08/10/2018

Economia mundial corre risco de enfrentar nova crise financeira, avisa FMI

 a economia mundial está à beira de nova crise financeira, advertiu o fundo monetário internacional. assim, de acordo com dados do fmi, o valor total da dívida global — tanto no setor público como privado — é 60% maior do que em 2008, ano da última crise financeira. o relatório de estabilidade financeira global da organização, citado pelo jornal the guardian, indica que os governos e reguladores por todo o mundo fracassaram em realizar reformas necessárias para proteger o sistema financeiro da "conduta imprudente" de grandes bancos. segundo o fmi, nos últimos dez anos, muito tem sido feito para apoiar reservas de bancos e executar uma supervisão mais rigorosa do setor financeiro, mas "riscos tendem a crescer durante bons tempos, como o atual período de reduzidas taxas de juro e volatilidade moderada", cita the guardian. entre as principais causas de preocupações a entidade nomeou aumento drástico de empréstimos pelos chamados bancos paralelos da china, fracasso em aplicar restrições rigorosas a seguradoras e gestores de ativos que lidam com trilhões de dólares de fundos. a organização avisa que a economia mundial deverá enfrentar certos desafios para evitar "a segunda grande depressão". vale destacar que os empréstimos a reduzidas taxas de juro para empresas e governos não trouxeram investimento em maiores níveis na pesquisa e desenvolvimento ou investimento mais geral em infraestrutura. esta tendência desde a quebra do banco lehman brothers, que desencadeou a crise financeira global de 2008, tem limitado o crescimento potencial de todos os países e não somente daqueles que mais sofreram as consequências do colapso. sem contar na economia mundial, que foi deixada em uma posição mais fraca, especialmente em um período de possível desaceleração. as medidas adotadas após a quebra do banco de investimento lehman brothers, considerado um dos pontos de partida da crise de 2008, deixaram a economia mundial com uma proporção de 52% entre a dívida e o pib, que era 36% antes da crise. balanças de bancos centrais, especialmente em países desenvolvidos são algumas vezes maiores do que antes do colapso de 2008. quanto às economias em desenvolvimento, estas agora representam 60% do pib global em termos de poder aquisitivo se comparados aos 44% no período antes da crise, "refletindo, parcialmente, uma recuperação fraca nas economias avançadas", diz o relatório.
08/10/2018

O que esperar dos mercados com Bolsonaro ou Haddad?

