08/04/2019

Política segue no foco do mercado na semana

 numa semana em que foram novamente chacoalhados pelas tensões envolvendo o debate da reforma da previdência, os mercados conseguiram absorver os efeitos e aproveitaram a calma na cena política e no exterior para recuperar patamares. agora, o ambiente doméstico vai continuar como principal ponto de atenção do investidor, ... fonte: valor econômico este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/6201211/politica-segue-no-foco-do-mercado-na-semana ou as ferramentas oferecidas na página.
08/04/2019

Gestoras ampliam a oferta de fundos quantitativos

 gestores de us$ 1 trilhão em recursos nos estados unidos, os fundos quantitativos - que empregam algoritmos e outras ferramentas matemáticas e estatísticas na gestão - ainda engatinham no país. embora não existam estatísticas oficiais, estima-se que no brasil o valor a... fonte: valor econômico este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/6201215/gestoras-ampliam-oferta-de-fundos-quantitativos ou as ferramentas oferecidas na página.
05/04/2019

Os benefícios de investir em uma previdência privada

 diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro lembra que as vantagens de contratar um plano individual vão além da dedução no imposto de renda. fernanda pasquarelli, diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro os brasileiros têm até o dia 30 de abril para declarar o imposto de renda referente a 2018. quem tem um plano de previdência modalidade pgbl (plano gerador de benefício livre), e aproveitou o ano anterior para realizar aportes extras, tem agora uma vantagem na hora de acertar as contas com o leão, pois vai poder deduzir os valores em até 12% da renda bruta anual tributável, o que significa pagar menos ou restituir mais imposto agora. “além da possibilidade da dedução no ir, investir em previdência privada ajuda o cliente a construir seu planejamento financeiro para realizar sonhos e ter uma aposentadoria tranquila”, lembra fernanda pasquarelli, diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro. a executiva destaca alguns benefícios da previdência privada e dá dicas para auxiliar as pessoas a aproveitarem melhor sua previdência: “o incentivo fiscal do pgbl é um adiamento do imposto, que será cobrado no resgate ou no pagamento do benefício lá na frente. então, a dica é reinvestir o valor da dedução no próprio plano para aumentar a reserva futura. outra dica é optar pelo regime regressivo de tributação e manter cada contribuição aplicada por mais de 10 anos, porque nesse caso você terá uma alíquota de 10% na hora de retirar o dinheiro. e por fim, inclua as coberturas de renda e pensões no seu plano. elas irão te proteger e à sua família em caso de imprevistos financeiros.” fonte: seguro notícias
05/04/2019

Mercado cresceu 4,4% no primeiro bimestre

 o mercado de seguros faturou r$ 17,7 bilhões no primeiro bimestre. segundo dados da susep, essa soma representa um crescimento nominal de 4,4% em comparação ao mesmo período do ano passado. esses valores incluem o vgbl, mas, não engloba o seguro saúde, que está sob a alçada da agência nacional de saúde suplementar (ans), os planos de previdência privada complementar aberta e a capitalização. em contrapartida, houve um avanço expressivo da taxa média de sinistralidade, que passou de 44% para 54% entre os dois períodos comparados. de acordo com a susep, o volume de sinistros ocorridos avançou 28,4%, somando pouco mais de r$ 9 bilhões nos dois primeiros meses deste ano. isso significa que, no acumulado em janeiro e fevereiro, o mercado de seguros devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, algo em torno de r$ 150 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados, ou ainda r$ 6,2 milhões a cada hora. já as despesas comerciais, que incluem as comissões pagas aos corretores de seguros, cresceram 9,8% entre os dois períodos, somando aproximadamente r$ 4,6 bilhões no primeiro bimestre. fonte: cqcs
05/04/2019

