04/01/2019

Seguro DPVAT fica até 79% mais barato, mas não existe desconto para pagamento antecipado

  o valor do seguro obrigatório para danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre (dpvat) está até 79% mais barato em 2019, mas não é verdade que o valor seria um desconto válido apenas para quem efetuar o pagamento até esta quarta-feira, 2. é falsa a informação veiculada pelo whatsapp segundo a qual o valor ficaria maior se o pagamento fosse feito a partir desta quinta-feira, 3. não há desconto para pagamento antecipado.   de acordo com o departamento estadual de trânsito do ceará (detran-ce), o dpvat é pago conforme o calendário do licenciamento, definido pela placa do veículo.  o licenciamento de carros com a placa de final 1 vence no dia 10 de março; a placa de final 2, no dia 10 de abril, e assim sucessivamente no dia 10 de cada mês, até a placa de final 0, que vence em 10 de dezembro.   para 2019, o valor do seguro obrigatório foi fixado em r$ 16,21 para automóveis e camionetas particulares. em 2018, o valor para carros da mesma categoria era de r$ 45,72. a redução ocorreu após auditoria nas contas de seguradora líder, que constatou que a arrecadação era mais que suficiente para cobrir os seguros pagos.    o ministério da fazenda (mf) é o órgão responsável por  fiscalizar as empresas seguradoras. o seguro dpvat é válido por 12 meses. o licenciamento do veículo é diferente em cada estado, em prazo definido por cada detran.   a seguradora líder alerta que o site da companhia é totalmente seguro e orienta aos proprietários dos veículos que não cliquem diretamente em mensagens disseminadas em grupos de whatsapp.   confira os valores para pagamento do seguro dpvat 2019   automóveis e camionetas particulares / oficial, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional: r$ 16,21 táxis, carros de aluguel e aprendizagem: r$ 16,21 ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais): r$ 37,90 micro-ônibus com cobrança de frete mas com lotação não superior a 10 passageiros e ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais): r$ 25,08 ciclomotores: r$ 19,65  motocicletas, motonetas e similares: r$ 84,58 caminhões, caminhonetas tipo "pick-up" de até 1.500 kg de carga, máquinas de terraplanagem e equipamentos móveis em geral (quando licenciados) e outros veículos: r$ 16,77 reboque e semirreboque: isento (seguro deve ser pago pelo veículo tracionador)    confira nota da seguradora: os valores do seguro dpvat são definidos pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp) e são válidos para todo o brasil. a afirmação de que haveria descontos nos valores do seguro dpvat é incorreta. não há descontos nos valores do seguro dpvat. o dpvat é um seguro obrigatório, pago por todos os proprietários de veículos no brasil. abaixo, segue a tabela vigente para 2019, de acordo com a categoria dos veículos.   a seguradora líder reforça que o site da companhia é totalmente seguro e recomenda que os proprietários de veículos não cliquem diretamente nas mensagens disseminadas em grupos de whatsapp, que podem direcionar para sites maliciosos. o acesso deve ser feito diretamente pelo site: https://www.seguradoralider.com.br/pages/saiba-como-pagar.aspx ou https://pagamento.dpvatsegurodotransito.com.br   fonte: redação o povo online
04/01/2019

Presidente da República promulga lei que reforça exigências na venda de seguros

 o presidente da república promulgou hoje as novas regras do setor segurador, que reforça as exigências na venda de seguros com o objetivo de melhorar a proteção aos consumidores, segundo a nota publicada na página da presidência. o novo regime jurídico de distribuição de seguros e resseguros transpõe a diretiva europeia e reforça os requisitos de exercício de atividade, com formação obrigatória dos trabalhadores, e as exigências na comercialização dos seguros (seja feita por pessoas singulares ou empresas), desde logo com maiores deveres de informação. a venda de seguros enquanto produto de investimento passa ainda a obrigar a um teste de adequação ao perfil do cliente. o diploma promulgado inclui ainda o regime processual aplicável às contra ordenações e os crimes especiais do setor segurador e de fundos de pensões, cujo processamento competirá à autoridade de supervisão. a transposição em portugal da diretiva de distribuição de seguros está atrasada, face às datas inicialmente previstas a nível europeu. aquando da aprovação no parlamento, em setembro, tanto o cds-pp como bloco de esquerda manifestaram preocupação de que o novo regime possa estimular “um processo de concentração” do setor segurador na união europeia, o que, em última instância, poderá representar uma desproteção dos consumidores. pela parte do ps, o vice-presidente da bancada joão paulo correia defendeu que o novo regime “uniformiza” as regras de supervisão no setor, aumentando a confiança dos clientes. em portugal existem cerca de 25 mil mediadores/corretores de seguros autorizados pelo regulador do setor. fonte: eco sapo
04/01/2019

