29/06/2018

Saiba para quem vai o dinheiro da sua apólice de seguro

 a apólice do seu seguro automóvel, multirriscos ou de acidentes de trabalho tem uma série de prémios que estão divididos em várias parcelas destinadas a diferentes entidades. sabia o que está a pagar e a quem. o preço da sua apólice do seu seguro automóvel, multirriscos ou de acidentes de trabalho inclui o pagamento da transferência de risco para a seguradora por eventuais sinistros; os custos de aquisição (comissão do mediador, por exemplo), de gestão e de cobrança e os custos da emissão da apólice ou da ata com as alterações realizadas a posteriori.  a estes custos podem somar-se outros. algumas seguradoras juntam à fatura os custos de fracionamento do prémio, que variam consoante a companhia e a forma de pagamento que escolheu (mensal, trimestral, semestral ou anual). depois disso, juntam-se as cargas fiscais e para fiscais, que são cobradas por todas as companhias. as principais beneficiárias das taxas cobradas pelas seguradoras são o instituto nacional de emergência médica (inem), a autoridade nacional de proteção civil, o fundo de garantia automóvel, a autoridade nacional de segurança rodoviária, e o estado, através do imposto de selo. a forma como são repartidas estas quantias não é facultada pelas seguradoras. no caso do seguro de acidentes de trabalho, sabe-se que 2,5% do prémio vão para o inem e 0,15% revertem a favor do fundo de acidentes de trabalho. fonte: jornal económico
29/06/2018

Presidente da CNseg participa nesta quinta de seminário da Folha de S. Paulo sobre Seguro, Previdência e Inovação

 o presidente da cnseg, marcio coriolano, participa nesta quinta-feira, dia 28, em são paulo, da abertura do seminário “seguro, previdência e inovação”, promovido pelo jornal folha de são paulo, em sua sede, em campos elísios/sp. entre os temas a serem debatidos no evento que tem o apoio da cnseg, os limites das coberturas de seguro e o compliance, o potencial da previdência privada após uma possível reforma da previdência e as inovações digitais no mercado segurador. além do presidente da cnseg, também participam do evento o presidente da fenaprevi, edson franco, e a consultora da cnseg gloria faria, entre outros. a cobertura completa do evento poderá ser conferida posteriormente no portal da cnseg. fonte: revista cobertura via /cqcs
29/06/2018

Seguradoras devem devolver valores recebidos a mais em um ano, decide STJ

 a 3ª turma do superior tribunal de justiça reduziu de três para um ano o prazo para que seguradoras devolvam a seus clientes valores cobrados a mais. o tribunal de justiça do rio grande do sul havia aplicado a prescrição trienal. no entanto, a relatora do recurso no stj, ministra nancy andrighi, considerou que a decisão do tj-rs — apesar de seguir o entendimento do stj quanto ao fato de que a prescrição não atinge o fundo de direito — divergiu em relação ao prazo prescricional aplicado em casos semelhantes para a pretensão de repetição de indébito. “a 3ª turma, em situações análogas, tem proferido o seu entendimento no sentido de que o prazo prescricional para a propositura de ação objetivando a restituição de prêmios em virtude de conduta supostamente abusiva da seguradora, amparada em cláusula contratual considerada abusiva, é de um ano, por aplicação do artigo 206, parágrafo 1º, inciso ii, b, do código civil”, disse a ministra. mudança de plano após a vigência do primeiro plano, contratado em 1992, o segurado firmou novo contrato de seguro em 2002. no documento firmado em 1992, a correção do capital e do prêmio do seguro era vinculada à inflação. contudo, com o novo acordo, além da correção monetária, foi incluída uma atualização anual do prêmio baseada na faixa etária do segurado, que tinha mais de 60 anos à época da aquisição do novo seguro. em ação ajuizada em 2010, o aposentado requereu a revisão do contrato por considerar a medida abusiva, uma vez que, no período de 2003 a 2010, o prêmio mensal — segundo afirmou na petição inicial — foi reajustado em 245,8%, enquanto o valor do seguro aumentou apenas 44,4%. ele requereu a anulação das novas cláusulas, o restabelecimento das condições originais da apólice de 1992 e a restituição dos valores pagos a maior desde 2002. em sua defesa, a seguradora sustentou que a pretensão estava prescrita e que a adesão ao novo contrato era facultativa. alegou também que a mudança estava amparada em cláusula contratual e que a correção conforme a faixa etária era essencial para a manutenção do equilíbrio econômico do contrato. trato sucessivo o juízo de primeiro grau acolheu parcialmente o pedido do aposentado e decretou a nulidade da cláusula da nova apólice. condenou a seguradora à devolução simples dos valores pagos a maior no período não atingido pela prescrição, que entendeu ser de um ano. o tj-rs manteve o entendimento, mas elevou o prazo prescricional para três anos. ao analisar o recurso da seguradora, nancy andrighi explicou que a relação jurídica estabelecida entre as partes é de trato sucessivo, com renovação periódica do acordo. a ministra também declarou prescrita qualquer pretensão relativa ao contrato de 1992. “ainda que, na espécie, se tenha uma pretensão declaratória vinculada a uma pretensão condenatória, tem-se que, por se tratar de relação de trato sucessivo, não há que se falar em prescrição do fundo de direito, motivo pelo qual é lídima a pretensão de restituição ao segurado das parcelas cobradas indevidamente pela seguradora no período de um ano anterior à propositura da ação”, concluiu. com informações da assessoria de imprensa do stj. resp 1.637.474
29/06/2018

