24/08/2018

Mapear os hábitos dos consumidores pode alavancar o setor de seguros

 este e outros pontos foram apontados como prioritários por corretoras, seguradoras e assessorias em pesquisa realizada pelo isb brasil mapear os hábitos dos consumidores, capacitação de profissionais, fazer benchmarking, conhecer melhor a concorrência agregando valor ao negócio, preparar os corretores de seguros para vender mais e melhor. estes foram os principais pontos elencados por seguradoras, corretoras e assessorias do segmento para alavancar o desenvolvimento do setor de benefícios. eles participaram de grupo focal - expectativas & perspectivas, cujo objetivo foi entender o que os profissionais e empresas buscam do mercado, quais suas dificuldades e necessidades. o estudo foi realizado pelo instituto superior de seguros e benefícios brasil - isb brasil e os resultados foram apresentados no início de agosto. na avaliação de richard jean coelho, gerente regional da metlife, empresa associada ao isb brasil, os resultados foram muito ricos. “eles nos mostram o quanto de trabalho ainda há para fazermos nesse mercado, tanto em pesquisa junto ao consumidor para identificar as suas necessidades de proteção/produto, quanto em mediação entre os principais protagonistas”, diz. anderson fabiano mundi martins, diretor da bradesco seguros, acredita que esta ação de ouvir a opinião das corretoras e seguradoras é muito válida. “achei uma abordagem muito rica e produtiva. é bom ver a diferenciação do grupo seguradora com o grupo de corretoras. os pensamentos são diferentes, mas tudo é em prol dos mesmos objetivos”, afirma, destacando que a discussão sobre o treinamento chamou a sua atenção. “hoje é uma dificuldade que nós temos. a seguradora quer treinar e o corretor quer participar, mas falta tempo, falta direcionamento e falta, muitas vezes, a prática, por que o treinamento normalmente é técnico e foca no produto, que é uma coisa que a maioria, de certa forma, já sabe”, observa. apresentação dos resultados – realizado no dia 03 de agosto, no hotel nh curitiba - the five, o evento contou com a participação de representantes do mercado de seguros. na oportunidade, foram apresentados a metodologia de estudo e os resultados alcançados. para tânia regina bini, sócia-proprietária da diplomata corretora de seguros, esta iniciativa do isb pode fortalecer o setor de seguros. “nós, corretores de seguros, temos total interesse em darmos nosso ponto de vista e assim ajudarmos as seguradoras a colocarem determinados produtos ou até mesmo corrigir determinadas falhas e entraves que não fazem sentido. com isso, podermos comercializar mais e termos de fato um ganha, ganha”, relata. esta pesquisa em grupos focais foi a primeira ação estratégica do isb brasil. “as atitudes positivas do isb brasil tendem a nos amparar, buscando modificar falhas no setor. entendo que há muito trabalho a ser feito, mas mantendo o foco e, principalmente, estando abertos a ouvir o mercado segurador, o crescimento será inevitável e infinitamente produtivo”, afirma fabiana guarenghi, da corretora critério. o isb brasil realiza pesquisas, mediação, mentoria, palestras, cursos e seminários, fomentando o desenvolvimento e o crescimento do segmento de benefícios. mais informações: www.isbbrasil.org.br. fonte: comunicação isb brasil
24/08/2018

Edmardo Galli destaca a importância de inovar durante a “Seguros Del Futuro LATAM 2018”

 evento internacional que acontece em miami, reunirá experts da indústria digital para falar sobre os novos desafios da indústria de seguros edmardo galli, ceo latam da ignitionone, líder mundial em soluções de marketing digital, apresenta a palestra “from rock star to tech ceo” durante a “seguros del futuro latam 2018”, em miami, no dia 29 de agosto. ao traçar paralelos entre sua trajetória artística e o mundo corporativo, galli demonstra como áreas aparentemente tão diferentes podem ser beneficiar das mesmas estratégias de gerenciamento. baterista e idealizador das bandas heróis da resistência e hanói-hanói – sucessos nos anos 1980, o executivo tem conduzido a ignitionone com a mesma estratégia que aplicava na área musical. “a carreira de um artista não pode estar calcada em apenas um sucesso e isso não é diferente da realidade de qualquer empresa. como negócio, a ignitionone está em permanente evolução porque o mundo digital exige olhar além e nos habilitar para entregar soluções que, às vezes, o mercado ainda não sabe que precisa, antecipando a demanda”, avalia galli, ao destacar que é exatamente isso que um artista de sucesso faz. “para se destacar, ele precisa criar tendências, inovar, se reinventar diariamente se quiser manter o público fiel. é isso que procuro demonstrar: no mercado de tecnologia, não existe zona de conforto”, afirma. voltado ao mercado dos seguros, o evento “seguros del futuro latam” reúne participantes c-level que atuam em algumas das mais destacadas empresas de tecnologia da américa latina. as palestras deste ano irão abordar temas atuais como blockchain, a reinvenção da experiência do consumidor e o uso de chatbots no atendimento ao cliente. fonte: portal nacional de seguros por caio ramos
24/08/2018

