19/10/2018

Seguradoras que transformam seus negócios e modelos operacionais podem obter US$ 375 bilhões em novas receitas, afirma estudo da Accenture

 são paulo, outubro de 2018 – seguradoras do mundo todo podem obter us$ 375 bilhões em novas receitas ao longo dos próximos cinco anos por meio da transformação e revitalização de seus negócios, segundo estudo da accenture. o documento “insurance as a living business” conclui que as seguradoras que inovam continuamente e se adaptam às mudanças nas necessidades dos clientes conseguirão aproveitar oportunidades emergentes de crescimento e ultrapassar seus concorrentes. a pesquisa estima que essas seguradoras poderiam, juntas, gerar us$ 177 bilhões adicionais em receitas relacionadas a cinco áreas principais: riscos emergentes como cibersegurança e veículos autônomos; melhor penetração em mercados que até agora se mostram de difícil rentabilização; serviços de valor agregado que ajudam a reduzir o risco dos clientes, como dispositivos conectados dentro das casas para detectar problemas de manutenção antes que causem danos; parcerias comerciais expandidas, dentro e fora do ecossistema de seguros, para criar ofertas mais personalizadas para os consumidores; e a monetização de ativos como dados, plataformas e algoritmos. outros us$ 198 bilhões em novas receitas representam a mudança potencial em participação de mercado dentro das mesmas cinco áreas principais, favorecendo seguradoras que adotam a transformação em troca de concorrentes menos responsivos. de acordo com o estudo, a inovação e a adaptação às mudanças nas necessidades dos clientes exigirão das seguradoras o desenvolvimento de bancos de talentos mais fluidos, agilização da infraestrutura já existente, uso de dados e analytics para personalizar seus serviços de forma mais efetiva e a criação de uma equipe de liderança forte e de uma cultura organizacional aberta a novas ideias e abordagens. "a indústria de seguros, tal como a conhecemos hoje, está à beira de um ambiente de negócios totalmente novo", diz hugo assis, líder da prática de seguros na accenture para américa latina. "separar-se da manada e capturar novas oportunidades de receita exige uma mudança na visão de negócios - do foco no produto para o foco no cliente; de modelos operacionais rígidos para modelos mais fluidos e ágeis que respondam rapidamente às preferências dos clientes; e de atuar sozinho no mercado para parcerias com insurtechs e gigantes tecnológicos que podem ajudar na exploração de novos segmentos de clientes e no fortalecimento de suas marcas". o estudo recomenda uma série de passos que as seguradoras podem tomar para ampliar suas oportunidades de crescimento. dentre esses passos estão o desenvolvimento de uma estratégia digital que abranja novos modelos e tecnologias para a empresa como um todo - incluindo inteligência artificial, blockchain, contratos inteligentes e a internet das coisas (iot) - para que possa oferecer serviços mais personalizados e rápidos, além de tirar o máximo proveito das informações de seus clientes, o seu bem mais precioso, para maior customização de suas ofertas. além disso, o estudo identifica cinco áreas - ligadas a seguros gerais, vida & acidentes e mercado de médias empresas - para crescimento de receitas nas quais as seguradoras de seguros poderiam lançar novos produtos e serviços ou aumentar o alcance do seu portfólio atual. maneiras novas e mais eficientes de mirar segmentos de mercado difíceis de alcançar. com a proliferação dos novos canais (on-line e celular) e tecnologias (analytics e geolocalização), as seguradoras podem acessar segmentos de difícil alcance, como microsseguros ou emissão imediata de seguros de vida, para aumentar a sua participação no mercado de forma eficiente. isso poderia gerar us$ 144 bilhões em novas receitas. oportunidades para novos riscos. as seguradoras devem desenvolver novas ofertas para riscos emergentes, como seguros para ataques cibernéticos e novas exposições por conta do surgimento dos veículos autônomos. isso poderia gerar us$ 111 bilhões em novas receitas. funções intermediárias e ecossistemas não tradicionais. as relações com as insurtechs e empresas de outros setores podem oferecer às seguradoras a oportunidade de se engajarem com os clientes de forma diferente e descobrir novas fontes de valor. isso inclui a entrada das seguradoras em ecossistemas existentes e operados por plataformas online como google, amazon, facebook e apple para que possam se conectar com clientes que já usam essas plataformas, incluindo os assistentes virtuais. esta abordagem poderia gerar us$ 80 bilhões em novas receitas. de acordo com o estudo, três quartos (76%) das novas receitas nas linhas de seguros gerais e acidentes provavelmente virão desses relacionamentos pouco tradicionais. monetização de plataformas e modelos de dados. as seguradoras podem oferecer seus ativos - dados, análises de clientes, plataformas e modelos de serviços, algoritmos de riscos, etc. - para parceiros que poderiam se beneficiar com eles. isso poderia gerar us$ 28 bilhões em novas receitas. serviços de valor agregado. as seguradoras devem focar os serviços personalizados que ajudam a reduzir os riscos do cliente, como o uso de wearables que ajudam pessoas idosas a ficarem em casa por mais tempo, além da venda e gestão de dispositivos conectados para o lar. isso poderia gerar us$ 12 bilhões em novas receitas. "a manutenção do padrão atual de negócios não é sustentável", afirma assis. "os lucros e receitas das seguradoras estão sendo pressionados pelo crescimento das insurtechs e da presença cada vez maior de empresas de tecnologia com fortes relacionamentos personalizados com seus clientes. a inovação - para além de agregadores e distribuidores on-line - precisa ser uma prioridade para o setor. as operadoras que fizerem as mudanças certas nos seus negócios, compreenderem seus clientes e responderem rapidamente e sem medo às suas demandas com ofertas relevantes e inovadoras terão maiores possibilidades de aumentar sua participação de mercado e capitalizar com as oportunidades emergentes". fonte: portal nacional de seguros por sergio pedroso
19/10/2018

