25/04/2018

Alta cobrança do IRPF ajuda aporte em PGBL

 falta de reajuste da tabela do imposto de renda incentiva declarantes a pesquisar informações sobre vantagens na contratação de planos geradores de benefícios livres fonte: dci por ernani fagundes • são paulo a falta de correção pela inflação da tabela do imposto de renda (ir) e o aprendizado dos declarantes com as vantagens fiscais está incentivando uma maior procura por planos geradores de benefícios livres (pgbl) para complementar a aposentadoria no futuro. no ano passado, de acordo com dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), o aporte em pgbls – feito por pessoas físicas que fazem a declaração completa do imposto de renda (irpf) cresceu 14% para r$ 10,17 bilhões, enquanto as contribuições para o vida gerador de benefícios livres (vgbls) – voltada para quem faz a declaração no modelo simplificado – avançou 1,6% para r$ 106,62 bilhões. “independente da correção da tabela do ir, para quem faz a declaração completa, a aplicação em pgbl é extremamente vantajosa. dependendo do valor da renda aos 65 anos, talvez ela nem pague mais o imposto de renda”, lembrou o gerente comercial da brasilprev, wagner soares. ele explicou que no modelo pgbl, pela tabela progressiva compensável, o limite de isenção dobra de r$ 1.903,38 para r$ 3.806,76 quando o declarante atinge os 65 anos. “isso vale para a renda (somada) do inss e da previdência complementar”, disse. o superintendente da icatu seguros, bruno hoffmann, também lembra que a pessoa física pode abater até 12% do imposto devido com aportes no pgbl. “essa contribuição acumulada ao longo do tempo irá rentabilizar e formar uma reserva importante para o futuro”, explica hoffmann. ele contou que, em geral, no início de carreira, as pessoas costumam contratar um vgbl (voltado para declaração simplificada), mas depois de um determinado patamar de renda, o pgbl passa a ser mais interessante. “é comum [a partir daí] ter os dois produtos e contribuir para aquele que for mais conveniente”, respondeu. além da demanda por pgbls, hoffmann também aponta a procura por esses planos de previdência na categoria multimercados por causa do momento de juros baixos nos planos de previdência renda fixa. “a icatu sempre promoveu essa diversificação. o mercado era muito concentrado em renda fixa”, disse. sobre esse movimento de diversificação, soares contou que a brasilprev trabalha com o conceito de “carteiras sugeridas” de acordo com o perfil de cada investidor. “temos diferentes fundos de previdência, e o cliente pode compor sua carteira com renda fixa, multimercados ou dividendos [ações]”, detalhou. em termos de rentabilidade, dados da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) mostram que nos últimos 12 meses até 18 de abril, os fundos de previdência renda fixa renderam 8,85%; seguido pelos planos multimercados com 10,06%, e a previdência ações com ganhos de 32,17%. “é um investimento para o longo prazo”, diz hoffmann. na visão do ceo da plataforma (fintech) ciclic, raphael swierczynski, existe uma demanda por produtos de previdência privada que não foi completamente atendida. “fizemos um estudo de mercado e existe uma demanda real da maioria da população. e é muito provável que a reforma [das aposentadorias públicas] volte a pauta no próximo governo”, disse o executivo. segundo o estudo da ciclic, mais de 90% da população se enquadra no vgbl. “mas há muito interesse pelo pgbl no mês de dezembro, por causa do ir”, diz swierczynski. dicas na declaração a diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro, fernanda pasquarelli, diz que uma pessoa que tenha um rendimento de r$ 3 mil por mês e aplica 5% desse valor em um plano pgbl, teria investido ao longo do ano r$ 1,8 mil, já dedutível do ir. “no entanto, para aproveitar melhor o incentivo, até o final do ano ela pode ainda fazer um aporte extra de r$ 2.520,00 e, assim, deduzir um total de r$ 4.320,00 no seu imposto [12% da sua renda bruta anual]. isso pode gerar mais economia com o ir”, exemplificou a diretora. a brasilprev avisa que o prazo final para a declaração de ajuste anual do imposto de renda da pessoa física (irpf) vai até 30 de abril. “este plano [pgbl] deve ser mencionado na ficha de pagamentos e doações efetuadas, código 36, da declaração de ajuste anual do ir”, orienta. “quem possui um vgbl deve informar o montante de contribuições feitas até o final do ano base na ficha de relação de bens e direitos, pelo código 97”, recomenda.
25/04/2018

