25/05/2016

Captação da previdência privada atinge R$ 21,5 bi no 1º tri, diz FenaPrevi

 fonte: paraíba total no período, foram contabilizados 12.319.665 pessoas com planos contratados os planos abertos de previdência receberam aportes de r$ 21,5 bilhões no primeiro trimestre, valor 5,7% superior ao verificado no mesmo período de 2015. a captação líquida, no entanto, já descontando o total de resgates, de cerca de r$ 13,4 bilhões, foi positiva em apenas r$ 8,1 bilhões, segundo dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). no período, foram contabilizados um total de 12.319.665 pessoas com planos contratados, sendo que deste total 9.273.919 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.045.746 pessoas com planos empresariais. mensal em março, os aportes foram de r$ 8,8 bilhões, o que significa retração de 3,3% em relação aos valores do igual mês de 2015, quando foram contabilizados r$ 9,1 bilhões. a captação líquida no período foi positiva em r$ 4 bilhões.
25/05/2016

Judicialização excessiva prejudica todo o mercado

 infelizmente, vivemos uma crise de judicialização. os assuntos estão sendo levados aos tribunais antes mesmo de se buscar uma solução dentro do mercado de seguros e isso prejudica as instituições. o alerta foi feito pela presidente da seção brasileira da associação internacional de direito de seguro (aida), ana rita petraroli, em entrevista exclusiva ao cqcs. para ela, esse problema pode ser minimizado com a disseminação da informação entre os consumidores: “é importantíssimo que o consumidor se sinta um agente de deveres, entenda o seu papel na relação, compreenda melhor suas obrigações, sem deixar de lado os seus direitos, frisou”. diante desse cenário, ana rita petraroli e sua diretoria estabeleceram três prioridades para o seu plano de gestão. a primeira delas é cimentar uma ponte com todas as entidades e pessoas que trabalham no mercado. a presidente da aida lembrou que o relacionamento com todas as entidades do setor é primordial para a associação, principalmente porque o mercado de seguros é amplo e há a necessidade de as entidades trabalharem juntas com o foco direcionado para o engrandecimento do produto seguro. cada entidade defende o seu interesse, mas todas devem buscar o crescimento do mercado, argumentou. outra prioridade é “falar para fora do mercado”, levando o conhecimento e a necessidade do seguro para as pessoas, sejam aquelas que já consomem o produto ou para quem jamais contratou uma apólice. “é preciso levar para o consumidor a consciência de que o seguro é um contrato colaborativo”, assinalou. por fim, há a intenção de se fazer um trabalho constante de esclarecimento do judiciário sobre a tecnicidade do seguro. “é um produto único, de nomenclatura especial”, destacou. a aida, que está presente em mais de 70 países, se dedica exclusivamente ao estudo do direito do seguro. no brasil, a entidade formou 14 grupos de trabalho para tratar de diferentes assuntos, como os seguros de veículos e garantias e o compliance. “a intenção é compartilhar conhecimento, estudar as necessidades do setor e do judiciário e ser ponte desses dois mundos, para que possamos nos entender visando ao crescimento do mercado de seguros e à segurança do consumidor”, acrescentou ana rita petraroli. fonte:  c q c s
25/05/2016

Nova diretoria da Susep vai fiscalizar corretores e autorreguladora

 a nova estrutura da susep, formalizada pela resolução 338/16 do cnsp, tem como um dos principais destaques a diretoria de supervisão de conduta – dicon, a qual ficará responsável pela fiscalização de corretores de seguros e autorreguladoras (ibracor). a dicon será comandada por helena mulim venceslau, que vinha ocupando o posto de diretora de fiscalização da autarquia. essa nova estrutura irá administrar os processos de produtos comercializados, nos termos da legislação e regulamentação vigentes; monitorar e fiscalizar os produtos e as operações de seguros, resseguros, previdência aberta complementar e capitalização; e avaliar as práticas de mercado, incluída a prevenção à lavagem de dinheiro. com muito mais força que a estrutura anterior, a diretoria de conduta poderá suspender, temporariamente ou definitivamente, produtos comercializados pelos mercados supervisionados; e submeter ao conselho diretor decretação de regime especial de direção fiscal, intervenção ou liquidação extrajudicial nas sociedades supervisionadas motivadas por questões relacionadas à conduta. no que se refere à fiscalização de conduta, inclusive dos corretores de seguros e autorreguladoras, a dicon deverá verificar o cumprimento das normas e regulamentos aplicáveis à conduta; e a adequação das relações de consumo à luz do direito dos consumidores e às boas práticas de mercado. fonte:  c q c s
18/05/2016

