05/11/2018

Confiança das seguradoras cresceu 26% em outubro

 a confiança das seguradoras reagiu bem ao resultado eleitoral. em outubro, o ices subiu 26%, indo agora para um patamar pouco acima de 115 pontos. esse é o maior valor, desde abril desse ano. lembrando que, em maio, houve a greve dos caminhoneiros. abaixo, o gráfico dessa variável (desde janeiro de 2015), além da análise completa em anexo. http://www.fenacor.org.br/download/icssout2018.pdf francisco galiza http://www.ratingdeseguros.com.br/ http://twitter.com/ratingdeseguros fonte: portal nacional de seguros por francisco galiza
05/11/2018

Líder simplifica pedido do Seguro DPVAT com novo formulário unificado

 com o objetivo de simplificar os processos de indenização do seguro dpvat, a seguradora líder lançou, no último dia 10, um novo formulário que centraliza as principais informações de vítimas/beneficiários para todas as coberturas do seguro, o que possibilita maior agilidade na regulação e na liberação do pagamento das indenizações. o novo formulário unifica as informações de documentos anteriormente exigidos para dar entrada na indenização: a autorização de pagamento de sinistro e registro de informações cadastrais pessoa física; a declaração de ausência de laudo do iml e a declaração de únicos beneficiários. outra mudança importante no processo de solicitação do seguro foi a simplificação das exigências para os cidadãos não alfabetizados. agora, esses beneficiários não precisarão apresentar formulários, declarações e procurações por instrumento público, emitidos em cartórios, e poderão indicar uma pessoa que, a seu rogo, preencherá e assinará, juntamente com duas testemunhas, todos os documentos relativos ao pedido de indenização do seguro dpvat, incluindo o formulário unificado. nesses casos, os beneficiários não alfabetizados precisarão apenas inserir, nos documentos, a sua impressão digital. a seguradora líder informa que, além do novo formulário unificado, existem documentos específicos para cada tipo de cobertura do seguro dpvat. confira aqui. fonte: cqcs
05/11/2018