Inflação de Porto Alegre avança 0,25% na última semana de dezembro, diz FGV

 o índice de preços ao consumidor semanal (ipc-s) de porto alegre registrou variação de 0,25%, na apuração realizada na quarta semana de dezembro de 2018, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (3) pela fundação getulio vargas (fgv). o resultado foi 0,05 ponto percentual (p.p.) superior ao divulgado na terceira semana de dezembro, que foi de 0,20%. seis das oito classes de despesa que compõem o índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, com destaque para vestuário (de 0,59% para 1,08%) e habitação (de 0,60% para 0,85%). os grupos que exerceram pressões acima da média foram vestuário (1,08%), habitação (0,85%), educação, leitura e recreação (0,85%) e saúde e cuidados pessoais (0,36%). já os que estiveram abaixo da média foram despesas diversas (0,19%), comunicação (-0,02%), alimentação (-0,03%) e transportes (-0,85%). em todas as capitais pesquisadas, a variação do ipc-s também registrou acréscimo, como em salvador (de 0,06% para 0,22%), brasília (de -0,29% para 0,09%), belo horizonte (de 0,03% para 0,25%), recife (de 0,13% para 0,19%), rio de janeiro (de 0,55% para 0,73%) e são paulo (de -0,15% para 0,11%). a tabela a seguir mostra as variações percentuais do índice nesta e na apuração anterior.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/663932-inflacao-de-porto-alegre-avanca-0-25-na-ultima-semana-de-dezembro-diz-fgv.html)    
28/12/2018

Feliz 2019

 receba o novo ano com alegria, faça as pazes com seu passado e olhe para o futuro com esperança. fica aqui o nosso abraço e um brinde a 2019!
14/12/2018

União Seguradora fecha o ano com novos negócios

 a união seguradora recebeu a uperformance assessoria & consultoria em seguros em sua sede em porto alegre. o diretor comercial joão lock, antônio coutinho, técnica, e marco rocha, comercial, receberam domingos costa, ailton lopes e estela de moura rey para iniciar uma parceria com prospecção de novos negócios. segundo os participantes, a reunião foi produtiva em ideias que, com certeza, confirmam o sucesso dessa parceria para 2019. o diretor joão lock e sua equipe agradecem a visita da uperformance e encerram o ano com excelentes perspectivas.
14/12/2018

Uma parceria de sucesso

 o comercial da marco rocha da união segurador esteve com juveni schons da smj seguros na tarde de ontem, 13, para desejar um natal de muita saúde e paz e agradecer por mais um ano de parceria. que 2019 seja de muito sucesso!
14/12/2018

Corretor que buscar cobertura para cliente no mercado internacional em desacordo com a legislação está sujeito a penalidade

 corretores e segurados que contratam seguros no exterior em desacordo com a legislação em vigor estão sujeitos às penalidades previstas em regulamentação específica. segundo a susep, a punição poderá ocorrer mesmo para os casos onde já tenha ocorrido o término da vigência do contrato. além disso, o corretor que precisar buscar cobertura para o seu cliente no mercado internacional, seguindo os critérios estabelecidos na legislação, deve ficar atento, pois, caso surja um problema, não será competência da susep intervir em eventuais litígios. a susep explica ainda que não é necessária a sua autorização prévia para a contratação de seguro no exterior, desde que observada a legislação vigente. entretanto, a contratação de seguro para cobertura de riscos no exterior facultada às pessoas jurídicas deverá ser informada em até 60 dias contados do início de vigência do risco. a documentação referente à contratação inicial ou renovação de seguro no exterior deverá ser mantida à disposição da susep pelo segurado e pelo corretor pelo prazo de cinco anos após o término da vigência, sem prejuízo de prazos diferentes exigidos por outros órgãos de controle. a lista dos seguros que podem ser contratados no exterior e daqueles que devem ser contratados exclusivamente no brasil é estabelecida nos artigos 19 e 20 da lei complementar 126/200. o artigo 19 determina que serão exclusivamente celebrados no país todos os seguros obrigatórios e os não obrigatórios contratados por pessoas naturais residentes no país ou por pessoas jurídicas domiciliadas no território nacional, independentemente da forma jurídica, para garantia de riscos no país. já o artigo 20 estabelece que a contratação de seguros no exterior por pessoas naturais residentes no país ou por pessoas jurídicas domiciliadas no território nacional é restrita às seguintes situações: cobertura de riscos para os quais não exista oferta de seguro no país, desde que sua contratação não represente infração à legislação vigente; cobertura de riscos no exterior em que o segurado seja pessoa natural residente no país, para o qual a vigência do seguro contratado se restrinja, exclusivamente, ao período em que o segurado se encontrar no exterior; seguros que sejam objeto de acordos internacionais referendados pelo congresso nacional; e seguros que, pela legislação em vigor, na data de publicação desta lei complementar, tiverem sido contratados no exterior. as pessoas jurídicas poderão contratar seguro no exterior para cobertura de riscos no exterior, informando essa contratação ao órgão fiscalizador de seguros brasileiro no prazo e nas condições determinadas pelo órgão regulador de seguros brasileiro. para contratações relativas a riscos para os quais não tenha sido obtida cobertura no país, a susep poderá, a qualquer tempo, exigir que o segurado e/ou o corretor apresentem cópias dos seguintes documentos: consultas efetuadas a, no mínimo, 10 seguradoras brasileiras que operem no ramo de seguro em que se enquadre o risco, devendo ser as consultas iguais, para todas as seguradoras; documentos emitidos pelas seguradoras, com a respectiva negativa para a cobertura do seguro, com a justificativa apresentada para o posicionamento; consulta efetuada à seguradora no exterior, com tradução juramentada no idioma nacional, nos mesmos termos daquelas efetuadas às seguradoras nacionais. na hipótese de não existirem pelo menos 10 seguradoras brasileiras que operem no ramo de seguro em que se enquadre o risco, deverão ser consultadas todas as seguradoras que operem naquele ramo. fonte: cqcs
14/12/2018