Projeto de lei para alterar a relação entre clientes, seguradoras e corretores

 a responsabilidade de corretores de seguros e seguradoras frente a questões jurídicas junto ao consumidor pode ser alterada. defendido pela fenacor, o projeto de lei 5127/2016, que tramita no congresso nacional, e propõe que caberá as seguradoras a responsabilidade objetiva em questões envolvendo pagamentos de sinistros, indenizações e ressarcimento de valores ao segurado em ações judiciais. autor do projeto, o deputado federal lucas vergilio (sd/go), explica que muitos consumidores de seguros sentem dificuldades de compreender qual a diferença entre o corretor e a seguradora, se são a mesma entidade, ou qual a afinidade entre ambos: - alguns acham que o corretor personifica a própria seguradora, o que, de fato e de direito, não é acertado. o corretor tem responsabilidades, mas é preciso separar. pelo pl, ele responderá, civilmente, de forma isolada, perante os segurados, estipulantes e seguradoras, pelos prejuízos materiais que lhes vierem a causar, quando agir com culpa ou dolo, no exercício de sua atividade ou profissão, observou. responsailidade das seguradoras o consumidor continuará protegido contra ações de má prestação de serviços, danos materiais e etc. mas o projeto deixa bem clara a responsabilidade objetiva das seguradoras. vale destacar que a intermediação nos contratos de seguro é área que ainda precisa ser bem regulamentada no direito brasileiro. há legislação específica mas o código civil de 2002 não tratou do tema de forma adequada. por isso, a confusão nos casos de demanda judicial. num cenário de muitas leis, as atribuições do corretor de seguros ainda são reguladas por uma lei de 50 anos atrás (lei 4.594, de 29 de dezembro de 1964). enquanto compete à susep regular e fiscalizar as atividades de seguro no brasil. mudanças no artigo 78 da lei 4594 o autor do projeto propôs a inclusão de dois parágrafos no artigo 78 da lei 4.594. o primeiro estipula que deverão ser considerados para seus devidos efeitos os atos praticados pelo corretor de seguros, que sejam anteriores à data da efetivação, da renovação, e da vigência do contrato. o segundo indica que não cabe a incidência de solidariedade passiva entre o corretor de seguros e a seguradora, ou entre o corretor de seguros e o segurado ou o estipulante, nas postulações deduzidas em juízo, que tenham como objeto o pagamento de sinistros, indenizações e ressarcimentos de valores relacionados ao correspondente contrato de seguro. segundo o pl, cabe ao corretor promover a aproximação das partes, com vistas ao resultado útil do negócio. não há débito de valores perante o segurado, antes ou depois da data do contrato de seguros, que possa influir ou configurar a hipótese de solidariedade passiva do corretor de seguros com a seguradora. patrimônio em risco a grande maioria dos corretores de seguros é formada por pessoas naturais e empresas de micro e pequenos portes, sem condições de arcar com os custos financeiros e demais despesas de estar em juízo. há também o risco da possibilidade de perda de seu patrimônio, quando condenados, por falta de uma adequada e melhor assistência jurídica. assim, como alternativa para encontrar uma solução justa para todos, é defendido que o pagamento de sinistros, indenizações e ressarcimento de valores ao segurado sejam realizados unicamente pela seguradora, responsável pela parte operacional e atividade-fim do contrato. serão mantidos os dispositivos do decreto-lei nº 73, pelos quais o corretor é obrigado a executar a mediação entre as partes envolvidas e a prestar ao cliente todos os esclarecimentos sobre o andamento do negócio. em conduta equivocada, poderá responder por perdas e danos. “é evidente que o corretor de seguros poderá ser acionado em ação regressiva. mas será por uma situação adequadamente comprovada em ação anterior proposta pelo segurado em face da seguradora, ou vice-versa”, conclui o deputado. fonte:  sincor rs
18/05/2016

