11/09/2015

Retirada urgência de projeto que cria a Banrisul Corretora de Seguros

 o governo estadual procedeu a duas modificações quanto à tramitação no legislativo de iniciativas que fazem parte do ajuste fiscal gaúcho nessa sexta-feira (4), quando protocolou mais projetos de autoria do poder executivo na assembleia. o projeto de lei (pl) 2014/2015, que trata da revisão de benefícios fiscais, e o pl 208/2015, que autoriza o banrisul a criar estrutura societária para atuar no ramo de distribuição de seguros, previdência aberta e capitalização, tiveram regime de urgência retirada. no último dia 27, atendendo a deputados estaduais e entidades de diversos setores que manifestaram questionamentos em relação ao pl 300/2015, o estado também acatou a proposta de retirar o regime de urgência da matéria que prevê a extinção da fundação zoobotânica. de acordo com o secretário da casa civil, márcio biolchi, nesses três casos o governo atendeu às demandas de deputados e entidades por haver dúvidas em relação a pontos específicos dos projetos, necessitando mais tempo para análise. “acreditamos que o conjunto de medidas é complementar. cada projeto tem contribuições que se somam ao esforço de ajuste, mas estamos dialogando, recebendo sugestões e procedendo a revisões necessárias para garantir a avaliação correta de cada matéria”, disse. o sincor-rs está atento e atuante junto aos deputados estaduais, demonstrando o absurdo da tentativa do governador de criar mais uma estatal, na contramão da história. com uma mão acena que precisa privatizar instituições que vão muito bem obrigado e com a outra tenta justificar a criação de um novo elefante branco, este para empurrar seguros guela abaixo nos cidadãos correntistas do banrisul. fonte: sincor-rs informa
11/09/2015

Contratação de Seguro para Eventos pode ser obrigatória

 o projeto de lei complementar 1/15, que torna obrigatória a contratação de seguro de responsabilidade civil para eventos, foi aprovado pela comissão de desenvolvimento econômico, indústria e comércio. de autoria do deputado lucas vergílio (sd-go), o pl agora será analisado pelas comissões de finanças e tributação; e de constituição e justiça e de cidadania; e, em seguida, pelo plenário. caso seja aprovada, a proposta só permite o funcionamento de boates, cinemas, estádios, casas de shows, teatros e similares que tenham contratado o seguro de responsabilidade civil para os organizadores do evento. o conselho nacional de seguros privados decidirá sobre os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas. de acordo com o texto, nos eventos com cobrança de ingressos, o organizador deverá contratar apólices coletivas de seguros de acidentes pessoais. nesse caso, a cobrança do produto poderá ser feita para cada espectador ou participante. entretanto, o ingresso deverá trazer o valor do capital segurado individual, número da apólice, número de registro e nome da corretora, além do nome e telefone da seguradora. o pl ainda institui as indenizações mínimas para o seguro de acidentes pessoais coletivos, por pessoa, sendo r$ 10 mil em caso de morte acidental, r$ 5 mil no caso de invalidez permanente e r$ 2 mil para despesas médicas, inclusive diárias hospitalares. fonte: sincor - sp
24/08/2015

