03/07/2018

Taxas futuras de juros recuam com dólar antes de leilão de Tesouro

 os juros futuros operam em baixa na manhã desta terça-feira (3), na esteira do dólar fraco no exterior e ante o real, diante da melhora do ambiente de negócios internacional. as taxas futuras são influenciadas também pelo leilão de compra e de venda de notas do tesouro nacional - série b (ntn-b), pela manhã (11h). lá fora, embora as disputas comerciais entre estados unidos e china continuem no radar, o clima é mais ameno, após o presidente donald trump ter afirmado que os eua não sairão da organização mundial do comércio (omc) e que irá anunciar novos acordos comerciais em breve. já a chanceler da alemanha, angela merkel, e o ministro do interior, horst seehofer, chegaram a um acordo na noite desta segunda-feira (2), sobre a questão imigratória, garantindo a sobrevivência de merkel no cargo. na segunda, os contrato de depósito interfinanceiro (di) deram continuidade à devolução de prêmios, em meio à percepção de que a selic tende a ficar estável em 6,50% ao ano nos próximos meses. assim, as taxas fecharam em baixa, comportadas ante o avanço do dólar ante o real, que fechou a segunda-feira a r$ 3,9094, maior patamar desde 7 de junho. no câmbio, há um movimento de realização de ganhos, após o dólar à vista ter acumulado no ano até ontem ganhos de 17,91%. às 9h30min, o contrato de depósito interfinanceiro (di) para janeiro de 2020 indicava 8,22%, de 8,28% no ajuste anterior. o di para janeiro de 2021 estava a 9,18%, de 9,25% no ajuste anterior, enquanto o di para janeiro de 2023 recuava a 10,59%, de 10,67% no ajuste anterior. no câmbio, o dólar à vista caía 0,39%, aos r$ 3,8940. o dólar futuro de agosto recuava 0,55%, a r$ 3,9035. mais cedo, o ibge informou que o índice de preços ao produtor (ipp), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 2,33% em maio. a taxa de abril foi revisada de uma elevação de 1,56% para avanço de 1,58%. com o resultado de maio, o ipp das indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 5,96% no ano e elevação de 10,45% em 12 meses. já a fipe divulgou que a inflação na cidade de são paulo subiu 1,01% em junho, ganhando força significativa em relação ao avanço de 0,19% registrado em maio, mas desacelerando um pouco frente ao acréscimo de 1,07% observado na terceira quadrissemana do mês passado. o resultado ficou praticamente no piso do intervalo de 11 estimativas colhidas pelo projeções broadcast, que ia de alta de 1,02% a 1,29%, com mediana de 1,16%. ao longo do primeiro semestre de 2018, o ipc-fipe acumulou inflação de 1,23%. no período de 12 meses até junho, o índice apresentou ganho de 2,51%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636237-taxas-futuras-de-juros-recuam-com-dolar-antes-de-leilao-de-tesouro.html)  
03/07/2018

