18/04/2019

Crescimento do seguro de vida no setor audiovisual

 a chubb diz que a demanda por seguros de vida específicos para o setor audiovisual cresceu nos últimos anos, tendo em vista a expansão desse segmento no brasil. de acordo com o observatório brasileiro do cinema e do audiovisual (oca), o número de lançamentos de filmes brasileiros entre 2009 e 2018 mais do que dobrou, ao pular de 84 para 171. conforme o último levantamento da entidade sobre o assunto, a participação da produção brasileira independente nos canais da tv paga passou de 10,7% para 13,8% entre 2013 e 2017. segundo dennys rosini, diretor de vida da chubb brasil, o seguro de vida da seguradora está chamando a atenção das empresas de audiovisual porque, entre outras razões, a apólice customizada concede proteção a todos os participantes da produção, observando custos reconhecidamente acessíveis. assim, as coberturas do produto, denominado vg filmagens, contemplam técnicos, atores, diretores, figurantes e modelos, além de outras pessoas ligadas diretamente aos processos de desenvolvimento, criação e filmagem. as indenizações são concedidas em caso de morte, invalidez permanente em função de acidente e ainda por conta de despesas médicas, hospitalares e odontológicas. de acordo com o diretor, os riscos mais frequentes nesse setor são os acidentes que podem ocorrer em gravações de seriados, propagandas, novelas e filmagens. para atender as necessidades do segmento, ele diz que a chubb montou uma equipe especializada e que “que fala a mesma língua” dos profissionais do ramo durante as etapas de subscrição, gerenciamento de riscos e atendimento a sinistros. “além disso, a companhia desenvolveu ferramentas que possibilitam a contratação do seguro de forma 100% online”, destaca. diz ele que esse último recurso permite que o seguro seja adquirido em grande velocidade, atendendo uma necessidade importante das produções, que geralmente atuam com cronogramas apertados. dennys rosini lembra que a indústria audiovisual continuou crescendo nos últimos anos, a despeito da crise econômica vivenciada no país. essa observação é também respaldada pelos dados do oca, que dão conta que a quantidade de filmes brasileiros lançados por ano subiu 32% entre 2014 e 2018. segundo a mesma entidade, o número de certificados de produto brasileiro de obras independentes aumentou 60% entre 2013 e 2017. ao destacar esse aspecto do setor, que denota força e resiliência, ele afirma que o seguro de vida para a indústria audiovisual merece especial atenção dos corretores de seguros que desejam ampliar os seus rendimentos por meio da diversificação de produtos. “estamos preparados para dar todo o suporte necessário a esses parceiros”, conclui.  fonte: revista cobertura
18/04/2019

Temor da ‘caneta’ no setor público atrai seguradora

 o temor das autoridades públicas na hora de tomar uma decisão, principalmente após a operação lava jato, está sendo visto como oportunidade de negócio pelo mercado de seguros. o assunto, em estudo há mais de dois anos, começa a sair do forno em forma de apólice. um dos nomes interessados no potencial deste segmento é a norte-americana chubb seguros. a seguradora já teria pedido o aval da superintendência de seguros privados (susep) para comercializar a apólice de responsabilidade civil para autoridades públicas no brasil. estrear nesse mercado, porém, não depende apenas do aval da xerife do mercado de seguros, mas também da matriz, nos estados unidos. lá fora, a seguradora já vende esse tipo de seguro com limites que vão até us$ 20 milhões. o que é? a apólice para autoridades públicas (po, sigla em inglês para “public officials”) tem como principal foco proteger o patrimônio dos servidores públicos de ações na justiça por erros de gestão. custos com processos e multas em casos de corrupção, por exemplo, podem até estar cobertos desde que não seja identificado dolo ou má-fé do segurado – riscos que são excluídos em qualquer tipo de seguro. grande alvo. na mira da norte-americana, há um público potencial de mais de 600 mil servidores somente na esfera federal, conforme dados do governo federal. devem ser acrescidas nesta conta ainda as autoridades estaduais e municipais. primo privado. o seguro para agentes públicos é similar ao que protege executivos – o d&o, na sigla em inglês – que teve forte impulso no brasil após a lava jato tanto nas vendas como nos sinistros. o foco da novidade, entretanto, é exclusivo às autoridades públicas uma vez que os executivos de empresas estatais já podem ter acesso a esse tipo de proteção. fonte: temor da ‘caneta’ no setor público atrai seguradora
18/04/2019

