16/07/2018

Princípios do seguro e temas polêmicos no STJ em debate da ANSP

 a academia nacional de seguros e previdência (ansp) realiza das 8h30 às 11h30 do dia 15 de agosto, no auditório do sindseg-sp, em são paulo, mais uma edição do café com seguro. tendo como tema "princípios do seguro e temas polêmicos no stj", o evento abordará alguns princípios jurídicos do contrato de seguro, as mais recentes súmulas do stj, o plc nº 29/2017, além da problemática acerca do reajuste das contribuições securitárias e previdenciárias em decorrência da mudança de faixa etária. os interessados em participar podem confirmar a presença até o dia 13 pelo e-mail: eventos@anspnet.org.br ou pelo telefone (11) 3333-4067. credenciais para a imprensa devem ser solicitadas pelo e-mail atendimento@oficinadotexto.com.br ou pelo telefone (11) 5631-0281. o evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. o auditório do sindseg fica localizado na avenida paulista, 1294, 4º andar, conjunto 4b. fonte: cnseg
16/07/2018

Dólar tem leves variações sobre o real com foco em cena externa a política

 às 10:21, o dólar recuava 0,02 por cento, a 3,8501 reais na venda, depois de ter fechado a semana passada com leve queda o dólar tinha leves variações frente ao real nesta segunda-feira, seguindo a cena externa, mas com os investidores ainda em modo cautela diante da cena política eleitoral no brasil. às 10:21, o dólar recuava 0,02 por cento, a 3,8501 reais na venda, depois de ter fechado a semana passada com leve queda. o dólar futuro era negociado praticamente estável. "vemos um viés pouco claro hoje para os ativos. o dólar pode se beneficiar do quadro externo (viés baixista)", escreveu a corretora guide em relatório. lá fora, o dólar tinha leve queda sobre uma cesta de moedas e algumas moedas de países emergentes, como o peso mexicano. as atenções se voltavam para o campo político, com o esperado encontro do presidente dos estados unidos, donald trump, com seu colega russo, vladimir putin, para tentar melhorar a relação entre os dois países. internamente, os investidores ficavam cada vez mais cautelosos com a eleição presidencial de outubro, na reta final para os partidos confirmarem suas pré-candidaturas e eventuais coligações. o foco principal continuava sendo para quem as legendas chamadas de "centrão" vão anunciar seu apoio. o mercado teme que um candidato que considere menos comprometido com ajustes fiscais possa ganhar tração. "internamente, a situação política permanece altamente incerta, e medidas recentes discutidas pelo congresso podem prejudicar uma perspectiva fiscal já frágil", trouxe o banco j.p.morgan em relatório, pelo qual também elevou sua perspectiva para o dólar neste final de ano, a 3,80 reais, ante 3,60 reais. "esperamos que as crescentes tensões comerciais entre os eua e a china mantenham a pressão sobre as condições financeiras dos países emergentes em geral", acrescentou. o banco central anunciou leilão de até 14 mil swaps tradicionais para esta sessão, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de 14,023 bilhões de dólares. por enquanto, não anunciou intervenção extraordinária no mercado de câmbio para este pregão. fonte: reuters • são paulo
16/07/2018