Os próximos vinte anos

 a trajetória de crescimento do setor de seguros, nos últimos vinte anos, deve ser analisada não somente pelos indicadores de expansão de sua representação em relação ao produto interno bruto (pib) – a qual saltou de menos de 1% para 6% nesse período.  a expansão do mercado deve, acima de tudo, ser dimensionada pela sua capacidade de inovação na criação de produtos com total aderência às necessidades dos consumidores e de retorno à sociedade por meio das indenizações, benefícios e resgates pagos. o segmento de saúde suplementar, por exemplo, figura como um importante indicador desta evolução, por ser responsável, anualmente, pela realização de um milhão de procedimentos médico-hospitalares e odontológicos. ao longo das duas últimas décadas, as empresas seguradoras reforçaram o papel que desempenham em relação à segurança e proteção da sociedade e ao financiamento do estado e do setor privado, por meio da grande diversidade de produtos e serviços que oferecem.  os avanços do setor estão sempre muito ligados às dinâmicas do cenário contemporâneo mundial. os desafios impostos pela globalização, os novos meios de comunicação que transformaram as relações de consumo, as mudanças climáticas e os movimentos que emergem no cotidiano das grandes cidades estão entre os fatores que se impõem como agentes para a constante inovação das operações do mercado. aliado a isso, o brasil, como economia em franco processo de desenvolvimento, tem reforçado a sua imagem como celeiro de oportunidades para investidores de diversos segmentos da economia. a abertura do mercado de resseguro, em 2007, é uma das provas disso, pois atraiu para o país as maiores empresas que operam nesse segmento em termos mundiais. ganhamos em competitividade e passamos a operar com práticas internacionais. além da quebra do monopólio do resseguro, foram muitos os progressos de nossa indústria nos últimos vinte anos. as seguradoras avançaram na criação de produtos de previdência complementar aberta, lançaram o seguro viagem, o seguro garantia estendida, o seguro prestamista, ampliaram e diversificaram os serviços de assistência 24 horas, implementaram novos canais de diálogo com o consumidor e investiram em campanhas com linguagem mais leve e didática para disseminar a cultura de seguro no país.  no campo da sustentabilidade, tornaram-se ainda mais engajadas ao aderirem aos princípios da sustentabilidade em seguros (psi) e têm trabalhado, arduamente, para aprimorar suas operações, agilizando os processos e dinamizando o atendimento aos segurados. nesse sentido, é importante destacar também a atuação das ouvidorias, que já se consolidaram como um dos mais importantes canais para o atendimento às demandas dos segurados. o aumento da renda nas periferias, acima da média nacional, levou mais de 40 milhões de brasileiros ao mundo do consumo e, consequentemente, ampliou os horizontes para o crescimento do setor de seguros. o país se transformou e isso representa um desafio e uma oportunidade.  o brasileiro passou a entender que é por meio do seguro que ele protegerá suas conquistas. de nossa parte, ainda há muito a se caminhar para chegarmos à base da pirâmide e temos trabalhado, arduamente, nesse sentido. na lista de ações em desenvolvimento, a oferta de produtos para baixa renda, a conscientização da população por meio de campanhas de comunicação, a maior utilização dos meios eletrônicos remotos para a distribuição de produtos e a revisão dos processos para tornar o ciclo produtivo mais barato. igualmente relevante é a continuidade do programa de educação financeira, por meio de ações integradas com o poder público e entidades como a susep, a bovespa e a comissão de valores mobiliários (cvm), parceiros na estratégia nacional de educação financeira (enef), e a intensificação da oferta de seguros para as pequenas e médias empresas. diligentes e atentas aos sinais dos novos tempos, as empresas seguradoras sabem que todos os desafios aqui apresentados formam não somente uma base sólida, mas certamente se acentuarão no processo de construção das duas novas décadas. que venham os próximos vinte anos. fonte: r e v i s t a a p ó l i c e. * marco antonio rossi é presidente da confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg).
21/08/2015

Plenário aprova prazo máximo de 30 dias para seguradoras pagarem indenização

  o prazo contará a partir da formalização, pelo segurado, do cumprimento das exigências estabelecidas em contrato o plenário da câmara dos deputados aprovou, nesta quinta-feira (20), o projeto de lei 2479/00, do deputado ricardo barros (pp-pr), que estipula o prazo máximo de 30 dias para as seguradoras pagarem indenização devida em razão de contrato de seguro. a matéria será enviada ao senado. de acordo com o substitutivo aprovado, da comissão de finanças e tributação, o prazo contará a partir da formalização, pelo segurado, do cumprimento das exigências estabelecidas em contrato e dependerá de prova de pagamento do prêmio devido antes da ocorrência do respectivo sinistro. justificativa técnica se a seguradora julgar que o segurado não cumpriu cláusulas da apólice que impeçam o pagamento da indenização, ela deve formalizar isso, mostrando razões e motivos de ordem técnica que justificam esta impossibilidade de efetuar o pagamento pedido. na hipótese de o caso ir parar na justiça e uma decisão judicial transitada em julgado for desfavorável à seguradora, o descumprimento do prazo de 30 dias provocará o pagamento de multa pecuniária de 10% dessa indenização corrigida monetariamente. prêmio fracionado se o valor do prêmio tiver sido fracionado e ocorrer perda total, real (quando há pessoas feridas ou mortas) ou construtiva (quando tem que reformar o bem), as prestações restantes deverão ser quitadas na ocasião do pagamento da indenização. todas as novas regras do projeto não serão aplicadas aos seguros cujas garantias de equilíbrio da apólice estejam a cargo de fundo público. as novas normas entram em vigor 90 dias após a data de publicação da futura lei. fonte: agência câmara notícias por eduardo íntegra da proposta: pl-2479/2000
19/08/2015

