17/06/2019

TJ-RJ declara inconstitucional cobrança de ITCMD sobre previdência

 brasília - o tribunal de justiça do rio de janeiro (tj-rj) declarou inconstitucional uma lei do estado que obriga companhias de seguro a reterem e recolher o imposto de transmissão causa mortis e doação (itcmd) sobre os planos de previdência privada do tipo vgbl. a decisão do órgão especial foi proferida para a federação nacional das empresas de seguros privados capitalização e previdência complementar aberta (fenaseg). este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/legislacao/6308605/tj-rj-declara-inconstitucional-cobranca-de-itcmd-sobre-previdencia?fbclid=iwar0gjsbat_libbw2rhtfb0rlhvhobrrtr7grivd4ynfhgrt4tav-dqalh94 ou as ferramentas oferecidas na página.
17/06/2019

Entenda por que os fundos de investimentos são os 'queridinhos' do momento

 produto atrai cada vez mais investidores devido à rentabilidade e à possibilidade de aportes a partir de r$ 1 alternativa fácil de diversificação, com valor mínimo de aplicação acessível e gestor especializado para gerenciar a carteira. de acordo com relatório mais recente divulgado pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima), até o mês de abril, os fundos de investimento acumularam captação líquida de r$ 31,8 bilhões. e este tipo de aplicação tem motivo para ser o queridinho do momento. o crescimento expressivo das plataformas de investimento descentralizaram as ofertas dos grandes bancos e criaram novas oportunidades para o investidor que quer diversificar sua carteira. ou seja, um fundo de estratégias mais sofisticadas e maior rentabilidade onde só era possível entrar com r$ 1 milhão passou a ser acessível para quem tem só uma nota de r$ 100 no bolso. “por juntarem os recursos de várias pessoas, os fundos proporcionam o acesso a ativos que individualmente ele poderia não ter”, explica a gerente  de representação de fundos da anbima, tatiana itikawa.    há produtos variados, com tíquetes de entrada que começam em r$ 1,00 nos fundos de renda fixa, r$ 100 nos de ações e r$ 500 nos multimercados, que, juntos com os fundos de previdência e as fips (fundos de investimentos em participações), são os mais populares e com maior patrimônio líquido,  segundo anbima.“pesquise, verifique suas estratégias e custos. mas o principal é saber o seu objetivo e a sua necessidade com aquela aplicação”. quanto aos cuidados na hora de investir, o sócio da rico investimentos, laio santos, destaca a avaliação do perfil e do apetite de risco. na plataforma, a procura por fundos em robôs de investimento tem aumentado.  “é um mercado muito novo, mas que cresce em uma velocidade três vezes maior que os meios de investimento tradicionais na europa e nos estados unidos”, pontua.    relato: carteira diversificada eliscláudio ribeiro, contador eu só tinha aplicações em previdência privada e na poupança até resolver diversificar meus investimentos. peguei esse dinheiro e distribuí em ativos como o tesouro direto e em alguns cris e cras (certificado de recebíveis imobiliários e do agronegócio), mas eu queria entrar no mercado de renda variável e o fundo me permitiu isso. optei pelo fundo de ações e coloquei 5% da minha carteira lá, algo em torno de r$ 10 mil. a expectativa é aumentar esse percentual em 20%, com rentabilidade de r$ 3 mil a r$ 5 mil por ano. é um investimento de longo prazo, meu ‘colchão’ de segurança. se tudo der errado, se eu for demitido sei que vou ter aquele dinheiro ali.  