10/10/2018

Planejamento Financeiro e Previdência Privada

 especialista da ***** previdência orienta sobre como programar gastos e investimentos o planejamento financeiro permite ter uma visão clara de como e quando será possível alcançar objetivos, que podem ser desde temas simples como a próxima viagem, passando pela aquisição da casa própria, até a independência financeira. é o início e o passo fundamental de quem quer ver o dinheiro render. de acordo com maristela gorayb, diretora da ***** previdência e planejadora financeira cfp®, primeiro, é necessário definir objetivos e prazos, que poderão ser postergadas ou não, dependendo do fluxo de caixa. a próxima etapa é levantar dados de receitas e despesas, bens, condição tributária, dependentes etc. “assim é possível identificar oportunidades de melhoria no fluxo de caixa, para buscar superávit orçamentário, e levantar riscos financeiros que poderiam desestabilizar e até impedir a realização dos objetivos traçados. e, uma vez identificados os riscos, é possível mitigá-los usando apólices de seguro pessoal ou patrimonial”, explica a especialista. finalmente, é possível criar planos de ação para o alcance das metas estabelecidas, que podem considerar mudanças nos hábitos de consumo e controles de gastos, entre outros. por fim, e não menos importante, há que se definir as melhores classes de ativos para investimentos dos recursos financeiros, sempre de forma alinhada com o perfil do investidor, os prazos de cada objetivo e o cenário econômico. “em um momento inicial, a prioridade deve ser criar uma reserva de emergência capaz de cobrir, pelo menos, seis meses de despesas, podendo variar de acordo com a profissão, com um investimento em um fundo conservador e com liquidez. isto resolvido, é importante que os dependentes estejam protegidos por uma apólice de seguro de vida com vigência até o final do prazo em que se estima esta necessidade e capital suficiente para cobrir as despesas durante todo este período de dependência financeira”, orienta maristela. e a previdência privada? resolvidas as questões iniciais, está na hora de começar a se preocupar com outras situações porvir. contar apenas com a aposentadoria paga pelo inss fará com que a pessoa abra mão de outros sonhos e objetivos que dependem de investimentos. a reserva para a velhice deve estar separada das economias necessárias para outros projetos de médio prazo. maristela lembra que, quanto mais cedo a formação da reserva de aposentadoria tiver início, menor é o valor de investimento mensal. com juros baixos e longevidade em alta, o tempo é fundamental para se alcançar a quantia necessária de forma viável para o orçamento do investidor. “o valor separado para a previdência depende muito de caso a caso. considera idade atual, data prevista para aposentadoria, valor da reserva necessária, e disponibilidade financeira, além dos juros estimados.” como escolher a melhor previdência privada? antes de tudo, é preciso escolher entre o pgbl – melhor opção para quem opta pelo modelo completo de declaração do imposto de renda – e o vgbl – mais adequado para quem usa o modelo simplificado de ir. depois, compare as condições ofertadas, como carregamento, taxa de gestão e tábua atuarial (embora os planos novos ofereçam basicamente a tábua br-sem sem juros garantidos). em seguida, busque um fundo que esteja alinhado com o seu prazo de investimento e perfil, mais agressivo ou conservador. fonte: seguro total
10/10/2018

Cresce número de consumidores que poupam acima de R$ 50 para os filhos, diz Boa Vista SCPC

 pouco mais da metade (51%) dos entrevistados pela boa vista em sua pesquisa realizada para identificar a percepção dos brasileiros sobre a importância da educação financeira a crianças e adolescentes afirma poupar para os filhos. destes, 62% dizem guardar mensalmente acima de r$ 50, o que representa um aumento de 9 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o ano anterior. de acordo com a pesquisa da boa vista, dos pais que fazem algum tipo de investimento para os filhos, 65% alegam economizar para ajudar nos estudos, como, por exemplo, a pagar a faculdade. 15% afirmam poupar para a compra da casa própria. 13% para outras finalidades, como aposentadoria, previdência e independência financeira. tratamento médico e compra de carro representam 4% e 3%, respectivamente. a poupança ainda é a favorita na hora de investir para os filhos (61%). aplicações em fundos, ações ou cdb são outras modalidades recorrentes para 6% dos pais, quando indagados onde aplicam os recursos para as crianças. previdência privada e títulos de capitalização também são alternativas para 10% e 7% dos entrevistados, respectivamente. a imagem abaixo contém os detalhes. 85% dos consumidores acreditam ser muito importante a orientação financeira para jovens e adolescentes. este mesmo percentual acredita ser importante que desde criança se aprenda a lidar com dinheiro. e como fazem na prática para que isso aconteça? 66% costumam conversar e explicar o que é, como se ganha e para que serve o dinheiro. outros 31% estimulam a criança por meio da economia da mesada ou semanada e 3% alegam que a escola onde a criança estuda tem este tipo de orientação. em média, 23% dos consumidores costumam dar mesada ou semanada. entre 2017 e 2018, este percentual aumentou em 4 pontos percentuais (passando de 23% para 27%). 93% dos consumidores que adotam a prática da mesada utilizam o dinheiro. apenas 6% adotam o cartão, e destes, 71% o consideram uma boa ferramenta para organização das despesas. 64% dos que já dão mesada ou semanada fazem justamente para estimular a educação financeira. 25% para prover recursos para a alimentação e 11% como uma forma de recompensa por bom comportamento. a pesquisa também perguntou se substituiriam o tradicional presente do dia das crianças por um investimento. 58% não substituiriam o presente por uma modalidade de investimento. 42% substituiriam, e destes, 67% optariam pela poupança. 11% por fundos, ações e cdbs. 9% previdência privada. 6% título de capitalização e 7% outros tipos de investimentos. para auxiliar na tarefa de falar de dinheiro com as crianças, a área de serviços ao consumidor da boa vista lançou a cartilha de educação financeira infantil “você sabe de onde vem o dinheiro? ” para baixar o material acesse: www.consumidorpositivo.com.br. metodologia a pesquisa online sobre os hábitos de consumo para o dia das crianças, realizada pela boa vista scpc, entrevistou pouco mais de 1.800 consumidores, em nível nacional, entre 23 de agosto e 20 de setembro, com objetivo identificar a pretensão de compra para o dia das crianças. para leitura dos resultados, considera-se margem de erro de 3p.p. e 95% de grau de confiança. fonte: redação e-commerce news
10/10/2018