Diretora do Sincor/PB lança livro sobre os desafios do Corretor de Seguros

 motivada em trazer à tona as dificuldades enfrentadas diariamente pelos empresários do ramo de seguros, a corretora de seguros e diretora do sincor/pb, cláudia helena oliveira-de-souto, publica o livro corretor de seguros: os desafios da atividade. este livro que é fruto do trabalho que desenvolveu em sua dissertação de mestrado no campo da psicologia do trabalho na universidade federal da paraíba (ufpb), tem como co-autor, o prof. dr. paulo césar zambroni-de-souza e utiliza como aporte teórico a psicodinâmica do trabalho de christophe dejours. questionada sobre os motivos pelos quais decidiu publicar este livro, a autora responde: “resolvi publicar este livro para convidar o leitor a deitar um novo olhar sobre a atividade empresarial, porque, quando falamos das doenças ou dos sofrimentos que são adquiridos na atividade laboral, há uma tendência em voltarmos a nossa atenção para o grupo dos trabalhadores, aqueles que vendem a sua força de trabalho e que, por diversas razões se submetem aos ditames da empresa a qual estão inseridos. no entanto, existe um outro grupo, que é o grupo do micro e pequenos empresários, o qual faz parte deste mesmo mundo do trabalho e que apresenta diversas patologias relacionadas a sua atividade, mas que além de ser bastante esquecido pelos estudiosos do trabalho é por vezes acusado em provocar os inúmeros sofrimentos que acometem os trabalhadores. este fato evidencia-se, por exemplo, quando comparamos a extensa literatura que trata do sofrimento e das doenças que acometem os trabalhadores em virtude da sua atividade de trabalho e a pouca construção teórica que existe sobre o sofrimento ou o adoecimento do empresário. a autora também aborda outras temáticas que envolve o dia a dia do empresário, como a sua relação com a família e a atuação da mulher no mundo empresarial. portanto, trata-se de um livro que fala sobre e para os empresários e não sobre suas empresas. sobre os autores: cláudia helena oliveira-de-souto docente da escola nacional de seguros. empresária do setor de seguros (jf corretora e unimed corretora – joão pessoa). doutoranda do programa de pós-graduação em psicologia social da ufpb (orientador: paulo césar zambroni de souza), mestre em psicologia social pela ufpb (orientador: paulo césar zambroni de souza), pós-graduada em gestão de pessoas e psicologia organizacional pelo centro universitário de joão pessoa – unipê (2013), mba em gestão de seguros pela escola nacional de seguros – funenseg (2006), mba executivo em gestão empresarial pela fundação getúlio vargas – fgv (2003), graduada em administração de empresas pela universidade federal da paraíba (1994). paulo césar zambroni-de-souza docente do programa de pós-graduação em psicologia social da ufpb. psicólogo pela ufrj, mestre em psicologia pela ufrj (orientadora: maria luíza seminério), doutor em psicologia social pela uerj (orientador: milton atahyde), com estágio de doutorado no département / institut d’ergologie – analyse pluridisciplinaire de situations de travail da université de provence / aix marseille université, frança (2005) sob a orientação de yves schwartz, com bolsa capes. pós-doutorado no conservatoire national des arts et métiers (cnam – paris) sob a supervisão de christophe dejours, com bolsa cnpq. bolsista de produtividade em pesquisa do cnpq, nível 2. fonte: cqcs/ yan passos
22/08/2018

