05/07/2019

Caderno Finanças Mais, do Estadão, traz especial sobre empresas do setor financeiro, com destaque para o setor segurador

 o jornal o estado de são paulo trouxe encartado na edição de 28 de junho o caderno especial “finanças mais”, apresentando o ranking das empresas líderes do setor financeiro no brasil e o que as mesmas estão fazendo para fortalecer suas carteiras de clientes. com um capítulo reservado exclusivamente para as companhias seguradoras e de capitalização, a matéria ouviu o presidente da cnseg, marcio coriolano, que afirmou considerar importante, principalmente em momentos de crise, que o ambiente regulatório seja favorável ao setor, facilitando ações mais flexíveis que possam atender à população de forma geral, sobretudo a que perdeu renda. entretanto, apesar da crise, o setor continua crescendo e, segundo coriolano, isso se deve, em parte, à digitalização em prol da eficiência e otimização do parque tecnológico das empresas de seguro, que permitiu a revisão das políticas tarifárias, otimização das vendas e atualização de produtos. agora, para dar continuidade a esse processo, o presidente da cnseg defende que os órgãos reguladores ajustem as exigências para transações. para marcio coriolano a importância do seguro vai além dos aspectos financeiros simplesmente. “a questão do seguro é civilizatória porque prepara as gerações atuais para desonerar as gerações futuras”, afirmou, além de “desonerar o governo de intervenções para poder sanear desastres”. o caderno finanças mais do jornal o estado de são paulo pode ser lido na íntegra, clicando aqui //publicacoes.estadao.com.br/financasmais2019/ fonte: cnseg
05/07/2019

Mais acessíveis, seguros de vida ganham espaço no mercado

 com valores acessíveis, seguros de vida crescem no mercado e são desafio para atuação de corretoras. projetos focados exclusivamente na modalidade refletem a tendência na baixada santista. é crescente a busca dos brasileiros pela contratação de um seguro de vida. dados recentemente divulgados pela federação nacional de previdência privada e vida apontam que o prêmio total pago pela modalidade no 1º trimestre de 2019 cresceu em 8,8% em comparação com o mesmo período no ano passado. já o sindicato dos corretores de seguro do estado de são paulo atesta que as empresas do ramo têm obtido, um crescimento anual de 5% a 10%, com médias de faturamento em torno de r$ 10 milhões. os números revelam um cenário com amplas perspectivas e, ao mesmo tempo, desafiador. no brasil, o mercado de seguros representa cerca de 3,5% do produto interno bruto (pib). em se tratando especificamente de apólices de proteção pessoal, apenas 0,5%. isto se deve, em parte, à costumeira associação deste tipo de benefício aos casos de morte e a valores pouco acessíveis – visão que hoje mostra-se distante da realidade do mercado. “decidir pelo seguro de vida é fundamental para proteger os interesses familiares. trata-se de uma cultura pouco difundida no brasil, mas com enorme potencial de crescimento e amplas possibilidades de cobertura. há seguros para acidentes pessoais com ticket-médio em torno de r$ 10 a r$ 12, por exemplo” na baixada santista, a nunes & grossi benefícios já comercializa desde o início do ano o projeto vida segura, especificamente destinado a atender esta demanda. o objetivo é garantir aos segurados um atendimento personalizado em todas as etapas, observando fatores como a condição financeira e as necessidades cotidianas. a icatu seguros e a omnit seguros são operadoras parceiras. profissionais especialmente treinados por uma consultoria especializada atuam em sua comercialização. “ao contrário de outros tipos de seguro, no caso de pessoa física não há limite no número de apólices contratadas para recebimento de indenização ”, aponta viviane grossi, superintendente de relacionamento com operadoras e entidades. “contar com uma equipe totalmente focada é essencial. a abordagem personalizada hoje é inviável para a maioria dos corretores que trabalham com outras modalidades de seguro e mesmo para as empresas que optam por planos coletivos”, completa o sócio-diretor vinício grossi.
05/07/2019

