16/06/2015

PECÚLIO COM SEGURO

  agora sua família tem a cobertura ideal a aspecir previdência e a união seguradora em busca do produto que melhor possa atender a seu público, lançam no mercado o pecúlio com seguro. o novo produto oferece uma ampla cobertura com a facilidade do desconto em folha de pagamento. você que é servidor da siape, marinha, aeronaútica, ipe-rs e gov-rs, agora pode ter em um só produto as seguintes coberturas para a sua família: morte qualquer causa (mqc) morte por acidente (ma) invalidez parcial ou permanente (ipa) auxílio funeral familiar (aff) auxilio alimentação (aa) pecúlio de vida entre em contato com o seu corretor e faça já o seu pecúlio com seguro.
15/06/2015

Poupar cedo garante faculdade dos filhos

  a folha de são paulo publicou, nesta segunda-feira, matéria de gilmara santos e toni sciarretta, referente a formas de investimentos que possibilitam custearem a universidade para os filhos. a previdência privada é uma opção com benefício fiscal. confira a matéria na integra...
29/05/2015

Projeto de lei nacional torna obrigatória carteira de identificação para corretor de seguros

  lucas vergilio, deputado federal. divulgação (2)o deputado federal lucas vergílio (sd-go) apresentou o projeto de lei 1.700/2015, que altera a lei 4.594/64, a qual regula a profissão do corretor de seguros. a proposta foi apresentada nesta quarta-feira, dia 27, na câmara dos deputados, e visa atualizar a legislação sobre a profissão em vias de completar 51 anos de existência. o projeto de lei pretende tornar obrigatória, novamente, a emissão de uma carteira de identidade profissional de corretores de seguros (pessoas físicas), além das autorizações para funcionamento (pessoas jurídicas).  hoje, essa identificação é feita apenas no site da susep, mas, sem um documento de identificação específico como o de muitos conselhos profissionais brasileiros. pela proposição apresentada, as identidades deverão ser emitidas em cartão inteligente (smart card), ou similar, e expedidas pelo órgão fiscalizador de seguros (susep), após a concessão do respectivo registro. os documentos de identificação emitidos terão prazo de validade de, no mínimo, três anos.  se aprovada, a lei favorecerá ao recadastramento de corretores de seguros, capitalização, previdência privada e microsseguros. o mercado de seguros dobrou de tamanho na última década com a ampla difusão da cultura do seguro para a sociedade. hoje, pelas informações disponibilizadas pela susep, estima-se 80 mil corretores de seguros registrados em todo o território nacional, o que não garante que estejam em plena atividade, pois muitos corretores se afastam da profissão, além de outros por motivos de cancelamento de registro, impedimentos legais e falecimento, assim como baixa de registro de pessoas jurídicas. segundo o autor do projeto, lucas vergílio, os corretores de seguros sofrem com normas equivocadas e perdem o direito de ter um documento profissional. “esta é uma ferramenta indispensável para identificá-lo e comprovar para a sociedade a capacidade para cumprir sua missão”, declara. se aprovada, a lei proibirá outras formas de comprovação de registro para corretores. caberá à fenacor e aos sincors manterem registro dos corretores e respectivos prepostos, habilitados e registrados, cujo arquivo eletrônico completo e respectivo banco de dados deverão ser fornecidos pelo órgão fiscalizador de seguros, ou por quem este autorizar, mediante celebração de convênio, para fins, inclusive, de divulgação em seus sítios eletrônicos, preservadas as informações de caráter sigiloso.”. outra vantagem da lei é o fato de que os novos documentos, emitidos em cartão inteligente (smart card), permitirão que os corretores façam certificação digital. desta forma, os corretores terão mais segurança no seu relacionamento com as seguradoras, assim como com a receita federal. este fato facilitará questões de ordem fiscal e previdenciária da administração dos negócios. há ganho em modernidade e agilidade nas atividades de gestão. vale citar que não haverá mais a necessidade de emissão de certidões, periodicamente, como acontece nos dias atuais. “o corretor de seguros se ressente da necessidade de ter a sua identidade profissional, que é utilizada e exibida com frequência, quando ele vai realizar negócios e precisa comprovar, junto ao cliente, a sua habilitação e registro no órgão competente. é hora de mudar esta realidade”, finaliza o autor do projeto de lei, lucas vergílio. fonte: fenacor
25/05/2015

