25/04/2018

Confiança do consumidor sobe em abril, mas segue em nível muito baixo, diz CNI

 o índice nacional de expectativa do consumidor (inec), medido pela confederação nacional da indústria (cni), subiu apenas 0,3% em abril em relação a março, ficando em 102,2 pontos. o aumento é fraco e ainda deixa o indicador abaixo da média histórica da pesquisa, que é de 107,9 pontos. os dados foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (25). para a cni, o resultado de abril demonstra que a confiança do brasileiro ainda é insuficiente para reativar o consumo. "há quase dois anos, o índice está oscilando em um patamar muito baixo. com isso, as pessoas têm pouca disposição para fazer compras, o que limita o crescimento do consumo e da economia como um todo", avalia o economista da cni marcelo azevedo. segundo o estudo, o inec está, desde junho de 2016, variando dentro da faixa de 100 e 105 pontos, com duas exceções, a última delas em setembro de 2017, quando o índice foi a 98,5 pontos. nos meses seguintes, até abril de 2018, o índice mostra três variações mensais positivas e quatro negativas - e acumula alta de apenas 3,8% no período. a leve recuperação registrada em abril, de acordo com a entidade, se deve a uma melhora nas expectativas do consumidor diante da inflação, do emprego e da renda pessoal nos próximos seis meses. "os índices de expectativa de inflação, desemprego e própria renda registram crescimento de mais de 2% na comparação com março. ou seja, revela que os consumidores esperam menor inflação e desemprego, e aumento de sua renda", cita o levantamento. apesar disso, o componente que avalia a expectativa quanto ao endividamento piorou, com queda de 3,4% em relação a edição anterior da pesquisa, indicando aumento das dívidas das famílias. o consumidor também vê uma piora na situação econômica, com recuos no índice de situação financeira e de compras de bens de uso doméstico de maior valor, como móveis e eletrodomésticos. os recuos nesses índices foram de -0,8% e -0,4%, respectivamente. a cni explica que o inec é um indicador que ajuda a antecipar variações na atividade econômica. "consumidores pouco confiantes tendem a diminuir as compras. com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia", reforça. o inec é elaborado em parceria com o ibope e esta edição do estudo ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 12 e 16 de abril.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623973-confianca-do-consumidor-sobe-em-abril-mas-segue-em-nivel-muito-baixo-diz-cni.html)
20/04/2018

Senado aprova Refis para optantes do Simples Nacional

 a lei complementar 162/2018, que institui o programa especial de regularização tributária das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo simples nacional (pert-sn), o chamado refis das mpes, foi promulgada no último dia 9. a adesão ao programa pode ser feita em até 90 dias após a promulgação da lei. o programa tinha sido vetado pelo presidente michel temer, no fim do ano passado, mas o congresso nacional derrubou o veto nesta semana, permitindo que as empresas optantes pelo simples nacional contem com um programa de parcelamento de dívidas. a lei abrange débitos vencidos até novembro de 2017 e exige pagamento de, no mínimo, 5% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas. o restante pode ser quitado em até 175 parcelas, com redução de juros, multas e encargos legais, de acordo com o número de parcelas. o valor mínimo das prestações será de r$ 300 reais, com exceção dos microempreendedores individuais (meis), que terão valor definido pelo comitê gestor do simples nacional. dentre os principais pontos se destacam a redução das multas (de 25% a 70%), dos juros (de 50% a 90%) e dos encargos (100%) conforme a modalidade escolhida para o parcelamento e principalmente a suspensão dos atos de exclusão do simples publicados pela receita federal. “assim, empresas que foram excluídas do benefício por débitos com a receita federal e/ou o inss através de atos de exclusão poderão reingressar no simples com a regularização do parcelamento. é necessário consultar seu contador com a máxima brevidade para que seja possível optar por este novo parcelamento e eventualmente rever a exclusão, se for o caso”, orienta a comissão de tributos do sincor-sp. confira a lei na íntegra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp162.htm?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=lei+com+refis+para+micro+e+pequenas+empresas+%e9+promulgada fonte: comunicação sincor-sp
20/04/2018

