06/04/2018

Dólar sobe ante real com temores sobre guerra comercial e Lula no radar

 o mercado de câmbio mostra cautela com mais um capítulo, nesta sexta-feira (6) da briga comercial entre estados unidos e china e a possível prisão do ex-presidente luiz inácio lula da silva. lula tem até às 17h para se apresentar à polícia federal de curitiba, mas a sua defesa entrou com novo pedido de liminar para suspensão da execução da pena até análise do mérito do habeas corpus. o novo pedido de habeas corpus será analisado pelo ministro felix fischer, da quinta turma do superior tribunal de justiça (stj). lá fora, a nova proposta do governo americano de impor tarifas a mais us$ 100 bilhões em produtos chineses intensifica as preocupações com um conflito comercial. a aproximação da divulgação do relatório de empregos dos eua (payroll) sustenta ainda uma piora nos mercados em nova iorque. às 9h24min desta sexta, o dólar à vista subia 0,36%, aos r$ 3,3525, enquanto o dólar futuro de maio estava em alta de 0,22%, aos r$ 3,3585. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620705-dolar-sobe-ante-real-com-temores-sobre-guerra-comercial-e-lula-no-radar.html)
05/04/2018

Mercado de seguros propõe ajustes à nova Lei de Licitações

  fonte: agência câmara de notícias - redação portogente representantes do mercado segurador defenderam nesta terça-feira (3) ajustes no projeto de lei que moderniza a lei de licitações e contratos (lei 8.666/93) e amplia o nível de cobertura do seguro para obras públicas. o assunto foi debatido na comissão especial que analisa o pl 1292/95 e apensados. o foco da discussão foi o pl 6814/17, do senado, um dos que tramita em conjunto. entre as sugestões apresentadas ao relator do projeto, deputado joão arruda (pmdb-pr), está a retirada dos dispositivos que obrigam as seguradoras que prestam seguro-garantia em obras públicas a fiscalizar a execução dos contratos e realizar auditoria técnica e contábil. o setor propõe que as seguradoras apenas acompanhem o andamento dos contratos e tenham acesso às auditorias que forem realizadas. a alegação é de que as seguradoras não possuem experiência nestas atividades. “não seria razoável transferir a responsabilidade de uma auditoria técnica para a seguradora, que não tem competência técnica para isso”, disse roque de holanda melo, presidente da comissão de riscos de crédito e garantia da federação nacional de seguros gerais (fenseg). outra sugestão é a exclusão do dispositivo que determina à seguradora atuar como “sub-rogada” de todas as obrigações da empresa contratada, em caso de descumprimento contratual. melo disse que esta redação obriga o segurador a assumir, por exemplo, débitos tributários, multas ambientais ou danos a terceiros provocados pela empresa. “a seguradora gastaria toda a importância segurada para limpar o nome da empresa inadimplente”, disse. ele sugere uma nova redação, especificando que o seguro cobrirá apenas a retomada e conclusão da obra. melo propôs ainda que o seguro adicional abrangendo a cobertura de eventuais débitos trabalhistas da empreiteira contratada não tenha os trabalhadores como beneficiários da apólice, como prevê o projeto do senado. ele afirmou que esse tipo de seguro já é praticado no mercado e o beneficiário é sempre o órgão público responsável pela licitação. a mudança, segundo ele, “geraria um custo incalculável”, pois as seguradoras teriam que arcar com o custo de acompanhar as reclamações trabalhistas contra a empreiteira. em uma obra de grande porte, explicou aos deputados, isso implicaria em acompanhar ações por todo o país. novo percentual atualmente, a empresa vencedora de uma licitação é obrigada a apresentar garantias ao contratante (órgão público) nos casos de obras, serviços e compras, que pode ser caução em dinheiro, fiança bancária ou o seguro- garantia (também chamado de performance bond). para obras de grande vulto, deve ser adotado o seguro-garantia, com apólice equivalente a até 10% do valor do contrato. o seguro é acionado sempre que a empresa deixa de cumprir obrigações contratuais. o projeto aprovado no senado mantém o performance bond das obras de grande vulto (com valor estimado superior a r$ 100 milhões), mas eleva o percentual para 30% do valor do contrato e o atrela a uma “cláusula de retomada”. em caso de inadimplência contratual da empreiteira, a seguradora contrata uma nova empresa para retomar e concluir a obra, sem a necessidade de nova licitação, ou indeniza o órgão público para que este contrate outra empreiteira. realidade do mercado apesar das sugestões, os representantes do setor de seguros defenderam o projeto do senado. o coordenador da federação nacional dos corretores de seguros privados e de resseguros, de capitalização, de previdência privada, das empresas corretoras de seguros e de resseguros (fenacor), andré dabus, disse que o texto só precisa de um “ajuste fino”. ele defendeu a elevação do percentual do seguro-garantia. “o percentual de 5% ou até 10%, previsto na lei de licitações, muitas vezes não é suficiente nem para pagar as multas pela rescisão contratual, quanto mais para permitir a retomada da obra”, disse. dabus afirmou que o performance bond de 30% do valor do contrato é o mais viável para a estrutura do mercado brasileiro – em países desenvolvidos, pode chegar a 100% do valor do contrato.
05/04/2018

