09/04/2018

Dólar sobe ante real com incerteza eleitoral e risco geopolítico no radar

 o dólar opera em alta na manhã desta segunda-feira (9) refletindo as persistentes incertezas quanto à elegibilidade do ex-presidente luiz inácio lula da silva, preso no sábado (7) pela polícia federal, segundo um operador de uma corretora. além disso, na quarta-feira (11) o ministro do supremo tribunal federal (stf) marco aurélio mello deve levar ao plenário da corte o pedido de liminar do partido ecológico nacional (pen) contra a prisão após condenação em segunda instância, que pode beneficiar o petista e diversos réus da lava jato que estão cumprindo pena nessa condição. o partido dos trabalhadores (pt) pode também registrar a candidatura de lula e o prazo para o tribunal superior eleitoral (tse) se manifestar é setembro. o ajuste positivo do dólar ante o real apóia-se ainda na valorização moderada da moeda americana frente a divisas ligadas a commodities em meio ao aumento do risco geopolítico. nos mercados emergentes, os destaques são a forte queda do rublo russo e da bolsa de valores de moscou nesta manhã, reagindo à decisão dos eua, no fim da semana passada, de impor sanções contra sete oligarcas, 12 empresas e 17 autoridades de alto escalão da rússia. os eua, por sua vez, negaram ter bombardeado bases aéreas do governo da síria na madrugada desta segunda-feira (no horário local), de acordo com fontes no pentágono. minutos antes, a tv estatal síria reportava supostos ataques a mísseis à base aérea militar de tiyas, na província de homs. o suposto bombardeio a homs ocorre horas depois de o presidente dos estados unidos, donald trump, ter alertado que os países que apoiam o regime de assad "têm um preço alto a pagar". o governo sírio, por sua vez, nega autoria de ataque com gás que deixou 40 mortos na cidade de duma, próxima à capital da síria, damasco. às 9h33min desta segunda-feira, o dólar à vista subia 0,22%, aos r$ 3,3705. o dólar futuro para maio estava em alta de 0,07%, aos r$ 3,3765. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620976-dolar-sobe-ante-real-com-incerteza-eleitoral-e-risco-geopolitico-no-radar.html)
09/04/2018

Petróleo opera em alta, recuperando-se após queda na semana passada

 os contratos futuros de petróleo avançam na manhã desta segunda-feira (9), recuperando-se parcialmente após recuos consideráveis na semana passada. tensões na síria estão no radar, embora a cautela com o comércio global e a produção forte nos estados unidos contenha o movimento nesse mercado. às 8h28min (de brasília), o petróleo wti para maio subia 0,45%, a us$ 62,34 o barril, na new york mercantile exchange (nymex), e o brent para junho tinha ganho de 0,70%, a us$ 67,58 o barril, na ice. o wti recuou 2,33% na sexta-feira (6) e em toda a semana passada teve baixa de 4,43%, enquanto o brent caiu 1,79% e 3,22%, respectivamente, na pior semana em dois meses para o óleo. a queda nos mercados acionários e os crescentes temores de uma guerra comercial prejudicaram o sentimento. na síria, houve relatos de um ataque com mísseis a uma base aérea perto de homs. os eua negaram participação no ataque, embora o presidente americano, donald trump, tenha alertado domingo no twitter que o governo sírio e seus aliados rússia e irã iriam pagar um "grande preço" por um ataque com armas químicas contra civis perto de damasco, que deixou dezenas mortos no fim de semana. a imprensa estatal síria disse que as notícias sobre o uso de armas químicas foram inventadas por uma facção rebelde. a tensão geopolítica ajuda a apoiar os contratos, mas há cautela com o comércio. "o mercado está atualmente preocupado com a escalada nas tensões comerciais entre china e eua - e com boa razão isso seria ruim para o crescimento global e para um crescimento maior na demanda", afirmou bjarne schieldrop, analista-chefe de commodities da seb markets. segundo ele, porém, os fundamentos do mercado melhoram e os preços podem ser apoiados mais adiante, com a organização dos países exportadores de petróleo (opep) mantendo seu compromisso de reduzir a oferta. por outro lado, o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos eua subiu 11 na última semana, informou a baker hughes na sexta-feira, em mais um sinal de força na produção do país. os agentes do mercado aguardam nesta semana os relatórios mensais da opep e da agência internacional de energia (aie), de olho em potenciais revisões sobre a demanda global. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620970-petroleo-opera-em-alta-recuperando-se-apos-queda-na-semana-passada.html)  
09/04/2018