Indenização do seguro precisa ser declarada no imposto de renda

 o prazo para entrega do imposto de renda termina dia 30 de abril. o site “seu dinheiro” traz orientações importantes para não errar na declaração. por exemplo, é importante declarar valores recebidos de indenização de seguros automotivos, mesmo que sejam isentos de tributação. é importante o corretor de seguros estar atento para sua própria declaração e também para informar a seus clientes. a receita precisa entender de onde esses recursos vieram. segundo o site “seu dinheiro”, o recebimento de rendimentos isentos em valor superior a r$ 40 mil torna o contribuinte obrigado a entregar a declaração de imposto de renda 2019 – ou seja, se você recebeu uma indenização de seguro acima deste valor em 2018. a indenização de seguro deve ser declarada mesmo sendo isenta, tanto no modelo completo quanto no modelo simplificado da declaração. é importante prestar esta informação à receita federal porque a indenização pode tanto ser utilizada para repor um bem perdido quanto aumentar seu patrimônio de alguma outra forma (por exemplo, uma indenização de seguro de vida que tenha sido aplicada na caderneta de poupança). é preciso explicar à receita a origem dos recursos, até para não ser tributado erroneamente. como fazer os valores recebidos como indenização não se enquadram como variação patrimonial por não representarem um aumento, mas sim uma recomposição (total ou parcial) de patrimônio. a regra é válida tanto para seguros automotivos, residenciais e de vida como para seguros de outras naturezas. no programa do imposto de renda 2019, as indenizações de seguro devem ser informadas na ficha rendimentos isentos e não tributáveis, sob o código 03 – capital das apólices de seguro ou pecúlio pago por morte do segurado, prêmio de seguro restituído em qualquer caso e pecúlio recebido de entidades de previdência privada em decorrência de morte ou invalidez permanente.  em seguida, é só informar o valor total recebido pela operadora. em casos onde a indenização for referente a um bem roubado, furtado ou que apresentou perda total, além de registrar o valor restituído pela seguradora na ficha específica, o contribuinte não deve esquecer de dar baixa no bem danado na ficha de bens e direitos. no campo “discriminação”, é preciso explicar a situação do roubo ou acidente e registrar o valor recebido pela operadora de seguro. no espaço destinado a “situação em 31/12/2018” o valor deve ser zerado. se o dinheiro da indenização for utilizado para a aquisição um novo bem, como normalmente acontece, este também deve ser registrado na ficha de bens e direitos, num novo item. no campo de discriminação, a origem do dinheiro usado para a compra deve ser informada. fonte: cqcs | sueli santos
05/04/2019

Superintendente da Susep diz que mercado é “gigante”

 “acredito no seguro e na força dele para o desenvolvimento do país. estamos falando de um mercado gigante”, destacou solange vieira, na última sexta-feira, 22 de março, no rio de janeiro, durante a cerimônia da sua posse como titular da superintendência de seguros privados (susep). em seu discurso, a superintendente da autarquia agradeceu a confiança do ministro da economia, paulo guedes, em seu novo desafio à frente da susep, e ressaltou a relevância do setor de seguros como um alicerce de crescimento para empresas e grandes segmentos e de proteção ao cidadão. segundo ela, é necessário flexibilizar o ambiente regulatório e harmonizar às leis aos avanços tecnológicos. “precisamos desregulamentar e desburocratizar o setor, aumentar a competição, garantir segurança jurídica e, acima de tudo, tornar o seguro um produto simples e acessível à população”, enfatizou. solange vieira também abordou a baixa participação de seguros, previdência complementar aberta e capitalização no pib brasileiro, principalmente se comparada a dos estados unidos que é de 11%. “nosso índice de penetração, dado pela relação prêmio/pib, nos coloca em relação inferior à áfrica do sul e ao chile. e quando comparado com o grupo de países em desenvolvimento, estamos na 14ª posição”, pontuou. a participação do estado como protagonista do setor de seguros também permeou a exposição da superintendente. “por que no resseguro ainda temos uma empresa na qual o governo tem golden share e participação de 11,7%? por que nossa maior seguradora é o estado, com seguro de crédito à exportação, seguros rurais, de acidente de trabalho, auxílio-doença, dentre outros seguros?”, indagou, afirmando que é necessário reduzir a participação do estado. “precisamos de mais brasil e menos brasília”, salientou. ainda no âmbito governamental, solange vieira disse acreditar no trabalho conjunto do banco central, da comissão de valores mobiliários (cvm) e da susep para o aprimoramento do mercado de capitais. outro ponto realçado por ela foi a tecnologia como ferramenta para eficiência financeira e operacional. “temos uma revolução em curso. as insurtechs aparecem como uma nova forma de fazer e comercializar seguros. precisamos acelerar a velocidade de novos produtos no mercado”, observou. durante o evento, o ministro da economia, paulo guedes, enfatizou a importância do setor de seguros para o país e seu enorme potencial de crescimento. ele defendeu a importância de um estado menor também no setor de seguros. “tem um enorme território à frente a ser conquistado. nós vamos trocar o eixo da economia efetivamente de uma economia de planejamento central, de uma economia dirigista, onde o estado decide tudo. nós estamos trocando esse eixo para mercado”, explicou. também compuseram a mesa de autoridades da solenidade, o presidente do banco central, roberto campos neto, e o secretário-executivo do ministério da economia, marcelo guaranys. cerca de 250 pessoas entre dirigentes do governo, representantes de entidades do setor de seguros e servidores da susep acompanharam a cerimônia. fonte: susep via fenacor
05/04/2019