Qual a próxima onda?

 estamos vivendo uma era na tecnologia, que podemos chamar de 4ª revolução industrial ou a revolução da indústria 4.0. e depois de ter passado por outras três grandes revoluções, podemos dizer que essa está sendo a mais transformadora de todas. e não pelo que ela está fazendo com as relações humanas e de trabalho, pois as outras também trouxeram grandes mudanças para a sociedade, mas pela velocidade e pelo impacto que ela está causando. essa revolução está criando um mercado novo, disruptivo, algo inimaginável há 5 ou 10 anos. mas o que é mais disruptivo dessa nova era é a rapidez com que as novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e estão chegando às prateleiras, e o quanto elas estão exigindo que cada vez mais as empresas e os profissionais acompanhem esse processo. e o principal desafio é justamente se manter atualizado e com a mesma velocidade. e quando o assunto é inovação, ainda há um longo caminho a percorrer. no ranking mundial de inovação elaborado pela universidade de cornell, pela escola de negócios insead e pela organização mundial da propriedade intelectual (ompi), deste ano, o brasil aparece na 64ª posição. e apesar de ter saltado cinco posições, depois de 2 anos estagnado, o país, que tem o 8º maior pib – produto interno bruto – do mundo, e é a maior potência econômica da américa latina e caribe, ainda está atrás dos vizinhos chile (47ª posição), costa rica (54ª) e méxico (56ª). mas o que pode parecer um atraso, pode ser também uma oportunidade. até porque, nós do mercado de tecnologia e fornecedores de soluções e inovação, estamos percebendo é que a ti finalmente deixou de ser uma preocupação somente do cio e passou a ser parte estratégica das corporações. além disso, a necessidade da transformação digital vem impulsionando cada vez mais os investimentos em tic. segundo estimativa do gartner, os investimentos em tecnologia previstos para esse ano são 4,5% maiores do que no ano anterior. o montante deve chegar em us$ 3,7 trilhões. a dúvida que fica é no que investir? qual é a próxima onda? a aposta, depois da migração para a nuvem, é que tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial e analytics impulsionem esse crescimento. o estudo do gartner, mostra que somente ia deve gerar us$ 2,9 trilhões em investimentos até 2021. o segmento de software também tem grande destaque para nos futuros aportes. isso porque as empresas devem apostar cada vez mais no modelo de saas (software as a service), que deve receber o montante de us$ 389 bilhões, o que representa 9,5% dos investimentos previstos. e a razão dessa tendência é simples. as tecnologias que têm foco na experiência dos usuários são as que mais devem ter espaço nas futuras inovações. além disso, o iot aliado ao analytics, são capazes de fazer análises preditivas, e isso pode ajudar a desenvolver produtos mais assertivos, reduzir custos e etc., portanto, se é isso que prometem serem as novas ondas do futuro, cabe a nós, fornecedores de tecnologia, buscarmos pelas melhores soluções e entendermos que muitas vezes os principais desafios, também podem ser grandes oportunidades. e para quem ainda não se deu conta da necessidade de mudar a rota, de investir em novas tecnologias e apostar na inovação, ainda é tempo! fonte: portal nacional de seguros por helio suzuki
19/10/2018

