empresariais ou individuais, como os já conhecidos pgbl, vgbl e, também, aqueles administrados por entidades fechadas de previdência. a principal dificuldade técnica para a introdução desse modelo previdenciário é o financiamento do custo da transição. mas análises preliminares indicam que, dependendo da intensidade e alcance dos ajustes feitos no atual sistema, a simples reorganização da carga tributária atual seria suficiente para financiar a transição para o novo sistema, abrindo espaço inclusive para uma desoneração tributária no longo prazo. em síntese, segue urgente a necessidade de ajustes paramétricos no sistema atual, indispensáveis à contenção da crescente trajetória do déficit das contas públicas, já que nele se aposentarão todos os trabalhadores que nele estiverem no momento da implantação do sistema voltado aos novos trabalhadores. o caminho de solução aqui descrito, baseado em grande parte em estudo do profº hélio zylberstajn, da fipe, certamente não é o único. nem há um modelo perfeito existente em outro país que possa ser automaticamente aplicado à nossa realidade. o certo é que com criatividade e inspiração nas melhores práticas e experiências internacionais é possível inovar e modernizar os segmentos de assistência e previdência social, assegurando princípios de equidade, universalidade, justiça social, equilíbrio econômico e sustentabilidade contribuindo para a construção de um país melhor para as próximas gerações. por edson franco: presidente da fenaprevi e presidente da zurich seguros no brasil.
27/04/2018

IGP-M sobe 0,57% em abril após alta de 0,64% em março, revela FGV

 o índice geral de preços - mercado (igp-m) desacelerou de 0,64% em março para 0,57% em abril, divulgou na manhã desta sexta-feira (27) a fundação getulio vargas (fgv). assim, o indicador avançou em 12 meses, de 0,20% para 1,89%. no ano, o acumulado registra elevação de 2,05% ante 1,47%. entre os três indicadores que compõem o igp-m, o índice de preços ao produtor amplo (ipa-m) desacelerou, saindo de alta de 0,89% em março para 0,71% em abril. por outro lado, o índice de preços ao consumidor (ipc-m) avançou de 0,14% para 0,31%. já o índice nacional de custo da construção (incc-m) passou de 0,23% para 0,28% no período. o alívio do igp-m entre março e abril foi influenciado pelos produtos no atacado, que desaceleraram de 0,89% para 0,71% no período, no índice de preços ao produtor amplo (ipa-m). dentro do indicador, tanto o índice de preços agropecuários quanto os itens industriais arrefeceram. o ipa agrícola continua, contudo, com boa alta de 2,74% depois de 3,28%; já o ipa industrial está perto da estabilidade, com 0,03% após 0,12%. no ano, o ipa avança 2,52% e, em 12 meses, acumula alta de 1,27%. entre as etapas de produção, houve movimentos díspares. as matérias-primas brutas tiveram a maior desaceleração (1,54% para 0,44%), com a contribuição das quedas em minério de ferro (-1,88% para -9,53%), mandioca (-2,39% para -7,93%) e bovinos (0,23% para -0,61%). os bens finais também tiveram decréscimo na taxa de variação entre março e abril (0,57% para 0,50%), com destaque para alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 9,86% para 2,50%. já os bens intermediários avançaram no período, de 0,69% para 1,16%, por causa principalmente do aumento de combustíveis e lubrificantes para a produção (-2,58% para 5,32%). de acordo com a fgv, entre as maiores contribuições de baixa no ipa de abril estão, além de minério de ferro e mandioca, aves (mesmo com a deflação menor, de -5,12% para -4,37%), açúcar vhp (very high polarization) (-0,64% para -5,56%) e carne de aves (-3,66% para -3,94%). já entre as principais influências de alta nos preços do atacado neste mês estão soja em grão (5,78% para 6,52%), óleo diesel (-3,13% para 8,36%), milho em grão (11,41% para 10,65%), leite in natura (5,98% para 6,89%) e gasolina automotiva (-0,22% para 6,54%).   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624478-igp-m-sobe-0-57-em-abril-apos-alta-de-0-64-em-marco-revela-fgv.html)
27/04/2018

Bovespa começa em alta enquanto exterior tem reação moderada ao PIB dos EUA

 os mercados globais reagem de forma tímida aos números da economia dos estados unidos no primeiro trimestre, enquanto a bovespa iniciou os negócios em alta nesta sexta-feira (27). o produto interno bruto (pib) americano cresceu à taxa anualizada de 2,3% entre janeiro e março, acima da previsão de avanço de 1,8%, conforme a primeira estimativa do dado, publicada nesta sexta pelo departamento do comércio. às 11h01min, o ibovespa subia 0,48%, aos 86.801 pontos. uma aceleração mais forte corrobora as apostas recentes de que o federal reserve (fed, o banco central norte-americano) pode elevar os juros de forma mais agressiva. no entanto, os gastos em bens duráveis tiveram queda de 3,3% no período, algo inesperado, já que o corte de impostos resultaria em mais dinheiro nos bolsos dos americanos.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624501-bovespa-comeca-em-alta-enquanto-exterior-tem-reacao-moderada-ao-pib-dos-eua.html)
27/04/2018

