18/05/2018

Seguro prestamista cresce 21% no primeiro trimestre

  ramos residencial e empresarial também registraram alta o crescimento das vendas a prazo impulsionou os números do seguro prestamista. o nicho garante o pagamento de prestações no caso de morte, invalidez e desemprego. os prêmios emitidos tiveram alta de 5%, enquanto que o ramo avançou 21% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2017. o presidente da confederação nacional de seguros (cnseg), marcio coriolano, associa os números a expansão do crédito para compras diversas, como para automóveis, televisores e geladeira, por exemplo. o ramo residencial também cresceu no trimestre. segundo os números divulgados pela superintendência de seguros privados a carteira cresceu 10%. já o ramo empresarial registrou alta de 5,2%. fonte: jrs por william anthony
18/05/2018

ANSP e AIDA discutem relação entre seguros e educação financeira

 na última terça feira (15), ansp e aida, em parceria, discutiram o seguro como elemento da educação financeira e seu impacto na sociedade. a iniciativa fez parte da 5ª semana nacional de educação financeira, organizado anualmente pelo conef (comitê nacional de educação financeira). nomes das duas instituições estiveram presentes, dentre eles, os presidentes da ansp e da aida, joão marcelo dos santos e inaldo bezerra, respectivamente. inaldo bezerra comentou que "a aida conta com a parceria da ansp para desenvolver a educação no mercado de seguros com o objetivo de fortalecer o entendimento e a utilização dos produtos de seguro para a sociedade", conclui. joão marcelo, enfatizou que "a promoção da discussão de qualquer tema referente à educação, e especialmente à educação financeira, é parte central da razão de existir da ansp, bem com a parceria com entidades como a aida". o debate expôs temas como novas tecnologias, mediação e conciliação como medidas de educação e economia social, gamificação e lições de economia e a relação entre educação de seguros e financeira. para márcia cicarelli, uma das expositoras e diretora de cátedras da ansp, esse evento "é fundamental para que a gente consiga ter no mercado de seguros essa conscientização de que o seguro se insere dentro de algo maior". vivien lys, presidente do grupo nacional de trabalho de solução de conflitos da aida, complementou afirmando que "o conhecimento, por todos, de seus direitos e obrigações, tende, inclusive, a reduzir a litigiosidade no mercado de seguros". o evento foi organizado por ana rita petraroli, coordenadora da cátedra de seguros inclusivos da ansp, e vivien lys, presidente do grupo nacional de trabalho solução de conflitos da aida. fonte: portal nacional de seguros por oficina do texto
18/05/2018