IGP-DI de março fica em 0,56%, ante alta de 0,15% em fevereiro, revela FGV

 o índice geral de preços - disponibilidade interna (igp-di) registrou alta de 0,56% em março, ante um aumento de 0,15% em fevereiro, divulgou nesta segunda-feira, 9, a fundação getulio vargas (fgv). com o resultado, o igp-di acumulou uma elevação de 1,30% no ano e avanço de 0,76% em 12 meses. a fgv informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o igp-di. o ipa-di, que representa o atacado, teve alta de 0,77% em março, após a elevação de 0,15% registrada em fevereiro. o ipc-di, que apura a evolução de preços no varejo, teve um aumento de 0,17% em março, ante um crescimento também de 0,17% em fevereiro. já o incc-di, que mensura o impacto de preços na construção, apresentou alta de 0,24% em março, depois do aumento de 0,13% em fevereiro. o período de coleta de preços para o índice de março foi do dia 1º ao dia 31 do mês. os preços dos produtos agropecuários no atacado, mensurados pelo ipa agrícola, subiram 3,39% em março, após a elevação de 0,59% em fevereiro, dentro igp-di, informou a fgv. já os produtos industriais, que são medidos pelo ipa industrial, recuaram 0,09% em março, depois de uma alta de 0,01% no atacado em fevereiro. dentro do índice de preços por atacado segundo estágios de processamento (ipa-ep), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 0,76% em março, ante um recuo de 0,42% em fevereiro. os preços dos bens intermediários subiram 0,85% em março, após avançarem 0,25% em fevereiro. os preços das matérias-primas brutas registraram alta de 0,68% em março, depois de subirem 0,76% em fevereiro. o núcleo do índice de preços ao consumidor - disponibilidade interna (ipc-di) de março subiu 0,25%, após um aumento de 0,23% em fevereiro. o núcleo do ipc-di é usado para mensurar tendências e calculado a partir da exclusão das principais quedas e das mais expressivas altas de preços no varejo. ainda de acordo com a fgv, o núcleo acumulou uma elevação de 0,92% no ano e avanço de 3,12% em 12 meses. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620969-igp-di-de-marco-fica-em-0-56--ante-alta-de-0-15-em-fevereiro-revela-fgv.html)
09/04/2018

IPC-S sobe 0,31% na primeira semana de abril após alta de 0,17% na anterior, aponta FGV

 o grupo que mais avançou foi o de alimentação que variou de -0,02% para 0,29% no período o grupo que mais avançou foi o de alimentação que variou de -0,02% para 0,29% no período marco quintana/jc o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,31% na primeira quadrissemana de abril após terminar março com alta de 0,17%, conforme a fundação getulio vargas (fgv) informou na manhã desta segunda-feira (9) das oito classes de despesas analisadas, seis avançaram: alimentação (-0,02% para 0,29%), saúde e cuidados pessoais (0,42% para 0,61%), educação, leitura e recreação (-0,09% para 0,06%), habitação (0,27% para 0,32%), transportes (0,23% para 0,28%) e comunicação (-0,09% para 0,04%). já os segmentos que registraram desaceleração entre a última quadrissemana de março e a primeira de abril foram vestuário (0,57% para 0,47%) e despesas diversas (0,05% para 0,02%), informou a fgv. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620966-ipc-s-sobe-0-31-na-primeira-semana-de-abril-apos-alta-de-0-17-na-anterior-aponta-fgv.html)
06/04/2018