Susep promete mais “espaço” para o mercado crescer

 a susep pretende dar mais “espaço” para o mercado de seguros no que se refere ao marco regulatório. “o excesso de regulação não é bom. é necessário deixar mais espaço para o setor trabalhar”, afirmou a superintendente da autarquia, solange vieira, ao participar da primeira edição do “ciclo de palestras sobre análise de impacto regulatório (air) no setor de seguros”, promovido pela confederação das seguradoras (cnseg), no rio de janeiro. nesse contexto, ela adiantou que já está prevista, no processo de reestruturação administrativa da susep a criação de uma gerência que vai cuidar especificamente da análise de impacto regulatório (air) em cada uma das novas diretorias setoriais da autarquia. de acordo com solange vieira, a apólice eletrônica terá papel relevante nesse processo, pois permitirá que as empresas do setor gerem relatórios de forma mais célere, além de fornecer informações mais qualificadas, “o que é fundamental para um órgão regulador e para a os processos de air”. ainda no âmbito da air, direta ou indiretamente, a superintendente da susep apontou como prioridades a adoção de um novo modelo do dpvat; a aprovação de regras de incentivo para as insurtechs; criação de regras regulatórias segmentadas conforme a abrangência dos riscos, no estilo “sandbox”, e a organização das diretorias da susep conforme a natureza das operações de seguros, como riscos massificados e grandes riscos, entre outros. no mesmo evento, o diretor da susep, rafael scherre, revelou que estão em estudo modificações na atual modelo de consulta pública, que poderá passar por etapas sem necessariamente prever uma minuta de regulamentação no início do processo. já o presidente da cnseg, marcio coriolano destacou que a regulação em excesso pode se tornar um obstáculo para a atividade que se pretende regular. “a implantação da air seria um importante elemento de estabilidade regulatória e previsibilidade jurídica”, argumentou. fonte: cqcs
05/07/2019

Susep encerra atividades em escritório da Capital gaúcha

  medida terá efeito a partir do dia 1º de agosto a superintendência de seguros privados anunciou o fim das atividades do escritório de representação localizado em porto alegre, capital do rio grande do sul, no dia 1º de agosto. a medida, segundo a autarquia, vai de acordo com a política de eficiência organizacional adotada pelo governo federal. de acordo com a notícia, o atendimento ao público deve continuar pelo telefone 0800 0218484, pelo site susep.gov.br/fale-conosco ou ainda de forma presencial na sede localizada na av. presidente vargas, 730, no centro do rio de janeiro.
05/07/2019

Seguro do Brasil no Mundo, 2018

 nesse mês, a resseguradora swiss re divulgou o seu tradicionalíssimo levantamento anual, com a comparação dos dados dos mercados de seguros dos países. o título do texto desse ano de 2019 (com dados de 2018) foi “world insurance: the great pivot east continues”. ver... https://www.swissre.com/institute/research/sigma-research/sigma-2019-03.html no estudo, dois aspectos se destacam. primeiro, o faturamento de prêmios ultrapassou, pela primeira vez, o patamar anual de us$ 5 trilhões. segundo, a continuidade de crescimento de tal setor nos países asiáticos. abaixo, a participação do brasil no mercado mundial, no segmento de não vida, nos últimos cinco anos. atualmente, o valor fica em torno de 1,5%, sem ter uma trajetória clara de crescimento real, ainda reflexo da crise econômica. no início dessa década, o número era melhor, de quase 2,0%. francisco galiza. http://ratingdeseguros.com.br/wp/ http://twitter.com/ratingdeseguros fonte: segs por francisco galiza
05/07/2019

Seguro prestamista vale a pena?

 planejar as finanças domésticas é muito importante e, como qualquer bom planejamento, deve-se levar em consideração possíveis imprevistos, como o desemprego. e para garantir que as suas parcelas sejam pagas em dia caso fique desempregado, existe um tipo de seguro específico disponível no mercado: o seguro prestamista. o seguro prestamista é um seguro oferecido na contratação de crédito relacionado a financiamentos de bens móveis ou imóveis, empréstimos (inclusive consignado) e consórcios para diminuir o risco de inadimplência. assim, se a pessoa que obteve o crédito fica desempregada ou vem a falecer, é o seguro prestamista que cobre as parcelas do empréstimo, até o limite do valor contratado. o consumidor pode contratar um seguro prestamista de valor idêntico ao crédito que obteve ou de valor superior, e neste a diferença do valor é repassada aos herdeiros no caso de morte do beneficiário. para saber se vale a pena a contratação do seguro prestamista, é importante avaliar atentamente o contrato para ver se o mesmo atende às necessidades de cobertura e avaliar também se o custo extra nas parcelas mensais não sobrecarrega o orçamento. o preço do seguro varia de acordo com valor do bem financiado, do prazo do financiamento e também da idade do segurado. a instituição financeira faz um acordo com as seguradoras para oferecer este seguro aos seus clientes. se a instituição em que você estiver contratando o crédito não possuir acordo com nenhuma seguradora, não é possível contratar esse tipo de seguro sozinho. e atenção: segundo a especialista em relações institucionais da proteste, juliana moya, a contratação do seguro não é obrigatória. "a contratação não pode ser exigida para o cliente obter o crédito ou financiamento – ele deve ser oferecido e o consumidor decide se quer ou não contratar", acrescenta. a quitação da dívida é total em caso de morte e invalidez permanente. mas no caso de desemprego involuntário, geralmente são quitadas no máximo 6 parcelas. as exclusões mais comuns neste tipo de produto são o desemprego voluntário, ou seja, caso a pessoa contratante peça demissão, não terá direito a quitação de parcelas. também não há cobertura para morte ou invalidez decorrentes de doenças pré-existentes (de conhecimento do segurado), que não tenham sido declaradas na proposta de adesão; suicídio quando ocorrido dentro dos primeiros 2 anos de vigência do seguro, dentre outras situações. o consumidor que tenha interesse em contratar o seguro prestamista deve solicitar informações junto ao banco ou instituição financeira com a qual obteve uma linha de crédito, financiamento ou consórcio, para saber o valor mensal de cada parcela, coberturas e exclusões e o valor total do seguro a ser contratado, com todos os encargos. fonte: segs por laís carrara paiva marques
05/07/2019