IGP-10 sobe 0,93% em julho ante alta de 1,86% em junho, aponta FGV

 o índice geral de preços - 10 (igp-10) avançou 0,93% em julho, após o aumento de 1,86% registrado em junho, informou a fundação getulio vargas (fgv) nesta segunda-feira (16). o índice acumulou um aumento de 6,07% no ano, segundo a fgv. a taxa em 12 meses ficou positiva em 8,06%. no caso dos três indicadores que compõem o igp-10 de julho, os preços no atacado medidos pelo ipa-10 tiveram alta de 0,99% no mês, ante uma elevação de 2,50% em junho. os preços ao consumidor verificados pelo ipc-10 apresentaram crescimento de 0,78% em julho, após a alta de 0,74% em junho. já o incc-10, que mede os preços da construção civil, teve aumento de 0,92% em julho, depois de um avanço de 0,36% em junho. o período de coleta de preços para o indicador de julho foi do dia 11 de junho a 10 deste mês. o igp-di, que apurou preços do dia 1º a 30 do mês passado, subiu 1,48%. os preços agropecuários medidos pelo ipa agrícola caíram 0,83% no atacado em julho, após um aumento de 2,78% em junho, dentro do igp-10. já os preços dos produtos industriais, mensurados pelo ipa industrial, registraram alta de 1,61% este mês, após o avanço de 2,41% no atacado em junho. dentro do índice de preços por atacado segundo estágios de processamento (ipa-ep), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 1,13% em julho, ante uma elevação de 1,80% em junho. os preços dos bens intermediários tiveram avanço de 1,99% em julho, após alta de 2,84% no mês anterior, segundo a fgv. já os preços das matérias-primas brutas apresentaram queda de 0,42%, depois do aumento de 2,94% em junho.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638441-igp-10-sobe-0-93-em-julho-ante-alta-de-1-86-em-junho-aponta-fgv.html)
16/07/2018

Incerteza marcará bolsa no segundo semestre

 a primeira metade de 2018 não foi das melhores para o mercado de capitais no brasil. mesmo abrindo o ano com bons desempenhos, a valorização dos papéis se derreteu até o fim de junho, quando o ibovespa, índice que reúne as principais ações vendidas na bolsa brasileira, acumulava queda de 4,76%. parte do terreno vem sendo recuperado em julho (a alta no mês, até a sexta-feira passada, é de 5,27%), mas as perspectivas para o resto do ano são incertas. o motivo é o período eleitoral que, para analistas, determinará o futuro da bolsa - e a deixará bastante instável. "quem tem mais perfil de renda fixa e entrar agora na bolsa pensando em curto prazo, acho que não vai ter estômago para isso", argumenta o analista-chefe da geral investimentos, carlos müller. o cenário mais provável, projeta, é o de dias com altas significativas alternados com quedas expressivas, pouco confortável a quem não é acostumado ao risco. o determinante é a proximidade das eleições, prato cheio para especulações. mesmo que presente nas expectativas do mercado há mais tempo, agora é que o quadro começará a se desenhar de verdade, primeiro com a definição dos candidatos até meados de agosto, depois com a campanha e o pleito em si. sempre em busca de antever os resultados, investidores tendem a reagir a qualquer sinal, seja pesquisa, seja declarações dos candidatos à presidência. "a bolsa pode reagir bem se os candidatos vistos como pró-mercado despontarem, pode ter um rali. mas o contrário também é verdadeiro, e pode cair bastante", acrescenta valter bianchi filho, diretor de investimentos da fundamenta. a preferência dos investidores, segundo ele, é por quem defenda a continuidade de processos de reforma, e movimentos que deem força a esses candidatos tendem a gerar alta nos preços dos papéis. fatores externos, a princípio, são vistos em segundo plano para o restante do ano. associados à deterioração nas perspectivas de crescimento da economia com ápice na greve dos caminhoneiros, guerra comercial entre estados unidos e china e a corrida contra moedas de países emergentes ajudaram a derrubar a bolsa em maio e junho. para o segundo semestre, já não assustam tanto, pelo menos para os últimos meses. "devemos ter ainda a persistência dos fatores externos negativos, com uma chance de melhora mais para a fase final do ano", projeta leandro ruschel, sócio da l&s. novas altas dos juros nos eua, por exemplo, já estariam precificadas. "o mercado financeiro já trabalha com mais duas altas neste ano, já sabe dessa informação. o impacto mais forte será se isso mudar", defende o diretor de renda variável da monte bravo, bruno madruga, argumentando que, se na prática ocorrer só uma elevação, o mercado brasileiro pode sofrer repercussões positivas. bianchi acrescenta que a guerra comercial pode passar a jogar a favor do brasil, caso a china substitua as suas importações dos eua por produtos de outros países, como o nosso. mesmo assim, a sugestão é de cautela para quem tiver um perfil mais conservador, ou a busca por fundos de investimento. para quem é mais afeito ao risco, há oportunidades de valorização no médio e longo prazo. uma das apostas recai sobre ações dos bancos, que puxaram a queda em maio e junho. "é um setor em que as ações recuaram muito forte nos últimos meses, e dificilmente terá uma mudança drástica nos fundamentos dessas empresas", comenta o analista da rico investimentos, roberto indech, que vê a queda como "injustificada". müller destaca que pode jogar a favor da bolsa o fato de as ações estarem baratas ao investidor estrangeiro. o ibovespa ainda está longe de sua máxima de 88 mil pontos em fevereiro, e a valorização do dólar ainda torna os papéis mais baratos na conversão. bianchi lembra que muitos estrangeiros se desfizeram das ações após a saída de pedro parente da petrobras. "se entenderem que a política não vai interferir de novo, voltam em peso. ainda é um ativo barato para o estrangeiro", argumenta. para os conservadores, recomendação é ter cautela a sugestão dos analistas para quem investe no mercado de capitais é de cautela para quem tiver um perfil mais conservador, ou a busca, por exemplo, por fundos de investimento. para quem é mais afeito ao risco, porém, há oportunidades de valorização no médio e longo prazo. uma das apostas dos analistas recai sobre ações do mercado bancário, que puxaram a queda nos meses de maio e junho. “é um setor em que as ações recuaram muito forte nos últimos meses, e dificilmente terá uma mudança drástica nos fundamentos dessas empresas”, comenta o analista da rico investimentos, roberto indech, que vê a queda como “injustificada”. o analista-chefe da geral investimentos, carlos müller, também defende que há outro fator que pode jogar a favor da bolsa brasileira que é o fato de as ações estarem baratas ao investidor estrangeiro. não apenas o ibovespa ainda está longe de sua máxima, os 88 mil pontos atingidos em fevereiro, como a valorização do dólar ainda torna os papeis mais baratos na conversão. “além disso, nossas empresas melhoraram resultados, a dívida está mais barata, não são as mesmas empresas de 2010. isso abre oportunidade”, afirma o analista da geral. valter bianchi filho, diretor de investimentos da fundamenta, concorda, lembrando que muitos estrangeiros se desfizeram das ações após a saída de pedro parente da petrobras. “se entenderem que a política não vai interferir de novo, voltam em peso. ainda é um ativo barato para o estrangeiro”, argumenta.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638244-incerteza-marcara-bolsa-no-segundo-semestre.html)
16/07/2018