Segurança das empresas brasileiras é falha

 72% das companhias tem um plano de emergência preventivo. desse número, apenas 52% treina funcionários para situações adversas uma pesquisa recente realizada pela consultoria de gestão de operações em segurança icts security apresentou o panorama das empresas nas questões relacionadas à segurança corporativa. o levantamento conversou com 105 companhias brasileiras, sendo 79% de grande porte. embora grande parte delas tenha um sistema de segurança em funcionamento, não há um planejamento que o torne eficaz. em caso de fatores externos, cuja ocorrência foge ao controle das empresas, 72% das companhias ouvidas afirmam ter um plano de emergência preventivo, porém apenas 52% treinam seus colaboradores de acordo com as diretrizes do plano de emergência. “a grande maioria das empresas conta com uma área de segurança, mas isso fica voltado para contratos relacionados às questões de inserção de câmeras e portarias”, diz ellen pompeu, sócia-diretora da icts security. “com isso, elas não dão suporte em relação à estratégia geral de proteção, visam apenas questões básicas e não contam com uma consultoria que incorpore a estratégia para a gestão da segurança”, afirma. base estruturada, mas nem tanto o levantamento revelou que 92% das organizações possui uma área de segurança estruturada, e 84% define orçamentos anuais para a o setor, porém a falta de estratégia e de comunicação tornam pouco efetivos os resultados dos investimentos.  o estudo ainda mostra que os riscos não são tratados da maneira correta, as iniciativas que permeiam a segurança devem envolver a avaliação e os riscos de cada empresa, papel este que é desenvolvido por empresas especializadas em gestão de segurança, mas apenas 50% das operações ouvidas contam com esse suporte. mesmo neste cenário de proteção física mediana, o mercado de seguros ainda possui uma baixa penetração, principalmente quando se trata de pequenas e médias empresas. mais do seguro de acordo com dados da cnseg, o mercado de seguro empresarial teve uma estagnação em 2017. no comparativo com 2016, o crescimento foi de apenas 0,1%, com o arrecadamento ficando em r$ 2,1 milhões. para o diretor de property, riscos de engenharia e energy da tokio marine, sidney cezarino, “existem fatores que podem impactar na venda do seguro. além da falta de conhecimento dos empresários a respeito da importância da proteção de seu patrimônio, o cenário econômico pode influenciar a redução de investimentos e até corte de custos, o que termina afetando a decisão de compra do produto”. de acordo com o empresômetro, existem mais de 20 milhões de empresas ativas no brasil. com isso, as coberturas para este tipo de produto devem ser abrangentes. “a empresa precisa se preocupar com três tipos de proteção: bens materiais – ao se proteger contra acontecimentos como incêndio, alagamento, danos elétricos, roubo e furto, afetando tanto a estrutura física da empresa como também a integridade das mercadorias; responsabilidade civil – referente à danos causados acidental e involuntariamente a terceiros; e a proteção da equipe – incluindo seguro de vida, de acidentes pessoais e de saúde”, aponta a executiva da icts security. de acordo com michele alves, gerente de vendas e marketing da bidu corretora, no brasil a maioria das pme, que representam uma grande fatia do empresariado brasileiro, não têm qualquer tipo de seguro empresarial porque não conhecem os produtos disponíveis e a proteção que eles podem oferece. “o desafio é disseminar conhecimento sobre esse tipo de seguro e as diferentes opções disponíveis no mercado, orientando o cliente sobre a melhor opção para o seu caso, levando em conta as necessidades e possibilidades de sua empresa”, declara. o estudo sinaliza que as tendências em segurança corporativa para curto prazo são segurança da informação, integração dos sistemas e vídeo análise, além de assuntos regulatórios. já para médio e longo prazos foram apontados a terceirização da segurança, a internalização de ações de equipes terceirizadas e a substituição de pessoas por tecnologia. fonte: revista apólice
20/04/2018

