27/06/2018

Seguradoras miram varejistas para aumentar vendas

 o varejo está sendo cobiçado por seguradoras que buscam canais de distribuição alternativos para crescer. na capemisa seguradora, a venda de seguros de vida em cartões de redes do setor varejista já responde por 70% do faturamento total da companhia, sem considerar apólices individuais e voltadas às pequenas e médias empresas (pmes). numa outra ofensiva, o itaú unibanco está perto de iniciar um projeto piloto com a chubb seguros para vender seguro de celular em parcerias que possui, por exemplo, com pão de açúcar e assaí, no âmbito da abertura da sua plataforma de seguros que replica a 360, de investimentos. mão dupla além de melhores margens para as seguradoras, a parceria com o varejo traz vantagens do lado da sinistralidade, que é baixa. do lado dos varejistas, o negócio é rentável e pode incrementar a receita não operacional em cerca de 40% do valor do seguro, segundo cálculos do diretor comercial da capemisa, fabio lessa. fonte: economia & negócios estadão
27/06/2018

O que a Copa pode nos ensinar sobre liderança?

 neste período de copa, em que times se destacam tanto por seus jogadores, quanto por seus técnicos, você já tentou traçar um paralelo entre um time de futebol e empresas? tenho certeza que se o fizer encontrará muita similaridade e poderá tirar algumas lições relevantes no exercício. vamos analisar a figura do técnico da equipe de futebol, por exemplo. quais são suas responsabilidades? bom, ele é responsável por montar o time (ou assumir um time que já estava montado), muitas vezes precisa motivar, trocar algumas peças, mudar algumas pessoas de posição, liderar a estratégia e a tática da equipe, certo? leia novamente essa última frase e veja se não é uma boa descrição de um gestor de pessoas. ampliando a discussão sobre o técnico de futebol me deparo com a seguinte pergunta: necessariamente, para ser um bom técnico você precisa ter sido um craque dentro de campo? observando os exemplos que temos de grandes técnicos do mundo: todos eles foram excelentes jogadores? se olharem com cuidado vão descobrir que alguns excelentes técnicos foram apenas jogadores medianos em sua época. da mesma forma, o maior defeito dentro das organizações é a crença fervorosa de que o profissional que mais se destaca em sua atuação deve ser promovido e liderar a equipe, pois conseguirá incentivar o time todo a atingir altos resultados. no entanto, isso nem sempre é verdade, em muitas ocasiões ao fazer isso perde-se um excelente executor e não se ganha um excelente líder. vejamos essa última análise: imaginem um jogador extremamente produtivo dentro de campo, artilheiro, driblador, veloz e forte. estatisticamente pode ser considerado o melhor jogador do time. contudo, muitas vezes não é um jogador que joga para o time e sim o contrário. se o time não jogar para ele suas estatísticas caem. desta forma, lhe pergunto: um jogador assim conhece detalhadamente seus colegas de trabalho, sabe onde cada um precisa se aprimorar? ele está focado em jogar com o grupo ou focado em aumentar suas estatísticas individuais? tudo isso faz sentido? então, se eu quero ser um bom líder preciso analisar muito bem a atuação de um bom técnico de futebol e não simplesmente me espelhar nos melhores jogadores, correto? fato, isso ajuda, porém sinto lhe dizer que se você quer ser um bom líder dentro da sua organização, isso tudo ainda não é o suficiente. você também precisa se espelhar no capitão do time. o que quero dizer é que não basta apenas ditar a estratégia, mexer na equipe, colocar cada um em seu lugar de melhor performance, se você não estiver disposto a botar a mão na massa e liderar pelo exemplo, tomando a frente no campo de batalha e abrindo espaço para que sua equipe possa marcar alguns gols. o líder exemplar é aquele que sabe a hora de ser técnico e a hora de ser capitão. no final das contas, meus amigos, dentro das organizações funcionamos como um time de futebol, o que muda é que muitas vezes precisamos assumir alguns papéis diferentes para lidar com as diferentes formas de liderar. para alguns você precisará atuar como técnico, para outros precisará ser capitão e, para outros, quem sabe deverá apenas abrir espaço e deixar que eles mesmos encontrem seus caminhos. o líder não detém todas as respostas e precisa saber a hora de mostrar humildade e seguir o caminho que o time está trilhando. a única certeza que temos, dentro e fora de campo, é que de um lado temos a torcida e do outro temos os clientes. essas duas figuras externas irão pressionar, criticar durante os fracassos, vão querer atuar como “técnicos”, pedir mudanças no time, mas no fundo, tanto uma como outra querem a mesma coisa: vibrar e comemorar na hora da vitória. um bom líder, acima de tudo, sabe que se conseguir o prestígio da torcida (clientes) trará mais tranquilidade para exercer um bom trabalho. bom jogo a todos! marcelo olivieri é bacharel em psicologia e possui mba em gestão estratégica. com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, olivieri é diretor da trend recruitment. fonte: portal nacional de seguros por juliana colognesi
27/06/2018