62,8% das empresas corretoras de seguros estão no Sudeste

 dados oficiais da fenacor indicam que estão concentradas na região sudeste 62,8% de todas as empresas corretoras de seguros em atividade no mercado brasileiro. segundo a federação, os quatro estados dessa região abrigam 27.840 corretoras, das quais 18.957 estão em são paulo, 4.361 no rio de janeiro, 3.866 em minas gerais e 656 no espírito santo. a região sul tem o segundo maior número de corretoras de seguros. são, no total, 7.831 corretoras no paraná (3.187), rio grande do sul (3.031) e em santa catarina (1.613). no nordeste estão as sedes de 4.403 corretoras de seguros, sendo a maioria na bahia (1.439), em pernambuco (873) e no ceará (680). outras 3.166 empresas corretoras de seguros estão no centro-oeste e apenas 1.061 no norte do país. fonte: cqcs
18/04/2019

Arrecadação do mercado de seguros avança dois dígitos até fevereiro

 receita atinge r$ 39,4 bilhões e sobe 12,7% no período a arrecadação do mercado de seguros manteve a trajetória positiva no acumulado do ano até fevereiro. no primeiro bimestre, a alta foi na casa de dois dígitos – de 12,7% (sem dpvat e sem saúde suplementar) - sobre o mesmo período do ano passado, alcançando a cifra de r$ 39,4 bilhões (ou r$ 40,1 bilhões com dpvat), informa a nova edição da publicação conjuntura cnseg. “o comportamento positivo de todos os ramos contribuiu para fevereiro apresentar uma taxa de crescimento bastante promissora, na comparação com o acumulado no mesmo período do ano passado”, destacou marcio coriolano, presidente da cnseg, a confederação das seguradoras. vale lembrar que o desempenho positivo do setor segurador é importante no plano macroeconômico, não só pela sua participação de mercado – de 6,5% do pib-, mas também pela sua condição de grande investidor institucional – as seguradoras mantêm mais de r$1,2 trilhão em ativos, ou seja, 25% da dívida pública. o resultado deveu-se ao crescimento de todos os ramos de seguros no período. destaque para os planos de acumulação vgbl, que subiram 17,8% nos dois meses primeiros meses do ano. outras contribuições importantes, no acumulado do ano, partiram dos seguros patrimoniais (19,5%), do seguro rural (13,1%), dos seguros de crédito e garantias (10%) e dos títulos de capitalização (9,6%). já os seguros de automóveis tiveram discreto aumento de arrecadação, de 1,3% no bimestre. na série de dados anualizada (março/18 a fev/19 – sem saúde suplementar), o crescimento é mais discreto- 2%-, indicando, porém, uma recuperação paulatina, já que houve uma sequência de quatro períodos anualizados de taxas negativas (considerando-se as séries de 12 meses móveis de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2018). fonte: revista cobertura
18/04/2019