Construindo a Agenda de Sustentabilidade em Seguros na América Latina

 a cnseg e a iniciativa dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi) da organização das nações unidas (onu), com o apoio da susep, realizam em 15 de maio, das 8h30 às 17 horas, no rio de janeiro, o evento internacional “construindo a agenda de sustentabilidade em seguros na américa latina”. o evento, que será realizado no auditório do 16º andar do edifício das seguradoras, na rua senador dantas, 74, promoverá o debate entre empresas e reguladores de seguros de diferentes partes do mundo sobre os seguintes temas: como o psi está ajudando a construir a agenda global de seguro sustentável a integração dos riscos ambientais, sociais e de governança na subscrição de seguros gerais os principais desafios e oportunidades de sustentabilidade no contexto de seguros de pessoas e saúde suplementar a importância das questões de sustentabilidade para a regulamentação e supervisão de seguros as recomendações da força-tarefa do financial stability board (fsb) sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima (tcfd) para o setor de seguros estratégias de investimento sustentáveis, inovações e tendências no setor de seguros as inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. garanta sua vaga inscrevendo-se aqui  http://pvista.proevento.com.br/cnseg/shop/?cod_evento=116 fonte: cnseg
20/04/2018

Conscientização do brasileiro sobre seguros e previdência

  especialista reforça importância da informação para promoção da educação financeira é consenso que vivemos uma revolução no modo como as pessoas planejam o futuro e despertam para a educação financeira como item fundamental para uma vida mais tranquila e realizada. neste sentido, ricardo rezende, diretor da planilife seguros e previdência, reforçou a importância de promover essas ideias ao grande público através da informação. “o simples fato de termos debatido a reforma da previdência [pública] fez com que as pessoas pensem no futuro e se deem conta de que não conseguirão manter o próprio padrão de vida lá na frente”, explicou rezende em entrevista ao programa seguro sem mistério. a atração é apresentada sempre aos domingos, nos canais 520 e 20 da net porto alegre, 526 e 26 nas demais regiões do rio grande do sul. conscientização sobre seguros o apresentador jota carvalho destacou que “moeda forte gera uma indústria forte”, e, seguindo este pensamento, o executivo ricardo rezende destacou a relevância das pessoas serem previdentes e mais organizadas financeiramente. “penso que as famílias da sociedade em geral viverão melhor com um menor grau de endividamento. quanto mais planejamento, mais tranquilo será para se atingir um objetivo”, explicou. fonte: jrs
20/04/2018