 agora é oficial: o brasil será governado ou por jair bolsonaro, do psl, ou por fernando haddad, do pt. o que isso pode significar para o país que está saindo de uma das suas piores crises econômicas dos últimos 100 anos, com um déficit fiscal elevado e um problema de grave desequilíbrio estrutural da previdência social em meio a um ambiente de alta dos juros nos estados unidos? volatilidade ainda alta para a corretora guide investimentos, a volatilidade dos mercados deverá se manter elevada entre o 1º e 2º turno da eleição presidencial. ainda assim, uma vitória do candidato mais reformista deve destravar valor do índice bovespa, visto que a bolsa brasileira segue em patamares atrativos levando em conta alguns indicadores. o primeiro desses indicadores é a relação entre o preço dos papéis e o lucro projetado para as empresas, o p/l. hoje, o preço das ações  do ibovespa equivale a 10,7 vezes o lucro das empresas, enquanto o resto do mundo está mais caro, com um preço equivalente a 15 vezes o lucro. o ibovespa também está sendo negociado próximo dos 20 mil pontos em dólar, abaixo da média dos últimos 8 anos, de 25 mil pontos em dólares. a guide destaca ainda as perspectivas para as empresas locais e, especialmente, ativos que ainda não foram corretamente precificados, e que podem surpreender de forma positiva nos próximos meses em uma eventual vitória de bolsonaro. “algumas empresas estão melhor preparadas para aproveitar os ventos mais favoráveis deste novo ciclo, que vislumbramos com um candidato reformista no poder”, diz a corretora. preferência e aposta em bolsonaro os investidores têm mostrado preferência pelo candidato do psl, como ficou claro na semana passada, quando as pesquisas de intenção de voto mostraram o crescimento do apoio a bolsonaro. a proposta de implantar uma política econômica liberal e, mais que isso, impedir a volta da esquerda e do pt animaram os investidores ao longo da semana. na sexta-feira, porém, o índice bovespa caiu, em um ajuste de posições para aguardar o resultado da votação, afirma filipe villegas, analista da corretora genial investimentos. a movimentação da semana passada surpreendeu, com papéis como petrobras e banco do brasil subindo mais de 20% em 30 dias com a especulação de que bolsonaro poderia vencer no primeiro turno.  “havia a expectativa até de mais euforia na sexta-feira, mas, com a realização no dia,  o mercado já se antecipou e precificou uma chance de segundo turno”, diz villegas. mesmo assim, é possível que a frustração com um segundo turno leve o mercado a realizar um pouco dos lucros nesta semana, avalia o analista. mas, mesmo sem uma vitória no primeiro turno, o humor do investidor tende a se consolidar e há espaço para novas altas, talvez não de imediato, mas ao longo do último trimestre do ano. “se o resultado (vitória de bolsonaro) se confirmar, o mercado já antecipou 25% a 30% do ganho e ainda pode subir mais”, estima villegas. alta limitada pelos desafios das reformas ele não acredita, porém, que índice bovespa bata imediatamente em 100 mil pontos com bolsonaro, como alguns analistas estimam. em um estudo feito com base na movimentação do ibovespa, seus desvios padrões, villegas estima que o índice teria uma resistência entre 90 mil e 92 mil pontos. “em um primeiro momento, se houver uma alta forte, o índice iria no máximo atingir esse nível”, acredita. ele admite, porém, que uma eventual euforia poderá levar o índice a subir mais, pelo fluxo de entrada de investimentos. “mas temos uma agenda de reformas impopulares difícil de ser aprovada que vai segurar a alta do mercado”, acredita. assim, à medida que as reformas forem se confirmando viáveis, o mercado poderá avançar. ataques e debates devem dar o tom do segundo turno no segundo turno, o grande impasse deve ser o debate entre os dois candidatos, acredita villegas. “mais que as pesquisas, os debates, os ataques, devem dar o tom do mercado”, afirma. mas se 100 mil pontos para o ibovespa no caso de vitória de bolsonaro é um exagero, também é exagerado estimar 60 mil pontos para o índice se fernando haddad vencer, diz villegas. segundo ele, o candidato do pt está se aproximando do mercado, e analistas políticos acreditam que ele faria um governo diferente do de dilma rousseff. com isso, o índice pode se estabilizar entre 74 mil e 75 mil pontos, até haddad definir sua política econômica. ações para bolsonaro e para haddad villegas tem duas carteiras, para o caso de vitória de bolsonaro ou de haddad. caso bolsonaro ganhe, pela expectativa de euforia do mercado, as grandes beneficiadas seria as empresas estatais, ou com correlação forte com o índice bovespa, como a bolsa b3, o banco do brasil, petrobras e eletrobrás. empresas de seguros, como sulamérica (ou porto seguro), também ganhariam, pois a expectativa é de alta dos juros, que aumentam os ganhos das carteiras de