06/08/2018

O mercado vai se transformar em 15 anos, mas o corretor se manterá relevante

 grandes transformações estão no horizonte do setor de seguros. essa é a visão que marcelo blay, fundador e ceo da minuto seguros, compartilhou nesta quarta-feira (01/08) com os visitantes do cqcs insurtech & inovação. ele apresentou a palestra “em busca da nova fronteira no mercado de seguros: para onde estamos indo?” o executivo aposta na mudança de foco de "reparar danos” para "prevenir danos”. a inteligência artificial (ia) terá papel fundamental nesta transformação, por meio de dispositivos (como um relógio) capazes de medir os dados vitais do segurado, por exemplo. qualquer anormalidade gera o envio de um alerta, criando uma base de dados para o refinamento de perfil. "o seguro passa a ser dirigido a uma pessoa e não a um grupo", diz blay. de acordo com ele, otimização, redução de custos, aumento da produtividade e processos decisórios com uso do big data serão algumas das novidades desta nova era do mercado de seguros. o ceo se arriscou a fazer projeções para o ano de 2033. a data foi escolhida de forma aleatória, brincou ele, com o objetivo de que ninguém se lembrasse de suas previsões daqui a 15 anos. quanto à subscrição, blay prevê o uso de ia para estabelecer perfis de risco; dados disponíveis de forma aberta; cotações instantâneas; imensa base de dados por meio da telemática e internet das coisas; aprimoramento de produtos e precificação via machine learning; tecnologias que já estão transformando outros setores. na distribuição, o corretor ainda irá educar o cliente, orientar sobre o produto mais adequado, gerir o portfólio de seguros e atuar como um facilitador de processos. "o ser humano será necessário em questões de maior complexidade, como análises de contestações de fraude", disse. mais do que isso, são as pessoas que farão a diferença nas empresas de sucesso. "o jogo vai ser ganho no lado humano e não tecnológico", aposta o ceo. essas transformações trarão novas questões aos órgãos reguladores, que terão de gerir normas de privacidade dos usuários, critérios para criação de oferta de produtos e serviços e definição do uso de dados sensíveis. e o que o cliente vai querer em 2033? "produtos sob medida, preços cada vez mais acessíveis, processos invisíveis (simples), cobertura mais flexíveis e descontos progressivos", disse blay. e deu um recado: "a tecnologia por si só não é disruptiva; não estar focado no cliente é a maior ameaça a qualquer negócio", concluiu. serviço: cqcs insurtech & inovação – o maior encontro de inovação em seguros da américa latina quando: dias 01 e 02 de agosto de 2018 onde: villa blue tree - rua castro verde, 266 – chácara santo antônio – são paulo/sp informações: www.cqcsinsurtech.com.br sobre o cqcs insurtech & inovação o maior encontro em inovação de seguros da américa latina acontecerá na cidade de são paulo, nos dias 1º e 2 de agosto. o cqcs insurtech & inovação reunirá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor, além de representantes da superintendência de seguros privados (susep); da academia nacional de seguros e previdência (ansp); e da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf). entre os palestrantes confirmados estão nomes como caribou honig, chairman da insuretech connect; iván ballón, desenvolvedor de negócios da américa latina e ibéria da friss; josep celaya, diretor corporativo mundial de inovação da mapfre; ingo weber, ceo da digital insurance group; marcelo blay, fundador e ceo da minuto seguros; andre gregori, ceo & cet da thinkseg; heverton peixoto, ceo do zim; entre outros. para saber mais, acesse http://cqcsinsurtech.com.br/ fonte: agência pauta vip
06/08/2018

