27/03/2018

Dívida pública sobe 1,53% em fevereiro e chega a R$ 3,58 trilhões

 fonte: agência nacional por lucas pordeus león em fevereiro, a dívida pública federal cresceu 1,53% e alcançou 3,58 trilhões o aumento ocorreu porque o tesouro nacional emitiu mais títulos, tomando empréstimos, do que a soma dos resgates feitos, pagando a dívida. segundo o órgão, até o final de 2018, o valor deve chegar a r$ 4 trilhões. a dívida inclui o que o governo federal deve no brasil e no exterior.  apesar do crescimento, o custo médio da dívida pública federal atingiu o menor patamar desde abril de 2010. além disso, a dívida cresce em um ritmo mais lento. o coordenador de planejamento estratégico do setor, luiz fernando alves, explica que a inflação e os juros da taxa selic mais baixos contribuíram para redução do custo médio da dívida.  neste ano, o governo prevê um déficit de  r$ 159 bilhõesno orçamento.  a secretaria do tesouro nacional também divulga quem são os credores da dívida brasileira. os três principais financiadores são fundos de investimentos, instituições financeiras, que são os bancos, e grupos de previdência privada. juntos, esses setores detêm 73% da dívida brasileira. já os investidores estrangeiros detêm 12% da dívida pública federal.
27/03/2018

Planejador ou educador financeiro: qual contratar?

 fonte: portal nacional de seguros por maiara gopfërt de acordo com um estudo realizado pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl), três em cada dez brasileiros são inseguros para gerenciar o próprio dinheiro. por isso, muitas pessoas buscam profissionais para auxiliá-las a manter a saúde financeira em dia. entretanto, nem sempre a diferença entre educador e planejador financeiro fica clara para a população. a atriz mariana caires, por exemplo, gostaria de ter alguém para ajuda-la a planejar o futuro financeiro, mas não sabe quem procurar. “deve existir alguma diferença entre eles, mas eu não sei dizer qual. em meio a tanta informação, a gente fica um pouco perdida sobre o que buscar e acabamos deixando a parte financeira de lado, infelizmente”, comenta. de maneira geral, o educador financeiro orienta a como manter as finanças em equilíbrio. ele pode dar dicas e palestras sobre como economizar, além de vender programa de educação financeira para escolas, por exemplo. a organização para a cooperação e desenvolvimento econômico (ocde) define a educação financeira como um processo em que o indivíduo faz escolhas conscientes e se mantém bem informado a respeito da economia para, assim, elaborar a melhor forma de lidar com seu dinheiro. o planejador financeiro, por sua vez, faz uma análise personalizada e mais aprofundada para cada cliente sob diferentes aspectos: gestão de fluxo de caixa, gestão de ativos, gestão de riscos, planejamento tributário, planejamento sucessório e planejamento de aposentadoria. tudo isso para auxiliá-lo a compreender como ele lida com o dinheiro e como alcançar suas metas pessoais. “o planejamento financeiro é feito de maneira holística. o planejador faz uma análise comportamental para identificar os hábitos do cliente e, partir disso, traçar uma estratégia para alcançar seus objetivos. entendemos que cada pessoa tem um perfil, necessidades, sonhos e avalia riscos de forma diferente”, explica janser rojo, diretor da academia de planejamento gfai. o trabalho desse profissional pode ser comparado ao de um médico: primeiramente ele faz um diagnóstico da saúde financeira do cliente e, a partir dessa pesquisa, aponta erros e indica alternativas para administrar melhor as finanças, acompanhando o cliente a cada etapa para verificar se os objetivos estão sendo atingidos ou se é preciso uma correção de rumo. em suma, é possível concluir que o educador financeiro é o profissional que se especializa em transmitir seu conhecimento “em massa” através de cursos, palestras, webinários etc. o planejador financeiro pessoal, por sua vez, é aquele que se especializa em conhecer a fundo cada cliente e acompanhá-lo de forma individualizada pelo caminho do plano financeiro traçado. “há espaço para ambos os mercados, visto que o brasileiro tem se preocupado cada vez mais em como gerenciar melhor as finanças”, conclui janser.
27/03/2018