Rede privada suspende empréstimos consignados

 os bancos privados decidiram suspender as operações de financiamentos de crédito consignado para servidores federais. a decisão foi tomada depois que a empresa de software consist passou a ser investigada pelo ministério público e polícia federal, na operação lava jato. a federação brasileira dos bancos (febraban) divulgou ontem que as instituições financeiras estão revendo a participação no convênio de gestão firmado com as autoridades públicas. a suspensão não envolve os bancos oficiais como caixa econômica federal e o banco do brasil, que continuam a oferecer linhas de crédito na modalidade consignada. ontem, a rede de rádio cbn noticiou que teve acesso a comunicados reservados distribuídos por três bancos - itaú/bmg, bradesco e bom sucesso. nesse comunicado, a direção do banco avisou aos gerentes que esse tipo de financiamento passaria a ser bloqueado. a medida afeta todas as operações de crédito - tanto para quem deseja realizar um novo empréstimo, quanto quem precisa refinanciar ou fazer a portabilidade, e prejudica funcionários da ativa, aposentados e pensionistas. a empresa consist foi contratada para gerir o software que autoriza os pagamentos consignados, após acordo de cooperação técnica foi firmado entre o planejamento e sindicato nacional das entidades abertas de previdência complementar (sinapp) e associação brasileira de bancos (abbc). fonte: tribunal do norte
14/08/2015

Grupo Aspecir assina contrato com Prefeitura de Viamão

 o grupo aspecir esteve na cidade de viamão nesta quinta-feira, 13 de agosto. o objetivo da visita a prefeitura de viamão foi a assinatura de contrato para concessão de canal de desconto na folha do funcionalismo do município.   a parceria visa conceder aos funcionários do município de viamão acesso aos produtos de previdência, seguros e crédito consignado oferecido pelo grupo aspecir.   estavam presentes ao encontro o prefeito de viamão, valdir bonatto, o sócio proprietário da pl30 corretora, andré tavares da silva, o presidente do grupo aspecir milton machado e maurício dória.   todos são unânimes em afirmar que a parceria será um sucesso.
28/07/2015

Avança projeto que torna obrigatória carteira do corretor

  a comissão de trabalho, de administração e serviço público da câmara indicou o deputado benjamin maranhão (sd-pb) para ser o relator do projeto de lei que pretende tornar obrigatória, novamente, a emissão de uma carteira de identidade profissional de corretores de seguros (pessoas físicas), além das autorizações para funcionamento (pessoas jurídicas). de autoria do deputado lucas vergilio (sd/go), a proposta visa a atualizar a legislação sobre a profissão em vias de completar 51 anos de existência (lei 4.594/64). no projeto, lucas vergilio lembra que, hoje, a identificação do corretor de seguros é feita apenas no site da susep, mas, sem um documento de identificação específico como o de muitos conselhos profissionais brasileiros. ele propõe, então, que as identidades passem a ser emitidas em cartão inteligente (smart card), ou similar, e expedidas pela susep, logo após a concessão do registro profissional. os documentos de identificação emitidos terão prazo de validade de, no mínimo, três anos. atualmente, pelas informações disponibilizadas pela susep, estão registrados 80 mil corretores de seguros em todo o território nacional, o que não garante que estejam em plena atividade, pois muitos corretores se afastam da profissão, além de outros por motivos de cancelamento de registro, impedimentos legais e falecimento, assim como baixa de registro de pessoas jurídicas. lucas vergílio entende que a medida é válida até porque os corretores de seguros sofrem com normas equivocadas e perdem o direito de ter um documento profissional. “esta é uma ferramenta indispensável para identificá-lo e comprovar para a sociedade a capacidade para cumprir sua missão”, declara. se aprovada a lei, não serão permitidas outras formas de comprovação de registro para corretores. caberá à fenacor e aos sincors manterem registro dos corretores e respectivos prepostos, habilitados e registrados, cujo arquivo eletrônico completo e respectivo banco de dados deverão ser fornecidos pelo órgão fiscalizador de seguros, ou por quem este autorizar, mediante celebração de convênio, para fins, inclusive, de divulgação em seus sítios eletrônicos, preservadas as informações de caráter sigiloso. outra vantagem é que os novos documentos, emitidos em smart card, permitirão que os corretores façam certificação digital, passando a ter mais segurança no seu relacionamento com as seguradoras e órgãos do governo, como a receita federal. fonte: c q c s
28/07/2015

