23/01/2019

Produção de seguro direto cresceu 11,7% para mais de 12,9 mil milhões no ano passado

  os dados provisórios da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões considerou que o crescimento do volume de produção de seguro direto contribuiu para o reforço da solidez financeira das empresas que operam em portugal. seguro de vida e acidentes de trabalho foram os que mais cresceram em 2018. a produção de seguro direto em 2018 aumentou 11,7% face ao ano anterior, ascendendo a 12,9 mil milhões de euros. os dados (provisórios) foram divulgados, em comunicado, pela autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf), o regulador da atividade de seguros, e considerou que os resultados foram “muito positivos”. a asf revelou ainda que o aumento da produção de seguros contribuiu “para o reforço da solidez financeira que operam no mercado nacional e evidenciam a capacidade do setor segurador em acompanhar a dinâmica de crescimento da economia e garantirem a solidez financeira”. analisando por ramos, o ramo vida registou um crescimento de 14,5% em relação a 2017, para 8.114 milhões de euros, e representou cerca de 63% do mercado de seguro direto em 2018. a asf esclareceu que esta evolução se deveu ao crescimento em 29,5% dos seguros de vida não ligados a fundos de investimento, enquanto os seguros ligados a fundos de investimento, em que o risco é do tomador do seguro, recuaram 19,2%. no que diz respeito aos planos de poupança reforma, a asf destacou “a particular evolução”, uma vez que apresentaram um crescimento de 55,5%. “a evolução destes produtos vocacionados para a poupança de médio e longo prazo parecem confirmar a confiança que os portugueses depositam no setor e de fundos de pensões para gerir as suas poupanças”, salientou a asf. o ramo não vida também cresceu em 2018, para 4.827 milhões de euros, o que representa uma variação positiva de 7,4%, face a 2017. no universo do seguro direto, o ramo não vida representou pouco mais de 37%. “para a referida evolução, salientam-se as contribuições dos ramos ‘acidentes e doença”‘(9,7%), ‘incêndio e outros danos’ (5,4%) e ‘automóvel’ (6,7%). dentro do ramo ‘acidentes e doença’, a asf destacou o crescimento, desde há cinco anos consecutivos, de 13,5% de ‘acidentes de trabalho’ em 2018, e também do ‘seguro de doença’, que cresceu 7,4% em 2018 e abrangia “mais de 2,7 milhões de pessoas seguras” no anterior. quanto ao seguro ‘acidentes de trabalho’, a asf frisou que o crescimento registado no ano passado “é especialmente relevante na medida em que permite a recondução desta modalidade de seguro à situação de equilíbrio técnico”. a asf recordou “que a situação registada nos seguros de acidentes de trabalho, em resultado da diminuição abrupta dos prémios em paralelo com um acréscimo de risco e da sinistralidade, obrigou [o regulador] a intervir, intensificando as ações de supervisão e impondo planos de recuperação a alguns operadores”. no que diz respeito ao crescimento dos seguros ‘automóvel’, a asf considerou que evidenciou uma recuperação relevante e necessária, tendo em conta a degradação do volume de prémios que se vinha observando nos últimos anos, o que justificou a intervenção da asf no sentido de alertar formalmente os operadores para a necessidade de garantirem o equilíbrio técnico”.
23/01/2019