Mercado de seguros vive primeira grande transformação em 600 anos

 o modelo de fazer seguros, que vem sendo praticamente o mesmo há seis séculos, desde o período das grandes navegações, passa por um momento de transformação. a ideia foi defendida nesta quinta-feira (02/08) por josep celaya, diretor global de inovação do grupo mapfre, durante o cqcs insurtech & inovação. entre os vetores da transformação está a maturidade das tecnologias. qualquer tecnologia passa pela etapa inicial de uma grande promessa, em que estima-se seu impacto, alcançando depois o patamar de mostrar do que realmente é capaz. "é muito importante entender em que momento do ciclo as tecnologias estão para saber como trabalhar com elas em nosso negócio. o blockchain, por exemplo, está no início da bolha", explicou celaya. a mapfre acompanha o desenvolvimento do blockchain por meio do projeto blockchain insurance industry, que cria padrões de uso para compartilhamento de risco entre companhias seguradoras. o modelo ainda é exploratório, mas a mapfre considera importante integrar este tipo de iniciativa, de acordo com o executivo. para celaya, a transformação ocorre em três grandes níveis: digitalização de processos, que está em andamento; a evolução do modelo de negócios e as mudanças em nossa própria realidade. "para enfrentar essa revolução será preciso visão estratégica e ferramentas de transformação", alerta. por visão estratégica leia-se uma espécie de bússola, que auxilia a entender para onde o mercado está indo, de modo que os esforços da empresa possam ser concentrados na direção correta. as ferramentas, por sua vez, são modelos de inovação abertos e mudanças dentro das organizações. grande parte da disrupção acontece no sistema empreendedor, nas insurtechs. "é fundamental estabelecer relações de cooperação com as startups, que vêm atuando de forma colaborativa com o setor: 99% delas querem vender algo para uma companhia tradicional". o executivo anunciou a abertura, em setembro, do espaço de cooperação da mapfre em madri, o insur_space. o objetivo é tanto ajudar startups a amadurecer seus produtos quanto aquelas mais maduras, que já oferecem produtos prontos para serem incorporados. fonte: agência pauta vip
30/07/2018

Brasileiros ainda têm o hábito de guardar dinheiro em casa

 guardar dinheiro no final do mês não é um hábito comum do consumidor brasileiro, como todos nós sabemos. mas um dado divulgado pelo spc revela que nem mesmo aqueles que conseguem poupar, um pouquinho que seja, procuram fazer o dinheiro render. a busca por aplicações rentáveis é uma atitude adotada por uma parcela mínima da população. um quarto dos poupadores guarda dinheiro na própria casa, o que é uma opção arriscada por questões de segurança e muito negativa do ponto de vista da rentabilidade, já que o dinheiro fica parado sem render juros. além disso, ao manter o dinheiro em casa, o consumidor está perdendo o poder de compra pela inflação e isso pode ser prejudicial para seus objetivos. se a intenção é se proteger dos imprevistos, o ideal é optar por uma reserva com alta liquidez – aquelas em é possível sacar o dinheiro a qualquer momento - ainda que isso implique em um rendimento menor. por outro lado, se o objetivo é poupar para o longo ou médio prazo, aplicações menos líquidas, isto é, com menos facilidade para sacar, podem servir de freio ao impulso de usar esse dinheiro para contas do dia a dia, por exemplo. mas poucos são os brasileiros que têm consciência real das suas necessidades financeiras, e isso inclui, a consciência das várias formas de fazer o dinheiro render.  uma prova disso é que, mesmo com a popularização de modalidades como o tesouro direto e das letras de crédito nos últimos anos, a velha caderneta de poupança continua líder absoluta como o principal tipo de aplicações dos poupadores brasileiros, citada por 60% dos entrevistados. outra escolha bastante mencionada é a conta corrente, modalidade usada por 18% dos brasileiros que possuem recursos guardados. completam o ranking de principais aplicações a previdência privada (7%), fundos de investimentos (5%), cdbs (4%) e tesouro direto (4%). a pesquisa do spc revela ainda que menos de 20% da população têm conseguido guardar dinheiro nos últimos meses. mesmo entre as pessoas de mais alta renda, o hábito de poupança revela ser algo precário. fonte: cidadeverde.com
30/07/2018