Previdência complementar requer atenção aos tributos

 a instabilidade política e econômica que assola o brasil pode ser amortecida no ambiente financeiro de quem se preveniu. investir em previdência complementar, também chamada de previdência privada, pode ser uma boa opção a quem teme a diminuição da renda ao ingressar com o pedido de aposentadoria por meio da previdência social ou deseja economizar com boa rentabilidade. o que muitos contribuintes não sabem é que, além de escolher entre o plano gerador de benefício livre (pgbl) ou o vida gerador de benefício livre (vgbl), é necessário eleger, também, o regime de tributação incidente. a decisão pela melhor alternativa, necessária no momento da contratação do plano, pode trazer grandes benefícios na hora de receber a renda. os dois modelos de tributação são aplicáveis tanto ao pgbl quanto ao vgbl. por isso, especialistas indicam que, antes de escolher o regime de tributação, é preciso refletir qual será vantajoso no momento de realizar a dedução do valor depositado quando do preenchimento da declaração de imposto de renda pessoa física (dirpf). o contador adauto miguel fröhlich explica que o plano pgbl é indicado para clientes que fazem a declaração de imposto de renda (ir) completa - assalariados ou autônomos com imposto a pagar -, pois o cliente conta com o benefício de dedução de até 12%. nesse caso, a incidência do ir ocorrerá sobre o valor total resgatado ou de renda, conforme o tipo de tributação escolhida para seu plano. os contribuintes isentos da declaração podem optar pelo vgbl, no qual a tributação recai apenas sobre o ganho. neste caso, o cliente não pode usufruir do mesmo incentivo fiscal do pgbl na dirpf. no entanto, a incidência do ir sobre as aplicações se dá sobre os rendimentos também no momento do resgate, conforme o tipo de tributação escolhida. no regime progressivo, o cálculo do ir segue a mesma regra da alíquota anual, que varia entre 0% e 27,5%, dependendo do valor resgatado ou da renda. já no regime regressivo, a alíquota de ir é definida conforme o tempo de permanência de cada contribuição, uma vez que visa a estimular aplicações de longo prazo e leva em conta o prazo de permanência de cada aporte. aquelas que permanecem aplicadas por mais tempo, por exemplo, são tributadas com percentuais menores, chegando a 10% para prazos superiores a 10 anos. no regime regressivo, o ir é cobrado exclusivamente na fonte e não sofre compensação ou restituição na declaração de ajuste anual do ir.  avaliação minuciosa e individual pode garantir aquisição mais adequada mesmo após analisar os prós e contras de cada plano e regime tributário, é recomendável procurar especialistas que analisem minuciosamente caso a caso. "não tem como vender uma fórmula pronta", destaca o contador adauto miguel fröhlich. é claro que com as mudanças constantes em torno de tributos, de imposto de renda, fica difícil prever tudo que poderá ocorrer no longo prazo, admite fröhlich. porém, alguns pontos podem ser analisados, a fim de evitar prejuízos no momento em que a pessoa precisa de mais tranquilidade, concorda. "geralmente, oriento aqueles clientes que querem fazer a aplicação a me passarem os valores para, juntos, vermos pontos como o limite de dedução sobre o rendimento para que o investimento não ultrapasse esse valor", exemplifica. é preciso estar atento à escolha do regime de tributação, pois não é possível mudá-lo com o passar do tempo. além de auxiliar nesse ponto, o contador pode agir como um consultor financeiro, determinando, inclusive, a possibilidade de, no final do ano, realizar um aporte maior ao plano de previdência, tendo em vista o imposto a pagar no ano seguinte e o valor dedutível. a indicação de frölich é que seja feito o acompanhamento junto aos clientes interessados, tendo em vista que esse grupo não para de crescer. de olho nos planos felipe bottini, da icatu seguros, indica que o contratante deve estar atento aos seguintes pontos na hora de investir fundo de investimento estratégia de investimento: é importante que o participante escolha o fundo mais adequado ao seu perfil de risco. nesse ponto, é fundamental que o investidor entenda o risco que está correndo e não defina a escolha com base em resultados passados. taxa de administração: em geral, para estratégias conservadoras ou pouco sofisticadas, quanto