Que aposentadoria escolher

 um ouvinte de ponta grossa me disse que, graças a um comentário meu aqui há 14 anos, começou a poupar numa previdência privada e que agora vai se aposentar. se eu tivesse ajudado só esse ouvinte já me sentiria realizado, pois acho um crime o governo federal não educar e conscientizar o trabalhador brasileiro para se preparar melhor para uma velhice que, felizmente, dura cada vez mais tempo. esse mesmo ouvinte me pergunta que tipo de aposentadoria deve pedir. olha, quando da aposentadoria, existem, basicamente, 3 opções de recebe-la: vitalícia, por tempo determinado e como um percentual mensal da poupança previdenciária. na vitalícia, a reserva individual, no período de usufruto, passa a fazer parte de um fundo coletivo. se o segurado vier a falecer, os herdeiros não terão direito ao saldo que, por ventura, ainda exista. a filosofia é que quem morre antes do previsto nas tábuas demográficas financia a aposentadoria de quem sobrevive mais que o estimado. já na aposentadoria por tempo determinado, se o segurado falecer, todo o saldo previdenciário vai para os herdeiros. mas ele corre o risco de viver mais que o tempo escolhido. já na aposentadoria como um percentual das reservas, a tendência é que, com o passar do tempo, o valor mensal vá diminuindo e até acabe. olha, na minha opinião, embora de valor mensal menor, a vitalícia nos permite tranquilidade por não corrermos riscos de longevidade maior. fonte: paraná portal por renato follador
22/08/2018

Setor cresce 1,7% no primeiro semestre

 carta do seguro, divulgada pela cnseg, registrou arrecadação de mais de r$ 115,8 bilhões em prêmios a cnseg acaba de divulgar a “carta do seguro” com dados consolidados sobre o desempenho do setor, que registrou crescimento de 1,7% (sem dpvat) no primeiro semestre de 2018, totalizando mais de r$ 115,8 bilhões em prêmios. no setor, houve evolução acentuada de 7,5% nos segmentos de automóveis e patrimoniais. “ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas continuam procurando proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel, residência e a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas”, avalia marcio coriolano, presidente da cnseg. outros seguros com desempenho que se destacam foram o de crédito e garantias, beneficiados pelo estoque e pelo fluxo do crédito tomado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas a partir de 2016, evoluindo 8,8%. a carta do seguro mostra também que os seguros de risco de pessoas apresentaram crescimento de 10,1% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2017, com destaque para a forte expansão de 23,7% do ramo prestamista, que prevê a quitação de dívidas financeiras por causa de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda. outro ponto que chama a atenção é a queda da sinistralidade para 42,5% (sem considerar o dpvat) no primeiro semestre, com redução absoluta de 4,78 p.p. se comparado com o mesmo período de 2017. a sinistralidade do grupo de seguros de ramos elementares caiu de 54,2% no primeiro semestre de 2017 para 52,6% no mesmo semestre de 2018. no grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,4% para 24,3% no mesmo período. na outra ponta, porém, figurou a redução da arrecadação dos planos de acumulação, na esteira da volatilidade dos valores dos ativos e busca pela melhor rentabilidade entre eles. no conjunto, pgbl e vgbl, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%. fonte: revista apólice
22/08/2018