Mercado recorre à análise de risco para estimular produtos financeiros

 apesar de frequente entre as grandes instituições, a lenta retomada do consumo e a pressão das fintechs pressionam por avaliações mais aprofundadas de modo a mitigar riscos e reduzir preços na tentativa de acelerar as vendas com risco mínimo e ante o atraso na votação do cadastro positivo pela câmara dos deputados, bancos e seguradoras recorrem mais fortemente aos sistemas de análise de informações. redução no preço chega a ser de 30%. mesmo já bastante usadas pelo sistema financeiro, as ferramentas que propõe uma avaliação mais específica de risco de crédito e para a venda de seguros começam a ganhar mais força no mercado. “os juros são altos no brasil e a penetração dos serviços são baixas em grande parte porque se toma decisões baseadas na média. média de inadimplência, média de riscos, de sinistros. é preciso usar todas as informações disponíveis”, explica o presidente da transunion no brasil, juarez zortea. ele acrescenta que, principalmente em um mercado “concentrado, com poucas empresas de grande market share”, considerar apenas os dados negativos, baseados em históricos de dívidas e risco, limita muito as empresas. “são no mínimo 40% dos consumidores economicamente ativos negativados e, se a empresa colocar restrições demais, para quem ela venderá? não se trata de recuperação de crédito, mas de clientes”, complementa. de acordo com os últimos dados do banco central (bc), por exemplo, a inadimplência total de fevereiro ficou em 3,4%, queda de 0,4 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo mês de 2017 (3,8%), mas ainda no mesmo patamar observado no final de 2015, quando a crise começava a alcançar seu pico. segundo o sócio-diretor da goon, eduardo tambellini, o que falta no mercado brasileiro são “dados positivos”. o projeto do cadastro positivo, por sua vez, dado como prioridade na agenda do governo depois que a reforma da previdência foi adiada, continua sendo protelado pelo presidente da câmara dos deputados, rodrigo maia. o motivo seria a incerteza de que as mudanças passariam, uma vez que ainda há muita incerteza e dificuldades impostas por aliados do governo, além de uma relutante aceitação por grande parte da sociedade que julga o projeto como quebra de sigilo. “ainda tem muita gente resistente em aceitar essas propostas, mas é algo que, nos próximos anos, se mostrará essencial. é tudo uma questão de adaptação e de enxergar os benefícios dessa manobra num país adepto ao crédito e juros altos como os nossos”, avalia tambellini da goon. pressão tecnológica o movimento, inclusive, se estende não apenas pelas instituições financeiras, mas também entre as seguradoras. “nos seguros, os exemplos práticos são ainda melhores. conseguimos ver qual o posto policial ou a comunidade mais perto, o que influencia no índice de sinistralidade e, consequentemente, nos preços”, avalia o diretor de vendas para seguros e telecomunicações da transunion, marcelo de sena. ele comenta ainda que para as empresas do sistema financeiro que fazem vendas diretas (sem intermediários como corretores ou representantes bancários, por exemplo), o impacto nos preços é ainda maior. “cada empresa terá uma realidade diferente porque trabalha com perfis diferentes. mas dependendo da performance de cada uma, a redução pode chegar quase a 30% nos preços cobrados”, completa. já a pressão pela redução dos preços acontece não somente pelo aumento ainda ponderado do consumo e pela restrição nas vendas que a seletividade traz, mas também pelo crescimento das fintechs. de acordo com o professor da saint paul escola de negócios josé carlos luxo, o crescimento dessas startups como opções mais baratas para produtos financeiros já tem mexido com todo o sistema. “prever o futuro é bastante complexo, mas a economia digital se expande de forma rápida e aparece como uma ameaça para as grandes instituições. é uma evolução importante que traz uma concorrência no curto prazo e pode democratizar o mercado”, diz luxo. a transição que a ascensão desses sistemas dentro dos grandes bancos e seguradoras pode trazer, porém, ainda demora para trazer resultados mais significativos nos preços. “não é do dia para o outro”, comenta tambellini, da goon, refletindo que mesmo ante à aprovação do cadastro positivo, o aprendizado de “como lidar com os calotes” ainda leva tempo nas instituições. “levará de seis meses a um ano para colhermos os frutos e revertermos o ambiente para um processo mais positivo. mas essa é uma tendência que já está dada”, conclui. fonte: dci por isabela bolzani • são paulo
20/04/2018

