04/12/2018

Um Futuro seguro precisa de planejamento

 é necessário se atentar em como declarar esses investimentos na declaração de ajuste anual e no ato do resgaste, podendo ser mensal, parcial ou total. muito se indaga sobre a melhor e a mais apropriada forma de planejar o futuro através de uma previdência privada, visto que as mais comuns oferecidas por instituições financeiras são: pgbl - plano garantidor de benefício livre e vgbl - vida garantidor de benefício livre. ambos objetivam, além da rentabilidade, oferecer a longo prazo uma aposentadoria complementar, tendo em síntese o mesmo propósito. é necessário se atentar em como declarar esses investimentos na declaração de ajuste anual e no ato do resgaste, podendo ser mensal, parcial ou total.   com relação a declaração de ajuste anual deve haver os seguintes cuidados: na opção pgbl, os pagamentos/aportes feitos ao longo do ano-calendário não devem ser lançados na ficha de declaração de bens, mas sim, informados apenas na ficha de pagamentos efetuados no código 36. já o vgbl deve ser lançado na ficha de declaração de bens, constando o saldo do ano anterior e o saldo atual, não havendo nada a ser informado na ficha de pagamentos efetuados. no tocante ao ato do resgate, há as seguintes diferenciações: na opção pgbl, o valor oferecido à tributação será o total do valor resgatado (principal acrescido de rentabilidade). enquanto que o vgbl, ele será apenas a rentabilidade auferida, (excluindo o principal). atualmente existe à possibilidade da opção na hora da contratação do plano, de que o imposto de renda a ser descontado, seja pela tabela progressiva, que é a mesma utilizada para desconto de salários, aluguéis e aposentadorias ou a regressiva, que é uma tabela diferenciada. se o objetivo for se programar para receber esses valores após longo prazo e assim entende-se que é após o tempo mínimo de 10 anos, ela passa a ser mais interessante. todavia havendo o recebimento/resgate em período inferior a 4 anos, ela deixa de ser aconselhável. em suma, a opção pela tabela regressiva será conveniente para o investidor que tenha como meta receber a longo prazo, por conseguinte a tabela progressiva será mais adequada para quem pretende receber a curto/médio prazo. outra questão relevante refere-se ao planejamento tributário àqueles que possuem rendimentos tributáveis, visto que as aplicações feitas em pgbl poderão ser abatidas no cálculo do imposto de renda devido até o limite de 12% desses rendimentos, o que não acontece com as aplicações em vgbl. diante do exposto, o nosso entendimento é de que o vgbl é o mais indicado para o investidor que tem como objetivo de fazer o planejamento sucessório, isto é, àquele que visa a transferência do patrimônio para os herdeiros. ainda sobre o tema, cabe frisar que ambas as previdências não entram no inventário, sendo os recursos transferidos automaticamente aos beneficiários. por: sandro rodrigues, contabilista, economista e fundador da attend assessoria consultoria e auditoria s/a
04/12/2018

Prazo para placas do Mercosul no RS será 17 de dezembro

 o departamento nacional de trânsito (denatran) anunciou, nesta sexta-feira (30), a prorrogação do prazo para as placas padrão mercosul, que estavam previstas para entrar em vigor neste 1º de dezembro. a nova data será escalonada nos estados brasileiros, variando de 03 a 31 de dezembro. no rs, o prazo final é no dia 17 de dezembro. a medida atende aos pedidos dos detrans, tendo em vista o baixo número de empresas aptas para confeccionar as placas e a falta de capilaridade para atender a todas as regiões. o rio grande do sul possui duas empresas cadastradas para fabricar as chapas-base e 84 para estampar (esse número é dinâmico, muda conforme vão entrando novos pedidos). no entanto, nem todas essas empresas concluíram o processo de credenciamento junto ao denatran. sobre a placa padrão mercosul: a mudança do modelo das placas para unificar os veículos do mercosul está prevista em regramento federal – resoluções 729, 733 e 745 do contran. a placa será obrigatória somente para os veículos novos a serem registrados, em processo de transferência de município ou de propriedade, ou quando houver a necessidade de substituição das placas (por perda, por exemplo). os demais não terão data limite para se adaptar, poderão circular normalmente com a placa atual (cinza). fonte: detran rs
04/12/2018