Novos riscos e novos seguros

  o mundo mudou e as formas de transporte também - de taxis para carros de aplicativos. mas não há lei que obrigue seguro para nenhum deles. de quem é a responsabilidade? um dado recentemente publicado mostra o tamanho das transformações que vão chacoalhando o mundo. em são paulo já há três vezes mais veículos de aplicativos do que taxis tradicionais. nos últimos dez anos, o transporte por taxis e aplicativos foi o que mais cresceu na cidade, deixando inclusive o transporte sobre trilhos bem para trás. a bem da verdade, como as estatísticas nacionais gozam de pouca credibilidade, é difícil saber com certeza o número de automóveis envolvidos com o transporte pago de passageiros. mas é consenso que, somando-se taxis e aplicativos, já ultrapassa os cem mil! é número para ninguém colocar defeito. com certeza é uma das maiores frotas do mundo, o que faz sentido, na medida que são paulo é uma das maiores metrópoles do mundo, mas é muito mal servida por metrôs, trens e ônibus, o que alavanca o transporte por automóvel, seja taxi, seja aplicativo. os taxis são veículos cadastrados pela prefeitura e que só podem operar com uma licença especial, dada pela administração municipal. os aplicativos têm regras muito mais elásticas e, para o bem ou para o mal, existe muito pouco controle sobre eles. entram e saem do mercado de acordo com as necessidades do motorista que, ainda em grande parte, tem o veículo de aplicativo como um plano b no caso de faltar grana em casa. atualmente existem pelo menos três empresas de aplicativos com relevância em são paulo. cada uma delas tem um desenho, um plano estratégico, regras de funcionamento próprias, a que os motoristas se submetem, sob risco de serem descadastrados ou de não receberem pela corrida efetuada. o ponto comum entre elas é a falta de vínculo de trabalho entre a empresa e o motorista. os motoristas são autônomos que prestam serviços para uma ou mais empresas, acessando a demanda de chamadas pelo seu celular. se estiver no pedaço, aceita a corrida; se não estiver interessado simplesmente não vai. como se vê, são laços extremamente frágeis e não obrigam os motoristas, a não ser em relação ao mínimo exigido pela empresa do aplicativo. modelo, equipamentos, acessórios, etc, para definirem em que categoria de carros ele vai trabalhar e ser remunerado. com uma frota de cem mil automóveis circulado pelas ruas da cidade não é fora de propósito imaginar que aconteçam pelo menos alguns acidentes diariamente, envolvendo taxis ou veículos de aplicativos. e, no entanto, nunca houve uma legislação impositiva e com fiscalização que determinasse uma política de seguros ou proteção para danos decorrentes de acidentes causados pelos taxis e muito menos pelos aplicativos. com exceção do bilhete de dpvat, o seguro obrigatório de veículos automotores terrestres, não há nenhuma obrigação do proprietário do taxi ou do veículo de aplicativo contratar qualquer tipo de seguro. ele contrata se quiser, não contrata se não quiser, e o valor que venha a ser escolhido é absolutamente subjetivo. no caso de um acidente, quem responde pelos danos? para os taxis a resposta é relativamente simples: o proprietário do veículo, seja ele o motorista, seja uma empresa proprietária da placa. mas e no caso dos aplicativos? normalmente o motorista não é o proprietário do veículo. ele o aluga de uma locadora de veículos, normalmente num contrato de locação de longo prazo. e ele trabalha por corrida oferecida pelo aplicativo. para o passageiro isso tudo é indiferente. sua relação é com a empresa de aplicativo, feita através de um “app” que ele baixa para chamar carros todas as vezes que deseja contratar o serviço. então, no caso dele se ferir em função de um acidente porque é o passageiro do veículo de aplicativo, para ele a responsabilidade pelos danos é clara: é da empresa do aplicativo. o passageiro não tem relação direta com o motorista, assim, no caso de acionar alguém, vai cobrar da empresa de aplicativo. mas quem disse que a empresa vê o cenário desta forma? pode ser que ela negue sua responsabilidade e coloque a culpa no motorista. e pode ser que o motorista chame a locadora de veículos. neste angu de caroço, se a vítima for indenizada, a indenização será paga, com sorte, vários anos depois. é mais do que tempo de se votar uma legislação obrigando seguros mínimos para taxis e veículos de aplicativos.
23/01/2019

Processo de pagamento do prêmio do Seguro DPVAT é destaque na imprensa brasileira