Empresários da indústria estão mais confiantes, diz CNI

 o índice de confiança do empresário industrial aumentou 0,9 ponto em relação ao mês passado e alcançou 53,7 pontos em outubro. com isso, o indicador acumula uma alta de 4,1 pontos nos últimos quatro meses. os resultados da pesquisa divulgada nessa sexta-feira (19) pela confederação nacional da indústria (cni) mostram que o empresário voltou a mostrar mais confiança na recuperação da economia. os indicadores variam de zero a 100 pontos. quando estão acima de 50 mostram que os industriais estão otimistas. a média histórica do índice é de 54,1 pontos. "mesmo com a sequência de bons resultados, o índice encontra-se 1,8 ponto abaixo do registrado em maio de 2018, antes da paralisação dos serviços de transporte de carga. o índice de confiança do empresário industrial de outubro ainda é 0,4 ponto inferior à sua média histórica e 2,3 pontos inferior ao registrado em outubro de 2017", diz o estudo. de acordo com a cni, embora haja uma percepção de piora nas condições atuais das empresas e da economia, as expectativas para os próximos seis meses estão mais otimistas e estimulam a retomada da produção e dos investimentos. entretanto, a melhora do índice em outubro deve-se, exclusivamente, às expectativas do empresário. neste mês, o índice de condições atuais caiu para 45,8 pontos e está 0,9 ponto abaixo do registrado em setembro. é a segunda queda consecutiva do indicador e, segundo a cni, mostra que o empresário percebe a piora crescente de suas condições correntes de negócios, tanto na economia brasileira quanto nas condições da empresa. no entanto, o índice de expectativas para os próximos seis meses subiu para 57,8 pontos e ficou acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa o pessimismo do otimismo. a confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o índice alcançou 54,9 pontos. nas pequenas, o indicador alcançou 52,1 pontos e, nas médias, 53 pontos. a pesquisa mostra ainda que os empresários de todo o país estão otimistas. o índice de confiança do empresário industrial está acima de 50 pontos em todas as regiões. neste mês, o indicador aumentou no nordeste, no sul e no sudeste e recuou no norte e no centro-oeste. a pesquisa ouviu 2.759 empresas entre 1º e 15 de outubro. dessas, 1.094 são pequenas, 1.034 são médias e 631 são de grande porte. o estudo completo está disponível na página da cni.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653324-empresarios-da-industria-estao-mais-confiantes-diz-cni.html)
19/10/2018

Dólar cai com força de moedas emergentes e sinais de estímulo chinês após PIB

 o dólar opera em baixa ante o real desde os primeiros negócios desta sexta-feira (19). às 9h48min desta sexta-feira (19), o dólar à vista caía 0,43%, a r$ 3,7118. o dólar futuro de novembro recuava 0,30%, a r$ 3,7140. o real brasileiro se beneficia do fortalecimento de moedas emergentes e ligadas a commodities na esteira do avanço do yuan. a moeda chinesa se recuperou após perdas registradas durante a madrugada à medida que autoridades de pequim se esforçaram de maneira coordenada para tranquilizar investidores após o anúncio de crescimento econômico abaixo do esperado. o produto interno bruto (pib) chinês teve expansão anual de 6,5% no terceiro trimestre, um pouco abaixo das expectativas (6,6%) e no ritmo mais fraco desde o início de 2009. o banco dbs prevê que o país asiático manterá uma política monetária acomodatícia e também que, se todas as importações chinesas passarem a ser tarifadas pelos eua, "pequim terá de responder com uma substancial realavancagem da economia". as atenções dos investidores locais seguem ainda nos nomes para o primeiro escalão e prioridades da agenda econômica do futuro governo do brasil. a vantagem de 18 pontos para jair bolsonaro (psl) em relação a fernando haddad (pt) na pesquisa datafolha, divulgada na noite dessa quinta-feira (18), só reforça a aposta na possível vitória do capitão reformado, que foi inclusive amplamente precificada nos ativos financeiros, segundo operadores do mercado. na pesquisa, bolsonaro tem 59% dos votos válidos, contra 41% de haddad.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653318-dolar-cai-com-forca-de-moedas-emergentes-e-sinais-de-estimulo-chines-apos-pib.html)  
19/10/2018