Inteligência artificial já é realidade no mercado de seguros

 nesta quarta-feira, dia 31 de outubro, aconteceu a quarta etapa da série de eventos promovida pela associação paulista dos técnicos de seguros (apts) sobre tecnologia. a palestra de hoje teve como tema a inteligência artificial no seguro. osmar bertacini, presidente da apts, fez a abertura do evento e ressaltou a parceria com a escola nacional de seguros que tem proporcionado a realização dessa série. “o mercado de seguros é dinâmico e estamos procurando oferecer palestras e seminários atuais”, afirmou. integrante da diretoria do sincor-sp, bertacini disse que a presença do corretor de seguros vai existir sempre. “seguro é um produto intangível e a presença do corretor é fundamental”, afirmou. no mercado de seguros, a inteligência artificial (ia) já é utilizada por seguradoras e corretoras de seguros para a realização de várias tarefas, como atendimento ao cliente, cotação e emissão de apólices, entre outras coisas. no atendimento ao cliente, essas ferramentas inteligentes aprendem as diversas maneiras de se comunicar com humanos, interpretando e captando emoções ou o estado de espírito dos participantes da conversa. evaldir barbosa, integrante da diretoria da apts e mentor do clube dos corretores de são paulo, fez a apresentação dos palestrantes e destacou que a tecnologia é uma ferramenta que vai facilitar o dia a dia. “temos de saber que tecnologia é aplicada a cada profissional”, afirmou. o primeiro palestrante foi roberto celestino, líder de vendas da ibm watson. ele apresentou as aplicações da inteligência artificial e lembrou que hoje vive-se em um ambiente transformacional. “as pessoas geram dados constantemente seja tirando fotos ou enviando mensagens. cada vez mais há novas fontes de dados como casa conectada, pulseiras que medem batimentos cardíacos”, exemplificou. ele disse ainda que 90% dos dados gerados hoje foram gerados nos últimos dois anos. eles são não estruturados (vídeos, fotos,) ou seja, não estão organizados em uma planilha. “são publicados 2,5 milhões de artigos científicos em inglês por ano. quantos artigos você lê por dia?”, questionou ele aos presentes. ele lembrou que os seres humanos têm limitações. “os dados gerados estão crescendo de maneira exponencial. todas as empresas e setores têm interesses em fazer uso de inteligência artificial”, revelou. em seguida, ele falou do funcionamento do watson, da ibm. “é uma plataforma de inteligência artificial com várias peças que podem ser usadas de maneira específica”, disse. ele explicou que há ferramentas para criação de agentes virtuais (“para tirar dúvidas ou acelerar a venda”) ou facilitar o processo de interação por voz, por exemplo. “são diversas peças que podem ser usadas de diversas formas”, definiu. o executivo da ibm revelou que a inteligência artificial pode ser usada em diversas áreas. ele compartilhou a experiência da própria ibm que usa inteligência artificial para help desk e no rh para esclarecimento de dúvidas dos colaboradores. celestino falou da bia, a inteligência artificial do bradesco. ele revelou que ela começou como forma interna de atender os gerentes do banco e expandiu para os clientes finais. na sulamérica, disse celestino, o uso da inteligência artificial redefiniu a experiência dos clientes de seguros e trouxe agilidade no atendimento ao corretor para tirar dúvidas. “o tempo de atendimento foi reduzido em 90%, isso traz benefícios para o processo de vendas”, disse ele. celestino finalizou sua apresentação dizendo que inteligência artificial é uma jornada e cada empresa escolhe por onde iniciar a sua. celso malachias, diretor da dna hunter, fez uma abordagem interessante sobre inteligência artificial e o emprego. segundo ele, os seres humanos costumam tomar como base as experiências para tomar decisão. “a gente vê o que a gente quer ver (consciente ou inconsciente). qualquer evento pode ser interpretado como sendo bom ou ruim”, disse ele. ele elencou as inovações tecnológicas que desempregam: foxbot (robôs da foxconn); colheita automática na agricultura; drones para monitoramento de plantações; blockchain “essas mesmas tecnologias também podem empregar. os conhecimentos são diferentes quando surge uma inovação”, destacou. ele destacou que o corretor de seguros pode aproveitar ferramentas de dados do mercado para determinar preços ou aprofundar relacionamentos. “o mundo está sempre mudando assim como as empresas e os indivíduos”, disse ele. thomas conti, professor no insper e na unicamp; e leonardo rochadel, ceo & founder da o2o bots. é preciso divulgar o seguro em sua essência com campanhas institucionais para que a sociedade perceba e entenda a importância. a mensagem dos benefícios do seguro é que devem ser transmitidas nas palestras e seminários.(bertacini) thomas victor conti, professor do insper e leonardo rochadel, da o2oboots também participaram do evento. conti diferenciou estatística e ciência de dados. “estatística sempre foi um pilar central dos seguros e tem como objetivo resumir séries de dados de forma fidedigna. enquanto ciência de dados, programa rotinas de análise e comunicação e ajuda a realizar previsões. em ciência de dados é importante gerir e limpar bases de dados (90% do trabalho)”, disse. já rochadel destacou que os robôs com inteligência artificial podem ajudar a empoderar os canais de distribuição de seguros, o corretor. ele disse que uma das razões para se usar inteligência artificial são os novos hábito s dos consumidores. “o cliente deseja respostas rápidas a qualquer hora e lugar; a noção do horário comercial é outro, o cliente não quer mais receber ligação a qualquer hora e não quer mais usar aplicativo instalado no smartphone e esse mesmo cliente todo dia interage com um aplicativo de mensagem”, elencou. rochadel vê o uso da tecnologia para ser “um assistente pessoal para cada corretor de seguros que alimenta o funil de venda e capta o usuário on-line”, disse. no mês de novembro, deve acontecer o último encontro promovido pela apts para discutir tecnologia. todos os eventos que aconteceram durante o ano lotaram o auditório da escola nacional de seguros que foi a parceira da apts para a realização dos eventos. fonte: cqcs por sueli santos
05/11/2018