Folha esclarece dúvidas sobre a reforma da Previdência

 todas as quintas-feiras, a editoria de economia publica uma coluna com explicações sobre o assunto. você acompanha no jornal folha de pernambuco, no portal folhape e pode enviar e-mail com sua pergunta o projeto de reforma da previdência, que segue tramitando de forma tumultuada no congresso nacional, tem levantado muitas dúvidas na população. o presidente do instituto dos advogados previdenciários de pernambuco (iape), ney araújo, esclarece algumas das perguntas enviadas pelos nossos leitores. as dúvidas podem ser enviadas para o e-mail previdencia@folhape.com.br. tenho 50 anos e trabalhei durante 25 anos em laboratório de análises clínicas, em condições de insalubridade. fui demitida há dois anos. já posso me aposentar? (bruna guedes) por seu turno, para a aposentadoria especial, não há a influência da idade, posto não haver a aplicação do fator previdenciário. portanto, só lhe resta comprovar os 25 anos de atividade especial, já que você já poderia estar aposentada há dois anos. tenho 59 anos e fui registrado de 1982 a 1997 com um ganho médio de dez salários mínimos. desde então, fui trabalhar como autônomo e nunca mais paguei inss. fiz previdência privada, mas, devido à minha situação econômica, já saquei. qual a sugestão para poder me aposentar? teria algum direito? (silas garrido) é importante que você volte a contribuir, seja como empregado, autônomo ou facultativo. a previdência social é mais do que uma aposentadoria. no seu caso, a opção mais próxima é a aposentadoria por idade aos 65 anos, uma opção que garante renda para o trabalhador e sua família em casos de doença, invalidez, acidente, prisão, morte e velhice, além de proteção à maternidade e ao desempregado involuntário. sou vigilante. gostaria de saber, então, se haverá alguma modificação na aposentadoria especial dos vigilantes, que consiste em 25 anos de contribuição. (rodrigo marinho) o vigilante armado, por laborar em atividade perigosa, comprovada com o perfil profissiográfico previdenciário (ppp), goza do direito a aposentadoria especial. a reforma constante da pec nº 6/2019 extingue essa modalidade de aposentadoria. tenho 56 anos de idade e 26 de contribuição. a contribuição era sobre dois salários. se eu der entrada na aposentaria proporcional, qual será o percentual da perda? (inês lira) é raro uma pessoa se aposentar proporcionalmente hoje, salvo alguns casos de quem contribuía antes de 1998. por isso, seu caso precisa de um levantamento mais detalhado. coluna publicada no dia 11 de abril de 2019 ainda tramitando na comissão de constituição e justiça (ccj) da câmara federal, o texto com as propostas de mudança da previdência social anda causando muitas dúvidas. na coluna de hoje, o advogado especialista em direito previdenciário, elizeu leite, esclarece as perguntas enviadas pelos nossos leitores. os leitores podem enviar suas dúvidas para o e-mail previdencia@folhape.com.br. aos 61 anos, minha mãe já tem 14 anos e 10 meses de contribuição. segundo a regra atual, faltam dois meses para que ela se aposente por idade. se a nova regra não for aprovada até maio ou junho, ela poderá se aposentar com 15 anos de contribuição ou terá que completar 20 anos? caso entre em vigor, em qual regra de transição ela se encaixa? se ela pagar os meses restantes conseguirá se aposentar? (emirtis ferreira) certamente sua mãe, por estar muito próxima de atingir os requisitos, irá conseguir se aposentar pelas regras atuais, visto que ela vai implementar os requisitos em maio, caso continue contribuindo pelos dois meses que faltam. tenho 47 anos e tenho carteira assinada desde os 16 . são 31 anos de contribuição, sendo 10 com insalubridade. se a reforma for aprovada, meu direito adquirido será preservado mesmo com as regras de conversão de tempo insalubre para tempo comum? (joão batista) com a conversão dos 10 anos de trabalho, devido à exposição ao agente ruído, você implementa os 35 anos de contribuição exigidos para a aposentadoria por tempo de contribuição integral. seu direito adquirido será mantido. o que vai mudar, segundo o texto apresentado, é a possibilidade de conversão do tempo especial em comum, só após a publicação da emenda. segundo a simulação do "meu inss", minha mãe tem 64 anos de idade e 14 anos de contribuição. ou seja, com menos de um ano ela poderia se aposentar. as mudanças irão atingi-las? (ary barbosa) como ela está perto de atingir os requisitos para aposentadoria por idade (60 anos + 15 de contribuição), as mudanças propostas não serão muito danosas. pela regra de transição da idade, ela terá que contribuir mais 6 meses, além dos 15 necessários atualmente. é bom lembrar