é saudável para a sua carteira ter uma renda variável. a renda fixa vai garantir estabilidade, mas o ganho quem vai dar é a renda variável. é um bom retorno financeiro sem que você tenha que se jogar sozinho em um mercado de ações.  sobre os fundos de investimento 1. planejamento financeiro é ele que ajudará a entender quais tipos de investimentos fazem sentido para sua carteira. é importante avaliar quanto pode ser destinado para a reserva e tornar isso uma despesa fixa do orçamento.  2. tolerância ao risco este ponto vai indicar até onde vai o apetite de risco do investidor, não só quanto ele quer ganhar, mas também quanto está disposto a perder. produtos que agregam mais risco, como os fundos de ações, podem não ser recomendados a quem tem um perfil mais conservador.  3. vários perfis existem fundos para todos os perfis de investidores. os mais conservadores concentram as alocações em fundos de renda fixa e os mais arrojados diversificam as alocações entre estratégias chamadas multimercados e fundos de ações. por isso, conheça qual o seu perfil.  4. objetivos a escolha de um bom fundo com boa rentabilidade vai depender bastante dos objetivos financeiros do investidor. onde vou usar este dinheiro? qual o prazo de resgate? são essas as perguntas que o investidor precisa responder.  5. performance antes de escolher em qual fundo irá investir, não deixe de olhar a performance no longo prazo para analisar a consistência de retorno. não foque somente na rentabilidade, mas também é interessante comparar o retorno em relação ao risco corrido, ou seja, a volatilidade daquele determinado tipo de fundo de investimento onde pretende alocar seus recursos. 6. diversificação  da carteira a possibilidade de diversificar a carteira, mesmo aplicando menos dinheiro, é uma das principais vantagens dos fundos de investimento. quanto mais você diversifica, mais dilui o risco - em outras palavras - a possibilidade de perder dinheiro.  7. acesso eles permitem acessar estratégias mais sofisticadas a um custo relativamente menor e com valores mínimos mais baixos, especialmente em fundos fora dos grandes bancos. os fundos também são menos burocráticos. o cotista já recebe os valores líquidos, com  taxas e impostos já descontados quando faz o resgate.  8. taxas avalie  e compare as taxas de administração e de performance para que estes custos não acabem comprometendo a rentabilidade do fundo. também vale considerar se o prazo de liquidez é adequado ao seu objetivo. fundos com estratégias mais complexas, como de ações e multimercados, podem ter prazos mais longos, como d+30, ou seja, 30 dias corridos para ter o dinheiro na conta. 9. cuidados os fundos de investimentos estão sob regulamentação da comissão de valores mobiliários (cvm) e sob o código de autorregulação da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima), assim possuem suas informações disponíveis para consultas dos clientes publicamente.  10. expectativas de rentabilidade vale destacar que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. a taxa básica de juros do mercado está em patamares históricos muito baixos. a economia está mostrando sinais mais fracos do que se esperava, então a expectativa do mercado é que essa taxa seja reduzida ainda mais. com isso, os fundos multimercado e de ações devem se destacar. fundos de crédito privado e imobiliários também devem apresentar bons resultados nos próximos meses.    os cinco tipos de fundos mais populares, segundo anbima fundos de renda fixa vantagens boa liquidez e rentabilidade atrativa, geralmente baseada na taxa de juros. cuidados  entender o perfil do fundo e se está adequado ao perfil do investidor – existem fundos de créditos arriscados, por exemplo.  