Números do primeiro trimestre de 2018 injetam mais otimismo no mercado de seguros

 o fechamento do primeiro trimestre do ano reforçou a expectativa do mercado de seguros de que 2018 será de melhores resultados. até março, a receita de seguros de ramos elementares, que incluem as apólices para patrimônio e não considera o dpvat, cresceu 7% ante igual intervalo de 2017, enquanto o de pessoas avançou 13%, conforme dados da carta de conjuntura do sindicato dos corretores no estado de são paulo (sincor-sp) que será divulgada hoje, 25. agora vai? isso já se reflete no otimismo do setor. o índice de confiança do setor de seguros (icss) chegou a 123,5 pontos em março, voltando a crescer no comparativo mensal. ficou, porém, abaixo do recorde visto em janeiro, de 127,2 pontos. fonte: economia & negócios
25/04/2018

Corretores de seguros aprovam prestação de contas do Sincor-SP

 com 115 votos a favor, os corretores de seguros aprovaram a prestação de contas do exercício de 2017 do sincor-sp, durante assembleia geral ordinária, realizada na sede da entidade no dia 23 de abril, conforme edital publicado no jornal o estado de são paulo do dia 12. na ocasião, foi apresentado o relatório de administração e prestação de contas – exercício 2017, que apresentou os balanços, as entregas da gestão, notas explicativas, além dos comparativos do ano. “produzimos este relatório para mostrar detalhadamente aos associados o que é feito com o investimento que eles depositam no sincor-sp”, declara o presidente, alexandre camillo. o documento está disponível para os associados no portal da transparência. a mesa diretiva foi presidida pelo corretor de seguros manuel dantas matos e contou com a presença de eduardo pileggi (conselho fiscal), braz romildo fernandes (diretor da regional são paulo centro), marco damiani (1º tesoureiro) e alexandre camillo (presidente). fonte: comunicação sincor-sp
25/04/2018

Como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos

 estratégia envolve uma série de ferramentas, desde a constituição de holdings familiares à contratação de seguros de vida como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos – infomoney   veja mais em: http://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/noticia/7390150/como-milionarios-planejam-sucessao-patrimonial-para-pagar-menos-impostos
25/04/2018

CVG/RS organiza Feijoada de Integração do Mercado no Dia Continental do Seguro

  segunda edição da iniciativa acontece no dia 19 de maio, no grêmio náutico gaúcho o dia continental do seguro foi criado para ressaltar a importância social e econômica do ramo, além de promover confraternização entre os profissionais de seguros das américas. a data, comemorada no dia 14 de maio, ganha comemoração especial em porto alegre (rs). o clube de seguros de vida e benefícios do rio grande do sul (cvg/rs) organiza pelo segundo ano consecutivo a feijoada de integração do mercado, no grêmio náutico gaúcho.
25/04/2018