Não deveríamos discutir a reforma, mas sim se a Previdência deveria existir

 a capacidade do governo de gerir qualquer coisa é muito baixa, especialmente quando se trata de recursos financeiros. fonte: infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/blogs/investimentos/investimentos-internacionais/post/8092913/nao-deveriamos-discutir-a-reforma-mas-sim-se-a-previdencia-deveria-existir
05/04/2019

O Empresário e o Seguro

 a contratação de seguro é sempre uma preocupação do empresário que se mostra diligente na condução do seu negócio, pois não basta produzir bem sem também se proteger adequadamente das adversidades que podem atingir bens de produção, infraestrutura, etc. certos riscos do negócio precisam estar sob os cuidados de uma boa apólice, já que os sinistros e as ocorrências contrárias ao desenvolvimento da empresa não anunciam sua chegada e quando chegam são capazes de comprometer a economia de muitos anos. no entanto, o que o contratante do seguro precisa ficar atento é quanto as condições gerais da cobertura, as quais nem sempre acompanham a apólice. com efeito, é ali que estão delimitados os deveres da seguradora e os direitos do segurado, de modo que sem observar tal documento, aquele sinistro que se pensava estar protegido pode estar fora do alcance da cobertura. e não existe coisa pior para a empresa do que passar por um momento de ocorrência negativa, e justamente aí, descobrir que o prêmio de seguro pago por muito tempo não lhe estendeu o amparo que julgou ter através da apólice. deste modo, é sempre prudente estar atento as possíveis restrições de cobertura porventura impostas pelo contrato. ninguém deve viver sob a ilusão ou inocência de que seguro é um negócio de filantropia, onde a seguradora não tem também interesse de ganhar na sua contratação, e que tão logo seja acionada imediatamente realiza o pagamento do dano sem qualquer embate. se fosse assim, as seguradoras não sobreviveriam e os contratos de seguro sumiriam do mercado. pelo contrário, o seguro é em essência um contrato de conflito de interesses, pois de um lado o segurado deseja receber e de outro a seguradora resiste, juridicamente falando, pagar. sendo assim, o melhor que o empresário faz para não ter uma surpresa contrária ao seu interesse econômico, é submeter ao seu departamento jurídico o exame do contrato de seguro em toda a sua extensão, antes mesmo que tenha que acionar a seguradora. afinal, não é pequeno o número de demandas judiciais onde a perda do direito do segurado está ligada a uma cláusula ignorada ao tempo da contratação. quem faz um exame preventivo da apólice tem a oportunidade de rever o contrato através de um aditamento aos seus termos, o que é sempre recomendado. lutero de paiva pereira – advogado especializado em direito do agronegócio em maringá (pr). contato: www.pbadv.com.br / pb@pbadv.com.br
05/04/2019