que o requisito da idade ela já cumpriu. assim, em 2020, a regra transitória prevê, para as mulheres o seguinte: 60,5 anos de idade e 15,5 anos de contribuição, aumentando 6 meses em ambos os requisitos até 2023. coluna publicada em 4 de abril de 2019 a iminente mudança das regras na previdência social no brasil continuam gerando dúvidas. diante disso, a folha de pernambuco dá sequência a este espaço que visa solucionar as principais enviadas por nossos leitores. para esclarecê-las, contamos, mais uma vez, com a contribuição do advogado previdenciário, trabalhista e presidente do instituto dos advogados previdenciários - seção pe, ney araújo. os leitores podem enviar suas dúvidas para o e-mail previdencia@folhape.com.br. tenho 45 anos de idade e contribui 18 anos com a previdência. faz 5 anos que perdi a audição e com isso faz 1 ano que trabalho como pcd. quantos anos ainda devo contribuir, uma vez que agora estou inserida no sistema de cotas por conta da deficiência adquirida? (aurenilda maria) para obtenção da aposentadoria da pessoa com deficiência a reforma da previdência não impõe a regra de pontos, não estabelece idade e o benefício será concedido levando em consideração os 100% do valor da média aritmética simples dos salários de contribuição. sou professora de escola pública e comecei a trabalhar para o estado com 20 anos. hoje, tenho 46 anos de e idade e 26 de contribuição. qual a idade que eu posso me aposentar com 100 por cento do meu salário? (cirlene) atualmente, os professores da rede pública de ensino como você, devem cumprir os seguintes requisitos para a aposentadoria: idade mínima de 50 anos para mulheres e 55 anos para homens, com 10 anos de serviço público e 5 anos no cargo efetivo. para alcançar a integralidade e paridade na sua aposentadoria, se aprovado o texto da reforma como se encontra na câmara dos deputados, você terá de atingir idade mínima de 60 anos, completar 30 anos de contribuição com 10 anos de atuação no serviço público e 5 anos no cargo efetivo. as regras de reajustes para os benefícios (aposentadorias) do inss serão mudadas? (glauber vasconcelos) está previsto no texto da reforma da previdência que seja retirado o reajuste dos benefícios com valor acima do salário mínimo da constituição federal, a qual impõe que os mesmos tenham o seu valor real mantido. se aprovada a reforma como está, o reajustamento será regido por lei complementar, a qual poderá desprezar o índice de reajustamento pelo índice nacional de preços ao consumidor (inpc) que mede a inflação. a grande preocupação é que possa ser tomado um índice de correção como a taxa referencial (tr), a qual está hoje em 0%. coluna publicada em 28 de março de 2019 as perguntas enviadas por nossos leitores são respondidas pelo advogado previdenciário e trabalhista, ney araújo, que também atua como presidente do iape - instituto dos advogados previdenciários - seção pe. tem dúvidas? mande sua pergunta para previdencia@folhape.com.br como vai ficar o micro empreendedor individual (mei) com a mudança na previdência? (celso avir) a proposta de reforma da previdência não contém alteração quanto à alíquota mensal de contribuição do microempreendedor individual (mei), de 5% do valor do salário mínimo, o que corresponde hoje a r$ 49,90, ao contrário do que prevê aos demais trabalhadores. no entanto, há mudanças nas regras para obtenção de benefícios do inss, como aposentadoria por idade e pensão por morte, as quais estão previstas na reforma e alcançarão todas as categorias. para a aposentadoria por idade, se aprovada à reforma sem modificações, será exigida idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para as mulheres, com o tempo mínimo de contribuição passando de 15 anos para 20 anos, o que garantirá apenas 60% do valor da média contributiva para a aposentadoria. para garantir o valor integral do benefício será obrigatório contribuir não mais por 30 anos, e sim, por 40 anos. o cálculo da média será sobre os 100% das contribuições, não mais ocorrendo à exclusão das 20% menores contribuições para beneficiar aquele que está se aposentando. a reforma impõe, também, restrições quanto à acumulação de benefícios e redução no valor da pensão por morte. sou professora de escola particular e pública. já me aposentei pelo inss da instituição particular. atualmente tenho 49 anos e 6 meses. e prestes a completar em abril próximo, 24 anos de concurso da rede pública. pela antiga legislação, me aposento em abril de 2020, quando terei 50 anos e 25 de concurso concomitantemente. essa reforma se aprovada, me afetará? (ana reis) se a reforma entrar em vigor até abril de 2020, sem alterações, você será atingida, posto que, nela