Como obter redução no saldo devedor do imóvel, devo pagar as últimas parcelas?

 quero quitar uma parte do financiamento do imóvel. qual seria a melhor opção para obter uma redução maior no saldo devedor? ouvi dizer que optar pelo pagamento das últimas parcelas é melhor por que elimina um percentual de juros maior. rodrigo araújo olá rodrigo. o financiamento habitacional, por ser de longo prazo, acaba absorvendo um volume de juros muito grande, por isso que nos primeiros anos a amortização não é grande vantagem, justamente porque o valor amortizado de juros é muito pouco. se tem uma reserva e pretende usá-la para reduzir a dívida, a melhor alternativa é reduzir a quantidade de parcelas. apresente o valor que deseja amortizar, e opte por reduzir o saldo devedor encurtando o prazo do financiamento. isso vai reduzir bastante a quantidade de parcelas, justamente porque a amortização é feita retroagindo as parcelas a partir da última, por isso se torna mais interessante do que pedir para reduzir o valor da parcela. sou autônomo e por isso quero traçar um plano para minha aposentadoria. o que você recomenda, edísio? eduardo oliveira olá eduardo. a melhor forma de criar um bom plano de aposentadoria é analisar o quanto é possível reservar por mês para este projeto. feito isso, busque produtos financeiros que estejam compatíveis com o valor que terá disponível. pode ser a tradicional previdência privada ou um fundo de investimento de longo prazo, desde que o retorno oferecido seja compatível com o mercado. uma outra recomendação é que tenha um cadastro como contribuinte da previdência oficial, não para fins de renda, seus investimentos renderão mais, mas para que faça parte do sistema que oferece outros benefícios, como auxilio doença, por exemplo. quero investir r$ 200 todo mês. onde é melhor aplicar este dinheiro? isabela catarina olá isabela. existem vários produtos de investimento no mercado, e quanto maior for o prazo e o volume de recurso, mais elevado será o retorno oferecido. começando a construir seu patrimônio com aportes mensais de r$ 200,00, é possível aplicar no tesouro direto, numa previdência privada ou em fundos de investimento. observe com cuidado porque cada produto possui suas especificidades em relação a taxas de administração e retorno oferecido. é importante pesquisar em diversas instituições para encontrar o melhor produto e com uma condição justa. é natural encontrar produtos com uma rentabilidade baixa, isso acontece por causa do valor, mas não é para se desesperar. à medida em que for aumentando seu patrimônio, você vai migrando para produtos mais rentáveis. negociei uma dívida com o cartão de crédito, mas ainda assim os juros estão muito altos. como posso solicitar uma revisão e redução destes juros? anonimo olá anônimo. os juros do rotativo do cartão de crédito, são os maiores do mercado, ultrapassando a marca dos 500% ao ano, transformando qualquer pequena dívida em valores impagáveis. os juros da negociação são um pouco menores, mas ainda assim, muito elevados, tornando a condição de quitação cada vez mais difícil. após a efetivação do acordo o que resta é o pagamento das parcelas definidas no termo. contudo, há a possibilidade de pedir uma revisão do cálculo, mas terá que fazer isso por meios judiciais. o momento de tentar uma redução dos juros de forma administrativa foi no período da negociação, após isso, terá que usar a justiça para tentar fazer valer o seu pleito. fonte: jornal correio
31/10/2018