Seguro de Vida é tema de discussão em evento no CVG-SP

 fonte: portal nacional de seguros entidade reuniu gestores para discutir os desafios dos seguros de pessoas há uma certa expectativa em relação ao seguro de vida. em 2017, pela primeira vez, o prêmio total dos seguros de vida avançou 10,8%, ultrapassando, o segmento de automóvel, que teve um crescimento de 6,7%, segundo dados da susep. a arrecadação do segmento foi de r$ 13,69 bilhões, um crescimento de 4,48% em comparação com 2016. para pensar o potencial da carteira - estudo da universidade oxford em 2017 mostrou que apenas 19% dos brasileiros têm seguro de vida - o clube de vida em grupo de são paulo (cvg-sp), com base nisto, reuniu gestores de produtos e corretores para discutir os desafios dos seguros de pessoas. o encontro aconteceu nessa quarta-feira, dia 22, no auditório do sindseg-sp, em são paulo, e contou com a participação aproximada de 70 profissionais. marcos kobayashi, diretor de relações com o mercado do cvg-sp, e coordenador do evento, conduziu a abertura apresentando os debatedores e o mediador do evento, o jornalista paulo alexandre. o workshop foi elaborado por tiago moraes, diretor de seguros do cvg-sp e representante da tokio marine, que também integrou a mesa. junto com ele estiveram cristina vieira, gerente de produtos de vida e previdência na porto seguro; luciana bastos, diretora de produtos vida da icatu seguros e marcelo rosseti, superintendente executivo da bradesco vida e previdência. abrindo os trabalhos, os participantes discorreram sobre como melhorar a rentabilidade do vida em grupo. para cristina vieira esse é o grande desafio já que o vida em grupo tem sinistralidade maior. segundo ela, o mercado ainda está voltado para preços e não benefícios. "é algo que podemos evoluir. temos uma série de atrativos que podem ser agregados nos produtos para que o cliente escolha pelos benefícios e não apenas pelo preço. é preciso trabalhar a mentalidade do cliente", disse. luciana bastos lembrou que se houver redução no custo administrativo, será possível ganhar no preço. "temos discutido sobre isso; mas é preciso que seja um debate constante. se traz valor, haverá demanda", alertou. já o representante da bradesco vida e previdência, diz que a melhora do resultado depende dos atores. "a seguradora precisa ter eficiência operacional (processos e redução do custo administrativo); a subscrição também ganha em escala e pode refletir em preço e resultado", disse ele. para ele, o desafio é levar inovação nos produtos. tiago moraes concordou e reforçou que a inovação de produtos é fundamental para sair da guerra de preços. "o mercado de seguros coletivos está chegando em um momento delicado. boa parte das companhias não está obtendo resultados com esse produto. precisamos pensar em como rentabilizar ele melhor para devolver para sociedade", alertou. ele ainda acrescentou que é preciso entregar ao consumidor a melhor experiência com seguro de vida. "o que faz o mercado crescer não é vender mais, é rentabilizar mais pois assim poderemos investir mais", disse. ele revelou que também é importante orientar o corretor de seguros a vender mais benefício. "muitos sinistros são encerrados por falta de documentação. é preciso rentabilizar compartilhando informação. precisamos nos despir de vaidade e pensar o que podemos deixar de melhor para o mercado", reforçou tiago. para ele, o seguro de vida tem função social e ainda pode ser melhorado. a plateia participou com perguntas feitas presencialmente. pela primeira vez, também foi possível enviar perguntar pelo whatsapp (o cvg-sp está usando essa ferramenta de comunicação) e também pela página da entidade no facebook. ao falar do evento, tiago moraes, avaliou como positiva a participação do público. "estamos felizes com a participação e estamos preparando uma pauta de novos eventos para falar de outros produtos dentro do seguro de pessoas que possam agregar valor às discussões do mercado", afirmou.
27/03/2018