Inovação surge para tirar profissionais da zona de conforto

 na última parte do programa bate bola, da tv cqcs, dessa semana, gustavo doria, diretor executivo do cqcs, e marcio coriolano, presidente da cnseg, discutiram a respeito das mudanças que a tecnologia está trazendo para o setor de seguros. existem muitas opções sendo oferecidas no que diz respeito a inovação, entretanto, para o executivo, é necessário separar o joio do trigo e entender aquilo que funciona, e aquilo que apenas oferece promessas. coriolano também afirma que “quando essas ondas surgem, como é a fintech, as insurtechs, elas vêm para revolucionar o mercado, ou pelo menos para tirar o pessoal da zona de conforto”, avalia. confira o vídeo na íntegra: https://youtu.be/h3nfjxz5vkw fonte: cqcs | carla boaventura
04/12/2018

Câmara cria comissão para analisar novo seguro obrigatório

 avança na câmara o projeto de lei de autoria do deputado lucas vergílio (sd-go) que cria um novo modelo do seguro obrigatório de acidentes no trânsito. uma comissão especial criada no dia 28/11, vai analisar a proposta, que tem como objetivo substituir o atual seguro dpvat pelo seguro obrigatório de acidentes de trânsito (soat). pelo projeto, os donos de veículos vão poder escolher a companhia seguradora autorizada de sua preferência para contratar o seguro. segundo lucas vergílio, a mudança é necessária porque o dpvat está desgastado em sua operacionalização, não sendo raras as fraudes que levam ao pagamento indevido de indenizações. “grande parte dos problemas se deve ao modelo ultrapassado e pouco eficiente”, argumenta o autor do projeto, que também é presidente do sincor-go e vice-presidente da fenacor. já o deputado hugo leal, que foi relator do projeto na comissão de viação e transportes, destaca que a liberdade de escolha se refletirá na definição dos prêmios e valores de indenização, que “passariam a ser estabelecidos livremente pelo mercado”. apesar de estabelecer a livre concorrência no setor, o projeto mantém algumas características do seguro de trânsito, que continuará sendo obrigatório, terá a mesma vigência do dpvat e o pagamento permanecerá como requisito para o licenciamento anual do veículo. vale lembrar que em um debate sobre a proposta na câmara, o presidente da seguradora líder, josé ismar alves torres, assegurou que a companhia está aberta para discutir a melhor forma de aperfeiçoamento no modelo atual. contudo, acentuou que o modelo proposto resgata o modelo vigente até 1986, que, segundo ele, não obteve êxito. fonte: cqcs
04/12/2018

