03/07/2018

Seguradora Líder apresenta propostas de aperfeiçoamento do Seguro DPVAT à SUSEP

 a seguradora líder, em documento conjunto com a confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg) e a federação nacional de seguros gerais (fenseg), encaminhou à superintendência de seguros privados (susep) uma proposta com 19 temas para o aperfeiçoamento do atual modelo de operação do seguro dpvat. desde março de 2018, a seguradora integra a comissão especial criada pela susep com o intuito de debater melhorias no atual modelo do seguro obrigatório de acidentes de trânsito do brasil, conforme noticiado na 17a edição da newsletter líder informa . para elaborar as propostas, a seguradora realizou um estudo, com o apoio de consultoria internacional, no qual foram analisados os modelos de seguro de acidentes de trânsito adotados em 36 países. entre as descobertas mais relevantes do estudo, está a comparação do valor das indenizações no brasil com os demais países do mundo. o valor da importância segurada (is) no brasil, congelado há 11 anos, está atrás de países como indonésia, nigéria e bolívia. a rússia possui indenização aproximadamente três vezes superior à do brasil, apesar de o pib per capita ser próximo. a partir deste estudo, foi produzido um relatório que contemplou a compilação de críticas e sugestões sobre o atual sistema do dpvat, levando em consideração fatores como o sistema de governança, o processo regulatório, a forma de gestão das receitas e os valores da is. “a seguradora líder iniciou, no segundo semestre de 2017, uma série de debates sobre oportunidades de aprimoramento do modelo de operação e gestão atual do seguro dpvat, a fim de construir um projeto consistente, independente e inovador do seguro, que reflita efetivamente as necessidades do conjunto da população. a cnseg e a fenseg participaram deste trabalho, manifestando integral concordância com os resultados, posicionamentos e com a proposta apresentada pela seguradora líder, subscrevendo o material enviado à susep em maio", esclarece o diretor-presidente da seguradora líder, ismar tôrres. entre as propostas levadas à susep está a atualização das importâncias seguradas. ou seja: que a indenização máxima no brasil passe de r$ 13.500 para r$ 25.000. os valores das indenizações pagas às vítimas estão sem reajustes há 11 anos e são inferiores aos de todos os países analisados no relatório. confira a ata das últimas reuniões na íntegra e clique aqui (http://www.susep.gov.br/setores-susep/cgsoa/comissoes/arquivos-comissao-especial-2013-novo-modelo-dpvat-portaria-susep-no-7070-2018/modelo%20proposto%20pelos%20representantes%20das%20seguradoras%202.zip) para conferir as 19 proposições arquivadas no site da susep.   fonte: seguradora líder / imagem: freeimages.com
03/07/2018

Tenho 27 anos. Onde investir para ter uma vida financeira saudável?

