26/10/2018

Corretor: segmento de seguros possui novas regras

 o cnsp estabeleceu através da resolução 364/18 novas regras para o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de passageiros, por meio de ônibus, micro-ônibus e similares. nesse seguro, o segurado é, exclusivamente, o transportador devidamente autorizado. a cobertura básica do seguro deverá compreender, no mínimo, a garantia das quantias devidas, pelo segurado, a título de reparação civil, relativas a danos corporais e/ou materiais causados aos passageiros que estejam no interior do veículo segurado, ocorridos durante viagem, desde que estes decorram, direta e exclusivamente, de um ou mais eventos definidos nas condições contratuais. a seguradora reembolsará as custas judiciais e os honorários dos advogados de defesa do segurado, quando contratualmente previsto, e do reclamante. as condições gerais do seguro deverá prever que esse reembolso somente ocorrerá quando o pagamento advenha de sentença judicial ou acordo autorizado pela seguradora, e até o valor da diferença, caso positiva, entre os limites máximos estabelecidos na apólice em vigor, e a quantia pela qual o segurado é civilmente responsável. as seguradoras poderão oferecer coberturas adicionais, com a respectiva cobrança de prêmio, desde que os riscos cobertos estejam diretamente relacionados com a responsabilidade civil do transportador rodoviário de passageiros. para que os tripulantes do veículo transportador estejam cobertos pelo seguro deverá ser contratada cobertura adicional específica. o segurado será obrigado a comunicar, por escrito, à seguradora, qualquer alteração que ocorra nos dados constantes na proposta de seguro, com, no mínimo, cinco dias úteis de antecedência, contados da data do início de vigência da alteração pretendida. a seguradora deverá se pronunciar, dentro de 15 dias após o recebimento da comunicação, sobre a sua aceitação ou não. a ausência de manifestação, por escrito, da seguradora, caracterizará a aceitação tácita da alteração proposta. não será admitida a presunção de que a seguradora possa ter conhecimento de circunstâncias que não constem da proposta e daquelas que não tenham sido comunicadas posteriormente, na forma do artigo anterior. garantias o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de passageiros garante ao segurado, quando responsabilizado por danos causados aos passageiros, o reembolso das indenizações que for obrigado a pagar, a título de reparação, por sentença judicial transitada em julgado, ou por acordo com os passageiros prejudicados e/ou seus beneficiários, com a anuência da seguradora, desde que atendidas as disposições do contrato. ao invés de reembolsar o segurado, a seguradora poderá oferecer a possibilidade de pagamento direto ao passageiro prejudicado e/ou seus beneficiários. o valor das reparações, acrescido do reembolso das respectivas despesas, não poderá exceder, na data de liquidação do sinistro, os limites máximos estabelecidos na apólice. caso, na data de liquidação do sinistro, as reparações devidas, somadas com as respectivas despesas, perfizerem total maior que os limites máximos estabelecidos na apólice, estes serão os valores dos pagamentos, não respondendo a seguradora pela diferença. nessa hipótese, a seguradora priorizará o pagamento, até os limites máximos estabelecidos na apólice, das reparações devidas aos passageiros, limitando o reembolso das despesas efetuadas pelo segurado, à diferença, se positiva, entre aqueles limites e o valor pago a título de reparações. se a reparação devida compreender pagamento em dinheiro e prestação de renda ou pensão, a seguradora pagará preferencialmente o primeiro, respeitadas, na data de liquidação do sinistro, as disposições deste seguro. caso a seguradora tenha que contribuir também para renda, ou pensão, fá-lo-á mediante o fornecimento ou a aquisição de títulos em seu próprio nome, cujas rendas serão inscritas em nome das pessoas com direito a recebê-las, com cláusula estipulando que, cessada a obrigação, tais títulos reverterão ao patrimônio da seguradora. esse seguro poderá ser contratado pelo período de duração de apenas uma viagem ou por período prefixado, bem como poderá ser anual ou plurianual. no seguro contratado pelo período de apenas uma viagem, a seguradora emitirá um certificado de seguro previamente a cada viagem de cada veículo transportador. a seguradora poderá emitir uma única apólice para cobertura de mais de um veículo transportador. neste caso, na apólice única deverão estar relacionados todos os veículos transportadores incluídos no seguro. a contratação desse seguro deverá ser feita sempre a primeiro risco absoluto e sem prejuízo da cobertura do seguro obrigatório de danos pessoais (dpvat). as seguradoras poderão oferecer, facultativamente, a segundo risco em relação ao seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário em viagem internacional – rctr-vi, a extensão do presente seguro para os países signatários do acordo sobre transporte internacional terrestre – atit. os termos da resolução entram em vigor 90 dias após a data de sua publicação, ou seja, na primeira quinzena de janeiro do próximo ano. fonte: cqcs
26/10/2018