O futuro do dinheiro na banca e nos seguros

 afinal qual o futuro do dinheiro? e qual o impacto da digitalização nos bancos, seguradoras e nos consumidores de serviços financeiros? a resposta será dada na money conference durante a manhã desta sexta-feira. a conferência, uma iniciativa do dinheiro vivo e da tsf com o a apoio da ey, iberinform e sage, conta com a presença de supervisores, banqueiros e líderes de seguradoras no lapa palace hotel.   ceo da sibs: “não tenho dúvida que o dinheiro vai acabar” madalena cascais tomé, presidente executiva da sibs, não duvida que o dinheiro físico vai acabar. “o dinheiro físico vai acabar. a questão é quando”, afirmou na money conference, esta sexta-feira. a líder da sibs adiantou que acredita que a “tecnologia vai cada vez mais ser invisível” para os consumidores e não vê que aconteça uma disrupção, já que a digitalização dos serviços financeiros tem sido uma tendência que “vem detrás”. a sibs é a operadora da rede de multibanco e tem serviços como o mb way, que permite pagamentos imediatos através do telemóvel ou tablet.   governo disponível para discutir soluções para a poupança o setor dos seguros pediu na money conference mais benefícios fiscais para investimento para a reforma, como os ppr. e do lado do governo a resposta é de que existe disponibilidade para discutir medidas que permitam incentivar a poupança. “estamos disponíveis para discutir soluções que permitam aumentar a poupança”, disse o secretário de estado adjunto e das finanças, ricardo mourinho félix. apesar da abertura para debater medidas para incentivar a poupança, o governante defendeu que a política de reposição de rendimentos que tem vindo a ser seguida é um contributo para aumentar a poupança. governo vai criar novas regras para a venda de seguros depois das maiores exigências para a venda de produtos bancários e financeiros, o governo vai também avançar para novas regras no setor dos seguros. “o governo apresentará em breve uma proposta sobre o regime de distribuição de seguros para adaptar as novas regras direcionadas ao setor bancário e de instrumentos financeiros”, disse o secretário de estado adjunto e das finanças, ricardo mourinho félix, na money conference. o objetivo, disse o governante, é assegurar um maior grau de proteção aos segurados.   governo vai criar novas regras para a venda de seguros depois das maiores exigências para a venda de produtos bancários e financeiros, o governo vai também avançar para novas regras no setor dos seguros. “o governo apresentará em breve uma proposta sobre o regime de distribuição de seguros para adaptar as novas regras direcionadas ao setor bancário e de instrumentos financeiros”, disse o secretário de estado adjunto e das finanças, ricardo mourinho félix, na money conference. o objetivo, disse o governante, é assegurar um maior grau de proteção aos segurados.   seguradoras foram mais lentas que a banca na digitalização josé galamba de oliveira, presidente da associação portuguesa de seguradores, aponta o caminho do setor segurador. “vejo de uma forma global o setor a investir muito na digitalização”, disse. o representante do setor acredita que o foco “vai ser na digitalização de processos”. e reconhece que “a banca fez isso mais rápido que o setor”. mas que as seguradoras estão agora apostada em “ir atrás dessa alavanca”.   magalhães correia: seguradoras podem vir a ocupar o papel central que a banca ocupou o setor segurador pode vir a ocupar na vida das pessoas o papel central que a banca ocupou no século passado, disse jorge magalhães correia, presidente da fidelidade. “vejo um ponto diferenciador entre nós e a banca. a indústria seguradora pode vir a ocupar o papel central que a banca ocupou no século passado”, afirmou na money conference, esta sexta-feira. “vamos ter uma população com necessidades de poupança, necessidades de saúde e necessidades mais complexas”, adiantou. frisou que aquilo que a digitalização do setor e a nova concorrência que vai surgir vai ser compensada com o alargamento do território e campo de jogo do setor segurador. “não vejo a tecnologia como uma ameaça”, afirmou. já em relação às grandes tecnológicas, como facebook, google e amazon, apelou à atuação dos reguladores.   “seguros não têm npe mas têm outros desafios” josé gomes, ceo da ageas seguros, refere que apesar do setor segurador não ter, como a banca, ativos problemáticos (npe) também enfrenta desafios. o responsável diz que o ambiente do setor é complexo e que “tem havido uma estagnação” no mercado dos seguros. o responsável observa que existe uma “baixa penetração dos seguros nos particulares e empresas”. e que o desafio é como colocar “as redes de distribuição a sensibilizar” para a importância de se estar segurado. esse modelo de distribuição assente em mediadores é um dos desafios na implementação da agenda digital no setor. joaquim branco, vice-presidente da real vida seguros, diz que isso é “algo que vai complexificar”.   “setor segurador é ainda mais atrativo para trabalhar” jan de pooter, ceo da tranquilidade, respondeu a miguel maya. o administrador do bcp tinha dito que esta era uma boa fase para se trabalhar na banca. mas o responsável da seguradora diz que o “setor segurador é ainda mais atrativo para trabalhar”. o ceo da tranquilidade diz que na indústria seguradora haverá “funções no futuro que não conhecemos atualmente, como design thinkers e data scientists”. o desafio para as seguradoras é “criar um bom equilíbrio entre essas pessoas novas” e as que já estão no setor.   “a indústria seguradora foi lenta a adaptar-se. mas há muitas oportunidades” peter manchester, responsável pela área de seguros da consultora ey, considera que “a indústria seguradora foi lenta a adaptar-se à mudança” e que “a disrupção vai continuar nos próximos dez anos”. mas apesar dessas alterações colocarem ameaças no futuro, “há muitas oportunidades”. o especialista da ey refere que o mercado para a indústria seguradora vai aumentar. mas, apesar das oportunidades, há questões essenciais a que as seguradoras devem responder. muito do futuro do setor vai depender da resposta a perguntas como se se deve continuar a otimizar o modelo de negócio ou se será necessário uma reinvenção e como se conseguirá investir para acompanhar a disrupção ao mesmo tempo que se tem de maximizar a rentabilidade.   perfil das administrações dos bancos tem de mudar as equipas de gestão dos bancos deverão ter características bem diferentes que as do passado, defendem os banqueiros que estiveram presentes na money conference. miguel maya, administrador do bcp, defende que “as administrações dos bancos terão muito pouco a ver com o que eram no passado”. o responsável do banco salienta o papel mais interventivo que os administradores não-executivos. têm funções “extremamente exigentes para ajudar a perceber melhor o que são os modelos de negócio no futuro”, diz miguel maya. também josé joão guilherme, administrador da caixa geral de depósitos, salienta a importância dos administradores não executivos. considera que no passado tiveram um “papel que era folclórico”. mas defende que agora têm grande influência. “os executivos são em permanência desafiados e diferentes da unanimidade que se conhecia na banca, em que um ou dois administradores tinham grande influência”, detalha. apesar dessas mudanças que têm existido, luís pereira coutinho, presidente do banco ctt, defende que as “administrações não estão adequadas ao futuro”. o caminho, aponta, é estar “mais perto dos clientes”. também antónio ramalho, presidente do novo banco, salienta que é preciso um “equilíbrio nos modelos de governação” com elementos que “não pertencem à redoma da banca”. além disso, o líder do novo banco aponta outros fatores que “ainda não estão bem presentes” nas administrações das instituições financeiras, como a limitação de mandatos.   miguel maya diz que ainda faltam dois fatores para ser ceo do bcp miguel maya, que foi o escolhido pelos maiores acionistas do bcp para suceder a nuno amado na liderança do banco, diz que “não é verdade ainda que vou chegar a ceo do bcp”. o administrador do banco refere que faltam dois fatores para se poder afirmar que será o futuro presidente executivo do banco.”falta uma assembleia-geral e carece de autorização dos reguladores”, disse.   o que os banqueiros pensam sobre as criptomoedas o governador do banco de portugal, carlos costa, defendeu que as criptomoedas não são dinheiro. e o que pensam os presidentes dos bancos sobre as moedas digitais? miguel maya, administrador do bcp, disse que “não podemos recomendar uma coisa que nós próprios não compreendemos”. já antónio ramalho considera que as “criptomoedas têm dois defeitos”. o presidente do novo banco diz que as moedas digitais “não têm reserva de valor” e têm “excesso de fragmentação”. explica que os sistemas de pagamentos só são bem-sucedidos quando conseguem operar em cooperação e não competir uns com os outros. já luís pereira coutinho, presidente do banco ctt, defende que “há futuro para o blockchain mas as criptomoedas não conhecemos suficientemente”.   