 o processo de pagamento do prêmio do seguro dpvat, iniciado em janeiro, vem sendo destaque na mídia de todo o brasil, em reportagens produzidas por diversos veículos de comunicação, como agência brasil, g1 (globo), o globo, mstv – 1ª edição (tv globo), mgtv – 1ª edição (tv globo), rádio cbn, jornal correio braziliense (df), portal r7 (record) e balanço geral (df), da tv record. os esclarecimentos da seguradora líder sobre as “fake news” de eventuais descontos para o pagamento antecipado do seguro também ganharam espaço nas publicações. veículos como agência brasil, g1, estado de minas, o globo e mstv- 1ª edição enfatizaram o seguro dpvat de uma forma geral, com dicas e passo a passo sobre como manter o seguro em dia, de acordo com as regras estabelecidas em cada estado, além de trazer detalhes sobre o calendário de pagamento, a redução média de 63,3% no valor do prêmio para este ano e aspectos básicos das coberturas oferecidas em caso de acidentes de trânsito. já o mgtv – 1ª edição, a rádio cbn, o correio braziliense, o portal r7, o balanço geral (df), da tv record, deram espaço ao posicionamento da seguradora líder esclarecendo a “fake news” do desconto para o pagamento antecipado do seguro dpvat, enfatizando que o valor é definido pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp), variando apenas de acordo com a categoria do veículo. o tema foi abordado em um post especial publicado no blog viver seguro no trânsito no dia 02 de janeiro e em um vídeo da superintendente de controladoria e finanças da seguradora líder, maria valins, que pode ser conferido abaixo: o jornalista antonio penteado, que assina uma coluna semanal no jornal o estado de são paulo, também destacou a redução do prêmio em sua coluna de hoje, dia 21 de janeiro, sobre os impactos da redução do prêmio no orçamento da saúde pública, tendo em vista que 45% do valor arrecadado pelo seguro dpvat é destinado ao sus. confira a coluna na íntegra aqui. a seguradora líder esclarece que os calendários de pagamento do seguro dpvat 2019 estão disponíveis para consulta em seu site. em janeiro, por exemplo, o prêmio do seguro dpvat deve ser pago pelos proprietários de veículos, com diversos finais de placas e em diversas categorias, em ufs como acre, minas gerais, pará, piauí, paraná, rio de janeiro, santa catarina, mato grosso e mato grosso do sul. as datas podem ser consultadas neste link. fonte: seguradora lider
23/01/2019

Capitalização e Previdência Privada

 você, amigo ouvinte, já viu alguém se lamentar de poupar? e já ouviu arrependimento de quem gastou mais do que podia? pois é, nunca ouvi ninguém reclamar de ter guardado um pouquinho do salário, seja com o objetivo de viajar, comprar um carro, uma casa, ou mesmo para estar preparado num momento de dificuldade. agora, já vi muita gente perder o sono, o carro, a casa e até a família porque se endividou muito mais do que podia. podem estar certos que atrás de toda riqueza- honesta é claro- está um planejamento e uma poupança, pois não consegue ficar rico quem gasta mais do que ganha. consumir um pouquinho menos hoje para poder consumir sempre é uma receita infalível para o sucesso financeiro. e isso é previdência ou o ato de se prevenir ou se preparar para um evento futuro. tem uma letra de diferença para providência, que é nas mãos de quem muitos de nós ainda depositamos nosso futuro. há 15 anos, alerto aqui na cbn que a tendência da previdência social é pagar cada vez menos. posso ser chato nisso, mas tenho a consciência tranquila, pois milhares de pessoas já me agradeceram por ter insistido com elas em fazer uma previdência privada para complementarem a previdência social. pois, finalmente, a reforma vem aí e o ministro paulo guedes já disse que o nome dela é: capitalização, ou seja, previdência privada. quem quiser falar comigo sobre isso, pode me ligar no 3351-9838, repito, 3351-9838. fonte: renato follador
21/01/2019

Planejamento pra garantir o futuro

 ainda não temos, no brasil, a cultura da educação financeira e previdenciária. educação financeira para não passar apuros no presente e previdenciária para não passar apuros no futuro. as duas caminham juntas, porque quem não se organiza, fecha o mês no vermelho ou, na melhor das hipóteses, paga as contas do mês, mas não consegue poupar. a educação financeira ensina a fazer e cumprir um orçamento, a planejar, e saber a importância e o valor do dinheiro. ter uma vida financeira organizada começa com a avaliação das despesas e receitas mensais. parece óbvio, mas a maioria das pessoas não sabe quanto gasta a cada mês! o segundo passo é fazer uma “reengenharia das dívidas”, se houver. isto nada mais é do que listar seus empréstimos no cartão de crédito, na conta corrente e todos os outros, com os prazos e juros de cada um. somá-los e trocá-los por um novo empréstimo, único, com prazo maior e juros menores. renegociar dívidas é coisa normal hoje em dia. uma conversa sincera com o credor vai trazer boas surpresas. afinal, para ele é melhor receber alguma coisa, que coisa nenhuma. depois do orçamento organizado, com as dívidas sob controle, é imprescindível adotar novos hábitos de consumo e cortar gastos. fuja dos supérfluos. diminuir o pacote de tv a cabo, comprar só o necessário no mercado, falar um minuto por ligação é o suficiente no celular. cortar jantares e baladas por um tempo, usar o carro só para o indispensável, diminuir um dia de diarista, por exemplo. isto pode fazer falta, mas não para viver. acredite: é possível reduzir uns 15% do gasto mensal com estas pequenas atitudes. e quando tiver que gastar, gaste com sabedoria! compre à vista, mas se não tiver todo o dinheiro, nunca financie em mais de 3 vezes. assim, é fácil controlar e a dívida vai embora logo. quem é autônomo ou tem remuneração variável precisa ter disciplina para não gastar antes de receber. organize suas despesas fixas – as despesas mensais e indispensáveis – para que não sejam maiores que a receita fixa com a qual se pode contar. o dinheiro extra ou aquele que vem das comissões deve ter como finalidade cobrir os gastos esporádicos. organizada a vida financeira, chega a hora de aprender a poupar. com uma reserva financeira para os gastos imprevistos, evitam-se novas dívidas. e com o planejamento é possível garantir o futuro, através de uma previdência privada, por exemplo.
21/01/2019