Ouro fecha em alta com recuo do dólar ante moedas principais

 o contrato futuro de ouro fechou em alta nesta sexta-feira (29) deixando para trás uma sequência de sessões em queda, apoiado pelo recuo do dólar em relação a outras moedas fortes. na comex, divisão de metais da new york mercantile exchange (nymex), o ouro para entrega em agosto avançou 0,28%, para us$ 1.254,50 por onça-troy. os preços, no entanto, continuam negociados nos menores níveis em seis meses, devido, em grande parte, à recuperação da moeda americana. o dólar continuou apresentando ganhos em relação a divisas emergentes, mas apresentou forte recuo ante o euro e a libra. a moeda única renovou o fôlego depois que os líderes da união europeia chegaram a um acordo provisório sobre o reassentamento de refugiados, potencialmente neutralizando uma importante fonte de tensão no continente. além disso, o produto interno bruto (pib) do reino unido apresentou avanço de 0,2% no primeiro trimestre deste ano em relação aos últimos três meses do ano passado, enquanto a expectativa era de crescimento de 0,1%. agentes do mercado disseram que o acordo europeu encorajou os investidores a retirar aplicações do dólar, que é visto como uma aposta mais segura, e migrarem para outras divisas. o subsequente recuo da moeda americana ajudou a atrair investimentos para commodities como o ouro. "talvez os investidores estejam começando a arriscar um pouco mais", disse o presidente de mercados mundiais do tiaa bank, chris gaffney. "com o acordo da ue, isso tirou uma das preocupações da mesa." fonte: dow jones news jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/635784-ouro-fecha-em-alta-com-recuo-do-dolar-ante-moedas-principais.html)
29/06/2018