menor a taxa, melhor para o cliente. esse raciocínio só não é válido para estratégias com gestão ativa, onde gestores diferenciados cobram taxas elevadas e buscam retornos superiores. fundo de previdência: taxa de carregamento: pode ser cobrada no momento da aplicação dos recursos (carregamento de entrada) ou no resgate e na portabilidade (carregamento de saída). recursos aplicados no plano através de portabilidade são isentos de carregamento. para o participante, portanto, quanto menor o carregamento, melhor. tábua biométrica e juros: estas são características importantes para o participante que deseja receber renda com os recursos acumulados no plano. a tábua biométrica reflete a expectativa de sobrevivência do participante, o que influencia diretamente no valor da renda que será contratada. em suma, tábuas biométricas mais antigas, que possuem uma expectativa de sobrevivência menor são melhores para o participante, pois geram valores de renda maiores. já os juros, quanto maior, melhor, pois é a rentabilidade mínima garantida na fase de recebimento de renda. popularização dos investimentos tem crescido no país cada vez mais, a previdência complementar têm despertado o interesse dos brasileiros. a brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada do brasil e especialista neste setor, realizou um levantamento para verificar o perfil desses clientes em todo o país. os dados são do mês de dezembro de 2015, sempre comparados aos do mesmo período do ano anterior, e foram levantados a partir da base de 1,8 milhão de planos das modalidades plano gerador de benefício livre (pgbl) e vida gerador de benefício livre (vgbl) da companhia - o chamado "mercado vivo". o estudo mostrou que houve aumento de 7% no número de contratação de planos no período de um ano. no geral, o valor das contribuições mensais também sofreu um acréscimo anual de cerca de 11% desde setembro de 2010, quando o aporte médio era da ordem de r$ 223,00. apenas no último ano (período compreendido entre dezembro de 2014 e dezembro de 2015), a variação foi de 17%: eram r$ 317,00 no ano passado e, agora, a média nacional saltou para r$ 373,00. entre os investidores da região sul do país, a pesquisa apurou aumento de 12%, passando de r$ 355,00 no ano passado face aos r$ 316,00 de 2014. o estudo apontou ainda que a maioria dos clientes, o equivalente a 63%, escolheu a tabela regressiva do imposto de renda, o que indica a intenção em permanecer por um tempo maior com o produto. a explicação está no fato de que, nesta modalidade, o imposto incidente no momento do resgate diminui conforme o tempo de aplicação de cada aporte, iniciando com uma alíquota de 35% e decrescendo a um patamar mínimo de 10%, após 10 anos. "a base de planos e de clientes da companhia cresce constantemente, o que demonstra o interesse da população em utilizar os planos de previdência para acumular recursos de longo prazo e incentivar a disciplina", comenta a gerente de inteligência e gestão de clientes da brasilprev, soraia fidalgo. ao mesmo tempo, segundo a especialista, a evolução do valor investido mensalmente pelos participantes atesta que estão preocupados em garantir a independência financeira e viabilizar projetos de vida. o superintendente de produtos de previdência da icatu seguros, felipe bottini, aponta a criação do vgbl, em 2002, como o principal fator de popularização da previdência complementar no brasil. para bottini, o plano permitiu que todos os brasileiros, independentemente de renda, tivessem acesso a um produto de previdência complementar. conforme dados da empresa, nos últimos 10 anos, o crescimento anualizado da indústria de previdência complementar aberta chegou a 25%. "o ano de 2015 é bastante emblemático para ilustrar a resiliência e potencial da previdência complementar aberta no brasil, pois, apesar da grave crise econômica que levou a uma queda do pib brasileiro em 3,85%, as reservas cresceram 22%", aponta. a previdência complementar ainda é um dos investimentos preferidos dos brasileiros pela clareza e por contar com a incidência de apenas um tributo: o imposto de renda, cobrado no resgate ou no recebimento de renda. "outro grande diferencial dos planos de previdência em relação à maioria dos fundos de investimento é a inexistência do imposto semestral come-cotas", lembra bottini.
28/04/2016