A vez da previdência privada com a reforma no novo governo

 participação do setor de seguros será indispensável para garantir o futuro da sociedade alexandre camillo é corretor de seguros e liderança política. atua como diretor da camillo seguros, presidente do sincor-sp (sindicato de empresários e profissionais autônomos da corretagem e da distribuição de seguros do estado de são paulo), presidente da câmarasin (câmara de mediação e conciliação - sincor-sp), e vice-presidente da fenacor (federação nacional dos corretores de seguros). a atuação política tem impacto direto na economia, por isso, as instabilidades de governo trouxeram atrasos na retomada do crescimento dos setores no brasil. em 2019 teremos um novo presidente da república e vemos com otimismo as novas possibilidades. uma importante pauta do novo governo, de interesse de toda a sociedade, é ligada diretamente ao mercado de seguros: a reforma da previdência. a equipe do presidente eleito jair bolsonaro defende o que nós do setor já sabemos há muito tempo: a conta da previdência social não fecha e será indispensável a participação da iniciativa privada para garantir o futuro das pessoas. enquanto algumas linhas vinham contra as reformas, entendendo que é responsabilidade do governo cuidar dos cidadãos idosos que já deram sua contribuição, sabemos que as pessoas hoje vivem mais, têm menos filhos, aumentaram os trabalhos informais... ou seja, são poucos jovens contribuindo para muitos idosos receberem. no primeiro semestre de 2018 os planos de previdência privada tiveram arrecadação de r$ 54,1 milhões, queda 5,1% em relação ao mesmo período no ano anterior, segundo dados da cnseg (confederação nacional das seguradoras). na esfera pública, os números também não foram animadores, apresentando queda ainda em 2017. de acordo com a secretaria da previdência do ministério da fazenda, o déficit foi de r$ 268,79 bilhões – considerando o inss. a proposta de reforma previdenciária esteve parada em função da intervenção federal na segurança pública do estado do rio de janeiro, porque, de acordo com a legislação, em períodos como este o congresso não pode alterar a constituição. mas existe a possibilidade de revogação da intervenção e o assunto segue em mais alta do que nunca: o presidente eleito tem dado seguidas declarações sobre o assunto. atualmente a previdência social opera pelo regime de repartição, em que trabalhadores em atividade financiam os benefícios dos aposentados. outro regime possível seria o de capitalização, que tem como característica principal o pré-financiamento do benefício, ou seja, os próprios trabalhadores, durante a sua fase laborativa, produzem um montante de recursos necessários para sustentar o seu benefício previdenciário. dessa forma, não existe o pacto direto entre as gerações, pois é a geração atual (o próprio beneficiado) que financia os seus benefícios previdenciários. o novo governo prevê um meio termo. de acordo com o plano de governo de jair bolsonaro, a ideia é implementar um modelo de capitalização de forma gradativa, mas o texto do candidato do psl também salienta que os brasileiros ainda poderão ficar no modelo de previdência antigo, se assim quiserem. “novos participantes terão a possibilidade de optar entre os sistemas novo e velho. e aqueles que optarem pela capitalização merecerão o benefício da redução dos encargos trabalhistas”, diz trecho do plano de governo. segundo o documento, a proposta é que seja criado um fundo para reforçar o financiamento da previdência e compensar a redução de contribuições previdenciárias no sistema antigo, que poderia deixar os aposentados que escolheram pelo regime de capitalização desamparados em um primeiro momento. a proposta é parecida com a que os especialistas do setor de seguros imaginavam, pois a única maneira de se ter um sistema sustentável, a longo prazo, é com uma reforma. e provavelmente as mudanças devam ser realizadas em fases, pois é um impacto muito grande para os brasileiros. as empresas e profissionais do setor de seguros terão participação inquestionável para desenvolver e implantar o melhor modelo de gestão da previdência. os corretores de seguros, por sua vez, irão trabalhar fortemente no aculturamento da sociedade brasileira aos novos moldes e na entrega e consultoria das soluções do mercado privado. já nosso papel enquanto entidades representativas será de, cada vez mais, buscar ampliar proximidade e insistir em termos representantes do nosso setor na esfera pública, para atendermos pleitos e contribuirmos com a ampliação da participação dos seguros entre os brasileiros. fonte: portal nacional de seguros por thaís ruco
04/12/2018

Fintechs e mudanças nos serviços financeiros

 quando você usa o paypal, o apple pay, o google wallet ou simplesmente seu cartão de crédito para fazer uma compra online, você, o consumidor, o varejista de comércio eletrônico e os bancos por trás da troca de dinheiro estão usando as chamadas fintechs. de modo geral, fintech (tecnologia financeira) é onde a tecnologia é aplicada em serviços financeiros ou usada para ajudar as empresas a gerenciar os aspectos financeiros de seus negócios, incluindo novos softwares e aplicativos, processos e modelos de negócios. nos últimos anos, as fintechs passaram a ser conhecidas como a base para o processamento de transações pela internet, via serviços a computação em nuvem, tecnologia que virtualiza os dados enviados online. mas esse tipo de serviço não é novo. as fintechs estão por aí praticamente há um bom tempo, mas somente após a crise mundial de 2008 que elas evoluíram para interromper e reformular a forma como o cidadão comum lida com seu dinheiro, faz pagamentos, investimentos, entre outros. até mesmo o dinheiro em si foi virtualizado com o advento das fintechs — você já ouviu falar do bitcoin, certo?
04/12/2018