Bolsas da Europa fecham em baixa com recuo nas apostas de corte nos juros do Fed

 os mercados acionários europeus fecharam em queda nesta sexta-feira, 5, em meio a recuos nas apostas de que o federal reserve (fed, o banco central americano) fará um corte de 50 pontos-base (pb) nas taxas básica de juros dos estados unidos, movimento verificado após a divulgação do relatório de emprego do país. o índice pan-europeu stoxx 600 encerrou o pregão em queda de 0,69%, aos 388,30 pontos. na variação semanal, no entanto, houve alta de 0,89%. recuaram as apostas de um corte de 50 pontos-base nos juros americanos já na próxima reunião de política monetária dos eua, marcada para 31 de julho, após a divulgação do relatório de emprego americano, que apontou criação de 224 mil vagas no país, número bastante superior às expectativas. às 12h45 (de brasília), 1,8% dos contratos monitorados pelo cme group acreditava no corte supracitado - na quinta-feira, o porcentual era de 29,2%. na mesma marcação, 98,2% dos contratos acreditam que o corte será de 25 pontos-base, enquanto não havia apostas de manutenção das taxas de juros. em meio ao cenário de possibilidade de afrouxamento monetário mais fraco que o esperado, o índice ftse 100, da bolsa de londres, recuou 0,66%, para 7.553,14 pontos. na comparação semanal, porém, houve alta de 1,71%. foram verificadas perdas em empresas de mineração como a rio tinto, que caiu 3,83%, e a bhp group, que perdeu 2,75%. na bolsa de frankfurt, o índice dax 30 cedeu 0,49%, para 12.568,53 pontos, com variação positiva de 1,37% na semana. ajudou na pressão sobre o mercado acionário local, desde a abertura, a notícia de que as encomendas à indústria da alemanha sofreram queda de 2,2% em maio ante abril, segundo dados com ajustes sazonais divulgados nesta sexta pela agência de estatísticas do país, a destatis. o resultado ficou bem abaixo da expectativa de analistas consultados pelo the wall street journal, que previam recuo de 0,3% nas encomendas. por lá, a volkswagen perdeu 0,29% e a daimler baixou 0,09%. ainda no setor automotivo, a fiat chrysler recuou 0,38% na bolsa de milão, onde o índice ftse mib se depreciou em 0,61%, para 21.985,79 pontos. na semana, contudo, houve alta de 3,53%, devido a pregões de ganhos após o anúncio de que a comissão europeia desistiu de aplicar sanções à itália por má gestão fiscal. em paris, o índice cac 40 se depreciou em 0,48%, aos 5.593,72 pontos. na variação semanal, houve avanço de 0,99%. seguindo o movimento de baixa verificado nas principais bolsas europeias, o índice psi 20, da bolsa de lisboa, perdeu 0,33%, para 5.192,74 pontos - com avanço de 1,07% na semana -, enquanto o índice ibex 35, da bolsa de madri, encerrou o pregão em baixa de 0,70%, aos 9.335,00 pontos, com variação semanal positiva de 1,48%.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/07/692149-bolsas-da-europa-fecham-em-baixa-com-recuo-nas-apostas-de-corte-nos-juros-do-fed.html)
01/07/2019