Dez mudanças no mercado de seguros e o que isso pode impactar em sua vida

 fonte: portal nacional de seguros por juliana borges a chegada de empresas de tecnologia ao mercado de seguros fundou uma nova categoria no segmento, hoje ainda formado por gigantes: as insurtechs – termo que designa empresas de tecnologia que atuam com produtos e soluções prioritariamente pensados para seguros. a tôgarantido, uma das startups de maior destaque no segmento das insurtechs atualmente, e que recebeu recentemente um aporte do catalyst fund, entidade mantida pela fundação bill & melinda gates, jp morgan chase e fundação rockefeller, é uma das que deverão em breve inovar mais ainda neste mercado, com soluções que surgirão de sua parceria com a chubb seguros, e que devem impactar, e muito, no jeito do brasileiro consumir seguro. de olho nessas mudanças, listamos dez coisas que prometem impactar a vida dos brasileiros que adquirirem seguros: 1) com a chegada das insurtechs, o jeito de adquirir produtos de seguros passou a ter a possibilidade de compra 100% online, no seu smartphone, onde estiver, sem burocracias e a um clique de distância; 2) as coberturas aumentaram, com a possibilidade de proteger seu patrimônio, sua vida e até seu pet; 3) os produtos híbridos, com a combinação do seguro com serviços e assistências que facilitam nosso dia-a-dia e podem ser utilizados durante a vigência de sua apólice; 4) há países, como o reino unido, por exemplo, nos quais 70% dos novos seguros são comprados através das plataformas digitais 100% online; 5) cada vez mais os corretores de seguros também se utilizam de tecnologia digital, as "insurtechs", para permitir aos consumidores um acesso fácil e rápido por meio da internet às diversas opções de proteção e serviços; 6) os valores para investimento em produtos de proteção através do seguro estão cada vez mais competitivos e acessíveis, inclusive aqueles oferecidos por meio das insurtechs,que possibilitam um modelo operacional muito atrativo e acessível para o consumidor; 7) já é possível perceber que as coberturas de seguros estão ampliadas e agregam serviços e facilidades para o consumidor. é possível, por exemplo, o acesso a facilidades como descontos em medicamentos, exames e consultas médicas, assistência 24hs entre outros; 8) atualmente no brasil cerca de 76% da população não possui plano de saúde. neste sentido, também já existe digitalmente a possibilidade de acessos a serviços de saúde 100% online, que são importantes instrumentos de proteção para suprir a necessidade da população com cuidados com a saúde; 9) de olho no crescimento deste mercado, grandes empresas, bancos e instituições têm aportado seus investimentos nessas novas empresas. fundos mantidos por grandes instituições já estão de olho e devem acelerar ainda mais as insurtechs no brasil e no mundo; 10) hoje, o brasil conta com mais de 40 insurtechs, e a tôgarantido é mais uma delas, que chegaram para transformar este mercado.
27/03/2018

Comparados, melhores resultados por ramo das seguradoras serão revelados na próxima semana

  fonte: portal nacional de seguros por camila oliveira 15ª edição do prêmio segurador brasil 2018. resultados de análises estatísticas da silcon estudos econômicos envolvendo seguradoras e resseguradoras serão divulgados na próxima semana em são paulo. inicialmente, os estudos - num comparativo entre os períodos de 2016 e 2017, com números divulgados pela susep - foram encaminhados confidencialmente aos presidentes e principais dirigentes das seguradoras e servem de base de classificação para o prêmio segurador brasil 2018. a divulgação ao mercado acontece no dia 5 de abril, durante a premiação. prestadores de serviços e instituições que atuam no setor integram o encontro do segmento. entre os indicados estão grupo negrini, sas, ikê, i4pro e engeval. com base no rio de janeiro, os economistas da silcon são responsáveis pela prestação de serviços na área de estudos e planejamento econômico-financeiro, estratégico e tático-operacional de empresas de diversos setores. a premiação, em sua 15ª edição, tem o propósito de classificar as empresas nas categorias “melhor desempenho” (conglomerados de médio e grande porte, respectivamente com faturamento abaixo e acima de r$ 2,5 bilhões), “liderança de mercado” e “maior crescimento de vendas”. a seleção da empresa líder no crescimento das vendas confrontou o faturamento nos dois últimos períodos, enquanto para a líder no aumento de participação no mercado comparou a evolução do market share em 2016 e 2017. o prêmio segurador brasil adotou nova metodologia para a seleção das melhores empresas do mercado em mais de 30 ramos de atividades, além dos resultados constituídos por seguros globais, capitalização, previdência privada e resseguros. “os avanços e a rápida modernização do setor convergindo para o mercado internacional e as crescentes necessidades dos consumidores exigem critérios mais severos e dinâmicos, capazes de identificar os destaques do mercado: as empresas que se sobressaem na qualidade da gestão, na busca constante de aperfeiçoamento das suas práticas e na estratégia diferenciada, fatores que se refletem nos seus resultados, no atendimento das necessidades do mercado e na preferência dos consumidores”, ressalta claudio contador, economista responsável pela silcon. por principio, segundo ele, foram eliminadas da análise as empresas que apresentaram regime de run off e aquelas que iniciaram seus negócios em 2017 ou apresentaram atividade eventual.
27/03/2018

