27/04/2018

Estado vende mais 2,6 milhões de ações do Banrisul na bolsa

 o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html) o governo do rio grande do sul vendeu nesta sexta-feira (27) mais 2,6 milhões de ações, desta vez de seu estoque de ordinárias (com direito a voto) na bolsa de valores. não houve divulgação antecipada de que ocorreria o leilão no pregão eletrônico da b3 (ex-bm&fbovespa). até operadores e analistas de mercado que acompanham os papéis do banco se disseram surpresos. em 10 de abril, quando o estado vendeu 26 milhões de ações preferenciais, a divulgação ocorreu 24 horas antes em comunicado do banrisul. a oferta desta vez foi da ação brsr3 on, único papel ordinário negociado na bolsa. o volume de papéis foi vendido por r$ 17,69 por ação, que era o preço mínimo definido para o leilão. com isso, o valor bruto obtido ficou em r$ 47,89 milhões. em 10 de abril, a venda de 26 milhões de preferenciais resultou em r$ 484,9 milhões. o governo tinha 99,58% das ações ordinárias antes da venda de hoje e 50,62% do capital do banco. o valor unitário negociado nesta sexta ficou r$ 8,00 abaixo do fechamento do mercado da brsr3 nessa quinta-feira (26), quando a ação encerrou a sessão a r$ 25,73. "uma queda, portanto, de 31,4%", observa a economista laís martins fracasso, analista da fundamenta investimentos. laís lembra que o valor bruto só será repassado ao governo em três dias úteis (regra do mercado). a última vez que a brsr3 havia ficado abaixo de r$ 18,00 por ação foi em 26 de julho de 2017. "imagino que, se governo tivesse mais tempo, poderia fazer vendas melhores, mas se está vendendo a mercado assim, é porque o aperto das contas públicas está complicado", especula a analista da fundamenta. o leilão começou com 2 milhões de ações e, mesmo com preço que não saía do mínimo, a corretora responsável pela operação ampliou o volume. em 10 de abril, a venda das preferenciais passou pela mesma situação: o lote saiu por r$ 18,65, valor mínimo e abaixo da cotação de um dia antes, que fechou a r$ 19,15. um analista de uma corretora gaúcha que acompanha de perto o banco se disse surpreso com a oferta, lembrando o fato de não ter ocorrido divulgação prévia e ainda por um valor bem abaixo do último pregão. até a ampliação da oferta de ações, que costuma ocorrer quando há maior interesse e para elevar preço, chama a atenção, diz ele, pois a negociação se manteve no mínimo pedido. "nunca vamos ver um controlador da gerdau, por exemplo, fazer isso. se fizer tudo bem organizado, com encontros com investidores, road-show etc, o estado conseguiria aumentar muito o obtido hoje", aposta o analista. "quem comprou as ações hoje pelo valor ofertado agradece", ironiza ele, lembrando que mesmo o governo federal, outras estatais e até prefeituras costumam dar publicidade a operações que envolvam ativos. o governo chegou a anunciar em setembro passado que venderia ações ordinárias no limite do controle, mas depois desistiu alegando que o valor das ações estava abaixo do esperado. este ano o banco anunciou que fará abertura de capital da banrisul cartões, uma operação muito esperada pelo mercado. analistas e investidores tinham expectativa de privatização do banco, que depende de plebiscito ou alteração da legislação estadual excluindo a consulta. o governo sartori tem descartado a proposta. para aderir ao acordo de renegociação da dívida com a união, o estado quer fazer plebiscito sobre a venda ou federalização de ceee, sulgás e companhia rio-grandense de mineração (crm). leilão durou uma hora o pregão na b3 (novo da bmf&bovespa) ocorreu entre 11h e 12h05min. na tela do pregão, não é identificado o detentor das ações. aparece que a oferta foi lançada pela corretora do btg. como o maior volume de ações ordinárias pertence ao estado - antes do leilão eram 204 milhões, analistas não têm dúvida que é o estado que está vendendo. "o outro acionista que tem mais ações é a fundação banrisul, o fundo de pensão dos funcionários do banco, mas que tem 449.054 ações. então, só pode ser o estado vendendo", conclui um analista de uma corretora gaúcha. o jornal do comércio buscou informação com o banrisul para confirmar a operação, mas o banco disse que não comentaria o assunto. a mesma solicitação foi feita à secretaria estadual da fazenda (sefaz), que ainda não se pronunciou. o btg também foi contratado para fazer a corretagem, o que incluiria vender tanto ações preferenciais como as que foram ofertadas nesta sexta. também haveria um valor mínimo de oferta. na oferta anterior, o estado se manifestou por nota justificando que a venda foi motivada "pela busca do equilíbrio fiscal" e para "cumprir compromissos financeiros essenciais". mas não houve detalhamento se o dinheiro seria usado para pagar salários. mercado e entidades sindicais apontam a razão como maior fator. questionado sobre o resultado do negócio, o governo não comentou se a negociação frustrou as expectativas de arrecadação. a secretaria da fazenda explica que, apesar de fechar abaixo da cotação de mercado, a venda foi efetuada por mais de r$ 18,00, que era o valor mínimo pré-estabelecido. com os quase r$ 500 milhões em caixa (venda de dois lotes de ações do banco público), o estado coincidentemente anunciou que pagará na segunda-feira (30), véspera do 1 de maio (dia do trabalho) valor de r$ 4 mil para cada servidor. nos meses anterior, o valor era sempre inferior. laís fracasso analisa que o fato de vender pelo preço mínimo, após alta no dia anterior, poderia ter provocado uma revisão na venda, para elevar o valor mínimo. "em um leilão, o objetivo sempre é que saia pelo maior preço, dependendo da demanda. se saiu pelo mínimo, provavelmente a demanda não foi tão forte", cogita a economista. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624516-estado-vende-mais-2-6-milhoes-de-acoes-do-banrisul-na-bolsa.html)
25/04/2018