dica do especialista  o grande segredo é ter planejamento financeiro. a partir desse primeiro passo o investidor poderá identificar quais são as melhores opções de rentabilidade de acordo com os objetivos pessoais.  fundo multimercados vantagens  ele viabiliza ao investidor ter acesso a ativos onde não conseguiria investir caso decidisse por um fundo de classe mais específica. é possível se adaptar melhor à economia.  cuidados  por ter essa flexibilidade, muitos fundos multimercados podem se alavancar ou se expor a ativos de maior risco. dica do especialista  quanto mais longo prazo, mais volatilidade e maior  expectativa de retorno.  fundos de previdência vantagens são fundos de investimento de longo prazo, geralmente usados para complementar renda na aposentadoria.  cuidados  é preciso estar atento às incidências de taxas de carregamento em cada aporte adicional, e ao valor das taxas de administração que podem comprometer a rentabilidade. dica do especialista  por se tratar de uma reserva para aposentadoria, é importante começar o quanto antes e fazer aportes regulares.  fundos de ações vantagens os retornos médios esperados dos fundos de ações variam entre 15% e 20% ao ano.  cuidados são os fundos de maior risco ou de maior volatilidade. dica do especialista  fazer o dever de casa com calma para escolher dois ou três fundos de ações. depois da escolha, aplicar regularmente. nem pensar em resgatar em três anos, pois é o tempo mínimo para avaliar o desempenho. fips (fundos de investimentos em participações) vantagens altos retornos, investindo em empresas com grande potencial de crescimento. cuidados  como é um investimento de longo prazo, o investidor pode ficar “travado”, caso precise ter acesso ao recurso. dica do especialista  faça uma boa análise dos ativos que compõem a carteira do fip.    dica da semana: glossário renda fixa é o termo utilizado para se referir a investimento cuja remuneração ou retorno se pode saber previamente, deixando o investidor ciente de quanto irá ganhar. renda variável  se refere a investimentos cuja remuneração ou retorno de capital não pode ser dimensionada no momento da aplicação nem em uma data futura. as ações são um bom exemplo.  pré-fixado  quando as taxas de remuneração são definidas no momento da contratação e vão permanecer as mesmas até o vencimento.  pós-fixado  nesse caso, apenas parte da taxa é definida no momento da contratação. produtos pós-fixados possuem remuneração mista, uma parte é fixa e outra variável, indexada à inflação, por exemplo. liquidez  é a facilidade com a qual um investimento se transforma em dinheiro. ao realizar uma aplicação, a liquidez da mesma pode ser de 1 ou de 30 dias, tempo necessário para resgatar o valor investido. volatilidade  diz respeito à intensidade e frequência da flutuação de preços de um ativo financeiro ou de um índice de bolsa de valores. é o termo que indica risco: quanto maior for a volatilidade, maior o risco deste investimento. marcação a mercado é um termo comum para negócios em fundos de investimento e carteiras administradas. significa atualizar um preço para o valor mais recente. fgc fundo garantidor de crédito. a instituição não financeira  assegura o investidor em caso de liquidação extrajudicial ou insolvência de instituições. o fgc garante ao investidor até r$ 250 mil por cpf e instituição. fonte: edísio freire, educador financeiro e colunista do correio.
17/06/2019