Dólar recua ante real com melhora externa

 o dólar opera em baixa na manhã desta terça-feira (3), diante da melhora do ambiente de negócios internacional, onde as bolsas sobem e a moeda americana recua ante pares principais e divisas emergentes ligadas a commodities. lá fora, embora as disputas comerciais entre estados unidos e china continuem no radar, o clima é mais ameno após o presidente americano donald trump ter afirmado na segunda-feira (2), que não pretende deixar a organização mundial do comércio (omc) e que irá anunciar novos acordos comerciais em breve. já a chanceler da alemanha, angela merkel, e o ministro do interior, horst seehofer, chegaram a um acordo na noite de segunda sobre a questão imigratória, garantindo a sobrevivência de merkel no cargo. a expectativa dos agentes financeiros é de que os negócios se concentrem na primeira parte da sessão e a liquidez tende a diminuir à tarde com o encerramento antecipado dos mercados norte-americanos no começo da tarde (bolsas às 14h e treasuries, às 15h), por causa do feriado pelo dia da independência dos estados unidos, nesta quarta-feira, dia 4, quando os mercados em wall street ficarão fechados. diante do sinal de baixa do dólar até o momento, o banco central (bc) pode não realizar novamente leilão extraordinário no mercado de câmbio, marcando a sétima sessão consecutiva sem leilões de novos contratos de swap (venda de dólar no mercado futuro) e a terceira sem operação de linha com recompra. para esta terça está agendada apenas uma operação de rolagem de us$ 700 milhões em swap cambial com vencimento em 1º de agosto (11h30min). no radar dos agentes financeiros está o "estado de greve" dos caminhoneiros, disse um operador de uma corretora. uma nova paralisação não tem sido descartada pela categoria nos últimos dias caso a mp 832, que institui a política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas, não seja votada. segundo o relator da matéria, deputado osmar terra (mdb-rs), a expectativa é apresentar o texto ainda nesta terça na comissão especial que analisa a mp, o que, se confirmado, eleva a chance de o texto ser apreciado no plenário da câmara na quarta e, no plenário do senado, no dia 11 de julho, antes do recesso parlamentar. além disso, os dados da balança comercial de junho saem à tarde (15h) e devem ter superávit mais elevado do que o do mês anterior, mas ainda podem mostrar algum reflexo da greve dos caminhoneiros, que ocorreu no fim de maio. pesquisa do projeções broadcast indica expectativas de superávit de us$ 5,4 bilhões a us$ 7 bilhões, com mediana de us$ 6,6 bilhões (15h00). em maio, houve superávit de us$ 5,9 bilhões. a continuação da votação do projeto de lei que trata da cessão onerosa no plenário da câmara, à tarde, também estará no radar. em relação aos combustíveis, a petrobras anunciou que o preço médio do litro da gasolina a sem tributo nas refinarias, que entra em vigor hoje, será de r$ r$ 1,9854, alta de 1,9% ante o atual r$ r$ 1,9486. já o preço do diesel segue congelado em r$ 2,0316. às 9h11min desta terça-feira, o dólar à vista caía 0,48%, aos r$ 3,8905. o dólar futuro de agosto recuava 0,61% no mesmo horário, a r$ 3,9010.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636236-dolar-recua-ante-real-com-melhora-externa.html)
03/07/2018

Inflação de Porto Alegre acelera e fecha o mês de junho em 1,20%, aponta FGV

 a inflação de porto alegre medida pelo índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) acelerou sua taxa de variação na quarta quadrissemana de junho, passando de 1,09% para os atuais 1,20%. no geral, o ipc-s avançou em quatro das sete capitais pesquisadas e passou de 1,17% para 1,19% entre os dois períodos, informou a fundação getúlio vargas (fgv) nesta terça-feira (3). na capital gaúcha, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos educação, leitura e recreação (-0,79% para -0,14%) e alimentação (0,22% para 0,85%). as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: habitação (2,01%), transportes (1,50%) e alimentação (1,41%). além de porto alegre, registraram acréscimo nas taxas de variação foram: salvador (0,86% para 0,97%), brasília (1,27% para 1,36%) e recife (1,09% para 1,14%). em contrapartida, apresentaram desaceleração no período as seguintes capitais: belo horizonte (1,59% para 1,58%), rio de janeiro (1,33% para 1,26%) e são paulo (1,10% para 1,06%). a tabela a seguir apresenta as variações percentuais das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636229-inflacao-de-porto-alegre-acelera-e-fecha-o-mes-de-junho-em-1-20--aponta-fgv.html)
03/07/2018