Projeção para IPCA 2018 no cenário mercado está em 3,8%, como no comunicado

 fonte: jornal do brasil a ata do último encontro do comitê de política monetária (copom) do banco central, divulgada na manhã desta terça-feira, 27, indicou que a projeção para o ipca de 2018 no cenário de mercado está em 3,8%. a projeção para 2019 também é de 4,1%.estes são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada, quando a selic (a taxa básica de juros) foi cortada em 0,25 ponto porcentual, de 6,75% para 6,50% ao ano. foi a 12ª redução consecutiva da taxa, para o menor patamar da história.  as projeções do cenário de mercado levam em conta taxas de juros e câmbio variáveis, apuradas pela pesquisa focus do bc. segundo a ata, essas estimativas consideram taxas de câmbio de r$ 3,30 e r$ 3,39 ao final de 2018 e de 2019, respectivamente, além da selic em 6,5% ao ano ao fim 2018 e em 8,0% a.a. ao fim de 2019. nesse cenário do banco central, as projeções indicam que a instituição caminha para o cumprimento da meta de inflação em 2018, mas a inflação esperada caminha em direção ao piso. isso porque o centro da meta para este ano é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 3,0% e 6,0%). no caso de 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,75% a 5,75%). na pesquisa focus divulgada nesta segunda-feira (26) o mercado previu ipca de 3,57% em 2018 e de 4,10% no próximo ano.  
27/03/2018