Bolsas da Europa fecham sem sinal único, com EUA-China e Brexit no radar

 as bolsas da europa fecharam sem sinal único nesta sexta-feira, 5, com o tom positivo em relação às negociações comerciais entre os estados unidos e a china, a divulgação de bons dados da indústria alemã e também do payroll nos eua de março, que mostrou criação de vagas em março substancialmente melhor do que em fevereiro. no radar, o novo pedido da primeira-ministra britânica, theresa may, de extensão do prazo de saída do reino unido da união europeia, o brexit. o índice pan-europeu stoxx 600 subiu 0,09%, aos 388,23 pontos e avançou 2,41% na semana. foram criados 196 mil empregos em março, nos eua, de acordo com o departamento do trabalho do país, valor bem acima das 33 mil vagas criadas no mês anterior. o dado deu ânimo aos mercados europeus, embora, na avaliação do economista-chefe de eua da capital economics, paul ashworth, o fato da média móvel de três meses do indicador estar no pior nível dos últimos 15 meses, em 180 mil, é um sinal claro de que "a economia americana está desacelerando". ainda nos eua, as negociações comerciais com a china acabaram sem grandes novidades em relação a quinta-feira. havia rumores de que o presidente americano, donald trump, pudesse anunciar a data para o encontro com o presidente chinês, xi jinping, o que significaria que um acordo estaria muito próximo de ser assinado, mas isso não ocorreu. trump, no entanto, sinalizou que saberá se um acordo será firmado nas próximas quatro semanas, enquanto xi disse querer um pacto comercial "o mais rápido possível". de volta à europa, a produção industrial da alemanha cresceu 0,7% em fevereiro, surpreendendo os analistas, que previam alta menor, de 0,5%. na bolsa de frankfurt, o índice dax subiu 0,18%, ultrapassando a marca simbólica dos 12 mil pontos, a 12.009,75 pontos, e saltou 4,20% na semana. a melhor performance do dia, lá, foi da fabricante de cimento heidelbergcement, que subiu 1,70%. no reino unido, a primeira-ministra theresa may, escreveu ao presidente do conselho europeu, donald tusk, para solicitar um novo adiamento do brexit, desta vez até o dia 30 de junho, aumentando as incertezas em relação ao processo. na semana que vem, o conselho europeu fará uma reunião de emergência na quarta-feira para decidir sobre a extensão. na bolsa de londres, o índice ftse 100 subiu 0,61%, aos 7.446,87 pontos, com ganho semanal de 2,30%. chama atenção a gigante do setor imobiliário hammerson, que caiu 1,6% após os bancos de investimentos jefferies e stifel terem cortado o preço-alvo das ações da companhia e terem trocado a recomendação para "venda". na bolsa de paris, o índice cac 40 subiu 0,23%, aos 5.476,20 pontos, com ganho semanal de 2,35%, em um movimento similar ao da bolsa de milão, cujo índice ftse mib avançou 0,24%, aos 21.758,61, com alta de 2,22% na semana. em madri, o ibex 35 caiu 0,25%, aos 9.510,30 pontos, mas ganhou 2,92% na semana, enquanto em lisboa o psi 20 recuou 0,16%, aos 5.309,40 pontos, mas avançou 1,97% na semana. addthis sharing buttons share to facebook share to twittershare to linkedinshare to whatsappshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também investidor estrangeiro retira r$ 432,556 milhões da b3 no dia 3 melhora externa permite alta do ibovespa, mas cautela com previdência reduz ganho dólar oscila entre margens estreitas antes de payroll, guedes e maia bolsas asiáticas fecham em alta moderada, de olho em eua-china e "payroll" capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/678163-bolsas-da-europa-fecham-sem-sinal-unico-com-eua-china-e-brexit-no-radar.html)