investimento dessas empresas. já no caso de vitória de haddad, seriam beneficiadas empresas com receita em dólar, como exportadoras, além do setor de construção civil, especialmente empresas voltadas para moradia popular e baixa renda, pelos incentivos que seriam dados ao programa minha casa minha vida. o setor de educação também seria beneficiado, pelos incentivos para bolsas de estudos. nessa lista estariam as exportadoras suzano papel, weg, a empresa de educação estácio e a porto seguro (ou sulamérica) e a construtora mrv, que atua junto à baixa renda. em ambos os cenários, independentemente do candidato, villegas espera uma elevação da taxa de juros, por isso a aposta em seguradoras. dólar vai repercutir chances de bolsonaro e para o dólar, o que se pode esperar? a equipe de análise do banco abc brasil fez uma avaliação considerando os cenários para o segundo turno. segundo o banco, pesquisas entre gestores de fundos de investimentos, sobre qual seria o nível do dólar no caso da vitória de bolsonaro ou de haddad, mostram que a mediana das repostas ficou em r$ 3,50 para o caso do candidato do psl e em r$ 4,55 se a vitória for do petista. “ou seja, poderíamos considerar que um patamar “justo”, considerando que as pesquisas de 2º turno estão mostrando uma chance de 50% para cada cenário, seria algo próximo de r$ 4,00”, diz o abc brasil. portanto, para a moeda americana estar operando entre r$ 3,85 e r$ 3,90 como na semana passada, seria porque o mercado está colocando no preço alguma chance de vitória de bolsonaro já no 1º turno. como isso não aconteceu, seria o caso de o dólar se aproximar dos r$ 4,00. mas isso não é uma certeza, diz o banco. mesmo que bolsonaro não ganhe, mas saia das urnas no domingo com uma vantagem confortável para haddad, o mercado vai precificar uma probabilidade maior do que os 50% que as atuais pesquisas de 2º turno mostram para uma vitória do ex-capitão. assim, diz o abc brasil, o importante é a leitura do resultado das urnas no primeiro turno e se ele vai mostrar uma força de bolsonaro maior do que a indicada nas últimas pesquisas. o que parece ser o caso, já que o candidato do psl terminou com 49% dos votos válidos. ele precisará apenas manter os atuais eleitores e conseguir 2 pontos percentuais de outros candidatos. já fernando haddad, com 31% dos votos válidos, teria de conseguir 19% de votos. dólar entre r$ 3,54 e r$ 5,05 a eleição de um candidato contrário às reformas, papel hoje de fernando haddad, do pt, poderia levar o dólar, em um cenário pessimista, para r$ 5,05, estima a corretora guide investimentos. no cenário otimista, com haddad, a moeda americana ficaria em r$ 4,21 e, no mais provável, em r$ 4,61. as projeções levam em conta a paralisação das reformas e das privatizações, o que comprometeria o crescimento gradual da economia. haveria ainda um desalinhamento do congresso com o executivo e um aumento do prêmio de risco do país, com fuga de recursos estrangeiros de ativos brasileiros. “nesse contexto, vemos um ciclo de ligeiro crescimento (ou mesmo estagnação) do lucro das empresas, com expectativa de encarecimento do custo do serviço da dívida e volumes de venda em patamares ainda fracos”, diz a guide. “assim, vemos que o ibovespa poderia recuar para um patamar próximo de 63 mil pontos”, estima a corretora. já no caso de vitória de um candidato que apoie as reformas, ou seja, bolsonaro, a expectativa é de melhora econômica, com índices de confiança melhorando nos próximos meses em diversos setores. a guide espera também um maior alinhamento do congresso com o executivo, um avanço nos ajustes fiscais e reformas estruturais e, como resultado, uma maior aplicação de investidores locais e estrangeiros em ativos brasileiros. isso poderá levar a uma aceleração do crescimento econômico e do lucro das empresas, o que permitira um índice bovespa no cenário base de 96 mil pontos e, no cenário mais otimista, de 105 mil pontos. o dólar, por sua vez, recuaria para r$ 3,67 no cenário base e r$ 3,54 no otimista. carteiras bolsonaro e carteira haddad para a guide, no cenário de vitória de bolsonaro, as principais recomendações seriam ações de empresas estatais, do setor financeiro, de commodities, e empresas com maior exposição à atividade doméstica. o dólar ficaria abaixo de r$ 4,00 e o risco-brasil, medido pelos credit default swaps (cds), ficaria perto dos 150 pontos base, ou 1,5 ponto percentual acima do juro americano. os juros no brasil subiriam mas mais gradualmente. no caso de haddad, a corretora vê oportunidades em dólar, em ações de empresas de energia (transmissão em especial), no setor financeiro (exceto bancos) por conta da alta dos juros e no setor de saúde. o cenário mais provável é de dólar acima de r$ 5,00, o risco-brasil do cds em 300 pontos base (3 pontos percentuais) e um aperto monetário mais acelerado puxando os juros.
08/10/2018