Nova Regra Aumenta Concorrência e Reduz Preço do Seguro

 com o objetivo de aumentar a concorrência e, consequentemente, reduzir o preço final do seguro, o cnsp, por proposta da susep, alterou os limites de tábuas de risco em planos de seguro de pessoas e para a operação das coberturas por morte e invalidez em planos de previdência complementar aberta. de acordo com a susep, na prática, a mudança acaba com a interferência do estado na definição do preço do seguro, pecúlio ou renda nos produtos de risco. com a extinção do preço mínimo, deverá ser ampliada a concorrência e reduzido o preço final pago pelo consumidor. “a nova resolução do cnsp objetiva permitir que seguradoras e entidades abertas de previdência complementar (eapcs) utilizem tábuas biométricas elaboradas, com previsão ou não de atualização periódica, por instituição independente, a partir de experiência própria ou de mercado, na estruturação de planos com cobertura de risco”, explicou a autarquia. as tábuas biométricas passíveis de serem utilizadas serão aquelas reconhecidas pelo instituto brasileiro de atuária (iba). a susep assegura, contudo, que continuará acompanhando a solvência das companhias por meio da análise das provisões, ativos e capitais. fonte: cqcs/via seguro gaucho
27/06/2018

CNseg: 67 anos atuando pela difusão do seguro

 a cnseg completou 67 anos de existência na segunda-feira (25) e ratifica, ao longo de sua história, o protagonismo na representação do setor segurador. nessa trajetória, a cnseg escreveu alguns dos capítulos mais importantes do desenvolvimento do mercado. a começar do ambiente de sua própria fundação, em 25 de junho de 1951, quando a ameaça de estatização do seguro rondava o setor com a volta ao governo de getúlio vargas, após ser aclamado nas urnas, em 1950. o principal desafio ao longo de sua existência sempre foi fazer o setor ser mais bem entendido por todos os públicos e interlocutores. este diagnóstico inspirou a cnseg e as federações representadas (fenseg,fenaprevi, fenasaúde e fenacap) a criar, em 2016, o programa de educação em seguros. seu objetivo é levar conhecimento estruturado e informações qualificadas à sociedade em geral e a todos os tipos de públicos e interlocutores. em razão disso, a cnseg publicou 10 livretos voltados para temas do universo dos seguros, ao lado de 22 cartilhas explicativas lançadas pelas federações. na internet, vale destacar ações também relevantes de aproximação com as redes sociais. o facebook institucional se aproxima dos 85 mil fãs e fanpage da rádio cnseg já se aproxima dos 50 mil seguidores. a emissora já veiculou 2500 horas de programação jornalística, 1.300 programas produzidos. seu conteúdo é veiculado em mais de 2.150 emissoras de rádio, em 1.450 municípios. fonte: cnseg via /cqcs
27/06/2018