Capitalização

 você, amigo ouvinte, já viu alguém se lamentar de poupar? e já ouviu arrependimento de quem gastou mais do que podia? pois é, nunca ouvi ninguém reclamar de ter guardado um pouquinho do salário, seja com o objetivo de viajar, comprar um carro, uma casa, ou mesmo para estar preparado num momento de dificuldade. agora, já vi muita gente perder o sono, o carro, a casa e até a família porque se endividou muito mais do que podia. podem estar certos que atrás de toda riqueza- honesta é claro- está um planejamento e uma poupança, pois não consegue ficar rico quem gasta mais do que ganha. consumir um pouquinho menos hoje para poder consumir sempre é uma receita infalível para o sucesso financeiro. e isso é previdência ou o ato de se prevenir ou se preparar para um evento futuro. tem uma letra de diferença para providência, que é nas mãos de quem muitos de nós ainda depositamos nosso futuro. há 15 anos, alerto aqui na cbn que a tendência da previdência social é pagar cada vez menos. posso ser chato nisso, mas tenho a consciência tranquila, pois milhares de pessoas já me agradeceram por ter insistido com elas em fazer uma previdência privada para complementarem a previdência social. pois, finalmente, a reforma vem aí e o ministro paulo guedes já disse que o nome dela é: capitalização, ou seja, previdência privada. quem quiser falar comigo sobre isso, pode me ligar no 3351-9838, repito, 3351-9838.
21/01/2019

Você está preparado para a reforma da Previdência?