Planejamento para a aposentadoria – uma necessidade para o trabalhador

 fonte: jornal dia a dia por daniel susumura dos santos frente à um debate sobre a reforma da previdência social que será retomado com certeza no próximo mandato presidencial, muitos trabalhadores estão inseguros com o seu futuro. assim, fazer um planejamento para ter uma aposentadoria tranquila é mais do que uma alternativa à conjuntura desfavorável, é uma necessidade. muitas pessoas se preocupam com o crescimento profissional e aumento de sua renda hoje, mas poucas se organizam e poupam dinheiro para garantir qualidade de vida no futuro. e é aí que a educação financeira se encaixa perfeitamente, preenchendo a importante lacuna de aprender a se planejar, não importa a idade. o salário do inss é muito importante para os brasileiros e um direito do trabalhador. entretanto, o valor não é suficiente para manter o padrão e a qualidade de vida. em consequência, uma porcentagem muito grande dos aposentados continuam trabalhando para complementar a renda. e ao que tudo indica, os trabalhadores se aposentarão cada vez mais tarde, por conta do crescimento da expectativa de vida do brasileiro. minha intenção aqui não é dizer se essa medida é boa ou não, porque ela envolve uma série de fatores, inclusive uma ação preventiva para evitar um déficit nas contas da previdência. o intuito desse artigo é informar sobre as mudanças e ajudar os trabalhadores a como agir diante delas, para não comprometer de forma negativa o futuro. então, o que fazer? o primeiro passo para mudar é pensar no padrão de vida que deseja ter após se aposentar. será que para viver dignamente você precisará da ajuda de parentes ou de outras pessoas? infelizmente, isso acontece com milhões de brasileiros. é importante ter consciência que mesmo tendo trabalhado a vida toda com carteira assinada, contribuindo para o inss, a quantia recebida dificilmente será suficiente. tenha em mente também que o quanto antes você pensar em seu futuro, mais fácil será para poupar dinheiro e atingir a quantia desejada. há diversas modalidades de investimentos adequadas para a aposentadoria, como previdência privada e tesouro direto. vale a pena conhecer um pouco mais a respeito. fórmula da aposentadoria para auxiliar nesse processo, vou compartilhar uma fórmula que criei há alguns anos, com base na minha experiência pessoal e profissional, como educador financeiro. o segredo é encontrar o “número da sua aposentadoria”, ou seja, quanto quer ganhar mensalmente a partir da data em que decidir parar de trabalhar por obrigação. fazendo as contas certas, acredite, é possível conseguir. para que não se tenha risco de o dinheiro acabar uma hora, o “número” deve ser de, no mínimo, o dobro do padrão de vida. assim, a pessoa saca 50% do que é ganho com os juros mensais dessa aplicação, para viver da forma que planejou, e guarda o restante como reserva, que irá se acumular e continuar trazendo rendimento. eduque-se financeiramente e mude o comportamento em relação ao dinheiro, para viver uma vida mais plena e sustentável! eu, reinaldo domingos, sou phd em educação financeira, presidente da associação brasileira de educadores financeiros (abefin) e da dsop educação financeira e autor do best-seller terapia financeira, do lançamento mesada não é só dinheiro, e da primeira coleção didática de educação financeira do brasil.
06/04/2018