Corretores e seguradoras terão novas regras para guarda de documentos

 a susep colocou em consulta pública minuta de circular que estabelece prazo para a guarda e armazenamento de documentos das operações de seguro, resseguro, capitalização, previdência complementar aberta e de corretagem. as sugestões poderão ser encaminhadas até o dia 04 de setembro, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço dcof.sp@susep.gov.br. a minuta está disponível no site da susep. o texto estabelece que as corretoras de seguros ou de resseguro, seguradoras, resseguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência complementar deverão manter documentos referentes às suas operações, no mínimo, pelo prazo de prescrição previsto na legislação vigente ou por cinco anos (o que for maior), contados a partir da data da prática do ato, do término de vigência do contrato ou da extinção de obrigações dele decorrentes, a que for mais recente. o prazo de guarda para os documentos microfilmados será o mesmo prazo de guarda exigido para os documentos físicos. a decretação da liquidação extrajudicial ou ordinária interrompe a prescrição relativa a obrigações de responsabilidade da instituição, inclusive, com relação ao prazo de guarda de documento. os prazos estabelecidos serão interrompidos pelos períodos em que houver tramitação de processo administrativo sancionador no âmbito da susep ou processo judicial, bem como quaisquer outras causas legais interruptivas de prescrição. os registros auxiliares de contabilidade devem ser arquivados pelo prazo mínimo de cinco anos, contados a partir do primeiro dia do exercício social seguinte ao que ele se refere. a circular refere-se aos seguintes documentos: oferta, subscrição e contratação; alteração, averbação e cancelamento de contrato; suspensão e reabilitação de cobertura; envio e disponibilização de certificados, extratos e outras informações obrigatórias; apuração, regulação e liquidação de sinistro ou benefício; resgate e portabilidade de recursos; concessão e pagamento de assistência financeira; apuração e distribuição de excedentes técnicos ou financeiros; apuração e pagamento de comissões, participações e pró-labore; distribuição de títulos e pagamento de sorteios; abertura e manutenção de cadastro do cliente; e outras operações que envolvam direitos e obrigações do contrato comercializado. incluem-se ainda no rol de documentos a serem mantidos pelas supervisionadas a nota técnica atuarial do produto e o número de seu respectivo processo administrativo na susep, bem como os contratos de estipulação, de representação e aqueles realizados com fornecedores e prestadores de serviços. as empresas supervisionadas deverão manter em seus arquivos, pelos prazos definidos, os documentos originais relativos às suas operações ou cópias microfilmadas. ficará facultada, para efeito de fiscalização no âmbito da susep, a adoção de procedimento de armazenamento de documentos em qualquer meio de gravação digital, desde que seus originais possam ser acessados quando a fiscalização entender necessário, conferindo prazo para a sua apresentação. no caso de opção pela microfilmagem e de eliminação definitiva do documento original deverão ser cumpridos todos os procedimentos e requisitos previstos em legislação específica aplicável sobre o assunto. os documentos digitais gerados a partir da utilização de meios remotos deverão ser armazenados em qualquer meio de gravação que possibilite a confirmação do processo de validação de tais documentos, sendo dispensada a guarda de documentos impressos. fonte: cqcs
22/08/2018

Inteligência artificial promete ajudar Seguradora Líder a reduzir fraudes no DPVAT

 mais de 383 mil indenizações foram pagas pela seguradora líder, administradora do seguro dpvat, em 2017, segundo o relatório de sustentabilidade do biênio 2016-2017 divulgado recentemente. um volume 12% menor que o registrado em 2016. as motos representaram 74% das indenizações pagas. o mesmo percentual das indenizações por invalidez permanente (74%). morte representou 11% e despesas médicas 15% do total. em termos de arrecadação, a líder registrou r$ 5,9 bilhões em 2017, 32% abaixo dos r$ 8,7 bilhões de 2016, basicamente devido à queda do valor do preço do seguro obrigatório. de 2016 para 2017, o preço do dpvat passou de r$ 105 para r$ 63. desse valor, 2,9 bilhões foram repassados à união, como manda a lei, r$ 2,6 bilhões para o sus e r$ 296 milhões para o departamento nacional de trânsito (denatran). cerca de 5,35% do valor foram destinados as despesas com a operação do seguro, 2% margem de resultado e 0,59% referente a corretagem. em 2017, muitas coisas mudaram na seguradora líder, que começou o ano sob o comando de ismar tôrres. “nossa administração tem três pilares: tolerância zero a fraude, transparência e tecnologia, que nos ajuda a colocar os dois primeiros em prática”, disse o executivo. segundo ele, a seguradora investiu em novas tecnologias para intensificar o trabalho de identificação e investigação de suspeitas de fraudes ao seguro, garantindo que o benefício vá para quem de fato tem direito. “graças a inteligência artificial, todos os pedidos de indenização recebem monitoramento contínuo, com ferramentas de filtros sistêmicos que indicam ocorrências suspeita”, explica. o sistema anterior considerava 49 variáveis para detectar fraudes. agora são mais de 400 variáveis que checam os sinistros que entram na companhia. os casos considerados merecedores de apuração mais detalhada são enviados para uma equipe que investiga in loco a existência de irregularidades. em 2017, o montante de r$ 994 milhões em pagamentos indevidos foram evitados por negativa técnica, fraudes e ações ganhas na justiça. o ceará é primeiro no ranking de fraudes detectadas, com 19% do total de 17,5 mil apuradas, que representaram volume financeiro de r$ 222,9 milhões, 85% maior do que o registrado em 2016. minas gerais é o vice-líder, com 16%, seguido por roraima (7,2%) e são paulo, com 5,7%. o relatório de sustentabilidade, em suas 70 páginas, reúne informações sobre as ações adotadas pela gestão do seguro social, nos últimos dois anos, e reforça o compromisso da seguradora com a prestação de contas à sociedade. o documento foi inspirado nas diretrizes gri-g4 da global reporting initiative, padrão internacional para a apresentação de questões ambientais, sociais e de governança corporativa. a seguradora líder é signatária dos princípios de sustentabilidade em seguros, aplicando-os na cultura e atividades da empresa. para liderar as iniciativas socioambientais existe uma comissão, a sustentabilíder, formada por 18 colaboradores. o compromisso da comissão é estimular a consciência sustentável no ambiente de trabalho. além de garantir a entrega de um seguro dpvat cada vez melhor para a população. veja o relatório de sustentabilidade 2016-2017 https://www.seguradoralider.com.br/documents/relatorio-de-sustentabilidade/relatorio_de_sustentabilidade-2016-2017.pdf fonte: sonho seguro
22/08/2018