Emater leva projetos de energia solar ao campo gaúcho


12/04/2019
Um estado essencialmente agrícola e do tamanho do Rio Grande do Sul não deixa de ter suas inúmeras dificuldades no campo, sobretudo quando os custos de produção são elevados ou quando a energia elétrica ainda não chegou a algumas localidades. Devagar, mas expressivamente, as alternativas energéticas começam a alcançar pagos distantes, melhorando a produtividade e pesando menos no bolso do produtor. A concretização é possível através de iniciativas como a da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que leva projetos de implementação de geração de energia de fonte solar para o interior gaúcho. A empresa auxilia os agricultores no desenvolvimento dos projetos e no acesso ao crédito de bancos e programas de financiamento. Somente em 2018, foram 611 projetos, sendo 254 deles já implantados. São cerca de 50 técnicos capacitados, que fazem reuniões e dias de campo para explicar o processo aos agricultores. Mostardas, no Sul do Estado, foi o município pioneiro na implementação da geração de energia fotovoltaica. Os primeiros estudos começaram em 2008, para facilitar a captura de camarão ao longo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Atualmente, a energia solar chega ao local através de luminárias de jardim abastecidas com fotocélulas. A alternativa foi mais barata do que instalar grandes placas solares e ainda eliminou por completo o abastecimento por gás. As ações da Emater na região evoluíram para outras demandas e projetos maiores, quando, em 2013, foram atendidas quatro famílias de pescadores que viviam sem energia elétrica, em razão da infraestrutura da CEEE-D, concessionária que abastece o trecho, que não chegava até as casas. Os projetos ganharam corpo quando se abriu a oportunidade de financiamento pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), relembra o agrônomo Gustavo Chaves Alves, extensionista rural da Emater. Os projetos também podem ser viabilizados pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,5% ao ano para empreendimentos de infraestrutura. A energia solar passou a abastecer as residências e os freezers que armazenam os pescados. Por inviabilidade técnica, esses projetos não foram conectados à rede da concessionária, como ocorre nos casos de microgeração distribuída que cada vez ganha mais espaço no País. A energia produzida é armazenada em baterias. 'Projetos de fotovoltaicos em Mostardas. Placas alimentam casas dos pescadores que vivem na beira da praia de Mostardas. Foto Gustavo Chaves Alves/Divulgação/JC Foi só em 2015, porém, que o projeto contemplou a primeira propriedade rural conectada à rede de energia elétrica. Uma fazenda com produção de arroz, também no município de Mostardas, recebeu as placas para abastecer a irrigação da lavoura e a secagem do grão. A economia no bolso do produtor foi sentida consideravelmente: a conta de luz, que chegava a mais de R$ 1,5 mil ao mês, passou a custar a tarifa básica da CEEE-D para o sistema trifásico no meio rural (algo em torno de R$ 46,89, mas o valor varia com os impostos federais). Nesse modelo, que é de microgração distribuída ou on grid, a energia produzida pelas placas fotovoltaicas é injetada no sistema elétrico da companhia, gerando créditos ao produtor que podem ser utilizados em até cinco anos, abatendo o valor da conta de luz. O financiamento do projeto foi feito para dez anos, mas a projeção é de que o investimento retorne antes disso, em até oito anos. Desde 2018, ao menos cinco projetos foram levados para análise na região de Mostardas. Os pedidos envolvem geração de energia com autonomia para pecuaristas familiares, abastecimento de água para os animais e implementos de segurança das propriedades, como cercas elétricas. "A adesão ocorre aos poucos, mas vem crescendo. A região tinha uma deficiência muito grande de qualidade de energia, e a geração solar supre essa demanda", avalia Alves. "Os agricultores estão demandando mais energia do que é disponibilizado", observa Lino Moura, diretor técnico da Emater. Por isso, a adesão à energia fotovoltaica tem crescido bastante nas regiões de produção de fumo e aviários, como o Vale do Taquari, onde há muita demanda energética. A região de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, também desponta pelo número de iniciativas. A estimativa é de que a energia solar cresça de 20% a 25% ao ano no Brasil como um todo. Em Teutônia, um dos projetos mais significativos atende a 138 agricultores da Cooperativa Agroindustrial São Jacó. A energia representava o segundo maior custo do orçamento da fábrica de ração para animais, mas a luz solar conseguiu reduzir em 50% os gastos com energia. O investimento foi de R$ 500 mil, financiado pelo Feaper, e a estimativa é de que se pague em dois anos. Com a economia, o custo da ração caiu em 7%, afirma o gerente regional da Emater em Lajeado, Marcelo Brandoli. Na região de Lajeado já são 39 projetos instalados. O Vale do Caí é exemplo de outros casos, onde a energia solar é utilizada para manter câmaras frias que armazenam frutas e hortaliças. "É importante reforçar que existe uma facilidade de crédito muito grande para o produtor rural, com juros baixos, que permitem o retorno dos investimentos em poucos anos", salienta Brandoli.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679017-emater-leva-projetos-de-energia-solar-ao-campo-gaucho.html)

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