Ibovespa cai mais de 2%; investidor repercute declarações de Bolsonaro

 são paulo - (atualizada às 13h19) o ibovespa intensificou o ritmo de perdas e já opera em queda de mais de 2% nesta quarta-feira, num dia marcado pelo noticiário político agitado e pela maior aversão ao risco no exterior. nesse contexto, os investidores aproveitam para embolsar parte dos ganhos acumulados ao longo de outubro -- e as ações de empresas estatais aparecem entre as principais afetadas por esse movimento. às 13h19, o ibovespa recuava 2,20%, aos 84.197 pontos. o giro financeiro do índice soma r$ 6,2 bilhões. na terça-feira, o índice da bolsa paulista fechou praticamente estável, aos 86.087 pontos, um dia depois de ter subido 4,57%, aos 86.084 pontos, maior nível desde 16 de maio. eletrobras pnb (-13,8%) e eletrobras on (-12,6%) apresentam o pior desempenho do ibovespa na sessão. outras estatais, como banco do brasil on (-3,77%), petrobras on (-4%) e petrobras pn (-3,84%) também recuam com intensidade e pressionam o índice como um todo. o tom mais cauteloso dos investidores ocorre na esteira do noticiário político-eleitoral. além das alianças que começam a se formar entre os partidos, o mercado também repercute declarações recentes de jair bolsonaro (psl) a respeito dos planos econômicos de seu eventual governo. para um analista, as recentes declarações de jair bolsonaro (psl) trouxeram algum desconforto aos mercados. além disso, a sinalização de maior gradualismo na implantação das reformas econômicas, rechaçando o modelo proposto pelo governo michel temer, também contribui para trazer cautela aos investidores. em entrevista à tv bandeirantes, bolsonaro mostrou-se resistente à ideia de privatizar empresas estatais consideradas "estratégicas", incluindo o setor energético -- em especial, a área de geração da eletrobras. o presidenciável disse ser contra a privatização do 'miolo' da eletrobras e da petrobras. questionado, o candidato do psl afirmou que a venda área de distribuição da eletrobras até poderia ser discutida, mas não a de geração. quanto à petrobras, bolsonaro disse considerar possível privatizar o refino do petróleo. além disso, também gera ruído a declaração do coordenador político da campanha de bolsonaro, deputado onyx lorenzoni (dem-rs), dando a entender que o militar e seu entorno não são favoráveis à reforma da previdência nos modelos propostos pelo governo michel temer. além das estatais, outros setores que também avançaram forte nos últimos dias também operam em queda hoje. é o caso dos bancos privados, com itaú pn (-2,31%) e bradesco pn (-2,17%), e das varejistas, com b2w on (-6,21%) e magazine luiza on (-2,84%). já o segmento de mineração e siderurgia tem baixa na esteira das tensões globais com a china. vale on (-2,03%), csn on (-5,05%), gerdau pn (-2,87%) e usiminas pna (-5,79%) aparecem na ponta negativa do ibovespa. poucos papéis conseguem avançar nesta quarta-feira, em especial os de empresas exportadoras -- o dólar sobe mais de 1%, na casa de r$ 3,75. suzano on tem o melhor desempenho do dia, avançando 3,98%, seguido por fibria on (1,43%), weg on (1,2%) e units da klabin (0,67%). nos últimos dias, a euforia tomou conta do mercado e fez o valor de mercado das ações do chamado "kit eleições" - papéis mais sensíveis ao cenário político - subir quase 20% no início de outubro. esse pacote inclui companhias estatais - petrobras, eletrobras e banco do brasil - bem como bancos privados (itaú unibanco e bradesco) e varejistas (magazine luiza e lojas renner), além de embraer. fonte: este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/5915221/ibovespa-cai-mais-de-2-investidor-repercute-declaracoes-de-bolsonaro ou as ferramentas oferecidas na página.
10/10/2018