Mudanças nos serviços financeiros

 em apenas alguns anos, as fintechs definiram a direção, a forma e o ritmo das mudanças em quase todos os subsetores de serviços financeiros. os consumidores agora esperam integração digital sem interrupções, aprovações de empréstimos rápidos e pagamentos gratuitos de pessoa para pessoa — todas as inovações que as fintechs ajudaram a popularizar. um estudo da consultoria de tecnologia deloitte avaliou as forças que estão trazendo essas mudanças ao mercado. o relatório apontou os movimentos que já estão tomando forma e influenciando a maneira como o consumidor comum recebe e gasta seu dinheiro, sendo eles: 1. o crescimento das compras pela internet, que está se expandindo rapidamente em detrimento das compras feitas em lojas físicas, levando ao domínio de soluções online e sem papel para transações. 2. um equilíbrio de poder que muda de bancos e outros serviços financeiros para aqueles que pensam na experiência do cliente. os bancos estão eliminando os serviços presenciais e procurando a fintech e as grandes empresas de tecnologia para criar novas maneiras de envolver os consumidores. 3. novas plataformas que coletam dados para criar uma visão completa de mercado e usar análises para descobrir tendências. 4. produtos de seguros, que estão se tornando mais adequados para clientes que, por sua vez, estão exigindo cobertura para locais específicos, usos e prazos. isso está levando as seguradoras a coletar e analisar dados adicionais sobre seus clientes. 5. inteligência artificial, que agora desempenha um papel na diferenciação de produtos de serviços financeiros, uma vez que substitui atividades humanas complexas. 6. melhoria do processo de solicitação de empréstimos e financiamentos, com avaliação dos perfis financeiros e risco de crédito totalmente online. o empréstimo pessoal online no caso do acesso ao crédito, as fintechs democratizaram os pedidos de empréstimo, que antes ficavam restritos às burocracias dos bancos tradicionais. empresas como a fintech moneyman passaram a oferecer empréstimos totalmente online, onde o solicitante pode fazer seu pedido sem sair de casa. o crédito pessoal no moneyman é oferecido em até 12 parcelas e pode ser solicitado mesmo por quem não tem comprovante de renda.
04/12/2018

Mercado aposta que investidores vão passar a aplicar mais na aposentadoria

 aumento da concorrência entre bancos e segurados tem favorecido redução de taxas da previdência privada o aumento da concorrência entre bancos e seguradoras tem favorecido a redução de taxas da previdência privada. os bancos itaú, santander, bradesco seguros e brasilprev (do bb) zeraram as taxas de carregamento de todos os planos neste semestre. a caixa seguradora iniciou o movimento e zerou as taxas de entrada nos planos em 2012. o mercado aposta que a reforma da previdência fará o investidor olhar para a aposentadoria complementar. essa taxa funciona como uma espécie de pedágio que o investidor paga cada vez que coloca mais dinheiro no fundo. se o fundo tiver uma taxa de 2%, a cada r$ 100 investidos, r$ 2 ficam com a instituição financeira, por exemplo. a notícia animou ainda mais o empresário fábio lúcio costa, 52 anos, que pensou na tranquilidade para o futuro na hora de contratar um plano de previdência privada. “entendendo que a minha renda atual pode, sim, cair se eu pensar só na aposentadoria social, então fiz um plano de previdência complementar no sentido de que eu possa ter tranquilidade de uma renda garantida no futuro”, declara o empresário dono de uma corretora de seguros em belém, no pará. e, se de fato, filhinho de peixe, peixinho é, costa levou essa máxima para casa e não deixou de fora as duas filhas de 15 anos, que desde os quatro já contribuem para a aposentadoria privada. “o ideal seria, para o brasil, ter a cultura do seguro, da aposentadoria privada. em países desenvolvidos esse seguro tem início ainda quando criança, dois ou três anos de idade, para que no futuro ela tenha um bom rendimento quando se aposentar”, pontua. eventual necessidade além de pensar no futuro das filhas, o empresário paraense explica que, se houver necessidade poderá utilizar a reserva financeira para bancar a faculdade das filhas. “pois o plano de previdência além de ser uma aposentadoria é uma espécie de poupança programada.”, justifica. nos casos de resgate antecipado de planos de previdência, fábio alerta para os juros decorrentes da transação. na opinião dele se for o pgbl (plano garantidor de benefício livre) ao resgatar se paga o imposto sobre o valor total capitalizado. “se for vgbl (vida gerador de benefício livre), quando se tomar a decisão de resgate se paga imposto apenas sobre o rendimento”, indica. sandro bonfim, superintendente de produtos da brasilprev, diz que o movimento de zerar taxas é resultado do avanço do mercado. "quando o mercado ganha escala e cresce, aumenta a competição e ele começa a ter preços cada vez menores." jorge pohlmann nasser, diretor-presidente da bradesco vida e previdência, diz que as taxas de carregamento eram usadas como instrumento para pagamento de comissão pela venda da previdência privada.
04/12/2018