Ciência Atuarial tem ganhado destaque em casos de previdência complementar

  a lei complementar 109/01, que rege a previdência complementar brasileira, estabelece, em seu artigo 18, a necessidade de prévio custeio e a rigorosa observância de equilíbrio financeiro e atuarial para a concessão ou majoração de benefícios previdenciários. o superior tribunal de justiça, a quem compete zelar pela autoridade da legislação federal, já definiu que, em matéria de fato que exige o esclarecimento sobre o equilíbrio financeiro e atuarial do plano de previdência complementar, a prova pericial é indispensável (recursos especiais 1.337.616/rs e 1.345.326/rs, de relatoria do ministro luís felipe salomão). a prova pericial destina-se a comprovar um fato que depende de conhecimento especializado (artigo 420 do código de processo civil — cpc). a  pedido da parte ou por iniciativa própria, o juiz poderá nomear um perito, o qual se incumbirá de produzir um laudo técnico, a partir de quesitos formulados pelas partes. a perícia técnica tem por objetivo auxiliar o juiz com um conhecimento especializado que ele não possui, de modo a lhe dar condições objetivas para que tome a melhor decisão possível, formando seu convencimento a partir da comprovação dos fatos. a ciência atuarial tem sido fundamental para a correta estruturação de planos capitalizados de previdência complementar, pois permite a elaboração de projeções estatísticas capazes de mensurar a ocorrência de fenômenos como invalidez, sobrevivência e morte. para o gerenciamento do risco relativo à longevidade, os atuários são indispensáveis. no famoso livro desafio aos deuses — a fascinante história do risco, de peter bernstein, conhecemos a importância dos atuários na história humana. no site da tradicional society of actuaries (www.soa.org), organização profissional norte-americana, podemos mergulhar nos ricos debates sobre a longevidade e seus múltiplos impactos — e desafios — para a previdência e para a saúde, extraindo dali a noção de que as fronteiras da sobrevivência do ser humano são móveis e continuarão a se alargar.  o instituto brasileiro de atuária (iba), cuja história se confunde com a própria trajetória da previdência complementar no brasil, tem sido um fórum de agremiação dos atuários que promove debates e encontros qualificados sobre temas ligados à previdência privada, seguro e saúde suplementar. em uma sociedade como a nossa, marcada pela velocidade e pelo dinamismo, a busca de previsibilidade é um desafio cada dia maior, especialmente para os que administram planos de previdência complementar, já que previdência é “pré-vidência”, é “pré-visão”, ou seja, é antever acontecimentos objetivando a minimização de riscos futuros. nesse contexto, a ciência atuarial tem ganhado destaque, pois o atuário é o profissional versado em matemática e cálculos probabilísticos que auxilia os dirigentes de fundos de previdência privada a projetar o montante das obrigações previdenciárias, com base em hipóteses atuariais e, dessa forma, quantificar o valor das contribuições que deverão ser vertidas para suportar os compromissos de proteção social no longo prazo. de acordo com a anteriormente mencionada orientação jurisprudencial do stj, tem-se o reconhecimento da importância da manifestação técnico-atuarial em controvérsias relativas à previdência complementar, a qual é marcada pelo mutualismo e associativismo, como bem destacou recentemente o ministro joão otávio de noronha (agrg no aresp 529.474/sc). por fim, é oportuno lembrar que os advogados das entidades fechadas de previdência complementar, em conflitos ligados à concessão ou majoração de benefícios, podem apresentar em juízo, já na primeira oportunidade de manifestação nos autos do processo, laudos atuariais ou documentos elucidativos sobre questão de fato, especialmente sobre o equilíbrio financeiro e atuarial do plano previdenciário, nos termos do artigo 427 do cpc, independentemente do requerimento de prova pericial, pois este material pode contribuir, desde logo, para a melhor compreensão do tema pelo julgador. fonte: consultor jurídico por ana carolina ribeiro de oliveira mendes e adacir reis
20/05/2015

