03/04/2018

Ouro sobe com busca por ativos considerados seguros em meio a aversão ao risco

 fonte: estadão conteúdo o ouro fechou em alta na sessão desta segunda-feira, 2, na qual a aversão ao risco fez investidores migrarem de papéis considerados arriscados, como ações, para ativos vistos como seguros, a exemplo do metal amarelo. na comex, a divisão de metais da new york mercantile exchange (nymex), o contrato futuro de ouro para junho encerrou com avanço de us$ 19,60 (+1,48%), a us$ 1.346,90 a onça-troy. em um movimento que deu fôlego ao metal amarelo, visto como um ativo de segurança em cenários de incerteza, a aversão ao risco se espalhou em virtualmente todos os setores dos principais índices acionários de wall street. o gatilho para as baixas foi um tuíte do presidente dos estados unidos, donald trump, que criticou novamente o regime tributário da amazon. outro fator que semeou pessimismo entre investidores foi o anúncio pela china da imposição de tarifas sobre a importação de 128 produtos americanos, em retaliação às sobretaxas no aço e no alumínio importados pelos eua. a decisão espalhou tensão sobre os mercados e reviveu temores de uma guerra comercial entre os países.
03/04/2018

Em meio à crise, bancos são campeões de lucro: R$ 63 bi em 2017

  fonte: portal vermelho enquanto, em 2017, o brasil somava 12 milhões de desempregados, a maior parte das vagas criadas foram na informalidade, a fome voltou a assolar as famílias, a desigualdade aumentou e direitos e programas sociais foram cortados, um setor passou incólume pela crise. os bancos - que não produzem riqueza e drenam recursos da economia real - registraram o maior lucro entre as empresas com ações negociadas na bolsa de valores.    de acordo com um levantamento produzido pela empresa de informações financeiras economatica, juntos, os 23 bancos com capital aberto lucraram r$ 63,12 bilhões no ano passado. o resultado, que leva em conta os demonstrativos financeiros entregues pelas companhias à comissão de valores mobiliários, significa uma alta de 12,27% em relação a 2016. o setor bancário lidera com folga a lista dos mais lucrativos. em segundo lugar, está o de mineração, com um lucro que é mais de 3,6 vezes menor: r$ 17,42 bilhões. em seguida, aparecem os setores de energia (r$ 9,9 bilhões), alimentos e bebidas (r$ 8,49 bilhões), seguradoras e corretoras de seguros (r$ 6,94 bilhões). além disso, quatro bancos estão entre as cinco empresas de capital aberto com maior lucro em 2017. o itaú unibanco, sozinho, obteve uma rentabilidade de r$ 23,96 bilhões. para se ter uma ideia, o orçamento destinado ao bolsa família, que beneficia 14 milhões de famílias, é de r$ 27,7 bilhões em 2018. no ano passado, o programa sofreu, inclusive, um corte de r$ 1 bilhão, sob o argumento da falta de recursos.  o bradesco, por sua vez, teve lucro de r$ 14,66 bilhões; o banco do brasil, de r$ 11,01 bilhões; e o santander, de r$ 8 bilhões. somados os rendimentos das quatro empresas, daria para custear praticamente dois bolsa família. o levantamento sobre o lucro das empresas não inclui a petrobras e a eletrobras. mais lucro: menos crédito, menos emprego e juros mais altos os bons resultados dos bancos, contudo, não têm se convertido em boas notícias para os trabalhadores dessas instituições financeiras. o setor bancário fechou 17.905 postos de trabalho em 2017, de acordo com dados do caged. além da piora no atendimento, as demissões têm deixado sobrecarregados dos empregados que ficam na empresa. a alta rentabilidade está associada à falta de regulação, apontam diversos analistas. um exemplo é que, apesar de o banco central ter reduzido sucessivamente a selic, que é usada como referência para empréstimos e financiamentos entre os bancos e o governo, os juros cobrados pelos bancos aos seus clientes continuam nas alturas.  hoje, a selic está em 6,5%, mas os juros do cartão de crédito, por exemplo, aumentaram e, em média, chegam a 333% ao ano. além disso, os bancos também vêm aumentando as receitas por conta das caras tarifas cobradas de clientes pela prestação de serviços, como a manutenção de contas. estudiosos apontam que o setor que mais contabiliza lucros no país não cumpre o papel que deveria para ajudar o país a retomar o crescimento. ao contrário do que faz hoje, deveria praticar juros civilizados, elevar a oferta de crédito, preservar empregos e melhorar o atendimento à população.
03/04/2018