miguel maya: “entrar para a banca voltou a ser, nesta fase, um enorme desafio” miguel maya, administrador do bcp, defende que “ao contrário do que se pensa, o foco não é na tecnologia mas sim em atrair para a banca o talento que pega numa tecnologia que está acessível a toda a gente e utilizá-la” para trazer valor para o cliente. o administrador, que irá suceder a nuno amado na liderança do banco, considera que a implementação da digitalização na banca é “um desafio fascinante”. e considera que “entrar para a banca nesta fase voltou a ser um enorme desafio”. na implementação da estratégia do digital, miguel maya considera que o “risco é conseguir ter agilidade e ser-se rápidos para cada vez que percebermos as mudanças no comportamento dos clientes”. sobre a nova fase na banca, com a entrada das fintech, miguel maya diz que “vamos competir com o mundo”.   administrador da cgd: “a caixa não tem as comissões mais altas do mercado” a caixa geral de depósitos não tem as comissões bancárias mais altas do mercado, tendo uma oferta de serviços para os clientes que abrange contas com custos baixos e isenções, disse josé joão guilherme, administrador executivo do banco público. “a caixa não tem as comissões mais altas do mercado, longe disso”, afirmou o gestor na money conference, que decorre esta sexta-feira. lembrou que o banco tem contas de serviços para clientes, que agregam diversos serviços, e uma oferta económica, que inclui contas destinadas a jovens, por exemplo. filipa bernardo/ global imagens   pereira coutinho: “há incertezas sobre o comportamento dos consumidores” o presidente executivo do banco ctt, luís pereira coutinho, diz que a única certeza sobre o impacto da digitalização na banca é que “é preciso investir e ter estratégia clara”. o responsável da instituição financeira diz que há poucas certezas sobre “o comportamento dos consumidores”.   horta osório: portugueses vão pagar parte da factura do novo banco os portugueses vão ter de pagar parte dos custos com o novo banco, dado que a estatal caixa geral de depósitos participa no fundo de resolução, disse antónio horta osório, presidente executivo do lloyds. adiantou, à margem da money conference, que desde o início que constatou essa evidência. “parte da conta do novo banco vai ser paga pelos portugueses”, afirmou. o novo banco foi vendido, em outubro de 2017, à norte-americana lone star, que ficou com 75% do banco, enquanto o fundo de resolução ficou com uma posição de 25% da instituição. o novo banco registou em 2017 um prejuízo recorde de 1.395 milhões de euros tendo o fundo de resolução sido chamado a injetar 792 milhões de euros no banco.   antónio ramalho: “devemos aproveitar oportunidade no mercado para acelerar redução de npl” antónio ramalho, presidente executivo do novo banco, observa que o setor está a cumprir com as metas na redução do malparado. houve “cumprimento com as primeiras metas, que eram jugadas pelo bce como difíceis de atingir”. salientou que a redução do crédito não produtivo (npl) foi mais elevada que noutros países. o líder do novo banco sinaliza ainda que “devemos aproveitar oportunidade no mercado para acelerar a redução de npl”. e referiu que os bancos portugueses são penalizados em termos de exigências regulatórias. “quando olhamos para o capital exigível está 15% empolado, já que 0 nosso risco de avaliação de capital está fortemente afetado pelo nosso histórico.”   miguel maya: “há ainda desconfiança sobre o caminho que vai ser traçado pelo país” miguel maya, administrador do bcp que irá assumir a liderança executiva do banco, considera que “há ainda desconfiança relativamente ao caminho que vai ser traçado pelo país” e que isso acaba por ter impacto na perceção dos investidores sobre os bancos com maior quota de mercado. o banqueiro remeteu para a apresentação de horta osório, que enunciou os cuidados que o país deveria ter. o administrador do bcp disse que “as gestões dos bancos falaram com acionistas e desenharam aquilo que seria o futuro para conseguirem levantar capital”. e depois de o governador do banco de portugal, carlos costa, ter alertado que os bancos teriam de estar preparados para eventuais maiores exigências regulatórias, miguel maya diz que “não podemos estar sempre a alterar” os planos delineados com os acionistas. isto caso existam alterações das regras com base numa “agenda europeia de consolidação”. uma das alternativas apontadas por carlos costa seria reduzir de forma mais rápida o crédito malparado, algo que teria custos e pressionaria o capital, mas ajudaria a melhorar a confiança dos investidores. no entanto, miguel maya, considera que “vender tudo a desconto não cria rendibilidade”. ceo banco ctt: “os bancos sabem o que estão a fazer” na concessão de crédito os bancos portugueses não estão a correr riscos significativos na concessão de crédito e não se regista em portugal o nível de recurso ao endividamento bancário como houve no passado, disse luís pereira coutinho, presidente executivo do banco ctt. adiantou que, hoje em dia, depois da crise e perante a nova regulação, “os bancos sabem o que estão a fazer” quando concedem crédito. “não me parece que haja riscos significativos de excesso de endividamento como no passado”, adiantou na money conference, que decorre esta sexta-feira. “não me parece que venha a ser a principal preocupação para o futuro”, afirmou. frisou que, no passado, os bancos portugueses “nunca cometeram erros demasiado graves” na concessão de crédito a particulares e grandes empresas industriais. admite que houve problemas “no segmento de grandes empresas, grandes transações”, com um “desfecho com consequências muito graves para os bancos. ceo banco ctt: “os bancos sabem o que estão a fazer” na concessão de crédito os bancos portugueses não estão a correr riscos significativos na concessão de crédito e não se regista em portugal o nível de recurso ao endividamento bancário como houve no passado, disse luís pereira coutinho, presidente executivo do banco ctt. adiantou que, hoje em dia, depois da crise e perante a nova regulação, “os bancos sabem o que estão a fazer” quando concedem crédito. “não me parece que haja riscos significativos de excesso de endividamento como no passado”, adiantou na money conference, que decorre esta sexta-feira. “não me parece que venha a ser a principal preocupação para o futuro”, afirmou. frisou que, no passado, os bancos portugueses “nunca cometeram erros demasiado graves” na concessão de crédito a particulares e grandes empresas industriais. admite que houve problemas “no segmento de grandes empresas, grandes transações”, com um “desfecho com consequências muito graves para os bancos.   cgd está numa “trajetória de convergência com a média europeia” no malparado o administrador da caixa geral de depósitos, josé joão guilherme, considera que a o banco público poderá baixar o nível de malparado para valores semelhantes aos da média europeia em 2020. “há um plano estratégico subjacente ao aumento de capital e uma trajetória de convergência com a média europeia. em 2020 chegaremos lá”.   carlos costa: “os bancos têm que se reinventar porque tudo vai mudar” os bancos vão ter de se reinventar porque tudo vai mudar no setor, com o advento da digitalização dos serviços financeiros e a entrada em jogo de concorrentes da área mais tecnológica, pequenos e grandes, disse carlos costa, governador do banco de portugal. “o primeiro grande teste vai ocorrer na área de serviços de pagamento”, disse o governador na money conference esta sexta-feira. lembrou que a nova diretiva europeia de serviços de pagamentos (psd2) vai trazer para o mercado “novos concorrentes e novos modelos de pagamentos de serviços”. lembrou que os serviços de pagamentos constituem “a principal receita” dos bancos. indicou que o novo paradigma “vai limitar o crescimento global das comissões no futuro e vai implicar a sua partilha com novos prestadores de serviço”. apontou que além da concorrência de fintechs, os bancos vão enfrentar as bigtechs, como o facebook, amazon e google. “as bigtechs, não sendo do setor bancário” têm “extensas bases de dados e capacidade analítica”, o que lhes permite ajustar propostas ao perfil de cada cliente e assegurar a colocação na sua rede digital. carlos costa: “os bancos têm que se reinventar porque tudo vai mudar” os bancos vão ter de se reinventar porque tudo vai mudar no setor, com o advento da digitalização dos serviços financeiros e a entrada em jogo de concorrentes da área mais tecnológica, pequenos e grandes, disse carlos costa, governador do banco de portugal. “o primeiro grande teste vai ocorrer na área de serviços de pagamento”, disse o governador na money conference esta sexta-feira. lembrou que a nova diretiva europeia de serviços de pagamentos (psd2) vai trazer para o mercado “novos concorrentes e novos modelos de pagamentos de serviços”. lembrou que os serviços de pagamentos constituem “a principal receita” dos bancos. indicou que o novo paradigma “vai limitar o crescimento global das comissões no futuro e vai implicar a sua partilha com novos prestadores de serviço”. apontou que além da concorrência de fintechs, os bancos vão enfrentar as bigtechs, como o facebook, amazon e google. “as bigtechs, não sendo do setor bancário” têm “extensas bases de dados e capacidade analítica”, o que lhes permite ajustar propostas ao perfil de cada cliente e assegurar a colocação na sua rede digital.   