Nova Iorque em alta ajuda Ibovespa para voltar aos 85 mil pontos

 após um dia de forte correção, o ibovespa tem abertura positiva nesta sexta-feira (19), no último pregão da semana e seguia em alta amparada por seus pares no exterior. o ambiente externo favorável dá espaço para que, por aqui, os investidores estejam mais propensos às compras. às 10h52min, o ibovespa tinha alta de 1,15%, aos 84.810,37 pontos. pouco antes do fechamento deste texto, o ibovespa acelerou o ritmo de alta rumo aos 85 mil pontos após os mercados acionários em nova iorque renovarem máximas na sessão. antes mesmo da abertura do pregão dos pares americanos, o índice à vista por aqui já ensaiava o retorno ao patamar que havia largado nessa quinta-feira (18). "hoje é um dia de ajuste às quedas de ontem. no exterior, isso não significa uma tendência de alta, uma vez que pesa a percepção de risco em relação ao aperto monetário dos estados unidos", disse nicolas balafas, da planner corretora. "no plano interno, o mercado já pavimenta uma alta com o candidato pró-mercado jair bolsonaro dando sinalizações ainda superficiais, mas positivas." nos estados unidos, o dow jones subia 0,76% e o nasdaq avançava 1,09%. também os contratos futuros de petróleo operavam em alta, com bret subindo 1,59% e o wti, 1,28% no horário acima. mais cedo, as bolsas chinesas embarcaram num rali à medida que autoridades do governo da china vieram a público de maneira coordenada para tranquilizar investidores após a divulgação de números de crescimento econômico abaixo do esperado. investidores apostam nas ações do governo chinês para conter esse movimento. a alta no mercado acionário asiático ajudou os pares europeus, que pouco antes do fechamento deste texto, saiam do negativo e já operavam com sinais mistos. na cena interna, com as pesquisas de intenção de voto sinalizando liderança com folga de jair bolsonaro (psl), os agentes de mercado voltam os olhos para a formação da equipe econômica do eventual futuro presidente, principalmente para a presidência do banco central, uma vez que paulo guedes já está definido como ministro da fazenda. guedes mostra preferência pela manutenção de ilan goldfajn no cargo, mas rumores de que ele não ficaria no cargo desencadearam, na tarde de quinta, certa cautela dos investidores pelas incertezas inerentes ao tema. destaque ainda para leilão de privatização da cesp. mais cedo, o governo de são paulo conseguiu reverter a decisão judicial que suspendia o processo de renovação de contrato de concessão da hidrelétrica de porto primavera, principal ativo da companhia. a entrega das propostas, prevista para às 10h, foi adiada para às 12h.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653323-nova-iorque-em-alta-ajuda-ibovespa-para-voltar-aos-85-mil-pontos.html)  
16/10/2018

Plenário pode votar projeto com novas regras para serviços de seguros

 a comissão de assuntos econômicos aprovou na quarta-feira (10) um projeto que visa aumentar a segurança dos cidadãos que usam serviço de corretagem de seguros (plc 7/2013). segundo o texto, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de um título de habilitação, o qual será concedido pela superintendência de seguros privados (susep). a proposta seguiu para exame do plenário. a reportagem é de larissa bortoni, da rádio senado. https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2018/10/plenario-pode-votar-projeto-com-novas-regras-para-servicos-de-seguros/@@download/file
16/10/2018