Entre os poupadores, 20% pensam na aposentadoria

  de acordo com a pesquisa da cndl/spc, 45% destinam as reservas para possíveis imprevistos apesar da preocupação com a aposentadoria avançar entre os brasileiros que têm o hábito de guardar dinheiro, ainda é baixo o percentual dos que poupam de olho no futuro. dados do indicador de reserva financeira da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) e do serviço de proteção ao crédito (spc brasil) mostram que, no último mês de agosto, dois em cada 10 brasileiros que pouparam alguma quantia separaram parte da renda pensando no momento de se aposentar. embora pequeno, o número cresceu na comparação com janeiro deste ano. outros 45% destinam as reservas para possíveis imprevistos, enquanto 28% fizeram reserva para garantir um futuro melhor da família e 25% para o caso de ficarem desempregados. de acordo com o levantamento, o valor médio poupado foi de r$ 354,00. o indicador também aponta que entre as principais formas de reserva financeira, a previdência privada foi mencionada por 10% dos entrevistados, à frente de outros investimentos menos tradicionais, como tesouro direto (7%), cbd (5%), lci (3%) e bolsa de valores (2%). no entanto, a velha caderneta de poupança ainda lidera o destino das reservas com folga (59%). já 18% afirmam deixar o dinheiro em casa e outros 18% na conta corrente, enquanto 10% aplicam em fundos de investimento. quando questionados sobre o quanto conhecem as modalidades de investimentos, em primeiro lugar aparece velha caderneta de poupança, citada por 89% das pessoas ouvidas, e em segundo, os títulos de capitalização (53%). a previdência privada também surge com destaque, citada por 50,7%. para os que mantêm o dinheiro em casa, na conta corrente ou mesmo na poupança, 28% alegam desconhecer outras opções de investimentos. além desses, 23% acreditam não ter dinheiro suficiente para investir em outras modalidades e 18% preferem ter o dinheiro disponível em um lugar fácil de retirar. "com a crise fiscal dos últimos anos, a questão previdenciária ocupou lugar de destaque no debate político e econômico. os números do levantamento revelam que a preocupação com a aposentadoria começa a entrar no radar do poupador brasileiro, mas a principal motivação para a formação de reserva ainda são os imprevistos", afirma a economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti. apenas 16% dos poupadores conseguiram guardar dinheiro em agosto; 40% tiveram de sacar parte de seus recursos. em meio a um cenário de dificuldades, o consumidor brasileiro continua sem conseguir poupar. em agosto, apenas 16% dos entrevistados fizeram algum tipo de reserva financeira. nas classes c e d, esse percentual cai para 11% e nas classes a e b sobe para 37%. as principais justificativas de quem não guardou dinheiro foram renda insuficiente (45%), imprevistos (15%), o fato de estarem sem trabalho no momento (15%) e descontrole com relação aos gastos (12%). a conjuntura econômica, com alto índice de desemprego e queda do poder de compra, segue prejudicando o orçamento familiar. de acordo com o levantamento, quatro em cada dez pessoas (40%) que possuem reserva financeira tiveram de sacar ao menos parte desses recursos em setembro. desse universo, 16% disseram destinar para uma situação inesperada e 9% para pagar dívidas. outros 9% usaram para realizar uma compra e 7% para complementar renda. na avaliação do educador financeiro do portal 'meu bolso feliz', josé vignoli, é importante criar o hábito de poupar, principalmente entre os que admitem falta de disciplina no controle dos gastos. "é claro que a crise impactou a renda da população, sobretudo as classes c e d. mas muita gente não tem o costume de guardar, mesmo aqueles com renda mais alta", comentou vignoli. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/655058-entre-os-poupadores-20-pensam-na-aposentadoria.html)
31/10/2018