Ibovespa dispara após 1º turno das eleições; dólar cai

 são paulo - (atualizada às 11h23) o ibovespa iniciou a segunda-feira em forte alta e já aparece na faixa de 86 mil pontos. os investidores reagem ao forte desempenho de jair bolsonaro (psl) no primeiro turno das eleições. praticamente todos os papéis do índice avançavam nesta manhã, com destaque para as ações de estatais e de bancos. ao redor de 11h20, o ibovespa subia 4,57%, aos 86.084 pontos; na máxima, por ora, marcou 87.333 pontos (+6,09%). o giro financeiro é muito elevado e já marcava r$ 8,5 bilhões. os papéis do 'kit eleições', grupo de ativos do ibovespa com maior sensibilidade ao noticiário eleitoral, apresentam desempenhos amplamente positivos nesta manhã. eletrobras pnb ganhava 12,21% e eletrobras on avançava 11,09%. o destaque, contudo, é cemig pn, com valorizalçao de 16,76%. petrobras pn subia 9,10% e é a ação de maior giro financeiro individual, de r$ 2,2 bilhões. os bancos privados também apresentam altas expressivas, caso de itaú pn (+6,60%), bradesco pn (+6,65%), bradesco on (+5,99%) e units do santander brasil (+7,08%). no setor de varejo, tinham alta b2w on (+10,15%), units da via varejo (+7,81%), lojas americanas pn (+5,87%) e magazine luiza on (+4,94%). entre as poucas quedas do dia, apareciam no setor de commodities suzano on (-4,47%) e units da klabin (-2,24%), fibria on (-1,34%) e vale on (-1,20%). bolsonaro, candidato mais alinhado às pautas econômicas defendidas pelo mercado financeiro, obteve 46% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto fernando haddad (pt), seu adversário no segundo turno, registrou 29%. além disso, a votação expressiva obtida pelo psl e outros partidos alinhados a bolsonaro para o legislativo dá maiores condições de governabilidade a uma eventual administração do ex-militar. no câmbio, o dólar comercial cedia 2,59%, cotado a r$ 3,7549. fonte: este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/5911187/ibovespa-dispara-apos-1-turno-das-eleicoes-dolar-cai ou as ferramentas oferecidas na página.
08/10/2018

Mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 4,40%

 a estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela quarta vez seguida. de acordo com pesquisa do banco central (bc), divulgada nesta segunda-feira (8) no relatório focus, o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) deve ficar em 4,40%. na semana passada, a projeção estava em 4,30%. para 2019, a projeção da inflação permaneceu em 4,20%. para 2020, a estimativa segue em 4% e, para 2021, passou de 3,97% para 3,95%. a projeção do mercado financeiro ficou mais próxima do centro da meta deste ano, que é 4,5%. esse número tem limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, o objetivo é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. já para 2020, o intuito é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). para alcançar a meta de inflação, o banco central usa como instrumento a taxa básica de juros (selic), atualmente em 6,5% ao ano. de acordo com o mercado financeiro, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. para o fim de 2020, a projeção é 8,38% ao ano, ante 8,19% previstos na semana passada, voltando a 8% ao ano no final de 2021. quando o comitê de política monetária (copom) aumenta a selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom reduz a selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. as instituições financeiras ajustaram a estimativa para o crescimento do produto interno bruto (pib), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 1,35% para 1,34%, este ano e mantiveram a estimativa em 2,5% nos próximos três anos. a estimativa para a cotação do dólar foi mantida em r$ 3,89 no fim deste ano, e em r$ 3,83 ao término de 2019. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/651665-mercado-financeiro-eleva-estimativa-de-inflacao-para-4-40.html)  
03/10/2018