Evento debate tecnologia no mercado de seguros

 fonte: portal nacional de seguros por vania absalão insurtech brasil 2018 reúne as principais insurtechs, empresas de tecnologia para seguros do país, e a segurize é uma delas. o futuro já desembarcou no setor de seguros. sem tecnologia, um contingente enorme de consumidores não seria atendido adequadamente. o uso da tecnologia está mudando o mercado de seguros no brasil. nos últimos dois anos surgiram as insurtechs, empresas de tecnologia para seguros, com a promessa de simplificar e deixar mais acessível o processo de contratação de um seguro. o modelo já é responsável por aproximadamente 10% das vendas de seguros nos países desenvolvidos. no brasil ainda é novidade, mas as vendas online já apontam crescimento. as tendências deste novo mercado serão discutidas a partir de amanhã (05.04), no insurtech brasil 2018, em são paulo. uma das startups no evento é a segurize, lançada em novembro de 2016, a empresa criou um aplicativo de vendas voltado para pessoas que estejam atrás de uma renda extra e queiram indicar segurados em potencial para o segurize. para keyton pedreira, ceo da segurize, "o futuro já desembarcou no setor de seguros. sem tecnologia, um contingente enorme de consumidores não seria atendido adequadamente". ele comenta que "no brasil, as insurtechs estão promovendo a modernização no setor de seguros, desburocratizando os processos e deixando o seguro mais acessível ao cliente". o segurize funciona da seguinte forma: após o cadastro e a aprovação como 'segurizer', os usuários poderão indicar os produtos disponíveis a familiares, amigos ou conhecidos. "cada indicação que se converter em negócio pela segurize, que é uma corretora de seguros, valerá pontos que poderão ser trocados por prêmios ou dinheiro", explica keyton. a ideia foi começar com três tipos de seguros, e hoje, em negociação com as seguradoras. como a segurize, outros cases de sucesso serão apresentados durante o insurtech brasil 2018. para keyton, a criatividade do brasileiro vem contribuindo para o desenvolvimento de aplicativos e startups. os mercados estão em constante mudança e há empreendedores atentos às necessidades, trazendo soluções, novos serviços e plataformas. e com o mercado de seguros não seria diferente. ele conta que a segurize surgiu durante um curso para empreendedores promovido pela revista exame. "o momento é de inovação e eventos como o insurtech brasil 2018 contribuem para essa transição tecnológica". mais informações sobre o evento em http://insurtechbrasil.com.
06/04/2018

Demanda por bens industriais recuou 1,6% em fevereiro ante janeiro, diz Ipea

 a demanda por bens industriais recuou 1,6% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo o instituto de pesquisa econômica aplicada (ipea). no trimestre móvel encerrado em fevereiro, porém, o indicador ipea mensal de consumo aparente (ca) de bens industriais registrou alta de 1,2%. na comparação com fevereiro de 2017, o consumo de bens industriais foi 4,5% maior em fevereiro deste ano. o indicador é obtido através da soma das importações de bens industriais com a produção interna, excluídas as exportações. com o resultado de fevereiro, a demanda por bens industriais permanece com ritmo de crescimento mais intenso (com elevação de 4,5% em fevereiro ante fevereiro do ano anterior) do que o apresentado pela pesquisa industrial mensal - produção física (com alta de 2,8% no mesmo período), apurada pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge). "isso é um sinal de que a atividade industrial está aquecida. a economia está demandando tanto os bens industriais produzidos no país quanto os bens importados", avaliou leonardo mello de carvalho, pesquisador do ipea e autor do estudo, em nota oficial. entre os componentes do consumo aparente, a produção doméstica líquida de exportações recuou 1,2% em fevereiro ante janeiro, enquanto as importações de bens industriais caíram 2,8%. a demanda por bens da indústria de transformação encolheu 1,9%, e o consumo de bens da extrativa mineral caiu 2,5%. na comparação com fevereiro de 2017, a produção industrial doméstica, excluídas as exportações, avançou 3,3%, enquanto as importações saltaram 10,0%. houve avanços expressivos nos segmentos de equipamentos de informática (22,6%) e veículos automotivos (18,1%). "os dados nos mostram a retomada forte do consumo dos bens de consumo duráveis", afirmou josé ronaldo de castro souza junior, diretor de estudos e políticas macroeconômicas do ipea, em nota. jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620726-demanda-por-bens-industriais-recuou-1-6-em-fevereiro-ante-janeiro-diz-ipea.html)
06/04/2018