Bolsas da Europa fecham em alta; acordo imigratório da UE ajuda negócios

 os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta sexta-feira em alta à medida que os investidores avaliaram positivamente o acordo imigratório alcançado pelos líderes da união europeia (ue). as ações também foram beneficiadas pelo avanço nos preços do petróleo e pelo arrefecimento das tensões comerciais envolvendo os estados unidos. nesse cenário, o índice pan-europeu stoxx-600 fechou em alta de 0,98%, aos 380,58 pontos, embora tenha registrado perda semanal de 1,15%. os líderes da ue chegaram a um acordo nesta sexta-feira, onde se mostraram dispostos a ajudar os países costeiros, em especial a itália, a distribuírem parte dos imigrantes resgatados no mediterrâneo. o pacto, que inclui a detenção dos imigrantes e o envio de outros para o norte da áfrica para repatriação ou reassentamento na europa, dá fôlego ao mandato da chanceler alemã, angela merkel. ela vinha sofrendo forte pressão de partidos populistas e, com o acordo, a expectativa agora é reduzir o fluxo de imigrantes no continente. não por acaso, o índice dax, da bolsa de frankfurt, liderou os ganhos do dia ao fechar em alta de 1,06%, com perda semanal de 2,18%. no entanto, papéis de montadoras não participaram do bom desempenho, ainda com as ameaças do presidente dos eua, donald trump, no radar em relação a possíveis tarifas sobre veículos europeus. a volkswagen caiu 0,64%, a daimler recuou 0,18% e a bmw subiu somente 0,09%. nos negócios globais, no entanto, houve a percepção de que trump utilizou um tom mais ameno ao falar das relações comerciais americanas. em discurso na tarde de quinta-feira, ele se mostrou disposto a negociar com a china e com a ue e disse que chegou a um bom pacto com a coreia do sul. além disso, os preços do petróleo, em forte avanço, também contribuíram para os ganhos de empresas ligadas a commodities. em londres, o índice ftse-100 fechou em alta de 0,28%, aos 7.636,93 pontos, com perda semanal de 0,59%, com os ganhos limitados pelo forte avanço da libra esterlina, após o produto interno bruto (pib) do reino unido ser revisado de crescimento de 0,1% para 0,2% no primeiro trimestre em relação aos três meses imediatamente anteriores. o mercado esperava que a expansão continuasse em 0,1% e, com isso, o mercado interpretou que o banco da inglaterra (boe, na sigla em inglês) pode elevar a taxa básica de juros em agosto. entre outros indicadores do dia, as vendas no varejo da alemanha frustraram os investidores, que esperavam redução de 0,5% na passagem de abril para maio. o indicador mostrou recuo de 2,1% nessa base comparativa. além disso, o índice de preços ao consumidor (cpi, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 2,0% na comparação anual de junho, acelerando em relação aos 1,9% vistos em maio. o resultado veio em linha com as previsões de analistas. na bolsa de paris, o índice cac-40 fechou em alta de 0,91%, aos 5.323,53 pontos, mas, na semana, caiu 1,19%. já em milão, o índice ftse-mib subiu 0,90%, aos 21.626,27 pontos, com perda semanal de 1,20%. em madri, o ibex-35 subiu 0,35%, aos 9.622,70 pontos, enquanto na semana houve queda de 1,73%. já na bolsa de lisboa, o índice psi-20 destoou dos demais e recuou 0,47%, para 5.528,50 pontos, com perda semanal de 0,84%. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/635782-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-acordo-imigratorio-da-ue-ajuda-negocios.html)
27/06/2018

SUSEP desenvolve conteúdo sobre seguros e capitalização para a plataforma de educação financeira do Banco Central do Brasil

 o material está disponível em pílulas do curso ‘é da sua conta’. como parte do seu rol de iniciativas voltadas à educação financeira, a superintendência de seguros privados (susep) desenvolveu um conteúdo customizado sobre seguros e capitalização para a plataforma de orientações para o consumidor financeiro do banco central do brasil. intitulada ‘é da sua conta’ e criada com o apoio da secretaria nacional do consumidor (senacon), a plataforma reúne casos práticos com informações didáticas sobre serviços financeiros em um curso online exclusivo para quem trabalha com a defesa do consumidor. o conteúdo da susep está divido em 25 pílulas extraídas das vídeos-aulas do curso e aborda temas como: o que é um título de capitalização e o que são cotas de carregamento, de sorteio e de capitalização, por exemplo, e o que significa prêmio e sinistro, o valor da indenização, entre outros. o material está disponível no site ‘meu futuro seguro’, desenvolvido pela susep como parte da estratégia nacional de educação financeira (enef) no site da susep. fonte: cqcs
27/06/2018