Avanços na economia ficarão mais claros com o tempo, diz Meirelles

  meirelles disse, ainda, que é preciso avançar nas reformas que ainda não foram feitas e que o crescimento da economia para os próximos anos será maior que o previsto atualmente. fonte: por taís laporta, g1 o ministro da fazenda, henrique meirelles, afirmou nesta segunda-feira (2) que os avanços na área econômica resultantes das medidas do governo ainda não foram totalmente percebidos, mas ficarão mais claros com o passar do tempo. a declaração foi feita durante o fórum econômico brasil e países árabes, que também contou com a presença do presidente da república, michel temer, em são paulo. meirelles não comentou sua possível candidatura à presidência da república e a decisão de filiar-se ao mdb. em seu discurso, o ministro disse acreditar que as medidas já adotadas pelo governo na área econômica resultarão em importantes transformações na forma como a economia funciona. "suas implicações não foram ainda integralmente percebidas, mas vão ficar mais claras com o passar do tempo", declarou. meirelles disse, ainda, que é preciso avançar nas reformas que ainda não foram feitas e que o crescimento da economia para os próximos anos será maior que o previsto atualmente. o governo federal colocou na gaveta o projeto de reforma da previdência quando decidiu pela intervenção federal no rio de janeiro em fevereiro deste ano. nesta segunda-feira, economistas do mercado financeiro reduziram a previsão de crescimento do pib para 2018, de 2,89% para 2,84%, junto da projeção de uma inflação mais baixa. já o governo projeta um avanço de 3% para a economia este ano.
03/04/2018

Queda dos juros libera R$ 196 bi, diz ministério

 fonte: agência estado brasília, 03 - a queda dos juros básicos da economia tem potencial para liberar r$ 196 bilhões de renda do orçamento das famílias e das empresas brasileiras ao longo de 2018. cálculos feitos pelo ministério do planejamento apontam que os juros mais baixos vão reduzir em r$ 147 bilhões o endividamento das famílias e em r$ 49 bilhões das empresas - o equivalente a cerca de 3% do produto interno bruto (pib). o principal efeito desse processo é que os juros mais baixos permitem não só a renegociação de dívidas, trocando juros mais elevados por taxas mais baixas, como abrem espaço para o aumento da demanda na economia e dos investimentos. no dia 22 de março, a taxa selic atingiu mínima histórica, chegando a 6,5% ao ano. em outubro de 2016, quando o atual ciclo de queda começou, a selic estava em 14,25%. para o secretário de planejamento e assuntos econômicos do ministério, marcos ferrari, o potencial de aumento de renda aponta que a retomada do crescimento da economia é sustentável. pelos cálculos do governo, o pib do país deve crescer 3%. os números mais fracos de janeiro, segundo ele, decorrem de fatores sazonais. “as taxas de investimento e do crescimento vão aumentar este ano e um dos principais motivos é o ciclo monetário favorável”, diz ferrari, ressaltando que os investimentos já crescem mais do que o consumo no país. na sua avaliação, um bom sinal para mostrar a “qualidade” da expansão econômica. segundo ele, as empresas podem fazer o pré-pagamento de uma dívida cara mediante outro financiamento mais barato. as famílias podem quitar sua dívida no cheque especial com um cdc (crédito direto ao consumidor) com juros mais baixos. “isso libera recursos para uma alocação mais eficiente”, diz. a economista ione amorim, do instituto brasileiro de defesa do consumidor (idec), argumenta que consumidores com elevado endividamento não conseguem fazer acordos bons na renegociação aproveitando os juros mais baixos, o que leva a nova inadimplência. segundo ela, as dívidas de cartão de crédito e as renegociadas são as que têm maior inadimplência. o idec vai promover um seminário na fundação getulio vargas, em são paulo, esta semana para discutir o problema. pib apesar da projeção de alta maior do pib em 2018, a preocupação em torno da sustentabilidade do crescimento entrou no radar dos economistas por causa das incertezas que rondam o país e do processo inconcluso de ajuste das contas públicas, com problemas fiscais sendo transferidos para depois das eleições. a pergunta que tem sido feita aos economistas é se a retomada de agora corre o risco de ser atropelada. “o ajuste fiscal tem atuado positivamente na retomada do crescimento dada a ancoragem das expectativas e a melhora da confiança”, ressalta ferrari. o levantamento do ministério foi feito com base nos dados de crédito para pessoa física no banco central, divulgados na semana passada. o das empresas foi calculado levando-se em consideração o estoque de dívida de cerca de 270 companhias listadas na bolsa de valores. as informações são do jornal.
03/04/2018