o dilema dos bancos e dos seus acionistas, segundo o supervisor carlos costa adverte que os bancos e os seus acionistas enfrentam um dilema e que “compete à gestão dos bancos em diálogos com os seus acionistas tomar decisões estratégicas” para o resolver. o governador do banco de portugal salienta que ou os bancos reduzem de forma mais rápida os ativos não produtivos, de forma a beneficiar de uma menor desconfiança dos investidores, ou adotam planos graduais. a primeira opção obrigaria a assumir “custos no presente”, o que pode colocar pressões no capital. mas teria como vantagem conquistar a confiança dos consumidores, melhorar a rentabilidade e aumentar o valor de mercado. a alternativa seria um “modelo de redução gradual”, diz carlos costa. o governador sublinha que “neste caso enfrentarão menos pressão sobre o capital, mas também uma maior desconfiança e menor taxa de rentabilidade e valorização no mercado”. o supervisor pediu aos bancos que fossem “proativos” para escapar a um efeito que chama de “tenaz” e que pode trazer problemas para o setor, o de ter ativos não produtivos acima da média europeia e rendibilidade abaixo dos pares. esse “efeito tenaz não pode acontecer e só não acontecerá se houver proatividade da parte dos bancos”.   carlos costa: se há falhas de regulação é uma questão legislativa e política um supervisor não é um regulador e quando se apontam falhas na regulação é uma questão “de produção legislativa e sede política”, disse carlos costa, governador do banco de portugal na money conference, que se realiza esta sexta-feira em lisboa. “os supervisores não são reguladores”, disse o governador, salientando que muitas vezes há confusão nesta matéria. “um supervisor é um agente que verifica a aplicação correta dos normativos que foram definidos”, afirmou.   carlos costa: “dinheiro não vai tornar-se um produto concorrencial entre emissores” o governador do banco de portugal não exclui que além do suporte papel, o dinheiro venha a ter um suporte digital, desde que seja assegurado pelo banco central e cumprindo “todas as condições de dinheiro”. carlos costa defende que as criptomoedas não cumprem com os critérios para serem dinheiro. e rejeita que no futuro o dinheiro desapareça ou se torne “um produto concorrencial entre vários emissores”.   carlos costa: moedas virtuais não podem ser consideradas dinheiro o governador do banco de portugal, carlos costa, defendeu que “as moedas virtuais não têm curso legal e, por consequência, não podem ser consideradas como dinheiro nem como moedas”. o supervisor considera que “as criptomoedas são ativos e não são moedas” e que o seu valor “pode oscilar em função da crença que os participantes no mercado tenham no seu valor futuro”. carlos costa: moedas virtuais não podem ser consideradas dinheiro o governador do banco de portugal, carlos costa, defendeu que “as moedas virtuais não têm curso legal e, por consequência, não podem ser consideradas como dinheiro nem como moedas”. o supervisor considera que “as criptomoedas são ativos e não são moedas” e que o seu valor “pode oscilar em função da crença que os participantes no mercado tenham no seu valor futuro”.   propõe que deve haver uma estratégia para “voltar a atrair os portugueses que saíram devido à crise”, deve manter-se a política de atrair imigração – não portugueses – com uma revisão do regime atual. e sugere medidas “estruturais e estratégicas” de apoio à natalidade, com benefícios fiscais e com apoios a mães e pais, para que possam ficar em casa com os filhos e manter os seus empregos. propõe que deve haver uma estratégia para “voltar a atrair os portugueses que saíram devido à crise”, deve manter-se a política de atrair imigração – não portugueses – com uma revisão do regime atual. e sugere medidas “estruturais e estratégicas” de apoio à natalidade, com benefícios fiscais e com apoios a mães e pais, para que possam ficar em casa com os filhos e manter os seus empregos.   horta osório identifica três factores com os quais portugal tem de “ter cuidado” para antónio horta osório, existem três fatores principais com os quais portugal tem de “ter cuidado”: o setor bancário, o nível elevado da dívida total do país e a demografia. no setor bancário, “houve progresso significativo em termos de desalavancagem” mas ainda há trabalho a fazer, disse o presidente executivo do lloyds. o segundo cuidado a ter é a “complacência” em relação à questão da dívida do país, dado que é expectável uma subida futura das taxas de juro. “aconselharia a não ser complacentes”, afirmou horta osório na money conference, que decorre esta sexta-feira em lisboa. “temos um período importante para reduzirmos o peso da dívida pública mas também da dívida das empresas e das famílias porque estamos muito sujeitos e fragilizados se houver uma subida das taxas de juro”, afirmou. a terceira questão que portugal tem de ter em atenção é um tema de que “quase não se fala nada”: a demografia. “vamos ter uma descida de 15% da população”, avisou, alertando para as implicações que essa tendência trará. disse que nos próximos 30 anos o rácio de dependentes em portugal “vai subir brutalmente e vai atingir mais do que um dependente para cada trabalhador”. “é uma situação dramática a prazo” que requer “medidas estratégicas do governo e dos partidos”. propõe que deve haver uma estratégia para “voltar a atrair os portugueses que saíram devido à crise”, deve manter-se a política de atrair imigração – não portugueses – com uma revisão do regime atual. e sugere medidas “estruturais e estratégicas” de apoio à natalidade, com benefícios fiscais e com apoios a mães e pais, para que possam ficar em casa com os filhos e manter os seus empregos.   horta osório: “não podemos estar satisfeitos com crescimento de 2% ao ano” apesar de salientar que portugal “progrediu bastante bem desde a grande crise” e que está “na boa direção”, antónio horta osório considera que existe “complacência” e que é necessário ter-se mais “ambição”. “não podemos estar satisfeitos com crescimento de 2% ao ano. é pouco”, considera. explica que as previsões apontam que de 2018 a 2020 “iremos crescer à volta de 2%, abaixo de espanha. irlanda vai crescer ao dobro”. horta osório adverte que “sem crescimento não pode haver repartição que aumente qualidade de vida dos portugueses”.   horta osório: “portugal teve uma melhor recuperação que outros países da periferia” o presidente do lloyds, antónio horta osório, considerou que a economia portuguesa teve uma melhor recuperação que a dos outros países da periferia. “portugal teve o melhor desempenho económico dos países da periferia nos últimos dez anos”, disse. o banqueiro observou que portugal tem atualmente um pib per capital acima do verificado há dez anos, uma situação bem diferente da grécia. “cada grego em média produz ou ganha menos 25% que há dez anos”. além da recuperação do pib per capita, horta osório salienta a descida da taxa de desemprego, indicador em que defende que a recuperação portuguesa é ainda mais notória. “portugal está abaixo da situação de frança. e está mais perto dos eua do que dos outros países da periferia”, observou. ainda assim, o presidente do lloyds sublinha dois grandes “mas” na trajetória de descida da taxa de desemprego. “o desemprego jovem continua acima de 20%”, disse. considera que esses valores são “dramáticos”. o segundo “mas” está relacionado com a menor população ativa. “o rácio de desemprego desce porque tivemos uma forte emigração”, referiu horta osório. o banqueiro salientou ainda a ajuda que o turismo deu à economia portuguesa. “portugal teve défices de conta corrente de mais de 10% do pib. as medidas necessárias, mas muito duras, permitiram corrigir” esse desequilíbrio, referiu horta osório. o banqueiro salienta que o turismo permitiu metade desta recuperação e que há cinco anos que o país tem as contas externas equilibradas.   horta osório: antónio costa soube manter a direção da trajetória da economia antónio horta osório, presidente executivo do lloyds, elogiou a atuação do governo liderado por pedro passos coelho, que “soube tomar as medidas que se impunham”, e destacou que a atuação do governo de antónio costa, por ter sabido manter “a direção da trajetória da economia nacional”. para o futuro, avisou que portugal tem de ter cuidado para “não entrar em contraciclo, dada a enorme dependência da economia mundial”   proença de carvalho: novo modelo de supervisão é um dos desafios da banca o novo modelo de supervisão financeira em portugal é um dos principais desafios que a banca portuguesa enfrenta, disse daniel proença de carvalho, presidente do global media group. acrescentou, na abertura da money conference, que as fortes exigências regulatórias europeias e as novas formas digitais de fazer negócio são outros dois desafios para os bancos em portugal. “o mundo digital ainda é um terreno pouco conhecido, cheio de oportunidades”, adiantou.   proença de carvalho: confiança na banca não deve ser objecto de combate político a confiança é um dos principais desafios da banca portuguesa e o tema não deve ser “objeto de combate político e demagógico como alguns setores pretendem”, disse daniel proença de carvalho, presidente do global media group. lembrou que a “banca em portugal perdeu mais de 17 mil milhões de euros desde a entrada da troika em 2011”. “mudança e confiança são duas palavras-chaves para o sistema financeiro”, afirmou na money conference que decorre em lisboa esta sexta-feira. proença de carvalho: confiança na banca não deve ser objecto de combate político a confiança é um dos principais desafios da banca portuguesa e o tema não deve ser “objeto de combate político e demagógico como alguns setores pretendem”, disse daniel proença de carvalho, presidente do global media group. lembrou que a “banca em portugal perdeu mais de 17 mil milhões de euros desde a entrada da troika em 2011”. “mudança e confiança são duas palavras-chaves para o sistema financeiro”, afirmou na money conference que decorre em lisboa esta sexta-feira.    
18/05/2018