Com crise, seguros empresariais ganham popularidade

 planejar e preparar a continuidade de um negócio é fundamental em tempos de instabilidade econômica. essa questão se torna ainda mais relevante quando se está falando de pmes ou empresas familiares, afinal, um negócio que obteve sucesso não pode ficar vulnerável à morte de um dos sócios ou da direção passar para um herdeiro que não se preparou para assumir a função. o seguro, nesses casos, pode ser uma alternativa para minimizar riscos ou perdas, mesmo que um bom projeto de estruturação patrimonial e planejamento tenha sido feito. “normalmente, na falta de um dos sócios, tem-se início um processo de transição e mudanças na empresa. nesse período, a receita da companhia pode sofrer abalos, comprometendo o fluxo de caixa e a liquidação de operações financeiras”, explica enrique de la torre, diretor geral de seguros de pessoas do grupo segurador banco do brasil e mapfre. os produtos kyman insurance e buyand sell, que  protegem a empresa, caso ocorra morte ou invalidez total (por doença ou acidente) do principal profissional, estão disponíveis no brasil. eles também atendem ao herdeiro, sem ser preciso abrir espaço para sucessão dentro da empresa. “esses seguros são tão importantes quanto o de responsabilidade civil e servem como complemento a esta apólice”, explica de la torre. outro seguro interessante para se possuir é o que liquida ou amortiza algum crédito adquirido pela empresa no banco em casos de invalidez permanente total por acidente, morte natural ou acidental de um dos sócios, sem que seja preciso que empresa comprometa seu equilíbrio financeiro ou, ainda, que a família dos sócios precise assumir o pagamento desses valores. “a solução constitui uma proteção a mais para a empresa, uma vez que, na falta de um dos sócios, a distribuição da dívida entre os demais pode gerar conflitos e atrapalhar a administração da companhia. além de proteção para as famílias, que não herdarão a dívida do sócio que fizer parte do seguro”, completa de la torre. se a empresa possuir bens financiados e dados como garantia em caso de empréstimos ou financiamentos com instituições financeiras, o seguro de máquinas e equipamentos não agrícolas, específico para essa transação, é fundamental. “caso o equipamento dado como garantia ao pagamento da dívida seja roubado ou danificado, ele será reposto por meio do seguro”, explica patricia siequeroli, superintendente executiva produtos massificados e especiais do grupo. pequenas e médias empresas, comércio e serviços também podem se antecipar e evitar imprevistos, isso com seguros desenhados sob medidas para elas. para proteção a esses patrimônios existe o seguro empresarial, que tem na cobertura contra incêndio, raio, explosão, na sua essência, como cobertura básica, e poderá ser complementado com coberturas adicionais, como danos elétricos, responsabilidade civil e também perda de lucro bruto, que indeniza folha de pagamento e demais despesas fixas no caso de incêndio. o seguro, nessa situação passa a ser uma medida preventiva indispensável para ajudar a empresa a se recompor das perdas e retomar suas atividades mais rapidamente”, alerta a executiva. para os pequenos comércios, que, alguns casos, funcionam nas residências de seus pequenos empreendedores, o grupo dispõe de um seguro residencial diferenciado que oferta as mesmas coberturas de um seguro residencial e contempla o conteúdo utilizado nas atividades profissionais. a contratação é simples e rápida. a contratação pode ser feita em nome de pessoa física ou jurídica e o segurado deverá ter o cadastro do cnpj no mei (microempreendedor individual). “este seguro é ideal para profissionais que têm o seu negócio em casa, como esteticista, cabeleireiros, confeiteiros, mecânicos, vidraceiros, entre outros. o seguro pode cobrir, ainda, perda e pagamento de aluguel, o que é uma grande ajuda em tempos de instabilidade econômica”, destaca patricia. fonte: cqcs | carla boaventura
22/08/2018