BC aponta queda de 3,34% no IBC-Br em maio, que é prévia do PIB

 após subir 0,50% em abril (dado já revisado), a economia brasileira registrou forte retração em maio de 2018, sob impacto da greve dos caminhoneiros. o índice de atividade econômica do banco central (ibc-br) caiu 3,34% em maio ante abril na série com ajuste sazonal, informou nesta segunda-feira (16) o banco central (bc). o índice de atividade calculado pelo bc passou de 138,01 pontos para 133,40 pontos na série dessazonalizada entre os dois meses. este é o menor patamar para o ibc-br com ajuste desde dezembro de 2016 (132,87 pontos). a atividade em maio foi bastante prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros em todo o brasil, verificada nas últimas semanas do mês. na comparação entre os meses de maio de 2018 e maio de 2017, houve baixa de 2,90% na série sem ajustes sazonais. esta série encerrou com o ibc-br em 132,82 pontos em maio, ante 136,78 pontos de maio do ano passado. o indicador de maio de 2018 ante o mesmo mês de 2017 mostrou desempenho próximo do apontado pela mediana (-3,00%) das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo projeções broadcast (-3,80% a -1,41% de intervalo). o patamar de 132,82 pontos é o pior para meses de maio desde 2009 (124,41 pontos). o ibc-br acumulou alta de 0,73% em 2018 até maio, informou o banco central. o porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. pela mesma série, o ibc-br apresenta alta de 1,13% nos 12 meses encerrados em maio. conhecido como uma espécie de "prévia do bc para o pib", o ibc-br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. a previsão atual do bc para a atividade doméstica em 2018 é de avanço de 1,6%. o porcentual, informado pelo bc no fim de junho, é o mesmo considerado pelo ministério da fazenda.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638443-bc-aponta-queda-de-3-34-no-ibc-br-em-maio-que-e-previa-do-pib.html)  
13/07/2018