Seguros fazem a economia girar

 mercado, além de reparar os danos dos eventos adversos que ocorrem com pessoas e empresas, movimenta os setores de toda a cadeia produtiva na economia, o risco é um agente dos fortes. e para todo agente macroeconômico, um movimento paralelo acontece. a proteção passa a ser um instrumento primordial na hierarquia de despesas das pessoas e do setor produtivo. para o risco, o mercado de seguros aparece como um mecanismo cuja função vai além da reposição de perdas. além de reparar os danos dos eventos adversos que ocorrem com pessoas e empresas, os seguros assumiram papel importante na economia. no brasil, em 2017, eles representaram 6,5% do produto interno bruto (pib), movimentando r$ 470 bilhões em prêmios (valores pagos pelos segurados em 2017). desse montante, r$ 277 bilhões voltaram à economia como indenizações e restituições de bens e patrimônios. e vale mais que isso. o professor da escola nacional de seguros, bruno kely, explica que devolver o equilíbrio financeiro evita, por exemplo, descompassos nas finanças de pessoas físicas e desabastecimentos da produção industrial ou agrícola, o que neutraliza reflexos inflacionários da queda de oferta. “detalhe: o ‘restante’ do saldo também movimenta outros setores, já que não fica parado. as seguradoras passam a compor fundos de investimentos em áreas de retorno potencial e também no mercado de capitais”, diz. são diversos produtos oferecidos por seguradoras no brasil, que vão dos tradicionais seguros de carro e de residência, até os seguros de vida ou das atividades agrícola e industrial. planos de saúde também integram o mercado. ainda segundo kelly, o seguro tem um objetivo social. “os seguros não são feitos para dar lucro. se der lucro, pode-se avaliar que há margem para fraude. a função é repor perdas causadas por fatos inesperados, algo que ocorreu subitamente e que tirou um lastro financeiro importante das pessoas ou de uma empresa. considerando um seguro de vida, a perda de um ente ou um acidente que provoca invalidez têm grave impacto familiar, ou seja, um seguro de vida, apesar de a vida não ter preço, ajuda na reestruturação da família. então tem esse lado social”, pontua. o advogado e especialista em direito securitário do escritório queiroz cavalcanti advocacia, leonardo cocentino, reforça que o seguro é um produto legal, regulamentado e que cumpre regras. “no brasil, todas as seguradoras têm que seguir normas regulamentadas pela susep, órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. o mercado cumpre, por exemplo, requisitos de lastro financeiro de reservas para indenizar tudo que é coberto pela apólice. ela é a lei dos seguros. é o contrato que vai detalhar tudo que é direito e dever das duas partes envolvidas. então a recomendação é atentar para o contrato, onde vão estar também as causas de exclusão de cobertura”, destaca. uma recomendação para o bom funcionamento do setor é a transparência. “o segurado precisa prestar as informações para não haver falhas no cálculo do prêmio, que é o custo do seguro para o segurado. esconder fatos pode ser interpretado como fraude e colocar em risco o recebimento da indenização. é o caso de dizer que o carro dorme em garagem quando ele fica na rua, onde está mais exposto a sinistros”, explica. “outro equívoco é o de escolher correr riscos porque possui seguro ou então usar o seguro sem necessidade, o que ocorre principalmente em planos de saúde. o que também é bom esclarecer é que quem paga as indenizações ou os custos das consultas médicas são os segurados e não as seguradoras. a conta é simples. quanto mais se usa, maior será o reajuste do plano de saúde ou o valor do prêmio do seguro, porque o cálculo do preço considera os riscos de sinistralidade, mas os reajustes são medidos a partir das despesas com indenizações dividido por todos os segurados”. saldo se torna investimento em termos econômicos, além de manter o equilíbrio das atividades das pessoas e das empresas a partir das indenizações, a gestão dos valores pagos pelos segurados às seguradoras tem procurado movimentar o dinheiro recolhido para rentabilizá-lo, inclusive financiando diretamente outras atividades produtivas. com dados de 2017, aproximadamente r$ 200 bilhões estariam parados por não terem sidos demandados pelos segurados para pagar as indenizações. as seguradoras passaram a investir tanto em fundos de investimentos privados, capitalizando empresas que querem expandir, como também na aquisição de ações de empresas públicas e privadas. “a economia brasileira possui muitos investidores institucionais e as seguradoras são um deles. todo o dinheiro que ela recolhe dos prêmios, ela usa para pagar os sinistros e não deixar o restante parado passou a ser um uso eficiente do dinheiro. esse dinheiro volta para a economia de várias formas e o principal é alimentar fundos de investimentos para viabilizar setores da economia de alto impacto, como o de construção civil. a bradesco seguros, por exemplo, já financiou a construção de um shopping center. o aluguel das lojas do shopping era rentabilidade para a seguradora”, destacou. outro mercado em questão é o de capitais. “quando uma empresa quer se capitalizar para investir, ela abre o capital e faz uma oferta inicial de ações. o montante gerido pelas seguradoras também é aplicado nesse mercado, a roda vai girando e a economia vai se retroalimentando. essa oferta de ações capitaliza a empresa, que reinveste no negócio para, na maioria dos casos, ganhar mercado e ampliar produção, o que a gente entende que promove avanços com empregos. é quando você percebe que a geração de empregos promovida pelo segmento de seguros vai além das seguradoras”, detalha.  fonte: diário de pernambuco por andré clemente
26/10/2018