Indústria propõe fundo de de R$ 1,6 bilhão para investir em startups

 os recursos seriam destinados para a lei de informática, que deve intensificar a tecnologia industrial ternium industrial center/afp/jc a indústria vai propor aos candidatos à presidência da república a criação de um fundo de cerca de r$ 1,6 bilhão com recursos da lei de informática para financiar startups em tecnologia. é parte de um pacote desenhado para intensificar a entrada do brasil na chamada indústria 4.0, que é a produção num mundo em que "tudo se conecta com tudo" por meio de tecnologia digital. na quarta-feira (4), os presidenciáveis participarão de um debate promovido pela confederação nacional da indústria (cni) e poderão ver uma exposição com exemplos de como a digitalização vai mudar a vida das pessoas e das cidades. e, por extensão, como isso já tem impacto nas empresas no mundo inteiro e precisa ser uma prioridade no brasil para competir no mercado mundial nos próximos anos. na exposição, poderão ser vistos sistemas automatizados que lavam e passam roupas, impressoras 3d para concreto, bueiros que avisam quando estão entupidos e um espelho que tira medidas e comanda a confecção de roupas. "já ficamos para trás na transformação que houve na terceira revolução industrial, a da microeletrônica", disse o diretor-geral do serviço nacional de aprendizagem industrial (senai), rafael lucchesi. "ficar para trás não é uma alternativa", completou o gerente executivo de política industrial da confederação nacional da indústria (cni), joão emílio gonçalves. o atraso da indústria brasileira é grande. pesquisa da cni mostra que 77,8% das empresas ainda estão nos estágios mais atrasados de aplicação de tecnologia. em metade delas, o uso das tecnologias de informação e comunicação (tic) é apenas pontual. a outra metade está um passo adiante, usando as tics, mas com integração de apenas algumas áreas. no estágio seguinte, no qual a integração de áreas é total, estão 20,5% das indústrias pesquisadas. e apenas 1,6% está na fronteira, com integração digital total e uso de inteligência artificial. a quantidade de empresas que usa tecnologia de ponta até que não é tão pequena. na alemanha, por exemplo, as indústrias nesse estágio somam 10%. o problema é que na base da pirâmide da produção brasileira o atraso tecnológico é muito grande. por isso, colocar as pequenas e médias empresas na era digital é o trabalho mais decisivo para o brasil entrar na era 4.0, segundo avaliação da cni e do governo brasileiro. na próxima semana, o ministro da indústria, comércio exterior e serviços (mdic), marcos jorge, lançará, em são paulo, um hub no qual as empresas poderão ver o que há de mais novo em tecnologias digitais. está prevista a participação de presidentes das 21 maiores empresas mundiais da área. "é uma plataforma que vai conectar oferta e demanda sem a interferência do governo", disse ele ao jornal o estado de s. paulo. a definição de um plano de digitalização é uma etapa anterior à obtenção do financiamento, que já é oferecido. em março, o governo anunciou linhas de crédito no valor de r$ 9 bilhões para a digitalização das empresas, frisou o ministro. a pasta também reduziu de 14% para zero a tarifa de importação de robôs industriais sem similar de fabricação nacional e para impressoras 3d. a proposta da cni aos presidenciáveis contém também a criação de um programa de compras governamentais, que foi decisiva para a digitalização da indústria na alemanha, por exemplo. a ideia é direcionar essas encomendas a produtos e serviços de tecnologia mais avançada. de 2012 a 2017, o setor público brasileiro comprou r$ 306 bilhões.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636228-industria-propoe-fundo-de-de-r-1-6-bilhao-para-investir-em-startups.html)
29/06/2018

Setor de seguros no Brasil já usa blockchain para diferentes aplicações

  o setor de seguros no brasil está animado com os casos de uso que vêm sendo desenvolvidos com a tecnologia blockchain e, com o tempo, vêm substituindo processos manuais e onerosos pela rapidez e imutabilidade da cadeia de blocos, e não são apenas insurtechs, como a 88 que estão explorando a tecnologia, mas empresas tradicionais que têm aposentado o carimbo até emitindo criptomoedas próprias vinculadas a times de futebol. uma delas é a sura, empresa colombiana fundada em 1997, que atua no brasil e pertence ao grupo sura e em 2014 registrou uma receita de mais de us$22 bilhões. “nesse mesmo ano [2017] decidimos agregar a validação por meio da blockchain para obter valor comprobatório nos documentos e confirmações de entrega, leitura e clique nas mensagens, além de dar assinatura legal aos documentos eletrônicos”, explica eduardo guedes, vice-presidente de tecnologia e operações da sura, ao jornal valor econômico. para validar suas transações, a sura utiliza a blockchain do ethereum e o software direct.one para o envio de apólices, endossos, faturas, documentos de cobrança e contratos. a tecnologia permite aos clientes saberem exatamente o momento em que o documento foi gerado pela seguradora e enviado ao corretor. o sistema será adotado nas plataformas de seguros do tipo “pay as you use”, ou “pague conforme consumo”, e no monitoramento de atividades do cliente para avaliação do risco. “com a garantia do envio e recebimento dos documentos de cobrança, as prorrogações de pagamento e a até a inadimplência foram reduzidas”, diz guedes. já a thinkseg está lançando uma criptomoeda própria vinculada a times de futebol no brasil e até clubes internacionais, e, embora ainda não tenha divulgado mais detalhes sobre o lançamento, tudo indica que a plataforma vai operar numa espécie de tokenização dos clubes. além disso, a startup está desenvolvendo vários módulos na plataforma blockchain com investimentos de us$10 milhões. “a blockchain permite aumentar a segurança e a transparência das operações, reduzir os custos de processamento de pagamentos, fraudes e riscos de terceiros e, por consequência, o preço do seguro”, afirma o ceo da thinkseg, andré gregori. outra empresa do setor que vem investido na modernização de seus processo por meio da utilização da cadeia de blocos é a tokio marine, uma das 10 maiores seguradoras do mercado nacional e que participa do grupo b3i, com outras 14 seguradoras que vão criar uma rede de gerenciamento de contratos e cessão de riscos de resseguro. representando o japão, um dos primeiros países a abraçou as criptomoedas e onde fica a matriz da empresa, a tokio marine usa blockchain para compartilhar apólices e ordem de embarque em seguros de transportes. “o grupo avalia a tecnologia como alternativa para troca de ativos e documentos compartilhados”, diz adilson lavrador, diretor executivo de operações, tecnologia e sinistros da seguradora. para adriana nascimento, consultora de blockchain para a indústria de seguros da ibm brasil, o grande desafio na aplicação da blockchain no setor será a definição do modelo de governança entre os diversos participantes, para que os benefícios sejam reais, permitindo que as seguradoras colaborem entre si sem perder diferenciais competitivos. especialistas também apontam que a área pode sofrer inúmeras mudanças se as promessas da conectividade entre a internet das coisas (iot) com as tecnologias dlt se concretizar como no campo automobilístico, que permitiria um monitoramento em tempo real de todas as condições destes veículos oferecendo informações mais precisas para seguradoras e todos os consumidores de dados que interagem com este ecossistema. todos estes desenvolvimento apontam para uma máxima, a blockchain ainda vai transformar sua vida sem que você saiba que é por meio dela que tudo vem acontecendo. este é o caminho apontado para a adoção em massa.
29/06/2018