União amplia relacionamento com MTG/RS

 com o objetivo de expandir o mercado de seguros para eventos nacionalmente, a união seguradora, empresa do grupo aspecir, se reuniu com mtg/rs movimento tradicionalista gaúcho na última sexta-feira na sede da empresa. entre tantos assuntos tratados, o principal é a ampliação do relacionamento da união com as entidades em prol de negócios no estado e em todo território brasileiro. estavam presentes na ocasião, o corretor claudio machado, a sra. juliana miranda 1a dama do mtg/rs, o sr. nairo callegaro presidente mtg rs, sr. milton machado presidente do grupo aspecir, o sr. joão lock diretor comercial da união seguradora, o sr. vanderlei eufrazio da rosa vice-presidente da campeira do mtg/rs e sr. marco rocha comercial da união seguradora.
28/06/2019

A 88i é um app de serviços digitais para a contratação de seguros e assistências

 nome: 88i. o que faz: é um app de serviços digitais para contratação de seguros e assistências baseado em blockchain, conectando corretores e clientes. que problema resolve: busca simplificar, democratizar e tornar mais ágil a comercialização deste serviço no país o que a torna especial: segundo o fundador, com apenas um clique e em menos de três minutos, o usuário consegue contratar um seguro. “as novas apólices são auditadas a cada nova compra, o que garante confiabilidade, automação dos processos e segurança da informação.” modelo de negócio: o modelo de negócio da 88i é b2b e b2c, ou seja, existem parcerias com canais digitais, com plataformas de mobilidade e bancos digitais, permitindo a chegada no cliente final. o usuário pode ter um seguro pagando a partir de 10 reais mensais. fundação: março de 2018. sócio: rodrigo ventura — fundador fundador: rodrigo ventura —  anos, 43, são paulo (sp) — é formado em economia pela puc-sp, com mba em finanças pelo ibmec/insper. trabalhou no hsbc, bradesco, porto seguro e kpmg. como surgiu: rodrigo conta que fez uma viagem de moto para desbravar o chile em janeiro 2017. mas um grave acidente ao se locomover com o veículo naquela região adiou alguns planos de sua viagem e foi agravado por um problema com o seguro da moto que havia contratado. o empreendedor diz que ao acordar no hospital, tentou acionar a seguradora e foi surpreendido com a resposta da atendente: de que o seguro não cobria a região em que ele estava. o atendimento precário foi, ao mesmo tempo, a origem de uma ideia que viria a se tornar a 88i. estágio atual: a 88i tem escritório no coworking do inovabra, em são paulo, e mais de 1 200 usuários cadastrados. além de operar no brasil, a empresa também está constituída na estônia e na suíça. aceleração: a tese da empresa foi vencedora do startup weekend blockchain techstars, evento patrocinado pelo google e pela techstars, braço de inovação do banco barclays da inglaterra. investimento recebido: entre aporte do fundador e aporte de investidores-anjos foram 3 milhões de reais. necessidade de investimento: não busca no momento. mercado e concorrentes: “as oportunidades são múltiplas e imensas, porque nós podemos trabalhar na distribuição digital de seguros, na gestão de operação de uma reguladora, no processo de sinistro, fazendo ciência de dados e gerando inteligência para negócios do setor”, diz rodrigo. ele aponta como concorrentes diretos a pear digital e a pitizi. maiores desafios: “o maior desafio no momento é fazer as pessoas acreditarem na cultura do seguro por meio digital. hoje, estamos tentando ensinar o público a se proteger e ao mesmo tempo atrair para acionar o seguro, o que significa que estamos escalonando o volume de vendas.” faturamento: não informado. previsão de break-even: já foi atingido. visão de futuro: “nós da 88i queremos oferecer um portfólio de serviços e produtos focados nas necessidades do cliente, que envolve seguros de acidentes pessoais, de viagem, de celular ou de residência para quando você está fora de casa, ou seja, queremos ser a empresa que oferece proteção sob demanda no momento certo e na hora certa”, afirma o fundador. onde encontrar: site contato