Seguro de vida empresarial também é vantagem para o executivo

 além de diversos benefícios oferecidos aos colaboradores, a contratação do seguro pode auxiliar na retenção de talentos para as empresas são paulo, outubro de 2018 – adversidades acontecem e estar preparado para elas é algo fundamental no dia a dia de uma empresa. o seguro de vida empresa pme é uma opção para quem deseja ter essa tranquilidade em momentos adversos. o segurado e sua família estarão protegido em casos de morte, morte acidental, invalidez permanente - total ou parcial - causada por acidente ou doença, e ainda terão acesso à assistência funerária e outros serviços customizados no momento da contratação. o seguro de vida empresarial tem como principal objetivo amparar os beneficiários do colaborador. mas, no entanto, não é somente o segurado que ganha com a contratação. o empresário que contrata o serviço também se beneficia com a iniciativa. “para o empresário, esse tipo de seguro possui diversos diferenciais. além da tranquilidade e proteção para os beneficiários, o seguro auxilia na retenção de talentos através de uma benesse ao colaborador”, explica peter rebrin, diretor executivo de personal lines e bancassurance. “e existem também as vantagens para a empresa, que terá cobertura de verbas rescisórias, indicadas ao pagamento de indenização no caso de falecimento de um colaborador”. a contratação desse tipo de seguro pode ser inteiramente ou parcialmente pago pela empresa, ou ainda inteiramente pago pelo colaborador. além de oferecer vantagens e diferencias, permite que o empresário atenda a convenções coletivas que exigem a contratação do seguro de vida. o serviço, que possui forte demanda no país, pode ser oferecido conforme o nicho de atuação da empresa e o perfil da seguradora. fonte: segs
03/10/2018

Setor privado prepara projeto de reforma da Previdência para presidente eleito

  projeto capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares. o setor de previdência privada se aliou para propor uma nova reforma da previdência social no brasil ao presidente eleito, de acordo com o presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), edson franco. o projeto, que está sendo capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp (fipe-usp), propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares para aprimorar a aposentadoria oficial: um deles com foco assistencial; outro similar ao inss e com contribuição; capitalização individual, podendo usar parte dos recursos do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts) e, por último, o privado. na segunda-feira, 1º, o ex-presidente do banco central, arminio fraga e o economista paulo tafner também apresentaram uma proposta de reforma da previdência, 'independente e apartidária', segundo os autores. de acordo com cálculos de tafner, o projeto, se implementado, permitiria uma economia de r$ 1,3 trilhão em dez anos - superior ao previsto no texto aprovado pelo governo michel temer na comissão especial que tratou do tema no congresso nacional.  “sem previdência, a retomada fiscal não será possível diante do déficit por conta do gasto com previdência e, mais do que isso, a projeção de gasto futuro em função aumento da longevidade. o encaminhamento da reforma da previdência é absolutamente necessário”, destacou edson franco, em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira, 3. a fenaprevi, em parceria com a confederação das seguradoras (cnseg) e a associação brasileira das entidades de previdência complementar (abrapp), defendem que a reforma da previdência ocorra em duas frentes simultâneas. de um lado, o ajuste na previdência atual em moldes semelhantes ao que já foi proposto no governo de michel temer e acabou não sendo aprovado, com estabelecimento de idade mínima para aposentadoria e desacumulação benefícios, e do outro um novo sistema voltado a novos trabalhadores, cujo estudo e cálculos estão sendo tocados pelo professor da fipe, hélio zylberstajn. segundo franco, o projeto do setor privado estará concluído até o final deste ano para ser entregue na sequência ao presidente eleito. “a novidade aqui é que defendemos também o encaminhamento de uma frente paralela, criando desde já uma nova previdência para novos trabalhadores nascidos a partir de 2005 de forma que o novo sistema esteja baseado em quatro pilares”, explicou o presidente da fenaprevi. o primeiro pilar, segundo ele, seria de renda básica ao idoso, natureza assistencial e não privada, financiada por impostos e não contribuições. já o segundo teria formato similar ao do inss, com objetivo de distribuição de renda com contribuição por parte do usuário e teto reduzido. “a ideia é que a somatória da renda dos dois pilares seja equivalente à renda média brasileira hoje, de r$ 2,2 mil e cobre cerca 80% da população, representando uma taxa de reposição de 100% da renda média do brasileiro”, disse franco. já o terceiro pilar, conforme o projeto de reforma da previdência proposto pela iniciativa privada, visa a atender as pessoas que ganham acima r$ 2,2 mil e tem como base um sistema de capitalização individual. aqui, segundo franco, uma das fontes de financiamento poderia ser o próprio fgts, sem criação de custo adicional para trabalhadores e empresas. apesar de concorrer com outras frentes como o financiamento imobiliário, por exemplo, o presidente da fenaprevi explicou que esse recurso é aportado pelas empresas como recurso em contas individualizadas e que o uso do fgts seria apenas para novos participantes. são, conforme ele, cerca de r$ 90 bilhões de orçamento anual do fundo. considerando que 10% das pessoas estão ingressando no mercado de trabalho são mais ou menos r$ 9 bilhões. “no novo sistema poderíamos usar os ingressos de novos entrantes para financiar um regime de capitalização. não estamos falando do estoque, mas do fluxo. não vamos propor uma migração, mas a possibilidade de aproveitar o recurso que já é aportado na conta individual dos trabalhadores para ser utilizado em favor da poupança previdenciária para uma aposentadoria futura”, exemplificou franco, acrescentando que no quarto pilar, que compreende a previdência suplementar, nada muda. fonte: aline bronzati, o estado de s.paulo
03/10/2018