  especialista responde dúvida de leitora sobre finanças pessoais. envie você também sua pergunta pergunta da leitora: tenho 27 anos e quero começar a investir. penso que estarei estabilizada financeiramente em um futuro próximo. qual o melhor investimento para ter uma vida financeira saudável e confortável, que me permita viajar de vez em quando, daqui a 15 anos? parabéns por se preocupar em ter uma vida financeira saudável no futuro desde já. é esse foco para alcançar seus objetivos que te levará ao futuro que deseja. imagino que minha resposta será um pouco diferente do que você esperava, mas tenho certeza que vai ampliar sua visão sobre o tema. você pergunta qual o “melhor investimento” para seus objetivos, mas há um problema aí: “o melhor investimento” não existe. quando pensamos em investir, temos em mente o fator rentabilidade. claramente, ele é importante, mas não é previsível, nem é o mais importante na equação. o fator definitivo para você ter uma vida financeira saudável e confortável não é o seu investimento, e sim, o seu comportamento. uma pessoa com hábitos financeiros simples e saudáveis, mas que requerem uma boa dose de disciplina, terá sucesso financeiro. basta não cometer grandes erros. os principais hábitos são: ter sobra em seu orçamento e investir, no mínimo, 10% da sua renda todos os meses. não procurar por investimentos mirabolantes ou o “da moda” – os bons investimentos são “chatos”. analisar seus principais riscos financeiros e elimina-los ou reduzi-los, por meio de seguros. utilizar o mínimo possível de crédito – os juros no brasil fazem isso custar muito caro. ter profissionais de sua confiança para auxilia-la na escolha das ferramentas (investimentos, seguros, previdência, etc) e, se possível, alguém que tenha uma visão holística da sua vida financeira. o melhor dos mundos é você aliar bom comportamento e boas decisões financeiras. receba conselhos para investir, de alguém que evite que você fique comprando e vendendo produtos toda hora e que crie uma carteira para o seu perfil e para os seus objetivos. tenha uma reserva com liquidez, com um valor equivalente a seis meses de despesas. a partir disso, diversifique seus investimentos em outros ativos, por meio de fundos de investimentos diferentes. fundos cambiais podem ajudar a reduzir o risco da variação do dólar para suas viagens internacionais. por fim, um plano de previdência privada pode ser uma boa opção para seus objetivos de longo prazo. comece a elaborar tudo isso desde já, com a ajuda de um profissional de confiança que consiga acompanhar seu andamento e e como você está em relação às suas metas. o importante é se conhecer e controlar suas ações. fonte: exame por valter police, planejador financeiro
03/07/2018

Luiz Osório: Susep desagrada gregos e troianos

  empresário questiona novas normas dos títulos de capitalização para o empresário e acionista da aplub capitalização, a superintendência de seguros privados (susep), desagradou “gregos e troianos” ao editar novas normas para títulos de capitalização, através da circular 569/2018. confira o artigo: “parece piada, mas não é. as sociedades de capitalização, entidades filantrópicas, federação nacional (fenacap) e distribuidores de títulos estão descontentes com a susep. as trapalhadas da área de produtos continuam. chegamos ao ponto em que a fenacap recorreu a confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg) com objetivo de intervir junto ao superintendente da susep, dr. joaquim mendanha de ataídes, com vistas a retificar a circular 569 e corrigir nova proposta de circular em consulta pública, diante do cenário de insegurança gerado. a fenacap não está sendo ouvida. as novas regras foram lançadas sem qualquer discussão com o mercado e contrariam também a legislação. cabe lembrar que no final do ano passado, dia 28 de novembro, após compromisso em audiência pública na câmara dos deputados, na comissão de finanças e tributação, a susep assumiu que, previamente, submeteria as novas normas e criaria uma comissão de produtos com os operadores do mercado e deputados. nada do que foi combinado foi cumprido. a susep, mais uma vez, quer cumprir um papel de legislar que não é seu. caso o mercado não seja atendido haverá uma enxurrada de ações judiciais contra a autarquia. conseguiu desagradar à todos!”. o jrs abre espaço aos citados neste artigo para as devidas manifestações, caso desejem. reiteramos que a opinião do articulista não reflete necessariamente nosso posicionamento editorial, cabendo ao mesmo a responsabilidade pela publicação. fonte: jrs
03/07/2018

IPP sobe 2,33% em maio ante alta de 1,58% em abril, revela IBGE

 o índice de preços ao produtor (ipp), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 2,33% em maio, informou na manhã desta terça-feira (3), o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge). a taxa de abril foi revisada de uma elevação de 1,56% para avanço de 1,58%. o ipp mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação. com o resultado de maio, o ipp de indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 5,96% no ano e elevação de 10,45% em 12 meses. considerando apenas a indústria extrativa, houve redução de 4,10% em maio, após o aumento de 4,83% registrado em abril, segundo o ibge. já a indústria de transformação registrou expansão de 2,61% em maio, ante um crescimento de 1,44% no ipp de abril.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636235-ipp-sobe-2-33-em-maio-ante-alta-de-1-58-em-abril-revela-ibge.html)
03/07/2018