Bovespa sobe amparada por recuperação em Nova Iorque, enquanto dólar renova mínima

 fonte: estadão   a bovespa opera em alta nesta terça-feira (3) na esteira da recuperação em wall street após o tombo registrado da véspera, conduzido pelo setor de tecnologia. às 10h29min, o principal índice da bolsa subia 0,65%, aos 85.218,71 pontos, em sintonia com o desempenho dos índices futuros das bolsas de nova iorque. no cenário local, a agenda é fraca e as atenções estão voltadas para o julgamento no supremo tribunal federal (stf), na quarta, do habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente luiz inácio lula da silva. nesta terça-feira (3), o movimento brasil livre (mbl), o vem pra rua e uma série de outros coletivos preparam atos para pedir a prisão do petista, condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no guarujá.
03/04/2018

EMPRESAS

 fonte: jornal do comércio   pesquisa da work foundation revelou que 73% das empresas na inglaterra utilizam formalmente práticas de mentoria há mais de 10 anos. no brasil, o fenômeno ainda é recente. a metodologia passou a ganhar espaço como política de desenvolvimento de pessoas quando teve suas primeiras iniciativas implantadas em grandes corporações, como natura e petrobras. no entanto, a metodologia é apresentada, muitas vezes, com distorções motivadas pela carência de entendimento e de fontes de informações. a maioria das empresas ainda acredita que mentoria organizacional consiste apenas em colocar um profissional sênior a orientar um profissional júnior, mas um programa de mentoria organizacional interna bem-estruturado demanda e tem potencial para muito mais. motivado pelo interesse de oferecer uma ampla base teórica para a execução de programas de mentoria em organizações, marcus ronsoni, que é doutorando em psicologia social, empresário e consultor em empresas de grande porte, lançou o primeiro manual de implantação de programas de mentoria organizacional interna. o livro mentoria organizacional - manual de implementação de programa interno, que conta com a coautoria de jean guareschi, coordenador executivo da sociedade brasileira de desenvolvimento comportamental, reúne depoimentos sobre o processo de mentoria em grandes empresas. mentoria organizacional - manual de implementação de programa interno; marcus ronsoni e jean guareschi; primavera editorial; 382 páginas; r$ 44,90 inovação ex-executivo da apple e do google, guy kawasaki é um dos grandes nomes do empreendedorismo no mundo. considerado um dos mais originais estrategistas de negócios, kawasaki ganha a edição revisitada de uma obra clássica de sua autoria. em a arte do começo 2.0, publicação atualizada do clássico de 2004, o autor sugere as práticas mais recomendadas para as mídias sociais, financiamento coletivo, navegação em nuvem e todas as ferramentas essenciais para os que estão iniciando um novo projeto ou empresa. o autor destaca as mudanças no mundo dos negócios na última década e defende que se tornou mais fácil se estabilizar no mercado. ele fala sobre o papel das mídias sociais como relações-públicas, analisa o crowfunding como alternativa ao pitching de investidores e relativiza a importância dos tradicionais planos de negócios. além de tratar dos novos desafios do mercado, a obra ensina a lidar com questões que continuam sendo fundamentais para o sucesso de um empreendimento - a construção de uma equipe forte, o desenvolvimento de bons produtos e serviços e ainda as estratégias para enfrentar a concorrência. durante a leitura, om autor afirma que "grandes empresas nascem da resposta a perguntas simples que mudam o mundo, não do desejo de enriquecer". guy kawasaki é o mentor do canva, serviço de design on-line, e membro executivo da escola de negócios haas, da universidade da califórnia, em berkeley. a arte do começo 2.0; guy kawasaki; grupo editorial record; 480 páginas; r$ 59,90 psicologia numa mesa de bar, uma conversa inocente evolui para opiniões divergentes que acabam num debate mais acalorado. todos na mesa tentam defender suas posições. exibem-se dados, estatísticas, fatos, frases de efeito. todos os recursos são usados para convencer o interlocutor. mas, no final da noite, a tentativa e o esforço em mudar a opinião do outro resultam apenas no reforço das próprias crenças e ideias e todos vão para casa fechados em si mesmo sem saber como influenciar e transformar o pensamento dos outros. afinal, o que determina isso? quais fatores permitem que abracem o que pensamos ou que nos ignorem por completo? em a mente influente - o que o cérebro revela sobre nosso poder de mudar os outros, a neurocientista cognitiva israelense tali sharot analisa a prática da influência. segundo a autora, existem sete fatores essenciais para que entendamos como e de que forma é possível influenciar no pensamento dos outros e também estarmos mais abertos a mudanças de opinião e paradigmas. sharot explica que em um mundo com um manancial quase infinito de informações a nosso dispor, o que poderia facilitar a transformação e amadurecimento das ideias, contribui ainda mais para nos deixar menos sensíveis aos dados e nos tornar mais arredios a argumentos. no final das contas, continuam valendo as narrativas que apelam para nossas emoções e que coadunam com nossas crenças.
03/04/2018