Congresso destaca oportunidades de negócios e função social dos corretores de vida e previdência privada

 o primeiro congresso potencialize foi promovido ontem, 2, pela universidade corporativa da mongeral aegon, no rio de janeiro, para corretores de seguros de vida e previdência privada de todo o país. marcio batistuti, diretor regional da seguradora, reforçou a importância de os corretores atuarem com propósito e acreditarem na relevância de seu trabalho na corretagem de seguros de vida e previdência. “se o corretor acredita na importância desse produto para a vida da pessoa, a venda é totalmente diferente”, orienta o executivo, que acrescenta que essa venda cria valor e colabora para a construção de capital das famílias, que será utilizado no momento mais oportuno. “além de ajudar as famílias, estamos criando valor para a sociedade”. luis felipe maciel, diretor regional, frisa que o setor de seguros tem como característica a oferta de diversos benefícios para a sociedade. “trabalhamos em uma indústria que tem o privilégio de fazer o bem. ajudamos as famílias a se preparar para o momento do problema, seja ele a morte, doença, invalidez”, exemplifica. ainda sobre o retorno do mercado para a sociedade, o diretor regional ednei andrade mencionou que em setembro desse ano a mongeral aegon devolveu r$ 20 milhões em indenizações para mais de mil famílias. até o fim do ano, a previsão é de r$ 252 milhões, para mais de 19 mil famílias. oportunidades de negócios durante o potencialize, os executivos também mencionaram algumas oportunidades de vendas para os corretores de seguros de vida e previdência privada. luis felipe maciel destacou que o linkedin é um bom campo para prospectar clientes, pela rede de contatos primários e pelos contatos oriundos dessas relações, que podem, inclusive, pertencer a um mesmo segmento de atuação. marcio batistuti acrescenta que a seguradora está atenta a essas oportunidades na rede social e tem estudado maneiras para auxiliar os corretores nesse ambiente. “é um investimento que cada um pode fazer em seu negócio”. nesse sentido, ele frisa que a partir do momento que o corretor compreende a essência de seu trabalho, o que vier em termos de ferramentas tecnológicas não será uma ameaça para suas vendas, mas sim, aprimoramento. fonte: revista cobertura
03/10/2018