Quatro medidas para sua empresa se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados

  o projeto abrange as operações de tratamento realizadas no brasil ou a partir de coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. o plenário do senado aprovou há duas semanas, a lei geral de proteção de dados pessoais, que tramitava como projeto de lei da câmara 53/2018. a lei disciplina a forma como informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicados em redes sociais. o projeto abrange as operações de tratamento realizadas no brasil ou a partir de coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. a norma também vale para empresas ou entes que ofertem bens e serviços ou tratem informações de pessoas que estão aqui. também é permitida a transferência internacional de dados, desde que o país de destino tenha nível de proteção compatível ou quando a empresa comprovar que garante as mesmas condições exigidas pela lei, como por exemplo, por meio de contrato. com a aprovação da lei, para coletar e tratar um dado, uma empresa ou ente precisa solicitar o consentimento do titular de forma clara, em cláusula específica. a permissão dada por alguém, entretanto, pode ser revogada se o titular assim desejar. outra obrigação é a garantia da segurança dos dados, de modo a impedir acessos não autorizados e vazamentos.dada a complexidade das organizações, de seus sistemas e de seus ecossistemas de parceiros e de terceiros, a correta proteção de dados exigirá das organizações brasileiras que trabalham com dados pessoais a adequação em diferentes aspectos e níveis, que vão desde a cultura, políticas e procedimentos à implementação de tecnologias de ponta, para garantir a segurança e evitar multas e sanções. caso seja constatada alguma irregularidade, a empresa pode receber uma série de sanções, entre as quais está prevista a multa diária de até 2% do faturamento, com limite de r$ 50 milhões, assim como o bloqueio ou eliminação de dados tratados de maneira irregular e a suspensão ou proibição do banco de dados ou da atividade de tratamento. assim como ocorreu a partir da promulgação da lei europeia de proteção de dados, a gdpr (do inglês, general data protection regulation), que impulsionou a aprovação da lei brasileira, espera-se uma grande demanda por parte dos usuários por privacidade, exigindo que as empresas tenham capacidade para responder e se adequar rapidamente. será necessário o investimento em novas soluções como sistemas de avaliação de riscos de terceiros, gestão de dados, mascaramento de dados, portais seguros de transferência de dados, bancos de dados seguros e de alta volumetria, gestão de identidade de consumidores e clientes, além da adoção de práticas e arquiteturas tecnológicas que considerem a proteção de dados por padrão ("security by design") como, por exemplo, a encriptação nativa de dados pessoais quando forem coletados, a guarda segura destes dados em ambientes controlados e seguros, e o acesso controlado dos dados por meios seguros. para atender a estes desafios e atuar em conformidade na proteção de dados, é recomendável que as empresas sigam quatro etapas fundamentais: (i) descubra: identifique e realize o inventário de dados pessoais, incluindo sua classificação, quem controla, quem a processa e como são transferidas; (ii) gerencie: avalie o nível de proteção de dados em todos os envolvidos, sejam próprios ou terceiros; (iii) proteja: defina e implante soluções, políticas e governança de dados em toda a organização; (iv) monitore: controle e audite continuamente o nível de proteção, assim como avalie constantemente possíveis vazamentos internamente e externamente. diante da atual força da economia digital, o projeto, que agora vai para a sanção do presidente michel temer, é um passo evoluído do brasil no tratamento, confidencialidade e segurança de dados, juntamente com outros países que já possuem legislação sobre o tema. a hora é de adequação nas empresas brasileiras, afinal, é sempre melhor prevenir do que remediar.
30/07/2018