China impõe tarifas sobre 106 produtos americanos no valor de US$ 50 bi

  a medida pretende defender os direitos do país das tarifas anunciadas pelo governo trump contra as importações chinesas fonte: exame – efe pequim – a china anunciou, nesta quarta-feira, novas tarifas de 25% para um total de 106 produtos importados dos estados unidos, incluindo a soja, automóveis e aviões, no valor de us$ 50 bilhões. o ministério do comércio informou esta medida com a qual pretende defender os direitos do país das tarifas anunciadas pelo governo de donald trump contra as importações chinesas, os mais recentes dirigidos a dispositivos de tecnologia de ponta das indústrias aeroespacial e robótica, entre outros. os produtos incluídos na lista tiveram um valor de us$ 50 bilhões em 2017, segundo detalhou o ministério chinês em comunicado, que não precisou a data de entrada de vigor desses novos encargos. entre os produtos que serão afetados pelas tarifas de 25% estão alguns agrícolas, como a soja e milho, assim como a carne, suco de laranja e alguns tipos de veículos e aviões. as autoridades chinesas insistiram em que com esta medida, pretendem “defender os direitos legais da china” diante da “emergência” causada pelos eua, que atuaram “contra suas obrigações internacionais”. o gigante asiático, que é o segundo maior parceiro comercial dos eua, já anunciou na última segunda-feira a imposição de taxas para um conjunto de 128 produtos americanos, em resposta às tarifas que washington anunciou no mês passado sobre as importações de aço e alumínios chineses. a china revelou esta nova lista de 106 produtos depois que ontem feito pelo escritório do representante de comércio exterior dos estados unidos (ustr), que publicou um lista incluindo 1,3 mil produtos chineses que pretende impor tarifas como resposta a práticas comerciais consideradas “injustas” da china. esta lista, que inclui dispositivos de tecnologia de ponta das indústrias aeroespacial e robótica, está agora sujeita a um período de comentários públicos de 30 dias antes que as tarifas protecionistas entrem em vigor. trump, anunciou em março que taxaria as importações chinesas em até us$ 60 bilhões. a ustr informou hoje, no entanto, que as tarifas devem corresponder a us$ 50 bilhões.
05/04/2018