Construindo a agenda de sustentabilidade na América Latina reúne lideranças do mercado

 no dia 15 de maio aconteceu, no auditório da cnseg, no rio de janeiro, o evento organizado pela susep “construindo a agenda de sustentabilidade na américa latina”. o evento é resultado da parceria entre a cnseg e a iniciativa dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi), da organização das nações unidas (onu), e com apoio da susep o encontro reuniu especialistas e as principais lideranças, entre eles estavam marcio coriolano – presidente da cnseg, joaquim mendanha – superintendente da susep e buctch bacani – líder do programa psi da un environment que assinaram diante dos participantes a declaração do rio sobre transparência em riscos climáticos pela indústria de seguros brasileira. a susep, organizadora do evento teve presença marcante, além do superintendente, estiveram presentes carlos alberto de paula, diretor de supervisão de conduta, gustavo caldas, analista técnico da coordenação de relações internacionais e natali haanwinckel, assessora da diretoria técnica, que participou do painel 1, dentre outros servidores que prestigiaram o evento. cerca de 100 pessoas representando países do mundo inteiro participaram do evento demonstrando interesse na agenda e nas iniciativas que trabalham os princípios de sustentabilidade em seguros. especialistas e as principais lideranças do setor destacaram a importância do evento para o mercado de seguros. “os princípios para a sustentabilidade em seguros foram lançados durante a conferência das nações unidas sobre o desenvolvimento sustentável, em 2012, no rio de janeiro e agora, em 2018, acontece o primeiro evento regional dos psi para américa latina”, lembrou márcio coriolano, presidente da cnseg. presente na ocasião, butch bacani, líder do programa dos princípios para sustentabilidade em seguros da un environment, apresentou as ações que já existem em vários outros países. entre os temas abordados, os participantes discutiram como o psi está ajudando a construir a agenda global de seguro sustentável; a integração dos riscos ambientais, sociais e de governança na subscrição de seguros gerais, entre outros assuntos. fonte: cqcs/sueli santos
18/05/2018