SUSEP: CNSP Aprova Novas Regras Para RCTR-C E Para Limites de Tábuas De Risco em Seguros de Pessoas e Previdência Complementar Aberta

 primeira reunião do ano do conselho nacional de seguros privados acata os votos da autarquia para alteração das resoluções. durante a 214ª sessão ordinária do conselho nacional de seguros privados (cnsp), realizada nesta quinta-feira, dia 21 de junho, em brasília, a superintendência de seguros privados (susep) apresentou dois votos para alteração das resoluções: cnsp 219/2010, que dispõe sobre o seguro obrigatório de responsabilidade civil do transporte rodoviário – carga (rctr-c); e cnsp 117/2004 e cnsp 201/2008, ambas estabelecem limites de tábuas de risco em planos de seguro de pessoas e para operação das coberturas por morte e invalidez em planos de previdência complementar aberta. de acordo com o superintendente da susep, joaquim mendanha de ataídes, ajustes operacionais são fundamentais para o desenvolvimento do mercado. “rever processos visando a desburocratização e o aperfeiçoamento de sistemas é uma parte importante do escopo de trabalho do órgão supervisor”, pontou mendanha. na mesma linha, o diretor de supervisão de conduta da susep, carlos de paula, vê as mudanças como um refinamento técnico. “para que a susep seja de fato um agente de fomento à indústria é necessário ouvir o mercado e estimular a concorrência”, afirmou. rctr-c em relação ao rctr-c, a área técnica da autarquia e a procuradoria federal da república junto à susep analisaram as sugestões da agência nacional de transportes terrestres (antt) e da federação nacional de seguros gerais (fenseg) sobre a alteração na sistemática de averbação dos riscos na apólice do seguro obrigatório. desta forma, o novo normativo estará em conformidade com o sistema nacional integrado de informações econômico-fiscais (sinief) e com a resolução antt 4.799/2015, agilizará as averbações e facilitará a fiscalização do seguro obrigatório. na prática, o segurado assume a obrigação de averbar, junto à seguradora, todos os embarques abrangidos pela apólice, antes da saída do veículo transportador, com base nos conhecimentos emitidos, em rigorosa sequência numérica, mediante a transmissão eletrônica do arquivo do conhecimento de transporte eletrônico (ct-e), no padrão estabelecido na legislação, ou documento fiscal equivalente. após a averbação do seguro, nos casos em que for obrigatória a emissão do manifesto eletrônico do documentos fiscais (mdf-e), deve o segurado, mediante transmissão eletrônica, efetuar a entrega do arquivo completo desse documento, no padrão estabelecido na legislação, também em rigorosa sequência numérica e antes do início da viagem. limites de tábuas de risco o novo normativo visa a acabar com a interferência do estado na definição do preço do seguro/pecúlio/renda nos produtos de risco (acabando com o preço mínimo), com objetivo de ampliar a concorrência e, consequentemente, reduzir o preço ao consumidor. desta forma, a resolução objetiva permitir que seguradoras e entidades abertas de previdência complementar (eapcs) utilizem tábuas biométricas elaboradas, com previsão ou não de atualização periódica, por instituição independente, a partir de experiência própria ou de mercado, na estruturação de planos com cobertura de risco. as tábuas biométricas passíveis de serem utilizadas são aquelas reconhecidas pelo instituto brasileiro de atuária (iba). a susep continuará acompanhando a solvência das companhias por meio da análise das provisões, ativos e capitais. a íntegra dos normativos será publicada no diário oficial da união (dou) nos próximos dias. fonte: portal nacional de seguros
29/06/2018