Dicas de Planejamento Pessoal

 amigo ouvinte, você já pensou com que idade vai se aposentar? aos 55 anos, aos 60, aos 65? e já pensou o que vai fazer depois de aposentado? já pensou de quanto vai precisar para viver e de onde virá esse dinheiro? pois é, isso se chama planejamento de vida ou planejamento pessoal e poucos brasileiros o fazem. quem tem uma previdência privada num fundo de pensão tem uma equipe de especialistas que pensa nisso todo dia para propiciar-lhe o melhor possível. para os que não têm esse privilégio, vão aqui algumas dicas simples: • primeiro, se você puder ter mais de uma fonte de renda na velhice, melhor. inss mais previdência privada é a receita; • segundo, quando você se aposentar jovem pelo inss, por tempo de contribuição, e não precisar parar de trabalhar, continue. • terceiro, não use o dinheiro da aposentadoria do inss. repasse integralmente para uma previdência privada até a hora de verdadeiramente decidir parar de trabalhar. quando o fizer, terá muito mais na previdência privada e uma aposentadoria maior somada à do inss; • por fim, mesmo depois de parar definitivamente na atividade principal, tenha outra. mesmo que seja em tempo parcial e não remunerada. não quer trabalhar de graça? olha, manter o cérebro trabalhando prolonga a vida. têm remuneração melhor? fonte: paraná portal por renato follador  
10/10/2018

Seguros: a decisão de proteger o que tem de mais valioso na vida

  os seguros podem cobrir riscos relativos a coisas, bens imateriais, créditos e outros direitos patrimoniais (seguros de danos) ou riscos relativos à vida, à saúde e à integridade física de uma pessoa (seguros de pessoas). a procura pelos diversos seguros disponíveis atualmente no mercado nacional continua em alta. se por um lado os portugueses dão sinais de uma maior preocupação com a proteção nas diferentes esferas da sua vida, por outro, as seguradoras mostram estar atentas à evolução das necessidades de cada um e disponibilizam soluções cada vez mais personalizadas. partindo do princípio de que os seguros podem ser obrigatórios (quando são exigidos por lei) ou facultativos (quando é opção do tomador do seguro celebrá-lo ou não), saiba, desde logo, que o contrato de seguro “é um acordo através do qual o segurador assume a cobertura de determinados riscos, comprometendo-se a satisfazer as indemnizações ou a pagar o capital seguro em caso de ocorrência de sinistro, nos termos acordados”, como assim o definem os principais players deste setor. neste acordo, a seu cargo, seja particular ou empresa, será exigido o pagamento ao segurador do “prémio correspondente”, ou seja, o custo do seguro. a prestação do que ficou acordado pode ser efetuada à pessoa ou entidade (o segurado) ou de terceiro designado pelo tomador do seguro (o beneficiário) ou ainda a uma terceira pessoa ou entidade que tenha sofrido prejuízos que o segurado deva indemnizar. ainda antes de assinar contrato decidida a contratação de um seguro, aguarda-o uma proposta de seguro, isto é, um “documento através do qual o tomador do seguro expressa a sua vontade de celebrar um contrato de seguro e informa o segurador do risco que pretende segurar”. esta proposta, normalmente apresentada em impresso fornecido pelo segurador ou disponibilizado em formato eletrónico, deve ser preenchida e assinada pelo tomador do seguro, ficando então a aguardar pela decisão de aceitar ou recusar por parte do segurador. se for aceite, é emitida a apólice de seguro, ou seja, o documento que contém o que foi acordado pelas partes, nomeadamente as condições do contrato celebrado entre o tomador do seguro e o segurador. atendendo a que é fundamental que o segurador seja bem informado sobre o risco a cobrir, a proposta deve ser preenchida na totalidade e sem inexatidões, porque serve de base ao contrato de seguro. é a partir do que é declarado na proposta de seguro que o segurador avalia o risco e decide se aceita cobri-lo. é também com base nessa informação que o segurador calcula o prémio a pagar. assim, pode haver lugar a um pedido com mais informações, na certeza de que o tomador do seguro e o segurado devem comunicar todos os factos que conheçam, sem omitir informação que seja significativa para o segurador avaliar o risco a cobrir. quanto à oferta em portugal, passa pelos seguros de danos, nomeadamente, seguro de responsabilidade civil, que cobre o risco de surgir uma obrigação de indemnizar terceiros por danos causados pelo segurado, por pessoas por quem este é responsável (por exemplo, filhos menores) ou por animais ou bens que tem à sua guarda; seguro de incêndio, que cobre os danos sofridos pelos bens identificados no contrato de seguro, quando resultam de um incêndio (este seguro é obrigatório para os edifícios em propriedade horizontal, os condomínios). já entre os seguros de pessoas destacam-se o seguro de vida, que garante o pagamento da prestação acordada no caso de morte de uma pessoa segura (seguro em caso de morte) ou no caso de a pessoa segura se encontrar viva no fim do contrato (seguro em caso de vida); o seguro de acidentes, que garante a prestação acordada no caso de verificação de lesão corporal, invalidez ou morte da pessoa segura resultante de um acidente (por exemplo, de trabalho); e ainda, o seguro de saúde, que garante a prestação acordada referente a cuidados de saúde. fonte: jornal econômico
10/10/2018