Evento discute impacto da tecnologia no mercado de seguros

 a academia paulista dos técnicos de seguro (apts) e a escola nacional de seguros reunirão especialistas para analisar como o uso de novas tecnologias está transformando seguros tradicionais em produtos personalizados. o evento, “iot (internet das coisas) no seguro”, acontece no dia 27 de junho, das 9h às 12h, no auditório da escola, em são paulo. no convite para o evento, a apts explica que o conceito iot (internet of things) diz respeito a toda infraestrutura tecnológica que tenha acesso à internet, possibilitando conectar objetos a outros equipamentos com acesso à rede. no caso do automóvel, por exemplo, as tecnologias de iot permitem precificar o seguro com base no comportamento dos motoristas. em residências e edifícios, permite o monitoramento por câmeras com recursos de vídeo analíticos, reconhecimento facial, além da prevenção e combate a incêndio com dispositivos e softwares mais inteligentes e precisos. durante o evento, o atuário e diretor do lar (laboratório de risco atuarial e inovação) e risk data advisory na insurtech datadrivr, reinaldo marques, abordará o tema iot do ponto de vista das oportunidades para a precificação atuarial, além da oferta de novos modelos de negócios. também com presença confirmada, o diretor de ti da ceabs, gustavo müller, discute o carro do futuro, analisando como a internet das coisas e o carro conectado estão mudando o mercado de seguros. o diretor da associação brasileira de internet das coisas (abinc), gerson rolim, o coordenador do prêmio de inovação em seguros da cnseg, ricardo chrisostimo, e o corretor de seguros e empresários, richard hessler furck, também participarão do evento. serviço: evento “iot (internet das coisas) no seguro” data: 27 de junho, das 9h às 12h local: auditório da escola nacional de seguros – rua augusta, 1.600, consolação, são paulo (sp). inscrições: https://bit.ly/2l1ybth fonte: sincor sp via /cqcs
27/06/2018

Bovespa ronda a estabilidade apesar de abertura positiva em Nova Iorque

 a bovespa inicia os negócios rondando a estabilidade nesta quarta-feira (26), sem fôlego para acompanhar a abertura positiva em nova iorque. por lá, trouxe certo alívio a sinalização da casa branca, no período da manhã, de que o presidente dos estados unidos, donald trump, irá basear-se nas leis existentes para restringir investimentos da china em seu país. isso significa que washington não adotará medidas mais drásticas contra investimentos do gigante asiático. outro fator que contribui para o avanço em wall street é o dado de encomendas de bens duráveis, que caiu 0,6% entre abril e maio, menos que o recuo de 1,0% previsto por analistas. além disso, a variação entre março e abril foi revisada de -1,6% para -1,0%. às 10h34min, o ibovespa exibia leve alta de 0,09%, aos 71.460,18 pontos, enquanto o dow jones subia 0,25%, o s&p 500 avançava 0,32% e o nasdaq tinha elevação de 0,36%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/635172-bovespa-ronda-a-estabilidade-apesar-de-abertura-positiva-em-nova-iorque.html)  
25/06/2018