Taxas futuras de juros recuam com dólar antes de leilão de Tesouro

 os juros futuros operam em baixa na manhã desta terça-feira (3), na esteira do dólar fraco no exterior e ante o real, diante da melhora do ambiente de negócios internacional. as taxas futuras são influenciadas também pelo leilão de compra e de venda de notas do tesouro nacional - série b (ntn-b), pela manhã (11h). lá fora, embora as disputas comerciais entre estados unidos e china continuem no radar, o clima é mais ameno, após o presidente donald trump ter afirmado que os eua não sairão da organização mundial do comércio (omc) e que irá anunciar novos acordos comerciais em breve. já a chanceler da alemanha, angela merkel, e o ministro do interior, horst seehofer, chegaram a um acordo na noite desta segunda-feira (2), sobre a questão imigratória, garantindo a sobrevivência de merkel no cargo. na segunda, os contrato de depósito interfinanceiro (di) deram continuidade à devolução de prêmios, em meio à percepção de que a selic tende a ficar estável em 6,50% ao ano nos próximos meses. assim, as taxas fecharam em baixa, comportadas ante o avanço do dólar ante o real, que fechou a segunda-feira a r$ 3,9094, maior patamar desde 7 de junho. no câmbio, há um movimento de realização de ganhos, após o dólar à vista ter acumulado no ano até ontem ganhos de 17,91%. às 9h30min, o contrato de depósito interfinanceiro (di) para janeiro de 2020 indicava 8,22%, de 8,28% no ajuste anterior. o di para janeiro de 2021 estava a 9,18%, de 9,25% no ajuste anterior, enquanto o di para janeiro de 2023 recuava a 10,59%, de 10,67% no ajuste anterior. no câmbio, o dólar à vista caía 0,39%, aos r$ 3,8940. o dólar futuro de agosto recuava 0,55%, a r$ 3,9035. mais cedo, o ibge informou que o índice de preços ao produtor (ipp), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 2,33% em maio. a taxa de abril foi revisada de uma elevação de 1,56% para avanço de 1,58%. com o resultado de maio, o ipp das indústrias de transformação e extrativa acumulou aumento de 5,96% no ano e elevação de 10,45% em 12 meses. já a fipe divulgou que a inflação na cidade de são paulo subiu 1,01% em junho, ganhando força significativa em relação ao avanço de 0,19% registrado em maio, mas desacelerando um pouco frente ao acréscimo de 1,07% observado na terceira quadrissemana do mês passado. o resultado ficou praticamente no piso do intervalo de 11 estimativas colhidas pelo projeções broadcast, que ia de alta de 1,02% a 1,29%, com mediana de 1,16%. ao longo do primeiro semestre de 2018, o ipc-fipe acumulou inflação de 1,23%. no período de 12 meses até junho, o índice apresentou ganho de 2,51%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636237-taxas-futuras-de-juros-recuam-com-dolar-antes-de-leilao-de-tesouro.html)  
03/07/2018