Pedestres receberam mais de 1 milhão de indenizações nos últimos dez anos

 vítimas representam um a cada quatro indenizados pelo seguro dpvat de 2008 a 2017. acidentes de trânsito são facilmente associados à imprudência ao volante. mas engana-se quem pensa que apenas os motoristas devem estar atentos quando o assunto é acidentes de trânsito. de acordo com os dados do boletim estatístico especial “dez anos de trânsito”, divulgado pela seguradora líder – responsável pela gestão do seguro dpvat, a segunda categoria mais atingida é a de pedestres. é preciso conscientizar sobre a importância de todas as pessoas no trânsito. em 10 anos, mais de 4,5 milhões de indenizações do seguro dpvat foram pagas para vítimas de acidentes de trânsito. nesse período, foram 1.068.996 indenizações pagas a pedestres nos três tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e despesas médicas e hospitalares. as vítimas também ocupam o segundo lugar nas indenizações pagas por acidentes fatais, num total de 167.290. mais de 757 mil pessoas foram indenizadas por invalidez permanente. em relação ao perfil dos indenizados, os números mostram que, de 2008 a 2017, a maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas da faixa considerada economicamente ativa, de 18 a 34 anos, que representam 33% dos indenizados pelo seguro dpvat (cerca de 359 mil). apenas este ano, de janeiro a maio, foram pagas 35.437 indenizações a pedestres. o número corresponde a quase 24% do total de indenizações pagas, neste mesmo período, para todos os tipos de vítimas (148 mil). entre os principais motivos da falta de atenção do pedestre ao caminhar nas ruas está o uso do celular. digitar, ler, falar e usar o fone de ouvidos aumentam as chances de acidentes em até 80%, segundo o departamento estadual de trânsito do paraná (detran-pr). já neurologistas alertam que uso do fone de ouvido e celular aumentam de 3 a 9 vezes a possibilidade de acidente. para se ter ideia, o uso do celular é considerado um problema tão grande que alguns países adotaram medidas para reduzir o número de acidentes. em augsburg, na alemanha, a prefeitura adotou um semáforo específico, fixado no chão, para que o pedestre com os olhos fixados no celular perceba os sinais da rua. já no japão foram criadas calçadas específicas para pedestres que não abandonam o aparelho. no ano passado, a cidade de honolulu, no havaí, aprovou uma lei municipal proibindo os pedestres de usarem aparelhos eletrônicos durante a travessia de ruas e avenidas. o boletim estatístico especial “dez anos de trânsito” também marca a década de atuação da seguradora líder à frente das operações do seguro dpvat. o levantamento reúne dados como a evolução dos pontos de atendimento autorizados do seguro nestes dez anos, além da evolução da frota de veículos automotores e da população brasileira entre 2008 e 2017. veja aqui o boletim especial de 10 anos completo https://www.seguradoralider.com.br/documents/boletim-estatistico/boletim%20_especial%2010%20anos.pdf             fonte: cdn comunicação
27/06/2018

Seguradoras miram varejistas para aumentar vendas

 o varejo está sendo cobiçado por seguradoras que buscam canais de distribuição alternativos para crescer. na capemisa seguradora, a venda de seguros de vida em cartões de redes do setor varejista já responde por 70% do faturamento total da companhia, sem considerar apólices individuais e voltadas às pequenas e médias empresas (pmes). numa outra ofensiva, o itaú unibanco está perto de iniciar um projeto piloto com a chubb seguros para vender seguro de celular em parcerias que possui, por exemplo, com pão de açúcar e assaí, no âmbito da abertura da sua plataforma de seguros que replica a 360, de investimentos. mão dupla além de melhores margens para as seguradoras, a parceria com o varejo traz vantagens do lado da sinistralidade, que é baixa. do lado dos varejistas, o negócio é rentável e pode incrementar a receita não operacional em cerca de 40% do valor do seguro, segundo cálculos do diretor comercial da capemisa, fabio lessa. fonte: economia & negócios estadão
27/06/2018

O que a Copa pode nos ensinar sobre liderança?