As verdades sobre o seu plano de previdência privada

 ao meio de tantos debates e críticas sobre a reforma na previdência, o que as pessoas não sabem é que as pesquisas apontam que em 2050 o brasil terá muito mais idosos do que crianças e adolescentes. logo, se a previdência pagar aposentadorias como pagava antes, ela provavelmente estará quebrada. isso acontece por causa do aumento da expectativa de vida e a diminuição de nascimentos. ao passo que há uns anos atrás os casais tinham em média seis filhos, hoje eles tem apenas dois. com essas mudanças, começa a haver uma maior preocupação das pessoas em poupar dinheiro para o futuro, e a adesão a planos de previdência privada aumenta, sendo o segundo tipo de investimento mais utilizado, perdendo apenas para a poupança. mas será que a previdência privada vale mesmo a pena? ao mesmo tempo em que as pessoas querem garantias para o futuro, percebe-se que elas não possuem muitas informações. é muito mais cômodo confiar no gerente do banco, afinal, ele está ali para lhe ajudar não é mesmo? grande erro. há detalhes importantes que nem sempre o gerente irá te contar sobre o seu plano de previdência e estamos aqui para te mostrar tudo que você deve considerar antes de investir o seu dinheiro. tipos de previdência pgbl x vgbl a previdência pgbl é indicada para quem declara o imposto de renda completo, já que é possível deduzir até 12% da sua renda tributável no ir anual. porém, se você for retirar a sua previdência, pagará imposto sobre o valor total acumulado. já o vgbl seria a opção para quem realiza a declaração de imposto de renda simplificada. neste caso, o imposto no momento da retirada será pago apenas sobre o lucro . tributação tabela progressiva x regressiva na tabela regressiva a alíquota de imposto de renda cai a cada dois anos, iniciando com 35% e caindo para até 10%, após 10 anos de aplicação. ou seja, quanto mais tempo o seu dinheiro ficar investido, menos você pagará de ir. já na tabela progressiva a alíquota de imposto está ligada ao lucro que você obterá. neste caso quanto mais dinheiro você acumular, maior será o imposto de renda pago, podendo chegar até 27,5%. taxa de carregamento é cobrada a cada aporte que você faz, ou seja, se a sua taxa for de 5% e a cada mês você colocar r$ 1000,00, o banco fica com 50 reais todo o mês e r$ 950,00 serão investidos no seu fundo. a longo prazo, você pode acabar perdendo muito dinheiro. taxa de administração essa é a taxa que você paga pelo serviço de administração dos seus recursos. é cobrada sobre o patrimônio total e normalmente anual. por exemplo, se você tiver r$ 100 mil e a taxa for de 2%, você pagará r$ 2 mil ao final ano.normalmente é cobrado de 1 a 4% ao ano, o que já são valores bastante altos se considerar os cobrados pelo tesouro direto, que são abaixo de 1%. conclusões sobre a previdência privada a maioria dos especialistas afirma que investir no tesouro direto é muito mais rentável do que fazer um plano de previdência privada. vale lembrar que na previdência basicamente você pagará ao banco para ele aplicar o seu dinheiro em diversos outros tipos de investimentos que você mesmo poderia estar fazendo, sem pagar tantas taxas e com uma rentabilidade muito maior. seja qual for a sua escolha, agora você já sabe que, antes de investir, é necessário se informar muito bem e ler seu contrato com muita cautela. saiba exatamente para onde está indo todo o seu investimento. lembre-se: não há ninguém melhor para cuidar do seu dinheiro do que você mesmo. #aposentadoria #previdenciaprivada #finança
20/04/2018

Expectativa de inflação dos consumidores tem menor nível desde 2007

 a pesquisa que aponta a expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em abril e ficou em 5,0%. a redução foi de 0,3 ponto percentual em relação a março. é o menor nível do índice desde agosto de 2007, quando a mediana ficou em 4,9%. na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,5 pontos percentuais. o indicador foi divulgado nesta sexta-feira (20) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). o economista do instituto pedro costa ferreira explica que essa queda reflete o momento de estabilidade da inflação no país. "a queda na expectativa de inflação dos consumidores está em linha com o que foi previsto em meses anteriores e reflete o momento de estabilidade da inflação. para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação continue caindo, refletindo o bom momento do nível geral de preços da economia." do total de consumidores ouvidos na pesquisa, 47,1% projetaram valores dentro dos limites da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo conselho monetário nacional para este ano com a tolerância de 1,5 ponto percentual, o índice ficaria entre 3% e 6% para esses entrevistados. para 26,4% dos entrevistados o índice ficaria entre o limite inferior e a meta, que foi o intervalo mais citado. a proporção dos que indicaram inflação abaixo do limite inferior permaneceu estável, em 23,5%. pelas faixas de renda, as famílias com renda acima de r$ 9.600,00 foram as únicas que mantiveram a previsão sem recuos, com índice de 4% pelo quarto mês seguido. a maior queda ocorreu na faixa com renda familiar até r$ 2.100,00, com redução da expectativa de inflação de 6,4% em março para 5,8% em abril. a sondagem do consumidor da fgv faz uma coleta mensal de informações com mais de 2,1 mil brasileiros em porto alegre, são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, salvador, brasília e recife. o quesito expectativa de inflação é respondido por cerca de 1,5 mil entrevistados, com uma resposta livre, sem nenhum valor sugerido. fonte: agência brasil - jornal do comércio  
20/04/2018