Governo Central registra déficit primário de R$ 23 bilhões em setembro

 no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões marcello casal jr/abr/jc agência brasil o subsídio para o óleo diesel e o aumento de despesas não obrigatórias fizeram o governo central (tesouro nacional, previdência social e banco central) registrar o segundo maior déficit da história para meses de setembro. no mês passado, o resultado ficou negativo em r$ 22,979 bilhões. apenas em setembro de 2016, o déficit para o mês foi maior (r$ 25,239 bilhões). em relação a setembro do ano passado, o resultado negativo subiu 0,7% em valores nominais, mas caiu 3,7% ao descontar a inflação do ano passado pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca). o déficit primário é o rombo nas contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. da janeiro a setembro, o resultado negativo soma r$ 81,591 bilhões, valor 28,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (r$ 109,566 bilhões), descontado o ipca. mesmo com o resultado de setembro, o déficit acumulado é o menor para os nove primeiros meses do ano desde 2015. de acordo com o tesouro nacional, dois fatores contribuíram para o pequeno aumento nominal do déficit em setembro. o primeiro foi a execução de créditos extraordinários provocada pelo subsídio ao óleo diesel, que consumiu cerca de r$ 1,7 bilhão apenas em setembro e está previsto para fechar o ano em r$ 9,5 bilhões. o segundo fator foi o aumento de despesas discricionárias (não obrigatórias) do poder executivo, que subiram 9% acima da inflação de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano passado. as maiores altas foram provocadas pelo desbloqueio de gastos de custeio (manutenção da máquina pública) nos ministérios e pela execução de emendas parlamentares impositivas. os ministérios que mais puxaram a alta foram defesa, com crescimento de 29% acima da inflação, e saúde, com alta de 7,9% acima da inflação. o déficit só não foi maior porque as receitas do governo central tiveram, em setembro, o reforço do leilão da quarta rodada de partilha do pré-sal e pelos royalties de petróleo, que foram impulsionados pela alta do dólar e pela valorização da cotação internacional do barril. de janeiro a setembro, as receitas líquidas acumulam alta de 5,9% acima da inflação oficial pelo índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca). as despesas totais, em contrapartida, subiram em ritmo menor: 2,3% acima da inflação. os gastos com a previdência social subiram 2% além da inflação, contra alta de 0,9% (também acima da inflação) dos gastos com pessoal. as demais despesas obrigatórias, no entanto, acumulam queda de 2,6% descontada a inflação, por causa principalmente da redução dos gastos com subsídios (-29,7%), com o fundo de financiamento estudantil (fies) (-35,4%) e com abono e seguro desemprego (-4,8%). as despesas de custeio (manutenção da máquina pública) acumulam alta de 7% acima da inflação nos nove primeiros meses do ano. os investimentos (obras públicas e compra de equipamentos) somaram r$ 31,862 bilhões, alta de 20,4% além da inflação em relação ao mesmo período de 2017. o principal programa federal de investimentos, no entanto, está executando menos. os gastos com o programa de aceleração do crescimento (pac) somaram r$ 16,063 bilhões de janeiro a setembro, queda de 1,7% em relação aos mesmos meses do ano passado, descontada a inflação.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/654426-governo-central-registra-deficit-primario-de-r-23-bilhoes-em-setembro.html)
26/10/2018