Seguradora Líder e o compromisso com a transparência

 ei, sabia que a seguradora líder tem como compromisso gerir os recursos do seguro dpvat com total transparência? é isso aí! por aqui, acreditamos que todos os brasileiros precisam ficar por dentro de todos os detalhes desse importante benefício social, que ajuda em momentos tão complicados quanto os acidentes de trânsito. e a gente tem uma porção de iniciativas dentro de casa para tornar isso possível, confere só. mais solidez e transparência a transparência é um valor que acompanha a seguradora líder. você sabia que a criação da companhia, em 2008, teve o objetivo de garantir mais solidez às operações e mais transparência à gestão dos recursos arrecadados? é isso aí! \o/ através da atuação na gestão do seguro dpvat, a seguradora líder facilita a fiscalização e o relacionamento com as demais esferas de governo envolvidas direta e indiretamente na operação do seguro dpvat. todo mundo sai ganhando! portal da integridade pensando em oferecer acesso irrestrito a informações e dados da gestão do seguro dpvat em linguagem clara e objetiva para os mais de 207 milhões de brasileiros, a seguradora líder lançou, em novembro de 2017, o portal da integridade. por lá, é possível encontrar todos os números ligados ao universo do seguro dpvat, como o código de ética e de conduta da seguradora, as demonstrações financeiras mais atualizadas, todas as edições do boletim estatístico com o volume de indenizações pagas por mês, e as parcerias institucionais. bem legal, não é? para acessar, é só clicar aqui. \o/ relatório da administração e demonstrações financeiras anualmente, a seguradora líder disponibiliza, através do relatório da administração e demonstrações financeiras, a arrecadação bruta do ano, como se dá a distribuição dos recursos, o valor das despesas administrativas, as ações de combate à fraude, entre outros resultados. confira a última edição clicando aqui. código de ética e de conduta outro importante documento divulgado pela seguradora líder é o código de ética e de conduta, pessoal. neles, estão contidos os padrões obrigatórios de conduta e de comportamento que devem ser rigorosamente observados por todos, inclusive os nossos parceiros de negócios. tudo isso baseado nos princípios de transparência, respeito, lealdade e boa-fé. dá só uma olhadinha clicando aqui. planejamento estratégico 2018-2022 para traduzir os objetivos nos próximos quatro anos, a seguradora líder divulgou, em fevereiro, o seu planejamento estratégico 2018-2022. o documento traz algumas orientações estratégicas para orientar as ações de gestão em todos os níveis da companhia. e adivinha só: uma delas é justamente no sentido de transparência.  por aqui, até 2022, queremos assegurar uma gestão de recursos ainda mais clara, o que nos permitirá atuar proativamente na conscientização e na redução de acidentes de trânsito. muito amor envolvido, sim ou com certeza? aqui na seguradora líder, acreditamos que somente através de uma gestão clara e transparente é possível entregar um seguro dpvat melhor para todo mundo. para isso, precisamos ouvir você. deixe sua opinião aqui nos comentários! fonte: viver seguro no trânsito
30/07/2018

Seguros funeral, viagem e prestamista se destacam

 os seguros funeral, viagem e prestamista continuam se destacando no ramo de pessoas. segundo dados oficiais da susep, de janeiro a maio, por exemplo, essas três carteiras geraram, juntas, receita de prêmios da ordem de r$ 438,8 milhões, o que representou um crescimento de 20% em comparação ao mesmo período no ano passado. o principal destaque foi o seguro prestamista, com receita de r$ 226,6 milhões até maio, incremento de 20,7%. contudo, percentualmente, o maior volume de prêmios foi apurado no seguro funeral, que avançou 42,7%, para r$ 49,8 milhões. já no seguro viagem, a receita acumulada nos cinco primeiros meses do ano ficou pouco abaixo de r$ 162,3 milhões, com crescimento de 13,5%. ainda de acordo com a susep, a taxa média de sinistralidade nessas carteiras permaneceu em um patamar baixo, de 29%. de janeiro a maio, a soma dos sinistros ocorridos nesses ramos ficou em r$ 117,8 milhões, cifra 22,2% maior que a apurada no mesmo período, em 2017. as despesas comerciais, que englobam as comissões de corretagem e as campanhas promocionais, entre outros custos, atingiram r$ 179 milhões até maio, 23,5% acima do montante registrado de janeiro a maio do ano passado. fonte: cqcs
30/07/2018