Seguro auto online: será o fim das corretoras de seguros?

 o mercado brasileiro de seguros vem crescendo, só no ano passado o crescimento foi de 7%, se comparado ao mesmo período do ano de 2016. estes números são da carta de conjuntura do setor de seguros, esta é uma publicação mensal, assinada pelo (sincor-sp) sindicato dos corretores de seguros do estado de são paulo. o mercado de seguros vem sofrendo em alguns setores, assim como os demais ramos do país, todos sabem dos mais de 14 milhões de desempregados, mesmo aquelas pessoas que ainda tem os seus empregos, mesmo aquelas pessoas que ainda tem os seus empregos, tiveram que fazer reanálises de contas pessoais para poder seguirem em frente. no ramo de seguros, os serviços mais afetados foram: seguro auto e seguro residência, por mais que o segurado tente ou queira manter o seguro já existente, outras prioridades os levam a desistir deste tipo de contratação de serviço. o número de empresas e profissionais autônomos "aventureiros" era grande, essas empresas e profissionais não prestavam a assessoria necessária aos seus clientes, unindo isso a crise, acabaram desistindo de atuar no mercado de seguros. isso acabou deixando a maioria dos fechamentos e controle deste tipo de serviço na mão de grandes corretoras, que conseguem fazer a prestação de pós-venda com muito mais qualidade e segurança. resiliência - essa palavra define muito bem o desempenho de crescimento no ramo de seguros. mesmo com um cenário negativo no brasil, até o momento, neste ano de 2018, houve uma arrecadação de r$ 117,9 bilhões, se compararmos ao crescimento, dentro do mesmo período em 2016, somando os números, o crescimento até o momento do setor de seguros foi de 3,5%. lembrando que fora descontado o valor de arrecadação do seguro dpvat, cujo o volume de prêmios foi reduzido neste ano por norma do cnsp (conselho nacional de seguros privados. através de dados divulgados pela susep (superintendência de seguros privados), a evolução do mercado até o momento é de 5,3%. os dados mencionados foram reunidos pela cnseg e publicados no boletim conjuntural da carta do seguro. segundo márcio coriolano, presidente da cnseg, em editorial da carta de seguro, as maiores taxas, seguidas pela ordem dos ramos de maior contribuição, se representam assim: seguro auto com 5,8%; pgbl, com 12,6%; vida coletiva, com 7,1%; vida individual, com 25,5%;vida risco tradicional, com 19,00%, e rural, com 17,8%. comparando com a revitalização do ramo automotivo, os planos de acumulação de vgbl diminuíram seu ritmo de crescimento, tendo atualmente uma evolução de 4,3%, após as taxas superlativas em 2016, e do primeiro trimestre de 2018". indo além da crise - segundo o diretor geral da cotandoseguro.com, anderson luis gimenez, a empresa cotando, que é uma corretora de seguros de são paulo, atendendo também a nível brasil, o crescimento no ramo de seguros, mesmo com a crise, foi de 32% até o momento, neste ano de 2018, em relação ao mesmo período no ano de 2017. isso só mostra o quanto a diferença de uma assessoria de qualidade, um bom atendimento, informações claras e um pós-venda de qualidade, podem fazer total diferença em um negócio, ressalta anderson. com informações passadas pelo diretor da cotando seguro, podemos ter uma base a nível nacional. tecnologia e a crise - segundo alguns especialistas, a tecnologia será responsável pela queda substancial do volume de prêmios em alguns segmentos de seguros tradicionais, como o seguro auto que de acordo com o relatório aon de 2018, o setor de seguros de automóveis terá uma queda de 40% no volume dos prêmios entre os anos de 2018 e 2050, neste período, os veículos autônomos deverão estar totalmente elaborados e desenvolvidos nos principais mercados do país. a visão dos corretores de seguros para o mercado atual mesmo com o grande crescimento no setor de seguros, muitos corretores não conseguem aguardar a concretização das comissões. o sistema de recebimento no ramo de seguros é a longo prazo, o corretor precisa ter paciência para receber sua remuneração. ainda existe um fluxo muito grande deste tipo de profissional. os corretores que são sozinhos (autônomos), acabam desistindo de continuar a tentar conseguir efetivar vendas de seguros, que por sua vez, acabam procurando outros ramos de venda para poder suprir suas necessidades pessoais. os grandes profissionais do ramo sabem que precisam ter um pouco de paciência para conseguirem fazer belas comissões, caso o profissional não tenha essa mentalidade empreendedora, acaba que ficando para trás, ressalta anderson luis. diante dos números estatísticos e da mudança do mercado no decorrer dos próximos anos, ter noção dos riscos é fundamental para a readaptação do profissional corretor. "o profissional corretor de seguros, deve se reinventar como consultor especializado, sabendo e entendo como agregar mais valor a cada cliente atendido. somente aqueles profissionais que entenderem que a tecnologia não é inimiga, mas sim uma aliada, continuarão subindo nos degraus do sucesso no ramo de corretagem de seguros, complementa anderson luis gimenez diretor da cotandoseguro.com. fonte: portal terra
10/10/2018