Dólar recua ante real com melhora externa

 o dólar opera em baixa na manhã desta terça-feira (3), diante da melhora do ambiente de negócios internacional, onde as bolsas sobem e a moeda americana recua ante pares principais e divisas emergentes ligadas a commodities. lá fora, embora as disputas comerciais entre estados unidos e china continuem no radar, o clima é mais ameno após o presidente americano donald trump ter afirmado na segunda-feira (2), que não pretende deixar a organização mundial do comércio (omc) e que irá anunciar novos acordos comerciais em breve. já a chanceler da alemanha, angela merkel, e o ministro do interior, horst seehofer, chegaram a um acordo na noite de segunda sobre a questão imigratória, garantindo a sobrevivência de merkel no cargo. a expectativa dos agentes financeiros é de que os negócios se concentrem na primeira parte da sessão e a liquidez tende a diminuir à tarde com o encerramento antecipado dos mercados norte-americanos no começo da tarde (bolsas às 14h e treasuries, às 15h), por causa do feriado pelo dia da independência dos estados unidos, nesta quarta-feira, dia 4, quando os mercados em wall street ficarão fechados. diante do sinal de baixa do dólar até o momento, o banco central (bc) pode não realizar novamente leilão extraordinário no mercado de câmbio, marcando a sétima sessão consecutiva sem leilões de novos contratos de swap (venda de dólar no mercado futuro) e a terceira sem operação de linha com recompra. para esta terça está agendada apenas uma operação de rolagem de us$ 700 milhões em swap cambial com vencimento em 1º de agosto (11h30min). no radar dos agentes financeiros está o "estado de greve" dos caminhoneiros, disse um operador de uma corretora. uma nova paralisação não tem sido descartada pela categoria nos últimos dias caso a mp 832, que institui a política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas, não seja votada. segundo o relator da matéria, deputado osmar terra (mdb-rs), a expectativa é apresentar o texto ainda nesta terça na comissão especial que analisa a mp, o que, se confirmado, eleva a chance de o texto ser apreciado no plenário da câmara na quarta e, no plenário do senado, no dia 11 de julho, antes do recesso parlamentar. além disso, os dados da balança comercial de junho saem à tarde (15h) e devem ter superávit mais elevado do que o do mês anterior, mas ainda podem mostrar algum reflexo da greve dos caminhoneiros, que ocorreu no fim de maio. pesquisa do projeções broadcast indica expectativas de superávit de us$ 5,4 bilhões a us$ 7 bilhões, com mediana de us$ 6,6 bilhões (15h00). em maio, houve superávit de us$ 5,9 bilhões. a continuação da votação do projeto de lei que trata da cessão onerosa no plenário da câmara, à tarde, também estará no radar. em relação aos combustíveis, a petrobras anunciou que o preço médio do litro da gasolina a sem tributo nas refinarias, que entra em vigor hoje, será de r$ r$ 1,9854, alta de 1,9% ante o atual r$ r$ 1,9486. já o preço do diesel segue congelado em r$ 2,0316. às 9h11min desta terça-feira, o dólar à vista caía 0,48%, aos r$ 3,8905. o dólar futuro de agosto recuava 0,61% no mesmo horário, a r$ 3,9010.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636236-dolar-recua-ante-real-com-melhora-externa.html)
03/07/2018

Inflação de Porto Alegre acelera e fecha o mês de junho em 1,20%, aponta FGV

 a inflação de porto alegre medida pelo índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) acelerou sua taxa de variação na quarta quadrissemana de junho, passando de 1,09% para os atuais 1,20%. no geral, o ipc-s avançou em quatro das sete capitais pesquisadas e passou de 1,17% para 1,19% entre os dois períodos, informou a fundação getúlio vargas (fgv) nesta terça-feira (3). na capital gaúcha, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos educação, leitura e recreação (-0,79% para -0,14%) e alimentação (0,22% para 0,85%). as pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos: habitação (2,01%), transportes (1,50%) e alimentação (1,41%). além de porto alegre, registraram acréscimo nas taxas de variação foram: salvador (0,86% para 0,97%), brasília (1,27% para 1,36%) e recife (1,09% para 1,14%). em contrapartida, apresentaram desaceleração no período as seguintes capitais: belo horizonte (1,59% para 1,58%), rio de janeiro (1,33% para 1,26%) e são paulo (1,10% para 1,06%). a tabela a seguir apresenta as variações percentuais das sete capitais componentes do índice, nesta e na apuração anterior: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636229-inflacao-de-porto-alegre-acelera-e-fecha-o-mes-de-junho-em-1-20--aponta-fgv.html)
03/07/2018