Alta cobrança do IRPF ajuda aporte em PGBL

 falta de reajuste da tabela do imposto de renda incentiva declarantes a pesquisar informações sobre vantagens na contratação de planos geradores de benefícios livres fonte: dci por ernani fagundes • são paulo a falta de correção pela inflação da tabela do imposto de renda (ir) e o aprendizado dos declarantes com as vantagens fiscais está incentivando uma maior procura por planos geradores de benefícios livres (pgbl) para complementar a aposentadoria no futuro. no ano passado, de acordo com dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), o aporte em pgbls – feito por pessoas físicas que fazem a declaração completa do imposto de renda (irpf) cresceu 14% para r$ 10,17 bilhões, enquanto as contribuições para o vida gerador de benefícios livres (vgbls) – voltada para quem faz a declaração no modelo simplificado – avançou 1,6% para r$ 106,62 bilhões. “independente da correção da tabela do ir, para quem faz a declaração completa, a aplicação em pgbl é extremamente vantajosa. dependendo do valor da renda aos 65 anos, talvez ela nem pague mais o imposto de renda”, lembrou o gerente comercial da brasilprev, wagner soares. ele explicou que no modelo pgbl, pela tabela progressiva compensável, o limite de isenção dobra de r$ 1.903,38 para r$ 3.806,76 quando o declarante atinge os 65 anos. “isso vale para a renda (somada) do inss e da previdência complementar”, disse. o superintendente da icatu seguros, bruno hoffmann, também lembra que a pessoa física pode abater até 12% do imposto devido com aportes no pgbl. “essa contribuição acumulada ao longo do tempo irá rentabilizar e formar uma reserva importante para o futuro”, explica hoffmann. ele contou que, em geral, no início de carreira, as pessoas costumam contratar um vgbl (voltado para declaração simplificada), mas depois de um determinado patamar de renda, o pgbl passa a ser mais interessante. “é comum [a partir daí] ter os dois produtos e contribuir para aquele que for mais conveniente”, respondeu. além da demanda por pgbls, hoffmann também aponta a procura por esses planos de previdência na categoria multimercados por causa do momento de juros baixos nos planos de previdência renda fixa. “a icatu sempre promoveu essa diversificação. o mercado era muito concentrado em renda fixa”, disse. sobre esse movimento de diversificação, soares contou que a brasilprev trabalha com o conceito de “carteiras sugeridas” de acordo com o perfil de cada investidor. “temos diferentes fundos de previdência, e o cliente pode compor sua carteira com renda fixa, multimercados ou dividendos [ações]”, detalhou. em termos de rentabilidade, dados da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) mostram que nos últimos 12 meses até 18 de abril, os fundos de previdência renda fixa renderam 8,85%; seguido pelos planos multimercados com 10,06%, e a previdência ações com ganhos de 32,17%. “é um investimento para o longo prazo”, diz hoffmann. na visão do ceo da plataforma (fintech) ciclic, raphael swierczynski, existe uma demanda por produtos de previdência privada que não foi completamente atendida. “fizemos um estudo de mercado e existe uma demanda real da maioria da