União Seguradora está no VI SEMAAT

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, está no mercado há 105 anos e acredita em eventos que proporcionam conhecimento, atualização e debates. sendo assim está apoiando o vi semaat, seminário aiamu de administração tributária municipal. o evento, de caráter científico, visa a enriquecer o debate relacionado a temas polêmicos no que tange às administrações tributárias municipais, colaborando para o aprimoramento da arrecadação tributária, de forma a garantir os recursos necessários para o investimento nas demandas sociais, sem desequilíbrios econômicos. o vi semaat será realizado no centro de eventos da associação dos auditores-fiscais da receita municipal de porto alegre – aiamu, nos dias oito e nove de agosto de 2018. e, embora com foco na região sul, trata de temas de abrangência nacional e contará com a participação de representantes dos principais municípios do país. a união seguradora parabeniza a aiamu pela iniciativa e excelente coordenação desse magnífico evento. a inscrição inclui acesso a todas às oficinas, palestras, material do evento, certificado e coffee-break. informações: (51) 3226-2364 – aiamu@aiamu.com.br
13/07/2018

Especialista explica porque os brasileiros não têm o hábito de poupar dinheiro

 quando o assunto é poupar dinheiro, os brasileiros não se saem muito bem, inclusive aqueles que tem uma maior renda. isso é o que revela o indicador mensal de reserva financeira do serviço de proteção de crédito (sps brasil) e da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl). “no brasil, a população tem por hábito pagar contas e dívidas, fazer as compras no supermercado e outras necessárias. caso sobre dinheiro, pode ser que a pessoa poupe uma quantia. no entanto, guardar dinheiro não é algo que está enraizado na cultura do país”, explica thiago silva, fundador da maway global investments. o hábito de não guardar dinheiro pode estar ligado à questões históricas e econômicas do brasil, que sofreu uma colonização de exploração, cujas riquezas eram exploradas e enviadas ao país colonizador. neste período, havia uma dependência muito grande do estado. já num passado recente, a população brasileira sofreu com inúmeras crises financeiras, trocas de moeda e hiperinflação. houve um tempo em que o preço das mercadorias eram reajustados diariamente, e isso fazia com que as pessoas tivessem de fazer escolhas imediatas e gastar dinheiro praticamente todos os dias, afinal, ninguém sabia como seria no dia seguinte. todas essas situações criavam um cenário de falta de previsibilidade, tornando as pessoas mais cautelosas em relação a comprometer sua renda. no começo dos anos 1990, a implantação do plano real trouxe uma melhora significativa a este cenário. “ter uma moeda forte proporcionou muito mais previsibilidade à população, especialmente aos poupadores. entretanto, ainda há muitas crenças enraizadas nos brasileiros, como a de que o estado vai, de alguma forma, prover e resolver todas as necessidades da população. a falta de educação financeira é outro fator que também contribui para o hábito de não poupar”, diz silva. no entanto, este cenário está passando por mudanças. no último ano, pesquisas e indicadores revelaram que cada vez mais os brasileiros estão buscando investir com propósitos de longo prazo. parte disso se deve à preocupação com o futuro, especialmente após às reformas trabalhista e da previdência. muitas pessoas estão buscando nos planos de previdência privada a segurança que já não sentem no sistema previdenciário brasileiro. “creio que esta é uma tendência que só tende a crescer. afinal, em 2009, os fundos de previdência privada aberta receberam contribuições de 39 bilhões de reais. já em 2017, foi de 115 bilhões de reais”, finaliza o especialista em finanças. fonte: eshoje
13/07/2018