Dívida pública cai 0,15% e atinge R$ 3,779 trilhões

 redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões marcos santos/usp imagens/imagens públicas/jc agência brasil a dívida pública federal (dpf), que inclui o endividamento interno e externo do brasil, teve queda de 0,16% e passou de r$ 3,785 trilhões em agosto para r$ 3,779 trilhões em setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26), em brasília, pela secretaria do tesouro nacional, do ministério da fazenda. a redução da dívida ocorreu por conta do resgate líquido de títulos, que somou r$ 26,73 bilhões, descontado parcialmente pela apropriação positiva de juros, no valor de r$ 20,55 bilhões. segundo a receita, a apropriação de juros representa o reconhecimento gradual das taxas que corrigem os juros da dívida pública. as taxas são incorporadas mês a mês ao estoque da dívida, conforme o indexador de cada papel. por meio da dívida pública, o governo pega recursos emprestados dos investidores para honrar compromissos. em troca, ele se compromete a devolver o dinheiro com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa selic, da inflação ou do câmbio. a dívida pública mobiliária federal interna (dpmfi) - em circulação no mercado nacional, que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais - teve o estoque reduzido em 0,07% em setembro, ao passar de r$ 3,630 trilhões para r$ 3,628 trilhões, devido ao resgate líquido de r$ 26,77 bilhões, compensado, em parte, pela apropriação positiva de juros, no valor de r$ 24,22 bilhões. do total de r$ 57,38 bilhões de emissões de títulos da dpmfi em setembro, foram emitidos r$ 55,50 bilhões nos leilões tradicionais; r$ 1,76 bilhão relativo às vendas de títulos do tesouro direto e r$ 125,43 milhões referentes a emissões diretas. com relação ao estoque da dívida pública federal externa (dpfe), captada do mercado internacional, também houve redução dede 2,34% sobre o estoque apurado em agosto, encerrando setembro em r$ 151,12 bilhões (us$ 37,74 bilhões), sendo r$ 136,71 bilhões (us$ 34,14 bilhões) relativos à dívida mobiliária e r$ 14,42 bilhões (us$ 3,60 bilhões), à dívida contratual. no mês de setembro, os ingressos de recursos da dívida contratual à dpfe totalizaram r$ 255,13 milhões. a dpf voltou a ficar abaixo das previsões do tesouro. de acordo com o plano anual de financiamento, divulgado em janeiro, a tendência é que o estoque da dpf encerre o ano entre r$ 3,780 trilhões e r$ 3,980 trilhões. a variação do endividamento do tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (tesouro direto) ou pela emissão direta. além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos. em setembro, os maiores detentores da dívida pública eram os fundos de investimento, com 26,14% da dívida, alcançando r$ 948,53 bilhões. o grupo previdência ficou em segundo lugar, com uma participação relativa de 25,35% e variação positiva em seu estoque, passando de r$ 911,87 bilhões para r$ 919,90 bilhões, entre agosto e setembro. em seguida, estão as instituições financeiras com 22,79%, grupo que reduziu o estoque em r$ 3,96 bilhões, chegando a r$ 826,87 bilhões. os investidores estrangeiros também apresentaram queda de r$ 9,21 bilhões em seu estoque e concentraram 11,67% da dívida. já o governo possui 4,20% da dívida pública; as seguradoras, 3,99%; e outros, 5,86%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/654411-divida-publica-cai-0-15-e-atinge-r-3-779-trilhoes.html)
24/10/2018