CNSeg enviou documento aos presidenciáveis às vésperas das eleições

  entidade elaborou estudo com propostas do setor, que representa 6,5% do pib do país e é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos. rio - os candidatos à presidência já receberam um documento enviado pelo setor de seguros para demonstrar como o segmento é um dos mais aptos a acelerar o crescimento da economia. o estudo 'propostas do setor segurador brasileiro aos presidenciáveis' será apresentado na manhã desta quarta-feira, em uma coletiva concedida por marcio coriolano, presidente da confederação nacional das seguradoras (cnseg). a entrevista, que ocorrerá na sede da entidade, no centro do rio, também contará com a presença dos presidentes das federações. o segmento composto por 118 seguradoras é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos e representa 6,5% do pib no país. no ano passado, pagou mais de r$ 277 bilhões em benefícios, indenizações, resgates e sorteios. para garantir os riscos que assume, o setor investe em ativos que ultrapassam r$ 1,2 trilhão, o equivalente a 25% da dívida pública. "o setor de seguros tem importante papel na economia e na sociedade. contribui significativamente para o desenvolvimento da infraestrutura, geração de emprego e renda, e para o acesso à saúde suplementar", argumenta coriolano. aliás, essa não foi a primeira vez que o setor entrou em contato com os presidenciáveis. no mês passado, a escola nacional de seguros também enviou um documento aos candidatos com um alerta sobre a situação dramática provocada pelos acidentes de trânsito no país, que causou mais de 41 mil mortes e outros 42 mil casos de invalidez permanente só no ano passado. a informação foi publicada pela coluna. fonte: o dia por herculano barreto filho
03/10/2018

Corretor entenda o novo conceito que pode fazer a diferença no mercado de seguros

 o mercado de seguros está se preparando para adotar, em breve, os princípios da “responsible insurance”, que significa, em linhas gerais, “entregar produtos apropriados de forma transparente, acessível, justa, responsiva e respeitosa para manter os consumidores informados e capazes de utilizar esses seguros efetivamente”, como definiu o consultor miguel solana, da impact insurance facility, a divisão da organização internacional do trabalho (oit) encarregada de desenvolver projetos de ampliação do acesso ao seguro como mecanismo de proteção social, que participou do workshop “responsible insurance da impact insurance facility”, realizado pela cnseg, em são paulo, sexta-feira passada (28). conquistando rapidamente adeptos em todo o mundo, esses princípios trazem soluções inovadoras principalmente em mercados emergentes e para empresas que ofereçam ou planejem ofertar microsseguros ou produtos massificados via varejo ou canais de afinidades. o evento de são paulo foi comandado por miguel solana e pelo gerente da cnseg, pedro henrique fernandes pinheiro, que observaram que o avanço desses princípios depende de premissas, dilemas e desafios, que terão de ser enfrentados pelo mercado. ambos ressaltaram, contudo, que a recompensa estará assegurada e fará diferença para quem oferecer uma linhagem de seguros responsáveis. para essas empresas, virão benefícios como mais renovação de contratos e propaganda boca a boca positiva para as compras dos seguros responsáveis. em contrapartida, empresas refratárias podem enfrentar clientes descontentes, impacto social baixo ou nulo. nesse contexto, será fundamental, portanto, disponibilizar coberturas que ampliem a satisfação do cliente, a confiança e o impacto social positivo do seguro. no workshop foram apresentados cases internacionais dos princípios da “responsible insurance”, reforçando a tese de que os produtos responsáveis agregam valor. além disso, foram citadas boas dicas para um modelo de negócio bem-sucedido, incluindo para o design do produto responsivo, que deve atender às necessidades prioritárias dos consumidores; oferecer benefícios considerados valiosos e acessíveis; ser rápido para ajudar consumidores em momentos de choque; ser econômico nas exclusões de riscos, ser de fácil compreensão, pouco burocrático e evitar impactos negativos por falhas do produto. no encontro também foi destacada a importância da educação financeira para a escolha razoável do seguro. nesse sentido, foi citado o exemplo da seguradora hollard insurance, da áfrica do sul, que após investir quase us$ 800 mil em ações de educação, viu sua emissão de apólices de seguro funeral crescer em 7% (250 mil contratos a mais) e a receita ter um acréscimo de us$ 2,3 milhões. já na bolívia, o foco na inovação e poucos riscos excluídos asseguraram forte expansão do microsseguro e de produtos massificados da seguradora nacional vida. outra experiência inovadora apresentada no evento foi o seguro de vida da seguradora iniser, da nicarágua. neste caso, a solução inovadora foi acoplar cupons de supermercados à indenização, atendendo a trabalhadoras informais preocupadas com o desvio de finalidade no uso do seguro de vida pelos parceiros. fonte: cqcs

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste


04/06/2018

15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento

A cidade de Maceió (AL) recebeu o 3° Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. Mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso. O encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do Nordeste, contou com o apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), do Sindicato das Seguradoras Norte Nordeste (Sindseg N/NE), do Sindicato das Seguradoras da BA/SE/TO e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg).