população. e é muito provável que a reforma [das aposentadorias públicas] volte a pauta no próximo governo”, disse o executivo. segundo o estudo da ciclic, mais de 90% da população se enquadra no vgbl. “mas há muito interesse pelo pgbl no mês de dezembro, por causa do ir”, diz swierczynski. dicas na declaração a diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro, fernanda pasquarelli, diz que uma pessoa que tenha um rendimento de r$ 3 mil por mês e aplica 5% desse valor em um plano pgbl, teria investido ao longo do ano r$ 1,8 mil, já dedutível do ir. “no entanto, para aproveitar melhor o incentivo, até o final do ano ela pode ainda fazer um aporte extra de r$ 2.520,00 e, assim, deduzir um total de r$ 4.320,00 no seu imposto [12% da sua renda bruta anual]. isso pode gerar mais economia com o ir”, exemplificou a diretora. a brasilprev avisa que o prazo final para a declaração de ajuste anual do imposto de renda da pessoa física (irpf) vai até 30 de abril. “este plano [pgbl] deve ser mencionado na ficha de pagamentos e doações efetuadas, código 36, da declaração de ajuste anual do ir”, orienta. “quem possui um vgbl deve informar o montante de contribuições feitas até o final do ano base na ficha de relação de bens e direitos, pelo código 97”, recomenda.
25/04/2018

Números do primeiro trimestre de 2018 injetam mais otimismo no mercado de seguros

 o fechamento do primeiro trimestre do ano reforçou a expectativa do mercado de seguros de que 2018 será de melhores resultados. até março, a receita de seguros de ramos elementares, que incluem as apólices para patrimônio e não considera o dpvat, cresceu 7% ante igual intervalo de 2017, enquanto o de pessoas avançou 13%, conforme dados da carta de conjuntura do sindicato dos corretores no estado de são paulo (sincor-sp) que será divulgada hoje, 25. agora vai? isso já se reflete no otimismo do setor. o índice de confiança do setor de seguros (icss) chegou a 123,5 pontos em março, voltando a crescer no comparativo mensal. ficou, porém, abaixo do recorde visto em janeiro, de 127,2 pontos. fonte: economia & negócios
25/04/2018

Corretores de seguros aprovam prestação de contas do Sincor-SP

 com 115 votos a favor, os corretores de seguros aprovaram a prestação de contas do exercício de 2017 do sincor-sp, durante assembleia geral ordinária, realizada na sede da entidade no dia 23 de abril, conforme edital publicado no jornal o estado de são paulo do dia 12. na ocasião, foi apresentado o relatório de administração e prestação de contas – exercício 2017, que apresentou os balanços, as entregas da gestão, notas explicativas, além dos comparativos do ano. “produzimos este relatório para mostrar detalhadamente aos associados o que é feito com o investimento que eles depositam no sincor-sp”, declara o presidente, alexandre camillo. o documento está disponível para os associados no portal da transparência. a mesa diretiva foi presidida pelo corretor de seguros manuel dantas matos e contou com a presença de eduardo pileggi (conselho fiscal), braz romildo fernandes (diretor da regional são paulo centro), marco damiani (1º tesoureiro) e alexandre camillo (presidente). fonte: comunicação sincor-sp
25/04/2018