Brasil é um dos vencedores com retaliação da China em guerra comercial

  a china aplicará tarifas de 25% às importações de 106 produtos dos estados unidos, o que deve abrir espaço no seu mercado para produtores sul-americanos fonte: exame por thomas biesheuvel, da bloomberg a china não demorou para reagir ao ataque do presidente dos eua, donald trump, aos seus produtos de alta tecnologia. a segunda maior economia do mundo retaliou aplicando seu próprio pacote de tarifas a cerca de us$ 50 bilhões em importações americanas. a china aplicará tarifas de 25 por cento às importações de 106 produtos dos eua e produtores rurais e fabricantes de aviões e automóveis americanos deverão sofrer o impacto. trata-se de uma resposta à possível aplicação de tarifas de 25 por cento a 1.300 produtos chineses pelos eua. confira alguns dos vencedores e perdedores: perdedores: produtores rurais da região centro-oeste dos eua as tarifas são um grande revés para os produtores americanos, especialmente para os dos estados do centro-oeste, de que trump precisa para se reeleger em 2020. a china é a maior compradora de soja dos eua, consumidora de cerca de um terço de toda a safra americana. o negócio é avaliado em cerca de us$ 14 bilhões. os preços da soja chegaram a cair 5,3 por cento nas negociações em chicago, maior recuo desde julho de 2016. vencedores: produtores rurais sul-americanos o brasil e a argentina são os principais concorrentes dos produtores americanos no mercado da soja e do milho. os dois países estarão ansiosos para ficar com qualquer mercado perdido pelos eua, mas não conseguirão assumir a totalidade da participação dos eua. a safra da argentina foi prejudicada pela seca neste ano, por isso o país não poderá vender tanto. perdedoras: fabricantes de veículos dos eua (inclusive a tesla) a china, que importou 36.000 veículos dos eua nos dois primeiros meses do ano, também planeja aplicar tarifas à maioria dos veículos, inclusive aos elétricos. a tesla corre um risco particular porque suas receitas na china dependem de veículos fabricados nos eua. outras fabricantes de veículos americanas, como a general motors e a ford motor, produzem na china. perdedora: boeing as tarifas da china podem prejudicar as vendas de alguns dos aviões mais vendidos da boeing, como a família de jatos de passageiros 737, e colocar a empresa em desvantagem em relação à airbus. a china é um mercado fundamental para a boeing. mais de 50 por cento dos jatos comerciais que operam na china são aviões da boeing. vencedor: setor metalúrgico dos eua a última série de tarifas propostas tem como alvo várias categorias específicas de aço e alumínio fabricadas na china. soma-se às tarifas anunciadas no mês passado, o que significa que alguns tipos de produtos enfrentarão tarifa de 50 por cento para chegar aos eua, aumentando ainda mais os preços de alguns produtos. perdedoras: fabricantes de medicamentos genéricos empresas como a mylan deverão ter que pagar mais por ingredientes brutos, como a insulina usada pelos diabéticos e a epinefrina, uma droga de reação antialérgica. outros produtos, como as vacinas e os antidepressivos, estão na lista de produtos que serão atingidos por tarifas. perdedor: churrasco chinês a china é de longe a maior consumidora mundial de soja, em sua maioria esmagada para alimentar porcos. as tarifas à soja americana poderiam acabar elevando os custos dos produtores de suínos chineses e os preços da carne para 1,3 bilhão de habitantes.
05/04/2018

Representantes do mercado de seguros propõem ajustes na nova Lei de Licitações