Reforma da Previdência: quem terá direito a aposentadoria de R$ 3.000 antes da reforma

 regras de cálculo vão mudar; agora mostra qual a média salarial que dá benefício maior o deputado samuel moreira, relator da comissão especial da reforma da previdência, à esq., conversa com o deputado marcelo ramos, presidente da comissão, durante sessão de apresentação e leitura de seu relatório, em 13 de junho. isso porque o relatório da reforma, apresentado na quinta-feira (13) pelo deputado samuel moreira (psdb-sp), trouxe poucas alterações para quem é da iniciativa privada na comparação com a pec (proposta de emenda à constituição) do governo bolsonaro. quem está perto de atingir as condições mínimas pode se programar e calcular o valor do futuro benefício. com a ajuda do ieprev (instituto de estudos previdenciários), o agora mostra hoje quem consegue ganhar até r$ 3.000 de aposentadoria. as simulações trazem exemplos de idade, tempo mínimo de contribuição e valor da média salarial para que se chegue aos r$ 3.000 de renda mensal. os dados se referem a dois tipos de aposentadorias possíveis hoje: por idade e por tempo de contribuição. no caso do benefício por tempo de contribuição, as simulações levam em conta pedidos feitos pela regra 86/96 e com o fator previdenciário. quem chega à pontuação mínima ao somar 86 pontos na idade e no tempo de contribuição (mulheres) e 96 (homens) tem a aposentadoria sem desconto. já com o fator, o benefício é reduzido. na aposentadoria por idade também há redutor para quem se aposenta com 15 anos de inss, que é o tempo mínimo, até 29 anos. quem tem 30 anos de contribuição e idades mínimas de 60 anos (mulheres) e 65 anos (homens) também ganha 100% da média salarial.  nestes casos, se tiver uma média salarial de r$ 3.000, o trabalhador consegue um benefício previdenciário exatamente neste valor.  mudanças vão diminuir renda de 20% a 30 a reforma da previdência prevê alterações nos cálculos da média salarial e do valor final dos benefícios. hoje, a média é feita levando-se em conta os 80% maiores salários desde julho de 1994; os 20% menores são descartados pelo inss.  se as mudanças no inss passarem como estão propostas no relatório, serão considerados 100% dos salários desde o início do plano real. a renda diminui de 20% a 30%, em média. quem consegue o benefício | entenda as regras na aposentadoria por idade hoje, os segurados com 15 anos de inss conseguem se aposentar por idade se tiverem: 60 anos, no caso das mulheres 65 anos, no caso dos homens cálculo quem tem 15 anos de contribuições recebe 85% sobre a média salarial se tiver 30 anos de pagamentos consegue 100%, ou seja, tem aposentadoria sem desconto veja a média necessária salarial neste benefício   tempo mínimo (em anos) média necessária (em r$) 15 3.529,41  16 3.488,37  17 3.448,28  18 3.409,09  19 3.370,79  20 3.333,33  21 3.296,70  22 3.260,87  23 3.225,81  24 3.191,49  25 3.157,89  26 3.125,00  27 3.092,78  28 3.061,22  29 3.030,30  30 3.000,00 em todos esses casos, os segurados vão ter aposentadoria de r$ 3.000 na aposentadoria por tempo de contribuição esse benefício não tem idade mínima; para consegui-lo, é preciso ter: 35 anos de contribuição ao inss, no caso dos homens 30 anos de contribuição ao inss, no caso das mulheres há duas possibilidades: pelo 86/96 quem atinge a pontuação mínima recebe uma aposentadoria sem desconto para isso, é preciso somar, na idade e no tempo de contribuição: 86 pontos, no caso das mulheres 96 pontos, no caso dos homens se tiver média salarial de r$ 3.000, o segurado receberá o benefício neste valor, sem nenhum redutor com o fator previdenciário o fator reduz a aposentadoria de quem pede o benefício mais cedo para os homens confira a média para os homens com 35 anos de contribuição com 36 anos de contribuição com 37 anos de contribuição idade média necessária (em r$) média necessária (em r$) média necessária (em r$) 55 4.398,83  4.267,43  4.143,65  56 4.237,29   4.109,59  3.994,67  57 4.081,63   3.957,78 3.846,15  para as mulheres confira a média para mulheres com 30 anos de contribuição com 31 anos de contribuição com 32 anos de contribuição idade (em anos) média necessária (em r$) média necessária (em r$) média necessária (em r$) 50 5.244,76  5.093,38  4.942,34  51 5.067,57  4.918,03  4.777,07  52 4.893,96  4.754,36 4.615,38 todos esses perfis de segurados e seguradas conseguem uma aposentadoria de r$ 3.000 dica extra: compreenda e realize os procedimentos do inss para usufruir dos benefícios da previdência social. já pensou você saber tudo sobre o inss desde os afastamentos até a solicitação da aposentadoria, e o melhor, tudo isso em apenas um final de semana? uma alternativa rápida e eficaz é o curso inss na prática: trata-se de um curso rápido, porém completo e detalhado com tudo que você precisa saber para dominar as regras do inss, procedimentos e normas de como levantar informações e solicitar benefícios para você ou qualquer pessoa que precise. não perca tempo, clique aqui e domine tudo sobre o inss. fontes: advogado luiz felipe pereira veríssimo, do ieprev (instituto de estudos previdenciário), inss (instituto nacional do seguro social), e reportagem
12/06/2019