Como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos

 estratégia envolve uma série de ferramentas, desde a constituição de holdings familiares à contratação de seguros de vida como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos – infomoney   veja mais em: http://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/noticia/7390150/como-milionarios-planejam-sucessao-patrimonial-para-pagar-menos-impostos
25/04/2018

CVG/RS organiza Feijoada de Integração do Mercado no Dia Continental do Seguro

  segunda edição da iniciativa acontece no dia 19 de maio, no grêmio náutico gaúcho o dia continental do seguro foi criado para ressaltar a importância social e econômica do ramo, além de promover confraternização entre os profissionais de seguros das américas. a data, comemorada no dia 14 de maio, ganha comemoração especial em porto alegre (rs). o clube de seguros de vida e benefícios do rio grande do sul (cvg/rs) organiza pelo segundo ano consecutivo a feijoada de integração do mercado, no grêmio náutico gaúcho.
25/04/2018

Setor externo tem superávit de US$ 798 milhões em março, revela BC

 após o superávit de us$ 283 milhões em fevereiro, o resultado das transações correntes seguiu positivo em us$ 798 milhões em março deste ano, informou nesta quarta-feira (25) o banco central. a instituição projetava para o mês passado superávit em conta de us$ 200 milhões. a estimativa atual do bc, atualizada em março, é de que o rombo externo de 2018 seja de us$ 23,3 bilhões. a balança comercial registrou saldo positivo de us$ 5,974 bilhões em março, enquanto a conta de serviços ficou negativa em us$ 2,776 bilhões. a conta de renda primária também ficou deficitária, em us$ 2,577 bilhões. no caso da conta financeira, o resultado ficou no azul em us$ 1,047 bilhão. no acumulado do primeiro trimestre de 2018, o rombo nas contas externas soma us$ 3,219 bilhões. já nos 12 meses até março deste ano, o saldo das transações correntes está negativo em us$ 8,337 bilhões, o que representa 0,41% do produto interno bruto (pib). a remessa de lucros e dividendos de companhias instaladas no brasil para suas matrizes foi de us$ 184 milhões em março, informou o banco central. a saída líquida representa volume menor que os us$ 1,021 bilhão que foram enviados em igual mês do ano passado, já descontados os ingressos. no acumulado do primeiro trimestre, a saída líquida de recursos via remessa de lucros e dividendos alcançou us$ 473 milhões. a expectativa do bc é de que a remessa de lucros e dividendos deste ano some us$ 24,5 bilhões. a conta de viagens internacionais voltou a registrar déficit em março, informou o banco central. no mês passado, quando o dólar subiu 2,43% ante o real, a diferença entre o que os brasileiros gastaram lá fora e o que os estrangeiros desembolsaram no brasil foi de um saldo negativo de us$ 980 milhões. em igual mês de 2017, o déficit nessa conta foi de us$ 883 milhões. o desempenho da conta de viagens internacionais foi determinado por despesas de brasileiros no exterior, que somaram us$ 1,524 bilhão em março. já o gasto dos estrangeiros em passeio pelo brasil ficou em us$ 544 milhões no mês passado. no primeiro trimestre, o saldo líquido dessa conta está negativo em us$ 2,998 bilhões. para 2018, o bc estima um déficit de us$ 17,3 bilhões para esta rubrica, mais que os us$ 13,192 bilhões de déficit registrados em 2017. o banco central informou ainda que as despesas com juros externos somaram us$ 754 milhões em março, ante us$ 1,332 bilhão em igual mês do ano passado. no acumulado do primeiro trimestre, essas despesas alcançaram us$ 5,868 bilhões. para este ano, o bc projeta pagamento de juros no valor de us$ 19,4 bilhões.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623972-setor-externo-tem-superavit-de-us-798-milhoes-em-marco-revela-bc.html)
25/04/2018