Corretor de seguros não é um intermediário de negócios*

 por definição, intermediário é aquele que está interposto no meio da cadeia comercial, entre o produtor e o consumidor. esse formato é clássico e, de imediato, nos remete à ideia de que o circuito de venda poderia perfeitamente transcorrer sem essa figura adicional. assim, depois de uma análise ligeira, toda e qualquer etapa que exista entre as pontas da relação de produção e consumo tem ameaçado seu trabalho na medida da possibilidade da sua inexistência. como consequência, um dos grandes movimentos do século xxi, impulsionado pelas possibilidades tecnológicas, é o da desintermediação. longe de querer dizer que a economia mundial esteja equivocada, creio ser importante lançar luz sobre alguns aspectos do processo de compra para extrair o melhor das deduções da sua dinâmica, em particular na indústria de seguros. um dos primeiros exercícios que proponho é o de fugir da tentação de igualar todos os tipos de compradores para todos os tipos de serviço e, depois, concluir sobre a média das amostras. coisas como "pesquisas indicam que 56% dos compradores desejam adquirir serviços online até 2022" - essa pesquisa não existe, pelo menos não com esses dados - de forma alguma me convencem. não estou dizendo que desconfio da pesquisa em si ou de sua metodologia. refiro-me ao conceito amplo de "serviços" e à imagem que se forma na cabeça do pesquisado enquanto ele oferece as suas respostas. olhando por outro ângulo, o que podemos falar sobre a forma com que a oferta de serviços vem evoluindo? se pudermos concentrar as habilidades das empresas na figura dos seus gestores, o que se poderia afirmar sobre o futuro que tem sido desenhado? pois bem, em tempos de avanços computacionais, pesquisas atuais indicam que as dez maiores habilidades desejáveis em um líder ideal estão relacionadas às suas habilidades humanas. "perceber" é uma palavra chave nessa questão. "intuir" é outra. logicamente, à primeira vista isso parece um grande contrassenso. se há tanta tecnologia, bastaria que o líder fosse um bom interpretador de relatórios para tomar as decisões mais pertinentes. painéis de controle com muitos índices de performance trariam informações mastigadas que, somadas com módulos de inteligência artificial, já poderiam indicar tendências baseadas em séries históricas que se iniciaram logo após a explosão original - o big ben -, reduzindo a margem de erro a quase zero. só que não funciona assim! no núcleo de todos os movimentos da evolução chegaremos na dissonância encantadora do comportamento. o modelo ideal humano é alvo de buscas filosóficas há séculos e varia em função da compreensão do mundo em que se vive. dessa forma, a ética, como meio de boa convivência, corre atrás das justificativas e explicações dos porquês, numa tentativa frenética de manter o gelo seco. se por um lado existe a figura da outra pessoa com quem nos relacionamos, por outro temos a programação atávica de sobreviver e proteger nossa prole. em maior e menor grau, navegamos entre esses extremos. me arrisco a dizer que essa é a matéria prima sobre a qual se constrói a indústria do seguro, ou seja, a capacidade de perceber o risco e antecipar sua solução para a manutenção da vida em sociedade. nesse ponto, o caldo para reflexões parece ser infinito. vamos, então, particularizar nossa conversa para o mercado dos seguros. pelo lado da demanda, representada aqui pelo indivíduo "normal" - no que diz respeito aos aspectos da sua existência -, a indústria de seguros se assemelha a um reino de regras criadas por quem detém o poder, aparentemente construídas para gerar verdades que têm como propósito final a negativa de anseios idealizados e, assim, aumentar o acúmulo de riquezas em detrimento às necessidades individuais. essa percepção choca-se frontalmente com a falta abrupta de alguém ou de alguma coisa ao se dar início o processo de utilização da apólice de seguros. e essa falta que é, por assim dizer, uma despedida indesejada e sintomatizada por um emaranhado de sensações, jamais deveria ter um contraponto no mundo dos dinheiros. tal noção ganha eco quando o assunto segurado é a saúde ou a vida de alguém amado. isso, em resumo, é a tradução de um processo de reclamação de sinistro. há uma sabedoria popular que dá conta de que "só damos valor às coisas depois que as perdemos". o "tempo" parece ser o ente mais extremo dessa equação, comprovação máxima dessa verdade. poetas talvez sejam os melhores intermediários desse sentimento. o incômodo do "deixar de ter" é mais intenso do que o sabor de "cultivar o já conquistado". essa premissa também é verdadeira no setor de seguros. quase a totalidade das pessoas se refere ao seu uso apenas na ocorrência de um sinistro quando, na verdade, o seguro esteve presente em todos os momentos da simples conservação. quantos de nós só usam seus carros em determinadas situações justamente por saber que eles estão segurados? todo esse encadeamento de emoções faz parte da dinâmica humana, que acaba por aumentar a pressão sobre uma das entregas do seguro seja na forma da reparação do que passou a faltar ou ainda, na minimização dos efeitos de uma perda. verdade seja dita: a tranquilidade de se arriscar em uma viagem de moto rende poucos agradecimentos a um seguro de vida contratado. da mesma forma, esquiar nas férias com as crianças raramente produz uma carta de agradecimento pela segurança de um bom seguro saúde ou de viagens. só damos valor quando perdemos, lembram? voltando ao questionamento inicial, seria o médico um intermediário entre a necessidade de um paciente e o produto produzido pelas indústrias farmacêuticas? e o filósofo o intermediário entre a existência e as dúvidas? o engenheiro o intermediário entre os materiais e as necessidades? na mesma lógica, colocar o corretor de seguros como um intermediário desse tipo de negócios seria desmerecer o mosaico complexo das suas atribuições. em primeiro lugar porque ele ou ela são os humanos que "percebem" e "intuem" sobre seu cliente, equalizando necessidades às soluções disponíveis. isso após analisar riscos, discutir possibilidades, vibrar numa conquista, confortar na perda, apoiar nas dores e ainda prestar consultorias gratuitas das mais diversas ordens (quem nunca ligou para seu corretor para perguntar quanto custaria o seguro de uns modelos de carros na hora de trocar o seu usado?). pois bem, é no centro dessa injunção de tantas forças, algumas vezes antagônicas, sofrendo os atritos que decorrem das interpretações de regras pelo lado da seguradora e da avalanche de emoções pelo lado do segurado, que se encontra a figura do corretor de seguros, do seu corretor de seguros, "intermediário" na busca de proteção para todas as suas conquistas. *engenheiro, mestre em economia pela ufrj e em liderança de inovação e mudanças pela york st. j. university, ceo da área de wholesale e fundador da som.us holdings américa latina, fabio basilone tem mais de 20 anos de experiência, passando pela fundação da cooper gay swett & crawford no brasil e pelo corpo diretivo de aon benfield e health lambert. presidente da ibracor, atua para melhora do mercado segurador na américa latina. fonte: fabio basilone / oficina do texto
16/10/2018