Bolsonaro e Haddad estão com propostas do setor de seguros para debate

  segmento formulou documento com 22 propostas aos presidenciáveis. o objetivo é ampliar os serviços no país e contribuir para reduzir os gastos públicos rio - um seguro voltado para pessoas de baixa renda com valores mais acessíveis. uma apólice capaz de dar continuidade a obras de infraestrutura no país. a possibilidade de garantir a complementação de renda em meio à discussão sobre uma possível reforma da previdência. e planos de saúde com preços mais acessíveis para a população. esses temas fazem parte de um documento com 22 propostas enviadas aos presidenciáveis pela confederação das seguradoras (cnseg), que podem pautar os debates entre jair bolsonaro (psl) e fernando haddad (pt) no segundo turno das eleições. o primeiro debate ocorrerá na sexta-feira, na tv bandeirantes (confira as propostas abaixo). a ideia do segmento, que representa 6,5% do pib do país, é mostrar que pode contribuir com o crescimento da economia. composto por 118 seguradoras, o setor é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos. no ano passado, pagou mais de r$ 277 bilhões em benefícios, indenizações, resgates e sorteios. para garantir os riscos que assume, as seguradoras investiram em ativos que ultrapassam r$ 1,2 trilhão, o equivalente a 25% da dívida pública. mas não são só as cifras que pautam a discussão. previdência e saúde em pauta em entrevista exclusiva à coluna 'seguro de si', marcio coriolano, presidente da cnseg, diz que a ideia é fazer com que as propostas apresentadas pelo setor entrem na pauta do governo federal. "pelo menos dois temas vão ser mais provocados pela própria mídia, que é previdência e saúde. até agora, ninguém aprofundou essa discussão", argumentou. gastos na aposentadoria as propostas aos presidenciáveis foram apresentadas à imprensa em coletiva na sede da cnseg, no rio, na semana passada. solange beatriz palheiro mendes, presidente da fenasaúde, defendeu a regulamentação do prevsaúde, um produto de previdência para ajudar a arcar com os custos da saúde na aposentadoria, quando a renda do indivíduo costuma ser reduzida e os gastos tendem a aumentar. "o principal dilema da saúde suplementar é a escalada dos custos e a incapacidade da população de arcar com isso", afirmou. "esse produto tem forte apelo social, principalmente para uma população que envelhece", complementou edson franco, presidente da fenaprevi. o novo produto é uma das iniciativas apontadas no documento para desonerar o orçamento do governo federal. os planos de previdência complementar são apontados como fundamentais para dar suporte a uma possível reforma da previdência, que deve entrar em pauta no próximo governo. propostas aos presidenciáveis 1 - seguros inclusivos - permissão de comercialização de produtos com isenção do iof e outros benefícios tributários. o objetivo é facilitar o acesso de apólices à população de baixa renda. 2 - assistência funeral 3 - novos produtos de saúde - criação de produtos e introdução do médico de família. a proposta visa a ampliação do acesso a planos de saúde com regras diferenciadas de compartilhamento de risco e de atendimento assistencial. 4 - coibir o exercício irregular da atividade seguradora - proteger o consumidor, regulamentando a oferta de produtos por mútuas e cooperativas. 5 - blindagem das reservas técnicas 6 - prevsaúde - a ideia é formar poupanças previdenciárias privadas de longo prazo para acumular recursos e garantir o pagamento futuro de mensalidade de planos de saúde. 7 - reforma da previdência - equacionar a dívida pública da união, estados e municípios por meio de uma reforma estrutural. 8 - alívio da judicialização - criação de modelo de câmara de mediação especializada para resolução de conflitos de consumo relacionados ao seguro.  9 - aplicação de novas tecnologias em saúde 10 - novo modelo de remuneração de prestadores de serviços de saúde   11 - novo modelo de reajuste de planos de saúde individuais 12 - regulação de órteses, próteses e materiais especiais 13 - novo modelo regulatório - facilitar o desenvolvimento do setor e a aplicação de padrões internacionais. 14 - análise de impacto regulatório 15 - conselho de saúde suplementar - reativação do órgão colegiado do ministério da saúde. 16 - marco regulatório de capitalização - promover a elevação dos índices de poupança interna e ampliar os benefícios oferecidos pelos títulos de capitalização à sociedade. 17 - aperfeiçoamento das regras de investimento 18 - garantia de grandes obras - execução mais acelerada de projetos governamentais de infraestrutura necessários para a retomada do crescimento econômico. 19 - regulação dos agentes de seguros 20 - canais de distribuição - a ideia também busca a adaptação do setor à evolução comportamental da sociedade em relação ao uso das novas tecnologias, com redução de gastos. 21 - seguro de vida universal 22 - produtos para pequenas e microempresas - incentivar a contratação de programas de proteção previdenciária privada e securitária para seus colaboradores, com tratamento fiscal diferenciado. fonte: o dia por herculano barreto filho
10/10/2018