está contida a exigência da idade mínima de 51 anos e 30 anos de contribuição, além de 10 anos de atuação no serviço público e cumprimento de 5 anos no cargo efetivo. tenho 23 anos trabalhando numa profissão que tem periculosidade. consigo me aposentar com 25 anos de contribuição, pois só tenho 43 anos? (jefferson wollas) a aposentadoria especial é concedida para pessoas que executam atividades insalubres ou perigosas, ocorrendo na imensa maioria ser deferida para aquele que laborou por 25 anos exposto a agentes químicos, físicos ou biológicos prejudiciais a sua saúde ou em atividade de risco sujeito, por exemplo, a explosivos e inflamáveis. a aposentadoria é conferida sem levar em consideração a idade e sem a aplicação do fator previdenciário, o que proporciona a concessão do benefício com 100% do valor da média contributiva. para o requerimento da aposentadoria é necessário à apresentação do perfil profissiográfico previdenciário (ppp), que é de fornecimento obrigatório pelo empregador. o dito documento relata o ambiente em que você exerceu suas atividades, descrevendo os seus contatos, manuseios e exposição à nocividade ou risco/perigo. coluna publicada em 21 de março de 2019 em 66 páginas, a proposta de emenda à constituição (pec) 6/2019, enviada em fevereiro à câmara dos deputados, traz além da idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, o fim da aposentadoria por tempo de contribuição após um período de transição que deve variar a depender de cada caso. para eles o texto prevê três opções, à escolha do segurado do regime geral de previdência social. já no regime próprio de previdência social, o dos servidores, a idade mínima passa de 56 em 2019 para 57 em 2022 (mulher) e de 61 para 62 (homem). o tempo de contribuição seria de 30 anos (mulheres) e 35 (homens), sendo 20 de serviço público e 5 de cargo. essas são algumas mudanças que devem acontecer se o congresso aprovar a pec na íntegra. ainda em dúvida? muitas pessoas ainda têm. é para tentar sanar essas questões que, todas às quintas-feiras, iremos convidar um especialista para res­ponder os principais questionamentos enviados pelos nossos leitores para o e-mail previdencia@folhape.com.br. confira aqui as principais perguntas enviadas e respondidas em detalhes pelo advogado previdenciário do reis & pacheco thiago cantarelli. como vai ficar a aposentadoria para os profissionais de saúde? (fernanda simone, recife) diversas são as respostas que podem ser dadas para esta pergunta, posto que não houve especificação sobre qual regime de previdência está vinculado com o segurado. caso se trate de segurado vinculado ao inss (regime geral de previdência social), haverá nítida modificação, exigindo a idade mínima de 61 anos (homem ou mulher) para ter direito à aposentadoria, considerando o tempo de contribuição mínimo de 25 anos. em se tratando de segurado concursado pela união, estados, distrito federal ou municípios (regime próprio de previdência social), não há atualmente uma lei disciplinando o direito a esse tipo de benefício, mas sim, entendimentos judiciais que exigem do governo a aplicação das regras do regime geral de previdência. como ficará a aposentadoria por insalubridade? trabalho com grau máximo e gostaria de saber quando vou ter direito de me aposentar? (victinho_andreza, recife) o direito à aposentadoria especial será modificado exigindo uma idade mínima para tanto, o que atualmente não há. de acordo com a emenda constitucional, haverá a exigência de 61 anos de idade com idade mínima de acesso à referida aposentadoria, tomando em consideração a idade mínima de 25 anos de tempo de contribuição integralmente expostos a agentes nocivos. recomenda-se que o segurado fique atento à solicitação ao seu empregador para que emita a documentação previdenciária que comprova a insalubridade, o ppp (perfil profissiográfico previdenciário) e o ltcat (laudo técnico emitido por engenheiro de segurança do trabalho ou médico do trabalho credenciado). e nós, professores, saímos da classe especial? tenho idade passando, mas faltava 5 anos, agora vou pra 10? (mônica jardim, recife) os professores estão entre os segurados mais prejudicados com a pec apresentada pelo governo federal. haverá a necessidade de uma idade mínima bem avançada, diferente do que atualmente está vigente. de acordo com essa nova regra de previdência, haverá a necessidade de preenchimento de 25 anos de contribuição, se mulher, e 30, se homem, além da somatória da idade + tempo de contribuição em 81 pontos, se mulher, e 91, se homem. com base nessa exigência, a professora, para se aposentar com 25 anos de contribuição, deve ter 56 anos de idade, e, o professor, 61.
15/04/2019