Controle do dinheiro permite realizar sonhos futuros

 todos nós já cometemos - e ainda iremos cometer - deslizes com o nosso dinheiro. uma compra desnecessária, um investimento mal feito, uma aposta que não deu certo. e se pudéssemos reaver toda a quantia despendida em coisas que não nos trouxeram benefícios? é para isso que o controle financeiro é fundamental para darmos luz até mesmo aos centavos desperdiçados. por isso, o seguros e previdência ouviu pessoas que se organizaram e investiram seu dinheiro para render frutos e possibilitar a realização de sonhos, agora e no futuro. entender como os mínimos gastos do cotidiano influenciavam no orçamento mensal foi uma das motivações para o advogado estevan piva começar o hábito de controlar cada centavo despendido. há mais de quatro anos, ele criou uma planilha básica para anotar diariamente tudo que gastava e percebeu como o somatório de alguns "gastos bobos" pesavam a cada mês. o resultado, segundo ele, foi criar um policiamento maior e uma espécie de desafio: reduzir mensalmente o desperdício de dinheiro e focar em objetivos maiores. em 2014, ele decidiu fazer um intercâmbio e, para isso, precisou do auxílio dos pais para complementar o investimento. assim, intensificou os registros e tratou também de promover a conversão dos valores - de real para euro - a fim de se manter dentro dos parâmetros de câmbio e ter uma real noção da situação a qual viveria. "nunca fui uma pessoa de gastos exorbitantes. pelo contrário, sempre fui bastante contido e me interessei por guardar mais do que gastar, embora não tivesse um controle preciso sobre isso", explica. tal rigidez no controle também se deu para que ele mostrasse aos pais que não estava na europa para "esbanjar" ou gastar o dinheiro que fora cedido. piva conta que, no primeiro mês, as anotações pareceram sem muito sentido, em virtude de não haver um parâmetro de comparação para saber se o gasto está maior ou menor, mas do segundo mês em diante, o comparativo ficou mais claro e foi possível identificar os desvios. atualmente, o dinheiro que sobra ele procura investir em viagens e compras, mas também dedica parte aos fundos com bons rendimentos. "ainda quero aprimorar meus métodos para fazer investimentos em renda fixa e também variável e ver o dinheiro trabalhar para mim", afirma. reforma foi incentivo para começar plano complementar rigidez nas novas regras previdenciárias permeou decisão de goelzer. a preocupação com o futuro da previdência social, assim como a conscientização desde cedo com o investimento em previdência complementar permearam a escolha do funcionário público lucas goelzer em aderir a um plano privado de aposentadoria antes dos 30 anos. formado em administração de empresas, ele adquiriu experiência ao trabalhar no setor privado na área voltada à economia antes de ingressar no serviço público, o que ajudou a criar um discernimento sobre planos futuros. ele explica que as discussões no congresso em torno de regras mais rígidas, tanto para idade quanto para tempo de contribuição, foram fundamentais para a tomada de decisão. "a previdência oficial, em geral, é limitada. alguns itens como estabelecimento de tetos e idades mínimas de aposentadoria estão em estudo na reforma. assim, é conveniente a adoção de previdência privada, em complemento à oficial", afirma. a escolha foi pela contratação de um plano via instituição bancária, atrelado aos títulos públicos federais, com rendimento maior e segurança aos beneficiários. a solidez do produto e a confiabilidade tanto no que fora contratado quanto no banco escolhido ajudaram a tomar a decisão. o funcionário público se considera uma pessoa conservadora nos seus investimentos. "não gosto de assumir grandes riscos financeiros, sendo esse o motivo por optar por aplicações em poupança e planos de previdência privada. outro motivo é a alta liquidez do primeiro, sendo possível resgatar rapidamente o valor investido, caso necessário", completa goelzer. polyana entendeu importância de assegurar o patrimônio tem, desde os 18 anos, o hábito de controlar suas finanças. incentivada pela mãe a partir do seu primeiro estágio remunerado, conseguiu juntar dinheiro suficiente para comprar um celular, artigo de luxo à época. hoje, com 34 anos, ela mantém a agenda como sua fiel escudeira no planejamento financeiro, além de usar a tecnologia dos aplicativos para ter um maior dinamismo. os valores que são economizados mensalmente ela aplica em um fundo "para uma grande compra ou imprevistos", conforme explica. além disso, percebeu que a união desses dois modelos - manual e tecnológico - trouxe resultados positivos, pois, segundo a bióloga, conseguiu prever a quantia de dinheiro que poderia contar todos os meses para um investimento próprio ou simplesmente para guardar para o futuro. com a maturidade, veio também a percepção da importância em contratar alguns seguros para proteger o patrimônio conquistado. polyana conta que possui seguro residencial, automotivo e também contrata seguro viagem, quando necessário. "ter um seguro é ter uma garantia de que se algo der errado, se acontecer algum imprevisto, não vou precisar me endividar para consertar algo, ou perder em definitivo alguma coisa", afirma. ela relata que precisou usar diversas vezes a proteção ao seu veículo, inclusive por roubo. quanto às viagens e ao seguro da residência, não precisou usufruir dos benefícios, mas percebe a importância de ambos. "fiz um seguro para a minha casa pensando na possibilidade de danos que podem ocorrer. e em muitos lugares fora do brasil, se ocorre alguma situação em que se precisa de atendimento médico-hospitalar, estrangeiros gastam uma nota preta em atendimento. já pensou torcer o pé fora do país e gastar todas as economias na conta do hospital?", indaga.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/seguros_previdencia_2018/2018/10/653685-controle-do-dinheiro-permite-realizar-sonhos-futuros.html)
31/10/2018