Instabilidade faz dólar bater R$ 3,77 e interrompe negociações de títulos públicos

 em dia de forte instabilidade no mercado financeiro, o dólar bateu r$ 3,77 e a bolsa chegou a cair quase 2% nesta sexta-feira (18), acompanhando o cenário externo. às 12h35min, o dólar comercial subia 1,40%, para r$ 3,752. é o sexto dia de alta da moeda americana. o dólar à vista, no mesmo horário, tinha alta de 1,40%, para r$ 3,752. no mundo, o dólar ganhava força ante 26 das 31 principais divisas globais às 12h36min. a bolsa brasileira recuava 1,56%, para 82.318 pontos, no horário. as turbulências observadas no dólar e na bolsa também afetaram os títulos públicos. o tesouro informou que, devido à forte volatilidade nas taxas de juros dos títulos públicos nesta manhã, o tesouro direto foi suspenso às 9h50min. a expectativa é de normalização por volta de 15h30min - antes, a projeção era de que as negociações fossem retomadas meio-dia. por trás das turbulências está a recuperação da economia americana, que gera expectativa de um aumento da inflação que possa levar o banco central dos estados unidos a acelerar o processo de alta de juros no país. "o mercado todo imaginava movimento de correção mais lento e gradual", diz paulo saba, diretor de tesouraria do banco daycoval. para ele, parte da culpa das instabilidades é do próprio mercado. "na hora que alguém grande começa a deslocar recursos olhando para taxas americanas e deslocando de emergentes para o dólar, tem um efeito manada." os rendimentos dos títulos americanos com vencimento em dez anos, que encostaram em 3,12% nesta quinta-feira, recuaram para 3,077% nesta sexta. uma semana atrás, estavam em 2,97%. nos estados unidos, os indicadores americanos operam sem uma direção definida. o índice dow jones sobe 0,06%, o s&p 500 recua 0,1% e o índice da bolsa nasdaq perde 0,12%. para alvaro bandeira, economista-chefe da modalmais, a percepção de risco maior para emergentes se mantém. "além disso, [pesam] declarações sempre polêmicas de donald trump sobre dificuldades nas negociações comerciais com a união europeia e também certo desdém com o próximo encontro com a coreia do norte", afirmou, em relatório. o cds (credit default swap, espécie de seguro contra calote) também espelha o aumento da percepção de risco-país. o indicador avança 4,30%, a 202,6 pontos, no maior nível desde setembro do ano passado. no mercado de juros futuros, os contratos mais negociados sobem. o di com vencimento em julho de 2018 avança de 6,407% para 6,425%. o di para janeiro de 2019 subia de 6,600% para 6,735%.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628148-instabilidade-faz-dolar-bater-r-3-77-e-interrompe-negociacoes-de-titulos-publicos.html)
18/05/2018

Bolsa não caiu, mas 'variou', diz Temer sobre mau humor do mercado

 presidente classificou movimento de queda como 'mais do que natural' presidente classificou movimento de queda como 'mais do que natural' evaristo sa/afp/jc um dia após o índice bovespa recuar 3,37%, o presidente michel temer minimizou os efeitos da queda no indicador. em discurso na capital paulista, o emedebista afirmou que a bolsa não caiu, mas "variou", porque não voltou ao patamar de dois anos atrás, antes de ele assumir o governo. o presidente classificou a queda no índice como "mais do que natural". ao citar os dados do ibovespa, temer disse que é preciso "confiar" no que está acontecendo no brasil. dizer que a bolsa "caiu", afirmou', é uma "ideia pessimista". ao citar o patamar do ibovespa, o presidente se confundiu e disse que o indicador caiu para "83%", quando na verdade o índice fechou na quinta-feira (17) aos 83.621,94 pontos. ele lembrou que o indicador já esteve bem abaixo (48 mil pontos) antes de assumir o governo. "quando há uma variação na bolsa, que é mais do que natural, porque essas coisas são assim. a bolsa não caiu, ela variou, que é diferente de cair", comentou o presidente. "cair seria voltar aos padrões de dois anos, dois anos e pouco atrás." o presidente destacou que é preciso transmitir uma mensagem de "otimismo". citando o ex-ministro da fazenda henrique meirelles, que também estava no evento, temer disse que os dois tiveram "coragem" ao propor o teto dos gastos públicos e outras medidas econômicas na gestão. mais uma vez, o presidente procurou dar um tom de otimismo com o brasil em seu discurso. "com otimismo, com certeza de que o brasil saiu da recessão e vai caminhar, é que eu digo 'vamos em frente'", declarou ao encerrar seu discurso. o presidente também destacou as propostas de privatizações e afirmou que a iniciativa privada tem mais condições de aplicar inovações tecnológicas no país. para ele, sem integração entre o governo e as empresas privadas, "o brasil não prospera". temer repetiu ainda que as ações do governo foram realizadas "graças ao diálogo" com o congresso e com a sociedade.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628186-bolsa-nao-caiu-mas-variou--diz-temer-sobre-mau-humor-do-mercado.html)  
18/05/2018