Grupo Aspecir em Belo Horizonte

  a união seguradora, representada pelo diretor comercial joão lock, e a aspecir previdência, representada pelo comercial fábio ribas, estão em belo horizonte para ampliar as parcerias e realizar excelentes negócios. o grupo aspecir já possui uma posição de confiança, respeito e solidez na região sul. o projeto de expandir seus negócios para todo o brasil já vem sendo estudado a algum tempo e agora chegou a hora. dando um passo de cada vez, como confirma sua história de mais de 80 anos, o grupo iniciou sua trajetória por belo horizonte. a reunião, dia 11, foi realizada com maria paula e carla na promisses corretora e no dia 12, visita a superavit seguros com o sr. josé augusto.
10/06/2019

Presidente do Grupo Aspecir recebe Comenda Metropolitana

 milton machado recebeu, dia 07 de junho de 2019, a comenda metropolitana conferida pelo comandante do comando de policiamento metropolitano, coronel oto eduardo rosa amorim, pelos relevantes serviços prestados à brigada militar e ao comando de policiamento metropolitano, sendo destaque em suas atuações profissionais e sociais, em prol da comunidade riograndense. muito lisonjeado, o presidente do grupo aspecir agradece a homenagem e diz que espera sempre contribuir para o bem da comunidade riograndense.      
10/06/2019

União Seguradora entrega prêmio

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, entregou ao sr. ivony rodrigues avila filho o prêmio de r$ 5.000,00. ao fazer o seguro de vida da aprefa, o sr. ivony recebeu um plano de capitalização vida flex e concorreu todos os sábados através da extração da loteria federal a uma premiação. o cheque foi entregue pelas mãos do diretor-presidente milton machado e pelo diretor comercial da união seguradora, joão lock, no dia 07 de junho de 2019 na sede do grupo aspecir. também estavam presentes a diretora-presidente da aprefa, sra. cleci maria jurach e o sr. taner gonçalves palacio.     
05/06/2019