Indústria propõe fundo de de R$ 1,6 bilhão para investir em startups

 os recursos seriam destinados para a lei de informática, que deve intensificar a tecnologia industrial ternium industrial center/afp/jc a indústria vai propor aos candidatos à presidência da república a criação de um fundo de cerca de r$ 1,6 bilhão com recursos da lei de informática para financiar startups em tecnologia. é parte de um pacote desenhado para intensificar a entrada do brasil na chamada indústria 4.0, que é a produção num mundo em que "tudo se conecta com tudo" por meio de tecnologia digital. na quarta-feira (4), os presidenciáveis participarão de um debate promovido pela confederação nacional da indústria (cni) e poderão ver uma exposição com exemplos de como a digitalização vai mudar a vida das pessoas e das cidades. e, por extensão, como isso já tem impacto nas empresas no mundo inteiro e precisa ser uma prioridade no brasil para competir no mercado mundial nos próximos anos. na exposição, poderão ser vistos sistemas automatizados que lavam e passam roupas, impressoras 3d para concreto, bueiros que avisam quando estão entupidos e um espelho que tira medidas e comanda a confecção de roupas. "já ficamos para trás na transformação que houve na terceira revolução industrial, a da microeletrônica", disse o diretor-geral do serviço nacional de aprendizagem industrial (senai), rafael lucchesi. "ficar para trás não é uma alternativa", completou o gerente executivo de política industrial da confederação nacional da indústria (cni), joão emílio gonçalves. o atraso da indústria brasileira é grande. pesquisa da cni mostra que 77,8% das empresas ainda estão nos estágios mais atrasados de aplicação de tecnologia. em metade delas, o uso das tecnologias de informação e comunicação (tic) é apenas pontual. a outra metade está um passo adiante, usando as tics, mas com integração de apenas algumas áreas. no estágio seguinte, no qual a integração de áreas é total, estão 20,5% das indústrias pesquisadas. e apenas 1,6% está na fronteira, com integração digital total e uso de inteligência artificial. a quantidade de empresas que usa tecnologia de ponta até que não é tão pequena. na alemanha, por exemplo, as indústrias nesse estágio somam 10%. o problema é que na base da pirâmide da produção brasileira o atraso tecnológico é muito grande. por isso, colocar as pequenas e médias empresas na era digital é o trabalho mais decisivo para o brasil entrar na era 4.0, segundo avaliação da cni e do governo brasileiro. na próxima semana, o ministro da indústria, comércio exterior e serviços (mdic), marcos jorge, lançará, em são paulo, um hub no qual as empresas poderão ver o que há de mais novo em tecnologias digitais. está prevista a participação de presidentes das 21 maiores empresas mundiais da área. "é uma plataforma que vai conectar oferta e demanda sem a interferência do governo", disse ele ao jornal o estado de s. paulo. a definição de um plano de digitalização é uma etapa anterior à obtenção do financiamento, que já é oferecido. em março, o governo anunciou linhas de crédito no valor de r$ 9 bilhões para a digitalização das empresas, frisou o ministro. a pasta também reduziu de 14% para zero a tarifa de importação de robôs industriais sem similar de fabricação nacional e para impressoras 3d. a proposta da cni aos presidenciáveis contém também a criação de um programa de compras governamentais, que foi decisiva para a digitalização da indústria na alemanha, por exemplo. a ideia é direcionar essas encomendas a produtos e serviços de tecnologia mais avançada. de 2012 a 2017, o setor público brasileiro comprou r$ 306 bilhões.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/636228-industria-propoe-fundo-de-de-r-1-6-bilhao-para-investir-em-startups.html)
29/06/2018