  o setor propõe que as seguradoras apenas acompanhem o andamento dos contratos e tenham acesso às auditorias que forem realizadas fonte:  agência câmara, representantes do mercado segurador defenderam na última terça-feira (3) ajustes no projeto de lei que moderniza a lei de licitações e contratos (lei 8.666/93) e amplia o nível de cobertura do seguro para obras públicas. o assunto foi debatido na comissão especial que analisa o pl 1292/95 e apensados. o foco da discussão foi o pl 6814/17, do senado, um dos que tramita em conjunto. entre as sugestões apresentadas ao relator do projeto, deputado joão arruda (pmdb-pr), está a retirada dos dispositivos que obrigam as seguradoras que prestam seguro-garantia em obras públicas a fiscalizar a execução dos contratos e realizar auditoria técnica e contábil. o setor propõe que as seguradoras apenas acompanhem o andamento dos contratos e tenham acesso às auditorias que forem realizadas. a alegação é de que as seguradoras não possuem experiência nestas atividades. “não seria razoável transferir a responsabilidade de uma auditoria técnica para a seguradora, que não tem competência técnica para isso”, disse roque de holanda melo, presidente da comissão de riscos de crédito e garantia da federação nacional de seguros gerais (fenseg). outra sugestão é a exclusão do dispositivo que determina à seguradora atuar como “sub-rogada” de todas as obrigações da empresa contratada, em caso de descumprimento contratual. melo disse que esta redação obriga o segurador a assumir, por exemplo, débitos tributários, multas ambientais ou danos a terceiros provocados pela empresa. “a seguradora gastaria toda a importância segurada para limpar o nome da empresa inadimplente”, disse. ele sugere uma nova redação, especificando que o seguro cobrirá apenas a retomada e conclusão da obra. melo propôs ainda que o seguro adicional abrangendo a cobertura de eventuais débitos trabalhistas da empreiteira contratada não tenha os trabalhadores como beneficiários da apólice, como prevê o projeto do senado. ele afirmou que esse tipo de seguro já é praticado no mercado e o beneficiário é sempre o órgão público responsável pela licitação. a mudança, segundo ele, “geraria um custo incalculável”, pois as seguradoras teriam que arcar com o custo de acompanhar as reclamações trabalhistas contra a empreiteira. em uma obra de grande porte, explicou aos deputados, isso implicaria em acompanhar ações por todo o país. novo percentual atualmente, a empresa vencedora de uma licitação é obrigada a apresentar garantias ao contratante (órgão público) nos casos de obras, serviços e compras, que pode ser caução em dinheiro, fiança bancária ou o seguro- garantia (também chamado de performance bond). para obras de grande vulto, deve ser adotado o seguro-garantia, com apólice equivalente a até 10% do valor do contrato. o seguro é acionado sempre que a empresa deixa de cumprir obrigações contratuais. o projeto aprovado no senado mantém o performance bond das obras de grande vulto (com valor estimado superior a r$ 100 milhões), mas eleva o percentual para 30% do valor do contrato e o atrela a uma “cláusula de retomada”. em caso de inadimplência contratual da empreiteira, a seguradora contrata uma nova empresa para retomar e concluir a obra, sem a necessidade de nova licitação, ou indeniza o órgão público para que este contrate outra empreiteira. realidade do mercado apesar das sugestões, os representantes do setor de seguros defenderam o projeto do senado. o coordenador da federação nacional dos corretores de seguros privados e de resseguros, de capitalização, de previdência privada, das empresas corretoras de seguros e de resseguros (fenacor), andré dabus, disse que o texto só precisa de um “ajuste fino”. ele defendeu a elevação do percentual do seguro-garantia. “o percentual de 5% ou até 10%, previsto na lei de licitações, muitas vezes não é suficiente nem para pagar as multas pela rescisão contratual, quanto mais para permitir a retomada da obra”, disse. dabus afirmou que o performance bond de 30% do valor do contrato é o mais viável para a estrutura do mercado brasileiro – em países desenvolvidos, pode chegar a 100% do valor do contrato.
05/04/2018