Veja os 3 principais temas do mercado nesta terça-feira

 fonte: investing.com brasil investing.com – o ibovespa recuperou os 85 mil pontos no fechamento dessa segunda-feira, impulsionado pela recuperação em wall street, em um pregão marcado pela inconsistência no mercado local. o índice abriu com força e superou os 85.500 pontos nos primeiros minutos de negociação para perder força até tocar no negativo no início da tarde. a recuperação na segunda parte do pregão levou o ibovespa aos 85.087 pontos, maior fechamento desde 14 de março. a sessão acompanhou, com menor força, a recuperação dos índices de wall street, após a derrocada da semana passada. o dow 30 e o s&p 500 avançaram 2,84% e 2,72%, respectivamente, enquanto o nasdaq valorizou 3,2%.a forte alta de nova york teve como pano de fundo a notícia de que os eua e a china mantêm negociações de bastidores para evitar uma guerra comercial, ao contrário da retórica forte do presidente donald trump e políticos chineses. na cena local, o julgamento do ex-presidente lula deu mais um passo negativo ao petista, que viu seus embargos de declaração rejeitados pelo trf-4. com a decisão, lula depende cada vez mais do stf para permanecer fora da prisão. a corte retoma o julgamento do habeas corpus no dia 4 de abril. ainda na seara política, o ministro da fazenda, henrique meirelles, decidiu deixar o cargo nas próximas semanas e se filiar ao mdb para tentar concorrer à presidência da república. ainda não há a confirmação no nome que irá substituí-lo na pasta, mas são cogitados o seu secretário-executivo, eduardo guardia, e o do secretário de acompanhamento fiscal, mansueto de almeida. veja os principais temas do calendário econômico que deverão movimentar o mercado nesta terça-feira: ata do copom atrai atenção após surpresa o banco central divulga nesta terça-feira às 8h a ata da reunião do comitê de política monetária (copom) da semana passada, que surpreendeu os analistas do mercado ao deixar praticamente certa uma nova redução da selic no encontro de maio. os diretores decidiram reduzir a taxa básica do país para 6,5% em movimento antecipado e sinalizaram que o cenário atual de fraqueza na inflação praticamente garante um novo corte para a casa dos 6,25%. os investidores analisarão com atenção a ata da reunião para balizar suas apostas com a nova revisão das opinião dos diretores do banco. em seu comunicado após o encontro, o bc indicou que novas reduções dos juros podem entrar no radar caso o ambiente benigno externo e a inflação siga fraca. bancos como itaú (sa:itub4) e o santander (sa:sanb11), contudo, revisaram sua expectativa para selic a 6,25% no final desse ciclo de baixa. na semana passada, o ipca-15 de março voltou a decepcionar e veio abaixo das expectativas do mercado. em 12 meses, o índice está em 2,8% e cada vez mais se afasta do piso de 3% da meta de 4,5% de inflação em 2018. a ata do copom será o primeiro encontro do mercado com o banco central nesta semana, que inaugura na quinta-feira a primeira coletiva trimestral do presidente ilan goldfajn, após o relatório trimestral de inflação. o bc confirmou que goldfajn falará sempre após a publicação do documento para melhorar a comunicação com o mercado. hoje, o banco reduziu a tarifa de intercâmbio média dos cartões de débitos para estimular adquirentes não controlados pelos principais bancos e mostrou que os juros médios e o spread bancário aumentaram apesar da queda da selic. wall street conduz sentimento do mercado os investidores locais seguirão de olho nas movimentações de wall street após o aumento da volatilidade na última semana com os sinais mais claros de uma guerra comercial dos eua e a china, após o presidente donald trump anunciar a intenção de taxar us$ 50 bilhões em importações do país asiático, que respondeu com ameaças de retaliações. hoje, a notícia de que os dois países mantêm um canal de negociação bilateral para evitar a guerra comercial trouxe otimismo ao mercado e os índices dispararam. o dow 30 avançou 669 pontos – seu terceiro maior ganho em pontos na história – e avançou 2,8% para os 24.202 pontos. o s&p 500 registrou alta de 2,7% para 2.658 pontos, enquanto o nasdaq ganhou 3,3% liderada pela apple, +4,8%, empresa que seria uma das maiores prejudicadas em uma guerra comercial eua-china. os ganhos de hoje, contudo, não foram suficientes para zerar as perdas da semana passada, quando o dow 30 recuou 5,7%, o s&p 500, 5,9%, e o nasdaq, 6,5%. o índice de volatilidade vix – também conhecido como índice do medo – saltou 57% na semana passada e alcançou os 26 pontos. ainda nos eua, amanhã uma bateria de dados da economia e discursos de diretores do fed estão agendados. os investidores acompanham a trajetória da economia do país e se haverá alguma mudança de tom nas falas dos participantes do fomc atrás de indicações de que o esperado aumento no ritmo de altas de juros pode se confirmar. saem amanhã o índice de confiança do consumidor com previsão de alta para 131,2; índice indústrial do fed de richmond com expectativa de redução para 23; e o presidente do fed de atlanta, raphael bostic, fará um discurso público às 12h. eletrobras: resultado e privatização a estatal (elet3) deverá publicar ainda hoje os seus números do balanço do quarto trimestre de 2017, enquanto as discussões de privatização encontram barreiras no congresso. hoje a companhia lançou o seu terceiro plano de demissão voluntária com o objetivo de desligar 3 mil funcionários e economizar r$ 890 milhões ano ano. nos dois pdvs anteriores, a elétrica conseguiu atrair e encerrar o contrato de 2,1 mil funcionários. as discussões sobre a privatização da eletrobras parecem indicar que não será fácil para o governo aprovar a venda da companhia, especialmente em ano eleitoral. um primeiro teste para medir o interesse do mercado poderá acontecer no fim de maio. o governo planeja vender as distribuidoras deficitárias do grupo no dia 21. se não conseguir viabilizar o leilão, o ministério de minas e energia acredita que será necessária uma intervenção da aneel. mais cedo, o presidente do senado, eunício oliveira (mdb-ce) publicou no diário oficial a decisão de prorrogar por mais 60 dias a mp que tirou vetos à privatização da companhia e as distribuidoras. os diretores da companhia realizam amanhã às 14h uma teleconferência com analistas para comentar o resultado trimestral.
26/03/2018