Vale a pena investir na previdência privada para o meu filho?

 especialista responde dúvida de leitor sobre investimentos. envie você também sua pergunta pergunta do leitor: tenho 37 anos, trabalho com suporte de informática e atualmente meu negócio está ficando bem rentável, porém, não faço ideia de como investir meu dinheiro. tenho filho e esposa e gostaria de me preparar melhor para o futuro. pretendo pagar uma previdência privada para o meu filho e abrir uma poupança para fazer uma reserva. é uma boa ideia? resposta de marcela kawauti*: para escolher o investimento mais rentável, é preciso fazer as contas considerando a incidência de impostos e demais taxas. existem diversos aplicativos e calculadoras virtuais que podem te ajudar nisso. porém, acima de tudo, é importante ter objetivos bem definidos. isso porquê, dependendo da finalidade da aplicação, você pode optar por alternativas mais ou menos rentáveis e arriscadas, mas que estejam de acordo com a liquidez que você precisa. pensando nisso, a previdência privada pode ser sim uma boa alternativa, mas apenas se você estiver pensando em investimentos com duração superior a dez anos. caso contrário, as taxas e impostos cobrados acabam prejudicando muito o seu rendimento. se a intenção for manter uma reserva de longo prazo pensando na faculdade ou maioridade do seu filho, por exemplo, há outras opções de baixo risco que podem ser interessantes. uma delas é o tesouro direto ipca+, que paga uma taxa de juros anual acrescida da inflação oficial do período, garantindo que o dinheiro aplicado tenha sempre um rendimento real – ou seja, acima da inflação. outra alternativa são os cdbs e lcs de bancos pequenos, que costumam oferecer melhor remuneração para os títulos com vencimento mais longo. além disso, a alíquota do imposto de renda cobrada sobre esse tipo de aplicação é regressiva, beneficiando quem mantem o investimento por mais tempo. agora, pensando no curto e médio prazo – ideal se você pretende comprar um imóvel ou fazer uma grande viagem daqui a alguns anos, por exemplo – há alternativas bastante seguras e que rendem mais do que a poupança. uma boa opção são lcis, lcas, cras ou cris, papéis de renda fixa sobre os quais não incide imposto de renda. esses títulos possuem prazos de vencimento variados, e você pode optar por aquele que mais te convém.  por fim, se estiver pensando em uma reserva para imprevistos, em que você pode precisar recorrer à quantia a qualquer momento, é necessário buscar uma aplicação com alta liquidez. nesse caso, uma boa alternativa é o tesouro selic – ele apresenta pouca volatilidade e, portanto, os riscos de você perder dinheiro se precisar vender o título antecipadamente são muito baixos. *fonte: exame por marcela kawauti, economista-chefe do spc brasil
24/10/2018