 como filha temporã, eu acho que tive um contato mais próximo com aposentados na minha família do que a média das pessoas da minha idade. desde cedo observei que, na terceira idade, os gastos são muitos e a grana, geralmente, pouca. quem de fato consegue viver uma aposentadoria tranquila são aqueles que conseguiram juntar dinheiro e construir um patrimônio ao longo da vida. basicamente, a aposentadoria tem duas fases. na primeira, o aposentado ainda é relativamente jovem e quer aproveitar o tempo livre para empreender projetos pessoais, viajar e se dedicar mais a atividades prazerosas. pra isso, ele precisa de… dinheiro. numa segunda fase, o aposentado, com idade avançada, pode já não ser capaz de viajar para o taiti, mas ele terá gastos com plano de saúde, médicos, remédios e talvez até enfermeiros ou cuidadores. ou seja, ele continua precisando de dinheiro. por isso, me preparar para a aposentadoria sempre foi algo que esteve na minha cabeça, desde que comecei a trabalhar, por mais longe que este dia ainda esteja. de fato, em se tratando de aposentadoria, quanto mais cedo você começa, melhor. e como o meu avô viveu até os 97 anos, eu não espero viver menos do que 100. sabe como é. genética. ela está chegando o tema da reforma da previdência está voltando a esquentar, se é que chegou a esfriar em algum momento. o presidente jair bolsonaro já está com o rascunho em mãos e, dentro de duas semanas, deve bater o martelo sobre os contornos que sua proposta irá tomar antes de ser enviada para o congresso. o equilíbrio das contas públicas e a nossa retomada econômica vêm sendo condicionados à reforma, uma vez que a previdência social contribui para o elevado gasto público e o alto endividamento que estrangula o país. em 2017, o déficit da previdência social chegou a r$ 268 bilhões, um recorde na série histórica. nossos gastos previdenciários correspondem a 12% do pib, cifra superior ou equivalente à de vários países mais ricos e com um percentual muito maior de idosos na população, como eua, japão, irlanda, canadá, austrália e reino unido. hoje, apenas cerca de 10% da população brasileira são idosos; em 2050, o esperado é que essa proporção seja de uns 30%. alguns fatores contribuem para o déficit da previdência, como o baixo crescimento econômico nos últimos 30 anos, agravado pela última recessão, que derrubou a arrecadação do governo; o aumento real do salário mínimo; a formalização do mercado de trabalho; o envelhecimento da população brasileira (um mix de queda na natalidade e maior expectativa de vida); e as aposentadorias consideradas precoces. as mudanças ocorridas nas últimas décadas começaram a pressionar por alterações nas regras da previdência social, principalmente no que diz respeito a igualar regras entre servidores públicos e trabalhadores privados; instituir uma idade mínima; e instaurar um regime de capitalização pelo menos para parte das contribuições. goste ou não, alguma coisa certamente vai mudar. “taoquei”, mas como isso vai afetar você? a aprovação da reforma da previdência tem um grande peso nessa euforia toda em relação ao brasil. e como lá fora o mar não está pra peixe, para os gringos o sucesso da reforma é meio que determinante para eles passarem do otimismo cauteloso para o otimismo de fato. então, se você está empolgado com a bolsa arranhando os míticos 100 mil pontos e as diversas oportunidades de ganhar dinheiro que se abrem com uma economia em recuperação, torça pra dar tudo certo.     agora, do ponto de vista individual, ainda não sabemos exatamente o que vai mudar, mas as regras devem ficar mais duras, especialmente para quem ganha mais. uma coisa é fato: você vai ter que se tornar mais responsável pela construção do seu patrimônio e dar uma atenção maior ao planejamento da sua aposentadoria. na última semana, eu me debrucei sobre as propostas de reforma da previdência que podem ter “inspirado” aquela que está sendo elaborada pelo governo bolsonaro, e levantei como cada uma delas poderia afetar a sua vida. olhando todas elas, dá para ter uma ideia do que deve nortear as novas regras. o resultado você confere nesta reportagem. pode ser que você precise de uma renda antes da idade mínima a ser estabelecida, por exemplo; ou ainda que a escolha dos investimentos que vão capitalizar parte das contribuições fique a cargo do próprio segurado, o que vai exigir que você saiba minimamente o que está fazendo. eu vou continuar acompanhando as novidades e ajudando você a entender o novo emaranhado de regras que deve vir por aí. paralelamente a isso, vou te dar as melhores dicas de como investir para a aposentadoria. algumas delas você já pode conferir no seu dinheiro. eu já falei sobre como planejar a aposentadoria e onde investir para não depender do inss, listei regras de bolso pra quem tem pouco tempo pra investir e já desmistifiquei um montão de coisas sobre previdência privada.
21/01/2019

'Aposentadoria como conhecemos hoje vai desaparecer', diz economista

  para hélio zylberstajn, com menos vínculos de emprego, previdência do futuro vai depender de renda básica universal e poupança individual para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/01/aposentadoria-como-conhecemos-hojevai-desaparecer-diz-economista.shtml ou as ferramentas oferecidas na página.
21/01/2019

Regime de capitalização da aposentadoria no INSS na Reforma da Previdência Social em 2019