Uso da tecnologia traz benefícios para o mercado de seguros

 isb brasil reuniu especialistas e profissionais do mercado segurador para debater como a tecnologia está mudando a forma de prospectar clientes e vender seguros. a tecnologia pode potencializar a experiência do usuário no mercado de seguros e ampliar o relacionamento. ela, por si só, não será a solução. entretanto, pode ser uma ferramenta para captação de novos segurados, principalmente pela facilitação e amplitude na oferta de produtos e serviços. além disso, a tecnologia possibilita a captação de dados importantes e que servem de insumo na hora de pivotar a maneira como se oferta benefícios e seguros hoje em dia. a afirmação é de thiago martins diogo, coordenador de inovação da isae escola de negócios, que participou do debate “como a tecnologia está mudando o mercado de seguros”, realizado na última semana pelo isb brasil (instituto superior de seguros e benefícios brasil). segundo martins, a tecnologia pode agilizar o processo de contratação de seguros, mas não substitui o papel do corretor. “a tecnologia pode acelerar o processo de contratação, mas o relacionamento de confiança se constrói com o olho no olho. é assim em muitos outros segmentos”, diz. o evento contou ainda com a palestra “como a tecnologia está transformando o mercado de seguros”, ministrada por arthur igreja, que de forma provocativa e dinâmica trouxe uma série de cases e exemplos que transformaram a forma das pessoas interagirem e consumirem. arthur ressalta que é fundamental as empresas estarem atentas a essas mudanças, compreendendo as necessidades dos clientes e também do mercado em que atuam pois, em alguns casos, a digitalização é fundamental, mas em outros, o atendimento “analógico” e pessoal continua sendo fundamental. para o ceo da segfy, leonardo mack, uma das vantagens da tecnologia é a de ser uma ferramenta para reduzir burocracia e atividades repetitivas. “de burocracia, o setor de seguros está repleto e isso é um prato cheio para inovarmos com coisas simples que atrapalham o nosso progresso no dia a dia”, afirma, sugerindo algumas ferramentas gratuitas não só para prospectar, mas também para você ganhar tempo no trabalho, como o linkedin, facebook e instagram, segfy (para o corretor não ficar fazendo cotações e processos manuais do dia a dia, além de ter insights sobre cross e upsell), medium (publicação de artigos. isso ajuda em notoriedade nas buscas online), trello, slack, google business, google suite, entre outros. mack reforça ainda que sistemas especializados na área de seguros podem ajudar a reduzir o tempo para realizar cotações inúmeras vezes. “hoje não há mais motivos para não oferecer na hora os valores para seus segurados sem necessidade de retornar em 30 minutos com a proposta. obviamente que em alguns ramos isso pode ainda não ser uma realidade, mas com certeza é uma tendência e é importante ficar atualizado”, defende. gamificação – a gamificação é uma tendência que veio para ficar e está cada vez mais inserida no mercado de seguros. “é comum utilizarmos a gamificação como um facilitador para o engajamento no uso de algumas plataformas. entretanto, nem sempre é necessário criar um game novo. elementos de gamificação tem potencial incrível de gerar engajamento dos clientes e, atrelados a vantagens inteligentes para o usuário final, são uma forma de manter um relacionamento por meio de tecnologia”, explica martins, destacando que esta pode ser uma estratégia para conquistar novos clientes. “a gamificação tem tido êxito de engajamento ao longo da experiência proporcionada para o usuário. se recompensada e atrelada a moedas de troca, tem o poder não apenas de conquistar, mas também de manter clientes, principalmente os da geração z”, finaliza. o debate, que teve participação da plateia, contou ainda com as presenças de sandro ribeiro dos santos, diretor de tecnologia e inovação do isb brasil e césar heli oliveira, presidente do isb brasil. o isb brasil realiza palestras, cursos, seminários, pesquisas, mentoria e mediação, promovendo o desenvolvimento do mercado de seguros e a atualização dos profissionais que atuam no segmento. mais informações: www.isbbrasil.org.br. fonte: comunicação isb brasil
05/06/2019

Susep alerta Corretor sobre Riscos Excluídos

 o corretor de seguros deve ficar bem atento aos riscos excluídos no seguro residencial. a susep adverte em seu site que, salvo se contratada cobertura específica, prejuízos decorrentes desses riscos excluídos não serão indenizados pelo seguro. segundo a autarquia, a lista pode ser ampla, dependendo do contrato. mas, em geral, entre tais riscos constam inundação ou outra convulsão da natureza; comoção civil, rebelião ou insurreição; lucros cessantes e danos emergentes; queimadas em zonas rurais; e até roubo ou furto. além disso, é preciso atenção especial aos bens não compreendidos no seguro, que são aqueles especificados na apólice, para os quais a seguradora não indenizará os prejuízos, ainda que oriundos de riscos cobertos. nesse caso, podem estar pedras e metais preciosos, obras e objetos de arte em geral, bens de grande valor que facilmente são destruídos ou danificados por um incêndio, joias, raridades, manuscritos, plantas, projetos, papel-moeda, selos, cheques, papéis de crédito, moedas cunhadas e livros de contabilidade. bens de terceiros também podem ficar sem indenização, exceto quando encontrarem-se sob a responsabilidade do segurado para reparos ou manutenção e desde que existam registros documentados comprovando, através de notas fiscais ou ordem de serviço, a sua entrada e existência no local segurado. ainda de acordo com a susep, a cobertura principal do seguro residencial cobre danos causados por incêndios, queda de raios e explosão causada por gás empregado no uso doméstico (quando não gerado nos locais segurados) e suas consequências, tais como desmoronamento, impossibilidade de proteção ou remoção de salvados, despesas com combate ao fogo, salvamento e desentulho do local. entretanto, pode haver outras coberturas, como, por exemplo, as que indenizam danos decorrentes de incêndios provocados por explosão de aparelhos ou substâncias de qualquer natureza (não incluída na cobertura principal), ou decorrentes de outras causas como terremoto, queimadas em zona rural, vendaval, impacto de veículos, queda de aeronave, danos elétricos, dentre outras. fonte: cqcs
05/06/2019