Franquia investe em inteligência artificial para contratação de seguros

 o grupo wichmann, que gerencia as redes wichmann e as franquias de seguros bidon, com mais de 200 unidades espalhadas pelo brasil, está entrando na era da inteligência artificial. atenta às inovações do mercado, a empresa investiu na tecnologia segurobot, uma plataforma digital via robô, que ajuda os usuários a encontrar a melhor solução em seguros de forma mais prática e rápida. este sistema, totalmente interativo, agiliza e otimiza o atendimento aos clientes, oferecendo a melhor experiência de contratação de seguros. “não é preciso baixar aplicativo e nem ligar o computador. para ser atendido pelo robô, basta utilizar o facebook messenger. o assistente virtual estará sempre disponível nas mídias sociais e na internet, em qualquer lugar e qualquer hora, sete dias por semana e 24 horas por dia. além de o cliente ser atendido inicialmente pelo nosso robô, temos a equipe comercial pronta para entrar em contato e finalizar a venda, já que em alguns casos e operações, ainda é preciso o atendimento humano”, revela felipe wichamann, diretor do grupo wichmann. segundo ele, a empresa decidiu inovar e investir em inteligência artificial para angariar novos segurados para as franquias bidon, as redes wichmann, a corretora de seguros e o projeto de franquias que foi criado especificamente para o ramo imobiliário: a wiimobi. “o atendimento via inteligência artificial servirá tanto para quem já é cliente da corretora, quanto para quem procura contratar um novo seguro e novos serviços. o robô já consegue finalizar a venda de seguro viagem e equipamentos portáteis online, direto com o cliente. o sistema é totalmente interativo e ágil, e o processo tem menos burocracias, sem a necessidade de se preencher diversos formulários para cotar o melhor seguro”, explica. o grupo wichmann contará com dois robôs para atendimento online: o wibot e bidonbot. o atendimento via inteligência artificial trabalhará com seguros para automóvel, residencial, vida, pet, equipamentos portáteis, viagem e odonto. tecnologia inovadora no mercado, que vem para revolucionar e trazer uma nova experiência em seguros, o segurobot é uma solução global de propriedade da o2obots, que disponibiliza robôs com inteligência artificial para a gestão do funil de vendas e relacionamento com clientes para os canais de distribuição de seguros. fonte: revista cobertura via /cqcs
08/10/2018