CNseg: resiliência e diversificação mantêm crescimento do setor

 confederação das seguradoras espera fechar 2018 com crescimento nominal de 3,1% e quer setor de seguros no centro das políticas macro e microeconômicas o setor segurador manteve a sua trajetória de crescimento apesar da retomada ainda tímida da economia. de acordo com o balanço realizado pela cnseg, a confederação das seguradoras, em 2018, o setor projeta arrecadação de r$ 442,1 bilhões, fechando o ano com crescimento nominal de 3,1%. em 2019, a previsão é de nova expansão, algo entre 6,3% e 8,4%, permanecendo no território positivo por seguidos anos. na última década, por exemplo, o setor acumulou uma taxa média anual de crescimento nominal de 12,8%. no ranking mundial, o brasil é o 12º país em arrecadação e o 1º na américa latina. — os números revelam que o setor segurador conseguiu mostrar sua força mais uma vez apesar do cenário desafiador. isso acontece porque temos vocação de resiliência. e houve reposicionamento de produtos, diversificando o mercado, como a maior penetração de seguros de vida risco, residencial e garantias judiciais. além da média de crescimento, é preciso olhar as mudanças entre os ramos de seguros. apesar de toda a crise, somos responsáveis, entre outros, por mais de 47 milhões de beneficiários de planos de assistência médica e 13 milhões de pessoas que têm planos de previdência coletivos ou individuais. por isso, quando se fala de reforma da previdência, qualquer que seja sua abrangência, é preciso levar em conta o setor privado. precisamos estar no centro das políticas macro e microeconômicas— analisa marcio coriolano, presidente da cnseg, lembrando que esses números ainda podem crescer muito diante do potencial do mercado. coriolano aponta a recuperação da infraestrutura como outro grande desafio a ser enfrentado, e que a aprovação do seguro garantia, previsto no pl 1292/95, pode ter um papel importante para destravar o setor. o setor de seguros dispõe de ativos para garantir os riscos assumidos da ordem de r$ 1,2 trilhão, equivalentes a 25% da dívida pública brasileira, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país. com movimento de receitas que já representa 6,5% do pib brasileiro, o setor tem potencial para crescer ainda mais. “estamos na 45ª posição do ranking mundial em consumo per capita, o que está em descompasso com a economia brasileira, a oitava maior do planeta”, ressalta o presidente da cnseg. coriolano lembra que importantes avanços regulatórios contribuíram para esse cenário. “a susep, assim como a ans, vem trabalhando para promover um ambiente mais estável e saudável”, reconhece, ao citar alguns exemplos, como o avanço dos seguros contra riscos cibernéticos, o novo marco regulatório da capitalização e o avanço da análise de impacto regulatório. as perspectivas para 2019 são melhores: “a tendência, com um novo governo, é que os agentes tomem decisões de consumo e investimento mais eficientes. já temos indicativos da melhora na confiança de empresários e de setores importantes como o de óleo e gás, por exemplo”, observa. e acrescenta: “nosso objetivo é contribuir com medidas concretas, propostas pelos especialistas do mercado segurador, para a superação dos desafios que estarão diante dos eleitos a partir de 2019, como o ajuste fiscal e o encaminhamento das reformas previdenciária e tributária.” coriolano reforça que a cnseg está pronta para colaborar para a superação dos grandes, complexos e diversificados desafios que se desenham em nossa sociedade, como os da longevidade e os decorrentes das mudanças climáticas. “o setor segurador é parceiro fundamental para contribuir com a agenda social e econômica do novo governo. tem propostas e produtos capazes de cooperar com as demandas que surgirão, como a previdência privada e os investimentos em infraestrutura”, sublinhou o presidente. setor segurador em números conjuntura cnseg a cnseg aprimorou os levantamentos e estudos que realiza sobre o desempenho do setor segurador. agora, a cada trimestre, passará a apresentar análises de desempenho mais robustos, articulando dados, informações, cenários socioeconômicos e seus impactos para o setor. essas importantes análises integram a conjuntura cnseg – nova publicação digital que objetiva figurar entre as mais destacadas do mercado, seguindo tendência adotada por outros segmentos da economia brasileira. para a confederação, o aprofundamento analítico do setor segurador é absolutamente relevante para a compreensão do seu alcance. além do seu público interno, a publicação vai fornecer informações à imprensa, aos organismos públicos, às entidades de pesquisa e desenvolvimento ligadas ao setor. a iniciativa também divulgará, mensalmente, conforme a disponibilidade de dados, análise restrita ao comportamento dos segmentos de seguros de danos e responsabilidades, coberturas de pessoas, saúde suplementar e capitalização. a conjuntura cnseg inclui, ainda, projeções estatísticas e artigos de interesse setorial, além de colunas fixas sobre temas jurídicos e regulatórios relevantes. a publicação conjuntura cnseg pode ser acessada pelo site da confederação: http://cnseg.org.br fonte: portal nacional de seguros por fernanda nascimento
14/12/2018