Instituições financeiras podem explorar sistemas bancários integrados para oferecer serviços digitais seguros, diz Unisys

  unisys fala na fintech americas conference sobre a necessidade de adaptar os serviços bancários digitais a unisys corporation participa da fintech americas 2019 para discutir as oportunidades que os sistemas bancários integrados podem oferecer ao setor de serviços financeiros. entre elas, formas de integrar funções bancárias, de empréstimo e pagamento às aplicações de consumo mais populares. ao eliminar obstáculos dos processos tradicionais por meio dessas medidas, as instituições serão capazes de proporcionar uma excelente experiência aos clientes e promover avanços na gestão de identidades, que podem garantir uma sólida postura de segurança em meio ao acelerado ritmo de transformação. maria allen, vice-presidente e head global da unisys para a área de serviços financeiros, apresenta um painel de discussão ao lado de david estevez, cio do grupo petersen, e daniel kennedy, vice-presidente do scotiabank para bancos digitais, para discutir como a transformação digital das instituições financeiras está mudando a experiência e as expectativas dos clientes, e como avanços como o open banking têm aberto portas para a oferta de muitos serviços que bancos tradicionais não poderiam oferecer anteriormente. a discussão também aborda os riscos da segurança cibernética que as transformações podem trazer consigo e o import ante papel de uma abordagem zero trust para garantir sucesso no futuro. “o ritmo acelerado das mudanças no setor bancário está abalando a abordagem tradicional dos bancos em relação aos consumidores”, destaca allen. “os clientes de hoje contam com muitas opções, mas avanços como o sistema bancário integrado permitem que os serviços digitais sejam oferecidos em tempo real, quando e onde for preciso. trata-se de eliminar os obstáculos dos processos bancários tradicionais – permitindo que pessoas realizem transações de qualquer dispositivo, a qualquer momento – para proporcionar uma melhor experiência”. entre outros temas, destaca-se também a necessidade de os bancos ficarem atentos aos riscos de cibersegurança que podem enfrentar ao adotar novas tecnologias (como inteligência artificial baseada em voz) e de tomarem medidas proativas para estabelecer uma abordagem de segurança, uma vez que as defesas dos perímetros já não são suficientes para reagir às ameaças de hoje. usando tecnologias de acesso baseadas em identidade, bancos e instituições financeiras podem implementar um modelo de segurança zero trust para combater riscos sistêmicos agregados a sistemas bancários integrados. dessa forma, conexões com fornecedores e parceiros podem ser feitas com confiança e os benefícios do open banking podem ser concretizados. fonte: ipnews