Parcerias entre startups e seguradoras vão ganhar força

 proteção dos dados nas compras online, precificação com base em comportamento, parcerias entre seguradoras e insurtechs, além dos desafios para o crescimento das startups no setor de seguros. esses foram importantes temas do momento, debatidos durante o evento “cqcs insurtech & inovação”, realizado nesta semana (1 e 2 de agosto) em são paulo, reunindo cerca de 700 profissionais de todo setor. para mostrar a atual importância do assunto insurtech, logo de início, caribou honig, responsável pelo maior congresso de insurtech do mundo, feito em las vegas, avisou que, há três anos, quando se digitava a palavra “insurtech” no buscador do google, não se encontrava absolutamente nada. hoje, aparecem quase 2 milhões de resultados. e, mais do que isso, os recursos de investidores para aportes em insurtechs são crescentes no mundo. o brasil acompanha esse movimento. o motivo é simples. “a mudança de operações manuais para processos tecnológicos cria transparência para o próprio negócio e também ao cliente”, diz honig. e na disputa de mercado entre a marca da seguradora antiga e o nova insurtech, quem levará vantagem no longo prazo? honig é direto: “daqui a cinco anos, no mundo todo, incluindo o brasil, nada muda para as seguradoras “titãs” do setor, que fizerem parcerias para aproveitarem, da melhor forma, tudo o que está sendo construído pelas insurtechs. também alguns corretores devem lucrar o dobro, no mundo todo, com a adoção de tecnologia nos processos, alavancando os ganhos deles”, completa. parece ser consenso de que a inovação tecnológica, trazida pela insurtechs, vai otimizar processos, produtividade e redução de custos. no entanto, há um caminho de aprendizagem e de desafios para se chegar ao patamar de uma grande insurtech. principais desafios das insurtechs um dos desafios é a conquista do consumidor, explica o fundador e ceo da minuto seguros, marcelo blay. “a gente consegue gerar “leads” para atrair visitantes, temos metodologia para aparecer em mecanismos de busca, como google, entre outros. mas, depois que a pessoa caiu no nosso site, começa trabalho educativo para explicar terminologias do seguro. para esclarecer as dúvidas, a saída acaba sendo o atendimento telefônico para ser didático e ganhar o cliente”, afirma blay. ao falar dos desafios, o ceo da thinkseg, andre gregori, afirma que o empreendedor precisar ter muita coragem para mudar, ir contra o tradicionalismo do setor de seguros e, ao mesmo tempo, ser flexível para testar, aceitar erros e mudar rapidamente, quando preciso”, diz gregori. essa tem sido a experiência prática aplicada pela thinkseg que, em junho passado, comprou a corretora online, se tornando uma grande insurtech do setor. a kakau também tem se aperfeiçoado na ciência de dados e organização deles, destacando sua evolução nas assistentes virtuais, seja na parte de programação como na de comunicação”, conta o ceo da kakau, henrique volpi. “hoje, conseguimos provar que é possível fazer 100% da venda do seguro no modelo digital. também provamos a tese da venda no modelo de assinatura”, afirma. de olho nessas inovações das insurtechs, estão as gigantes. uma delas, a mapfre, com mais de oito décadas de atuação, tem buscado inovação por meio do “corporate venturing”, que é o investimento em startups parceiras. para 2018, o grupo espanhol reservou 30 milhões de euros para serem investidos em insurtechs. o objetivo é analisar oportunidades em países da europa, américa latina, ásia e nos estados unidos, explicou o diretor global de inovação do grupo mapfre, josep celaya. somado aos investimentos feitos em insurtechs, josep celaya explica que o processo de inovação no grupo passa por três níveis dentro da companhia: digitalização dos processos, evolução do modelo de negócio e transformação da realidade. um exemplo dessa mudança de cenário é o futuro do automóvel, onde devem prevalecer carros autônomos, que ainda podem ser compartilhados entre as pessoas. e, provavelmente, no futuro veremos os fabricantes como distribuidores de seguros. a expectativa também é de que o aumento do uso da inteligência artificial no setor de seguros contribua para a maior prevenção de acidentes do que o serviço de reparo de danos dos carros. como a tecnologia está influenciando a transformação do mercado segurador ao falar do processo de transformação do mercado de seguros com ferramentas digitais, o presidente da tokio marine, josé adalberto ferrara, mostrou a pesquisa feita pela capgemini financial, com consumidores de 18 a 34 anos, que fizeram compra online (roupas, comida, pagamento de contas) no primeiro semestre de 2018. do total de consultados, 51,7% avalia