Entenda a diferença entre seguro de vida individual e coletivo

  por mais que a gente planeje nosso orçamento, imprevistos sempre acontecem. é um encanamento que precisa de manutenção, um arranhão no carro que você acabou de comprar, um eletrodoméstico que precisa de reparo. o seguro de vida é uma forma de se proteger financeiramente contra inúmeros imprevistos que podem acontecer durante a vida. ajuda a garantir as condições necessárias para arcar com diferentes despesas. pode auxiliar no sustento dos dependentes por um período até o reestabelecimento das finanças, ou prover renda se a pessoa ficar impossibilitada de gerá-la por algum tempo ou mesmo pela vida inteira.   além das inúmeras opções de benefícios que podem ser adquiridos e adaptados às necessidades de cada um, existem diferenças nos prazos de vigência dos planos dependendo do tipo de apólice. a principal diferença é entre os seguros de vida individuais e os coletivos. é fundamental atentar para ela na hora da contratação, pois determinará a forma como você protegerá o que precisa.  o seguro de vida individual envolve duas partes: a seguradora e o segurado. uma vez contratado, o cancelamento tem que ser negociada previamente com o cliente. se a escolha for pela cobertura vitalícia, por exemplo, significa que a validade da proteção financeira é para a vida toda, ou seja, apenas o segurado pode cancelar o seguro, cumpridas as regras previstas no plano. já uma apólice de vida em grupo conta com a figura do estipulante, que é o representante dos segurados. é ele quem assina contrato com a seguradora e inclui quantas pessoas quiser na apólice, que, ao contrário do seguro de vida individual, é sempre renovada de tempos em tempos. neste momento, tanto a seguradora, quanto o estipulante têm o direito de não renovar o contrato. ambas as soluções têm a sua utilidade e foram criadas para funções diferentes. enquanto a apólice de seguro de vida individual, como o próprio nome diz, é a melhor opção para o indivíduo que quer proteger financeiramente a si ou seus dependentes, a apólice de vida em grupo é a melhor para empresas que queiram oferecer esse benefício aos seus funcionários, por exemplo. para aproveitar todos os benefícios que uma proteção financeira pode proporcionar, é importante estar bem informado sobre as coberturas e, principalmente, sobre as condições e a vigência do plano para não ser pego de surpresa. fonte/autor: portal nacional de seguros por erica ramos
14/05/2015

Previc: normas para investimentos em infraestrutura devem sair em agosto

  o grupo de trabalho constituído em maio pelo comitê de regulação e fiscalização dos mercados financeiro, de capitais, de seguros, de previdência e capitalização (coremec), do governo federal, deve apresentar em agosto o estudo final identificando os gargalos nas regulações de mercado, especialmente dos fundos de pensão privada e seguradoras, para investimento privado no setor de infraestrutura. por consequência, mudanças em algumas legislações específicas podem ser anunciadas no segundo semestre, disse o especialista em previdência complementar da superintendência nacional de previdência complementar (previc), marcelo seraphim, ao broadcast, serviço de informações em tempo real. "a expectativa é de que no segundo semestre já tenham sido feitas mudanças e que o investidor privado esteja apto a ampliar sua participação nesse tipo de investimento", afirmou seraphim. "não posso dizer, no entanto, quão significativas serão essas eventuais mudanças na legislação, uma vez que ainda estamos em fase de estudos", acrescentou. a previc preside atualmente o coremec e coordena o trabalho, não só do ponto de vista dos fundos de previdência complementar, mas de todo o mercado. seraphim explicou que, além da previc, participam das discussões a comissão de valores imobiliários (cvm), o banco central e a superintendência de seguros privados (susep). segundo ele, o estudo está focado em destravar do ponto de vista regulatório as possibilidades de investimento em infraestrutura para atrair uma maior participação de investidores do segmento privado para as debêntures, ações e outros ativos mobiliários voltados ao setor. "analisamos as leis dentro dessas autarquias para eventualmente retirar ou diminuir os gargalos regulatórios", observou. seraphim disse que do ponto de vista regulatório até o momento não foram identificados gargalos importantes na legislação dos fundos de pensão. "os problemas maiores são macroeconômicos, como a taxa de juro alta que atrai o investidor para os títulos públicos, um investimento seguro", citou. mas afirmou que o grupo trabalha em ajustes na redação da lei para reduzir o receio que os fundos de pensão têm hoje no investimento de debêntures emitidas em sociedade de propósito específico, por conta do modo como a lei está redigida. ele não quis detalhar. o especialista disse que os estudos foram iniciados em maio de 2014, com apresentação do relatório final previsto para agosto, quando será submetido ao fórum do coremec, representado pelos superintendentes de cada uma das autarquias. "as sugestões do estudo serão avaliadas do ponto de vista de viabilidade econômica e da preservação da rentabilidade e solvência desses recursos, assim como do sistema", explicou. fonte: estadão – diário do grande abc
12/05/2015