Setor externo tem superávit de US$ 798 milhões em março, revela BC

 após o superávit de us$ 283 milhões em fevereiro, o resultado das transações correntes seguiu positivo em us$ 798 milhões em março deste ano, informou nesta quarta-feira (25) o banco central. a instituição projetava para o mês passado superávit em conta de us$ 200 milhões. a estimativa atual do bc, atualizada em março, é de que o rombo externo de 2018 seja de us$ 23,3 bilhões. a balança comercial registrou saldo positivo de us$ 5,974 bilhões em março, enquanto a conta de serviços ficou negativa em us$ 2,776 bilhões. a conta de renda primária também ficou deficitária, em us$ 2,577 bilhões. no caso da conta financeira, o resultado ficou no azul em us$ 1,047 bilhão. no acumulado do primeiro trimestre de 2018, o rombo nas contas externas soma us$ 3,219 bilhões. já nos 12 meses até março deste ano, o saldo das transações correntes está negativo em us$ 8,337 bilhões, o que representa 0,41% do produto interno bruto (pib). a remessa de lucros e dividendos de companhias instaladas no brasil para suas matrizes foi de us$ 184 milhões em março, informou o banco central. a saída líquida representa volume menor que os us$ 1,021 bilhão que foram enviados em igual mês do ano passado, já descontados os ingressos. no acumulado do primeiro trimestre, a saída líquida de recursos via remessa de lucros e dividendos alcançou us$ 473 milhões. a expectativa do bc é de que a remessa de lucros e dividendos deste ano some us$ 24,5 bilhões. a conta de viagens internacionais voltou a registrar déficit em março, informou o banco central. no mês passado, quando o dólar subiu 2,43% ante o real, a diferença entre o que os brasileiros gastaram lá fora e o que os estrangeiros desembolsaram no brasil foi de um saldo negativo de us$ 980 milhões. em igual mês de 2017, o déficit nessa conta foi de us$ 883 milhões. o desempenho da conta de viagens internacionais foi determinado por despesas de brasileiros no exterior, que somaram us$ 1,524 bilhão em março. já o gasto dos estrangeiros em passeio pelo brasil ficou em us$ 544 milhões no mês passado. no primeiro trimestre, o saldo líquido dessa conta está negativo em us$ 2,998 bilhões. para 2018, o bc estima um déficit de us$ 17,3 bilhões para esta rubrica, mais que os us$ 13,192 bilhões de déficit registrados em 2017. o banco central informou ainda que as despesas com juros externos somaram us$ 754 milhões em março, ante us$ 1,332 bilhão em igual mês do ano passado. no acumulado do primeiro trimestre, essas despesas alcançaram us$ 5,868 bilhões. para este ano, o bc projeta pagamento de juros no valor de us$ 19,4 bilhões.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623972-setor-externo-tem-superavit-de-us-798-milhoes-em-marco-revela-bc.html)
25/04/2018

Bovespa cai com cautela política e exterior pesado

 a bovespa iniciou os negócios em queda na manhã desta quarta-feira (25) em linha com o comportamento de seus pares internacionais. no cenário político local, desagradou aos investidores o resultado da pesquisa ibope divulgada na terça-feira (24). o levantamento mostrou que entre os eleitores de são paulo o ex-governador paulista geraldo alckmin (psdb) aparece em segundo lugar, empatado com o deputado jair bolsonaro (psl), ambos com 14%. a expectativa era de que o tucano se saísse melhor na sondagem que ouviu eleitores do estado que governou por quatro mandatos. além disso, o ex-presidente da república luiz inácio lula da silva (pt) lidera a corrida, mesmo preso e condenado na lava jato. também traz preocupação ao mercado a vitória parcial que o ex-presidente da república obteve na terça, com a decisão da segunda turma do stf de retirar de sérgio moro menções da delação da odebrecht que tratam do sítio de atibaia (sp) e do instituto lula. às 10h33min, o ibovespa recuava 0,89%, aos 84.706,48 pontos. as units do santander, que divulgou balanço mais cedo, exibiam queda de 2,55%. a instituição iniciou o pregão com ganhos, mas pouco depois passou a cair, sob influência da cautela política e do ambiente externo negativo. além disso, o resultado do banco foi de certa forma antecipado, já que a matriz espanhola abriu seus números na terça.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623971-bovespa-cai-com-cautela-politica-e-exterior-pesado.html)  
25/04/2018