Dólar chega a R$ 3,74 e Bovespa cai 2,29% no início da tarde

 em sexto dia consecutivo de alta, moeda americana chegou a bater em r$ 3,77 durante a manhã. em sexto dia consecutivo de alta, moeda americana chegou a bater em r$ 3,77 durante a manhã caliel costa/visualhunt/divulgação/jc folhapress em dia de forte instabilidade no mercado financeiro, o dólar comercial subia 1,1%, para r$ 3,741, às 14h54 desta sexta-feira (18). é o sexto dia de alta da moeda americana, que, pela manhã, chegou a bater em r$ 3,77, acompanhando o cenário externo. no início da tarde, o dólar à vista tinha alta de 1,20%, a r$ 3,745. no mundo, a moeda ganhava força ante 25 das 31 principais divisas globais às 14h55. ao mesmo tempo, a bolsa brasileira recuava 2,29%, para 81.709 pontos. as turbulências observadas no dólar e na bolsa também afetaram os títulos públicos. devido à forte volatilidade nas taxas de juros dos títulos públicos nesta manhã, o tesouro direto foi suspenso às 9h50. a expectativa é de normalização por volta de 15h30 -antes, a projeção era de que as negociações fossem retomadas meio-dia. por trás das turbulências está a recuperação da economia americana, que gera expectativa de um aumento da inflação que possa levar o banco central dos estados unidos a acelerar o processo de alta de juros no país. "o mercado todo imaginava movimento de correção mais lento e gradual", diz paulo saba, diretor de tesouraria do banco daycoval. para ele, parte da culpa das instabilidades é do próprio mercado. "na hora que alguém grande começa a deslocar recursos olhando para taxas americanas e deslocando de emergentes para o dólar, tem um efeito manada." os rendimentos dos títulos americanos com vencimento em dez anos, que encostaram em 3,12% nesta quinta-feira (17), recuaram para 3,077% nesta sexta. uma semana atrás, estavam em 2,97%. nos estados unidos, os indicadores americanos operam sem uma direção definida. às 14h55, o índice dow jones subia 0,01%, o s&p 500 recuava 0,23% e o índice da bolsa nasdaq perdia 0,28%. para alvaro bandeira, economista-chefe da modalmais, a percepção de risco maior para emergentes se mantém. "além disso, (pesam) declarações sempre polêmicas de donald trump sobre dificuldades nas negociações comerciais com a união europeia e também certo desdém com o próximo encontro com a coreia do norte", afirmou, em relatório. adeodato netto, estrategista-chefe da eleven financial, vê r$ 3,70 como o limite de valorização para a moeda americana. "acima disso, é uma valorização circunstancial. estruturalmente, r$ 3,70 deveria ser o teto. mas enquanto não acalmarmos os ânimos, vai continuar essa volatilidade", afirma. o cds (credit default swap, espécie de seguro contra calote) também espelha o aumento da percepção de risco-país. o indicador avança 3,85%, a 201,7 pontos, no maior nível desde setembro do ano passado. no mercado de juros futuros, os contratos mais negociados sobem. o di com vencimento em julho de 2018 avança de 6,407% para 6,425%. o di para janeiro de 2019 subia de 6,600% para 6,675%.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628180-dolar-chega-a-r-3-74-e-bovespa-cai-2-29-no-inicio-da-tarde.html)
18/05/2018

Bolsas da Europa recuam, com foco na política da Itália e no comércio global

 as bolsas europeias fecharam em baixa nesta sexta-feira (18), mas sem sinal único ao longo da semana. hoje, influiu a cautela com os desdobramentos políticos na itália e também com as negociações entre estados unidos e china na arena comercial. o índice stoxx 600 fechou em queda de 0,28%, em 394,67 pontos. a bolsa de milão teve o pior desempenho, com o índice ftse-mib em baixa de 1,48%, a 23.449,65 pontos, recuando 2,94% na comparação semanal. mais cedo, foi divulgada a notícia de que o movimento 5 estrelas e a liga fecharam um programa conjunto para governar. os partidos prometem reduzir a dívida pública italiana com medidas que impulsionem o consumo e, consequentemente, o crescimento econômico. investidores, porém, temem que o resultado seja mais relaxamento nos gastos governamentais e uma piora das contas públicas, em uma administração possivelmente mais distante do restante da zona do euro. entre as ações mais negociadas na itália, banca carige ficou estável, mas intesa sanpaolo e telecom italia caíram 2,45% e 3,41%, respectivamente. no caso da companhia do setor de telecomunicações, influiu um corte na recomendação do papel. banco bpm recuou 6,36%, enquanto monte dei paschi teve baixa de 3,52%, após este despencar quase 9% na sessão anterior, em meio a relatos de que o próximo governo pretende manter o banco sob controle estatal. as negociações entre os eua e a china também seguiram no radar. nesse caso, um insucesso pode ter grandes proporções para o quadro global do comércio, com o risco de tarifas e retaliações. nesta semana, uma delegação chinesa está em washington para tratar do tema. na agenda de indicadores, a balança comercial da zona do euro teve superávit de 21,2 bilhões de euros em março, em leve alta. as exportações subiram 0,8% ante fevereiro, enquanto as importações cresceram 0,7%. na alemanha, a inflação ao produtor de abril ficou em 2%. na bolsa de londres, o índice ftse-100 fechou em queda de 0,12%, em 7.778,79 pontos, mas subiu 0,70% na comparação semanal. glencore teve baixa de 4,4%, diante da notícia de que pode ser alvo de uma investigação britânica centrada em negócios da mineradora no congo. anglo american caiu 1,23%, mas antofagasta avançou 0,18%. astrazeneca, por sua vez, caiu 2%, após registrar queda em seu lucro no primeiro trimestre. em frankfurt, o índice dax teve baixa de 0,28%, a 13.077,72 pontos, embora na semana tenha avançado 0,59%. no setor de energia, e.on subiu 0,63%, mas entre os bancos deutsche bank e commerzbank perderam 1,94% e 1,77%, respectivamente. steinhoff teve ganho de 7,72%, enquanto deutsche telekom recuou 4,92%. na bolsa de paris, o cac-40 caiu 0,13%, a 5.614,51 pontos, e na semana avançou 1,31%. a petroleira total recuou 0,04% e o société générale teve baixa de 0,50%, mas a montadora peugeot subiu 0,19%. vallourec foi o papel mais negociado, em baixa de 2,43%. em madri, o ibex-35 teve queda de 1,02%, a 10.112,40 pontos, perdendo 1,55% na semana. entre os bancos espanhóis, santander caiu 2,73% hoje e banco de sabadell recuou 3,39%, enquanto bbva perdeu 1,89%. já endesa e iberdrola subiram 0,25% e 0,61%, respectivamente. na bolsa de lisboa, o psi-20 fechou em queda de 0,66%, em 5.715,42 pontos. na comparação semanal, porém, a praça lisboeta avançou 1,81%. hoje, banco comercial português recuou 4,16%, enquanto galp subiu 0,30%. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também instabilidade faz dólar bater r$ 3,77 e interrompe negociações de títulos públicos ibovespa abre em firme queda e chega a perder nível dos 82 mil pontos juros disparam em sintonia com dólar forte e mercado desafiando bc dólar salta para r$ 3,730 com exterior e desconforto interno capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/05/economia/628166-bolsas-da-europa-recuam-com-foco-na-politica-da-italia-e-no-comercio-global.html)  
16/05/2018