Setor de seguros cresce 22,4% no ano

  no primeiro trimestre do ano, o setor de seguros apresentou crescimento de 22,4% em comparação a igual período do ano passado. de janeiro a março deste ano, as receitas totalizaram r$ 42,5 bilhões enquanto que no mesmo período do ano passado chegaram a r$ 34,7 bilhões. em março, o crescimento foi de 26,3% em relação a fevereiro com as receitas totalizando r$ 16,6 bilhões contra r$ 13,1 bilhões. o principal responsável por esse desempenho, entre os produtos comercializados pelo setor, foi o vgbl que alcançou em março o total de r$ 8,1 bilhões em receitas, representando um aumento de 39,6% em relação a fevereiro, quando as receitas ficaram em r$ 5,8 bilhões. “o setor de seguros ainda não atingiu no brasil o patamar de outros mercados e por isso tem pela frente bastante espaço para crescimento. além disso, o brasileiro, com o aumento da renda, passou a se preocupar mais com a prevenção do seu patrimônio e com a formação de poupança, o que explica em parte o bom desempenho do vgbl”, afirma o superintendente da susep, roberto westenberger. previdência no segmento de previdência complementar aberta, que compreende os planos tradicionais de previdência e o pgbl, apresentou em março crescimento de 16,2% em relação a fevereiro com r$ 1 bilhão em contribuições. nos primeiros três meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2014, o crescimento foi de 7,3% com as vendas totalizando r$ 2,8 bilhões contra r$ 2,6 bilhões no ano passado. capitalização as receitas com títulos de capitalização também apresentaram crescimento chegando a 28,6% em março na comparação com fevereiro. as vendas nos dois períodos foram r$ 1,9 bilhão e r$ 1,5 bilhão, respectivamente. apesar desse aumento, o total das vendas do segmento nos três primeiros meses do ano, que totalizou r$ 4,8 bilhões, ficou 2,3% abaixo do total comercializado no mesmo período do ano passado, que foi de r$ 4,9 bilhões. produtos entre os produtos no segmento de seguros, o vgbl é o que tem apresentado o melhor desempenho. além do bom resultado verificado em março com relação a fevereiro, as receitas do produto, na comparação com março de 2014, tiveram um crescimento ainda maior chegando a 63,1% com o valor total de r$ 8,2 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior foram de r$ 5 bilhões. já nos três primeiros meses do ano, a comercialização do vgbl teve crescimento de 49,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a r$ 18,4 bilhões, enquanto que em 2014 chegou a r$ 12,3 bilhões. o ramo de seguros de automóveis, que vem logo atrás do vgbl em volume de receitas totais, apresentou em março um resultado de r$ 2,7 bilhões, representando um crescimento de 17,5% em relação a fevereiro, que registrou r$ 2,3 bilhões na comercialização do produto. no acumulado do ano, o seguro auto somou r$ 7,7 bilhões contra r$ 7,1 bilhões em relação ao período de janeiro a março de 2014, o que significou um aumento de 7,9%. o segmento de seguros de pessoas, terceiro maior volume em vendas, teve em março aumento de 12,2% em relação a fevereiro, com as vendas passando de r$ 2,3 bilhões para r$ 2,5 bilhões. na comparação do primeiro trimestre deste ano com igual período de 2014, as vendas cresceram 11,3% passando de r$ 6,2 bilhões no ano passado para r$ 6,9 bilhões em 2015. os microsseguros, apesar de ocuparem o último lugar no total de vendas, tiveram um desempenho que merece registro. nos três primeiros meses deste ano, na comparação com igual período do ano passado, a comercialização desses produtos teve crescimento de 773,9% passando de r$ 2,2 milhões em 2014 para r$ 19 milhões em 2015. em março deste ano as vendas chegaram a r$ 7,4 milhões contra r$ 5,2 milhões em fevereiro, o que representou um aumento de 42,6%.  sinistros o montante de indenizações referentes a sinistros em março chegou a r$ 3,9 bilhões o que significou aumento de 11,5% a mais em relação a fevereiro quando o total chegou a r$ 3,5 bilhões. no primeiro trimestre deste ano houve um aumento de 10,4% no total de sinistros, que chegou a r$ 11,5 bilhões contra r$ 10,4 bilhões no mesmo período do ano passado. fonte: susep
02/04/2015