Aumento da Selic é um mal necessário, diz economista

  crédito mais caro e menos acessível, economia em queda, maior risco de desemprego e endividamento das famílias. esse é o cenário traçado em momento de aumento da taxa básica de juros, a selic. mas, o aumento dos juros é considerado um “mal necessário” por economistas e pelo banco central (bc) para conter a alta dos preços, que corrói a renda dos trabalhadores. “em uma economia que já está em retração, subir juros agrava mais esse quadro. mas é aquela história do mal necessário. melhor subir juros para poder reduzir a inflação do que não fazer nada e ver o risco subir”, disse diretor da associação nacional dos executivos de finanças, administração e contabilidade (anefac) miguel josé ribeiro de oliveira. a diretoria do bc tem reiterado que a melhor contribuição da instituição para um novo ciclo de crescimento econômico é trazer a inflação para a meta de 4,5% no final de 2016 e ancorar as expectativas. a taxa é usada nas negociações de títulos públicos no sistema especial de liquidação e custódia (selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. ao reajustá-la para cima, o bc contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. reunião copom hoje (28) e amanhã (29) será feita a quinta reunião do ano do comitê de política monetária (copom) do bc, responsável por definir a taxa básica de juros. atualmente, a selic está em 13,75% ao ano, após passar por seis altas seguidas de 0,5 ponto percentual. para oliveira, o copom pode reduzir o ritmo de aumento dos juros para 0,25 ponto percentual na reunião desta semana, mas “não será surpresa” se o comitê optar por manter o aumento de 0,5 ponto percentual. na avaliação de instituições financeiras consultadas todas as semanas pelo bc, o comitê deve elevar a selic em 0,5 ponto percentual, esta semana. oliveira lembra que o copom deve avaliar o cenário econômico com dólar mais alto, o que impacta negativamente a inflação. isso porque os insumos importados ficam mais caros e pressionam ainda mais a inflação. a alta recente do dólar, que ontem (27) fechou vendido a r$ 3,364, é influenciada pelo anúncio do governo de redução da meta de superávit primário, economia para o pagamento de juros da dívida pública. com a redução da meta para 0,15% do produto interno bruto (pib, soma das riquezas produzidas no país), há risco de o brasil perder o grau de investimento das agências de classificação de risco. há ainda fatores externos que influenciam a cotação do dólar, como a desaceleração da economia chinesa. nesse cenário, oliveira orienta os cidadãos a evitar fazer dívidas, principalmente as de longo prazo de pagamento. “se tiver que fazer um empréstimo, que seja de prazo mais curto, pesquisar e procurar linhas mais baratas como o crédito consignado”, disse. oliveira acrescentou que a cautela é essencial no atual momento de crise econômica. “o momento agora é ser conservador, ter um controle maior do seu orçamento. até porque tem um ambiente que pode perder o emprego. a renda já está sendo afetada por um conjunto de fatores, como inflação mais alta, impostos e juros altos.” fonte: ebc por kelly oliveira repórter da agência brasil - edição: valéria aguiar
23/07/2015