Estudo reforça a importância do corretor na venda de seguros

 mesmo com a presença da internet, profissional é responsável por 85% das apólices contratadas rio - os avanços tecnológicos e as mudanças comportamentais da sociedade refletem diretamente no setor de seguros. em uma sociedade onde o carro deixou de ser o sonho de consumo, o mercado passou a estudar os novos hábitos da população para vender apólices em um segmento que arrecadou r$ 428,9 bilhões no país no ano passado, o equivalente a 6,5% do pib. o crescimento do setor está diretamente ligado à figura do corretor. um estudo publicado em janeiro deste ano pelo centro de pesquisa e economia do seguro (cpes), da escola nacional de seguros, apontou que esse profissional é responsável por 85% das vendas do setor. em meio a esse cenário, a capacitação exerce um papel determinante. "na hora de contratar uma apólice, o consumidor brasileiro ainda tem o corretor de seguros como principal referência. em plena revolução digital, ele exerce mais influência na decisão de compra do que aplicativos e sites de cotação de seguros", argumenta robert bittar, presidente da escola nacional de seguros. a transformação do perfil do corretor, aliás, já faz parte da grade curricular. a partir de 2019, a instituição de ensino vai abrir o curso 'inovação e canais digitais para corretores de seguros' na formação desse profissional na unidade de são paulo. o curso vai falar de tecnologia no mercado e de tendências comportamentais da sociedade. "hoje, o rapaz de 18 anos não quer ter um carro. ele quer ter um celular da última geração. o mercado precisa se reinventar, criando novos produtos para atender novas necessidades. o corretor precisa explicar aos clientes sobre outros riscos", explica o professor richard furck, responsável pelo curso. le cita a expansão de motoristas por aplicativo como um exemplo sobre uma nova possibilidade de cobertura. "se houver um acidente de trânsito, quem paga a conta? é preciso ter um seguro para proteger esse passageiro. o corretor de seguro de automóveis vai ter que repensar o seu negócio se quiser sobreviver. o corretor do passado atendia o que o cliente queria. o corretor do presente precisa antecipar o que o cliente deseja. o corretor do futuro vai ter que despertar nas pessoas novas necessidades que elas nem imaginam que têm", analisa. máquina não substitui o homem a aplicação das novas tecnologias no setor faz parte de uma percepção do próprio corretor. para amilcar vianna, vice-presidente de comunicação da federação nacional dos corretores de seguros (fenacor), esse profissional assumiu uma nova posição com o desenvolvimento do universo digital. "as seguradoras estão apostando que vai sair do corretor a solução para descobrir como o consumidor vai se comportar para adquirir produtos pela internet. o corretor é o profissional que tem a sensibilidade do contato regular com o cliente. ele sempre foi o fiel da balança, garantindo que a seguradora entregue os seus produtos e que o consumidor os receba", argumenta. amilcar acredita que o papel do corretor surpreendeu as previsões mais pessimistas de perda de espaço com a oferta de produtos no meio online. "o consumidor gosta de comprar com facilidade, pela internet. mas ele se sente mais confortável quando tem um corretor desenvolvendo ferramentas para amparar essa relação. a indústria precisa desse profissional para investigar os hábitos do consumidor e suspeitas de fraude", diz. e, ao ser questionado sobre a importância do papel do corretor para as seguradoras, a resposta atinge os índices que a inteligência artificial é incapaz de alcançar: "as corporações podem ser competentes para gerir finanças. mas para entender o comportamento humano, o ideal ainda é outro humano, que é o corretor de seguros". fonte: o dia por herculano barreto filho
31/10/2018