A Previdência e a ilusão

  o grande problema do inss não é a corrupção, mas o fato de a dinâmica demográfica brasileira tornar o modelo atual inviável no início deste ano, os adversários da reforma da previdência proposta pelo governo michel temer conseguiram vencer uma batalha: o planalto abandonou o projeto, dada a falta de apoio parlamentar (embora o motivo oficial seja a impossibilidade de aprovar emendas à constituição durante a vigência de intervenções federais, como a que ocorre no rio de janeiro). mas, antes mesmo de a reforma ser enterrada, seus opositores já tinham triunfado na guerra de propaganda travada em torno do tema. só isso explica os resultados de uma pesquisa encomendada pela federação nacional de previdência privada (fenaprevi) ao instituto ipsos. apesar dos déficits bilionários que se repetem ano após ano, metade dos entrevistados disse acreditar que o inss é sustentável – quase o dobro daquela parcela (28%) que reconhece a incapacidade de a previdência social se manter no futuro. os restantes 21% disseram não ter opinião formada. mas a própria ideia de sustentabilidade demonstrada pelos resultados da pesquisa mostra que são poucos os que compreendem como funciona o orçamento federal: 31% acreditam que o governo deve direcionar recursos de outras áreas para bancar o inss, contra 53% dos que afirmaram que o sistema deve se financiar apenas com os valores da contribuição previdenciária. é preocupante ver que as percepções ilusórias sobre a previdência independem de escolaridade e classe social quanto ao primeiro grupo, falta-lhe o entendimento de que, quando o governo tem de cobrir o rombo da previdência, saem perdendo todos os outros setores, inclusive saúde, educação, segurança e infraestrutura, justamente aqueles que a população mais demanda do estado. já o segundo grupo, o dos que acreditam – corretamente, é claro – que o inss deve se manter apenas com os recursos próprios, mostra que parte dos brasileiros vive uma outra ilusão. uma sobreposição dos números mostra que há uma parcela significativa dos entrevistados para quem o sistema é sustentável e deve se manter sem sugar dinheiro de outras áreas do orçamento. mas a realidade tem sido bem diferente. por que, então, a previdência tem déficits? para 75% dos entrevistados, o grande problema do inss é a corrupção. por esse raciocínio, se não houvesse roubalheira, provavelmente também não haveria déficit. apenas 15% apontaram as falhas intrínsecas do modelo e o envelhecimento da população como os fatores por trás do rombo. infelizmente, a pesquisa ipsos não avaliou qual parcela dos brasileiros acredita em outra lenda urbana muito difundida sobre o inss: a de que bastaria cobrar dos grandes devedores para tapar o rombo. a verdade, no entanto, é que, se por algum milagre todos esses devedores quitassem suas obrigações, o valor cobriria no máximo três anos de déficit. não há dúvidas de que existem, sim, fraudes, desvios e corrupção na previdência. mas seu grande problema é a inviabilidade do modelo em vigor, no qual as aposentadorias de hoje são bancadas pelos atuais trabalhadores. esse sistema funcionou bem enquanto havia muitos jovens e adultos na força de trabalho, contra poucos aposentados cuja expectativa de vida não era tão grande. mas a dinâmica demográfica brasileira mudou: as famílias estão tendo menos filhos e a longevidade está crescendo; consequentemente, há cada vez menos trabalhadores na ativa para financiar cada vez mais aposentados. ainda que o inss operasse com lisura total, já no curto prazo o sistema se mostraria inviável, como o provam os déficits; no médio e longo prazo, o modelo está condenado. esse raciocínio também vale para a previdência dos servidores públicos, que não foi abordada na pesquisa ipsos. e é preocupante ver que as percepções ilusórias sobre a previdência independem de escolaridade e classe social. mesmo entre os mais instruídos, com curso superior, prevalece a visão de que o inss é sustentável (52% contra 41%). e, quando perguntados sobre a necessidade de uma reforma na previdência, 34% dos entrevistados da classe ab e 40% daqueles com curso superior afirmam que não é necessário fazer mudanças no sistema – a média de todos os entrevistados foi de 43%. é verdade que a parcela dos que defendem a necessidade de uma reforma é maior (48% na classe ab e 52% entre os que têm curso superior). além disso, para metade dos entrevistados, o próximo presidente precisa tratar do tema. a pesquisa, no entanto, não questionou se as pessoas estariam dispostas a votar em um candidato que defendesse a reforma durante a campanha. e, hoje, nada ameaça mais a perspectiva de uma reforma da previdência que o populismo eleitoreiro vendedor da ilusão de que não há problemas – o mesmo discurso, aliás, que venceu em 2014 e cujos resultados fizeram sofrer um país inteiro. fonte: gazeta do povo
25/06/2018