5 opções de empréstimo que costumam ter juros mais baixos

  são paulo - contrair dívidas já é algo suficientemente ruim, mas pode ser pior ainda se você contratar o empréstimo errado. dados do serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) mostram que 40% da população adulta está endividada. assim, tão importante quanto discutir como evitar o endividamento pode ser entender se essas pessoas estão com a dívida errada. segundo o banco central, em maio os juros do cheque especial ficaram em 232% ao ano, em média, e os juros do cartão de crédito rotativo (aquele que é cobrado quando a fatura do cartão não é paga) estavam em 361% ao ano. enquanto isso, em linhas como o crédito consignado privado, os juros médios ficaram em 38% ao ano. na prática, ao considerar essas taxas médias, em um empréstimo de 50 mil reais, com prazo de um ano, o devedor pagaria: 174.922,53 reais no cheque especial; 240.895,24 reais no rotativo do cartão de crédito; e 71.288,04 reais no crédito consignado. como as duas primeiras linhas são muito práticas e automáticas - os juros começam a rolar assim que o cliente entra no negativo ou deixa de pagar a fatura-, muitas pessoas acabam pagando juros altos à toa, sem se dar conta de que existem opções de empréstimo mais baratas. “as pessoas estão nas dívidas erradas. elas entram no cheque especial porque é mais fácil e o próprio banco incentiva isso: no extrato, o cheque especial aparece como se fosse parte do nosso saldo o que leva à falsa impressão de que ele é uma extensão do salário. o rotativo do cartão, então, é ainda mais temerário”, diz marcela kawauti, economista-chefe do spc brasil (serviço de proteção ao crédito). tente eliminar a dívida antes de tudo antes de avaliar quais linhas de crédito são mais vantajosas, é importante checar se é possível resolver as pendências financeiras sem recorrer ao empréstimo. “a melhor coisa nesse momento é organizar o orçamento e não se endividar porque as taxas de juros estão muito altas e têm elevado muito o valor das dívidas”, diz marcela. ao analisar como o orçamento pode ser enxugado, é importante verificar se você não está se concentrando apenas no corte de gastos pequenos, que não farão grande diferença de forem limados. em alguns casos, pode ser mais efetivo repensar custos fixos e mais pesados. além de verificar se é possível reduzir algum gasto no orçamento, a economista-chefe do spc brasil sugere também que a pessoa avalie se não seria possível vender algum bem, como um carro, para que o empréstimo não seja necessário. se a dívida já foi contraída, também é importante conversar com o credor para analisar a possibilidade de negociar o pagamento. "o credor tem tanto interesse em resolver a dívida quanto o devedor em pagar”, diz marcela kawauti. segundo luiz rabi, economista da serasa experian, é essencial que o devedor busque a origem do descontrole e não veja o empréstimo como a solução final do problema. “o crédito pode resolver emergencialmente a situação, mas é preciso equalizar as contas de forma sustentável. se a pessoa está com um buraco no orçamento, o problema é estrutural, não conjuntural e o crédito resolverá a situação apenas momentaneamente”, diz rabi. caso o endividamento seja a única alternativa, no entanto, aí sim é o momento de analisar qual empréstimo penalizará menos seu bolso. a seguir, cinco tipos de empréstimos que costumam praticar taxas de juros muito inferiores a de linhas de crédito como o rotativo do cartão e o cheque especial. 1) crédito consignado vantagens: esta é uma das modalidades mais indicadas por especialistas, e não à toa. os juros são alguns dos mais baixos do mercado. como as parcelas da dívida são descontadas da folha de pagamento do devedor, os bancos têm mais garantia de que receberão o pagamento em dia e oferecem taxas inferiores a de empréstimos que não têm essa segurança. desvantagens: nem todas as pessoas têm acesso à linha. o consignado é oferecido apenas a pensionistas e aposentados do inss, que são aquelas pessoas que recebem aposentadoria oficial ou pensões do governo, e a empregados de empresas privadas que possuem convênios com bancos para oferecer o crédito consignado aos seus funcionários. “o consignado funciona como um benefício, que pode ou não ser oferecido pelas empresas aos funcionários. por isso, é mais comum que empresas grandes ofereçam a linha de crédito, empresas menores nem sempre oferecem”, diz marcela. alguns bancos cobram taxas de avaliação de crédito, tarifas de cadastro e podem tentar embutir seguros no empréstimo, por isso é essencial observar o custo efetivo total (cet) da operação, taxa que inclui não apenas os juros, como todos os custos envolvidos no empréstimo. além disso, é essencial pesquisar o cet da operação em diferentes instituições, comparando não apenas os custos entre bancos grandes como em bancos de menor porte, que podem oferecer condições mais vantajosas. 