Investidores devem ser conservadores com dinheiro nos próximos 180 dias

 recomendação de planejadores financeiros e especialistas em finanças é manter as economias em investimentos seguros e que possam ser resgatados a qualquer momento. são paulo - a incerteza política que traz risco aos investimentos deve se estender por um prazo maior do que o da disputa eleitoral. o período tende a chegar a 180 dias, que compreendem a transição e os cem primeiros dias do novo governo, quando o mercado financeiro oferece uma trégua para que o eleito comece a trabalhar promessas de campanha. nos próximo meses, portanto, a recomendação de planejadores financeiros e especialistas em finanças é manter as economias em investimentos seguros e que possam ser resgatados a qualquer momento. a volatilidade do mercado financeiro, que pode levar a perdas em investimentos mais arriscados, vem das dificuldades que economistas anteveem ao país caso não sejam aprovadas as reformas que consideram necessárias para o equilíbrio das contas públicas e a retomada do crescimento. por isso, a grande ambição do mercado financeiro com esta eleição é encontrar políticos dispostos a continuar reformas iniciadas pelo governo michel temer, parte delas interrompida porque o presidente gastou seu capital político para barrar investigações contra ele no congresso. passou a reforma trabalhista, mas a da previdência travou no congresso. o mercado conta ainda com as reformas tributária e política. "continua urgente a necessidade de se fazer reformas da previdência, política e fiscal. tem muita coisa na agenda", diz cesar caselani, professor de finanças da eaesp/fgv (escola de administração de empresas de são paulo). o analista-chefe da xp investimentos, karel luketic, diz que inicialmente investidores devem observar como será a formação da equipe econômica, a negociação de apoio no congresso e os temas que serão pautados. "passada a eleição, o primeiro movimento do mercado é dar o benefício da dúvida", afirma luketic. disparada na semana passada, as principais casas de investimento passaram a atualizar suas estimativas para o mercado após a corrida eleitoral, projetando espaço para a bolsa brasileira encostar em 95 mil pontos em caso de vitória de jair bolsonaro (psl). o patamar representaria uma alta de cerca de 20% do atual nível do ibovespa. na sexta-feira (5), o principal índice acionário do país terminou a 82.321 pontos, retomando níveis que não eram vistos desde maio. a alta foi impulsionada pela disparada de ações de empresas estatais, que se beneficiaram de uma visão otimista do mercado financeiro com os sinais de comprometimento do capitão reformado com propostas econômicas de viés liberal. luis stuhlberger, um dos mais respeitados investidores do país por sua gestão do fundo verde, elevou as aplicações em bolsa no mês passado e afirmou, em relatório a clientes, que as altas recentes da bolsa indicam que o excesso de pessimismo já desapareceu do mercado. "daqui por diante desenvolvimentos otimistas nos preços de ativos precisam de uma confluência de cenário externo mais positivo e resolução da eleição de fato, com sinalizações positivas em termos de equipe e execução de uma boa agenda fiscal e de reformas", escreveu stuhlberger. em relatório, a xp recomendou aplicações de curto prazo em ações de empresas que poderiam se beneficiar com a vitória do deputado, entre elas cemig, petrobras e banco do brasil, apesar de estimar volatilidade para o mercado. especialistas alertam, porém, que empresas públicas têm suas vulnerabilidades. "a sucessão em qualquer companhia preocupa investidores. todo período de transição de gestão é turbulento. em estatais isso se amplifica, porque há o risco de descontinuidade. a probabilidade de rupturas extremas pode levar estatais para rumos muito diferentes do que os analistas imaginaram em suas contas iniciais", diz giacomo diniz, professor de finanças do ibmec/sp. apesar das projeções otimistas para o mercado em geral, especialistas desaconselham que investidores entrem em aplicações arriscadas neste momento. "euforia de curto prazo não resolve a vida de ninguém. são precisos vários meses para se falar em tendência de mercado", afirma caselani, da fgv. ele lembra que a expectativa é que a taxa selic, atualmente na mínima histórica de 6,5% ao ano, volte a subir ainda já em 2018. por isso, a melhor estratégia é manter investimentos pós-fixados, que seguem a taxa de juros, como o tesouro selic. assim, o investidor consegue se beneficiar da alta dos juros. títulos prefixados, por outro lado, além de não capturarem a alta nos juros, sofrem com oscilações de mercado no curto prazo. juliana inhasz, professora de economia do insper, faz a mesma sugestão. "não é uma recomendação arrojada porque o ambiente pede cautela. é uma saída muito conservadora para que a gente guarde onde tem mais segurança e liquidez maior", diz. manter aplicações em investimentos que possam ser resgatados a qualquer momento facilita também a mudança de posição quando o cenário doméstico estiver mais claro. assim o pequeno investidor terá mais condições de buscar opções de investimentos mais arriscadas na hora que for mais apropriada. "quem tem dinheiro na poupança fica na poupança. uma opção é título público pós-fixado e com liquidez para poder se movimentar", diz josé luiz masini, planejador financeiro pela planejar (associação brasileira de planejadores financeiros). há ainda a preocupação de analistas com o cenário externo, que não deve sair do radar de investidores mesmo em períodos em que as atenções acabam centradas em temas domésticos. enquanto o mercado local se beneficiava de uma euforia pré-eleitoral na reta final, o exterior balançava com uma alta repentina nos juros de longo prazo da dívida americana. as treasuries (títulos de dívida dos estados unidos) saltaram para acima de 3,20% na sexta, de volta aos níveis de 2011. a escalada das taxas na semana foi impulsionada por dados econômicos fortes nos eua. o mercado de trabalho americano vive um momento próximo ao pleno emprego, o que acende o alerta para pressões inflacionárias e um aperto mais intenso na política monetária do país. a disparada das treasuries derrubou as bolsas americanas e fez investidores estrangeiros passarem a prever altas adicionais na taxa de juros pelo fed (federal reserve, o banco central dos eua), que hoje está no intervalo de 2% a 2,25%. alta nos juros americanos tende a reduzir a entrada de investidores estrangeiros, que escolhem a dívida americana, considerada mais segura, em vez de aplicações em países emergentes, vistos como mais arriscados. "não só fatores internos vão fazer diferença nesses próximos meses. quando o mercado financeiro der uma trégua para nosso próximo presidente, os fatores externos vão trazer impacto no mercado doméstico", diz masini. "são fatores que não são controláveis. estamos a reboque da guerra comercial e do aumento dos juros nos estados unidos."