Setor de seguros no Brasil já usa blockchain para diferentes aplicações

  o setor de seguros no brasil está animado com os casos de uso que vêm sendo desenvolvidos com a tecnologia blockchain e, com o tempo, vêm substituindo processos manuais e onerosos pela rapidez e imutabilidade da cadeia de blocos, e não são apenas insurtechs, como a 88 que estão explorando a tecnologia, mas empresas tradicionais que têm aposentado o carimbo até emitindo criptomoedas próprias vinculadas a times de futebol. uma delas é a sura, empresa colombiana fundada em 1997, que atua no brasil e pertence ao grupo sura e em 2014 registrou uma receita de mais de us$22 bilhões. “nesse mesmo ano [2017] decidimos agregar a validação por meio da blockchain para obter valor comprobatório nos documentos e confirmações de entrega, leitura e clique nas mensagens, além de dar assinatura legal aos documentos eletrônicos”, explica eduardo guedes, vice-presidente de tecnologia e operações da sura, ao jornal valor econômico. para validar suas transações, a sura utiliza a blockchain do ethereum e o software direct.one para o envio de apólices, endossos, faturas, documentos de cobrança e contratos. a tecnologia permite aos clientes saberem exatamente o momento em que o documento foi gerado pela seguradora e enviado ao corretor. o sistema será adotado nas plataformas de seguros do tipo “pay as you use”, ou “pague conforme consumo”, e no monitoramento de atividades do cliente para avaliação do risco. “com a garantia do envio e recebimento dos documentos de cobrança, as prorrogações de pagamento e a até a inadimplência foram reduzidas”, diz guedes. já a thinkseg está lançando uma criptomoeda própria vinculada a times de futebol no brasil e até clubes internacionais, e, embora ainda não tenha divulgado mais detalhes sobre o lançamento, tudo indica que a plataforma vai operar numa espécie de tokenização dos clubes. além disso, a startup está desenvolvendo vários módulos na plataforma blockchain com investimentos de us$10 milhões. “a blockchain permite aumentar a segurança e a transparência das operações, reduzir os custos de processamento de pagamentos, fraudes e riscos de terceiros e, por consequência, o preço do seguro”, afirma o ceo da thinkseg, andré gregori. outra empresa do setor que vem investido na modernização de seus processo por meio da utilização da cadeia de blocos é a tokio marine, uma das 10 maiores seguradoras do mercado nacional e que participa do grupo b3i, com outras 14 seguradoras que vão criar uma rede de gerenciamento de contratos e cessão de riscos de resseguro. representando o japão, um dos primeiros países a abraçou as criptomoedas e onde fica a matriz da empresa, a tokio marine usa blockchain para compartilhar apólices e ordem de embarque em seguros de transportes. “o grupo avalia a tecnologia como alternativa para troca de ativos e documentos compartilhados”, diz adilson lavrador, diretor executivo de operações, tecnologia e sinistros da seguradora. para adriana nascimento, consultora de blockchain para a indústria de seguros da ibm brasil, o grande desafio na aplicação da blockchain no setor será a definição do modelo de governança entre os diversos participantes, para que os benefícios sejam reais, permitindo que as seguradoras colaborem entre si sem perder diferenciais competitivos. especialistas também apontam que a área pode sofrer inúmeras mudanças se as promessas da conectividade entre a internet das coisas (iot) com as tecnologias dlt se concretizar como no campo automobilístico, que permitiria um monitoramento em tempo real de todas as condições destes veículos oferecendo informações mais precisas para seguradoras e todos os consumidores de dados que interagem com este ecossistema. todos estes desenvolvimento apontam para uma máxima, a blockchain ainda vai transformar sua vida sem que você saiba que é por meio dela que tudo vem acontecendo. este é o caminho apontado para a adoção em massa.