68% das pessoas acreditam que nunca vão se aposentar, aponta pesquisa

  pesquisa que ouviu 7 mil adultos e 600 gestores em 11 países, incluindo o brasil, revela um pouco dos receios relacionados à aposentadoria no mundo ao entrevistar 7 mil adultos com mais de 18 anos de idade e 600 gestores dos setores público e privado em 11 países, a consultoria mercer e sua subsidiária marsh & mclennan companies revelaram um pouco do pensamento a respeito da aposentadoria nos dias de hoje. segundo o levantamento, embora quase 75% das pessoas tenham revelado que não estão se planejando pró-ativamente para essa fase da vida, 68% acreditam que viverão além da sua renda e que, por isso, nunca poderão parar de trabalhar. ao mesmo tempo, somente 26% acredita que terá condições de escolher uma data para parar de trabalhar e apenas 39% dos entrevistados disseram estar em boa ou excelente condição de saúde no momento, o que dirá mais velhos. batizado de “saudável, próspero e produtivo no trabalho”, que é como todo adulto gostaria ou deveria chegar até a melhor idade, ou seja, os 80 anos e além, o estudo revela um despreparo grande, tanto em termos financeiros, quando em termos de saúde, para essa fase da vida, mesmo diante de várias mudanças no modo de vida e do crescimento da expectativa de vida das pessoas de forma geral. “a boa notícia é que, se a mudança for feita agora, é possível acompanhar os padrões culturais de hoje. a sociedade está mudando - e nossa abordagem de poupança e segurança financeira deve mudar junto com ela”, disse renee mcgowan, diretor global de patrimônio individual da mercer. felipe bruno, líder de previdência da mercer no brasil, pontua três razões pelas quais ele acredita que a situação ainda mais preocupante no país do que em outra nações: a falta de uma educação financeira; a desassistência à saúde da população mais idosa, inclusive da parte do setor privado também; e uma cultura orientada para o consumo. “em 1980, a gente tinha uma expectativa de vida média para o brasileiro de 63 anos. no ano 2000, isso subiu para 70 anos e hoje já está chegando em 76 anos. então estamos falando de uma população que vive mais e que, portanto, tende a prolongar a sua permanência no mercado de trabalho para conseguir sustentar um período tão longo de vida após a aposentadoria”, explica ele. em 2030, o número de idosos já será maior do que o de crianças, com 18% da população na faixa acima dos 60 anos, segundo projeções do ibge. “olhando dados dos fundos de pensão e seguradoras, vemos que apenas 5% dos brasileiros têm um plano de previdência privada ou algum tipo de complementação de renda. (...) ao mesmo tempo, 85% dos entrevistados na pesquisa da mercer admitem poupar mas também dizem que isso irá contribuir para o chamado stress financeiro, uma sensação de perda de aquisição”, explica o consultor. para além da poupança, há uma crescente dificuldade de o idoso brasileiro em se planejar também em termos de assistência à saúde.se no âmbito privado a tendência é de redução das opções individuais e familiares, que hoje representam 17% dos contratos do setor (8 milhões dos 47,3 milhões de brasileiros com plano de saúde), justamente porque essa fatia tem o reajuste controlado pela agência reguladora, a ans, caberia também às empresas e ao mercado, em geral, pensar em alternativas para a população idosa. principalmente porque a inflação da saúde, historicamente, é maior do que a oficial e isso só tende a se agravar com o envelhecimento da população. ele lembra que há projetos tramitando no congresso, por exemplo, no sentido de criar planos de poupança com isenção fiscal quando eles tiverem como finalidade exclusivamente um plano de saúde na aposentadoria. outro dado interessante da pesquisa e que poderia ser um fator de mudança no brasil, é que os empregados costumam confiar nos conselhos sobre poupança dos empregadores (79%). dessa forma, as empresas poderiam ter um papel crucial nesse planejamento para a aposentadoria. mas como será no futuro, já que alguns especialistas apontam para o fim do emprego no mercado de trabalho, com a expansão de modelos de economia colaborativa e a permanência cada vez mais errante das pessoas numa mesma empresa? em 2017, 26% de todos os planos privados do país foram oferecidos pelos empregadores aos seus funcionários, de acordo com os dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). para felipe bruno, mais do que oferecer benefícios como esse, o empregador deveria, em conjunto com entidades governamentais, colaborar para a educação financeira do funcionário, por meio da promoção ferramentas voltadas para isso, como plataformas digitais. “é preciso que tenha um dinamismo muito maior nessas transações para que isso tenha aderência às novas características do mercado de trabalho.” fonte: gazeta do povo
25/06/2018