Corretor de Seguros: o principal responsável pelo avanço do mercado segurador

 o mercado de seguros mudou. ao longo do tempo ele acompanhou as mudanças na sociedade. assim como fez o corretor de seguros. quem mudou primeiro? mais importante que ter essa resposta é saber – e reconhecer – a importância do corretor no avanço desse segmento que é tão importante para a economia de um país, mas que ainda, no caso brasileiro, não conseguiu se fazer entender por boa parte da sociedade. o brasil é um país com dificuldades econômicas que enfrenta uma das suas maiores crises. apesar disso, o mercado de seguros tem uma trajetória de sucesso alcançando taxas de crescimento que não se repetem em outros setores produtivos da economia. o mercado de seguros no brasil é um segmento que apresenta forte resiliência em períodos de crise. os resultados das empresas neste setor apresentam menor variação em situações adversas na economia. isso acontece porque fornecem produtos que contribuem para o gerenciamento de riscos sociais e concentrarem boa parte de seus esforços em planos de acumulação ou como costuma dizer o presidente da cnseg, márcio coriolano, “o mercado de seguros é resiliente” e representa um oceano de oportunidades que ainda precisa ser mais explorado pelo governo e pelas empresas e pessoas. “a atividade seguradora, como um todo, tem uma importância para a vida do país, absolutamente desproporcional ao pouco conhecimento que as pessoas têm sobre ele”, diz coriolano. e o corretor de seguros? o principal responsável pela quase totalidade da distribuição do seguro é o corretor. é ele que mostra a sociedade a importância do seguro e põe luz em algo tão complexo. o corretor de seguros é quem conhece o cliente, além de ser seu representante legal, muitas vezes ele constata uma necessidade de proteção antes mesmo da própria família. por isso, costuma-se dizer que o corretor é um consultor. mesmo com as inovações que surgem no mercado, o corretor de seguros ainda é fundamental. é ele o profissional que conhece o consumidor e sabe das suas necessidades. coriolano lembra que o brasil tem dimensões continentais e que algumas regiões não oferecem serviços para distribuição do seguro fazendo com que a presença do corretor seja o único elo entre a população e o seguro. “o corretor ocupa papel fundamental na divulgação do seguro. vivemos um período em que a sociedade está mais consciente dos seus direitos e também consciente da necessidade de se proteger através dos seguros”, analisa. para o presidente da cnseg, à medida que o mercado segurador ganha dinâmica, o corretor tem mais oportunidade de exercer o seu papel. o contato direto com o segurado faz do corretor uma espécie de identificador de tendências. foi o trabalho feito por esses profissionais que tornou popular o seguro de automóvel. e mais recentemente, com a crise na venda de automóveis – reflexo da crise e da mudança de comportamento da sociedade – assiste-se ao crescimento na venda de seguro de vida e planos de previdência privada. movimento esse que contribui para o crescimento do mercado segurador. o mercado brasileiro tem muito potencial de crescimento. todo o mercado sabe disso. mas talvez só quem possa fazer com que o mercado segurador brasileiro atingir níveis maiores é o trabalho do corretor de seguros. claro que é preciso uma série de condições que contribuam para isso como, por exemplo, que a sociedade tenha capacidade de pagamento para adquirir um seguro, mas o porta-voz dos benefícios do seguro é função do corretor. as discussões que acontecem hoje em torno da tecnologia deixam de ter sentido quando poucos ainda tentam excluir o corretor deste processo. a tecnologia deve ser uma aliada para facilitar o trabalho do corretor. ela vai permitir que o corretor atinja os lugares mais distantes para que ele possa vender seguro. “é preciso observar a inovação sob o aumento da cultura do seguro, a melhoria de consumo e a acessibilidade. ter um produto com uma ferramenta de inovação para falar com os consumidores que ainda não atingiram é um diferencial”, disse recentemente joaquim mendanha, da susep. fonte: portal nacional de seguros
31/10/2018