Mercado baixa estimativa de inflação para 2018 e vê PIB maior

  previsão dos analistas dos bancos para inflação deste ano caiu de 3,63% para 3,57%. para o pib, estimativa de alta passou de 2,83% para 2,89% em 2018. fonte: alexandro martello, g1, brasília   os analistas das instituições financeiras reduziram a previsão para a inflação para este ano, ao mesmo tempo em que elevaram a estimativa média para o crescimento do produto interno bruto (pib) em 2018. as previsões estão no relatório de mercado, também conhecido como "focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo bc com mais de 100 instituições financeiras. os números foram divulgados nesta segunda-feira (26). para a inflação de 2018, a previsão do mercado recuou de 3,63% para 3,57%. foi a oitava queda seguida do indicador. a expectativa dos analistas continua abaixo da meta central de 4,5% para a inflação, que deve ser perseguida pelo banco central neste ano, mas dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo bc se o índice de preços ao consumidor amplo (ipca) ficar entre 3% e 6%. a meta de inflação é fixada pelo conselho monetário nacional (cmn). para alcançá-la, o banco central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (selic). para 2019, o mercado financeiro reduziu sua expectativa de inflação em 4,20% para 4,10%. a estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%). produto interno bruto para a expansão do pib de 2018, os economistas dos bancos subiram de 2,83% para 2,89% a estimativa de crescimento. para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%. o produto interno bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. em 2016, o pib teve uma retração de 3,5%. em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país. taxa básica de juros os analistas do mercado também mantiveram a previsão para a taxa básica de juros da economia, a selic, em 6,5% ao ano para o final de 2018. atualmente, a taxa já está nesse nível. a expectativa do mercado, porém, tende a cair nas próximas semanas, uma vez que o banco central indicou na semana passada que pode continuar reduzindo a taxa básica de juros nos próximos meses. para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 8% ao ano. deste modo, os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem. câmbio, balança e investimentos na edição desta semana do relatório focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em r$ 3,30 por dólar. para o fechamento de 2019, permaneceu em r$ 3,39 por dólar. a projeção do boletim focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, continuou em us$ 55 bilhões de resultado positivo. para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu estável ao redor de us$ 45 bilhões. a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no brasil, em 2018, recuou de us$ 80 bilhões para us$ 77,5 bilhões. para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em us$ 80 bilhões.
26/03/2018