O tema do congresso este ano foi “Adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. Na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado.
O potencial do mercado local pode ser expresso em números. Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado segurador movimentou cerca de R$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no Brasil, sem contar o segmento de Seguro Saúde. A região Nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de R$ 6,1 bilhões). Até março deste ano, o setor como um todo devolveu R$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios.

Com um stand Congresso, a Capemisa Seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. Desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo PME e a Campanha Sou+Você 2018. O superintendente regional Marcelo Vasconcelos fez uma apresentação no painel Diretores Regionais. Além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, Fabio Lessa, também participou do evento.

A Previsul Seguradora atua no Nordeste por meio da sucursal da Bahia e escritórios em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Marcando presença também no evento, a diretora de Negócios, Andreia Araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “É uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. O Nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a Previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma.

A Tokio Marine Seguradora também participou do Congresso. O executivo Ronaldo Dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º Conseg.
Já os executivos da Allianz Seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no Conseg-NE. Eduardo Grillo e Alexandro Barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de Automóvel, Residência e Vida.

No painel “O que devemos esperar do mercado de seguros do Nordeste”, o executivo Eduardo Grillo, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, evidenciou que a região acumulou R$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “O Nordeste foi a região do Brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. A nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de Automóvel, Residência e Vida”, disse.

À tarde, Alexandro Barbosa, diretor regional Norte e Nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de Automóvel, Residência e Vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “No novo Allianz Auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou Barbosa. Já o Residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. E entre as novidades do Vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online.

Enquanto isso o Grupo MBM levou corretores e associados ao Sincor-PE para o evento. Trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, Alexsander Kaufmann e o executivo de contas da filial MBM Pernambuco, Rodrigo Rabelo, saíram de Recife com destino a Maceió. “É uma ótima oportunidade para estreitar laços entre MBM e corretores. Agradeço a Ana Izabel Lopes da Silva, diretora do Sincor-PE, assim como o Carlos Valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta Rodrigo Rabelo.

Com o conceito “Um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a Porto Seguro apresentou aos Corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. Rivaldo Leite, Diretor Geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “O que devemos esperar do mercado de seguros no Nordeste nos próximos anos”. Por sua vez, Jaime Soares, Diretor da Porto Seguro Auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis.

A Liberty Seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste. “O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. É muito importante a participação da Liberty no Conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça Emerson Passos, diretor Norte e Nordeste da Liberty Seguros.

O desempenho da Liberty no Nordeste em 2018 impressiona. O crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). Os números em Alagoas, onde aconteceu o 3º Conseg-NE, são ainda melhores. A Liberty Seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%.

A Sompo Seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. Além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.

 “A Sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. A região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca Fernando Grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os CEOs das seguradoras.

“As estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. No primeiro quadrimestre de 2018, a Sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de Transporte e 10% em seguros de Pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. Esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove Estados da Região com nosso portfólio de produtos”, destaca Eduardo Fazio, Diretor Comercial para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Norte e Nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como Edson Toguchi, Superintendente de Grandes Riscos da Sompo.

Em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a Sompo anunciou em maio Ana Eliza Aladim como a nova Gerente de Negócios Corporativos para a Região Nordeste. Ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na Filial Recife para os demais estados da região. A executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos.

A Essor Seguros foi representada pelo Executivo de Relacionamento, Tasso Gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. Hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do Seguro Penhor Rural – Equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado.

Na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

*Colaboraram: Agência Race, Agência RMA, Danthi, Edelman Significa, Literal Link, SmartPR e VTN Comunicação.

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