Estado vende mais 2,6 milhões de ações do Banrisul na bolsa

 o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html)
25/04/2018

Alta cobrança do IRPF ajuda aporte em PGBL

 falta de reajuste da tabela do imposto de renda incentiva declarantes a pesquisar informações sobre vantagens na contratação de planos geradores de benefícios livres fonte: dci por ernani fagundes • são paulo a falta de correção pela inflação da tabela do imposto de renda (ir) e o aprendizado dos declarantes com as vantagens fiscais está incentivando uma maior procura por planos geradores de benefícios livres (pgbl) para complementar a aposentadoria no futuro. no ano passado, de acordo com dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), o aporte em pgbls – feito por pessoas físicas que fazem a declaração completa do imposto de renda (irpf) cresceu 14% para r$ 10,17 bilhões, enquanto as contribuições para o vida gerador de benefícios livres (vgbls) – voltada para quem faz a declaração no modelo simplificado – avançou 1,6% para r$ 106,62 bilhões. “independente da correção da tabela do ir, para quem faz a declaração completa, a aplicação em pgbl é extremamente vantajosa. dependendo do valor da renda aos 65 anos, talvez ela nem pague mais o imposto de renda”, lembrou o gerente comercial da brasilprev, wagner soares. ele explicou que no modelo pgbl, pela tabela progressiva compensável, o limite de isenção dobra de r$ 1.903,38 para r$ 3.806,76 quando o declarante atinge os 65 anos. “isso vale para a renda (somada) do inss e da previdência complementar”, disse. o superintendente da icatu seguros, bruno hoffmann, também lembra que a pessoa física pode abater até 12% do imposto devido com aportes no pgbl. “essa contribuição acumulada ao longo do tempo irá rentabilizar e formar uma reserva importante para o futuro”, explica hoffmann. ele contou que, em geral, no início de carreira, as pessoas costumam contratar um vgbl (voltado para declaração simplificada), mas depois de um determinado patamar de renda, o pgbl passa a ser mais interessante. “é comum [a partir daí] ter os dois produtos e contribuir para aquele que for mais conveniente”, respondeu. além da demanda por pgbls, hoffmann também aponta a procura por esses planos de previdência na categoria multimercados por causa do momento de juros baixos nos planos de previdência renda fixa. “a icatu sempre promoveu essa diversificação. o mercado era muito concentrado em renda fixa”, disse. sobre esse movimento de diversificação, soares contou que a brasilprev trabalha com o conceito de “carteiras sugeridas” de acordo com o perfil de cada investidor. “temos diferentes fundos de previdência, e o cliente pode compor sua carteira com renda fixa, multimercados ou dividendos [ações]”, detalhou. em termos de rentabilidade, dados da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) mostram que nos últimos 12 meses até 18 de abril, os fundos de previdência renda fixa renderam 8,85%; seguido pelos planos multimercados com 10,06%, e a previdência ações com ganhos de 32,17%. “é um investimento para o longo prazo”, diz hoffmann. na visão do ceo da plataforma (fintech) ciclic, raphael swierczynski, existe uma demanda por produtos de previdência privada que não foi completamente atendida. “fizemos um estudo de mercado e existe uma demanda real da maioria da população. e é muito provável que a reforma [das aposentadorias públicas] volte a pauta no próximo governo”, disse o executivo. segundo o estudo da ciclic, mais de 90% da população se enquadra no vgbl. “mas há muito interesse pelo pgbl no mês de dezembro, por causa do ir”, diz swierczynski. dicas na declaração a diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro, fernanda pasquarelli, diz que uma pessoa que tenha um rendimento de r$ 3 mil por mês e aplica 5% desse valor em um plano pgbl, teria investido ao longo do ano r$ 1,8 mil, já dedutível do ir. “no entanto, para aproveitar melhor o incentivo, até o final do ano ela pode ainda fazer um aporte extra de r$ 2.520,00 e, assim, deduzir um total de r$ 4.320,00 no seu imposto [12% da sua renda bruta anual]. isso pode gerar mais economia com o ir”, exemplificou a diretora. a brasilprev avisa que o prazo final para a declaração de ajuste anual do imposto de renda da pessoa física (irpf) vai até 30 de abril. “este plano [pgbl] deve ser mencionado na ficha de pagamentos e doações efetuadas, código 36, da declaração de ajuste anual do ir”, orienta. “quem possui um vgbl deve informar o montante de contribuições feitas até o final do ano base na ficha de relação de bens e direitos, pelo código 97”, recomenda.
25/04/2018

Números do primeiro trimestre de 2018 injetam mais otimismo no mercado de seguros

 o fechamento do primeiro trimestre do ano reforçou a expectativa do mercado de seguros de que 2018 será de melhores resultados. até março, a receita de seguros de ramos elementares, que incluem as apólices para patrimônio e não considera o dpvat, cresceu 7% ante igual intervalo de 2017, enquanto o de pessoas avançou 13%, conforme dados da carta de conjuntura do sindicato dos corretores no estado de são paulo (sincor-sp) que será divulgada hoje, 25. agora vai? isso já se reflete no otimismo do setor. o índice de confiança do setor de seguros (icss) chegou a 123,5 pontos em março, voltando a crescer no comparativo mensal. ficou, porém, abaixo do recorde visto em janeiro, de 127,2 pontos. fonte: economia & negócios

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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