a página de internet (website) como importante canal de compra. os aplicativos mobile são avaliados por 40,7% dos entrevistados como importantes para as compras realizadas. um indicativo importante do futuro uso do celular para as compras também de seguros. “as insurtechs apresentam formas inteligentes de explorar novos segmentos. não vejo as startups de seguros como ameaças às seguradoras estabelecidas há anos e nem aos corretores. “quando houver alguma inovação trazida por elas, que faça sentido ao nosso negócio, disponibilizarmos também ao mercado”, diz ferrara. para chegar a automatização de processos é preciso ter uma grande base de dados das pessoas para a construção de modelos analíticos. esses dados, por exemplo, vão indicar padrões de comportamento, tudo por meio de processos digitais, com o mínimo de intervenção humana. o superintendente da susep, joaquim mendanha, ao ressaltar a importância da tecnologia e uso de dados em ambiente online, explica que o papel da autarquia de seguros é o de avaliar, com muita responsabilidade, novos produtos e serviços que estão surgindo. “precisamos rever regras, sempre atentos à proteção da pessoa precisa no futuro, principalmente, em relação ao risco e solvência no mercado de seguros neste cenário disruptivo”, afirma. no brasil, o senado aprovou em 10 de julho o projeto que cria um sistema de proteção de dados a pessoa. já havia sido aprovado pela câmara em maio. agora, o projeto aguarda sanção do presidente michel temer. o documento cria um marco legal de proteção, tratamento e uso de dados pessoais. as regras, quando sancionadas, vão valer para o setor público e empresas privadas. quem cometer infração em relação às informações pessoais, vai pagar multa, correndo o risco de ter o banco de dados suspenso. o projeto de proteção de dados das pessoas, que passou pelo congresso nacional no brasil, tem forte inspiração no regulamento geral sobre a proteção de dados (rgpd), em vigor desde maio na união europeia. segundo o presidente da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf) de portugal, josé figueiredo, o rgpd determina um conjunto único de regras de proteção de dados para todas as empresas da união europeia, independentemente de sua localização. “todas que lidam com dados da carteira de clientes terão de garantir confidencialidade, segurança, controle de acessos, principalmente, dados usados em novas tecnologias que elevam o risco de violações”, explicou figueiredo durante o painel “desafios da aplicação do rgpd no mercado de seguros da união europeia”. a expectativa é de que, no brasil, empresas de todos os portes busquem proteções para a nova exigência. com isso, há a expectativa para o crescimento exponencial do seguro cibernético nos próximos anos, disse o ceo da pentagono cyber insurance advisors, samy hazan, durante a apresentação “cyber – um novo risco. estamos preparados? hazan explica que, em 2020, o número de aparelhos conectados será quase quatro vezes maior do que o da população mundial. isso vai aumentar o número de ataques de hackers, violação de dados, transmissão de vírus e extorsões. todos esses riscos cibernéticos devem atingir comércios eletrônicos, sistemas e redes tecnológicas, inclusive os dados pessoais. neste cenário, a maior proteção contra o risco cibernético será necessária, principalmente, nas pequenas empresas, nas quais a ameaças online representam 61% do total, contra 39% das grandes empresas, segundo pesquisa da ups capital nos estados unidos. fonte: cnseg

Contribuição Sindical e sua importância


08/02/2019
A visão que o SINCOR, o Sindicato das Empresas Corretoras de Seguros e dos Profissionais Corretores de Seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor.

"Com Corretor de Seguros, é muito mais seguro!"

A força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria.

A sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. Desse modo, a Contribuição Sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria.

Ao realizar o pagamento da Contribuição Sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor.

Queres um belo exemplo da forte atuação da Fenacor e dos Sincors em defesa dos interesses dos corretores? A redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! Sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os Corretores de Seguros no SuperSimples.

Para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. Sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. Por isso a importância da conscientização de cada um.
Lembre-se: Juntos, somos muito mais fortes!

Grande abraço,
Ricardo Pansera
Corretor de Seguros
Presidente do Sincor-RS
 

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