Como escolher uma boa Previdência Privada?

  entenda o "tripé" que desenvolvemos para você nunca mais errar na escolha da sua previdência privada. a previdência privada sem dúvidas se tornou um dos produtos financeiros mais procurados da atualidade. primeiro porque a previdência privada conta uma série de benefícios, tais como: otimização tributária: nos casos do pgbl é possível abater na base de cálculo os valores contribuídos nesse tipo de plano até o limite de 12% da renda bruta tributável; come-cotas: não há incidência de come-cotas na previdência privada e ao longo do tempo, acreditem, faz uma enorme diferença como mostra a figura abaixo; alíquotas de ir: nos planos regressivos é possível chegar a uma alíquota de 10% e nos progressivos, dependendo da renda total, ficar isento; sucessão patrimonial: a previdência privada não entra em inventário e nem incide itcmd (depende do estado), salvo quando constatado fraude ou má fé; o mercado de previdência privada no brasil é um dos mais mal assessorados, ou seja, a falta de transparência e explicação do seu funcionamento aliado a taxas abusivas cobradas pelos bancos, prejudicam fortemente quem investe no produto. a previdência privada no brasil corresponde a um mercado de aproximadamente r$ 750 bilhões, com mais de 90% desse valor concentrado nos grandes bancos (banco do brasil, bradesco, itaú, caixa e santander) sendo que os maiores fundos de previdência privada, em média, não rentabilizaram mais do que 90% do cdi. além disso, muitos desses fundos cobram taxas abusivas de administração e outras como taxas de entrada/saída e carregamento. um verdadeiro absurdo!!! mas calma, as notícias que trago ao longo desse artigo são bem animadoras. voltaremos a falar desse último parágrafo no terceiro pé do “tripé da previdência”. tripé da previdência o “tripé da previdência” é uma estratégia de três passos (análises) para você conseguir escolher a melhor combinação desse produto. é divido em: tipo (pgbl ou vgbl) tributação (regressiva ou progressiva) fundo (renda fixa ou multimercado) qual tipo escolher? o pgbl – plano gerador de benefício livre – é ideal para quem faz a declaração completa de ir, pois pode deduzir em até 12% a renda bruta tributável, resultando em menos imposto a pagar ou mais imposto a restituir. alguns cuidados muito importantes na hora de fazer um pgbl: o ir incide sobre o total a ser resgatado (isso mesmo!!! principal mais rendimentos, é o único produto financeiro nessas configurações), portanto, o total aportado no seu pgbl ao ano não deve ultrapassar os 12% da sua renda bruta tributável. se isso acontecer invista os valores ultrapassados em um vgbl ou estará literalmente “queimando” patrimônio. recomendo fortemente um contador com conhecimentos sólidos para consultar se a declaração completa é a mais adequada para você. as vezes ela pode não compensar. o vgbl – vida gerador de benefício livre – é indicado para quem faz a declaração simplificada de ir ou deseja contribuir com mais de 12% da sua renda bruta tributável. no vgbl não é possível abater da renda bruta tributável, porém seu imposto de renda incide apenas sobre a renda e não sobre o principal, da mesma forma como funciona nos investimentos convencionais. antes de seguir com o artigo… faça o teste de perfil e descubra se você é um investidor conservador, moderado ou arrojado. uma das formas mais eficientes de identificarmos o nosso perfil de investidor, é realizando um teste de perfil. qual tributação escolher para a previdência privada? temos a tributação regressiva ou definitiva (também pode ser chamada de decrescente ou exclusiva) que leva em consideração o tempo de permanência no fundo, ou seja, quanto maior o tempo, menor a alíquota de ir. a alíquota começa em 35% chegando a 10% depois de 10 anos, conforme figura abaixo: já na tributação progressiva