Joaquim Mendanha aposta na inovação e nas relações pessoais

  superintendente da susep concedeu entrevista ao programa seguro sem mistério o mercado brasileiro de seguros cresceu 9% no último ano. os dados foram apurados em maio pela superintendência de seguros privados (susep) e evidenciam a seriedade com a qual o setor é conduzido. o dado foi apresentado pelo superintendente da susep, joaquim mendanha, ao programa seguro sem mistério na tv. “nesses últimos dois anos pautamos nossa gestão em desburocratização, ou seja, tornar o setor mais livre de suas amarras para um custo menor de distribuição. temos a questão de solvência e o fomento, que é apontar ao setor soluções dentro das comissões técnicas que visam o crescimento do setor”, diz mendanha. presente no congresso sul brasileiro de corretores de seguros, em florianópolis (sc), mendanha ressaltou a importância da força de trabalho da categoria. “o corretor é fundamental, representa mais de 80% do canal de distribuição. fizemos o recadastramento das pessoas físicas e preparamos o recadastramento das jurídicas”, explica. “eu ouvi uma frase há quase 30 anos que afirmava que o corretor de seguros não ia durar mais dois anos, passou o tempo e estamos aí com um segmento muito solido. estamos diante de diversas inovações no mundo, o corretor terá que adaptar-se e aproveitar essa inovação como benefício para sua atividade em benefício do consumidor. no futuro as relações com as pessoas ainda serão importantes”, explica. “uma de nossas comissões trata sobre as insurtechs e trata justamente sobre o segmento de inovação”, finaliza. fonte: jrs
30/07/2018

Mercado financeiro mantém projeção de inflação para 2018 em 4,11%

 os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão para o ipca - o índice oficial de preços - de 2018 e 2019. o relatório de mercado focus divulgado na manhã desta segunda-feira (30) pelo banco central, mostra que a mediana para o ipca este ano permaneceu em 4,11%. há um mês, estava em 4,03%. já a projeção para o índice em 2019 seguiu em 4,10%. quatro semanas atrás, estava no mesmo patamar. o relatório focus trouxe ainda a projeção para o ipca em 2020, que seguiu em 4,00%. no caso de 2021, a expectativa foi de 3,95% para 4,00%. há quatro semanas, essas projeções eram de 4,00% para ambos os anos. a projeção dos economistas para a inflação em 2018 está dentro da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%). no caso de 2020, a meta é de 4,00%, com margem de 1,5 ponto (de 2,5% a 5,5%). já a meta de 2021 é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). em 20 de julho, o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) informou que o ipca-15 de julho subiu 0,64%. a taxa acumulada no ano foi de 3,00% e nos 12 meses encerrados em julho de 4,53%. entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do ipca no médio prazo, denominadas top 5, a mediana das projeções para 2018 no focus foi de 4,09% para 4,04%. para 2019, a estimativa do top 5 foi de 4,06% para 4,07%. quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,83% e 4,00%, respectivamente. no caso de 2020, a mediana do ipca no top 5 permaneceu em 4,00%, igual ao verificado há um mês. a projeção para 2021 no top 5 seguiu em 3,75%, também igual ao visto um mês atrás. a projeção mediana para o ipca 2018 atualizada com base nos últimos cinco dias úteis foi de 4,11% para 4,10%. houve 35 respostas para esta projeção no período. há um mês, o porcentual calculado estava em 4,16%. no caso de 2019, a projeção do ipca dos últimos 5 dias úteis passou de 4,10% para 4,11%. há um mês, estava em 4,10%. essas projeções do ipca que consideram apenas os últimos 5 dias úteis são uma das novidades do novo formato do focus. as projeções gerais do ipca, que seguem fazendo parte do focus, levam em conta os últimos 30 dias. conforme o bc, a intenção de divulgar projeções com base nos últimos dias úteis tem como objetivo mostrar um retrato mais tempestivo do indicador de inflação. os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão para a inflação em julho de 2018, em 0,30%. para agosto, a projeção seguiu em 0,07% e, para setembro, passou de 0,21% para 0,22%. há um mês, os porcentuais eram de 0,12% e 0,22%, respectivamente. no relatório trimestral de inflação (rti), divulgado no fim de junho, o bc informou que suas projeções de inflação no curto prazo são de 0,27% em julho e 0,20% em agosto. no focus agora divulgado, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 3,70% para 3,67% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,02%. alta do pib de 2018 permanece em 150 na pesquisa focus a expectativa de alta para o pib este ano seguiu em 1,50%, conforme o relatório de mercado focus, divulgado nesta segunda-feira, 23, pelo banco central. há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 1,55%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 2,50% ante 2,60% de quatro semanas atrás. no fim de junho, o bc reduziu sua projeção para o pib em 2018, de 2,6% para 1,6%. a instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano. na última sexta-feira, o ministério do planejamento também atualizou sua projeção, de 2,5% para 1,6%. produção industrial no relatório focus desta segunda-feira, 23, a projeção para a produção industrial de 2018 passou de alta de 2,96% para avanço de 2,91%. há um mês, estava em 3,50%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,00%, ante 3,20% verificados quatro semanas antes. a pesquisa mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018 foi de 54,93% para 54,60%. há um mês, estava em 55,00%. para 2019, a expectativa permaneceu em 58,00%, mesmo porcentual de um mês atrás.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/640901-mercado-financeiro-mantem-projecao-de-inflacao-para-2018-em-4-11.html)
30/07/2018