Dia Mundial da Estatística: saiba mais sobre os números do Seguro DPVAT

 comemorado hoje, dia 20 de outubro, o dia da estatística reconhece a importância dos estudos estatísticos para a sociedade. e, para celebrar essa data tão importante, vamos falar um pouco mais sobre o seu papel aqui na seguradora líder, especialmente dos dados do seguro dpvat. continue acompanhando! centro de dados e estatística: uma área inteiramente dedicada aos números não poderíamos começar esse post de forma diferente, não é mesmo? se sempre dizemos que aqui na seguradora líder temos muitos números, isso só é possível graças ao nosso centro de dados e estatística. criada em 2011, a área é responsável por fornecer dados de indenizações do seguro dpvat e pela produção dos famosos boletins estatísticos, cujos detalhes a gente conta aqui embaixo. boletim estatístico: números que tornam o trânsito melhor se você acompanha regularmente o blog viver seguro no trânsito, sabe que sempre falamos do boletim estatístico. mas, afinal, que documento é esse? divulgado mensalmente, ele consolida informações como o volume de indenizações pagas pelo seguro dpvat, o perfil das vítimas, o mapa das indenizações, além de um recorte específico sobre as motocicletas. ficou curioso? confira os boletins estatísticos: https://www.seguradoralider.com.br/centro-de-dados-e-estatisticas/boletim-estatistico recortes especiais do seguro dpvat e, como a gente sabe da importância dos dados do seguro dpvat para o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes cada vez mais efetivas em todo o país, o nosso boletim estatístico também conta com recortes especiais. e adivinha só? somente neste ano, foram três: o boletim especial “dez anos de trânsito”, boletim “mulheres no trânsito” e o boletim “semana nacional de trânsito”. e vem muito mais por aí! você confere mais detalhes sobre esses documentos neste post do blog viver seguro no trânsito, publicado no dia 18 de outubro. radar dpvat mas não para por aí! você também pode conferir mais dados sobre o seguro dpvat na sessão radar dpvat do site da seguradora líder, que traz, semanalmente, uma série de informações sobre os acidentes de trânsito de maior relevância no brasil sob a luz das indenizações pagas no estado da ocorrência. o objetivo é despertar, através dos números, a conscientização em relação à importância da segurança no trânsito. curtiu? então, é só clicar aqui para dar aquela olhadinha. ao disponibilizar ao público diferentes documentos contendo dados estatísticos das indenizações pagas pelo seguro dpvat, a seguradora líder quer colaborar com o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes cada vez mais efetivas. fonte: viver seguro no trânsito
24/10/2018

Aquisições e fusões vão se intensificar no setor de seguros

 a maioria dos executivos de grandes empresas afirmou que há planos dessa natureza para os próximos três anos. a coluna mercado aberto, da folha de s. paulo, informa que as aquisições e fusões vão se intensificar no setor de seguros, segundo a consultoria kpmg, que fez um estudo global sobre o tema. a maioria (80%) dos executivos de grandes empresas afirmou que há planos dessa natureza para os próximos três anos. a principal razão para o movimento é a intenção de mudar a maneira como as operadoras obtêm suas receitas, o que a consultoria chama de modelo de negócios. “as maiores empresas do setor querem comprar outras que deem a elas novas capacidades”, afirma fernando mattar, sócio da kpmg. adquirir concorrentes para ficar com a base de clientes também é um motivo, mas o menos comum na lista dos apresentados. a concentração deverá levar mais tempo para acontecer no brasil, diz mattar, pois há incertezas econômicas. fonte: folha de s. paulo via sindseg sp
24/10/2018

Cuidado! Você pode perder o seu Simples Nacional em 2019!

 o ano já está virando e é preciso estar em dia com os impostos para não ser excluído do simples nacional no início de 2019. mas vamos com calma, ainda há tempo para começar a regularizar a documentação e evitar que o seu negócio sofra as consequências. para karina meinberg, sócia fundadora do contabfácil, ferramenta online que trata de toda a contabilidade de empresas do simples nacional, profissionais liberais e meis, quem tiver pendências, principalmente as mais antigas, vai precisar correr. caso seja pouca coisa, como um ou dois meses de 2018 em atraso, esta exclusão não vai acontecer, mas caso tenha mais coisas antigas em falta, é possível que a receita federal já tenha entrado em contato com o responsável pela empresa via caixa postal avisando que será desenquadrado do simples. a pessoa tem, a partir do recebimento desta correspondência oficial, trinta dias para regularizar. “não é necessário pagar de uma vez. regularizar também significa parcelar e tão logo a primeira parcela seja paga, já resolve esta questão. caso isso não seja feito dentro do prazo, a pessoa perde o simples e passa a ser lucro presumido a partir de primeiro de janeiro de 2019” alerta karina. este pente fino do fisco acontece geralmente em duas etapas, sendo que a primeira acontece agora através destes comunicados e mais uma vez em dezembro. para evitar correrias, o melhor é estar bem atento com a sua contabilidade evitar surpresas desagradáveis. fonte: kakoi
24/10/2018