Banco Central pode interromper cortes de juros em breve para avaliar resultados, diz Ilan

 fonte: folhapress – jornal do comércio   a taxa de juros ainda deverá sofrer um corte no próximo encontro do copom, mas há uma perspectiva de que essa queda seja interrompida por algumas reuniões para avaliar com mais calma os impactos de longo prazo da redução, afirmou o presidente do banco central, ilan goldfajn, nesta terça-feira (3). "se as condições permanecerem, imaginamos como mais provável uma nova redução da taxa de juros para garantir uma trajetória em direção às metas. mas, olhando para o futuro, achamos que pode haver uma interrupção da queda, uma pausa de algumas reuniões, para avaliar defasagens", disse ele, em um evento do banco bradesco, em são paulo. para ele, os estímulos da redução da selic e de incentivos aos investimentos levam algum tempo para fazerem efeito, o que gera uma incerteza sobre seu impacto. "pode levar seis meses, nove meses. mas essa estimativa pode ser mais curta, mais longa, e só vai descobrir isso no futuro. há uma incerteza. achamos que vai precisar um tempo, uma pausa de algumas reuniões, para observar essas defasagens", completou. na última reunião do copom, em 22 de março, o bc cortou a taxa a 6,5% ao ano e surpreendeu ao sinalizar mais uma redução. a inflação medida pelo ipca ficou em 2,86% nos 12 meses até fevereiro. a taxa está bastante abaixo da meta definida para este ano. "temos riscos dos dois lados: de ficar abaixo do que se imagina, e de ficar acima. mesmo com a recuperação da economia, pode ser que [a inflação] fique baixa, e caberá ao banco central agir para que fique dentro da meta." o maior risco, diz ele, é uma interrupção das reformas, especialmente se esta for complementada por uma mudança no cenário internacional, cuja recuperação atual é favorável ao brasil, segundo goldfajn. banco central pode interromper cortes de juros em breve para avaliar resultados, diz ilan folhapress a taxa de juros ainda deverá sofrer um corte no próximo encontro do copom, mas há uma perspectiva de que essa queda seja interrompida por algumas reuniões para avaliar com mais calma os impactos de longo prazo da redução, afirmou o presidente do banco central, ilan goldfajn, nesta terça-feira (3). "se as condições permanecerem, imaginamos como mais provável uma nova redução da taxa de juros para garantir uma trajetória em direção às metas. mas, olhando para o futuro, achamos que pode haver uma interrupção da queda, uma pausa de algumas reuniões, para avaliar defasagens", disse ele, em um evento do banco bradesco, em são paulo. para ele, os estímulos da redução da selic e de incentivos aos investimentos levam algum tempo para fazerem efeito, o que gera uma incerteza sobre seu impacto. "pode levar seis meses, nove meses. mas essa estimativa pode ser mais curta, mais longa, e só vai descobrir isso no futuro. há uma incerteza. achamos que vai precisar um tempo, uma pausa de algumas reuniões, para observar essas defasagens", completou. na última reunião do copom, em 22 de março, o bc cortou a taxa a 6,5% ao ano e surpreendeu ao sinalizar mais uma redução. a inflação medida pelo ipca ficou em 2,86% nos 12 meses até fevereiro. a taxa está bastante abaixo da meta definida para este ano. "temos riscos dos dois lados: de ficar abaixo do que se imagina, e de ficar acima. mesmo com a recuperação da economia, pode ser que [a inflação] fique baixa, e caberá ao banco central agir para que fique dentro da meta." o maior risco, diz ele, é uma interrupção das reformas, especialmente se esta for complementada por uma mudança no cenário internacional, cuja recuperação atual é favorável ao brasil, segundo goldfajn.
02/04/2018