IGP-M recua em julho, mas acumula alta de 8,24% em 12 meses, revela

 o índice geral de preços - mercado (igp-m) desacelerou de 1,87% em junho para 0,51% em julho, divulgou na manhã desta segunda-feira (30) a fundação getulio vargas (fgv). assim, o indicador saltou de 6,92% em 12 meses até junho para 8,24%. no ano, o acumulado registra elevação de 5,92%. entre os três indicadores que compõem o igp-m, o índice de preços ao produtor amplo (ipa-m) desacelerou de 2,33% para 0,50% entre junho e julho. o índice de preços ao consumidor (ipc-m) também desacelerou de 1,09% para 0,44. o índice nacional de custo da construção (incc-m) que passou de 0,76% para 0,72% no período. a desaceleração no ritmo de alta do igp-m teve bastante influência do índice de preços ao produtor amplo (ipa) agropecuário, que saiu de alta de 3,03% em junho para recuo de 1,83% em junho, conforme informou a fgv. o alívio ainda foi puxado pelo arrefecimento do ipa industrial, que saiu de 2,10% no sexto mês do ano para 1,30% em julho. o ipa atingiu 0,50%, ficando bem aquém da elevação de 2,33% em junho. em 12 meses, o ipa acumula alta expressiva de 10,50%, inferior à de 8,24% do igp-m em igual período e que ficou em 0,51% em julho (de 1,87%). na cadeia produtiva, os bens finais justificaram o arrefecimento do ipa, com recuo de 0,15% depois de aumento de 2,58% em junho. nessa etapa de produção, o destaque foram os alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de elevação de 8,19% para declínio de 11,55%. o índice relativo a bens finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou alta de 0,99% em julho, ante 1,84% no mês anterior. os bens intermediários tiveram leve arrefecimento, de 2,42% em junho para 2,11% em julho, com influência de subgrupo suprimentos, que saiu de alta de 4,72% para variação positiva de 2,25%. já as matérias-primas brutas tiveram queda de 0,70% este mês depois de elevação de 1,92% em junho. os itens que mais contribuíram para esse alívio foram: milho (em grão), de alta de 3,70% para recuo de 9,53%; aves, de elevação de 21,22% para alta de 8,12%; e minério de ferro, que passou de retração de 0,06% para declínio de 1,50%). em contrapartida, os produtos a seguir pressionaram o índice: leite in natura (de alta de 3,24% para 7,36%), bovinos (de queda de 0,64% para alta de 1,18%) e arroz (em casca) (de alta 2,54% para 4,69%).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/640898-igp-m-recua-em-julho-mas-acumula-8-24-em-12-meses-revela-fgv.html)

Contribuição Sindical e sua importância


08/02/2019
A visão que o SINCOR, o Sindicato das Empresas Corretoras de Seguros e dos Profissionais Corretores de Seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor.

"Com Corretor de Seguros, é muito mais seguro!"

A força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria.

A sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. Desse modo, a Contribuição Sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria.

Ao realizar o pagamento da Contribuição Sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor.

Queres um belo exemplo da forte atuação da Fenacor e dos Sincors em defesa dos interesses dos corretores? A redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! Sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os Corretores de Seguros no SuperSimples.

Para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. Sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. Por isso a importância da conscientização de cada um.
Lembre-se: Juntos, somos muito mais fortes!

Grande abraço,
Ricardo Pansera
Corretor de Seguros
Presidente do Sincor-RS
 

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