Executivos explicam segredo para crescimento de 171,19% da União Seguradora

  carteira de vida em grupo foi a que mais registrou evolução em 2018, a união seguradora cresceu 171,19%, o maior já registrado pela companhia que pertence desde 2013 ao grupo aspecir. as carteiras com mais destaque foram a de vida em grupo, com 223,45% de evolução em relação a 2017, e acidentes pessoais, com 154,08%. auxílio funeral (145,91%) e prestamista (16,16%). o presidente da união seguradora, milton machado, comenta que o resultado surpreendeu, mas é fruto de um trabalho feito diariamente focado nas melhores soluções para o cliente. “esses números nos fazem pensar cada vez mais em termos de aprimoramento, de controles internos, divulgação, parte contábil, enfim, uma série de coisas que nós estamos sempre prevendo e querendo repetir o êxito do ano que passou”, destaca. “na onda de preocupação com o futuro do brasileiro, nós estamos com produtos bem encaminhados, simples e de fácil entendimento, o que tem ajudado no nosso desenvolvimento”, acrescenta. no último ano a empresa tem expandido seus negócios dentro do próprio estado e pelo brasil. “hoje nós já temos algumas representações, o grupo em si tem escritórios próprios no interior do rio grande do sul e capitais brasileiras como florianópolis, curitiba, rio de janeiro, são paulo e agora belo horizonte”, conta ao lembrar que essa expansão é feita com pés no chão. “procuramos encontrar parceiros em estados que vamos entrar sabendo que teremos resultados, a nossa área comercial tem sido muito ágil”, diz. na união seguradora, apenas 32 corretores de seguros estão cadastrados junto da área comercial. o diretor comercial joão lock salienta que mesmo com uma equipe enxuta, é possível realizar um trabalho excelente e personalizado. “conseguimos com esse número de profissionais fazer com que a nossa empresa tenha foco em atendê-los da forma adequada, pois não adianta ter uma carteira imensa de corretores e não ter produtividade”, comenta. além disso, lock lembra que a empresa está sempre aberta para receber novos corretores: “aquele que não trabalha ainda conosco está perdendo a oportunidade de fazer grandes negócios, por isso digo venha para cá, pois nós fazemos de forma que o seu estipulante receba o que merece”. o atendimento para estes profissionais ocorre de maneira diferenciada. “sem dúvida nenhuma é bem atendido, com atendimento praticamente personalizado diretamente com a direção”, finaliza o presidente milton machado.  
12/04/2019

Volta à Câmara projeto que exige de corretor de seguros habilitação da Susep

 um projeto que busca aumentar a segurança de quem usa serviço de corretagem de seguros retorna à câmara dos deputados. o plenário do senado confirmou nesta quinta-feira (11) a aprovação do relatório da comissão de assuntos econômicos (cae) ao projeto de lei da câmara 7/2013, em forma de texto substitutivo, após discussão em turno suplementar. a proposta foi aprovada em primeiro turno no último dia 28. conforme o texto da cae, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de habilitação, a ser concedida pela superintendência de seguros privados (susep), autarquia vinculada ao ministério da economia responsável pela regulação do setor de seguros e resseguros. o projeto enumera os documentos necessários para obtenção da habilitação. a exigência vale também para os corretores já em atividade. o projeto original, de autoria da presidência da república, obrigava os corretores a contratarem um seguro obrigatório sobre a sua atividade. o objetivo era garantir ao usuário do serviço uma reparação de danos eventualmente causados pelo corretor na contratação de seguros. mas o relator foi contrário a essa proposta, argumentando que a imposição poderia gerar consequências negativas para o setor. “além de tal medida restringir o mercado de corretagem [e] importar no aumento do custo do serviço — o que possivelmente caracterizaria uma ofensa ao princípio constitucional da livre iniciativa e da proporcionalidade —, o ambiente de controle exercido pela susep é suficiente para dar a segurança de que necessitam os usuários”, defendeu o então relator na cae, o ex-senador romero jucá. o relator também se opôs à ampliação do poder de fiscalização das entidades autorreguladoras sobre corretores de seguros não filiados. essa ampliação estava no texto original plc 7/2013. fonte: agência senado (reprodução autorizada mediante citação da agência senado)
12/04/2019