Folha de São Paulo debate previdência e blockchain no setor de seguros

 o jornal folha de são paulo, um dos veículos de comunicação mais tradicionais e antigos do brasil, vai realizar um seminário nesta quinta-feira, 28 de junho, no qual irá debater as oportunidades que uma possível reforma da previdência pode trazer para startups, empresas e para todo o mercado privado de seguros. além disso, os impactos da tecnologia blockchain para as insurtechs também será um dos temas principais. “a chegada de novas tecnologias para o setor, como blockchain e big data, e as mudanças que essas inovações trazem serão o mote para a terceira mesa de debates do seminário”, destaca o jornal. um bom exemplo da união entre o setor de seguros e a tecnologia blockchain é a insurtech brasileira 88, que acredita que por meio de uma solução de blockchain irá diminuir as dificuldades atuais na compra e gestão do ciclo de vida da apólice de seguros, para isso, pretende usar smart contracts baseados nas redes ethereum, stellar (para micropagamentos) e corda (onde já são parceiros do r3). a proposta da 88 foi uma das pré-selecionadas pela unicef como uma das startups com capacidade de realizar impacto social em uma escala global. o evento da folha tem patrocínio da cnseg (confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização) e acontece a partir das 9h no auditório da folha (al. barão de limeira, 425, campos elíseos – 9º andar, são paulo). as inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio deste link. fonte: folha de são paulo por cassio gusson

Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama


19/10/2017

O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama é celebrado em 19 de outubro, mês que ficou conhecido como Outubro Rosa, através de uma campanha para conscientização das mulheres sobre a importância da realização do exame de mama, que possibilita um tratamento mais eficiente, pois facilita a descoberta da doença logo no estágio inicial. O rosa é utilizado no laço que simboliza o combate contra o câncer de mama.

O Grupo Aspecir participa dessa já consolidada Campanha de Combate ao Câncer de Mama e este ano, além da decoração e do lacinho rosa usado por suas colaboradoras, recebeu em sua sede o projeto «Dia da Beleza», parceria da Mary Kay e do IMAMA - Instituto da Mama do Rio Grande do Sul.

O «Dia da Beleza» foi realizado ontem, 18 de outubro, na sede do Grupo Aspecir. Trata-se de uma sessão onde as colaboradoras tiveram a oportunidade de receber orientações sobre o câncer de mama, cuidados com a pele e dicas de auto maquiagem, o que realça a imagem pessoal e profissional, levantando a autoestima. O projeto também oferece desconto nos produtos de beleza para aquelas que fizerem a mamografia, incentivando as mulheres a realizarem o exame preventivo.

Neste sentido, o IMAMA participa do projeto buscando a conscientização da sociedade gaúcha acerca da importância dos cuidados com a saúde da mama, enfatizando a necessidade da detecção precoce do câncer de mama para maiores chances de cura, além de qualidade e agilidade em todos os processos da rede de atenção à saúde da mama.

O Grupo Aspecir que trabalha com previdência e seguros, acredita que é sempre muito importante a prevenção. E é assim que a empresa pensa o futuro.





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