Crescimento de estudantes brasileiros no exterior resulta em inovações nos serviços de seguro viagem

 de acordo com dados divulgados pela associação brasileira de agências de intercâmbio (belta), o mercado brasileiro de educação estrangeira cresceu 23%, em 2017, e alcançou a marca inédita de 302 mil estudantes no exterior. o investimento para um curso no exterior também aumentou 12%, atingindo a média de usd 9.989. no total, o brasileiro movimentou entre 2,7 e 3 bilhões de dólares em programas educacionais, no ano passado. a análise reflete alguns números da pesquisa. pela primeira vez, os programas de mestrado e doutorado apareceram entre os 10 mais procurados, mesmo com a queda do investimento público em bolsas de estudo. a demanda por cursos de graduação e certificados profissionais também aumentou, ao mesmo tempo que programas de ensino médio perderam força. entre os destinos mais procurados, praticamente um a cada quatro estudantes viajaram para o canadá (23%). o país é acompanhado pelos estados unidos (21,6%), reino unido (10,2%), nova zelândia (6,9%) e irlanda (6,5%). no total, 39 destinos apareceram como opções dos brasileiros. esta movimentação de estudantes brasileiros no exterior tem provocado o positivo surgimento de negócios especializados no atendimento e suporte aos viajantes. exemplo disso é a next seguro viagem. localizada, na capital paulista, a agência de turismo cujo core business é a oferta de seguro viagem, tem inovado na oferta dos planos e na disponibilização de meios de acesso, visando atender plenamente a demanda de estudantes brasileiros em destinos internacionais. uma das primeiras iniciativas da agência foi a liberação do atendimento em situações de emergência por meio do aplicativo whatsapp. em seguida, a agência formatou um plano de seguro viagem especial para estudantes, ajustado aos requerimentos do visto j-1 americano, além das composições regulares para os países favoritos dos intercambistas brasileiros, tais como o canadá, irlanda, reino unido e nova zelândia. ricardo mendonça, diretor geral da agência, explica que para estudar nos estados unidos, por exemplo, o estudante deve acatar ao visto j-1, determinado pelo governo americano, que estabelece uma cobertura mínima de 25.000 dólares em caso de traslado de corpo. o plano de seguro viagem para estudantes, desenvolvido e ofertado pela next, suporta até 100 mil dólares neste quesito e também para regresso sanitário, estando muito acima das expectativas. “não queremos ver estudantes em situações médicas complicadas, sofrendo com dificuldades para que sejam repatriados. precisam ter todo suporte médico no avião. para isso, a cobertura ofertada deve atender ou extrapolar as exigências mínimas dos vistos. nosso foco é atender com excelência e preço justo a crescente demanda de estudantes em viagens internacionais, enfatiza o diretor. ” fonte: terra via revista cobertura

Contribuição Sindical e sua importância


08/02/2019
A visão que o SINCOR, o Sindicato das Empresas Corretoras de Seguros e dos Profissionais Corretores de Seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor.

"Com Corretor de Seguros, é muito mais seguro!"

A força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria.

A sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. Desse modo, a Contribuição Sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria.

Ao realizar o pagamento da Contribuição Sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor.

Queres um belo exemplo da forte atuação da Fenacor e dos Sincors em defesa dos interesses dos corretores? A redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! Sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os Corretores de Seguros no SuperSimples.

Para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. Sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. Por isso a importância da conscientização de cada um.
Lembre-se: Juntos, somos muito mais fortes!

Grande abraço,
Ricardo Pansera
Corretor de Seguros
Presidente do Sincor-RS
 

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