55ª edição do Festival Hípico Noturno da Brigada Militar tem apoio do Grupo Aspecir

  o presidente do grupo aspecir, sr. milton machado, recebeu o major cláudio de azevedo goggia do 4º regimento de polícia montada da brigada militar na sede central do grupo nesta terça-feira, 31. o motivo da visita foi entregar em mãos ao presidente do grupo aspecir o agradecimento do 4º regimento de polícia montada em nome do tenente coronel carlos alberto luvizetto selistre que destacou em documento o apoio dado e a compreensão da importância desse evento para a brigada militar e a comunidade rio-grandense que foi fundamental para o êxito na realização do concurso hípico. na ocasião também foram entregues brindes e documentação com a descrição e fotos de todo o festival. o campeonato de hipismo mais antigo e tradicional do brasil, apoiado pela federação gaúcha dos esportes equestres, reuniu cerca de 320 competidores nos quatro dias de competição da 55ª edição do festival hípico noturno realizada entre os dias 20 e 23 de novembro de 2014. o evento ocorreu nas dependências do 4º regimento de polícia montada de porto alegre e contou com um público assistente das competições de aproximadamente 2 mil pessoas por dia. as provas foram realizadas nas categorias de “escola” – 0,60cm, 0,80cm e 0,90cm – e categorias de 1m, 1m10, 1m20 e 1m30 para atletas amadores, profissionais e cavalos novos.   estiveram presentes competidores de todo o estado do rio grande do sul, polícias militares de 12 estados brasileiros (santa catarina, paraná, são paulo, rio de janeiro, espírito santo, minas gerais, pernambuco, bahia, maranhão, distrito federal, mato grosso e amazonas, além do exército uruguaio e exército chileno. o presidente, sr. milton machado agradeceu a reverência e disse que o grupo aspecir se orgulha de apoiar um festival de tamanha envergadura.
01/01/2015