Novas regras nos seguros vão ser positivas para os consumidores

 o novo regime de distribuição de seguros vai trazer vantagens para os consumidores. a seguir pablo forero: “não há qualquer intenção de transformar o bpi numa sucursal” mais vistas work-computer-1185637_1280 mercado de trabalho profissão a profissão. estes são os salários esperados em portugal fotogaleria estes 9 países vão ficar mais pobres até 2022. surpreenda-se com os nomes coreia do sul economia mundial estes países vão mandar no mundo em 2050 negócios 12 empresas famosas que desapareceram ou falharam de forma 'estrondosa' as regras para a distribuição de seguros vão mudar e o novo regime deverá trazer vantagens para os consumidores. isto apesar de ainda existirem dúvidas jurídicas sobre alguns pontos do projeto de lei para a venda de seguros. foram as principais conclusões das jornadas sobre o novo regime de distribuição de seguros, realizadas esta quinta-feira na faculdade de direito da universidade de lisboa. a iniciativa contou com a presença de professores de direito e de responsáveis de seguradoras portuguesas. a visão mais consensual foi de que o novo regime irá beneficiar os consumidores já que pretende travar a venda inadequada de seguros. apesar disso, houve um ponto da legislação que motivou a oposição tanto de juristas como de líderes das seguradoras: a forma como a lei define os poderes de representação de agentes e mediadores de seguros. considerou-se que a atribuição desses poderes não é clara. também a categorização das seguradoras como distribuidores motivou discordância por parte de alguns responsáveis do setor. as jornadas sobre o novo regime de distribuição de seguros resultaram de um protocolo assinado esta quinta-feira entre a associação portuguesa de seguradores, o instituto de direito privado da faculdade de direito da universidade de lisboa e o instituto de direito bancário da bolsa e dos seguros, da universidade de coimbra. o objetivo é aprofundar o estudo, o desenvolvimento da investigação e a divulgação do conhecimento técnico-científico sobre temas de direito dos seguros. no âmbito do protocolo ficou ainda o compromisso de criar um prémio para o melhor estudo ou trabalho de investigação na área do direito dos seguros, a realizar em cada uma das escolas.
13/07/2018

Seguro Prestamista teve crescimento de 25,1% nos cinco primeiros meses de 2018

 os ramos elementares mantém seu protagonismo diante da análise dos números do setor segurador referentes a maio de 2018, como afirmou o presidente da cnseg, marcio coriolano, em seu editorial na edição de julho de 2018 da publicação. entretanto, foi o ramo prestamista que apresentou o maior crescimento, de 25,1% nos cinco primeiros meses de 2018, potencializado pela expansão do crédito, conforme explicado por coriolano, que também apontou para o fortalecimento das provisões técnicas em 2018, que alcançaram a cifra de r$ 939,4 bilhões. o economista da escola nacional de seguros lauro faria, por sua vez, destacou, em sua análise conjuntural, a desaceleração da arrecadação em prêmios e contribuições do setor segurador regulado pela susep em maio, comparado com abril. além disso, nos primeiros cinco meses de 2018, as despesas administrativas das seguradoras reguladas pela susep cresceram 5,9% ante igual período de 2017, contribuindo para a queda de 14,4% do resultado financeiro. ainda assim, o resultado patrimonial cresceu (15,7%), bem como as receitas, permitindo que o lucro líquido agregado das empresas do setor crescesse 6,7%. fonte: cnseg via sindsegsc