Confiança do consumidor sobe em abril, mas segue em nível muito baixo, diz CNI

 o índice nacional de expectativa do consumidor (inec), medido pela confederação nacional da indústria (cni), subiu apenas 0,3% em abril em relação a março, ficando em 102,2 pontos. o aumento é fraco e ainda deixa o indicador abaixo da média histórica da pesquisa, que é de 107,9 pontos. os dados foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (25). para a cni, o resultado de abril demonstra que a confiança do brasileiro ainda é insuficiente para reativar o consumo. "há quase dois anos, o índice está oscilando em um patamar muito baixo. com isso, as pessoas têm pouca disposição para fazer compras, o que limita o crescimento do consumo e da economia como um todo", avalia o economista da cni marcelo azevedo. segundo o estudo, o inec está, desde junho de 2016, variando dentro da faixa de 100 e 105 pontos, com duas exceções, a última delas em setembro de 2017, quando o índice foi a 98,5 pontos. nos meses seguintes, até abril de 2018, o índice mostra três variações mensais positivas e quatro negativas - e acumula alta de apenas 3,8% no período. a leve recuperação registrada em abril, de acordo com a entidade, se deve a uma melhora nas expectativas do consumidor diante da inflação, do emprego e da renda pessoal nos próximos seis meses. "os índices de expectativa de inflação, desemprego e própria renda registram crescimento de mais de 2% na comparação com março. ou seja, revela que os consumidores esperam menor inflação e desemprego, e aumento de sua renda", cita o levantamento. apesar disso, o componente que avalia a expectativa quanto ao endividamento piorou, com queda de 3,4% em relação a edição anterior da pesquisa, indicando aumento das dívidas das famílias. o consumidor também vê uma piora na situação econômica, com recuos no índice de situação financeira e de compras de bens de uso doméstico de maior valor, como móveis e eletrodomésticos. os recuos nesses índices foram de -0,8% e -0,4%, respectivamente. a cni explica que o inec é um indicador que ajuda a antecipar variações na atividade econômica. "consumidores pouco confiantes tendem a diminuir as compras. com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia", reforça. o inec é elaborado em parceria com o ibope e esta edição do estudo ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 12 e 16 de abril.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623973-confianca-do-consumidor-sobe-em-abril-mas-segue-em-nivel-muito-baixo-diz-cni.html)
20/04/2018

Senado aprova Refis para optantes do Simples Nacional

 a lei complementar 162/2018, que institui o programa especial de regularização tributária das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo simples nacional (pert-sn), o chamado refis das mpes, foi promulgada no último dia 9. a adesão ao programa pode ser feita em até 90 dias após a promulgação da lei. o programa tinha sido vetado pelo presidente michel temer, no fim do ano passado, mas o congresso nacional derrubou o veto nesta semana, permitindo que as empresas optantes pelo simples nacional contem com um programa de parcelamento de dívidas. a lei abrange débitos vencidos até novembro de 2017 e exige pagamento de, no mínimo, 5% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas. o restante pode ser quitado em até 175 parcelas, com redução de juros, multas e encargos legais, de acordo com o número de parcelas. o valor mínimo das prestações será de r$ 300 reais, com exceção dos microempreendedores individuais (meis), que terão valor definido pelo comitê gestor do simples nacional. dentre os principais pontos se destacam a redução das multas (de 25% a 70%), dos juros (de 50% a 90%) e dos encargos (100%) conforme a modalidade escolhida para o parcelamento e principalmente a suspensão dos atos de exclusão do simples publicados pela receita federal. “assim, empresas que foram excluídas do benefício por débitos com a receita federal e/ou o inss através de atos de exclusão poderão reingressar no simples com a regularização do parcelamento. é necessário consultar seu contador com a máxima brevidade para que seja possível optar por este novo parcelamento e eventualmente rever a exclusão, se for o caso”, orienta a comissão de tributos do sincor-sp. confira a lei na íntegra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp162.htm?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=lei+com+refis+para+micro+e+pequenas+empresas+%e9+promulgada fonte: comunicação sincor-sp