Expectativa de inflação dos consumidores tem menor nível desde 2007, diz FGV

 a pesquisa que aponta a expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em abril e ficou em 5,0%. a redução foi de 0,3 ponto percentual em relação a março. é o menor nível do índice desde agosto de 2007, quando a mediana ficou em 4,9%. na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,5 pontos percentuais. o indicador foi divulgado nesta sexta-feira (20) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). o economista do instituto pedro costa ferreira explica que essa queda reflete o momento de estabilidade da inflação no país. "a queda na expectativa de inflação dos consumidores está em linha com o que foi previsto em meses anteriores e reflete o momento de estabilidade da inflação. para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação continue caindo, refletindo o bom momento do nível geral de preços da economia." do total de consumidores ouvidos na pesquisa, 47,1% projetaram valores dentro dos limites da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo conselho monetário nacional para este ano com a tolerância de 1,5 ponto percentual, o índice ficaria entre 3% e 6% para esses entrevistados. para 26,4% dos entrevistados o índice ficaria entre o limite inferior e a meta, que foi o intervalo mais citado. a proporção dos que indicaram inflação abaixo do limite inferior permaneceu estável, em 23,5%. pelas faixas de renda, as famílias com renda acima de r$ 9.600,00 foram as únicas que mantiveram a previsão sem recuos, com índice de 4% pelo quarto mês seguido. a maior queda ocorreu na faixa com renda familiar até r$ 2.100,00, com redução da expectativa de inflação de 6,4% em março para 5,8% em abril. a sondagem do consumidor da fgv faz uma coleta mensal de informações com mais de 2,1 mil brasileiros em porto alegre, são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, salvador, brasília e recife. o quesito expectativa de inflação é respondido por cerca de 1,5 mil entrevistados, com uma resposta livre, sem nenhum valor sugerido. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também ipca-15 registra alta de 0,21% em abril, revela ibge ipca-15 registra alta de 0,21% em abril, revela ibge crescimento está de volta no brasil, diz diretora do fmi crescimento está de volta no brasil, diz diretora do fmi presidente do bc diz que ninguém se beneficia de guerra comercial entre china e eua presidente do bc diz que ninguém se beneficia de guerra comercial entre china e eua confiança da indústria cai 0,7 e atinge 101,1 pontos em abril, diz prévia da fgv confiança da indústria cai 0,7 e atinge 101,1 pontos em abril, diz prévia da fgv capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária. fonte: jornal do comércio – agência brasil

Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama


19/10/2017

O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama é celebrado em 19 de outubro, mês que ficou conhecido como Outubro Rosa, através de uma campanha para conscientização das mulheres sobre a importância da realização do exame de mama, que possibilita um tratamento mais eficiente, pois facilita a descoberta da doença logo no estágio inicial. O rosa é utilizado no laço que simboliza o combate contra o câncer de mama.

O Grupo Aspecir participa dessa já consolidada Campanha de Combate ao Câncer de Mama e este ano, além da decoração e do lacinho rosa usado por suas colaboradoras, recebeu em sua sede o projeto «Dia da Beleza», parceria da Mary Kay e do IMAMA - Instituto da Mama do Rio Grande do Sul.

O «Dia da Beleza» foi realizado ontem, 18 de outubro, na sede do Grupo Aspecir. Trata-se de uma sessão onde as colaboradoras tiveram a oportunidade de receber orientações sobre o câncer de mama, cuidados com a pele e dicas de auto maquiagem, o que realça a imagem pessoal e profissional, levantando a autoestima. O projeto também oferece desconto nos produtos de beleza para aquelas que fizerem a mamografia, incentivando as mulheres a realizarem o exame preventivo.

Neste sentido, o IMAMA participa do projeto buscando a conscientização da sociedade gaúcha acerca da importância dos cuidados com a saúde da mama, enfatizando a necessidade da detecção precoce do câncer de mama para maiores chances de cura, além de qualidade e agilidade em todos os processos da rede de atenção à saúde da mama.

O Grupo Aspecir que trabalha com previdência e seguros, acredita que é sempre muito importante a prevenção. E é assim que a empresa pensa o futuro.





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