Emater leva projetos de energia solar ao campo gaúcho


12/04/2019
Um estado essencialmente agrícola e do tamanho do Rio Grande do Sul não deixa de ter suas inúmeras dificuldades no campo, sobretudo quando os custos de produção são elevados ou quando a energia elétrica ainda não chegou a algumas localidades. Devagar, mas expressivamente, as alternativas energéticas começam a alcançar pagos distantes, melhorando a produtividade e pesando menos no bolso do produtor. A concretização é possível através de iniciativas como a da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que leva projetos de implementação de geração de energia de fonte solar para o interior gaúcho. A empresa auxilia os agricultores no desenvolvimento dos projetos e no acesso ao crédito de bancos e programas de financiamento. Somente em 2018, foram 611 projetos, sendo 254 deles já implantados. São cerca de 50 técnicos capacitados, que fazem reuniões e dias de campo para explicar o processo aos agricultores. Mostardas, no Sul do Estado, foi o município pioneiro na implementação da geração de energia fotovoltaica. Os primeiros estudos começaram em 2008, para facilitar a captura de camarão ao longo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Atualmente, a energia solar chega ao local através de luminárias de jardim abastecidas com fotocélulas. A alternativa foi mais barata do que instalar grandes placas solares e ainda eliminou por completo o abastecimento por gás. As ações da Emater na região evoluíram para outras demandas e projetos maiores, quando, em 2013, foram atendidas quatro famílias de pescadores que viviam sem energia elétrica, em razão da infraestrutura da CEEE-D, concessionária que abastece o trecho, que não chegava até as casas. Os projetos ganharam corpo quando se abriu a oportunidade de financiamento pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), relembra o agrônomo Gustavo Chaves Alves, extensionista rural da Emater. Os projetos também podem ser viabilizados pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,5% ao ano para empreendimentos de infraestrutura. A energia solar passou a abastecer as residências e os freezers que armazenam os pescados. Por inviabilidade técnica, esses projetos não foram conectados à rede da concessionária, como ocorre nos casos de microgeração distribuída que cada vez ganha mais espaço no País. A energia produzida é armazenada em baterias. 'Projetos de fotovoltaicos em Mostardas. Placas alimentam casas dos pescadores que vivem na beira da praia de Mostardas. Foto Gustavo Chaves Alves/Divulgação/JC Foi só em 2015, porém, que o projeto contemplou a primeira propriedade rural conectada à rede de energia elétrica. Uma fazenda com produção de arroz, também no município de Mostardas, recebeu as placas para abastecer a irrigação da lavoura e a secagem do grão. A economia no bolso do produtor foi sentida consideravelmente: a conta de luz, que chegava a mais de R$ 1,5 mil ao mês, passou a custar a tarifa básica da CEEE-D para o sistema trifásico no meio rural (algo em torno de R$ 46,89, mas o valor varia com os impostos federais). Nesse modelo, que é de microgração distribuída ou on grid, a energia produzida pelas placas fotovoltaicas é injetada no sistema elétrico da companhia, gerando créditos ao produtor que podem ser utilizados em até cinco anos, abatendo o valor da conta de luz. O financiamento do projeto foi feito para dez anos, mas a projeção é de que o investimento retorne antes disso, em até oito anos. Desde 2018, ao menos cinco projetos foram levados para análise na região de Mostardas. Os pedidos envolvem geração de energia com autonomia para pecuaristas familiares, abastecimento de água para os animais e implementos de segurança das propriedades, como cercas elétricas. "A adesão ocorre aos poucos, mas vem crescendo. A região tinha uma deficiência muito grande de qualidade de energia, e a geração solar supre essa demanda", avalia Alves. "Os agricultores estão demandando mais energia do que é disponibilizado", observa Lino Moura, diretor técnico da Emater. Por isso, a adesão à energia fotovoltaica tem crescido bastante nas regiões de produção de fumo e aviários, como o Vale do Taquari, onde há muita demanda energética. A região de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, também desponta pelo número de iniciativas. A estimativa é de que a energia solar cresça de 20% a 25% ao ano no Brasil como um todo. Em Teutônia, um dos projetos mais significativos atende a 138 agricultores da Cooperativa Agroindustrial São Jacó. A energia representava o segundo maior custo do orçamento da fábrica de ração para animais, mas a luz solar conseguiu reduzir em 50% os gastos com energia. O investimento foi de R$ 500 mil, financiado pelo Feaper, e a estimativa é de que se pague em dois anos. Com a economia, o custo da ração caiu em 7%, afirma o gerente regional da Emater em Lajeado, Marcelo Brandoli. Na região de Lajeado já são 39 projetos instalados. O Vale do Caí é exemplo de outros casos, onde a energia solar é utilizada para manter câmaras frias que armazenam frutas e hortaliças. "É importante reforçar que existe uma facilidade de crédito muito grande para o produtor rural, com juros baixos, que permitem o retorno dos investimentos em poucos anos", salienta Brandoli.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679017-emater-leva-projetos-de-energia-solar-ao-campo-gaucho.html)

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