Bovespa cai com exterior pesado e cautela política no Brasil

 a bovespa abriu em queda na manhã desta sexta-feira (6) pressionada pelo mau humor nos mercados acionários internacionais diante de um novo capítulo da guerra comercial retórica entre estados unidos e china. por volta das 11h, o pregão mantinha o recuo, com queda de 0,6% com 84.477,26 pontos. no quadro nacional, o mercado repercute a ordem de prisão ao ex-presidente da república luiz inácio lula da silva, que foi convocado a se entregar nesta sexta às 17 horas na superintendência da polícia federal em curitiba. a decisão do juiz federal sérgio moro traz incertezas sobre o quadro político no brasil, o que limita uma reação positiva dos agentes por aqui. pouco antes do fechamento deste texto, o ministro do supremo tribunal federal (stf) gilmar mendes avaliou, que a ordem de prisão do juiz sérgio moro a lula é "absurda", porque ainda não foram finalizados todos os procedimentos do tribunal. ele classificou a situação atual no país como "despotismo judicial". jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620719-bovespa-cai-com-exterior-pesado-e-cautela-politica-no-brasil.html)
06/04/2018

PetroRio anunciou investimento de cerca de US$ 50 milhões no Campo de Polvo

 a petrorio anunciou a segunda fase do plano de revitalização do campo de polvo, que consiste na perfuração de três novos poços. o investimento inicial é de us$ 20 milhões, mas pode chegar a us$ 50 milhões dependendo dos resultados obtidos. a previsão é de conclusão das três perfurações em seis meses e a companhia diz, em fato relevante, que "manterá o mercado informado sobre descobertas comerciais nos poços prospectados". a fase 1, no primeiro trimestre de 2016, segundo a empresa, trouxe como resultado aumento de 20% na produção e volumes de reservas do campo. nesta segunda fase, a petrorio diz que aproveitará as perfurações para atingir alvos secundários, "a fim de investigar novos reservatórios com potencial petrolífero", e que após análise do material geológico, os resultados poderão levar a uma terceira fase, a ser realizada em 2019. a intenção é, novamente ponderando que a depender dos resultados obtidos, estender potencialmente a vida econômica de polvo em cinco anos, até 2026. as perfurações serão feitas pela sonda de propriedade da empresa, que integra a plataforma fixa de polvo (polvo-a), e com isso a petrorio estima que os custos de perfuração sejam 65% menores que as praticadas no mercado em contraposição a se tiversse de fazer aluguel de terceiros. "diante dos novos investimentos em polvo a petrorio reforça seu posicionamento como especialista em enchanced oil recovery no país, buscando inovações técnicas, novas tecnologias, aumentando o fator de recuperação e, consequentemente, estendendo a vida econômica de campos maduros", diz na nota. no mesmo fato relevante, a petrorio diz que aguarda definição da agência nacional de petróleo (anp) sobre o pedido de a redução de royalties para um patamar de 5%, e que tem "recebido sinais positivos" do órgão regulador e ministério de minas e energia. "o pedido de redução de royalties tem base na legislação vigente e permitirá novos investimentos em campos maduros ou áreas de maior risco geológico, tornando essas reservas viáveis economicamente", justifica. com isso, haveria estímulo ao desenvolvimento da indústria do petróleo em diversas regiões do país e o prolongamento da vida útil de campos já em produção, "aumentado o fator de recuperação de reservas já provadas que outrora ficariam debaixo do solo, o que possibilita, no longo prazo, um aumento substancial da arrecadação de royalties por estados, municípios e a união." jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/620723-petrorio-anunciou-investimento-de-cerca-de-us-50-milhoes-no-campo-de-polvo.html)

Contribuição Sindical e sua importância


08/02/2019
A visão que o SINCOR, o Sindicato das Empresas Corretoras de Seguros e dos Profissionais Corretores de Seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor.

"Com Corretor de Seguros, é muito mais seguro!"

A força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria.

A sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. Desse modo, a Contribuição Sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria.

Ao realizar o pagamento da Contribuição Sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor.

Queres um belo exemplo da forte atuação da Fenacor e dos Sincors em defesa dos interesses dos corretores? A redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! Sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os Corretores de Seguros no SuperSimples.

Para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. Sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. Por isso a importância da conscientização de cada um.
Lembre-se: Juntos, somos muito mais fortes!

Grande abraço,
Ricardo Pansera
Corretor de Seguros
Presidente do Sincor-RS
 

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