Emater leva projetos de energia solar ao campo gaúcho


12/04/2019
Um estado essencialmente agrícola e do tamanho do Rio Grande do Sul não deixa de ter suas inúmeras dificuldades no campo, sobretudo quando os custos de produção são elevados ou quando a energia elétrica ainda não chegou a algumas localidades. Devagar, mas expressivamente, as alternativas energéticas começam a alcançar pagos distantes, melhorando a produtividade e pesando menos no bolso do produtor. A concretização é possível através de iniciativas como a da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que leva projetos de implementação de geração de energia de fonte solar para o interior gaúcho. A empresa auxilia os agricultores no desenvolvimento dos projetos e no acesso ao crédito de bancos e programas de financiamento. Somente em 2018, foram 611 projetos, sendo 254 deles já implantados. São cerca de 50 técnicos capacitados, que fazem reuniões e dias de campo para explicar o processo aos agricultores. Mostardas, no Sul do Estado, foi o município pioneiro na implementação da geração de energia fotovoltaica. Os primeiros estudos começaram em 2008, para facilitar a captura de camarão ao longo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Atualmente, a energia solar chega ao local através de luminárias de jardim abastecidas com fotocélulas. A alternativa foi mais barata do que instalar grandes placas solares e ainda eliminou por completo o abastecimento por gás. As ações da Emater na região evoluíram para outras demandas e projetos maiores, quando, em 2013, foram atendidas quatro famílias de pescadores que viviam sem energia elétrica, em razão da infraestrutura da CEEE-D, concessionária que abastece o trecho, que não chegava até as casas. Os projetos ganharam corpo quando se abriu a oportunidade de financiamento pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), relembra o agrônomo Gustavo Chaves Alves, extensionista rural da Emater. Os projetos também podem ser viabilizados pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,5% ao ano para empreendimentos de infraestrutura. A energia solar passou a abastecer as residências e os freezers que armazenam os pescados. Por inviabilidade técnica, esses projetos não foram conectados à rede da concessionária, como ocorre nos casos de microgeração distribuída que cada vez ganha mais espaço no País. A energia produzida é armazenada em baterias. 'Projetos de fotovoltaicos em Mostardas. Placas alimentam casas dos pescadores que vivem na beira da praia de Mostardas. Foto Gustavo Chaves Alves/Divulgação/JC Foi só em 2015, porém, que o projeto contemplou a primeira propriedade rural conectada à rede de energia elétrica. Uma fazenda com produção de arroz, também no município de Mostardas, recebeu as placas para abastecer a irrigação da lavoura e a secagem do grão. A economia no bolso do produtor foi sentida consideravelmente: a conta de luz, que chegava a mais de R$ 1,5 mil ao mês, passou a custar a tarifa básica da CEEE-D para o sistema trifásico no meio rural (algo em torno de R$ 46,89, mas o valor varia com os impostos federais). Nesse modelo, que é de microgração distribuída ou on grid, a energia produzida pelas placas fotovoltaicas é injetada no sistema elétrico da companhia, gerando créditos ao produtor que podem ser utilizados em até cinco anos, abatendo o valor da conta de luz. O financiamento do projeto foi feito para dez anos, mas a projeção é de que o investimento retorne antes disso, em até oito anos. Desde 2018, ao menos cinco projetos foram levados para análise na região de Mostardas. Os pedidos envolvem geração de energia com autonomia para pecuaristas familiares, abastecimento de água para os animais e implementos de segurança das propriedades, como cercas elétricas. "A adesão ocorre aos poucos, mas vem crescendo. A região tinha uma deficiência muito grande de qualidade de energia, e a geração solar supre essa demanda", avalia Alves. "Os agricultores estão demandando mais energia do que é disponibilizado", observa Lino Moura, diretor técnico da Emater. Por isso, a adesão à energia fotovoltaica tem crescido bastante nas regiões de produção de fumo e aviários, como o Vale do Taquari, onde há muita demanda energética. A região de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, também desponta pelo número de iniciativas. A estimativa é de que a energia solar cresça de 20% a 25% ao ano no Brasil como um todo. Em Teutônia, um dos projetos mais significativos atende a 138 agricultores da Cooperativa Agroindustrial São Jacó. A energia representava o segundo maior custo do orçamento da fábrica de ração para animais, mas a luz solar conseguiu reduzir em 50% os gastos com energia. O investimento foi de R$ 500 mil, financiado pelo Feaper, e a estimativa é de que se pague em dois anos. Com a economia, o custo da ração caiu em 7%, afirma o gerente regional da Emater em Lajeado, Marcelo Brandoli. Na região de Lajeado já são 39 projetos instalados. O Vale do Caí é exemplo de outros casos, onde a energia solar é utilizada para manter câmaras frias que armazenam frutas e hortaliças. "É importante reforçar que existe uma facilidade de crédito muito grande para o produtor rural, com juros baixos, que permitem o retorno dos investimentos em poucos anos", salienta Brandoli.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679017-emater-leva-projetos-de-energia-solar-ao-campo-gaucho.html)

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