2) refinanciamento do imóvel vantagens: nesse empréstimo o proprietário oferece seu imóvel como garantia da dívida, por isso a linha é chamada de refinanciamento de imóvel (ou de home equity, termo importado de uma operação de crédito do mercado americano semelhante à realizada no brasil). como o banco tem a garantia de que poderá retomar o imóvel se não receber o pagamento da dívida, os juros são mais baixos, os valores emprestados podem passar dos milhões de reais e os prazos podem chegar a até 20 anos. os juros podem ser ainda menores do que os do crédito consignado, variando entre 19,56% a 26,82% ao ano, mas existem outros custos envolvidos na operação. desvantagens: a maior desvantagem dessa linha é o seu alto risco, já que em caso de inadimplência o banco pode retomar o imóvel do devedor. também é um empréstimo que envolve muitos custos além dos juros. como é realizada uma operação de alienação fiduciária, na qual o imóvel fica no nome do banco até a quitação da dívida, é preciso registrar a operação em cartório, como em um financiamento. o custo de registro do imóvel varia conforme a região, mas no site do santander, o banco afirma que o custo gira em torno de 0,6% do valor do imóvel. podem ser cobradas tarifas também de avaliação do imóvel e de análise jurídica, que variam entre 500 reais e 2.500 reais e seguros. assim, apesar dos juros mais baixos é essencial observar o cet da operação. reportagem anteriormente publicada em exame.com mostra que os custos finais podem ser bem maiores do que os do crédito consignado, mas ainda assim são inferiores aos do cheque especial e do rotativo do cartão. portanto, o refinanciamento pode ser mais indicado para quem não tem acesso ao consignado e precisa de um empréstimo com prazos e valores superiores aos de outras operações. 3) antecipação da restituição do imposto de renda  vantagens: como o pagamento da dívida é debitado da conta do devedor assim que a restituição de imposto de renda (ir) é depositada, os bancos também têm mais garantia de que receberão o pagamento e oferecem taxas reduzidas. as taxas partem de 1,93% ao mês, o equivalente a 25,78% ao ano. ainda que esse tipo de empréstimo se encaixe na modalidade de crédito pessoal, suas taxas costumam ser inferiores às de outras operações de crédito pessoal, que não oferecem a restituição de ir ou outros valores a serem creditados, como o 13º salário, como garantia. desvantagens: se houver inconsistências na declaração de ir, o contribuinte pode cair na malha fina e o valor de restituição inicialmente previsto pode ser reduzido ou, pior, pode nem chegar a ser depositado. e mesmo que a situação com o fisco seja regularizada, o valor da restituição pode ser pago apenas a partir do ano seguinte ao da declaração, nos lotes residuais. mesmo assim, o banco exigirá que o pagamento seja feito no máximo até dezembro, quando é depositado o último lote de restituição do ir. assim, o tomador pode não ter condições de pagar a dívida. vale mencionar que o crédito fica disponível apenas no banco que o devedor indicou na declaração para recebimento da restituição, o que pode não ser tão conveniente. luiz rabi, economista da serasa, também lembra que nesse tipo de empréstimo o prazo é mais curto. "o cronograma da dívida segue as datas dos lotes da receita federal. como o horizonte se esgota em poucos meses, o devedor deve se organizar para que o problema seja resolvido em pouco tempo", diz. 4) antecipação do 13º salário vantagens: por ter a contrapartida do 13º salário, também é uma linha que costuma ter taxas inferiores a de outros empréstimos pessoais que não possuem créditos a serem recebidos como garantia do pagamento, como no caso da antecipação do ir. desvantagens: mesmo que o empregador não deposite o 13º salário, a dívida é descontada da conta do devedor no dia do vencimento da dívida acordado com o banco. assim, o devedor pode correr o risco de não ter recursos para pagar o empréstimo. outra desvantagem é que com a antecipação o devedor abre mão de receber o 13º salário no final do ano. “a pessoa antecipa um crédito que cairia justo na época em que mais se gasta, que é o final do ano, quando temos despesas com presentes de natal, viagens e com os gastos de início de ano, como ipva, iptu e material escolar, por exemplo”, afirma marcela kawauti.  5) crédito pessoal oferecido por sites vantagens: alguns sites têm oferecido crédito pessoal com juros mais baixos do que os cobrados em bancos grandes. como esses sites não têm custos de manutenção com agências físicas e geralmente são mais rigorosos na concessão do crédito, eles conseguem montar uma carteira mais concentrada em bons pagadores, o que reduz os riscos e permite que eles ofereçam juros menores. alguns dos sites que oferecem esse tipo de empréstimo são o bom pra crédito, o geru e o lendico (veja a matéria completa sobre os sites especializados em empréstimos).  esses sites fazem parcerias com bancos de médio e pequeno porte para oferecer os recursos e funcionam como correspondentes bancários. desvantagens: entre os contras está justamente a análise mais rigorosa de crédito, que pode impedir que algumas pessoas tenham o crédito aprovado. "o interessado deve estar preparado para a burocracia. como esses sites não conhecem o cliente e o seu histórico de pagamento, como acontece nos bancos grandes, eles exigem uma série de informações para se certificar de que o cliente pode pagar a dívida”, diz marcela kawauti, economista-chefe do spc brasil. outra desvantagem ainda é que, em alguns casos, esses sites podem cobrar taxas de administração, por isso, novamente, é preciso avaliar o cet da operação e não apenas os juros. fonte: exame por priscila yazbek

Fusão de Previc e Susep está suspensa, informa O Globo


09/01/2019
Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, subiu no telhado, ao menos por enquanto, a idéia da equipe econômica de Paulo Guedes de juntar numa só autarquia a Susep e a Previc, que regulam e fiscalizam as seguradoras e os fundos de pensão, respectivamente. Assim como acabou o gás do lobby para transferir a sede da Susep do Rio para Brasília.

Fonte: Sonho seguro

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