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 teste

Emater leva projetos de energia solar ao campo gaúcho


12/04/2019
Um estado essencialmente agrícola e do tamanho do Rio Grande do Sul não deixa de ter suas inúmeras dificuldades no campo, sobretudo quando os custos de produção são elevados ou quando a energia elétrica ainda não chegou a algumas localidades. Devagar, mas expressivamente, as alternativas energéticas começam a alcançar pagos distantes, melhorando a produtividade e pesando menos no bolso do produtor. A concretização é possível através de iniciativas como a da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que leva projetos de implementação de geração de energia de fonte solar para o interior gaúcho. A empresa auxilia os agricultores no desenvolvimento dos projetos e no acesso ao crédito de bancos e programas de financiamento. Somente em 2018, foram 611 projetos, sendo 254 deles já implantados. São cerca de 50 técnicos capacitados, que fazem reuniões e dias de campo para explicar o processo aos agricultores. Mostardas, no Sul do Estado, foi o município pioneiro na implementação da geração de energia fotovoltaica. Os primeiros estudos começaram em 2008, para facilitar a captura de camarão ao longo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Atualmente, a energia solar chega ao local através de luminárias de jardim abastecidas com fotocélulas. A alternativa foi mais barata do que instalar grandes placas solares e ainda eliminou por completo o abastecimento por gás. As ações da Emater na região evoluíram para outras demandas e projetos maiores, quando, em 2013, foram atendidas quatro famílias de pescadores que viviam sem energia elétrica, em razão da infraestrutura da CEEE-D, concessionária que abastece o trecho, que não chegava até as casas. Os projetos ganharam corpo quando se abriu a oportunidade de financiamento pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), relembra o agrônomo Gustavo Chaves Alves, extensionista rural da Emater. Os projetos também podem ser viabilizados pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 2,5% ao ano para empreendimentos de infraestrutura. A energia solar passou a abastecer as residências e os freezers que armazenam os pescados. Por inviabilidade técnica, esses projetos não foram conectados à rede da concessionária, como ocorre nos casos de microgeração distribuída que cada vez ganha mais espaço no País. A energia produzida é armazenada em baterias. 'Projetos de fotovoltaicos em Mostardas. Placas alimentam casas dos pescadores que vivem na beira da praia de Mostardas. Foto Gustavo Chaves Alves/Divulgação/JC Foi só em 2015, porém, que o projeto contemplou a primeira propriedade rural conectada à rede de energia elétrica. Uma fazenda com produção de arroz, também no município de Mostardas, recebeu as placas para abastecer a irrigação da lavoura e a secagem do grão. A economia no bolso do produtor foi sentida consideravelmente: a conta de luz, que chegava a mais de R$ 1,5 mil ao mês, passou a custar a tarifa básica da CEEE-D para o sistema trifásico no meio rural (algo em torno de R$ 46,89, mas o valor varia com os impostos federais). Nesse modelo, que é de microgração distribuída ou on grid, a energia produzida pelas placas fotovoltaicas é injetada no sistema elétrico da companhia, gerando créditos ao produtor que podem ser utilizados em até cinco anos, abatendo o valor da conta de luz. O financiamento do projeto foi feito para dez anos, mas a projeção é de que o investimento retorne antes disso, em até oito anos. Desde 2018, ao menos cinco projetos foram levados para análise na região de Mostardas. Os pedidos envolvem geração de energia com autonomia para pecuaristas familiares, abastecimento de água para os animais e implementos de segurança das propriedades, como cercas elétricas. "A adesão ocorre aos poucos, mas vem crescendo. A região tinha uma deficiência muito grande de qualidade de energia, e a geração solar supre essa demanda", avalia Alves. "Os agricultores estão demandando mais energia do que é disponibilizado", observa Lino Moura, diretor técnico da Emater. Por isso, a adesão à energia fotovoltaica tem crescido bastante nas regiões de produção de fumo e aviários, como o Vale do Taquari, onde há muita demanda energética. A região de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, também desponta pelo número de iniciativas. A estimativa é de que a energia solar cresça de 20% a 25% ao ano no Brasil como um todo. Em Teutônia, um dos projetos mais significativos atende a 138 agricultores da Cooperativa Agroindustrial São Jacó. A energia representava o segundo maior custo do orçamento da fábrica de ração para animais, mas a luz solar conseguiu reduzir em 50% os gastos com energia. O investimento foi de R$ 500 mil, financiado pelo Feaper, e a estimativa é de que se pague em dois anos. Com a economia, o custo da ração caiu em 7%, afirma o gerente regional da Emater em Lajeado, Marcelo Brandoli. Na região de Lajeado já são 39 projetos instalados. O Vale do Caí é exemplo de outros casos, onde a energia solar é utilizada para manter câmaras frias que armazenam frutas e hortaliças. "É importante reforçar que existe uma facilidade de crédito muito grande para o produtor rural, com juros baixos, que permitem o retorno dos investimentos em poucos anos", salienta Brandoli.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679017-emater-leva-projetos-de-energia-solar-ao-campo-gaucho.html)

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