Emater leva projetos de energia solar ao campo gaúcho


12/04/2019
Um estado essencialmente agrícola e do tamanho do Rio Grande do Sul não deixa de ter suas inúmeras dificuldades no campo, sobretudo quando os custos de produção são elevados ou quando a energia elétrica ainda não chegou a algumas localidades. Devagar, mas expressivamente, as alternativas energéticas começam a alcançar pagos distantes, melhorando a produtividade e pesando menos no bolso do produtor. A concretização é possível através de iniciativas como a da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que leva projetos de implementação de geração de energia de fonte solar para o interior gaúcho. A empresa auxilia os agricultores no desenvolvimento dos projetos e no acesso ao crédito de bancos e programas de financiamento. Somente em 2018, foram 611 projetos, sendo 254 deles já implantados. São cerca de 50 técnicos capacitados, que fazem reuniões e dias de campo para explicar o processo aos agricultores. Mostardas, no Sul do Estado, foi o município pioneiro na implementação da geração de energia fotovoltaica. Os primeiros estudos começaram em 2008, para facilitar a captura de camarão ao longo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Atualmente, a energia solar chega ao local através de luminárias de jardim abastecidas com fotocélulas. A alternativa foi mais barata do que instalar grandes placas solares e ainda eliminou por completo o abastecimento por gás. As ações da Emater na região evoluíram para outras demandas e projetos maiores, quando, em 2013, foram atendidas quatro famílias de pescadores que viviam sem energia elétrica, em razão da infraestrutura da CEEE-D, concessionária que abastece o trecho, que não chegava até as casas. Os projetos ganharam corpo quando se abriu a oportunidade de financiamento pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), relembra o agrônomo Gustavo Chaves Alves, extensionista rural da Emater. Os projetos também podem ser viabilizados pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,5% ao ano para empreendimentos de infraestrutura. A energia solar passou a abastecer as residências e os freezers que armazenam os pescados. Por inviabilidade técnica, esses projetos não foram conectados à rede da concessionária, como ocorre nos casos de microgeração distribuída que cada vez ganha mais espaço no País. A energia produzida é armazenada em baterias. 'Projetos de fotovoltaicos em Mostardas. Placas alimentam casas dos pescadores que vivem na beira da praia de Mostardas. Foto Gustavo Chaves Alves/Divulgação/JC Foi só em 2015, porém, que o projeto contemplou a primeira propriedade rural conectada à rede de energia elétrica. Uma fazenda com produção de arroz, também no município de Mostardas, recebeu as placas para abastecer a irrigação da lavoura e a secagem do grão. A economia no bolso do produtor foi sentida consideravelmente: a conta de luz, que chegava a mais de R$ 1,5 mil ao mês, passou a custar a tarifa básica da CEEE-D para o sistema trifásico no meio rural (algo em torno de R$ 46,89, mas o valor varia com os impostos federais). Nesse modelo, que é de microgração distribuída ou on grid, a energia produzida pelas placas fotovoltaicas é injetada no sistema elétrico da companhia, gerando créditos ao produtor que podem ser utilizados em até cinco anos, abatendo o valor da conta de luz. O financiamento do projeto foi feito para dez anos, mas a projeção é de que o investimento retorne antes disso, em até oito anos. Desde 2018, ao menos cinco projetos foram levados para análise na região de Mostardas. Os pedidos envolvem geração de energia com autonomia para pecuaristas familiares, abastecimento de água para os animais e implementos de segurança das propriedades, como cercas elétricas. "A adesão ocorre aos poucos, mas vem crescendo. A região tinha uma deficiência muito grande de qualidade de energia, e a geração solar supre essa demanda", avalia Alves. "Os agricultores estão demandando mais energia do que é disponibilizado", observa Lino Moura, diretor técnico da Emater. Por isso, a adesão à energia fotovoltaica tem crescido bastante nas regiões de produção de fumo e aviários, como o Vale do Taquari, onde há muita demanda energética. A região de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, também desponta pelo número de iniciativas. A estimativa é de que a energia solar cresça de 20% a 25% ao ano no Brasil como um todo. Em Teutônia, um dos projetos mais significativos atende a 138 agricultores da Cooperativa Agroindustrial São Jacó. A energia representava o segundo maior custo do orçamento da fábrica de ração para animais, mas a luz solar conseguiu reduzir em 50% os gastos com energia. O investimento foi de R$ 500 mil, financiado pelo Feaper, e a estimativa é de que se pague em dois anos. Com a economia, o custo da ração caiu em 7%, afirma o gerente regional da Emater em Lajeado, Marcelo Brandoli. Na região de Lajeado já são 39 projetos instalados. O Vale do Caí é exemplo de outros casos, onde a energia solar é utilizada para manter câmaras frias que armazenam frutas e hortaliças. "É importante reforçar que existe uma facilidade de crédito muito grande para o produtor rural, com juros baixos, que permitem o retorno dos investimentos em poucos anos", salienta Brandoli.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679017-emater-leva-projetos-de-energia-solar-ao-campo-gaucho.html)

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