Sete informações que você precisa saber sobre previdência privada

 no próximo dia 14, tem início a 5ª edição da semana nacional de educação financeira, promovida anualmente pelo comitê nacional de educação financeira (conef) e que tem como objetivo promover a estratégia nacional de educação financeira (enef). com participação ativa nesta iniciativa pela quarta vez, a brasilprev, maior empresa de previdência privada do país, lista sete informações que toda pessoa precisa saber antes de contratar um plano. 01- defina seus projetos futuros e planeje como irá atingi-los defina os seus projetos de vida e o prazo em que pretende realizar cada um deles. quando se tem clareza dos objetivos, datas e etapas, fica mais fácil buscar motivação e economizar para o futuro. se os projetos forem de médio ou longo prazos, a previdência privada se mostra uma ferramenta imbatível para poupar recursos, pois oferece benefícios tributários e ainda incentiva a disciplina por conta das contribuições mensais. 02 - pesquise sobre a instituição financeira que administrará seu dinheiro a escolha da instituição que ficará responsável por administrar seus recursos deve ser feita com bastante critério e cuidado. avalie o histórico e a reputação da empresa no mercado, busque seus índices de menções no procon e sites de reclamações. opte por uma organização sólida, lembrando que um plano de previdência privada pressupõe uma relação durante muitos anos. veja se a instituição escolhida se preocupa com controles e segue processos seguros. afinal, seus recursos financeiros devem estar em boas mãos para que você viabilize seus projetos. 03 - tenha em mente o tipo de declaração de imposto de renda que você faz o plano gerador de benefício livre (pgbl) é indicado para quem realiza a declaração completa, pois permite abater do imposto de renda (ir) os aportes ao plano até um limite máximo de 12% da renda bruta tributável. já a modalidade vida gerador de benefício livre (vgbl) é indicada para quem é isento da declaração ou utiliza o formato simplificado, pois esta não permite abater no ir os aportes realizados ao plano. esta modalidade também é indicada para quem já investe em um pgbl, mas quer investir mais de 12% de sua renda bruta em previdência privada. no vgbl, no caso de resgates ou pagamento de benefícios, o ir incidirá apenas sobre os rendimentos e não sobre os depósitos efetuados no plano. 04 - avalie a tabela de tributação mais vantajosa uma das escolhas que você fará ao adquirir um plano é a tabela do imposto de renda na qual os recursos serão tributados: progressiva ou regressiva. na tabela regressiva, a pessoa será tributada de acordo com o tempo decorrido de cada aporte até o momento do resgate, iniciando com uma alíquota de 35% e decrescendo a um patamar mínimo de 10% após 10 anos. a segunda é a tabela progressiva, na qual o investidor estará sujeito, em caso de resgate, a retenção de 15% de ir na fonte e compensação na declaração anual do ir com base na tabela em vigor. para decidir entre as duas, leve em consideração o seu perfil tributário e o seu planejamento de renda. 05 - conheça seu perfil e defina em qual tipo de fundo você quer investir no momento de escolha dos fundos de investimentos, o diferencial da previdência é contar com fundos que se adequam ao seu perfil, sejam totalmente de renda fixa ou com parcela em renda variável. com o cenário econômico de queda na taxa de juros, é mandatório que todos tenham maior atenção no poder da diversificação de recursos para obter ganhos diferenciados. a brasilprev oferece uma vasta prateleira de opções de fundos de renda fixa e multimercado, com conceitos diferenciados, como os fundos data-alvo. toda esta estrutura é suportada por consultoria, para que o cliente tenha uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil e necessidade. agora, lembre-se: previdência privada não se trata apenas de um fundo, mas, sim, de um produto de acúmulo de recursos com outras vantagens, como benefícios fiscais e tributários, a ausência de come-cotas nos fundos de investimentos, entre outras”, diz marcelo wagner, diretor financeiro da companhia (foto). 06 - avalie as taxas dos produtos antes de contratar um plano duas taxas podem incidir sobre um plano de previdência: a taxa de administração financeira – cobrada pela tarefa de administrar o dinheiro do fundo de investimento – e a taxa de carregamento – que serve para cobrir despesas de corretagem e administração. é importante fazer comparação entre instituições e verificar as melhores ofertas antes de contratar o produto. 07 - acompanhe seus rendimentos e a evolução do seu plano é sempre importante ter em mente que a previdência privada é voltada para o longo prazo, logo, a natureza de alocação desses fundos segue uma estratégia para ganhos em um espaço maior de tempo. por isso, acompanhe a rentabilidade de prazos sempre superior a um ano, sendo ainda mais eficaz verificar períodos de 36, 48, 60 ou 72 meses. além disso, você deve periodicamente acompanhar a evolução da sua reserva frente às suas necessidades e eventuais alterações no padrão de vida, decorrentes, por exemplo, de crescimento profissional, formação de família e filhos. nesses casos, você deve avaliar se suas contribuições ainda são suficientes para realizar seus projetos frente a uma nova realidade familiar, profissional ou mesmo a alteração do objetivo inicialmente previsto. fonte: segs por pepita martin ortega

Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama


19/10/2017

O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama é celebrado em 19 de outubro, mês que ficou conhecido como Outubro Rosa, através de uma campanha para conscientização das mulheres sobre a importância da realização do exame de mama, que possibilita um tratamento mais eficiente, pois facilita a descoberta da doença logo no estágio inicial. O rosa é utilizado no laço que simboliza o combate contra o câncer de mama.

O Grupo Aspecir participa dessa já consolidada Campanha de Combate ao Câncer de Mama e este ano, além da decoração e do lacinho rosa usado por suas colaboradoras, recebeu em sua sede o projeto «Dia da Beleza», parceria da Mary Kay e do IMAMA - Instituto da Mama do Rio Grande do Sul.

O «Dia da Beleza» foi realizado ontem, 18 de outubro, na sede do Grupo Aspecir. Trata-se de uma sessão onde as colaboradoras tiveram a oportunidade de receber orientações sobre o câncer de mama, cuidados com a pele e dicas de auto maquiagem, o que realça a imagem pessoal e profissional, levantando a autoestima. O projeto também oferece desconto nos produtos de beleza para aquelas que fizerem a mamografia, incentivando as mulheres a realizarem o exame preventivo.

Neste sentido, o IMAMA participa do projeto buscando a conscientização da sociedade gaúcha acerca da importância dos cuidados com a saúde da mama, enfatizando a necessidade da detecção precoce do câncer de mama para maiores chances de cura, além de qualidade e agilidade em todos os processos da rede de atenção à saúde da mama.

O Grupo Aspecir que trabalha com previdência e seguros, acredita que é sempre muito importante a prevenção. E é assim que a empresa pensa o futuro.





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