Brasilprev vê previdência privada em 2019 mais robusta e acredita em reforma

 o presidente da brasilprev, marco barros, empresa de previdência privada do banco do brasil, prevê um ano mais positivo para o segmento de planos complementares em 2019 com um melhor desempenho da economia brasileira e o encaminhamento da reforma da aposentadoria oficial. "acreditamos no encaminhamento da reforma no primeiro semestre e a aprovação de alguma reforma. não sabemos qual, mas alguma reforma deve passar. é preciso equacionar a situação fiscal do país e também da longevidade", destacou ele, em conversa com jornalistas, nesta tarde de quarta-feira, 12. o executivo chamou a atenção para o fato de o índice de natalidade no país estar em queda e, consequentemente, a importância de endereçar a estrutura previdenciária para futuras gerações. essa discussão em meio aos debates para a reforma da previdência, conforme ele, tende a melhorar a visão dos brasileiros quanto à reserva e poupança para o longo prazo. se eventos extraordinários no cenário externo não atrapalharem, conforme barros, o mercado de previdência privada deve apresentar um resultado mais "robusto" e "forte" em 2019. "será possível retomar o crescimento que predominou no passado", destacou ele. o ano de 2018, conforme o presidente da brasilprev, foi "extremamente complexo" com as empresas do setor sentindo reflexos da queda dos juros e de eventos como o processo eleitoral, a copa do mundo e a greve dos caminheiros, em maio, que pesam no desempenho de vendas. apesar disso, no caso da companhia, ele classificou o exercício como "positivo". "apesar do conjunto de incertezas, temos um sentimento positivo muito forte." de janeiro a outubro, a arrecadação da brasilprev diminuiu 19% ante o mesmo período do ano passado, num total de r$ 27 bilhões. a captação líquida - diferença de entradas e saídas - foi a r$ 5,1 bilhões no período, queda de 64,4%, na mesma base de comparação. a brasilprev, que completou 25 anos desde sua fundação, tem r$ 254 bilhões em ativos sob gestão, com market share de 30% e um total de 1,9 milhão de clientes. é uma empresa do bb em parceria com a americana principal. fonte: ec estadão conteúdo

Fusão de Previc e Susep está suspensa, informa O Globo


09/01/2019
Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, subiu no telhado, ao menos por enquanto, a idéia da equipe econômica de Paulo Guedes de juntar numa só autarquia a Susep e a Previc, que regulam e fiscalizam as seguradoras e os fundos de pensão, respectivamente. Assim como acabou o gás do lobby para transferir a sede da Susep do Rio para Brasília.

Fonte: Sonho seguro

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