Seguradora Líder lança cartilha “Seguro DPVAT – Legislação e Jurisprudência”

 documento reúne teses já aplicadas para auxiliar as decisões em processos de pagamento de indenizações. para facilitar o acesso e dar mais transparência às normas do seguro dpvat, a seguradora líder, responsável pela administração do seguro obrigatório, lança a primeira edição da cartilha “seguro dpvat – legislação e jurisprudência”. o objetivo do documento, disponível no site da seguradora, é garantir embasamento e segurança jurídica para a resolução de conflitos em relação ao pagamento de indenizações às vítimas de acidentes de trânsito, evitando interpretações divergentes em relação à legislação em vigor. o guia, de 29 páginas, traz orientações específicas sobre a aplicabilidade do direito à indenização do seguro dpvat de forma didática, mostrando, através de perguntas e respostas, situações em que o pagamento é devido ou não. todas as possibilidades listadas contemplam as normas e os entendimentos jurisprudenciais sobre os temas. entre os casos abordados estão àqueles relacionados à inadimplência do proprietário; à localização do acidente; os tipos de veículos envolvidos, gerando assim, avanços no processo interno em busca de melhores resultados, inclusive no judiciário. com a iniciativa, a seguradora líder busca também reduzir a judicialização. de acordo com dados da companhia, somente no ano passado, cerca de 22% das ações judiciais não tiveram pedido administrativo na seguradora. nestes casos, o pagamento poderia ter sido efetuado em até 30 dias pela via administrativa. já o pagamento por meio de uma ação judicial leva, em média, dois anos. por isso, antes de dar início a qualquer pedido em razão de acidente de trânsito ou de suas consequências, é fundamental que a vítima ou seu beneficiário tenha conhecimento das normas e saiba se o evento pode ser efetivamente enquadrado no rol de situações cobertas pelo dpvat, seja por invalidez permanente, morte ou reembolso de despesas médicas e suplementares – dams. a cartilha completa pode ser acessada http://www.seguradoralider.com.br/documents/documentos/cartilha_jur%c3%addica_dpvat_web.pdf fonte: cdn comunicação
29/06/2018

Saiba para quem vai o dinheiro da sua apólice de seguro

 a apólice do seu seguro automóvel, multirriscos ou de acidentes de trabalho tem uma série de prémios que estão divididos em várias parcelas destinadas a diferentes entidades. sabia o que está a pagar e a quem. o preço da sua apólice do seu seguro automóvel, multirriscos ou de acidentes de trabalho inclui o pagamento da transferência de risco para a seguradora por eventuais sinistros; os custos de aquisição (comissão do mediador, por exemplo), de gestão e de cobrança e os custos da emissão da apólice ou da ata com as alterações realizadas a posteriori.  a estes custos podem somar-se outros. algumas seguradoras juntam à fatura os custos de fracionamento do prémio, que variam consoante a companhia e a forma de pagamento que escolheu (mensal, trimestral, semestral ou anual). depois disso, juntam-se as cargas fiscais e para fiscais, que são cobradas por todas as companhias. as principais beneficiárias das taxas cobradas pelas seguradoras são o instituto nacional de emergência médica (inem), a autoridade nacional de proteção civil, o fundo de garantia automóvel, a autoridade nacional de segurança rodoviária, e o estado, através do imposto de selo. a forma como são repartidas estas quantias não é facultada pelas seguradoras. no caso do seguro de acidentes de trabalho, sabe-se que 2,5% do prémio vão para o inem e 0,15% revertem a favor do fundo de acidentes de trabalho. fonte: jornal económico
29/06/2018

Presidente da CNseg participa nesta quinta de seminário da Folha de S. Paulo sobre Seguro, Previdência e Inovação

 o presidente da cnseg, marcio coriolano, participa nesta quinta-feira, dia 28, em são paulo, da abertura do seminário “seguro, previdência e inovação”, promovido pelo jornal folha de são paulo, em sua sede, em campos elísios/sp. entre os temas a serem debatidos no evento que tem o apoio da cnseg, os limites das coberturas de seguro e o compliance, o potencial da previdência privada após uma possível reforma da previdência e as inovações digitais no mercado segurador. além do presidente da cnseg, também participam do evento o presidente da fenaprevi, edson franco, e a consultora da cnseg gloria faria, entre outros. a cobertura completa do evento poderá ser conferida posteriormente no portal da cnseg. fonte: revista cobertura via /cqcs

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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