Como declarar INSS e previdência privada no Imposto de Renda 2018

  você é obrigado a declarar se contribuiu com previdência, recebeu rendimentos ou resgatou seu plano em 2017 fonte: exame por júlia lewgoy são paulo – se você contribuiu com a previdência pública ou privada, recebeu rendimentos ou resgatou seu plano em 2017, precisa informar isso à receita na declaração do imposto de renda 2018. as contribuições para o inss ou para planos de previdência privada podem ser abatidas do imposto. a seguir, confira como declarar previdência no programa do ir 2018 conforme o tipo de movimentação que você fez em 2017, como orienta o advogado tributarista leonardo milanez villela, sócio da correia da silva advogados.   contribuição para o inss se você recebeu seus rendimentos tributáveis de pessoa jurídica em 2017, deve preencher as contribuições para o inss no campo “contribuição previdenciária oficial”, dentro da ficha “rendimentos tributáveis recebidos de pj”. você pode encontrar as informações sobre as contribuições para o inss no informe de rendimentos da empresa. se você recebeu seus rendimentos tributáveis de pessoa física e em 2017 e fez o recolhimento do ir via carnê-leão, deve preencher o campo “previdência oficial”, na aba “outras informações”, dentro da ficha “rendimentos tributáveis recebidos de pf/exterior”. você pode encontrar as informações sobre as contribuições para o inss no informe de rendimentos da empresa, se recebeu rendimentos de pj, ou no demonstrativo de imposto de renda disponível no site do inss. no caso das contribuições feitas ao inss, é possível deduzir o total do valor pago, desde que o contribuinte tenha recebido em 2017 rendimentos tributáveis acima de r$ 28.559,70. além das suas próprias contribuições, também é possível abater contribuições ao inss pagas por um dependente que tenha rendimentos tributáveis próprios. por exemplo, se a mulher declarar o marido como dependente e ele tiver rendimentos próprios e pagar inss, ela pode abater também as contribuições feitas por ele. mas essa regra de dedução só vale se o dependente tiver rendimentos próprios. veja os limites de deduções e as regras para declarar dependentes no ir 2018. recebimento do inss a aposentadoria recebida do inss não é isenta de imposto de renda e, assim como outros rendimentos tributáveis, deve ser declarada na ficha “rendimentos tributáveis recebidos de pj”. só ficam isentos do ir os rendimentos anuais de aposentadoria até o teto de 22.847,76 reais. acima disso, a aposentadoria do inss é tributada. mas, mesmo que seus ganhos de aposentadoria tenham ficado isentos de ir em 2017,  eles serão somados às outras eventuais rendas tributáveis na hora de preencher a declaração de ajuste anual e podem, inclusive, elevar a alíquota do imposto. é o que acontece, por exemplo, com aposentados que continuam trabalhando ou que recebem rendimentos de aluguéis de imóveis. quem tem mais de 65 anos e recebe aposentadoria do inss, porém, tem direito a abater uma parcela isenta de até 1.903,98 por mês, a partir do mês em que completa 65 anos de idade, o que reduz a base de cálculo do ir. esse valor deve ser informado na ficha “rendimentos isentos e não tributáveis”, na linha 10 – “parcela isenta de proventos de aposentadoria, reserva remunerada reforma e pensão de declarante com 65 anos ou mais”. alguns rendimentos pagos pelo inss são totalmente isentos de ir, como aposentadorias e pensões por doença grave ou acidente de serviço. eles devem ser declarados na linha 11 – “pensão, proventos de aposentadoria ou reforma por moléstia grave ou aposentadoria ou reforma por acidente em serviço”. contribuição para pgbl ou fundo de pensão de empresa quem contribuiu para um plano de previdência privada do tipo plano gerador de benefício livre (pgbl) ou para um fundo de pensão da empresa, deve informar os aportes na ficha pagamentos efetuados, com o código 36 – “previdência complementar”. o saldo do plano de previdência não precisa ser informado na declaração de imposto de renda. no caso das contribuições feitas à previdência privada, se o plano for um pgbl ou um fundo de pensão oferecido pela empresa, é possível deduzir as contribuições da base de cálculo do seu ir até 12% da renda tributável.assim, se a renda tributável de um contribuinte tiver sido de 100 mil reais em 2017, ele poderá deduzir desse valor até 12 mil reais que tenham sido aplicados em um plano de previdência privada do tipo pgbl no ano passado, por exemplo. o benefício só pode ser aproveitado por quem entrega a declaração completa do imposto de renda, uma vez que quem entrega a declaração simplificada só tem acesso ao desconto único de 20%. é importante lembrar que esse benefício não é uma isenção de ir, mas um adiamento do pagamento. quando, lá na frente, o contribuinte for resgatar sua previdência, a tributação incidirá sobre todo o montante