Emater leva projetos de energia solar ao campo gaúcho


12/04/2019
Um estado essencialmente agrícola e do tamanho do Rio Grande do Sul não deixa de ter suas inúmeras dificuldades no campo, sobretudo quando os custos de produção são elevados ou quando a energia elétrica ainda não chegou a algumas localidades. Devagar, mas expressivamente, as alternativas energéticas começam a alcançar pagos distantes, melhorando a produtividade e pesando menos no bolso do produtor. A concretização é possível através de iniciativas como a da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que leva projetos de implementação de geração de energia de fonte solar para o interior gaúcho. A empresa auxilia os agricultores no desenvolvimento dos projetos e no acesso ao crédito de bancos e programas de financiamento. Somente em 2018, foram 611 projetos, sendo 254 deles já implantados. São cerca de 50 técnicos capacitados, que fazem reuniões e dias de campo para explicar o processo aos agricultores. Mostardas, no Sul do Estado, foi o município pioneiro na implementação da geração de energia fotovoltaica. Os primeiros estudos começaram em 2008, para facilitar a captura de camarão ao longo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Atualmente, a energia solar chega ao local através de luminárias de jardim abastecidas com fotocélulas. A alternativa foi mais barata do que instalar grandes placas solares e ainda eliminou por completo o abastecimento por gás. As ações da Emater na região evoluíram para outras demandas e projetos maiores, quando, em 2013, foram atendidas quatro famílias de pescadores que viviam sem energia elétrica, em razão da infraestrutura da CEEE-D, concessionária que abastece o trecho, que não chegava até as casas. Os projetos ganharam corpo quando se abriu a oportunidade de financiamento pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), relembra o agrônomo Gustavo Chaves Alves, extensionista rural da Emater. Os projetos também podem ser viabilizados pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,5% ao ano para empreendimentos de infraestrutura. A energia solar passou a abastecer as residências e os freezers que armazenam os pescados. Por inviabilidade técnica, esses projetos não foram conectados à rede da concessionária, como ocorre nos casos de microgeração distribuída que cada vez ganha mais espaço no País. A energia produzida é armazenada em baterias. 'Projetos de fotovoltaicos em Mostardas. Placas alimentam casas dos pescadores que vivem na beira da praia de Mostardas. Foto Gustavo Chaves Alves/Divulgação/JC Foi só em 2015, porém, que o projeto contemplou a primeira propriedade rural conectada à rede de energia elétrica. Uma fazenda com produção de arroz, também no município de Mostardas, recebeu as placas para abastecer a irrigação da lavoura e a secagem do grão. A economia no bolso do produtor foi sentida consideravelmente: a conta de luz, que chegava a mais de R$ 1,5 mil ao mês, passou a custar a tarifa básica da CEEE-D para o sistema trifásico no meio rural (algo em torno de R$ 46,89, mas o valor varia com os impostos federais). Nesse modelo, que é de microgração distribuída ou on grid, a energia produzida pelas placas fotovoltaicas é injetada no sistema elétrico da companhia, gerando créditos ao produtor que podem ser utilizados em até cinco anos, abatendo o valor da conta de luz. O financiamento do projeto foi feito para dez anos, mas a projeção é de que o investimento retorne antes disso, em até oito anos. Desde 2018, ao menos cinco projetos foram levados para análise na região de Mostardas. Os pedidos envolvem geração de energia com autonomia para pecuaristas familiares, abastecimento de água para os animais e implementos de segurança das propriedades, como cercas elétricas. "A adesão ocorre aos poucos, mas vem crescendo. A região tinha uma deficiência muito grande de qualidade de energia, e a geração solar supre essa demanda", avalia Alves. "Os agricultores estão demandando mais energia do que é disponibilizado", observa Lino Moura, diretor técnico da Emater. Por isso, a adesão à energia fotovoltaica tem crescido bastante nas regiões de produção de fumo e aviários, como o Vale do Taquari, onde há muita demanda energética. A região de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, também desponta pelo número de iniciativas. A estimativa é de que a energia solar cresça de 20% a 25% ao ano no Brasil como um todo. Em Teutônia, um dos projetos mais significativos atende a 138 agricultores da Cooperativa Agroindustrial São Jacó. A energia representava o segundo maior custo do orçamento da fábrica de ração para animais, mas a luz solar conseguiu reduzir em 50% os gastos com energia. O investimento foi de R$ 500 mil, financiado pelo Feaper, e a estimativa é de que se pague em dois anos. Com a economia, o custo da ração caiu em 7%, afirma o gerente regional da Emater em Lajeado, Marcelo Brandoli. Na região de Lajeado já são 39 projetos instalados. O Vale do Caí é exemplo de outros casos, onde a energia solar é utilizada para manter câmaras frias que armazenam frutas e hortaliças. "É importante reforçar que existe uma facilidade de crédito muito grande para o produtor rural, com juros baixos, que permitem o retorno dos investimentos em poucos anos", salienta Brandoli.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679017-emater-leva-projetos-de-energia-solar-ao-campo-gaucho.html)

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