Emater leva projetos de energia solar ao campo gaúcho


12/04/2019
Um estado essencialmente agrícola e do tamanho do Rio Grande do Sul não deixa de ter suas inúmeras dificuldades no campo, sobretudo quando os custos de produção são elevados ou quando a energia elétrica ainda não chegou a algumas localidades. Devagar, mas expressivamente, as alternativas energéticas começam a alcançar pagos distantes, melhorando a produtividade e pesando menos no bolso do produtor. A concretização é possível através de iniciativas como a da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que leva projetos de implementação de geração de energia de fonte solar para o interior gaúcho. A empresa auxilia os agricultores no desenvolvimento dos projetos e no acesso ao crédito de bancos e programas de financiamento. Somente em 2018, foram 611 projetos, sendo 254 deles já implantados. São cerca de 50 técnicos capacitados, que fazem reuniões e dias de campo para explicar o processo aos agricultores. Mostardas, no Sul do Estado, foi o município pioneiro na implementação da geração de energia fotovoltaica. Os primeiros estudos começaram em 2008, para facilitar a captura de camarão ao longo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Atualmente, a energia solar chega ao local através de luminárias de jardim abastecidas com fotocélulas. A alternativa foi mais barata do que instalar grandes placas solares e ainda eliminou por completo o abastecimento por gás. As ações da Emater na região evoluíram para outras demandas e projetos maiores, quando, em 2013, foram atendidas quatro famílias de pescadores que viviam sem energia elétrica, em razão da infraestrutura da CEEE-D, concessionária que abastece o trecho, que não chegava até as casas. Os projetos ganharam corpo quando se abriu a oportunidade de financiamento pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), relembra o agrônomo Gustavo Chaves Alves, extensionista rural da Emater. Os projetos também podem ser viabilizados pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,5% ao ano para empreendimentos de infraestrutura. A energia solar passou a abastecer as residências e os freezers que armazenam os pescados. Por inviabilidade técnica, esses projetos não foram conectados à rede da concessionária, como ocorre nos casos de microgeração distribuída que cada vez ganha mais espaço no País. A energia produzida é armazenada em baterias. 'Projetos de fotovoltaicos em Mostardas. Placas alimentam casas dos pescadores que vivem na beira da praia de Mostardas. Foto Gustavo Chaves Alves/Divulgação/JC Foi só em 2015, porém, que o projeto contemplou a primeira propriedade rural conectada à rede de energia elétrica. Uma fazenda com produção de arroz, também no município de Mostardas, recebeu as placas para abastecer a irrigação da lavoura e a secagem do grão. A economia no bolso do produtor foi sentida consideravelmente: a conta de luz, que chegava a mais de R$ 1,5 mil ao mês, passou a custar a tarifa básica da CEEE-D para o sistema trifásico no meio rural (algo em torno de R$ 46,89, mas o valor varia com os impostos federais). Nesse modelo, que é de microgração distribuída ou on grid, a energia produzida pelas placas fotovoltaicas é injetada no sistema elétrico da companhia, gerando créditos ao produtor que podem ser utilizados em até cinco anos, abatendo o valor da conta de luz. O financiamento do projeto foi feito para dez anos, mas a projeção é de que o investimento retorne antes disso, em até oito anos. Desde 2018, ao menos cinco projetos foram levados para análise na região de Mostardas. Os pedidos envolvem geração de energia com autonomia para pecuaristas familiares, abastecimento de água para os animais e implementos de segurança das propriedades, como cercas elétricas. "A adesão ocorre aos poucos, mas vem crescendo. A região tinha uma deficiência muito grande de qualidade de energia, e a geração solar supre essa demanda", avalia Alves. "Os agricultores estão demandando mais energia do que é disponibilizado", observa Lino Moura, diretor técnico da Emater. Por isso, a adesão à energia fotovoltaica tem crescido bastante nas regiões de produção de fumo e aviários, como o Vale do Taquari, onde há muita demanda energética. A região de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, também desponta pelo número de iniciativas. A estimativa é de que a energia solar cresça de 20% a 25% ao ano no Brasil como um todo. Em Teutônia, um dos projetos mais significativos atende a 138 agricultores da Cooperativa Agroindustrial São Jacó. A energia representava o segundo maior custo do orçamento da fábrica de ração para animais, mas a luz solar conseguiu reduzir em 50% os gastos com energia. O investimento foi de R$ 500 mil, financiado pelo Feaper, e a estimativa é de que se pague em dois anos. Com a economia, o custo da ração caiu em 7%, afirma o gerente regional da Emater em Lajeado, Marcelo Brandoli. Na região de Lajeado já são 39 projetos instalados. O Vale do Caí é exemplo de outros casos, onde a energia solar é utilizada para manter câmaras frias que armazenam frutas e hortaliças. "É importante reforçar que existe uma facilidade de crédito muito grande para o produtor rural, com juros baixos, que permitem o retorno dos investimentos em poucos anos", salienta Brandoli.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679017-emater-leva-projetos-de-energia-solar-ao-campo-gaucho.html)

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