Consultoria do Senado aponta impactos da Reforma da Previdência sobre o funcionalismo público

 fonte: senado notícias a proposta de reforma da previdência (pec 287/2016) apresentada pelo governo tem gerado polêmica tanto no setor privado quanto no funcionalismo público. uma emenda do relator da matéria, deputado arthur oliveira maia (pps-ba), impacta diretamente os regimes próprios de previdência dos servidores públicos federais civis e indica o que deverá ocorrer no caso dos servidores estaduais e municipais. o consultor do senado mário theodoro é um dos autores de um estudo consultoria legislativa que aponta impactos negativos de eventual aprovação da reforma da previdência, como a migração do funcionalismo para a previdência privada. theodoro conversou com os jornalistas jeziel carvalho e marcela diniz, da rádio senado. ouça o áudio com a entrevista.
05/04/2018

Disputa pode mudar rotas comerciais

 fonte: estadão conteúdo com centenas de produtos afetados pela guerra comercial entre estados unidos e china, multinacionais, fornecedores e investidores começam a repensar suas estratégias de produção, com um potencial impacto no fluxo e até mesmo nas rotas do comércio internacional. a china eastern airlines, por exemplo, deve reduzir a frequência de voos de carga entre aeroportos americanos e chineses. "uma guerra comercial não é boa para nenhum dos países", diz o presidente da empresa, ma xulun. a tcl multimedia, maior produtora chinesa de televisores, vai rever planos de produção. com 10% das vendas nos eua, uma alternativa será mudar parte da produção para o méxico. na organização mundial do comércio (omc), um dos comentários mais repetidos por críticos da política protecionista de donald trump é que raramente medidas tarifárias podem ter sucesso numa era de produção globalizada, com uma cadeia produtiva ampla. o exemplo mais usado é o do vietnã, para onde dezenas de empresas chinesas se mudaram nos últimos anos em busca de mão de obra mais barata. o resultado é uma explosão do déficit americano com o país. em 2017, foi de us$ 35 bilhões, três vezes maior que em 2011. taiwan também teme sentir o impacto da disputa, já que 60% do pib da ilha vêm das exportações, principalmente de peças para produtos chineses. para o bank of america merrill lynch, o efeito dominó que a guerra comercial pode gerar coloca "as cadeias produtivas globais em risco". para o banco, taiwan, coreia do sul e malásia seriam as mais afetadas. mas países como polônia e méxico também podem sofrer. em hong kong, o secretário de finanças, paul chan mo-po, acredita que um a cada cinco empregos serão afetados pelas medidas americanas. no oriente médio, o temor é que os atritos comerciais resultem em demanda menor da china por energia. investimentos sauditas de us$ 65 bilhões em refinarias no território chinês já estão sob análise. mas há quem possa ganhar com a mudança na rota do comércio. a ucrânia quer incrementar o fornecimento de milho para a china e a austrália espera abocanhar o mercado de vinho e expandir vendas para pequim, que já chegaram a us$ 848 milhões. para a omc e o fmi, não há perspectiva de que, mesmo com esses ganhos pontuais, a guerra comercial entre as duas potências possa ter vencedores. o diretor-geral da omc, roberto azevedo, afirma que o risco é de que tal tendência leve o mundo a uma nova recessão. analistas veem o quadro com cautela, mas acreditam que é improvável haver de fato uma guerra comercial. "temos visto muita retórica protecionista, mas no fim um acordo razoável entre os países deve prevalecer", diz ross teverson, da jupiter asset management. segundo ele, já foi notado que o governo trump costuma negociar a partir de uma posição extrema para ter mais margem de manobra e chegar a um acordo. o economista jianguang shen, da mizuho securities, avalia que a melhor alternativa para os chineses é negociar. "acho que a china quer realmente dialogar. os dois lados provavelmente vão concordar em algo mais adiante." a capital economics avalia a resposta da china como "rápida e agressiva". para a consultoria, ainda há tempo para recuos antes que as tarifas entrem em vigor. as tarifas dos eua precisam passar por consultas públicas de dois meses. depois o país terá 180 dias para decidir quais delas adotará. a china, por sua vez, ainda não divulgou cronograma para retaliações. mercado global vê chance de acordo o mercado global começou o dia de ontem agitado, mas a tensão foi se dissipando ao longo da sessão. a disputa tarifária entre eua e china continuou a ser monitorada, mas a percepção predominante no final do pregão era de que os dois lados estão abrindo espaço para negociar e que uma guerra comercial ainda não é provável. nos mercados que fecharam mais cedo, o temor de escalada das barreiras ainda predominou, levando para baixo as bolsas da europa. mas em nova york, o índice dow jones subiu 0,96% e o nasdaq, 1,45%. no brasil, a tensão política causada pelo julgamento no stf fez o ibovespa cair 0,31%. o dólar fechou em r$ 3,3402, em alta de 0,04%.cronograma para retaliações. (com dow jones newswires e gabriel bueno da costa). as informações são do jornal o estado de s. paulo.
05/04/2018

PMI composto da zona do euro cai a 55,2 em março

 fonte: estadão conteúdo o índice de gerentes de compras (pmi, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, caiu de 57,1 em fevereiro para 55,2 em março, atingindo o menor nível desde o início de 2017, segundo dados finais publicados hoje pela ihs markit. o resultado ficou ligeiramente abaixo da estimativa prévia de março e da previsão de analistas consultados pela dow jones newswires, de 55,3 em ambos os casos, mas a leitura acima da barreira de 50 marcou o 57º mês consecutivo de expansão da atividade no bloco. apenas o pmi de serviços da zona do euro recuou de 56,2 em fevereiro para 54,9 em março, também aquém da prévia e da projeção do mercado, de 55. com informações da dow jones newswires.
05/04/2018

De empréstimos a compras a prazo: saiba se a queda dos juros vai chegar ao consumidor e como evitar o endividamento