Uma providência para a previdência privada

  plataforma recém-lançada quer simular planos de aposentadoria para agentes e clientes o pioneiro sistema estatal de previdência social foi criado na alemanha, em 1889. quem o idealizou foi otto von bismarck, primeiro-ministro por quase duas décadas. apelidado “chanceler de ferro” por sua política autoritária na unificação germânica, bismarck criou o sistema para enfraquecer a oposição socialista a seu governo. em homenagem a ele, o engenheiro e empresário alexandre melo batizou de otto uma plataforma digital que vai reunir as informações sobre os produtos de previdência privada disponíveis no mercado. “a ideia é facilitar o acesso dos agentes autônomos para que escolham o melhor para seus clientes na previdência privada”, diz melo. interativa, a plataforma terá uma série de perguntas e respostas para o usuário, além de comparadores e simuladores de planos no longo prazo. segundo melo, as áreas comerciais de escritórios de agentes autônomos, de corretoras e de seguradoras, poderão recorrer à plataforma na hora de atender clientes interessados em produtos previdenciários. a ideia é que o cliente também consulte a plataforma para fazer simulações. quando os fundadores começaram a idealizar a plataforma, há cerca de um ano, a intenção era tratar de investimentos de forma ampla. a reforma da previdência os levou a restringir temporariamente o escopo de atuação. nos próximos meses deverão ser lançadas ferramentas para outros produtos. “estamos preparando uma iniciativa similar sobre o tesouro direto”, diz melo. machine learning a meta do otto é conquistar de 40 a 60 empresas por ano como clientes. cada usuário terá de pagar a partir de r$ 1,5 mil por mês pelo serviço, mas a tarifa cresce à medida que o número de clientes de cada agente aumenta. para colocar a operação de pé, melo e seus sócios investiram cerca de r$ 800 mil. segundo o fundador, a expectativa é que a operação chegue ao azul já no primeiro ano. “o otto foi criado sob o conceito de machine learning”, diz melo. “conforme os usuários interagem com a plataforma, ela absorve o conhecimento e aumenta sua base de informações”, afirma melo. a curadoria dos dados do otto está a cargo de carolina volcov, que atou nos últimos dez anos como especialista de previdência em grandes instituições financeiras como itaú e safra. fonte: isto é – dinheiro
12/04/2019

Você conhece os benefícios de investir em uma previdência privada?

 diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro lembra que as vantagens de contratar um plano individual vão além da dedução no imposto de renda os brasileiros têm até o dia 30 de abril para declarar o imposto de renda referente a 2018. quem tem um plano de previdência modalidade pgbl (plano gerador de benefício livre), e aproveitou o ano anterior para realizar aportes extras, tem agora uma vantagem na hora de acertar as contas com o leão, pois vai poder deduzir os valores em até 12% da renda bruta anual tributável, o que significa pagar menos ou restituir mais imposto agora. “além da possibilidade da dedução no ir, investir em previdência privada ajuda o cliente a construir seu planejamento financeiro para realizar sonhos e ter uma aposentadoria tranquila”, lembra fernanda pasquarelli, diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro. a executiva destaca alguns benefícios da previdência privada e dá dicas para auxiliar as pessoas a aproveitarem melhor sua previdência: “o incentivo fiscal do pgbl é um adiamento do imposto, que será cobrado no resgate ou no pagamento do benefício lá na frente. então, a dica é reinvestir o valor da dedução no próprio plano para aumentar a reserva futura. outra dica é optar pelo regime regressivo de tributação e manter cada contribuição aplicada por mais de 10 anos, porque nesse caso você terá uma alíquota de 10% na hora de retirar o dinheiro. e por fim, inclua as coberturas de renda e pensões no seu plano. elas irão te proteger e à sua família em caso de imprevistos financeiros. “ fonte: segs por camila augusto

Fusão de Previc e Susep está suspensa, informa O Globo


09/01/2019
Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, subiu no telhado, ao menos por enquanto, a idéia da equipe econômica de Paulo Guedes de juntar numa só autarquia a Susep e a Previc, que regulam e fiscalizam as seguradoras e os fundos de pensão, respectivamente. Assim como acabou o gás do lobby para transferir a sede da Susep do Rio para Brasília.

Fonte: Sonho seguro

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