Confiança do setor de seguros sobe 12,8% em abril com cenário político

  índice alcança 83,4 pontos, o maior nível desde dezembro de 2014 rio - o índice de confiança do setor de seguros (icss) cresceu subiu 12,8% em abril, de acordo com pesquisa da federação nacional dos corretores de seguros privados e de resseguros, de capitalização, de previdência privada, das empresas corretoras de seguros e de resseguros (fenacor). esta é a segunda alta consecutiva do indicador, que chegou a 83,4 pontos, a maior média desde dezembro de 2014. segundo o presidente da entidade, armando vergilio, o nível pode ultrapassar os 100 pontos — patamar a partir do qual indica otimismo no setor — em dois meses se o cenário político continuar apresentando mudanças. “abril foi um mês de eventos marcantes no cenário político nacional, como a votação do impeachment na câmara dos deputados, e a economia tende a se aquecer na expectativa de soluções de médio prazo”, afirmou. o índice avalia o grau de confiança e as expectativas do mercado com base na consulta de 100 grandes empresas do setor. cada companhia, entre seguradoras, corretoras e resseguradoras, indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento de acordo com a entidade, 83% das resseguradoras, 68% das corretoras e 51% das seguradoras esperam um crescimento da economia pior ou muito pior nos próximos seis meses. com relação à rentabilidade do setor de seguros, 75% das resseguradoras estão otimistas. as resseguradoras estão otimistas em relação à rentabilidade do setor pelos próximos seis meses: 75%. entre as demais empresas, as seguradoras esperam melhora de 51% e as corretoras, de 56%. leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/confianca-do-setor-de-seguros-sobe-128-em-abril-com-cenario-politico-19191817#ixzz47duhnn4e fonte: o globo
13/04/2016

Susep muda norma para transferência de carteiras

 a susep alterou as normas vigentes para a transferência de carteira integral ou parcial entre as seguradoras, sociedades de capitalização e as entidades abertas de previdência complementar. segundo a circular 534/16, publicada nesta segunda-feira (11/04), a partir de agora, a sociedade ou entidade cedente deverá acostar ao processo administrativo os formulários definidos no site da susep, na seção “orientações de normativos/capital mínimo requerido/transferência de carteira”, preenchidos de acordo com as orientações ali contidas e as características da carteira transferida, para fins de cálculo do capital mínimo requerido. os arquivos eletrônicos desses formulários deverão ser encaminhados para a autarquia – através do correio eletrônico diris.rj@susep.gov.br – tendo como assunto o número do processo administrativo de transferência de carteira. após a realização da transferência, a sociedade/entidade cessionária deverá encaminhar à susep os dados históricos da carteira recebida, na forma disposta na regulamentação, para fins de ajustes no cálculo do capital mínimo requerido das empresas envolvidas. no caso de operações de seguros e previdência complementar aberta, a carta poderá ser emitida com a utilização de meios remotos nos termos da regulamentação vigente. fonte:  c q c s
07/04/2016