ou compensável (também conhecida como fixa ou antecipada) é levado em consideração a faixa de rendimentos totais. lembrando que independente da faixa o resgate incidirá a alíquota de 15% para posterior ajuste na declaração anual de imposto de renda, como pode ser verificado na tabela abaixo: qual fundo de previdência privada escolher? como eu disse, volto a falar sobre os fundos de previdência privada que são extremamente concentrados nos grandes bancos, que por sua vez cobram altas taxas de administração, entrada, saída, carregamento e não tem boa perfomance. diante dessa realidade, as grandes gestoras de fundos do mercado financeiro (gestoras competentes, com excelente histórico de gestão e resultados e que cobram taxas competitivas e de acordo com o mercado) começaram a estruturar seus fundos na versão previdência. note na figura abaixo um comparativo dos fundos de previdência e convencional da gestora verde, uma das mais renomadas do brasil, a correlação é altíssima. esses fundos de previdência privada replicam as estratégias e a cultura vencedora dessas gestoras, respeitando algumas limitações como a não alavancagem e menor exposição de investimentos estrangeiros nas carteiras. além disso não cobram taxas de entrada/saída e carregamento. as coisas ainda melhoram, existe a portabilidade de previdência, muito semelhante a portabilidade dos números de telefones celulares. ao se deparar com um fundo ruim de previdência privada, você não precisa mais liquidá-lo (muitas vezes, dependendo da alíquota, pode gerar um prejuízo desnecessário) e sim fazer uma portabilidade. assim é possível você transferir seus valores nas mesmas configurações e alíquotas do seu fundo ruim para um fundo bom. o tramite é todo eletrônico e geralmente sem custos. vejamos alguns pontos ao escolher seu fundo: aversão ao risco: os fundos de previdência possuem certas restrições a fim de assegurar maior segurança, eles não podem por exemplo: alavancar; operar derivativos, salvo para hedge (proteção) de posições; ultrapassar o limite de 10% em investimentos no exterior. além disso existem duas modalidades de fundo de previdência privada, renda fixa e multimercado. os fundos de renda fixa devem manter, pelo menos, 80% do seu pl em renda fixa. os multimercados, por sua vez, não devem ultrapassar os limites de 70% em ações e/ou 10% em investimentos no exterior. histórico e consistência: procure por fundos que tenham históricos mais longos. além disso, se esse histórico passou por turbulências e o fundo continuou entregando resultados consistentes é um excelente sinal; performance absoluta e relativa: fundos com riscos/retornos atrativos (eu gosto muito de analisar o índice sharpe, que analisa quanto aquele fundo está entregando de resultado acima da taxa livre de risco por nível de volatilidade). além da performance absoluta, analisar o fundo em relação aos seus pares, fundos com características semelhantes, pode ser uma boa idéia; gestora e equipe: o fundo ser gerido por uma gestora competente e de renome no mercado, além de contar com uma equipe isenta, coesa e que se complementem é, sem dúvidas, mais um ponto que reforça uma boa escolha. munidos desses passos para sua análise, as chances de você estar escolhendo um bom fundo de previdência são enormes e, apesar dessa modalidade ser entendida como de longo prazo, o monitoramento também é importante. verifique, de tempos em tempos, se os motivos que o levaram a escolher determinado fundo no passado seguem iguais, tanto da parte do fundo (rentabilidade, consistência e aderência as estratégias propostas), quanto da sua parte (renda bruta tributável e capacidade de poupança). caso faça sentido proceda com novas portabilidades ou procure profissionais para lhe ajudarem na tomada de decisão. fonte: portal eu quero investir por arthur severo
16/10/2018