Além do seguro DPVAT obrigatório, quase metade da frota brasileira possui seguro auto

 no brasil, até o ano passado, 39,4% da frota de veículos em circulação, percentual que equivale a 17,1 milhões de veículos, já possuíam seguro veicular, conforme dados apresentados pela confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg). tais números apontam que quase metade dos carros que circulam no país conta com um seguro particular extra, além do seguro dpvat, obrigatório para todos os veículos. o seguro dpvat, sigla para seguro de danos pessoais causados por veículos automotores, cobre apenas danos causados às vítimas de acidentes, e não danos materiais. para outros tipos de danos, é necessário que haja a contratação de apólices junto às empresas seguradoras. a contratação de um seguro auto pode cobrir danos diversos, como os causados por acidentes, catástrofes climáticas e roubos, por exemplo. as apólices de seguro podem contemplar quaisquer tipos de danos, selecionados no momento da contratação. os valores dos pacotes de seguro são bastante variáveis e, em geral, se tornam mais caros de acordo com o número de danos que cobrem. todos os danos descritos nas apólices são tratados pelas seguradoras como sinistros de trânsito. os que não estiverem inclusos nos termos de seguro deverão ser cobertos pelo responsável pelo veículo ou, quando for o caso, pelo responsável pelo dano. sinistros causados por negligência do condutor não são cobertos pelo seguro. em casos de acidente causado por embriaguez ao volante, por exemplo, a seguradora não é obrigada a cobrir nenhum tipo de dano material. se o veículo, ao sofrer um sinistro, não estiver regular, de modo que taxas de pagamento obrigatório, como o ipva, estejam em atraso, a seguradora pode se negar a cobrir os custos de reparos de danos. algumas empresas seguradoras cobrem os custos dos consertos de veículos em situação irregular, mas descontam o valor das taxas em atraso. os sinistros descritos nas apólices dos seguros de automóveis atendem a duas categorias: a de sinistro parcial e a de sinistro total.  o sinistro parcial garante que a seguradora cubra o valor de conserto dos danos causados ao veículo. o sinistro total é identificado quando o valor dos reparos for superior ao valor do veículo. nestes casos, a seguradora não paga o conserto dos danos, mas concede, ao assegurado, o valor estimado pelo veículo. para receber o valor relativo a um sinistro total, o responsável pelo veículo deverá entregar à seguradora documentos que comprovem que o veículo está fora de circulação. após a entrega e comprovação da impossibilidade de utilização do carro, o valor é liberado pela seguradora. a contratação de um seguro auto pode ser feita em qualquer seguradora que disponibilize o serviço. na contratação, é possível escolher o pacote que atenda ao valor e aos benefícios mais convenientes para o assegurado. para a contratação de seguro veicular, são solicitadas, pela seguradora, informações sobre veículo e condutor, que podem alterar o valor a ser pago pelo seguro. tais informações são relativas a características do condutor, como idade e sexo, modelo do veículo, local onde fica estacionado, horário de utilização do carro e histórico de direção, ou seja, número de sinistros pelos quais o veículo já passou. fonte: exame

Contribuição Sindical e sua importância


08/02/2019
A visão que o SINCOR, o Sindicato das Empresas Corretoras de Seguros e dos Profissionais Corretores de Seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor.

"Com Corretor de Seguros, é muito mais seguro!"

A força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria.

A sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. Desse modo, a Contribuição Sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria.

Ao realizar o pagamento da Contribuição Sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor.

Queres um belo exemplo da forte atuação da Fenacor e dos Sincors em defesa dos interesses dos corretores? A redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! Sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os Corretores de Seguros no SuperSimples.

Para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. Sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. Por isso a importância da conscientização de cada um.
Lembre-se: Juntos, somos muito mais fortes!

Grande abraço,
Ricardo Pansera
Corretor de Seguros
Presidente do Sincor-RS
 

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