Aportes à previdência aberta sobem 24,3% em janeiro, diz FenaPrevi

 os aportes a planos previdenciários abertos (que incluem os pgbls e os vgbls) somaram r$ 6,3 bilhões em janeiro, crescimento de 24,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. os aportes a planos previdenciários abertos (que incluem os pgbls e os vgbls) somaram r$ 6,3 bilhões em janeiro, crescimento de 24,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. a captação líquida no primeiro mês do ano, diferença entre captação e resgates, registrou saldo positivo de r$ 1,7 bilhão, ante r$ 1,5 bilhão em janeiro de 2015, segundo informou a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), que representa 69 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. "mesmo com a economia em situação difícil, os participantes do sistema seguem fazendo reservas para a aposentadoria, o que mostra que a previdência complementar aberta segue ocupando papel de destaque no investimento de longo prazo dos brasileiros", diz em nota o presidente da fenaprevi, edson franco. segundo a fenaprevi, o sistema registrou em janeiro um total de 85.516 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios por morte e por invalidez, e pensões por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. no período, foram contabilizados um total de 12.271.620 pessoas com planos contratados, sendo que deste total 9.241.272 são individuais (já computados os planos para menores) e 3.030.348 empresariais. os planos individuais foram os que mais receberam recursos no primeiro mês do ano. no total, foram investidos r$ 5,5 bilhões, frente a r$ 4,3 bilhões registrados em janeiro de 2015. os planos para menores, por sua vez, acumularam r$ 152,5 milhões, alta de 15% em relação ao mesmo mês do ano anterior (r$ 132,6 milhões). os recursos destinados a planos empresariais avançaram 6,7% no mês e somaram r$ 627 milhões em contribuições em janeiro. o vgbl (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo do imposto de renda pessoa física), recebeu contribuições de r$ 5,7 bilhões em janeiro. o pgbl (indicado para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade do ir) registrou r$ 558 milhões. os planos tradicionais, por sua vez, anotaram r$ 63 milhões. fonte: estadão
07/04/2016

Investidores aplicam mais em previdência privada aberta

 os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os pgbls e os vgbls) somaram r$ 6,3 bilhões no primeiro mês do ano, registrando crescimento de 24,3% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram aplicados r$ 5,1 bilhões. no mês de janeiro, a captação líquida, diferença entre captação e resgates, por sua vez, registrou saldo positivo de r$ 1,7 bilhão. no mesmo mês do ano anterior o saldo foi de r$ 1,5 bilhão. os dados são da fenaprevi (federação nacional de previdência privada e vida), que representa 69 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. “mesmo com a economia em situação difícil, os participantes do sistema seguem fazendo reservas para a aposentadoria, o que mostra que a previdência complementar aberta segue ocupando papel de destaque no investimento de longo prazo dos brasileiros”, diz edson franco, presidente da fenaprevi. os dados do balanço da fenaprevi mostram também que o sistema registrou em janeiro um total de 85.516 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. no período, foram contabilizados um total de 12.271.620 pessoas com planos contratados, sendo que deste total 9.241.272 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.030.348 pessoas com planos empresariais. resultado por tipo de plano os planos individuais foram os que mais receberam recursos no primeiro mês do ano. no total, foram investidos r$ 5,5 bilhões, enquanto que no ano anterior foram registrados r$ 4,3 bilhões. os planos para menores, por sua vez, acumularam r$ 152,5 milhões, alta de 15% em relação ao mesmo mês do ano anterior (r$ 132,6 milhões). os recursos destinados a planos empresariais também avançaram e somaram r$ 627 milhões em contribuições em janeiro de 2016, representando crescimento de 6,7% em relação aos r$ 588 milhões arrecadados em janeiro de 2015. na análise por modalidade de plano, o vgbl (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de i.r.p.f.), recebeu contribuições de r$ 5,7 bilhões em janeiro de 2016. o pgbl (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de i.r.p.f.) registrou r$ 558 milhões. os planos tradicionais, por sua vez, registraram r$ 63 milhões. o tratamento fiscal a opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. no pgbl, modalidade de plano indicada para quem declara o imposto de renda (ir) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. é o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do ir devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício. para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração. já no vgbl, modalidade de plano indicada para quem declara o imposto de renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do ir, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do ir os valores dos aportes realizados ao plano. no entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o ir incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no pgbl. de acordo com o presidente da fenaprevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (pgbl e vgbl), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações. outra característica do pgbl e do vgbl é a possibilidade do poupador optar pelo regime de alíquotas progressivas ou de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, neste último caso, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do imposto de renda incidente. fonte: investimentos e notícias por nicole ongaratto

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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