 regime de capitalização da aposentadoria no inss na reforma da previdência social em 2019 o ministro da economia, paulo guedes, anunciou nesta semana que o governo estuda propor um sistema de capitalização para a aposentadoria do inss. entenda como ele funciona. 1. o que é capitalização da aposentadoria? cada trabalhador tem uma conta individual, onde é depositada uma porcentagem de seus rendimentos. esse dinheiro é aplicado pelos gestores e funciona como uma poupança compulsória. quando se aposenta, ele pode fazer saques do dinheiro poupado. 2. vai ser obrigatório para todo mundo? não há detalhes do projeto do governo, mas o mais provável é que seja obrigatório apenas para novos contribuintes, e apenas a partir de um teto. essas são as recomendações de especialistas na área e estão nas duas propostas de reforma enviadas ao governo com projetos para o sistema de capitalização. na proposta da fipe, o sistema seria obrigatório para quem ganha acima de r$ 2.200 (valores de 2018). na proposta de paulo tafner, para quem ganha a partir de r$ 3.952 (valores de 2018). 3. a aposentadoria como existe hoje acaba? não. o sistema atual, chamado de repartição, continua existindo, tanto para quem já está no mercado de trabalho quanto para os futuros contribuintes. a capitalização é uma poupança adicional, para complementar a renda na aposentadoria. os sistemas propostos por especialistas sugerem pelo menos três níveis diferentes de renda na aposentadoria: a) renda universal do idoso, para todos que completarem 65 anos, mesmo sem ter contribuído para a previdência. b) aposentadoria como é hoje, com idade mínima, até um teto de previdência c) aposentadoria de capitalização, para parcela que exceder esse teto 4. o governo bolsonaro também vai criar uma renda mínima para todo idoso? não há definição sobre isso, mas as duas propostas de especialistas enviadas à economia contêm essa sugestão. 5. qual a vantagem de uma renda mínima? as propostas argumentam que ela cria um colchão social para os brasileiros mais pobres, que não conseguem trabalhar no mercado formal. além disso, como essa parcela será independente de contribuição, ela pode deixa de engrossar as despesas da previdência e passar para a assistência social. os valores propostos são abaixo do salário mínimo e com regra de correção pela inflação, o que também reduz gastos do governo. por fim, criar essa parcela sobre a qual não há contribuição torna mais barata a folha de salários: as contribuições são cobradas apenas sobre a parcela que vai desse piso ao teto. 6. se a aposentadoria como existe hoje não vai acabar, para que criar capitalização? um motivo é aliviar as contas da previdência das aposentadorias mais altas. no sistema que existe hoje, quando a pessoa se aposenta, passa a receber um valor definido (corrigido pela inflação) até sua morte. hoje, os brasileiros mais ricos se aposentam mais cedo e ganham benefícios mais altos por períodos maiores. com a mudança, que inclui um teto mais baixo para esse valor fixo de benefício, o governo economiza dinheiro. os economistas também propõem baixar o custo da folha de salários, já que as contribuições serão cobradas sobre uma parcela menor do rendimento do trabalhador. por exemplo, para um trabalhador que ganha o equivalente a r$ 5.000: até o piso (r$ 550, na proposta da fipe, e r$ 668, na de tafner), não é cobrada contribuição previdenciária. do piso até o teto (r$ 2.200, na proposta da fipe, ou r$ 3.952, na de tafner), é cobrada contribuição previdenciária e o valor é usado para cálculo da aposentadoria como no sistema atual, de distribuição. acima do teto (r$ 2.200, na proposta da fipe, ou r$ 3.952, na de tafner), uma parte é depositada na conta individual, de capitalização. 7. então o sistema de capitalização é como uma aposentadoria privada? uma diferença muito importante é que, na aposentadoria privada, é possível fazer saques quando quiser. no sistema de capitalização, apenas depois da idade mínima. em tese, essa garantia de que o dinheiro estará na conta por um longo prazo permite aos gestores usá-los em investimentos como os de infra-estrutura —que aceleram o crescimento econômico— e permite, também em tese, rendimentos maiores que os da aposentadoria privada. 8. qual o risco da capitalização para o trabalhador? essa parte da aposentadoria não será uma renda de valor fixo até a morte, como a aposentadoria pelo sistema de distribuição. ela vai depender de quanto o trabalhador conseguir poupar, de quanto seu dinheiro render e de quantos anos ele tiver pela frente. 9. o trabalhador para o qual for obrigatório o sistema de capitalização pode ficar sem aposentadoria? o governo ainda não detalhou sua proposta, mas muito provavelmente ninguém terá apenas sistema de capitalização. todo brasileiro deve ter também uma parte da aposentadoria no sistema de distribuição, em que o valor do benefício é fixo até sua morte. 10. por que alguns especialistas são contra a criação do sistema de capitalização? a principal ressalva é que há um custo para as contas públicas durante a transição entre um sistema e outro. isso acontece porque a parte do dinheiro que passa a ir para as contas individuais deixa de entrar no reservatório comum que paga as aposentadorias antigas. as propostas dos especialistas enviadas ao governo sugerem como reduzir esse custo. 11. já estou no sistema atual. vou poder aderir ao sistema de capitalização? as sugestões feitas por especialistas permitem a adesão, com algumas ressalvas. não se sabe ainda o que o governo vai propor. 12. o texto em discussão no congresso não fala em sistema de capitalização. como o governo vai propor a mudança? o governo deve usar um instrumento chamado emenda aglutinativa, para introduzir mudanças no texto já aprovado pela comissão especial da câmara regime de capitalização da aposentadoria no inss na reforma da previdência social em 2019 o ministro da economia, paulo guedes, anunciou nesta semana que o governo estuda propor um sistema de capitalização para a aposentadoria do inss.

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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