Mercado prevê inflação menor e juros mais baixos em 2018

 relatório focus, divulgado pelo banco central, nesta segunda-feira, 2, reduz previsão de inflação de 3,57% para 3,54% e juros em 6,25% ao ano fonte: fabrício de castro, o estado de s.paulo os economistas do mercado financeiro reduziram pela nona semana consecutiva a previsão para a inflação de 2018. além disso, especialistas acreditam que a taxa selic deva encerrar o ano em 6,25% e que o crescimento do pib também deve ser menor que o esperado. o relatório de mercado focus, divulgado nesta segunda-feira, 2, pelo banco central (bc), mostra que a previsão para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) este ano caiu de 3,57% para 3,54%. há um mês, estava em 3,70%. já a projeção para o índice em 2019 caiu de 4,10% para 4,08%. quatro semanas atrás, estava em 4,24%.  a expectativa de alta para o pib este ano caiu de 2,89% para 2,84%. há quatro semanas, a estimativa era de um crescimento de 2,90%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 3,00%, mesmo patamar de quatro semanas atrás.  parte inferior do formulário   analistas do mercado financeiro esperam por um corte de 0,25 ponto porcentual da selic (a taxa básica de juros) em maio, de 6,50% para 6,25% ao ano. depois disso, de acordo com o  relatório focus, a projeção é de que a selic permaneça em 6,25% ao ano até fevereiro de 2019, quando a taxa subiria a 6,50% ao ano. este aumento marcaria o início de um novo ciclo, desta vez de alta para os juros básicos.  inflação. com as quedas seguidas, a projeção dos economistas para a inflação em 2018 caminha em direção ao piso da meta deste ano, cujo centro é em 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%). tanto na ata da última reunião do comitê de política monetária (copom) quanto no relatório trimestral de inflação (rti), divulgados na semana passada, o bc projetou o ipca em 3,8% ao fim de 2018 e em 4,1% ao fim de 2019, considerando o cenário de mercado. a projeção do igp-di de 2018 passou de 4,37% para 4,40%. há um mês, estava em 4,31%. no caso de 2019, o igp-di projetado seguiu em 4,27%, ante 4,25% quatro semanas antes. calculados pela fundação getulio vargas (fgv), os índices gerais de preços (igps) são bastante afetados pelo desempenho do dólar e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas. outro índice, o igp-m, que é referência para o reajuste dos contratos de aluguel, foi de 4,37% para 4,51% nas projeções dos analistas para 2018. quatro levantamentos antes, estava em 4,22%. para 2019, a projeção passou de 4,38% para 4,30%, ante 4,40% quatro semanas atrás. ainda houve previsão de ligeira desaceleração dos preços administrados em 2018. o mercado financeiro para o indicador este ano foi de 4,90% para 4,80%. para 2019, a mediana seguiu em 4,50%. há um mês, o mercado projetava aumento de 4,94% para os preços administrados neste ano e elevação de 4,50% no próximo ano.
02/04/2018

Duas surpresas e uma frustração na economia

 fonte: globo por joão borges a pesquisa focus divulgada nesta segunda-feira (2) pelo banco central consolida duas surpresas e um desapontamento relativos ao primeiro trimestre: inflação projetada para este ano cada vez mais baixa, juro abaixo do que se esperava e atividade econômica em ritmo mais lento do que se imaginava. a previsão para a inflação em 2018 está em 3,54%, depois de nove quedas consecutivas apontadas na pesquisa focus. a segunda surpresa foi dada pelo banco central, sinalizando com mais uma inesperada queda na taxa básica de juros para a reunião de maio do comitê de política monetária (copom). com isso, o mercado financeiro também reduziu sua previsão para a taxa de juros no final deste ano de 6,5% para 6,25%. inflação baixa e juro deveriam dar fôlego à economia. no entanto as previsões mais otimistas para o crescimento deste ano esfriaram. até o início de março, as projeções de crescimento vinham sendo revistas para cima. agora estão sendo revistas para baixo. na pesquisa focus desta semana cai de 2,89% para 2,84%. essa revisão para baixo está apoiada em dados da economia real que foram surgindo no decorrer do trimestre, com desempenho abaixo do esperado. na ata de sua última reunião, o copom dá sua leitura sobre o ritmo da atividade econômica: “um membro mencionou sinais de pequeno arrefecimento, mas outros ponderaram que essas oscilações são naturais no atual estágio do processo. todos concluíram que a recuperação da economia apresenta consistência.” a economia ainda não absorveu todo o impacto da redução da taxa básica de juros em andamento. o crédito, segundo previsões do banco central e de economistas do setor privado, vai se expandir ao longo do ano. o desemprego, ainda muito alto, vai diminuir ao longo de 2018. o processo eleitoral é o fator de incerteza mais evidente. mas ele deve afetar mais 2019 do que 2018. positiva ou negativamente.

Fusão de Previc e Susep está suspensa, informa O Globo


09/01/2019
Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, subiu no telhado, ao menos por enquanto, a idéia da equipe econômica de Paulo Guedes de juntar numa só autarquia a Susep e a Previc, que regulam e fiscalizam as seguradoras e os fundos de pensão, respectivamente. Assim como acabou o gás do lobby para transferir a sede da Susep do Rio para Brasília.

Fonte: Sonho seguro

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