Previdência privada deve crescer em 2019

 as incertezas eleitorais e um cenário desfavorável para investimentos fizeram com que o setor de previdência privada se mantivesse morno durante o ano. no entanto, com a possível reforma da previdência social e a retomada do crescimento, o segmento está com uma expectativa positivo de avanço para 2019. segundo levantamento, até outubro, a diferença entre depósitos e resgates estava positiva em r$ 28,5 bilhões. o número representa uma queda de 35,87% em relação ao mesmo período de 2017. para o vice-presidente da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima), carlos andré, a desaceleração em ano eleitoral não surpreendeu. “vimos uma antecipação de discussões dos cenários eleitorais. era um comportamento esperado para o segundo semestre do ano, mas já vimos o fenômeno a partir de maio”, complementa. ainda que o cenário tenha sido estável, o período não registrou saída de participantes dos planos de previdência aberta. no entanto, muitos decidiram resgatar o dinheiro dos planos. fonte: comunicação sincor-sp

Ibovespa sobe amparado por clima ameno no exterior e busca 77 mil pontos


10/09/2018
Amparado pelo clima ameno visto nos mercados acionários internacionais na manhã desta segunda-feira (10), o Ibovespa abriu e se mantém em alta, dando sequência à rodada de compras que ganhou força antes do feriado. Já na abertura o índice à vista do mercado acionário local buscou os 77 mil pontos, mas há instantes operava abaixo desse patamar. A alta na sessão desta segunda ocorre mesmo sendo o primeiro pregão após o forte movimento especulativo - surgido imediatamente após o ataque ao candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro - e levou o índice à vista a fechar em alta de cerca de 1,8% aos 76.416,01 pontos. Lá fora, as cotações dos contratos futuros de petróleo sobem em contrapartida ao minério de ferro, que recuou 0,98% no porto de Qingdao, na China. O movimento do Ibovespa acompanha o mercado acionário dos Estados Unidos, que abriram buscando as máximas, mas, no período da manhã, operavam em alta moderada. Às 11h06, o Dow Jones avançava 0,19% enquanto o Ibovespa subia 0,53%, aos 76.823 pontos. Com a agenda vazia nos EUA, os investidores monitoram novas ações protecionistas de Washington contra Pequim. Segundo Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, seu governo "definitivamente irá adotar medidas para proteger seus legítimos direitos", caso a administração federal americana adote novas tarifas. Por aqui, os investidores têm as novas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República que vem após um período maior de propaganda eleitoral em rádio e televisão e também o ataque a Bolsonaro. Para esta segunda, no início da noite, está prevista a divulgação do Datafolha. Na avaliação dos analistas da Corretora Magliano, o resultado pode vir mostrando o fortalecimento de Bolsonaro, que se qualifica para o segundo turno, enquanto segue acirrada a disputa pelo outro lugar.
 
Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/09/647741-ibovespa-sobe-amparado-por-clima-ameno-no-exterior-e-busca-77-mil-pontos.html)

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