 neste período de copa, em que times se destacam tanto por seus jogadores, quanto por seus técnicos, você já tentou traçar um paralelo entre um time de futebol e empresas? tenho certeza que se o fizer encontrará muita similaridade e poderá tirar algumas lições relevantes no exercício. vamos analisar a figura do técnico da equipe de futebol, por exemplo. quais são suas responsabilidades? bom, ele é responsável por montar o time (ou assumir um time que já estava montado), muitas vezes precisa motivar, trocar algumas peças, mudar algumas pessoas de posição, liderar a estratégia e a tática da equipe, certo? leia novamente essa última frase e veja se não é uma boa descrição de um gestor de pessoas. ampliando a discussão sobre o técnico de futebol me deparo com a seguinte pergunta: necessariamente, para ser um bom técnico você precisa ter sido um craque dentro de campo? observando os exemplos que temos de grandes técnicos do mundo: todos eles foram excelentes jogadores? se olharem com cuidado vão descobrir que alguns excelentes técnicos foram apenas jogadores medianos em sua época. da mesma forma, o maior defeito dentro das organizações é a crença fervorosa de que o profissional que mais se destaca em sua atuação deve ser promovido e liderar a equipe, pois conseguirá incentivar o time todo a atingir altos resultados. no entanto, isso nem sempre é verdade, em muitas ocasiões ao fazer isso perde-se um excelente executor e não se ganha um excelente líder. vejamos essa última análise: imaginem um jogador extremamente produtivo dentro de campo, artilheiro, driblador, veloz e forte. estatisticamente pode ser considerado o melhor jogador do time. contudo, muitas vezes não é um jogador que joga para o time e sim o contrário. se o time não jogar para ele suas estatísticas caem. desta forma, lhe pergunto: um jogador assim conhece detalhadamente seus colegas de trabalho, sabe onde cada um precisa se aprimorar? ele está focado em jogar com o grupo ou focado em aumentar suas estatísticas individuais? tudo isso faz sentido? então, se eu quero ser um bom líder preciso analisar muito bem a atuação de um bom técnico de futebol e não simplesmente me espelhar nos melhores jogadores, correto? fato, isso ajuda, porém sinto lhe dizer que se você quer ser um bom líder dentro da sua organização, isso tudo ainda não é o suficiente. você também precisa se espelhar no capitão do time. o que quero dizer é que não basta apenas ditar a estratégia, mexer na equipe, colocar cada um em seu lugar de melhor performance, se você não estiver disposto a botar a mão na massa e liderar pelo exemplo, tomando a frente no campo de batalha e abrindo espaço para que sua equipe possa marcar alguns gols. o líder exemplar é aquele que sabe a hora de ser técnico e a hora de ser capitão. no final das contas, meus amigos, dentro das organizações funcionamos como um time de futebol, o que muda é que muitas vezes precisamos assumir alguns papéis diferentes para lidar com as diferentes formas de liderar. para alguns você precisará atuar como técnico, para outros precisará ser capitão e, para outros, quem sabe deverá apenas abrir espaço e deixar que eles mesmos encontrem seus caminhos. o líder não detém todas as respostas e precisa saber a hora de mostrar humildade e seguir o caminho que o time está trilhando. a única certeza que temos, dentro e fora de campo, é que de um lado temos a torcida e do outro temos os clientes. essas duas figuras externas irão pressionar, criticar durante os fracassos, vão querer atuar como “técnicos”, pedir mudanças no time, mas no fundo, tanto uma como outra querem a mesma coisa: vibrar e comemorar na hora da vitória. um bom líder, acima de tudo, sabe que se conseguir o prestígio da torcida (clientes) trará mais tranquilidade para exercer um bom trabalho. bom jogo a todos! marcelo olivieri é bacharel em psicologia e possui mba em gestão estratégica. com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, olivieri é diretor da trend recruitment. fonte: portal nacional de seguros por juliana colognesi

Contribuição Sindical e sua importância


08/02/2019
A visão que o SINCOR, o Sindicato das Empresas Corretoras de Seguros e dos Profissionais Corretores de Seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor.

"Com Corretor de Seguros, é muito mais seguro!"

A força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria.

A sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. Desse modo, a Contribuição Sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria.

Ao realizar o pagamento da Contribuição Sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor.

Queres um belo exemplo da forte atuação da Fenacor e dos Sincors em defesa dos interesses dos corretores? A redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! Sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os Corretores de Seguros no SuperSimples.

Para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. Sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. Por isso a importância da conscientização de cada um.
Lembre-se: Juntos, somos muito mais fortes!

Grande abraço,
Ricardo Pansera
Corretor de Seguros
Presidente do Sincor-RS
 

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