CSP-MG e entidades de mercado recebem superintendente da Susep


16/04/2018
Diretores do CSP-MG e o superintendente da Susep Joaquim Mendanha (ao centro)

"Em um país como o Brasil, o órgão regulador também precisa exercer o papel de fomento ao mercado. Não há economia sólida sem um mercado de seguros forte. É assim no mundo todo”, declarou o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, em palestra proferida no dia 13 de abril, em Belo Horizonte.

Jefferson Chaddid (pres. do Clubcor-MG), Augusto Matos
(pres. do Sindseg MG/GO/MT/DF), Maria Filomena
Branquinho (pres. do Sincor-MG), Joaquim Mendanha
(titular da Susep) e João Paulo Moreira de Mello (pres. do CSP-MG)


O evento foi uma parceria entre o Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), Sindseg MG/GO/MT/DF (Sindicato das Seguradoras), Sincor-MG e Clubcor-MG. Aproximadamente 150 pessoas registraram presença, entre corretores, executivos de seguradoras, autoridades e consultores do mercado. “É com muita satisfação que recebemos o superintendente da Susep. Essa iniciativa é fruto da união e dos esforços conjuntos das entidades mineiras visando ao desenvolvimento do setor”, comentou o presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello. 
Joaquim Mendanha falou sobre o trabalho desenvolvido à frente da autarquia desde julho de 2016. Ele ressaltou os três pilares de sua gestão: o fomento à indústria de seguros, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento do modelo de supervisão.
O superintendente também citou a criação de grupos de trabalho e comissões, com o objetivo de discutir as diversas modalidade de seguros, o mercado marginal e o seguro DPVAT, além de temas atuais como o comércio digital de seguros e as insurtechs.  Os grupos são integrados por representantes do setor e de órgãos governamentais. “Não somos contra a inovação, a disrupção, mas temos regras de proteção ao consumidor e de solvência do mercado que devem ser respeitadas. As startups que querem comercializar seguros são bem-vindas, desde que o façam de forma legal", pontuou o superintendente.
Sobre os seguros de pessoas, entre as principais ações desenvolvidas pela Susep, Joaquim Mendanha fez questão de destacar as novas regras dos planos PGBL e VGBL, sugeridas pelo órgão regulador e aprovadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Em meio ao debate em torno da reforma da Previdência Social, a Susep apontou a necessidade de aperfeiçoamento dos produtos de acumulação, propondo a revisão das normativas do segmento, de forma que a iniciativa privada atenda à demanda dos novos consumidores pela previdência complementar. 
Com relação ao Seguro Vida Universal, já aprovado pela Resolução CNSP nº 344, o dirigente disse que a regulamentação do produto depende de ajustes tributários e que espera para breve instrução normativa da Receita Federal sobre o assunto. Mendanha também adiantou que será divulgada nos próximos dias a normativa sobre as novas regras para o setor de capitalização.
Após a palestra, o titular da Susep participou de debate com os dirigentes das entidades promotoras do evento e respondeu perguntas da plateia. Além do presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello, compuseram a mesa os presidentes do Sindseg, Augusto Matos, do Sincor-MG, Maria Filomena Branquinho e do Clubcor-MG, Jefferson Chaddid. A mediação ficou a cargo do diretor de Seguros do CSP-MG, Mauricio Tadeu Barros Morais.
No encerramento do evento, Joaquim Mendanha de Ataídes foi agraciado com a Medalha do Mérito Segurador, comenda concedida pelo Sindseg MG/GO/MT/DF às personalidades que contribuem para o desenvolvimento e fortalecimento do mercado de seguros.

Fonte: Portal Nacional de Seguros por Déborah Gurgel

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