Bovespa cai com cautela política e exterior pesado

 a bovespa iniciou os negócios em queda na manhã desta quarta-feira (25) em linha com o comportamento de seus pares internacionais. no cenário político local, desagradou aos investidores o resultado da pesquisa ibope divulgada na terça-feira (24). o levantamento mostrou que entre os eleitores de são paulo o ex-governador paulista geraldo alckmin (psdb) aparece em segundo lugar, empatado com o deputado jair bolsonaro (psl), ambos com 14%. a expectativa era de que o tucano se saísse melhor na sondagem que ouviu eleitores do estado que governou por quatro mandatos. além disso, o ex-presidente da república luiz inácio lula da silva (pt) lidera a corrida, mesmo preso e condenado na lava jato. também traz preocupação ao mercado a vitória parcial que o ex-presidente da república obteve na terça, com a decisão da segunda turma do stf de retirar de sérgio moro menções da delação da odebrecht que tratam do sítio de atibaia (sp) e do instituto lula. às 10h33min, o ibovespa recuava 0,89%, aos 84.706,48 pontos. as units do santander, que divulgou balanço mais cedo, exibiam queda de 2,55%. a instituição iniciou o pregão com ganhos, mas pouco depois passou a cair, sob influência da cautela política e do ambiente externo negativo. além disso, o resultado do banco foi de certa forma antecipado, já que a matriz espanhola abriu seus números na terça.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623971-bovespa-cai-com-cautela-politica-e-exterior-pesado.html)  
25/04/2018

Confiança do consumidor sobe em abril, mas segue em nível muito baixo, diz CNI

 o índice nacional de expectativa do consumidor (inec), medido pela confederação nacional da indústria (cni), subiu apenas 0,3% em abril em relação a março, ficando em 102,2 pontos. o aumento é fraco e ainda deixa o indicador abaixo da média histórica da pesquisa, que é de 107,9 pontos. os dados foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (25). para a cni, o resultado de abril demonstra que a confiança do brasileiro ainda é insuficiente para reativar o consumo. "há quase dois anos, o índice está oscilando em um patamar muito baixo. com isso, as pessoas têm pouca disposição para fazer compras, o que limita o crescimento do consumo e da economia como um todo", avalia o economista da cni marcelo azevedo. segundo o estudo, o inec está, desde junho de 2016, variando dentro da faixa de 100 e 105 pontos, com duas exceções, a última delas em setembro de 2017, quando o índice foi a 98,5 pontos. nos meses seguintes, até abril de 2018, o índice mostra três variações mensais positivas e quatro negativas - e acumula alta de apenas 3,8% no período. a leve recuperação registrada em abril, de acordo com a entidade, se deve a uma melhora nas expectativas do consumidor diante da inflação, do emprego e da renda pessoal nos próximos seis meses. "os índices de expectativa de inflação, desemprego e própria renda registram crescimento de mais de 2% na comparação com março. ou seja, revela que os consumidores esperam menor inflação e desemprego, e aumento de sua renda", cita o levantamento. apesar disso, o componente que avalia a expectativa quanto ao endividamento piorou, com queda de 3,4% em relação a edição anterior da pesquisa, indicando aumento das dívidas das famílias. o consumidor também vê uma piora na situação econômica, com recuos no índice de situação financeira e de compras de bens de uso doméstico de maior valor, como móveis e eletrodomésticos. os recuos nesses índices foram de -0,8% e -0,4%, respectivamente. a cni explica que o inec é um indicador que ajuda a antecipar variações na atividade econômica. "consumidores pouco confiantes tendem a diminuir as compras. com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia", reforça. o inec é elaborado em parceria com o ibope e esta edição do estudo ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 12 e 16 de abril.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623973-confianca-do-consumidor-sobe-em-abril-mas-segue-em-nivel-muito-baixo-diz-cni.html)

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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