Cada vez mais cedo, brasileiros depositam confiança em previdência privada

 por conta da incerteza econômica no futuro, os brasileiros têm buscado cada vez mais na previdência privada uma promessa de segurança financeira. é o tão conhecido pé de meia, só que aprimorado.  aos 54 anos, a radialista sebastiana pereira de melo, a cida, resolveu fazer um plano de previdência privada, mas não para ela, e sim para o filho. ela conta que começou a poupar em 2011, quando ele tinha 13 anos de idade, pensando no investimento nos estudos mais adiante.  “eu pago até hoje porque ele ainda estuda e não tem renda. penso que ele poderia aproveitar para iniciar a vida profissional dele, depois que ele se formasse. mas ainda não ocorreu, só daqui a dois anos”, relata.  cida diz que chegou a ler sobre o assunto antes de poupar pela primeira vez, e ficou sabendo do seguro por meio da própria imprensa, lendo em jornais e revistas. em pouco mais de 7 anos, ela já depositou uma boa quantia, já que coloca na previdência aproximadamente 60 reais por mês. a radialista acrescenta que gostaria de ter começado bem antes.  “minha intenção era desde o início, quando ele nasceu. acho que o ideal é desde o nascimento, mas eu não tive as condições financeiras para isso”, argumenta.  poupe, mesmo que seja pouco  para a especialista e educadora financeira vivian rodrigues, cida está no caminho certo. “os jovens têm os juros compostos e o tempo a seu favor. quanto antes essa preocupação, ao lidar com o dinheiro, pensando no longo prazo, começar, melhor. pois tem mais tempo do dinheiro trabalhando e gerando juros sobre juros. o mesmo que acontece com uma dívida que vai acumulando e ficando cada vez maior, o mesmo pode acontecer de formar positiva”, explica.  as pessoas nem sempre começam a investir porque pensam que quantias menores não tratarão resultado no futuro. vivian rodrigues reforça que não importa o quão reduzido seja o valor aplicado, o importante é poupar.  “é natural que muita gente não comece logo no primeiro salário achando que ganha pouco e que, por isso, não vai coneguir poupar pouco. é importante criar o hábito de iniciar esses investimentos logo cedo, mesmo que o valor não seja muito significativo, e à medida que o salário vai aumentando, que a carreira vai crescendo, a gente cresce também com esses aportes e com as possibilidades que vão ser adquiridas no futuro”, elucida.  crescimento  segundo dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), as reservas aplicadas em seguros previdenciários passaram de r$ 319 bilhões em 2012 para mais de r$ 780 bilhões em 2018, o que mostra que em tempos de discussão e indefinição sobre a reforma da previdência, o seguro previdenciário tem sido uma importante alternativa.  o professor ailton costa é representante do sindicato dos corretores de seguros (sincor) junto à federação nacional dos corretores (fenacor), no rio de janeiro. ele explica que o modelo de previdência tradicional, feito junto ao governo, já é coisa do passado.  “isso não é uma exclusividade do brasil. países principalmente da europa começam a experimentar um esgotamento do modelo de previdência pública. a previdência privada é, certamente, o modelo complementar mais adequado para não desamparar o cidadão no momento em que ele decidir aposentar as chuteiras”, expõe.  ailton costa fala sobre os principais benefícios do seguro previdenciário privado. “o mais importante desses benefícios é o fiscal. isso não é generalizado, mas ele pode abater do imposto de renda aquilo que ele está contribuindo para a previdência complementar. um outro benefício é que, após cumprir um período de carência combinado previamente com a empresa, ele pode sacar e sair com o dinheiro a hora que ele quiser”, afirma.  preocupação com o futuro  o advogado francisco júnior é mais que precavido. ele conta que paga três previdências: a do inss, outra em um banco público e o seguro previdenciário privado. a principal preocupação, segundo ele, é com a saúde.  “uso a previdência privada para segurança financeira e também para abater no imposto de renda. já tem 8 anos que eu pago. quando eu aposentar, quero ter uma segurança para poder viajar, pagar um plano de saúde. quando se chega aos 60 anos, o plano de saúde dobra o valor, e a saúde no brasil é muito precária”, avalia.  fatores que devem ser observados por quem pretende fazer o pé-de-meia como a cida e o francisco são as taxas de cada seguro, de forma a fazer o valor render mais. o professor do sincor, c, explica que o dinheiro guardado debaixo do colchão não rende.   “se eu estou aplicando 10 e faço parte de um fundo que tem mais 10 aplicadores, então estamos aplicano 100. o poder de negociação do fundo é infinitamente maior neste caso”, analisa.   ponto de partida  e você aí, ainda ficou na dúvida sobre fazer mais uma despesa mensal ou garantir o futuro? o analista e educador financeiro giordano de souza diz que aplicar em seguro de previdência é uma questão de disciplina e de saber que o benefício não virá a curto, mas sim a longo prazo.  “temos a tendência costumeira e comportamental de satisfazer sempre as necessidades imediatas. diante de imprevisibilidades que ocorrem, nós então adaptamos o dia de amanhã para resolver o problema de hoje. essa é uma lei universal dos seres humanos. se eles estão preparados paras intempéries de amanhã, pode ser que amanhã não tenha tanto impacto assim. daí a importância da educação e do planejamento financeiro”, conclui. fonte: sagres por johann germano

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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