investido, não só sobre a rentabilidade. quem paga um plano de previdência privada tipo pgbl para filhos, cônjuge ou companheiro pode deduzir também essas contribuições, se o beneficiário for também seu dependente. contudo, as contribuições feitas ao pgbl desse dependente se somam às contribuições que o titular faz para o próprio pgbl ou fundo de pensão e não podem ser abatidas em mais de 12% da renda tributável do contribuinte. essa dedução para os dependentes só é possível se o beneficiário também contribuir para o inss. a exceção fica por conta dos filhos menores de 16 anos e para os maiores de 65 anos. assim, um pai que pague um pgbl para um filho recém-nascido poderá somar as contribuições para o plano às suas contribuições para previdência privada na hora de abater, por exemplo. recebimento de pgbl ou fundo de pensão de empresa ao receber os rendimentos do plano de previdência privada, o contribuinte pode estar sujeito a dois tipos diferentes de tributação. se optou pela tabela regressiva ao contratar o plano – cujas alíquotas vão de 35% a 10% e caem cinco pontos percentuais a cada dois anos –, os recebimentos em 2017 devem ser declarados na ficha de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva, linha 06 – “rendimentos de aplicações financeiras”. se escolheu a tabela progressiva ao contratar o plano, as alíquotas variam de 0% a 27,50%, de acordo com os valores. nesse caso, os recebimentos devem ser lançados em rendimentos tributáveis recebidos de pj, com o nome e o cnpj da empresa pagadora. quem tiver dúvidas sobre o modelo escolhido pode consultá-lo no comprovante de rendimentos enviado pela instituição financeira responsável pelo plano. contribuição para vgbl os planos de previdência privada do tipo “vida gerador de benefício livre (vgbl) devem ser declarados como bens, na ficha bens e direitos, com o código 97 – “vgbl – vida gerador de benefício livre”. no campo “situação em 31/12/2016” deve ser informado o total investido no plano até essa data e em “situação em 31/12/20167”, o total existente no plano nesta data. no campo “discriminação” é preciso informar dados como a entidade que administra os recursos e seu cnpj. os planos do tipo vgbl não permitem abater as contribuições, por isso, são mais indicados para quem entrega a declaração simplificada do ir. em compensação, na época de fazer os resgates, a tributação incide apenas sobre os rendimentos. recebimento de vgbl quem resgatou seus recursos de planos vgbl deve seguir as mesmas regras de planos pgbl. ou seja, se tiver optado pela tabela regressiva, deve informar os recursos na ficha rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva, linha 06 – “rendimentos de aplicações financeiras”. se optou pela tabela progressiva, as informações entram em rendimentos tributáveis recebidos de pj, com a identificação da empresa pagadora. resgate de plano de previdência privada para declarar o resgate, você precisa saber se o modelo de tributação do seu plano é pela tabela regressiva ou pela progressiva. se for tributação regressiva, informe a quantia resgatada líquida, já descontando imposto de renda, na ficha “rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva”, na linha “12 – outros”. você terá que incluir o nome e o cnpj da instituição pagadora. se for tributação progressiva, informe o rendimento bruto e o imposto retido na fonte. nesse caso, preencha na ficha “rendimentos tributáveis recebidos de pj pelo titular”. a seguir, confira como declarar previdência no programa do ir 2018 conforme o tipo de movimentação que você fez em 2017, como orienta o advogado tributarista leonardo milanez villela, sócio da correia da silva advogados.

Contribuição Sindical e sua importância


08/02/2019
A visão que o SINCOR, o Sindicato das Empresas Corretoras de Seguros e dos Profissionais Corretores de Seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor.

"Com Corretor de Seguros, é muito mais seguro!"

A força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria.

A sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. Desse modo, a Contribuição Sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria.

Ao realizar o pagamento da Contribuição Sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor.

Queres um belo exemplo da forte atuação da Fenacor e dos Sincors em defesa dos interesses dos corretores? A redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! Sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os Corretores de Seguros no SuperSimples.

Para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. Sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. Por isso a importância da conscientização de cada um.
Lembre-se: Juntos, somos muito mais fortes!

Grande abraço,
Ricardo Pansera
Corretor de Seguros
Presidente do Sincor-RS
 

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