  especialistas advertem que, mesmo com redução da selic, taxas continuarão altas. é preciso ter atenção na hora de buscar o crédito para evitar o superendividamento fonte: gaúcha zh os consumidores que compram a prazo, usam cartão de crédito e até sonham em financiar uma casa estão perguntado: quando a queda da taxa básica de juros vai chegar à vida real? o comitê de política monetária (copom) reduziu a taxa em 0,25 ponto porcentual no fim de março, e a selic passou de 6,75% para 6,5% ao ano — nível mais baixo desde 1986. mas quem espera ver efeitos práticos disso nos empréstimos e nas compras a prazo precisará de paciência e muito cuidado.  o ritmo dos juros para a pessoa física, o consumidor, não é o mesmo da taxa básica do copom. de acordo com especialistas, para essa redução se espalhar será preciso de seis e nove meses de espera. e, ainda assim, será bom não ter muitas expectativas.  — como as taxas de juros hoje estão muito altas, as pessoas não deverão perceber quando essa queda chegar. ou seja, ainda serão taxas muito altas. por isso, mais do que nunca, será preciso manter o cuidado na hora de usar crédito — explica a economista-chefe da fecomércio-rs, patrícia palermo. ela afirma que o spread bancário — a diferença entre os juros que os bancos pagam quando tomam dinheiro e os que cobram quando emprestam aos clientes — cresceu muito nos últimos anos. por isso, mesmo caindo, os juros ainda podem virar o pesadelo de muita gente. pressão pesquisa de juros da associação nacional dos executivos de finanças, administração e contabilidade (anefac), de fevereiro, apontou que, após 14 meses de reduções consecutivas, as taxas de crédito voltaram a ser elevadas, mesmo com a queda da selic. das seis linhas pesquisadas para a pessoa física, duas caíram (cartão de crédito e financiamento de veículos). mas outras quatro ficaram mais salgadas: juros do comércio, cheque especial, empréstimo pessoal nos bancos e empréstimo pessoal em financeiras. o resultado é uma taxa média de juros para pessoa física de 133,7% ao ano, mais de 20 vezes a selic. — enquanto os dois grandes bancos estatais (banco do brasil e caixa econômica federal) não adotarem juros mais baixos, os efeitos dessa redução da selic ficarão longe dos consumidores. essas instituições estão em situação confortável, seguem lucrando. é preciso que a sociedade faça pressão sobre o governo federal — defende o presidente da federação das câmaras de dirigentes lojistas do rio grande do sul (fcdl-rs), vitor augusto koch. segundo ele, essa tem sido uma bandeira da fcdl desde que a selic começou a queda, até com a mobilização de parlamentares gaúchos na empreitada. a expectativa é de que os bancos privados sigam o caminho de bb e caixa, espalhando juros mais amigáveis por toda a rede bancária, chegando a empresas e clientes. bc promete juros para baixo  ao lado da selic, o banco central (bc) vem tomando iniciativas para empurrar para baixo os juros do crédito. entre elas estão medidas para baratear máquinas de cartão de crédito para lojistas e reduzir os depósitos compulsórios dos bancos — liberando mais dinheiro para ser emprestado aos clientes com menos juros. a próxima medida não deve vir do bc, mas foi divulgada pelo presidente do banco, ilan goldfajn. neste mês, a federação brasileira de bancos (febraban) deve anunciar medidas relacionadas ao cheque especial. na semana passada, em brasília, goldfajn enfatizou ser preciso temperar a meta da inflação com juros mais baixos por tempo prolongado. ele reforçou que a selic pode voltar a ser reduzida em maio, mas deve haver uma interrupção do ciclo de cortes em junho. o presidente do bc destacou que, em junho, os efeitos da selic na inflação serão sentidos, mesmo, em 2019. o que o consumidor precisa saber o sistema financeiro vem aumentando o crédito a empresas e a pessoas físicas. isso deve se acentuar nos próximos meses. mas é aí que mora o perigo. será que as pessoas saberão lidar com mais oferta de crédito? porque mesmo caindo, os juros seguirão elevados. ou seja, o risco de criar uma dívida impagável estará sempre presente. veja como estar preparado para fazer um empréstimo ou financiamento. - antes do crédito, a vida financeira deve estar organizada com um orçamento doméstico. isso é definir quais são as reais necessidades e planejar os gastos considerando a renda disponível — não a renda disponível mais o dinheiro que vier com o crédito. significa ter gastos dentro do salário.  - segundo a economista chefe da fecomércio-rs, patrícia palermo, só deve buscar crédito quem tiver dinheiro para pagá-lo no futuro. isso foge da lógica que muita gente segue: buscar empréstimos, justamente, por não se ter o dinheiro que se precisa.  -  o pulo do gato é fazer uma reserva financeira para eventuais gastos extras não previstos ou até planejar a compra. pagar juros sem extrema necessidade não é um bom negócio. e fazer dívidas sempre traz risco de se ter o nome negativado, perdendo o aceso a crédito ou empréstimos. - as taxas de juros são livres, sendo definidas pela própria instituição financeira. não existe controle de preços. a única obrigatoriedade que o banco tem é informar ao cliente as taxas que serão cobradas.  

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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